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Patologias na construção

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Informações à respeito de doenças da construção civil.

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Patologias na construção

  1. 1.
  2. 2. CORROSÃO NA BASE DE PILARES Causas Prováveis Alta densidade de armaduras devido a presença de ancoragem não permitindo o cobrimento mínimo exigido; Cobrimento em desacordo com o projeto; Falta de homogeneidade do concreto; Perda de nata de cimento pela junta das fôrmas; Alta permeabilidade do concreto; Insuficiência de argamassa para o envolvimento total dos agregados; Em áreas de garagem, devido à presença de monóxido de carbono que pode contribuir para a rápida carbonatação do concreto.   Alta densidade de armadura com cobrimento insuficiente provocando corrosão generalizada e expansão da seção das armaduras com posterior rompimento dos estribos. (Jefferson Maia Lima)  
  3. 3. CORROSÃO DE ARMADURAS EM VIGAS COM JUNTAS DE DILATAÇÃO Aspectos Gerais manchas superficiais de cor marrom-avermelhadas; fissuras paralelas à armadura; redução da seção da armadura; descolamento do concreto; saturação da parte inferior da viga. Causas Prováveis juntas de dilatação obstruídas e com infiltrações; presença de agentes agressivos: águas salinas, atmosferas marinhas, etc.; alta densidade de armaduras não permitindo o cobrimento mínimo exigido; cobrimento em desacordo com o projeto; alta permeabilidade do concreto; insuficiência de argamassa para o envolvimento total dos agregados; Alta densidade de armadura na base da viga com cobrimento insuficiente e, infiltração pela junta de dilatação provocando corrosão generalizada e expansão da seção das armaduras.
  4. 4. CORROSÃO DE ARMADURAS EM LAJES Aspectos Gerais manchas superficiais de cor marrom-avermelhadas; corrosão generalizada em todas as barras da armadura; redução da seção da armadura; descolamento do concreto; Causas Prováveis falta de espaçadores; abertura nas juntas das fôrmas, provocando a fuga de nata de cimento; presença de agentes agressivos: águas salinas, atmosferas marinhas, etc.; cobrimento em desacordo com o projeto; concreto com alta permeabilidade e/ou elevada porosidade; insuficiência de estanqueidade das fôrmas; Laje executada sem o mínimo de cobrimento para proteção da armadura que coincidiu com as juntas das fôrmas provocando corrosão generalizada e expansão da seção das armaduras.  
  5. 5. CORROSÃO DE ARMADURAS DEVIDO À PRESENÇA DE UMIDADE Aspectos Gerais manchas superficiais (em geral branco-avermelhadas) na superfície do concreto; umidade e infiltrações; percolação de água; Causas Prováveis acúmulo de água e infiltrações; alta permeabilidade do concreto; fissuras na superfície do concreto favorecendo a entrada de água presente. Juntas de concretagem mal executadas; Presença de ninhos de concretagem Laje apresentando concreto altamente permeável e manchas de umidade em toda a superfície com infiltração presente nas proximidades dos ninhos de concretagem provocando corrosão e expansão da seção das armaduras.
  6. 6. CORROSÃO DE ARMADURAS POR ATAQUE DE CLORETOS   Aspectos Gerais Manchas superficiais de cor marrom-avermelhadas; Apresenta corrosão localizada com formação de "pites";   Causas Prováveis Presença de agentes agressivos incorporados ao concreto: águas salinas, aditivos à base de cloretos ou cimentos; Atmosfera viciada: locais fechados com baixa renovação de ar, existindo a intensificação da concentração de gases.   Foto   A estrutura apresenta formação localizada de pites de corrosão e lascamento do concreto devido a expansão dos produtos de corrosão. (José R. S. Pacha)     Apresenta-se formação de pites de corrosão localizada por toda a estrutura e lascamento do concreto devido a expansão dos produtos de corrosão.
  7. 7. NINHOS E SEGREGAÇÕES NO CONCRETO Aspectos Gerais Vazios na massa de concreto; Agregados sem o envolvimento da argamassa; Concreto sem homogeneidade dos componentes; Causas Prováveis Baixa trabalhabilidade do concreto; Insuficiência no transporte, lançamento e adensamento do concreto; alta densidade de armaduras;   Ninhos de concretagem no encontro do pilar com a viga, posteriormente preenchido com tijolo cerâmico     Ninho de concretagem na viga, originalmente encoberto por concreto que não penetrou entre a fôrma e as armaduras.
  8. 8. DESAGREGAÇÕES DO CONCRETO Aspectos Gerais agregados soltos ou de fácil remoção Causas Prováveis devido ao ataque químico expansivo de produtos inerentes ao concreto; baixa resistência do concreto; Pilar apresentando desagregação na sua base com fácil remoção de concreto e presença de corrosão acentuada
  9. 9.
  10. 10. <ul><li>Bolor </li></ul><ul><li>Conceito: Desenvolvimento de microorganismos capazes de deteriorar pinturas e revestimentos. Os fungos são organismos filamentosos, que produzem através de estruturas normalemnte microscópicas chamadas esporos, as quais são produzidas em grande quantidade. </li></ul><ul><li>Agente Causador: </li></ul><ul><li>Umidade: Necessitam de um teor de umidade elevado no material onde se desenvolvem, ou de uma umidade relativa bastante elevada no ambiente (>75%). </li></ul><ul><li>Temperatura: Estes organismos se desenvolvem relativamente bem entre 10 º C e 35 ºC. </li></ul><ul><li>Ausência de insolação e ventilação. </li></ul><ul><li>Crescimento é intensificado em trincas e temperaturas elevadas. </li></ul><ul><li>Ocorrência: </li></ul><ul><li>Sempre em presença de UMIDADE (banheiros, cozinhas, fachadas). </li></ul>
  11. 11. <ul><ul><li>A umidade como agente causador do Bolor: </li></ul></ul><ul><ul><li>1- Infiltra ç ão; </li></ul></ul><ul><ul><li>2- Condensa ç ão: causada pro vapores pouca ventila ç ão, </li></ul></ul><ul><ul><li>3 – Umidade proviniente do solo: á gua que por capilaridade migra atrav é s dos elementos em contato com solo ( funda ç ões, alvenarias etc) </li></ul></ul><ul><ul><li>4 – Umidade proviniente de vazamentos: originada, principalmente de falhas em canaliza ç ões hidr á ulicas. </li></ul></ul><ul><ul><li>Prevenção: </li></ul></ul><ul><ul><li>Podem ser utilizadas ainda na fase de projeto: </li></ul></ul><ul><ul><li>Ventilação, iluminação e insolação adequados; </li></ul></ul><ul><ul><li>Diminuir os riscos de infiltração de água através de paredes, pisos e/ou tetos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Reduzir os riscos de condensação (ex: programar as obras para permitir a evaporação da água usada, antes de iniciar a pintura e a utilização do prédio). </li></ul></ul><ul><ul><li>Recomendaçõies Curativas: </li></ul></ul><ul><ul><li>Podem abranger alterações de projeto (ex.: aumentar a ventilação) </li></ul></ul><ul><ul><li>Limpeza de superfícies contaminadas. </li></ul></ul>
  12. 12. <ul><ul><li>Empregos de solu ç ões fungicidas nos materiais de revestimentos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Substitui ç ão de materiais de constru ç ão por outros mais resistentes ao bolor (c/ fungicidas). </li></ul></ul><ul><ul><li>Reparos: </li></ul></ul><ul><ul><li>primeira providência a ser tomada no caso de incidência do bolor localizado ou generalizado em uma edifica ç ão é a identifica ç ão da causas; </li></ul></ul><ul><ul><li>No caso de infiltra ç ão de á gua ou vazamentos, deve-se inicialmente localizar a fonte de umidade e elimin á -la; </li></ul></ul><ul><ul><li>O tratamento recomendável é o seguinte: </li></ul></ul><ul><ul><li>1- limpeza das superfícies com escova dura, aplicando-se a solução seguinte (até a remoção completa das manchas): </li></ul></ul><ul><ul><li>- 80g de fosfato trissódico; </li></ul></ul><ul><ul><li>- 30g de detergente; </li></ul></ul><ul><ul><li>- 90 ml de hipoclorito de sódio; </li></ul></ul><ul><ul><li>- 2700 ml de água. </li></ul></ul>
  13. 13. <ul><li>Após a aplicação dessa solução, a superfície deve ser enxaguada com água limpa e seca com pano limpo. Deve ser evitado contato da solução com a pele e componentes metálicos. </li></ul><ul><li>2 - No caso de superfícies muito infectadas, deve-se remover o revestimento superficial (papel de parede ou pintura), e, posteriormente, lavar com solução recomendada anteriormente. </li></ul><ul><li>3 – Para execução de um novo revestimento deve-se esperar secagem completa da superfície. </li></ul><ul><li>4 - É aconselhavel o uso de tinta resistente ao desenvolvimento do bolor (no caso de repintura), e, no caso de papel de parede, uso de cola que possua fungicida apropriada. </li></ul>
  14. 14.
  15. 15. <ul><li>Obs.: Após a limpeza da superfície refazer a pintura lembrando que: </li></ul><ul><li>Na linha de tintas a base de solvente, as tintas semibrilhantes ou foscas apresentam maior propenção à proliferação de mofo devido à maior facilidade de ancoragem de sujeira e micoorganismos (superfície mais porosa). </li></ul><ul><li>Na linha a base de água, as tintas foscas apresentam esta maior propensão. </li></ul>
  16. 16. <ul><li>Patologia em Pinturas </li></ul><ul><li>Causas: </li></ul><ul><li>substrato insuficieentemente curado; </li></ul><ul><li>Ataques por fungos; </li></ul><ul><li>Espessura excessiva; </li></ul><ul><li>Incompatibilidade entre camadas; </li></ul><ul><li>Secagem rápida. </li></ul><ul><li>Bolhas em superfícies internas </li></ul><ul><li>Esse problema, geralmente é resultante de perda localizada de adesão e levantamento do filme da superfície. </li></ul>
  17. 17. <ul><li>Possíveis Causas </li></ul><ul><li>• Aplicação de tinta base óleo sobre uma superfície úmida ou molhada. • Umidade infiltrando através de paredes externas (menos provável com tintas base água). • Superfície pintada exposta à umidade, logo após a secagem, principalmente se houve inadequada preparação da superfície. </li></ul><ul><li>Soluções </li></ul><ul><li>• Se nem todas as bolhas baixaram remova-as, raspando e lixando as regiões comprometidas e repinte com tinta acrílica, indicada para interiores. • Se todas as bolhas baixaram elimine a fonte de umidade, raspe e lixe o local e aplique um selador antes de aplicar a tinta. • Considere a possibilidade de instalar, um exaustor no ambiente. </li></ul>
  18. 18. <ul><li>Crateras/espumação : </li></ul><ul><li>Crateras surgem do rompimento de bolhas causadas pela espumação. </li></ul><ul><li>Possíveis Causas </li></ul><ul><li>Agitação da lata de tinta parcialmente cheia. • Uso de uma tinta de baixa qualidade, ou, muito velha. • Aplicação muito rápida da tinta, especialmente com rolo. • Uso de rolo com comprimento de pêlo não adequado. • Passar muitas vezes o rolo ou o pincel sobre o mesmo lugar . • Aplicação de tinta alto ou semi brilho sobre uma superfície porosa. </li></ul>
  19. 19. <ul><li>Soluções </li></ul><ul><li>Todas as tintas espumam durante a aplicação, entretanto, tintas de alta qualidade são formuladas para que as bolhas se rompam enquanto a tinta ainda esteja úmida, proporcionando perfeito fluxo e aparência. </li></ul><ul><li>• Evite passar o rolo ou o pincel várias vezes sobre um mesmo local. </li></ul><ul><li>• Evite usar uma tinta que tenha sido fabricada há mais de um ano. </li></ul><ul><li>• Ao pintar uma superfície com tintas alto ou semi brilho, use sempre um rolo de pêlo curto. </li></ul><ul><li>• Antes de pintar uma superfície porosa, aplique um selador. </li></ul><ul><li>• Prepare adequadamente a superfície antes de aplicar a tinta. </li></ul>
  20. 20. <ul><li>Descamação </li></ul><ul><li>Ruptura na pintura causada pelo desgaste natural do tempo, levando ao total comprometimento da superfície. No estado inicial o problema se apresenta como uma fina fissura e em seguida, num estágio mais avançado, começam a ocorrer as descamações da tinta. </li></ul><ul><li>Possíveis Causas </li></ul><ul><li>• Uso de tinta de baixa qualidade, que oferece pouca adesão e flexibilidade. </li></ul><ul><li>• Diluição exagerada da tinta. </li></ul><ul><li>• Inadequada preparação da superfície, ou aplicação de tinta sobre madeira bruta sem selador. </li></ul><ul><li>• Excessiva fragilização de tinta alquídica envelhecida. </li></ul>
  21. 21. <ul><li>Solução </li></ul><ul><li>• Remova todos os fragmentos de tinta com uma raspadeira ou escova de aço e lixe a superfície. Se as rupturas ocorrerem também nas camadas mais profundas, o uso de uma massa corrida pode ser necessário. Em superfícies de madeira bruta use selador antes da repintura. </li></ul><ul><li>Enrugamento </li></ul><ul><li>Formação de rugas e ondulações sobre a superfície </li></ul><ul><li>ocorrem quando a tinta ainda está umida. </li></ul>
  22. 22. <ul><li>Possíveis Causas </li></ul><ul><li>• A tinta é aplicada em uma camada muito espessa (mais provável com uso de tintas alquídicas ou base óleo). </li></ul><ul><li>• Pintura realizada sob condições extremas de calor ou frio. Isso faz com que a camada mais externa do filme seque mais rápido, enquanto que a camada de baixo ainda permaneça úmida. </li></ul><ul><li>• Expor uma superfície, que não esteja totalmente seca, à muita umidade. </li></ul><ul><li>• Aplicação de uma camada de tinta, sem que, o selador esteja totalmente seco. </li></ul><ul><li>• Pintura sobre superfície suja ou engordurada. </li></ul><ul><li>Soluções </li></ul><ul><li>• Raspe ou lixe a superfície para remover a camada enrugada. Antes de aplicar um selador, certifique-se de que a superfície esteja totalmente seca. Repinte o local, evitando fazê-lo sob condições extremas de temperatura e umidade. </li></ul><ul><li>• Utilize uma tinta para Interior de alta qualidade. </li></ul>
  23. 23. <ul><li>Rachaduras na superfície </li></ul><ul><li>Rachaduras profundas e irregulares na superfície . </li></ul><ul><li>Possíveis Causas </li></ul><ul><li>• A tinta é aplicada em uma camada muito espessa, geralmente, sobre superfície porosa. </li></ul><ul><li>• A tinta é aplicada em uma camada muito espessa, a fim de melhorar o poder de cobertura de um produto de baixa qualidade. </li></ul><ul><li>• Acúmulo de tinta nos cantos da superfície, durante a aplicação. </li></ul>
  24. 24. <ul><li>Soluções </li></ul><ul><li>• Remova a camada afetada, raspando e lixando a superfície. Em alguns casos, apenas o lixamento é necessário. Em seguida, prepare a superfície e repinte-a com uma tinta base água de alta qualidade. Esse tipo de tinta, geralmente, previne o reaparecimento do problema, por ser mais flexível que as tintas alquídicas, base óleo e, mesmo, à base água de baixa qualidade. </li></ul><ul><li>• Tintas de alta qualidade têm alta concentração de conteúdos sólidos, que reduzem a tendência a rachaduras na superfície, facilitando a aplicação e proporcionando grande poder de cobertura, o que evita a aplicação de demãos muito espessas. </li></ul>
  25. 25. <ul><li>Calcinação </li></ul><ul><li>Formação de finas partículas, semelhantes a um pó esbranquiçado, sobre a superfície pintada exposta ao tempo, causando o desbotamento da cor. Ainda que algum desbotamento seja normal, devido ao desgaste </li></ul><ul><li>natural, em excesso pode causar extrema calcinação. </li></ul>
  26. 26. <ul><li>Possíveis Causas </li></ul><ul><li>• Uso de uma tinta de baixa qualidade, que contenha alta concentração de pigmentação. </li></ul><ul><li>• Uso externo de uma tinta indicada para superfícies internas. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Soluções </li></ul><ul><li>• Remova a tinta, usando uma escova de aço, todo e qualquer vestígio de calcinação, enxaguando bem com uma mangueira ou com jatos d’água. Verifique se ainda há presença de vestígios, passando a mão sobre a superficie já seca. </li></ul><ul><li>•  Caso o problema persista, aplique um selador base óleo ou látex acrílico e repinte com uma tinta de alta qualidade, indicada para superfícies externas. </li></ul><ul><li>• Se a superfície estiver isenta ou apresentar mínimo sinal de calcinação e a tinta antiga estiver em boas condições não é necessário utilizar um selador. </li></ul>
  27. 27. <ul><li>Descamação </li></ul><ul><li>O &quot;trincamento&quot; da tinta resulta em total comprometimento da superfície pintada. No início, o problema se apresenta como uma fina fissura e em </li></ul><ul><li>seguida, as descamações começam a acontecer. </li></ul>
  28. 28. <ul><li>Possíveis Causas </li></ul><ul><li>• Uso de tinta de baixa qualidade, que ofereça insuficiente adesão e flexibilidade. </li></ul><ul><li>• Diluição excessiva da tinta ou aplicação de uma demão muito fina. </li></ul><ul><li>• Preparação incorreta do substrato, antes da aplicação da tinta, principalmente se a tinta for aplicada diretamente sobre superfície de madeira bruta sem uso de selador. </li></ul><ul><li>• Efetuar a pintura com tinta base água, com o tempo muito frio ou com muito vento. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Soluções </li></ul><ul><li>• É possível corrigir as descamações que não atingiram o substrato removendo as lascas de tinta com uma espátula ou escova de aço, lixe para eliminar rebarbas e repinte. Caso a superfície seja de madeira, antes de repintá-la aplique um selador. </li></ul><ul><li>• Se a descamação atingiu o substrato, remova toda a tinta, raspando e lixando. Em seguida, sele a superfície e aplique uma tinta látex de alta qualidade, indicada para exteriores. </li></ul>
  29. 29. <ul><li>Descolamento </li></ul><ul><li>Perda de adesão da tinta. Se no local tiverem sido aplicadas duas ou mais camadas de tinta, o descolamento poderá afetar tanto uma quanto todas as camadas. </li></ul>
  30. 30. <ul><li>Possíveis Causas </li></ul><ul><li>• Infiltração de umidade pelas fissuras, vedações desgastadas ou vazamento proveniente de telhados e muros. </li></ul><ul><li>• Excesso de umidade se infiltrando pelas paredes (mais provável se a tinta existente na superfície for base óleo). </li></ul><ul><li>• Inadequada preparação da superfície. </li></ul><ul><li>• Uso de tinta de baixa qualidade. </li></ul><ul><li>• Aplicação de tinta base óleo sobre uma superfície úmida. </li></ul><ul><li>• Precoce aparecimento de bolhas na superfície pintada (ver Bolhas). </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Soluções </li></ul><ul><li>• Identifique e elimine a fonte de umidade (ver Eflorescência/Manchas). </li></ul><ul><li>• Prepare a superfície, removendo todo o material comprometido com uma raspadeira ou escova de aço. </li></ul><ul><li>• Em seguida, lixe bem o local e sele o substrato se for de madeira. Repinte com tinta acrílica de alta qualidade para garantir melhor adesão e maior resistência à umidade. </li></ul>
  31. 31. <ul><li>Escorrimento de calcinação </li></ul><ul><li>O escorrimento da calcinação é proveniente da excessiva erosão/desgaste de tinta antiga existente sobre o substrato, comprometendo a sua aparência. </li></ul>
  32. 32. <ul><li>Possíveis Causas </li></ul><ul><li>• Uso de tinta de baixa qualidade que contenha alta concentração de pigmentação. </li></ul><ul><li>• Uso externo de tinta indicada para superfícies internas. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Soluções </li></ul><ul><li>• Remova totalmente os resíduos de calcinação (ver Calcinação). Limpe bem as áreas manchadas, esfregando detergente sobre elas, com o auxílio de uma brocha. Em seguida, enxágüe bem. Em casos de manchas mais resistentes, substitua o detergente por um produto ácido. </li></ul><ul><li>• Caso ocorra clareamento de cor nos locais que foram limpos, aplique uma tinta base água de alta qualidade. </li></ul>
  33. 33. <ul><li>Bolhas externas </li></ul><ul><li>Esse problema, geralmente, é resultante de perda localizada de adesão e levantamento do filme da superfície. </li></ul><ul><li>Possíveis Causas </li></ul><ul><li>• Aplicação da tinta em uma superfície aquecida pela luz direta do sol. </li></ul><ul><li>• Aplicação de uma tinta base óleo ou alquídica sobre superfície úmida ou molhada. </li></ul><ul><li>• Ocorrência de infiltração de umidade por através da tinta, e conseqüentemente da superfície (menos provável com tintas látex do que com tintas base óleo ou alquídicas). </li></ul><ul><li>• Exposição de superfície recém-pintada com tinta látex à umidade, principalmente se o substrato não foi preparado corretamente. </li></ul><ul><li>Soluções </li></ul><ul><li>• Se as bolhas baixarem, elimine a fonte de umidade e impermeabilize novamente a superfície. </li></ul><ul><li>• Caso as bolhas não tenham baixado, raspe e lixe a superfície até removê-las totalmente. Se o substrato for de madeira bruta aplique um selador e repinte novamente. </li></ul>

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