Revisão Biologia
Prof. Emanuel

Origem e evolução da vida
Origem da vida
Ancestralidade
comum para todas
as espécies

Via glicolítica e
universalidade do
código genético

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Origem da vida

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Era pré-biótica
Intensa evolução
química

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Era biótica
Intensa evolução
biológica...
História da vida

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Era Cenozóica

Era Mesozóica

Era Paleozóica
Dias atuais
Era Proterozóica

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Lamarck (sec. XIX)

Lamarck
Experimentalismo ?

O meio como agente
modificador
Uso e desuso
Caracteres adquiridos
Genética...
Charles Darwin

Darwin
Reprodução diferencial

O meio como agente
selecionador
Genética ?

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Lamarck X Darwin

Uso e desuso

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Herança adquirida

Seleção natural
Qual a novidade do trabalho de Darwin?

 Darwin insere o homem na escala
evolutiva
 Proposta de um ancestral comum
Principais ideias de darwin

Prof. Emanuel

 Inconstância das espécies
 Ancestralidade comum
 Evolução como processo le...
Seleção natural

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A seleção natural é
possibilitada pela reprodução
diferencial entre indivíduos
de uma mesm...
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Neodarwinismo

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Mutações
Modificação ambiental

Variabilidade
intraespecífica

Adaptação
Pressões Seletivas
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Causa primária da variabilidadeEmanuel
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Mutações

Material genético
afetado

Célula afetada

Mutação gênica
ou cromos...
Tipos de seleção natural

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a) Seleção direcional
Ocorre quando um fenótipo extremo é favorecido e
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Tipos de seleção natural

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b) Seleção disruptiva
Favorece
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intermediários.

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Tipos de seleção natural

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c) Seleção estabilizadora
Favorece os indivíduos com caracteres intermediários e
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Evidências da evolução

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Homologia e divergência evolutiva

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(abióticos)

Sumidouros de oxigênio (oceano)
Oxidação da atmosfera
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Do procarionte ao eucarionteProf. Emanuel
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Revisão ENEM II- Origem da vida e evolução

  1. 1. Revisão Biologia Prof. Emanuel Origem e evolução da vida
  2. 2. Origem da vida Ancestralidade comum para todas as espécies Via glicolítica e universalidade do código genético Prof. Emanuel
  3. 3. Origem da vida Prof. Emanuel Era pré-biótica Intensa evolução química 0 4,5 1 Era biótica Intensa evolução biológica Bilhões de anos
  4. 4. História da vida Prof. Emanuel Era Cenozóica Era Mesozóica Era Paleozóica Dias atuais Era Proterozóica 65 230 Era Arqueana 570 milhões Era Précambriana Era Hadeana 4,5 Bilhões de anos atrás
  5. 5. Lamarck (sec. XIX) Lamarck Experimentalismo ? O meio como agente modificador Uso e desuso Caracteres adquiridos Genética ? Prof. Emanuel
  6. 6. Charles Darwin Darwin Reprodução diferencial O meio como agente selecionador Genética ? Prof. Emanuel
  7. 7. Lamarck X Darwin Uso e desuso Prof. Emanuel Herança adquirida Seleção natural
  8. 8. Qual a novidade do trabalho de Darwin?  Darwin insere o homem na escala evolutiva  Proposta de um ancestral comum
  9. 9. Principais ideias de darwin Prof. Emanuel  Inconstância das espécies  Ancestralidade comum  Evolução como processo lento, gradual e ramificado  Seleção natural
  10. 10. Seleção natural Prof. Emanuel A seleção natural é possibilitada pela reprodução diferencial entre indivíduos de uma mesma população.
  11. 11. R e v i s ã o E N E M Prof. Emanuel Alguns anfíbios e répteis são adaptados à vida subterrânea. Nessa situação, apresentam algumas características corporais como, por exemplo, ausência de patas, corpo anelado que facilita o deslocamento no subsolo e, em alguns casos, ausência de olhos. Suponha que um biólogo tentasse explicar a origem das adaptações mencionadas no texto utilizando conceitos da teoria evolutiva de Lamarck. Ao adotar esse ponto de vista, ele diria que a) as características citadas no texto foram originadas pela seleção natural. b) a ausência de olhos teria sido causada pela falta de uso dos mesmos, segundo a lei do uso e desuso. c) o corpo anelado é uma característica fortemente adaptativa, mas seria transmitida apenas à primeira geração de descendentes. d) as patas teriam sido perdidas pela falta de uso e, em seguida, essa característica foi incorporada ao patrimônio genético e então transmitida aos descendentes. e) as características citadas no texto foram adquiridas por meio de mutações e depois, ao longo do tempo, foram selecionadas por serem mais adaptadas ao ambiente em que os organismos se encontram
  12. 12. R e v i s ã o E N E M Prof. Emanuel Os anfíbios são animais que apresentam dependência de um ambiente úmido ou aquático. Nos anfíbios, a pele é de fundamental importância para a maioria das atividades vitais, apresenta glândulas de muco para conservar-se úmida, favorecendo as trocas gasosas e, também, pode apresentar glândulas de veneno contra microrganismos e predadores. Segundo a Teoria Evolutiva de Darwin, essas características dos anfíbios representam a a) lei do uso e desuso. b) atrofia do pulmão devido ao uso contínuo da pele. c) transmissão de caracteres adquiridos aos descendentes. d) futura extinção desses organismos, pois estão mal adaptados. e) seleção de adaptações em função do meio ambiente em que vivem.
  13. 13. Neodarwinismo Prof. Emanuel Mutações Modificação ambiental Variabilidade intraespecífica Adaptação Pressões Seletivas Recombinação Genética
  14. 14. Causa primária da variabilidadeEmanuel Prof. Mutações Material genético afetado Célula afetada Mutação gênica ou cromossômica Mutação somática ou germinativa
  15. 15. Tipos de seleção natural Prof. Emanuel a) Seleção direcional Ocorre quando um fenótipo extremo é favorecido e aumenta de frequência na população. Ex: Resistência aos antibióticos e melanismo industrial Pressão de seleção População depois da seleção População original
  16. 16. Tipos de seleção natural Prof. Emanuel b) Seleção disruptiva Favorece os intermediários. fenótipo extremos e elimina Ex:Seleção do bicos das aves Pressão de seleção População depois da seleção População original os
  17. 17. Tipos de seleção natural Prof. Emanuel c) Seleção estabilizadora Favorece os indivíduos com caracteres intermediários e elimina os de fenótipo extremos Ex: Anemia falciforme na África Pressão de seleção População depois da seleção População original
  18. 18. Tipos de seleção natural Prof. Emanuel Besouro escuro Besouro claro Estabilizadora Direcional Disruptiva
  19. 19. R e v i s ã o E N E M Prof. Emanuel O que têm em comum Noel Rosa, Castro Alves, Franz Kafka, Álvares de Azevedo, José de Alencar e Frédéric Chopin? Todos eles morreram de tuberculose, doença que ao longo dos séculos fez mais de 100 milhões de vítimas. Aparentemente controlada durante algumas décadas, a tuberculose voltou a matar. O principal obstáculo para seu controle é o aumento do número de linhagens de bactérias resistentes aos antibióticos usados para combatê-la. Esse aumento do número de linhagens resistentes se deve a a) modificações no metabolismo das bactérias, para neutralizar o efeito dos antibióticos e incorporá-los à sua nutrição. b) mutações selecionadas pelos antibióticos, que eliminam as bactérias sensíveis a eles, mas permitem que as resistentes se multipliquem. c) mutações causadas pelos antibióticos, para que as bactérias se adaptem e transmitam essa adaptação a seus descendentes. d) modificações fisiológicas nas bactérias, para torná-las cada vez mais fortes e mais agressivas no desenvolvimento da doença. e) modificações na sensibilidade das bactérias, ocorridas depois de passarem um longo tempo sem contato com antibióticos.
  20. 20. Especiação alopátrica Isolamento geográfico Prof. Emanuel Bloqueio do fluxo gênico Diferentes fatores evolutivos Isolamento reprodutivo
  21. 21. Especiação alopátrica Prof. Emanuel
  22. 22. R e v i s ã o E N E M Prof. Emanuel No Período Permiano, cerca de 250 milhões de anos atrás (250 m.a.a.), os continentes formavam uma única massa de terra conhecida como Pangeia. O lento e contínuo movimento das placas tectônicas resultou na separação das placas, de maneira que já no início do Período Terciário (cerca de 60 m.a.a.), diversos continentes se encontravam separados uns dos outros. Uma das consequências dessa separação foi a formação de diferentes regiões biogeográficas, chamadas biomas. Devido ao isolamento reprodutivo, as espécies em cada bioma se diferenciaram por processos evolutivos distintos, novas espécies surgiram, outras se extinguiram, resultando na atual diversidade biológica do nosso planeta. A figura ilustra a deriva dos continentes e suas posições durante um período de 250 milhões de anos.
  23. 23. De acordo com o texto, a atual diversidade biológica do planeta é resultado R e v i s ã o E N E M Prof. Emanuel a) da similaridade biológica dos biomas de diferentes continentes. b) do cruzamento entre espécies de continentes que foram separados. c) do isolamento reprodutivo das espécies resultante da separação dos continentes. d) da interação entre indivíduos de uma mesma espécie antes da separação dos continentes. e) da taxa de extinções ter sido maior que a de especiações nos últimos 250 milhões de anos.
  24. 24. R e v i s ã o E N E M Prof. Emanuel Os ratos Peromyscus polionotus encontram-se distribuídos em ampla região na América do Norte. A pelagem de ratos dessa espécie varia do marrom claro até o escuro, sendo que os ratos de uma mesma população têm coloração muito semelhante. Em geral, a coloração da pelagem também é muito parecida à cor do solo da região em que se encontram, que também apresenta a mesma variação de cor, distribuída ao longo de um gradiente sul norte. Na figura, encontram-se representadas sete diferentes populações de P. polionotus. Cada população é representada pela pelagem do rato, por uma amostra de solo e por sua posição geográfica no mapa.
  25. 25. O mecanismo evolutivo envolvido na associação entre cores de pelagem e de substrato é R e v i s ã o E N E M Prof. Emanuel a) a alimentação, pois pigmentos de terra são absorvidos e alteram a cor da pelagem dos roedores. b) o fluxo gênico entre as diferentes populações, que mantém constante a grande diversidade interpopulacional. c) a seleção natural, que, nesse caso, poderia ser entendida como a sobrevivência diferenciada de indivíduos com características distintas. d) a mutação genética, que, em certos ambientes, como os de solo mais escuro, têm maior ocorrência e capacidade de alterar significativamente a cor da pelagem dos animais. e) a herança de caracteres adquiridos, capacidade de organismos se adaptarem a diferentes ambientes e transmitirem suas características genéticas aos descendentes.
  26. 26. Evidências da evolução Prof. Emanuel Analogia e convergência evolutiva
  27. 27. Evidências da evolução Prof. Emanuel Homologia e divergência evolutiva Homem Gato Baleia Morcego Irradiação adaptativa dos mamíferos
  28. 28. Evidências da evolução Prof. Emanuel
  29. 29. Evidências da evolução Prof. Emanuel
  30. 30. Evidências da evolução Prof. Emanuel
  31. 31. Evidências da evolução Prof. Emanuel A evolução é um processo lento, gradual e ramificado Descendentes Irradiação adaptativa Presente Passado Ancestral
  32. 32. Evidências da evolução P e r c e n t a g e m Prof. Emanuel Soro antihumano d e A g l u t i n a ç ã o Homem Chimpanzé Gorila Orangotango Babuíno 100% 85% 64% 42% 29% Boi 10% Cavalo 7% Veado 2% Ave 0%
  33. 33. R e v i s ã o E N E M Prof. Emanuel
  34. 34. R e v i s ã o E N E M Prof. Emanuel A tirinha mostra que o ser humano, na busca de atender suas necessidades e de se apropriar dos espaços, a) adotou a acomodação evolucionária como forma de sobrevivência ao se dar conta de suas deficiências impostas pelo meio ambiente. b) utilizou o conhecimento e a técnica para criar equipamentos que lhe permitiram compensar as suas limitações físicas. c) levou vantagens em relação aos seres de menor estatura, por possuir um físico bastante desenvolvido, que lhe permitia muita agilidade. d) dispensou o uso da tecnologia por ter um organismo adaptável aos diferentes tipos de meio ambiente. e) sofreu desvantagens em relação a outras espécies, por utilizar os recursos naturais como forma de se apropriar dos diferentes espaços.
  35. 35. R e v i s ã o E N E M Prof. Emanuel Experimentos realizados no século XX demonstraram que hormônios femininos e mediadores químicos atuam no comportamento materno de determinados animais, como cachorros, gatos e ratos, reduzindo o medo e a ansiedade, o que proporciona maior habilidade de orientação espacial. Por essa razão, as fêmeas desses animais abandonam a prole momentaneamente, a fim de encontrar alimentos, o que ocorre com facilidade e rapidez. Ainda, são capazes de encontrar rapidamente o caminho de volta para proteger os filhotes. Considerando a situação descrita sob o ponto de vista da hereditariedade e da evolução biológica, o comportamento materno decorrente da ação das substâncias citadas é
  36. 36. hereditariedade e da evolução biológica, o comportamento materno decorrente da ação das substâncias citadas é R e v i s ã o E N E M Prof. Emanuel a) transmitido de geração a geração, sendo que indivíduos portadores dessas características terão mais chance de sobreviver e deixar descendentes com as mesmas características. b) transmitido em intervalos de gerações, alternando descendentes machos e fêmeas, ou seja, em uma geração recebem a característica apenas os machos e, na outra geração, apenas as fêmeas. c) determinado pela ação direta do ambiente sobre a fêmea quando ela está no período gestacional, portanto todos os descendentes receberão as características. d) determinado pelas fêmeas, na medida em que elas transmitem o material genético necessário à produção de hormônios e dos mediadores químicos para sua prole de fêmeas, durante o período gestacional. e) determinado após a fecundação, pois os espermatozoides dos machos transmitem as características para a prole e, ao nascerem, os indivíduos são selecionados pela ação do ambiente.
  37. 37. R e v i s ã o E N E M Prof. Emanuel Na Região Amazônica, diversas espécies de aves se alimentam da ucuúba (Virola sebifera), uma árvore que produz frutos com polpa carnosa, vermelha e nutritiva. Em locais onde essas árvores são abundantes, as aves se alternam no consumo dos frutos maduros, ao passo que em locais onde elas são escassas, tucanos-de-papo-branco (Ramphastus tucanos cuvieri) permanecem forrageando nas árvores por mais tempo. Por serem de grande porte, os tucanos-de-papo-branco não permitem a aproximação de aves menores, nem mesmo de outras espécies de tucanos. Entretanto, um tucano de porte menor (Ramphastus vitellinus Ariel), ao longo de milhares de anos, apresentou modificação da cor do seu papo, do amarelo para o branco, de maneira que se tornou semelhante ao seu parente maior. Isso permite que o tucano menor compartilhe as ucuúbas com a espécie maior sem ser expulso por ela ou sofrer as agressões normalmente observadas nas áreas onde a espécie apresenta o papo amarelo. O fenômeno que envolve as duas espécies de tucano constitui um caso de a) mutualismo, pois as duas espécies compartilham os mesmos recursos. b) parasitismo, pois a espécie menor consegue se alimentar das ucuúbas. c) relação intraespecífica, pois ambas as espécies apresentam semelhanças físicas. d) sucessão ecológica, pois a espécie menor está ocupando o espaço da espécie maior. e) mimetismo, pois uma espécie está fazendo uso de uma semelhança física em benefício próprio.
  38. 38. Origem da vida Prof. Emanuel Evolução gradual de sistemas químicos: a) Hipótese heterotrófica b) Hipótese autotrófica 1) Formação de uma atmosfera gasosa monômeros Polimerização de monômeros Individualização de coacervados redutora 2) Síntese de 3) 4) e reações metabólicas rudimentares 5) Desenvolvimento de um mecanismo de replicação
  39. 39. Condições para surgimento da vida CO2 H2S SOX Prof. Emanuel
  40. 40. Origem da vida Moléculas simples Monômeros Prof. Emanuel Heterotrófica (fermentação) Polímeros Protocélula Autotrófica (quimiossíntese)
  41. 41. R e v i s ã o E N E M Prof. Emanuel
  42. 42. Visão autotrófica Prof. Emanuel
  43. 43. Após a fotossíntese Prof. Emanuel Impactos ECO (abióticos) Sumidouros de oxigênio (oceano) Oxidação da atmosfera Formação da camada de ozônio Impactos EVO (bióticos) Holocausto do oxigênio Vias aeróbicas (mais energia) Formação de radicais livres Colonização terrestre (ozônio) Prof. Emanuel
  44. 44. Do procarionte ao eucarionteProf. Emanuel TEORIA AUTOGÊNICA (invaginações) .
  45. 45. Do procarionte ao eucarionteProf. Emanuel Invaginações (autogênica) e SET

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