Manual da qualidade[mar2011] (2)

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Manual da qualidade[mar2011] (2)

  1. 1. Manual da Qualidade Versão 1.1 Março 2011
  2. 2. Manual da Qualidade do IPA V.1.0 Fevereiro 2011 Pág. 2 de 31 Índice I – Introdução 3 1. Apresentação do Manual da Qualidade 3 2. IPA: Resumo Histórico 3 3. Missão, Visão, Cultura 4 4. Organograma 5 5. Objectivos Estratégicos 6 6. Política da Qualidade 8 II - Sistema Integrado de Gestão da Qualidade do IPA (SIGQ) 8 1. Identificação do SIGQ 9 2. Objectivos 10 3. Referências 11 4. Instrumentos 11 5. Organização do SIGQ-IPA: níveis e estruturas de responsabilidade 11 III – Procedimentos 13 IV – Revisão, Comunicação e Distibuição 24 V – Anexos 1 – Modelo de Acta de Reunião 2 – Modelo de Projecto 3 – Ficha de Melhoria 25 26 31
  3. 3. I – Introdução 1. Apresentação do Manual da Qualidade O Manual da Qualidade do IPA - Instituto Superior Autónomo de Estudos Politécnicos é o documento de referência ao Sistema Interno de Gestão da Qualidade do IPA e tem como objectivo funcional constituir o suporte para a aplicação e manutenção desse sistema. Destinado a garantir os mecanismos de qualidade nos serviços prestados pelo IPA, o presente manual descreve, também, as linhas orientadoras da organização, o percurso histórico decorrido e os objectivos estratégicos que se pretende alcançar. Considerando a sua natureza inovadora e o seu posicionamento responsável na sociedade em que se insere, o IPA está empenhado em consolidar os instrumentos de gestão que melhor permitam assegurar a excelência do ensino e a satisfação de todos os intervenientes no processo educativo. A presente versão do Manual da Qualidade foi aprovada pelo Conselho de Direcção do IPA em 30/01/2011. De acordo com a estrutura operacional e gestionária do IPA, o Manual da Qualidade será revisto e actualizado periodicamente, por cada ciclo de 3 anos. 2. IPA: Breve Resumo Histórico: O IPA nasceu em 1990, com a designação Instituto Politécnico Autónomo, fruto da reunião de um conjunto de professores do ensino superior que, à data, identificaram como vector do desenvolvimento nacional, a necessidade de maior e mais diversificada oferta de formação superior. A organização da instituição enquanto escola de ensino politécnico reflecte, desde a génese, a sua filosofia de “saber fazer”, oferecendo formação com forte componente prática e em linha com as necessidades evolutivas do tecido empresarial nacional. Privilegiando, desde o início, as áreas tecnológicas, tradicionalmente dotadas de forte componente de inovação, afirmou-se como uma instituição privada de referência, ao contar, hoje, com uma história de 20 anos a leccionar nas áreas da engenharia, em particular civil e mecânica, informática e gestão. Manual da Qualidade do IPA V.1.0 Fevereiro 2011 Pág. 3 de 31
  4. 4. Atento à evolução da sociedade global, complementou recentemente a sua oferta formativa, ao adicionar as áreas da interactividade, criatividade e design, enquanto campos estratégicos de actuação e base das indústrias criativas. Por imperativo das mudanças efectuadas no sistema nacional de ensino, em particular no subsistema superior, mudou a sua designação para Instituto Superior Autónomo de Estudos Politécnicos em 2006, reestruturando os ciclos de estudos e graus oferecidos e adequando-os aos sucessivos enquadramentos legais. Actualmente oferece cursos de primeiro ciclo e de pós-graduação, dotando os alunos das capacidades cognitivas, metodológicas, tecnológicas e de resolução de problemas, estimulando a sua criatividade e promovendo o seu talento para além das suas áreas de estudo. 3. Missão, Visão Cultura Missão O IPA é uma instituição de ensino superior orientado para a inovação, a criatividade, a sustentabilidade e a interdisciplinaridade que tem como objectivo a qualificação de alto nível, a produção e a difusão do conhecimento, bem como, a formação cultural, artística, tecnológica e científica dos seus alunos. Visão Promover o ensino das artes e das tecnologias como um processo criativo, reflexivo e empreendedor, privilegiando a inserção na vida activa, a interdisciplinaridade, a aprendizagem ao longo da vida e a ligação ao percurso profissional dos seus diplomados. Fomentar o estabelecimento de plataformas de diálogo entre indivíduos, instituições e redes sociais, promovendo uma atitude pró-activa de responsabilização social e ambiental, para um melhor entendimento da sociedade contemporânea. Manual da Qualidade do IPA V.1.0 Fevereiro 2011 Pág. 4 de 31
  5. 5. Cultura O IPA desenvolve parcerias com agentes sociais, económicos, culturais e científicos, regionais, nacionais e internacionais privilegiando a interligação entre as actividades de investigação e formação, e a criação e desenvolvimento de projectos interdisciplinares e interinstitucionais, tendo sempre em consideração, nas decisões que toma, a comunidade onde se insere e o ambiente onde opera. Os docentes, investigadores e os colaboradores técnico-administrativos são altamente qualificados, têm um elevado nível de realização pessoal e profissional e são reconhecidos pelo seu mérito e motivação, e trabalham em conjunto para um mesmo objectivo: prestar um serviço de elevada qualidade. Acreditamos que o ambiente de trabalho, exigente mas informal, sério mas divertido e estimulante, contribui de forma decisiva para o nosso desempenho. O IPA orgulha-se de ter uma atitude focada no desenvolvimento de soluções que enquadrem e valorizem o indivíduo na sua envolvente. O IPA tem como parceiros privilegiados as 3 escolas – Colégio Cesário Verde, EPI e ETIC –, do Grupo de Educação E_, formando um grupo de 4 escolas especialmente vocacionadas para o ensino das artes e das tecnologias. 4 - Organograma: Manual da Qualidade do IPA V.1.0 Fevereiro 2011 Pág. 5 de 31
  6. 6. 5 - Objectivos estratégicos: O IPA, no Plano Estratégico 2010/2012, elegeu oito eixos operacionais que se decompõem nos seguintes objectivos estratégicos e operacionais: Eixos Estratégicos Objectivos Estratégicos Objectivos Operacionais 1. Oferta Formativa 1.1. Dinamizar e consolidar a oferta formativa Manual da Qualidade do IPA V.1.0 Fevereiro 2011 Pág. 6 de 31 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias 1.1.2. Promover o funcionamento de ciclos de estudos em regime diurno 1.1.3. Interligar a oferta formativa com as necessidades do tecido institucional e empresarial 1.1.4. Aumentar a oferta de formação ao longo da vida 1.1.5. Aumentar a oferta de formação pós-secundária e CETS 2. Promoção, Comunicação e Imagem 2.1.Melhorar os conteúdos e a eficácia dos fluxos de informação e comunicação interna e externa 2.1.1.Melhorar a eficácia dos fluxos de informação 2.1.2.Aumentar os conteúdos disponíveis e melhorar a sua qualidade 3. Pessoal Docente e Não Docente 3.1 Dispor de pessoal qualificado e profissionalmente competente 3.1.1.Melhorar a capacidade científica e pedagógica dos docentes 3.1.2.Melhorar a formação e as competências profissionais do pessoal não docente 3.2.Melhorar os meios e condições de trabalho e promover o reconhecimento do pessoal 3.2.1.Optimizar os meios e condições de trabalho 3.2.2.Melhorar o clima social e os mecanismos de avaliação do pessoal 3.3.Conseguir um maior envolvimento e participação do pessoal 3.3.1.Apoiar actividades sociais e culturais desenvolvidas pelos colaboradores 3.3.2.Melhorar a comunicação interna, a polivalência funcional e a troca de experiências
  7. 7. Eixos Estratégicos Objectivos Estratégicos Objectivos Operacionais 4. Alunos Manual da Qualidade do IPA V.1.0 Fevereiro 2011 Pág. 7 de 31 4.1. Promover e acompanhar a sua formação integral como cidadãos e a sua inserção na vida activa 4.1.1.Desenvolver competências pessoais, interpessoais e de cidadania 4.1.2. Estimular a participação cívica, cultural, artística, desportiva, científica e social 4.1.3.Preparar e acompanhar o estudante ao longo do percurso académico e na transição para a vida activa 4.2. Melhorar condições de acompanhamento e serviços prestados 4.2.1.Melhorar as condições de acesso, de inclusão e de permanência 5. Investigação e Desenvolvimento 5.1.Aumentar o volume, pertinência e a qualidade das actividades de Investigação e Desenvolvimento nos diversos domínios do Instituto 5.1.1. Promover a investigação com entidades externas nacionais e internacionais 6. Avaliação, Organização e Gestão 6.1. Incrementar os recursos disponíveis utilizando-os em cada momento de forma eficaz, sustentada e eficiente 6.1.1.Diminuir os custos de operação do IPA 6.1.2.Diversificar as fontes de financiamento e incrementar os recursos disponibilizados à comunidade académica 6.2.Incorporar um modelo de gestão, baseado na avaliação e qualidade 6.2.1.Dispor de um sistema interno de qualidade orientado para a melhoria contínua 6.2.2. Aumentar os níveis de responsabilidade e capacidade de intervenção directa dos Coordenadores de Curso e do pessoal técnico-administrativo 7. Internacionalização 7.1. Reforçar e ampliar as actividades de cooperação 7.1.1.Alargar o âmbito da cooperação internacional 7.2. Reforçar a visibilidade internacional 7.2.1.Alargar a visibilidade internacional 8. Responsabilidade Social e Ambiental 8.1.Contribuir para a sociedade de forma positiva 8.1.1.Prestar serviços directos à comunidade de carácter social ou ambiental
  8. 8. 6 - Política para a qualidade do IPA: O IPA assumiu um compromisso institucional com a qualidade e a garantia da qualidade, como vector fundamental para o seu funcionamento e desenvolvimento. Esse compromisso foi consagrado nas alterações introduzidas aos Estatutos, por via da entrada em vigor do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES)1, que prevêem a criação do Gabinete da Qualidade e Avaliação e um novo órgão dedicado também a esta área, o Conselho de Acompanhamento e Avaliação. A estratégia do IPA para a qualidade tem como vectores fundamentais a assunção partilhada da missão, visão e cultura da instituição, traduzida num plano estratégico para 2010-2012 virado para o desenvolvimento do IPA e, complementarmente, pela definição de procedimentos e mecanismos institucionalizados para a monitorização, avaliação e retroacção com vista à melhoria contínua, todos eles documentados, bem como de mecanismos de acompanhamento, avaliação e desenvolvimento do próprio sistema de garantia da qualidade. Pretende-se que este processo seja um estímulo à motivação e ao envolvimento, numa cultura organizacional orientada para a melhoria contínua e para a avaliação encarada como um elemento natural na instituição numa perspectiva de transversalidade a todas as áreas do IPA, abrangendo, quer o funcionamento dos seus órgãos e serviços, quer a qualidade do ensino e da oferta formativa, das actividades de I&D e de todas as actividades de suporte. II - Sistema Interno de Garantia da Qualidade do IPA (SIGQ-IPA) Para dar cumprimento ao estabelecido pelo RJIES e de acordo com os princípios legais presentes na Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES), foi criado, em Janeiro de 2010, o Gabinete da Qualidade, com o objectivo desenvolver a estratégia de implementação de uma política da qualidade do IPA. 1 Aprovado pela Lei n.º 62/2007, de 10 de Setembro. Manual da Qualidade do IPA V.1.0 Fevereiro 2011 Pág. 8 de 31
  9. 9. Nesse âmbito, foram estudados diversos sistemas e metodologias de avaliação e certificação devidamente sustentados, com especial enfoque para os documentos publicados pela referida A3ES. Do levantamento, análise e opções encontrados, foi desenhado um programa à medida, alinhado com os padrões europeus, muito aberto e flexível, com capacidade de dar uma resposta articulada às necessidades da organização, mas livre da carga burocrática e funcional que, não raramente, se lhe associa. Este programa, que o presente Manual define, consagra as bases da política da qualidade do IPA, identifica os seus fundamentos, descreve os referenciais em que se baseia e publicita os documentos de operacionalização e de suporte que o sustentam. Para efeitos de verificação da conformidade do SIGQ-IPA, serão anualmente realizadas auditorias internas. 1 - Identificação do SIGQ-IPA: O SIGQ-IPA visa: a) Cumprir os princípios de Gestão da Qualidade Total, através da utilização de uma ferramenta de auto-avaliação, orientada para o estabelecimento de um ciclo completo e desenvolvido de PDCA (Plan, Do, Check e Act): Planear (fase de projecto); Executar (fase da execução); Rever (fase da avaliação) e Ajustar (fase da acção, adaptação e correcção). b) Implementar um sistema de auto-avaliação no IPA - Instituto Superior Autónomo de Estudos Politécnicos, através da utilização da metodologia de gestão CAF – Common Assessment Framework que inclui a realização do diagnóstico de auto-avaliação, a produção do relatório de auto-avaliação com identificação dos pontos fortes a das áreas de melhoria e a execução do plano de acções de melhoria. c) Servir de ponte entre os vários modelos utilizados na gestão da qualidade; Manual da Qualidade do IPA V.1.0 Fevereiro 2011 Pág. 9 de 31
  10. 10. d) Promover o bench learning e o benchmarking entre organizações congéneres. 2 - Objectivos do SIGQ-IPA: O SIGQ-IPA abrange, de forma sistemática, as diversas formas da missão institucional do IPA, numa dupla dimensão de apoio ao planeamento estratégico e promoção contínua da qualidade, da informação e da prestação de contas. Destina-se, ainda, à definição e documentação dos elementos estruturantes visando a implementação da política para a qualidade, a saber: a) A estratégia institucional e os padrões para a qualidade; b) As responsabilidades dos diferentes órgãos e níveis de gestão nos processos de garantia da qualidade; c) Os processos de monitorização, controlo, reflexão e posterior intervenção, com vista à melhoria contínua; d) As formas de participação dos estudantes, de pessoal docente, investigador, não docente e parceiros externos; e) A organização e melhoria contínua do sistema e o modo de monitorização e revisão da política de qualidade. Através da sua implementação, pretende-se que o SIGQ-IPA contribua para:  Definição da política institucional e objectivos para a qualidade;  Garantia da qualidade da oferta formativa;  Garantia da qualidade das aprendizagens e apoio aos estudantes;  Garantia da qualidade dos recursos humanos;  Garantia da qualidade dos recursos materiais e serviços;  Garantia da qualidade da recolha, tratamento e utilização da informação;  Publicitação da informação;  Publicitação das actividades de I&D;  Publicitação das relações com o exterior;  Internacionalização;  Envolvimento dos docentes e dos estudantes no processo de avaliação e melhoria contínua. Manual da Qualidade do IPA V.1.0 Fevereiro 2011 Pág. 10 de 31
  11. 11. 3 - Referências: O SIGQ-IPA observa as recomendações, disposições e definições constantes dos seguintes diplomas legais e documentos:  Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), aprovado pela Lei n.º 62/2007, de 10 de Setembro;  Regime Jurídico da Avaliação do Ensino Superior (RJAES), aprovado pela Lei n.º 38/2007, de 16 de Agosto;  Standards and Guidelines for Quality Assurance in the European Higher Education Area, 3rd Edition, 2009. European Association for Quality Assurance in Higher Education (ENQA), Helsinqui;  CAF – Common Assessment Framework;  EFQM – European Foundation for Quality Management;  Norma ISO 9001:2000. 4 - Instrumentos: a) Inquéritos a colaboradores; b) Inquéritos a docentes; c) Inquéritos a alunos; d) Auto-diagnóstico; e) Relatório de Avaliação de UC; f) Relatório de auto-avaliação; g) Levantamento das acções de melhoria; h) Plano de acção de melhoria; i) Auditorias. 5 - Organização do SIGQ-IPA: níveis e estruturas de responsabilidade: A coordenação estratégica do SIGQ-IPA é assegurada pelo Conselho de Direcção, na pessoa do Secretário-Geral. A coordenação funcional do SIGQ-IPA é assegurada pelo Gabinete da Qualidade e Avaliação (GQA). Manual da Qualidade do IPA V.1.0 Fevereiro 2011 Pág. 11 de 31
  12. 12. A equipa responsável pela implementação e monitorização do SIGQ-IPA tem a seguinte composição: Tânia Carraquico (Conselho de Direcção) Teresa Cota Dias (Coordenação GQA) Eduardo Cunha Cruz (Pessoal Docente) Manuela Alagoa (Pessoal não Docente) O GQA desenvolve, ainda, a sua actividade com o Conselho de Acompanhamento e Avaliação2. Compete ao GQA: a) Garantir a coordenação e apoio aos processos de avaliação interna e externa no IPA; b) Coordenar e dinamizar a implementação e melhoria do SIGQ-IPA; c) Colaborar na preparação e melhoria de instrumentos de monitorização no Âmbito do SIGQ-IPA; d) Tratar os dados relativos à qualidade e elaborar o relatório síntese de auto-avaliação; e) Elaborar uma actualização anual do painel de indicadores de suporte às análises a efectuar pelo próprio GQA e pelos restantes órgãos do IPA; f) Acompanhar e dinamizar a implementação dos planos de melhoria; g) Coordenar e dinamizar o processo de audição dos parceiros internos e externos, nomeadamente a aplicação de inquéritos a estudantes, docentes e colaboradores não docentes, bem como o seu processamento e análise; h) Apoiar tecnicamente o Conselho de Acompanhamento e Avaliação e o Conselho de Direcção; i) Realizar auditorias internas ao funcionamento do SIGQ-IPA; j) Acompanhar e apoiar as estruturas que no IPA são responsáveis pela inserção na vida activa dos estudantes e pela monitorização da empregabilidade destes; k) Acompanhar o desenvolvimento e manutenção do suporte informático do IPA; 2 O Conselho de Acompanhamento e Avaliação encontra-se previsto nos Estatutos do IPA que aguardam homologação do Senhor Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Manual da Qualidade do IPA V.1.0 Fevereiro 2011 Pág. 12 de 31
  13. 13. l) Produzir um relatório anual sobre o funcionamento do sistema de garantia da qualidade, por forma a dinamizar a revisão e actualização dos instrumentos e procedimentos do sistema; m) Constituir-se como centro de informação actualizada na área da qualidade e avaliação, com base na documentação recebida de instituições de ensino superior nacionais e estrangeiras; n) Recolher e tratar a informação sobre programas e iniciativas relacionadas com a avaliação e com a qualidade do ensino e da formação; o) Promover e coordenar estudos sobre a avaliação e qualidade do ensino e da aprendizagem; p) Estabelecer contactos junto dos vários organismos nacionais e estrangeiros do seu âmbito de acção; q) Colaborar na prestação de informações sobre o SIGQ-IPA, sempre que solicitado, às entidades tutelares. As funções e responsabilidades dos diferentes órgãos de gestão do IPA – Conselho de Direcção, Conselho Técnico-Científico, Conselho Pedagógico, Conselho Consultivo, Provedor do Estudante -, no domínio específico da qualidade, com vista à implementação do SIGQ-IPA, são especificadas no Manual de Procedimentos. III – Procedimentos O SIGQ-IPA é transversal e a sua implementação abrange todo o funcionamento do IPA, tendo sido identificados e sistematizados procedimentos ao nível da gestão, procedimentos operacionais, procedimentos académicos e procedimentos ao nível da avaliação dos ciclos de estudos, da oferta formativa e da aprendizagem. Os procedimentos aqui elencados encontram-se descritos no Manual de Procedimentos. Manual da Qualidade do IPA V.1.0 Fevereiro 2011 Pág. 13 de 31
  14. 14. 1 – Procedimentos de Gestão: a) Conselho de Direcção do IPA:  Elaboração do Plano Estratégico;  Elaboração do Plano Anual de Actividades;  Elaboração do Relatório Anual de Actividades;  Coordenação da gestão administrativa, científica e pedagógica;  Concessão de apoios no quadro da acção social escolar  Instituição de prémios escolares;  Homologação das eleições;  Nomeação e exoneração dos membros dos órgãos de gestão das Manual da Qualidade do IPA V.1.0 Fevereiro 2011 Pág. 14 de 31 unidades orgânicas;  Aprovação de regulamentos;  Superintendência da qualidade do ensino e da investigação. b) Presidente:  Presidência do Conselho de Direcção;  Execução de deliberações do Conselho Técnico-Científico;  Execução de deliberações do Conselho Pedagógico;  Aprovação do Calendário e Horários Escolares;  Supervisão do CIDIPA;  Supervisão da Coordenação dos Ciclos de Estudos;  Elaboração do Plano de actividades anual;  Cooperação institucional;  Representação Externa do IPA. c) Secretário-Geral:  Coordenação dos Serviços Académicos/Secretaria;  Gestão do Arquivo documental;  Organização e coordenação dos serviços administrativos;
  15. 15.  Gestão do Expediente;  Superintendência das Relações com a tutela;  Elaboração de Relatório Anual de Gestão;  Gestão da Biblioteca e Centro de documentação;  Coordenação do Planeamento e Apoio;  Coordenação do Gabinete da Qualidade;  Coordenação com o Gabinete de Comunicação e Relações Manual da Qualidade do IPA V.1.0 Fevereiro 2011 Pág. 15 de 31 Externas;  Coordenação do Gabinete de Apoio na Inserção na vida Activa. Acção Social e Saídas Profissionais;  Celebração de Protocolos;  Coordenação do processo de avaliação de desempenho de docentes e do pessoal não docente. d) Administrador:  Gestão económico-financeira;  Elaboração e actualização do Inventário;  Elaboração de Orçamento Anual;  Monitorização da execução orçamental;  Elaboração de Relatório anual de contas;  Aquisição de recursos;  Conservação e manutenção do património;  Superintendência da Direcção de Recursos Humanos;  Superintendência da Direcção de Operações.
  16. 16. 2 – Procedimentos Operacionais: a) Planeamento e Apoio: a.1) Docentes:  Acolhimento e cadastro de docentes;  Apoio a docentes;  Registo do serviço docente;  Controlo de assiduidade;  Controlo de registo de sumários;  Coordenação e preenchimento procedimento REBIDES;  Apoio ao Conselho Técnico-Científico;  Elaboração de horários;  Calendarização de exames; a.2.) Alunos:  Apoio a alunos;  Planeamento de recursos;  Apoio ao departamento de Recursos Humanos;  Apoio à Biblioteca;  Apoio à Direcção. b) Secretariado de Direcção:  Gestão do expediente;  Registo de facturas;  Gestão do arquivo;  Apoio ao Conselho Consultivo;  Apoio ao Conselho Técnico-Científico;  Apoio ao Conselho de Direcção do IPA; Manual da Qualidade do IPA V.1.0 Fevereiro 2011 Pág. 16 de 31
  17. 17.  Apoio aos órgãos da CITE;  Gestão do fundo de maneio do IPA;  Gestão de conteúdos no Fórum Estudante;  Gestão do economato;  Apoio ao recrutamento e selecção de pessoal docente. c) Centro Informático: c.1) Gestão da rede: Manual da Qualidade do IPA V.1.0 Fevereiro 2011 Pág. 17 de 31  Criação e gestão de utilizadores locais;  Criação de endereços electrónicos;  Gestão do forum.ipa.univ.pt;  Criação e gestão de utilizadores nas várias redes;  Gestão da rede eduroam;  Administração dos portais. c.2) Gestão operacional:  Gestão de consumíveis;  Manutenção operacional das máquinas;  Gestão e manutenção das infra-estruturas informáticas e de apoio;  Assistência técnica aos utilizadores. d) Qualidade e Avaliação:  Inquéritos a alunos;  Inquérito a docentes;  Inquérito a colaboradores;  Elaboração do plano estratégico;  Realização do auto-diagnóstico;
  18. 18. Manual da Qualidade do IPA V.1.0 Fevereiro 2011 Pág. 18 de 31  Elaboração do relatório de auto-avaliação;  Levantamento das acções de melhoria;  Elaboração do plano de acção de melhoria;  Coordenação do relatório de actividades anual;  Coordenação do Relatório de Bolonha;  Revisão do Manual da Qualidade;  Revisão do Manual de Procedimentos. e) Serviços Académicos/Secretaria:  Candidaturas  Candidaturas maiores de 23 anos  Pagamentos  Preparação do ano lectivo (Fevereiro)  Matriculas  Propinas/SIBS  Inscrições em exames de 2ª Época  Inscrições em exames de época especial  Certificados/declarações  Diplomas  Classificações  Processos de Equivalências e Creditações  Bolsas de Estudo  Comunicação às entidades do MCTES;  Relatório de Actividades. f) Comunicação e Relações Externas:  Elaboração de plano de comunicação do IPA;  Promoção e divulgação de iniciativas do IPA ou dos seus parceiros;
  19. 19. Manual da Qualidade do IPA V.1.0 Fevereiro 2011 Pág. 19 de 31  Gestão da imagem do IPA nos diversos canais de comunicação;  Gestão das campanhas promocionais do IPA;  Representação e promoção do IPA em Feiras;  Produção de eventos;  Produção de workshops. g) Inserção na Vida Activa, Acção Social e Saídas Profissionais:  Divulgação de ofertas formativas/emprego;  Coordenação dos procedimentos de estágios;  Apoio à inserção na vida activa dos alunos;  Criação da Bolsa de Emprego do IPA. h) Direcção Financeira: Sem prejuízo do envolvimento de parceiros e fornecedores, este Manual não contempla a descrição dos procedimentos internos desta área por os mesmos serem assegurados em regime de outsourcing. i) Direcção de Recursos Humanos: Os procedimentos relativos à gestão de recursos humanos não se encontram descritos neste Manual por os mesmos serem assegurados em regime de outsourcing. 3 – Procedimentos Académicos: a) Conselho Técnico-Científico:  Apreciação do plano de actividades científicas;  Definição das prioridades de investigação científica e tecnológica;
  20. 20.  Pronuncia sobre a criação de ciclos de estudos e aprovação dos planos de estudos;  Concessão de títulos ou distinções honoríficas;  Elaboração de pareceres;  Deliberação sobre equivalências e creditações;  Deliberação sobre a distribuição do serviço docente;  Elaboração e aprovação do regulamento interno; b) Conselho Pedagógico:  Elaboração e aprovação do regulamento interno;  Definição das orientações pedagógicas e dos métodos de ensino e de avaliação;  Realização de inquéritos  Análise e divulgação de resultados dos inquéritos;  Realização da avaliação do desempenho pedagógico dos docentes  Apreciação de queixas;  Aprovação do regulamento de avaliação de aproveitamento dos estudantes;  Elaboração de pareceres. c) Conselho de Acompanhamento e Avaliação:  Elaboração de pareceres;  Assessoria ao Conselho de Direcção ;  Coordenação e revisão dos documentos relativos à gestão da qualidade e avaliação. d) Conselho Consultivo:  Elaboração de pareceres;  Elaboração e aprovação do regulamento interno. Manual da Qualidade do IPA V.1.0 Fevereiro 2011 Pág. 20 de 31
  21. 21. e) Provedor do Estudante:  Acolhimento ao estudante;  Recepção, análise e tratamento de reclamações apresentadas;  Gestão e actualização e arquivo da base de dados dos processos de reclamações. f) CIDIPA:  Elaboração de relatórios periódicos sobre projectos ou linhas de investigação em curso. g) Coordenadores de ciclos de estudos:  Gestão dos ciclos de estudos;  Elaboração de propostas de distribuição do serviço docente;  Elaboração de propostas de criação ou reforma de ciclos de estudos;  Execução das deliberações do Conselho de Direcção, do Conselho Técnico-Científico e do Conselho Pedagógico;  Informação permanente ao Conselho de Direcção sobre o funcionamento dos ciclos de estudos;  Coordenação dos docentes envolvidos na docência do ciclo de estudos;  Avaliação e actualização dos ciclos de estudos. h) Docentes:  Preparação do semestre;  Recepção aos novos alunos;  Preparação e leccionação de unidades curriculares;  Avaliação: Exames escritos;  Avaliação: Exames orais; Manual da Qualidade do IPA V.1.0 Fevereiro 2011 Pág. 21 de 31
  22. 22.  Avaliação do funcionamento de unidades curriculares;  Avaliação da qualidade e eficiência formativa;  Avaliação do Semestre;  Classificações;  Pautas e termos;  Relatório da Disciplina;  Comunicação de Faltas;  Obrigações administrativas gerais. 4 - Auto-avaliação do ensino e das aprendizagens: A unidade base para a avaliação do ensino e das aprendizagens é a Unidade Curricular (UC). A UC será, pois, o ponto de partida para a monitorização do funcionamento das actividades de ensino, face aos objectivos estabelecidos nos planos de estudos dos ciclos de estudos, com vista a promover o aperfeiçoamento e melhoria dos processos de ensino, da avaliação dos estudantes e do seu envolvimento nos processos de aprendizagem. A UC é monitorada através da realização, por um lado, de inquéritos, no final da leccionação, aplicados a alunos, aos docentes respectivos e ao coordenador do ciclo de estudos e, por outro, através do Relatório da UC3. Reunida e analisada a informação gerada pela aplicação dos inquéritos e pelo Relatório da UC, o Coordenador do ciclo de estudos elaborará uma síntese de auto-avaliação por UC. Esta síntese deve conter não só os dados apurados pelos inquéritos e constantes do Relatório de UC, mas, também, as percepções da equipa docente sobre o funcionamento da UC e, ainda, a informação relativa aos resultados escolares dos estudantes na UC, ao número de desistências (abandonos) e às percepções dos estudantes sobre o ensino/aprendizagem na UC4. Deve, ainda, fazer parte integrante 3 Anteriormente designado Relatório da Disciplina. 4 O inquérito relativo às percepções dos estudantes quanto ao ensino/aprendizagem será aplicado com carácter obrigatório e utilizará um questionário comum a todas as UC. O questionário inclui questões relativas à auto- Manual da Qualidade do IPA V.1.0 Fevereiro 2011 Pág. 22 de 31
  23. 23. desta síntese, a apresentação de pontos fortes e pontos fracos no processo de ensino da UC e sugestões de melhoria. As várias sínteses de auto-avaliação das unidades curriculares são, posteriormente, submetidas ao Conselho Pedagógico para análise. Este órgão, assume a coordenação dos processos de garantia da qualidade de ensino, sem prejuízo as orientações e procedimentos definidos pelo GQA e pelo Conselho de Acompanhamento e Avaliação. Anualmente este órgão elabora parecer fundamentado sobre cada um dos ciclos de estudos. O parecer do Conselho Pedagógico é, posteriormente apresentado ao Conselho Técnico-Científico para que este, no âmbito das suas competências, se pronuncie sobre os aspectos que considere relevantes, nomeadamente quanto aos conteúdos científicos das UC e à articulação entre o ensino e a investigação. Em cada ciclo de três anos, o GAQ e o Conselho de Acompanhamento e Avaliação analisam a informação produzida pelos Coordenadores de ciclos de estudos e pelo Conselho Pedagógico e elaboram Relatório de Auto-avaliação Trienal de cada um dos ciclos de estudos ministrados no IPA, o qual devem apresentar ao Conselho de Direcção do IPA. Nos vários momentos compreendidos no processo de auto-avaliação os resultados não satisfatórios dão origem ao preenchimento de uma ficha de melhoria, onde são propostas medidas para alterar aqueles resultados. Sempre que se justifique este procedimento será complementado com um procedimento de auditorias pedagógicas. Os resultados da avaliação serão objecto de divulgação generalizada por toda a comunidade académica. avaliação do estudante na UC, ao desenvolvimento de competências, ao funcionamento da UC, ao desempenho dos docentes e aos recursos de apoio ao ensino/aprendizagem. Manual da Qualidade do IPA V.1.0 Fevereiro 2011 Pág. 23 de 31
  24. 24. O procedimento de avaliação de UC/ciclos de estudos e o procedimento de auditoria pedagógica é descrito ao pormenor no Manual de Procedimentos. IV – Revisão , Comunicação e Distribuição O presente Manual da Qualidade, enquanto documento de referência do Sistema Integrado de Gestão da Qualidade do IPA, está sujeito à estrutura operacional e gestionária presente na organização, pelo que será revisto e actualizado, periodicamente, de acordo com o calendário em vigor, isto é, cumprido um ciclo de 3 anos. Considerando que o conjunto de informação aqui veiculada contribui para a divulgação do posicionamento do IPA perante os colaboradores, os docentes, os alunos, os cidadãos e a sociedade em geral, é importante publicitar o seu conteúdo nos canais de comunicação electrónica, interna e externa, existentes, não obstante a edição convencional, em suporte de papel, destinada à consulta dos serviços e outras entidades interessadas. As alterações decorrentes de uma revisão do presente Manual são registadas no quadro 1.1. Quadro 1.1. – Registo de revisões do Manual da Qualidade Versão Data da Versão Resumo das alterações Responsabilidades 1.0 22-02-2011 Manual da Qualidade do IPA V.1.0 Fevereiro 2011 Pág. 24 de 31 Primeira versão do Manual da Qualidade Elaborado por: GQA Aprovado por: Conselho Direcção 1.1 17-03-2011 Versão final do Manual (pós-discussão pública) Elaborado por: CQA Aprovado por: Conselho de Direcção O tratamento, análise e sistematização de toda a informação relativa ao SIGQ-IPA será globalmente coordenado pelo GQA.
  25. 25. V – Anexos Em anexo constam alguns dos modelos/formulários já aprovados. Manual da Qualidade do IPA V.1.0 Fevereiro 2011 Pág. 25 de 31
  26. 26. ACTA DE REUNIÃO Nº /2011 – (área) Tema: Agenda: Itens analisados: Rubrica do responsável pela convocatória: Local: IPA Data: Intervenientes Área Compromisso Data Entrega Rubrica Agenda da próxima reunião: Data: Hora:
  27. 27. (Caracterização do Projecto)
  28. 28. Histórico das Revisões do Projecto N.º Versão Data Descrição
  29. 29. Descrição Justificação Objectivos Âmbito Fora do âmbito Calendário Início: Fase I Fase II Fase III …… Final:
  30. 30. Custos Descrição Custos de desenvolvimento Custos de manutenção Entregas Designação Descrição ------- ------- Organização Atribuições/ Responsabilidades Equipa Técnica: Utilizadores: Abordagem Pressupostos e Limitações Pressupostos:
  31. 31. Limitações: Indicadores e Resultados Indicador(es) Resultado(s) Aceitação Aprovo o conteúdo deste projecto: Nome Assinatura Data
  32. 32. COLABORADOR / EQUIPA Responsável: Unidade orgânica: Data: MELHORIA Título: Abordagem (descrição): RESULTADOS / IMPACTO ESPERADOS RECURSOS (Humanos, Materiais, Financeiros) PERÍODO DE IMPLEMENTAÇÃO Data prevista de início: Data prevista para desenvolvimento completo: SEGUIMENTO DA MELHORIA (preencher pelo decisor) Desdobramento: Data de fecho: Eficaz: S N Responsável/ Equipa Responsável: Data:

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