Eletropneumatica

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Eletropneumatica

  1. 1. ELETROPNEUMÁTICA Elvis Bruno Maicon Eder Alex Alexandre Barbosa
  2. 2. Eletropneumática • Definição: combinação da energia elétrica com a energia pneumática. • A utilização de sistemas eletropneumáticos em substituição aos sistemas pneumáticos mostra-se vantajosa em diversas situações que envolvam velocidade de transmissão, perdas e segurança.
  3. 3. Componentes de emissão de sinal • Botoeiras: botoeiras são chaves elétricas acionadas manualmente que apresentam, geralmente, um contato aberto e outro fechado. De acordo com o tipo de sinal a ser enviado ao comando elétrico, as botoeiras são caracterizadas como pulsadoras ou com trava.
  4. 4. Tipos de Botoeiras • Push Button: este permanece acionado quando pressionado e aberto quando liberado.
  5. 5. • Botão com Rentecão: ao pressioná-lo, ele é acionado, porém só será liberado quando for novamente pressionado.
  6. 6. • Botão tipo Cogumelo: Ao pressioná-lo, ele é travado permanecendo acionado até quando o destravarmos girando o botão no sentido horário.
  7. 7. • O botão do tipo cogumelo, também conhecido como botão soco-trava, quando é acionado, inverte os contatos da botoeira e os mantém travados.
  8. 8. Chaves fim de curso • São comutadores elétricos de entrada de sinais, só que acionados mecanicamente. • As chaves fim de curso são, geralmente, posicionadas no decorrer do percurso de cabeçotes móveis de máquinas e equipamentos industriais, bem como das haste de cilindros hidráulicos e ou pneumáticos.
  9. 9. • Chave tipo rolete:
  10. 10. Sensores de proximidade • Os sensores de proximidade, são elementos emissores de sinais elétricos os quais são posicionados no decorrer do percurso de cabeçotes móveis de máquinas e equipamentos industriais, bem como das haste de cilindros hidráulicos e ou pneumáticos. • O acionamento dos sensores, entretanto, não dependem de contato físico com as partes móveis dos equipamentos, basta apenas que estas partes aproximem-se dos sensores a uma distância que varia de acordo com o tipo de sensor utilizado.
  11. 11. Características de Funcionamento dos Sensores de Proximidade • Os sensores de proximidade apresentam as mesmas características de funcionamento. Possuem dois cabos de alimentação elétrica, sendo um positivo e outro negativo, e um cabo de saída de sinal. Estando energizados e ao se aproximarem do material a ser detectado, os sensores emitem um sinal de saída que, devido principalmente à baixa corrente desse sinal, não podem ser utilizados para energizar diretamente bobinas de solenóides ou outros componentes elétricos que exigem maior potência. • Diante dessa característica comum da maior parte dos sensores de proximidade, é necessária a utilização de relés auxiliares com o objetivo de amplificar o sinal de saída dos sensores, garantindo a correta aplicação do sinal e a integridade do equipamento.
  12. 12. Tipos de sensores • Magnéticos: São sensores que operam com campo magnético, detectam apenas magnetos.
  13. 13. • Indutivos: São sensores que operam com campo eletromagnético, portanto detectam apenas materiais ferromagnéticos.
  14. 14. • Capacitivos: São sensores que operam com o principio de capacitância, detectam todos os tipos de materiais.
  15. 15. • Ópticos: São sensores que operam com emissão de luz, estes detectam todos os tipos de matérias.
  16. 16. • Ultrassônicos: São sensores que operam com emissão e reflexão de um feixe de ondas acústicas. A saída comuta quando este feixe é refletido ou interrompido pelo material a ser detectado.
  17. 17. • Pneumáticos: São sensores que se baseiam no desequilíbrio da pressão em uma determinada conexão do sensor.
  18. 18. Elementos de processamento de sinais • Os componentes de processamento de sinais elétricos são aqueles que analisam as informações emitidas ao circuito pelos elementos de entrada, combinando-as entre si para que o comando elétrico apresente o comportamento final desejado.
  19. 19. Relés Auxiliares • Os relés auxiliares são chaves elétricas de quatro ou mais contatos, acionadas por bobinas eletromagnéticas. Há no mercado uma grande diversidade de tipos de relés auxiliares que, basicamente, embora construtivamente sejam diferentes, apresentam as mesmas características de funcionamento.
  20. 20. Reles Temporizadores • Os relés temporizadores, também conhecidos como relés de tempo, geralmente possuem um contato comutador acionado por uma bobina eletromagnética com retardo na ligação ou no desligamento.
  21. 21. Elementos de saída de sinal • Os componentes de saída de sinais elétricos são aqueles que recebem as ordens processadas e enviadas pelo comando elétrico e, a partir delas, realizam o trabalho final esperado do circuito. Entre os muitos elementos de saída de sinais disponíveis no mercado, os que nos interessa mais diretamente são os indicadores luminosos e sonoros, bem como os solenóides aplicados no acionamento eletromagnético de válvulas hidráulicas e pneumáticas.
  22. 22. • Os indicadores luminosos são lâmpadas incandescentes ou LEDs, utilizadas na sinalização visual de eventos ocorridos ou prestes a ocorrer. São empregados, geralmente, em locais de boa visibilidade que facilitem a visualização do sinalizador.
  23. 23. • Os indicadores sonoros são campainhas, sirenes, cigarras ou buzinas, empregados na sinalização acústica de eventos ocorridos ou prestes a ocorrer. Ao contrário dos indicadores luminosos, os sonoros são utilizados, principalmente, em locais de pouca visibilidade onde um sinalizador luminoso seria pouco eficaz.
  24. 24. Solenóide • Os solenóides são bobinas eletromagnéticas que, quando energizadas, geram um campo magnético capaz de atrair elementos com características ferrosas, comportando-se como um imã permanente.
  25. 25. Válvula Solenóide • A válvula solenóide é um tipo de solenóide de padrão eletromecânico que, quando ativado por energia elétrica, abre uma válvula sob uma pressão de ar positiva ou negativa.
  26. 26. Válvulas Direcionais • Tem por função orientar a direção do fluxo que o ar deve seguir, a fim de realizar um trabalho proposto. • Elas se caracterizam por: I. Número de posições II. Numero de vias III. Tipo de acionamento
  27. 27. I. Numero de posição • É a quantidade de manobras distintas que uma válvula direcional pode executar ou permanecer sob a ação de seu acionamento. • As válvulas direcionais são sempre representadas por um retângulo, este retângulo é dividido em quadrados. • O numero de quadros representados na simbologia é igual ao numero de posições da válvula, representando a quantidade de movimentos que executa através de acionamento.
  28. 28. II Numero de vias • É o número de conexões que a válvula possui, são consideradas como vias a conexão de entrada de pressão, conexões de utilização e de escape. • Para entender melhor:
  29. 29. • Direções de fluxo nos quadro abaixo representa a interligação interna das conexões
  30. 30. • Uma regra prática para a determinação do número de vias consiste em separar um dos quadrados (posição) e verificar quantas vezes o(s) símbolo(s) interno(s) toca(m) os lados do quadro, obtendo-se, assim, o número de orifícios e em correspondência o número de vias. NA (Válvulas Normalmente Abertas) NF (Normalmente Fechadas)
  31. 31. III Tipos de acionamento • Os tipos de acionamentos são diversificados e podem ser: • Muscular • Mecânicos • Elétricos • Pneumáticos • Esses elementos são representados por simbolos.
  32. 32. Simbologia

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