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PROCESSO DE
FABRICAÇÃO DE
FILMES PLÁSTICOS
DE POLIETILENO
Gestão de Qualidade
Emanoel Carvalho e Maria Emilia| Antônio Augusto| Universidade
Estadual da Paraíba
UNIVERSIDADE
ESTADUAL DA
PARAÍBA
CENTRO E CIÊNCIAS E
TECNOLOGIA
DEPARTAMENTO DE
QUÍMICA
GESTAO DE
QUALIDADE
PROFESSOR:
ANTONIO AUGUSTO
ORDEM DO PROCESSO
Adição da
Matéria
Prima
Extrusão Impressão
ORDEM DO PROCESSO
Laminaç
ão
Rebonina
deira
Corte e
Solda
ADIÇÃO DA MATÉRIA PRIMA
• O processo de produção de uma embalagem plástica
flexível é iniciado pela adição da matéria-prima principal
que é o polietileno.
• Este polietileno em estado inicial granulado é derretido
em altas temperaturas que posteriormente com auxílio
de um jato de ar é formado o filme plástico com abertura
interna.
O polietileno (ou polieteno)
tem fórmula geral (CH2-
CH2)n, é um polímero de alta
produção mundial e
economicamente viável,
daí o porquê de seu uso em
larga escala.
EXTRUSÃO
• Extrusão é o processo em que as resinas
poliméricas são fundidas pela aplicação de calor e
pressão e forçada a passar através de uma abertura
(matriz) acuradamente dimensionada para a
produção em caráter contínuo com geometria
definidas como é o caso da extrusão balão (blow)
utilizado para produção de filmes soprados.
EXTRUSÃO
• A massa fundida proveniente do cabeçote da
extrusora passa pela matriz enquanto o ar
comprimido é injetado pelo centro da mesma
fazendo com que o tubo proveniente desta matriz
circular seja expandido para a forma de balão
tubular com paredes mais finas. A quantidade de ar
introduzida no balão determina o diâmetro final e,
consequentemente, a largura do filme desejado
além de influir na sua espessura.
• Ainda na EXTRUSÃO, pode-se adicionar pigmento
a matéria-prima tornando-o colorido conforme o
desejado.
• Antes do término do processo de EXTRUSÃO, o
filme plástico pode sofrer um tratamento
(Tratamento Corona) para receber posteriormente
a impressão.
O tratamento corona consiste no uso de uma descarga elétrica contínua de
alta voltagem e alta frequência, que aumenta a umectabilidade da superfície
de materiais plásticos em diversas formas permitindo a aderência de outros
materiais.
IMPRESSÃO
• Flexografia - um
método de
impressão rotativa
direta que utiliza
chapas de
fotopolímero
resiliente com uma
imagem em relevo
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tinta ao filme a fim
de dar acabamento
e imagem à
embalagem.
LAMINAÇÃO
• Quando a embalagem necessita de
propriedades superiores, tais sejam elas
mecânicas ou de barreira, utiliza-se um
processo denominado laminação.
“A laminação nada mais é do que a união de
dois ou mais substratos”
Para a obtenção do filme de estrutura laminada é
necessário unir os filmes que irão compor a
estrutura. Neste processo para obtenção do
laminado, um adesivo especial é aplicado no lado
interno de uma das camadas.
LAMINAÇÃO
Após a aplicação do adesivo, o filme passa por uma estufa para
secagem e completa evaporação dos solventes (esta etapa somente
para adesivo com solvente, no caso de solventless não se utiliza
solvente). Uma calandra ou nip de laminação aquecida prensa o filme
impregnado com o adesivo com o filme de apoio, laminando a
estrutura.
LAMINAÇÃO
• Uma grande vantagem dos laminados é a
possibilidade de associação de diversos
materiais de propriedades diferentes em uma
única estrutura, cada uma com sua
característica particular, ampliando
grandemente as possibilidades de aplicações.
REBOBINADEIRA
• O rebobinamento faz parte do processo final de
acabamento. A bobina "mãe" é desbobinada e cortada de
acordo com dimensões personalizadas para cada produto.
Todas as bobinas utilizadas nas máquinas automáticas de
empacotamento, tem a necessidade de um perfeito
bobinamento e alinhamento lateral.
A bobina a ser processada é alinhada eletronicamente por um cabeçote
fotoelétrico. O filme passa por cortes programados de acordo com larguras
pré-definidas, onde as extremidades são refiladas. O filme é rebobinado
CORTE E SOLDA
• O corte-solda e o refile fazem parte dos processos
finais de acabamento. Este processo é responsável
pela transformação do filme impresso em sacos.
A bobina a ser processada é alinhada e dobrada no conjunto desbobinador.
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  • 1. PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE FILMES PLÁSTICOS DE POLIETILENO Gestão de Qualidade Emanoel Carvalho e Maria Emilia| Antônio Augusto| Universidade Estadual da Paraíba UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA CENTRO E CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE QUÍMICA GESTAO DE QUALIDADE PROFESSOR: ANTONIO AUGUSTO
  • 2. ORDEM DO PROCESSO Adição da Matéria Prima Extrusão Impressão
  • 4. ADIÇÃO DA MATÉRIA PRIMA • O processo de produção de uma embalagem plástica flexível é iniciado pela adição da matéria-prima principal que é o polietileno. • Este polietileno em estado inicial granulado é derretido em altas temperaturas que posteriormente com auxílio de um jato de ar é formado o filme plástico com abertura interna. O polietileno (ou polieteno) tem fórmula geral (CH2- CH2)n, é um polímero de alta produção mundial e economicamente viável, daí o porquê de seu uso em larga escala.
  • 5. EXTRUSÃO • Extrusão é o processo em que as resinas poliméricas são fundidas pela aplicação de calor e pressão e forçada a passar através de uma abertura (matriz) acuradamente dimensionada para a produção em caráter contínuo com geometria definidas como é o caso da extrusão balão (blow) utilizado para produção de filmes soprados.
  • 6. EXTRUSÃO • A massa fundida proveniente do cabeçote da extrusora passa pela matriz enquanto o ar comprimido é injetado pelo centro da mesma fazendo com que o tubo proveniente desta matriz circular seja expandido para a forma de balão tubular com paredes mais finas. A quantidade de ar introduzida no balão determina o diâmetro final e, consequentemente, a largura do filme desejado além de influir na sua espessura. • Ainda na EXTRUSÃO, pode-se adicionar pigmento a matéria-prima tornando-o colorido conforme o desejado. • Antes do término do processo de EXTRUSÃO, o filme plástico pode sofrer um tratamento (Tratamento Corona) para receber posteriormente a impressão. O tratamento corona consiste no uso de uma descarga elétrica contínua de alta voltagem e alta frequência, que aumenta a umectabilidade da superfície de materiais plásticos em diversas formas permitindo a aderência de outros materiais.
  • 7. IMPRESSÃO • Flexografia - um método de impressão rotativa direta que utiliza chapas de fotopolímero resiliente com uma imagem em relevo para transferir a tinta ao filme a fim de dar acabamento e imagem à embalagem.
  • 8. LAMINAÇÃO • Quando a embalagem necessita de propriedades superiores, tais sejam elas mecânicas ou de barreira, utiliza-se um processo denominado laminação. “A laminação nada mais é do que a união de dois ou mais substratos” Para a obtenção do filme de estrutura laminada é necessário unir os filmes que irão compor a estrutura. Neste processo para obtenção do laminado, um adesivo especial é aplicado no lado interno de uma das camadas.
  • 9. LAMINAÇÃO Após a aplicação do adesivo, o filme passa por uma estufa para secagem e completa evaporação dos solventes (esta etapa somente para adesivo com solvente, no caso de solventless não se utiliza solvente). Uma calandra ou nip de laminação aquecida prensa o filme impregnado com o adesivo com o filme de apoio, laminando a estrutura.
  • 10. LAMINAÇÃO • Uma grande vantagem dos laminados é a possibilidade de associação de diversos materiais de propriedades diferentes em uma única estrutura, cada uma com sua característica particular, ampliando grandemente as possibilidades de aplicações.
  • 11. REBOBINADEIRA • O rebobinamento faz parte do processo final de acabamento. A bobina "mãe" é desbobinada e cortada de acordo com dimensões personalizadas para cada produto. Todas as bobinas utilizadas nas máquinas automáticas de empacotamento, tem a necessidade de um perfeito bobinamento e alinhamento lateral. A bobina a ser processada é alinhada eletronicamente por um cabeçote fotoelétrico. O filme passa por cortes programados de acordo com larguras pré-definidas, onde as extremidades são refiladas. O filme é rebobinado
  • 12. CORTE E SOLDA • O corte-solda e o refile fazem parte dos processos finais de acabamento. Este processo é responsável pela transformação do filme impresso em sacos. A bobina a ser processada é alinhada e dobrada no conjunto desbobinador. O filme é puxado pelos rolos tracionadores recebendo o sinal de registro da fotocélula para comandar a parada da puxada e ação do cabeçote de selagem. Este cabeçote possui uma lâmina aquecida que baixa sobre o
  • 13. FI M