Cartas às sete igrejas da Ásia - Éfeso

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Cartas às sete igrejas da Ásia - Éfeso

  1. 1. CARTAS ÀS SETE IGREJAS DA ÁSIA – ÉFESO (A igreja no final da era apostólica – Scofield) Apocalipse 2.1-7 (Sugestão: Use este estudo tendo a Bíblia de Estudo de John MacArthur como apoio, edição SBB ou outra). Éfeso – capital da província da Ásia (Ásia Menor, atual Turquia). Escrita por Paulo da prisão em Roma, entre 60-62 d.C1 A igreja foi fundada por Áquila, Priscila e Paulo, e teve a Timóteo e João como pastores2 . Quando Paulo passava instruções aos presbíteros de Éfeso, ele lamentou o futuro daquela igreja (At 20.29,30). Paulo escreveu uma carta para Éfeso e duas cartas para o seu pastor Timóteo. Neste estudo vou usar o livro do Pr. Israel Belo de Azevedo citado em nota de rodapé e a Bíblia de Estudo de John MacArthur e Léxico Grego-Português. I – A NOTA DE LOUVOR (2.1-3) 1. “Ao anjo da igreja”. O presbítero ou o pastor da igreja. 2. Os aspectos positivos são ressaltados na vida da igreja: 3. “Conheço as tuas obras, assim o teu labor” (v.2). O remetente da carta tinha pleno conhecimento das obras da igreja. A igreja desenvolvia suas atividades naturais de igreja: batismo: adoração, evangelização, batismo e ensino. 1 Bíblia de Estudo John MacArthur 2 Azevedo, Israel Belo. Tem mensagem para você. Ed. Vida – S. Paulo 1
  2. 2. 4. Mas também conhecia o seu labor, o trabalho à custa de sofrimento (exaustivo). Palavra originada de koptos lamento, dor. Assim era o labor dos crentes efésios. 5. “Conheço ...a tua perseverança” (v.2). Característica de alguém que não é demovido dos seus propósitos. 6. “Não podes suportar homens maus”. Devido o destinatário ser o “anjo da igreja”, muitos interpretam como sendo o líder da igreja. Assim a BV traduz: “Sei que você não tolera o pecado entre os membros da igreja” Quem eram os homens maus? É possível que seja a liderança que se instalara na igreja, segundo o temor do apóstolo Paulo (Atos 20.29,30). 7. Os falsos apóstolos eram aqueles que faziam a autoeleição, o autoinvestimento ou a auto-ordenação. Eram “apóstolos” que não receberam chamado nem comissionamento. Mas, colocados à prova, levados a concílio, foram achados mentirosos (pseudes=falsos). 8. O clímax da nota de louvor. Os efésios mostravam fidelidade à doutrina, ao nome de Cristo. Eles trabalhavam pelo e no nome de Jesus, sem esmorecer (desanimarem). 9. Os problemas na igreja atual não diferem muito daqueles dos primeiros dias da igreja. II – A NOTA DE REPÚDIO E REPREENSÃO (2.4) 1. Louvar as atitudes dos primeiros dias dos crentes em Éfeso não deixou de lado a repreensão que a igreja e o líder precisavam ouvir. 2
  3. 3. 2. “Tenho, porém contra ti”. Assim como o elogio a repreensão faz bem. Talvez a igreja tivesse se perdido no ativismo social. Talvez a igreja tivesse perdido o seu calor evangelístico, talvez a igreja já não soubesse por que estava naquele endereço. Talvez a igreja, para alguns, fosse apenas um mero acaso (Se por acaso não tiver o que fazer eu passo por lá!) Quantos agem assim hoje! Crentes por acaso! 3. “Abandonaste o teu primeiro amor”. “É que agora vocês não me amam como me amavam no princípio” (BLH). 4. Os crentes estavam-se mostrando omissos e negligentes com o seu primeiro amor. Como o rapaz que tira a jovem da casa de seus pais, e depois não honra o compromisso assumido, virando as costas para a jovem esposa. 5. O choro do noivo: Você não me ama mais como naqueles dias de juras de amor: “Nem as águas podem apagar o amor” (Ct 8.7). MacArthur escreveu: “Mas a paixão e o fervor dos efésios por Cristo haviam se tornado ortodoxia fria e mecânica”. 6. No primeiro amor, ou seja, os primeiros dias e meses pós-conversão, há um verdadeiro fervor no novo professante. Cito Dan Kimball a respeito do crente e o seu tempo de casa (igreja): Estágio 1: Tornamo-nos cristãos; Estágio 2: Nós nos tornamos parte da vida da igreja; Estágio 3: Tornamo-nos parte da bolha cristã; e, Estágio 4: Tornamo-nos Jonas.3 7. O esfriamento e o apego apaixonado e amoroso a Jesus perdeu-se no tempo. Os crentes de Éfeso mereciam ser chamados à tomada de atitude. 3 Kimball, Dan – Eles gostam de Jesus, mas não da igreja. Ed. Vida 3
  4. 4. III – A NOTA DE EXORTAÇÃO E DE JUÍZO (2.5-6) 1. Primeira atitude: lembrar. Era preciso lembrar do envolvimento nos dias de fervor. Às vezes também pensamos: “Antigamente era bem diferente”. Diferente quem, eu ou a igreja? Se respondermos a igreja, lembremos que eu (nós) sou a igreja. 2. “De onde caíste”. Uma das idéias no grego é a de condição. Lembrar-se da condição antiga. Qual era a nossa condição, como nos comportávamos? Respondemos com saudade: “Fomos uma igreja animada”. Alguns chegam a dizer: “Somos de outra geração”. Geração dos sem TV’s, dos sem DVD’s, dos sem Cinema dos sem, sem, sem... Abraçamos o presente século? 3. Se condição ou momento no tempo, o conselho era: “Arrepende-te”. 4. Depois: “Volta a fazer as primeiras obras”. Que volte a adoração, a evangelização empolgante, o batismo e o ensino; a comunhão, a mutualidade, o serviço despojado, a contribuição liberal, a oração de súplica e intercessória, o amor por missões, gerundiando em todos os sentidos. 5. UMA NOTA GRAVE: “E, se não”. Agora o remetente da carta assume um tom ameaçador. Se não houvesse mudança, as coisas não ficariam como estavam, com certeza. 6. “Venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro”. O líder e a igreja, seriam removidos, perderiam a condição de estar localizado como igreja. Perderiam o seu endereço. Seriam colocados embaixo do balde (Mt 5.15). 4
  5. 5. 7. A igreja ainda tinha um pontinho: “Odeias as obras dos nicolaítas...eu também odeio” (v.6). 8. Uma igreja que não satisfaz o propósito para o qual foi organizada não tem razão para existir. IV – A NOTA FINAL (v. 7) 1. “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas”. Sinto que o que menos queremos é ouvir; sinto também que quando ouvimos, nos comportamos como se não fosse conosco. 2. A título de brincadeira (embora a coisa seja séria): Pena que os que precisavam ouvir a leitura da carta não vieram hoje. 3. A carta dirigida à igreja, não eximiu os crentes de suas responsabilidades. Pelo contrário, cobrou responsabilidade. 4. A esperança dos crentes vencedores: “Ao vencedor...”. Verdadeiros crentes usufruem a promessa do céu (MacArthur). Pr. Eli da Rocha Silva 02/03/2014 – Igreja Batista em Jd. Helena – Itaquera S. Paulo 5
  6. 6. 7. A igreja ainda tinha um pontinho: “Odeias as obras dos nicolaítas...eu também odeio” (v.6). 8. Uma igreja que não satisfaz o propósito para o qual foi organizada não tem razão para existir. IV – A NOTA FINAL (v. 7) 1. “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas”. Sinto que o que menos queremos é ouvir; sinto também que quando ouvimos, nos comportamos como se não fosse conosco. 2. A título de brincadeira (embora a coisa seja séria): Pena que os que precisavam ouvir a leitura da carta não vieram hoje. 3. A carta dirigida à igreja, não eximiu os crentes de suas responsabilidades. Pelo contrário, cobrou responsabilidade. 4. A esperança dos crentes vencedores: “Ao vencedor...”. Verdadeiros crentes usufruem a promessa do céu (MacArthur). Pr. Eli da Rocha Silva 02/03/2014 – Igreja Batista em Jd. Helena – Itaquera S. Paulo 5

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