Pesquisa células tronco2

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Pesquisa sobre a possibilidade de cura da diabetes e reconstituição de cartilagens a partir de células - tronco.

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Pesquisa células tronco2

  1. 1. CURSO WEB 2.0 – TURMA2 Projeto de Aprendizagem: Células - tronco Membros da Equipe: Andrea da Rosa Luz Elisete Ap. De Arruda Branco Rosélis Regina Wegne 1.QUESTÃO NORTEADORA: Quais são as pesquisas em relação às células-tronco no Brasil? 2.O que já sabemos sobre o assunto: a) Células -tronco são células que tem a capacidade de originar outros tecidos e órgãos. b) Estas células são encontradas no cordão umbilical, na medula, no embrião.c) Já existem experiências realizadas para a cura de doenças cardíacas. 3.Produção do Mapa Conceitual a partir das palavras-chaves do item 2.4. O que queremos saber sobre este assunto? a) Já existem pesquisas com células-tronco relacionadas à Fibrose Cística em nosso país?(Roséles) b) Como se encontram as pesquisas sobre a cura da diabetes com células-tronco? (Elisete) c) Existem pesquisas relacionadas à reconstituição de cartilagens com células-tronco?(Andréa) Andréa: Pesquisa desenvolvida no Laboratório de Biologia Molecular em Cartilagem da Faculdade deCiências Médicas (FCM) da Unicamp conseguiu diferenciar, a partir de células-tronco do sanguedo cordão umbilical, as células responsáveis pela formação da cartilagem. A pesquisa, coordenadapelo médico reumatologista e professor do Departamento de Clínica Médica da FCM Ibsen Bellini
  2. 2. Coimbra, abre novas perspectivas para o tratamento da artrose, hérnia de disco e lesões ematletas. Em 2002, com a criação do Laboratório de Biologia Molecular em Cartilagem, pesquisadorescomeçaram a estudar os condrócitos, células que compõem a cartilagem. Para isso, os cientistascomeçaram a analisar a influência das diferentes citocinas presentes no sangue de pacientes comartrose para entender como esses fatores atuavam nas células. As citocinas são proteínas quemodulam a função de outras células – ou da própria célula que as geraram. Esta foi a primeira linhade pesquisa do Laboratório. "A artrose é uma doença sem nenhum tratamento específico que modifique sua evolução.Por isso, diversas pesquisas no Brasil e no Exterior buscam entender o funcionamento das célulaspara desenvolver novos tratamentos", observa Ibsen. Ibsen é muito cauteloso quanto às previsões sobre o uso imediato das células-tronco. Opróximo passo da pesquisa será o estudo clínico para a sua aplicação no reparo da artrose. Aidéia é induzir a doença em camundongos e tratar da lesão com a implantação das células-troncode seres humanos nesse tipo de vetor biológico.(Disponível em 30/09/11 às 7h 50 m: http://wulgacao/2008/05/05/celulas-tronco-viram-celulas-que-formam-cartilagem).ww.unicamp.br/unicamp/div célula-trncoAs pesquisas sobre a cura da diabetes com células-tronco trazem resultados surpreendentes como seobserva na pesquisa abaixo colacionada de autoria de Pablo de Moraes, de 13/05/2009, podendo serencontrada em : http://www.endocrino.org.br/pesquisas-com-celulas-tronco-no-tratamento-do-diabetes/. Acessado em 30 de set. de 2011.Vejamos: Pesquisas com Células-tronco no Tratamento do DiabetesDescobertas recentes e estudos bem sucedidos estão fazendo a ciência mundial voltarem os olhos para oBrasil. É que uma equipe de cientistasda Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto, tem conseguidoresultados surpreendentes em pesquisas com células-tronco e, devido ao sucesso, mereceram destaqueem importantes periódicos mundiais, entre eles o Jama (Journal of the American Medical Association).As novidades foram apresentadas recentemente, durante palestra no Instituto Estadual de Diabetes eEndocrinologia Luiz Capriglione (IEDE), no Rio de Janeiro, feita pelo Dr. Eduardo Couri, um doslíderesdas pesquisas.Células-tronco HematopoéticasUm dos protocolos apresentados foi o “Transplante Autólogo de Células-tronco Hematopoéticas emPacientes com DM1 Recém-Diagnosticado”. De acordo o Dr. Eduardo Couri, é feita inicialmente uma coletade células-troncohematopoéticas e, em seguida, elas são congeladas. Após duas semanas, faz-se aimunossupressão severa com o intuito de destruir completamente o sistema imunológico “defeituoso”dapessoa com diabetes.
  3. 3. “É como se fosse um desligamento do sistema imunológico, com quimioterapia, em ambientehospitalar, usando drogas como ciclofosfamida e globulina antitimocitária endovenosas, durante cinco dias”,explica o doutor.Segundo ele, depois o sistema imunológico é “religado” com o usodas células-tronco hematopoéticas dopróprio paciente. “Ocorre o que chamamos de ‘reset imunológico’, fazendo com que o sistemaimunológico pare de agredir as células-beta pancreáticas. Assim, o restantedas células-beta, que aindanão foram destruídas, tendem a produzir insulina de forma adequada novamente”, afirma. “É por isso quetrabalhamos apenas com pessoas no início do diabetes, com idade entre 12 e 35 anos, com menos de seissemanas de diagnóstico”, completa.O método apresentou ótimos resultados:das 23 pessoas que participaram do processo, 20 deixaram deusar insulina em algum momento, sendo que 12 mantiveram a liberdade continuamente e 8transitoriamente. “Elas não estão curadas, mas sim controladas e livresda insulina. Elas passaram poruma reeducação alimentar e atualmente monitoram a glicemia diariamente e praticam atividades físicasconstantemente”, diz o doutor. Segue uma entrevista com o prof, Dr.Milton C. Foss sobre a diferença entre a diabete tipo 1 e adiabete tipo 2 e como obter células-tronco para a utilização em pesquisas.Entrevista:Jornal Dia a Dia: Inicialmente, como definir células tronco?Prof. Dr. Milton C. Foss: Células tronco são também conhecidas como células mãe ou célulasprogenitoras. São assim chamadas porque apresentam duas propriedades básicas, a capacidadede se dividir indefinidamente produzindo uma população de células idênticas e a capacidade dediferenciarem-se em células de outras linhagens com características diversas das células mãe.JDD: Como obter células tronco para utilização em pesquisas?MCF: O local clássico e mais estudado onde se pode evidenciar a presença das células tronco é oembrião. Vale ressaltar que, a partir de uma única célula embrionária, desenvolve-se o organismoadulto completo, composto de inúmeros tecidos. Sabe-se que as células tronco também sãoencontradas no cordão umbilical, placenta e órgãos adultos, como o pâncreas, o fígado, o baço ea medula óssea. Todas essas células são atualmente alvo universal de pesquisas.JDD: Que se espera de seu uso para pacientes com diabetes mellitus tipo 1 ou tipo 2?MCF: O uso principal dessas células destina-se ao tratamento do diabetes mellitus tipo 1 ondehá uma destruição auto imune das células pancreáticas produtoras de insulina. O principalobjetivo da utilização de células tronco no diabetes tipo 1 é a possibilidade de manter ospacientes sob bom controle da glicemia, sem necessidade de aplicações diárias de insulina.No caso do diabetes mellitus tipo 2, o principal defeito está em que a insulina produzida peloorganismo não consegue atuar convenientemente nas células do organismo, promovendo aentrada da glicose para o interior das células. O principal fator precipitante do diabetes tipo 2 noser humano é a obesidade. Portanto, o tratamento mais importante e mais eficaz consiste, esempre consistirá, na prevenção. Isto se alcança por meio da adoção de hábitos de vidasaudáveis, como alimentação adequada e atividade física regular.JDD: Quais pacientes estão sendo estudados na FMRP- USP: os já diabéticos ou os pré-diabéticos?MCF: Estão sendo estudados indivíduos diabéticos tipo 1 com no máximo 6 semanas dediagnóstico, recém diagnosticados portanto e indivíduos com diabetes mellitus tipo 1,independente da data do diagnóstico, desde que estejam em fase de lua-de-mel, ou sejam,aqueles que necessitam doses bastante baixas de insulina para atingir o bom controle glicêmico.JDD: São muitos no mundo os centros de pesquisa envolvidos nesse tipo de estudo?MCF: Atualmente, os países que estão se utilizando terapias com células tronco em diabéticossão o Brasil, no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto - USP e a Argentina. Entretanto, estudospromissores em animais vêm sendo realizados em outras partes do mundo.
  4. 4. JDD: Do ponto de vista dos pacientes diabéticos, é possível se estimar o tempo para que autilização prática desses estudos seja viável?MCF: Para se validar estudos científicos em seres humanos, para se avaliar a eficácia e asegurança de alguma nova terapia proposta, são necessários anos de investigação. É certo queas expectativas em torno da terapia com células tronco são imensas. Entretanto, tudo precisa seramplamente testado e comparado com as terapias convencionais para que se avalie se os custose riscos associados a uma nova modalidade terapêutica realmente valem a pena.Só o tempo e os resultados dirão se isto acontecerá.*Mais detalhes em - http://www.diabetes.org.br/reportagens_online**http://www.diabetes.org.br/diabeteshoje Acessado em 30/09/2011. Mapa Conceitual 2ª versão

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