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Os Caminhos para inovação                            As oportunidades trazidas pelo Modelo de                            “...
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MANUAL DE INOVAÇÃO                                                           PARA EMPRESAS                                ...
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  1. 1. A Inovação e sua Gestão em Empresas de TIC“Os desafios para se inovar em TIC”Porto Alegre, 09 de Março de 2013 Eduardo Grizendi
  2. 2. Agenda• Conceitos, Atividades e Modelos de Processos de Inovação em Empresas de TIC• Gestão da Inovação• Marco Legal da Inovação em TIC• Financiamento da Inovação para Empresas de TIC• Alterações no Marco Legal de Inovação em TIC• Oportunidades para inovação - os caminhos para inovação• Os caminhos para a Inovação - dos resultados de P&D para o mercado• Conclusões• Comentário: O manual de Inovação para Empresas Brasileiras de TIC@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 2
  3. 3. Conceitos, Atividades e Modelos de Processos de Inovação em Empresas de TIC@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 3
  4. 4. A Inovação segundo Schumpeter (TDE, 1911)• Novas combinações de meios produtivos (“materiais e forças”) aparecendo descontinuamente, gerando desenvolvimento (“realização de novas combinações”): – Introdução de um novo bem ou de uma nova qualidade de um bem – Introdução de um novo método de produção – Abertura de um novo mercado – Conquista de uma nova fonte de oferta de matérias-primas ou de bens manufaturados – Estabelecimento de uma nova organização de qualquer indústria• Invenção # Inovação@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 4
  5. 5. A Inovação Tecnológica segundo o Manual de Oslo (3ª Edição) e PINTEC 2008 • Inovação tipo TPP + Inovação em Marketing + Inovação Organizacional • Inovação tipo TPP (Oslo, 2ª Edição): – Introdução no mercado de um novo produto (bem ou serviço) substancialmente aprimorado ou – Introdução na empresa de um processo produtivo novo ou substancialmente aprimorado • Inovação em Marketing: – Introdução de um novo método, nova estratégia ou conceito de marketing • Inovação Organizacional: – Introdução de um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 5
  6. 6. A Inovação segundo as Leis de Inovação e do Bem • Lei de Inovação Federal: – Art. 2º, IV , inovação: “introdução de novidade ou aperfeiçoamento no ambiente produtivo ou social que resulte em novos produtos, processos ou serviços” • Lei do Bem – Art. 17º, § 1º, inovação tecnológica: “concepção de novo produto ou processo de fabricação, bem como a agregação de novas funcionalidades ou características ao produto ou processo que implique melhorias incrementais e efetivo ganho de qualidade ou produtividade, resultando maior competitividade no mercado” • Lei de Inovação do Rio Grande do Sul – Art. 2º. I - inovação - introdução de novos produtos, processos, serviços, marketing ou inovação organizacional, bem como aperfeiçoamento dos já existentes, no ambiente produtivo ou social visando ampliar a competitividade da empresa no mercado local ou global e melhorar as condições devida da sociedade do Rio Grande do Sul;@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 6
  7. 7. A Inovação para a Empresa Baseado em apresentação do Instituto Inovação Novo Produto Melhoria em Produto Inovação Tecnológica Novo Processo Melhoria em Processo = Novo Mercado Nova Matéria Prima Nova Estratégia de Marketing Novo Metódo Organizacional@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 7
  8. 8. As Atividades e Modelos do Processo de Inovação • Processo de Inovação (Coral, Ogliari e Abreu, 2008): – Ser contínuo e sustentável (não ocasional), além de integrado aos demais processos da empresa; – Ser formalizado, porém favorecendo a criatividade dos profissionais; – Priorizar o desenvolvimento na própria organização , mas indicando instrumentos para a realização de parcerias para aquisição de conhecimentos complementares; – Estar alinhado à estratégia competitiva da empresa; – Ser dirigido ao mercado e orientado ao cliente; Priorização não “suicida”. Melhor se entendida como “dê preferência ao P&D interno”. Ainda melhor se entendida como “P&D interno, ágil e sob medida” = “P&D Scrum” (Grizendi, 2011)@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 8
  9. 9. Modelo Linear Pesquisa Pesquisa Pesquisa Pesquisa Desenvolvimento Desenvolvimento Desenvolvimento Produ ção Produ ção Comercializa ç ão Comercializa ç ão B ásica b ásica b Aplicada Aplicada Experimental Experimental Instituições de Pesquisa e Laboratórios Empresas Oferta de Tecnologias Oferta de Tecnologias Demandas de tecnologias Demandas de tecnologias@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 9
  10. 10. Modelo Interativo PESQUISA PESQUISA PESQU ISA Feedback CONHECIMENTO Feedback Inven ção e/ou Inven ção e/ou Projeto Projeto Mercado Mercado Reprojeto e Reprojeto e Distribui ção e Distribui ção e Potencial Concepcão de Concep çãodo Concep ção de Pesquisa detalhado Pesquisa detalhado produ ção Comercializa ção Potencial Projeto B ásico e teste produ ção Comercializa ç ão Pr ojeto Projeto B ásico e teste Feedback Feedback Feedback Feedback Neste modelo, a empresa é o “locus” da inovação e vários caminhos são possíveis para se chegar à ela@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 10
  11. 11. O Processo de Inovação Funil da Inovação Idéias Idéias Idéias Idéias Projetos Idéias Protótipo Projetos Idéias Idéias Projetos Protótipo Produto Idéias Idéias Idéias Projetos Projetos Idéias Idéias Idéias @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 11B
  12. 12. O conceito de Inovação Aberta (“Open Innovation”) Inovação Fechada Inovação Aberta@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 12
  13. 13. O conceito de Inovação Aberta (“Open Innovation”)@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 13
  14. 14. Caminhos para inovação As Oportunidades do modelo de Inovação Aberta (“Open Innovation”) Other firm´s market Licence, spin out, divest Our new market Internal technology base Our current market Internal/external venture handling External technology base External technology insourcing/ spin-in Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D, 10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 14
  15. 15. Inovação Fechada X Inovação Aberta Princípios da Inovação Fechada Princípios da Inovação Aberta As pessoas talentosas do setor trabalham Nem todas as pessoas talentosas do setor para nós. trabalham para nós. Necessitamos trabalhar com pessoas talentosas dentro e fora da empresa. Para lucrar com o P&D, nós devemos P&D externo pode criar valor significativo. pesquisar, e desenvolver nós mesmos.. P&D interno é necessário para garantir uma porção deste valor. Se nós mesmos realizarmos nossas Nós não temos que necessariamente pesquisas, conseguiremos chegar primeiro originar a pesquisa para obter lucro com ao mercado. ela. A empresa que levar primeiro a inovação Construir um melhor modelo de negócio é para o mercado, será a vencedora. melhor que levar primeiro para o mercado. Se criarmos as maiores e melhores idéias no Se nós fizermos o melhor uso de idéias nosso setor, seremos vencedores. internas e externas, seremos vencedores Devemos proteger nossa Propriedade Devemos nos beneficiar de outros usos de Intelectual (PI) de maneira que os nossos nossa Propriedade Intelectual (PI) e competidores não se beneficiem com nossas devemos adquirir PI sempre que for idéias.. vantajoso para nosso modelo de negócio.@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 15
  16. 16. Grau de Novidade segundo o Manual de Oslo (2ª Edição) Manual de Oslo, 2ª edição, tradução FINEP@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 16
  17. 17. A Modelagem do Negócio• Baseado em: “How to Describe and Improve your Business Model to Compete Better, − http://business-model-design.blogspot.com• Representação simplificada da lógica do negócio;• Descreve: − O que a empresa oferece aos seus clientes; − Como ela chega até eles e se relaciona com eles; − Com que recursos, atividades e parceiros ela faz isto; − Como ela ganha dinheiro com isto;• Distingue-se do modelo de processo de negócio e do modelo organizacional; @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 17
  18. 18. Blocos construtivos do Modelo de Negócio• Segmentos de Clientes: grupos de clientes com características distintas;• Proposta de Valor (“Value Proposition”): conjunto de produtos e serviços que satisfazem as necessidades de segmentos de clientes;• Canais de Distribuição: canais através dos quais se comunica com os clientes e se oferece a Proposta de Valor;• Relacionamento com Cliente: tipos de relacionamentos mantidos com cada segmento de clientes;• Linhas de receita: linhas de receita através das quais se conquista as receitas dos clientes;• Recursos chave ((“core capabilities”) : recursos chaves sobre os quais o modelo de negócio é construído;• Atividades chave : atividades mais importantes desenvolvidas para implementação do modelo de negócio;• Rede de Parceiros: parceiros e fornecedores que participam do negócio;• Estrutura de Custos: custos que se incorrem para rodar o modelo de negócio; @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 18
  19. 19. Blocos construtivos do Modelo de Negócio INFRAESTRUTURA OFERTA RELACIONAMENTO CLIENTES REDE DE PARCEIROS COM O CLIENTE PROPOSTA DE RECURSOS CHAVE CLIENTES ALVO VALOR CANAIS DE ATIVIDADES CHAVE DISTRIBUIÇÃO ESTRUTURA DE FINANCEIRO LINHAS DE RECEITA CUSTOS, “How to Describe and Improve your Business Model to Compete Better”, disponível emhttp://www.docstoc.com/docs/1953827/How-to-Describe-and-Improve-your-Business-Model-to-Compete-Better- @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 19
  20. 20. Descrevendo o Modelo de Negócio Descrevendo a oferta da empresa OFERTA PROPOSTA DE VALOR Proposta de valor 1 Proposta de valor 2 … Questões chave para identificar as Propostas de Valor • O que está sendo oferecido para o mercado? • Que conjunto de produtos e serviços é oferecido para cada segmento de clientes? • Que necessidades dos clientes são atendidas para cada Proposta de Valor? • São oferecidos diferentes níveis de serviço para diferentes segmentos de clientes?@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 20
  21. 21. Descrevendo o Modelo de Negócio Descrevendo para quem a empresa oferece a proposta de valor OFERTA CLIENTE PROPOSTA DE CLIENTE ALVO VALOR Proposta de valor 1 Cliente alvo 1 Proposta de valor 2 Cliente alvo 2 … …Questões chave para identificar os Clientes Alvo?• Para quem se está criando valor?• Qualquer que seja a forma de se agrupar os clientes em categoria,... o ...propõe-se a eles ofertas diferenciadas? o ...alcança-se eles através de diferentes canais de distribuição e comunicação? o ...mantêm-se com eles diferentes relacionamentos ( p. ex. mais pessoal)? o ...tem-se lucratividades substancialmente diferenciadas entre eles?@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 21
  22. 22. Exemplo de Modelo de Negócio Skype “eBay” websitedeliver voice & free VoIP & value global video quality added services (non segmented) software internet development software large scale development low margin free voice-over-IP VoIP telephony & value-added services@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 22
  23. 23. Gestão da Inovação em Empresas de TIC@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 23
  24. 24. Conceito de Gestão da Inovação• O que é: – Gestão do Processo de Inovação: • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” ) • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos – Gestão da Propriedade Intelectual • Não divulgação, proteção, acompanhamento junto aos organismos de proteção, comercialização – Gestão das Oportunidades Tecnológicas • Prospecção tecnológica, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc. – Gestão dos Recursos para Inovação • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a agências de fomento, etc. • Usufruto dos incentivos à inovação • Prestação de contas dos recursos e incentivos à inovação – Gestão da Transferência de Tecnologia • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc. – Gestão das Empresas Nascentes • Spin-off’s, Spin-out’s, programas de incubação, etc. @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 24
  25. 25. Conceito de Gestão da Inovação• O que é: – Gestão do Processo de Inovação: • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” ) • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos – Gestão da Propriedade Intelectual • Não divulgação, proteção, acompanhamento junto aos organismos de proteção, comercialização – Gestão das Oportunidades Tecnológicas • Prospecção tecnológica, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc. – Gestão dos Recursos para Inovação • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a agências de fomento, etc. • Usufruto dos incentivos à inovação • Prestação de contas dos recursos e incentivos à inovação – Gestão da Transferência de Tecnologia • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc. – Gestão das Empresas Nascentes • Spin-off’s, Spin-out’s, programas de incubação, etc. @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 25
  26. 26. Processo de Inovação Modelo Interativo Idéias IdéiasM Produto M Idéias ee Idéias Projetos Idéias Produto rr Projetos Protótipo Idéias Idéias Protótipo cc Idéias Projetosa Idéias a Idéias Projetos Produtod Projetos d Idéiaso Idéias Produto o Idéias @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 26
  27. 27. Stages and Gates Fonte: http://www.futurelab.be@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 27
  28. 28. As Oportunidades do modelo de Inovação Aberta (“Open Innovation”) Other firm´s market Licence, spin out, divest Our new market Internal technology base Our current market Internal/external venture handling External technology base External technology insourcing/ spin-in Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D, 10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 28
  29. 29. Conceito de Gestão da Inovação• O que é: – Gestão do Processo de Inovação: • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” ) • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos – Gestão da Propriedade Intelectual • Não divulgação, proteção, acompanhamento junto aos organismos de proteção, comercialização – Gestão das Oportunidades Tecnológicas • Prospecção tecnológica, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc. – Gestão dos Recursos para Inovação • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a agências de fomento, etc. • Usufruto dos incentivos à inovação • Prestação de contas dos recursos e incentivos à inovação – Gestão da Transferência de Tecnologia • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc. – Gestão das Empresas Nascentes • Spin-off’s, Spin-out’s, programas de incubação, etc. @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 29
  30. 30. A Importância da Gestão da Propriedade Intelectual • Ferramenta estratégica de desenvolvimento tecnológico – No. de Patentes: índice da Produção Tecnológica; – Protege e recompensa o esforço de P&D; – Promove a divulgação dos resultados tecnológicos • Inverso: segredo industrial – Gera mais valor para a comercialização das tecnologias; – Protege contra a proteção por terceiros; • Banco de patentes – Importante fonte de conhecimento – Antes de iniciar um esforço em P&D, deve-se fazer busca em bancos de patentes nacionais e internacionais; • Jogo jogado mundialmente! Valor da Propriedade Intelectual na forma de patente, pode estar além da agregação de valor à tecnologia. Estratégia de marketing do pesquisador, da instituição de pesquisa ou da empresa, desde que entendido e tratada como tal, analisando sua relação de custo e benefício. Gestão da Propriedade Intelectual # Gestão da Inovação. É somente uma parte dela@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 30
  31. 31. @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  32. 32. @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 32
  33. 33. Legislação sobre a Proteção à PI e o Registro de Programa de Computador no país. Legislação Finalidade Lei de Software- Lei nº. 9.609, de  Dispõe sobre a proteção de propriedade 19 de fevereiro de 1998. intelectual de programa de computador e sua comercialização no Brasil Lei nº. 9.610, de 19 de fevereiro  Altera, atualiza e consolida a legislação sobre de 1998. direitos autorais e dá outras providências. Decreto nº. 2556, de 20 de abril  Regulamenta o registro previsto no art. 3º da Lei de 1998. nº. 9.609, de 19 de fevereiro de 1998. Decreto nº. 91.873, de 04 de  Dá novas atribuições ao Conselho Nacional de novembro de 1985 Direito Autoral. Resolução CNDA nº 057, de 6 de  Dispõe sobre o registro de programa de julho de 1988 computador no INPI. Resolução n.º 58/98 do INPI  Estabelece normas e procedimentos relativos ao registro de programas de computador. Resolução n.º 59/98 do INPI  Estabelece os valores das retribuições pelos serviços de registro de programas de computador@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 33
  34. 34. Conceito de Gestão da Inovação• O que é: – Gestão do Processo de Inovação: • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” ) • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos – Gestão da Propriedade Intelectual • Não divulgação, proteção, acompanhamento junto aos organismos de proteção, comercialização – Gestão das Oportunidades Tecnológicas • Prospecção tecnológica, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc. – Gestão dos Recursos para Inovação • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a agências de fomento, etc. • Usufruto dos incentivos à inovação • Prestação de contas dos recursos e incentivos à inovação – Gestão da Transferência de Tecnologia • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc. – Gestão das Empresas Nascentes • Spin-off’s, Spin-out’s, programas de incubação, etc. @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 34
  35. 35. As Oportunidades do modelo de Inovação Aberta (“Open Innovation”) Other firm´s market Licence, spin out, divest Our new market Internal technology base Our current market Internal/external venture handling External technology base External technology insourcing/ spin-in Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D, 10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 35
  36. 36. Exemplo: Plataforma P&G de “Open Innovation” - connect + develop@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 36
  37. 37. Exemplo: Plataforma P&G de “Open Innovation” - connect + develop@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 37
  38. 38. Oportunidades do modelo de Inovação Aberta (“Open Innovation”) Other firm´s market Licence, spin out, divest Our new market Internal technology base Our current market Internal/external venturePUCRS, UFRGS, Unisinos, ... handling External technology base External technology insourcing/ spin-in Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D, 10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004 @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 38
  39. 39. Conceito de Gestão da Inovação• O que é: – Gestão do Processo de Inovação: • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” ) • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos – Gestão da Propriedade Intelectual • Não divulgação, proteção, acompanhamento junto aos organismos de proteção, comercialização – Gestão das Oportunidades Tecnológicas • Prospecção tecnológica, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc. – Gestão dos Recursos para Inovação • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a agências de fomento, etc. • Usufruto dos incentivos à inovação • Prestação de contas dos recursos e incentivos à inovação – Gestão da Transferência de Tecnologia • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc. – Gestão das Empresas Nascentes • Spin-off’s, Spin-out’s, programas de incubação, etc. @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 39
  40. 40. Marco Legal da Inovação em TIC@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 40
  41. 41. Marco Legal de Inovação de TIC no País• FNDCT & Fundos Setoriais• [Política Industrial: Plano Brasil Maior]• Programa TI Maior• Lei federal de inovação;• Leis estaduais de inovação; – Amazonas, Mato Grosso, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Paraná, Pernambuco, Ceará, Alagoas, Sergipe e Goiás• Lei do Bem – Cap. III – Incentivos Fiscais a Inovação – Cap. IV – Isenção de impostos PIS & COFINS para produtos de informática• Lei de Informática @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 41
  42. 42. FNDCT & Fundos Setoriais de C&T• Fundos Setoriais – Instrumentos de financiamento de projetos e P,D&I em setores da economia – Criados a partir de 1999 – Gestão compartilhada: » Comitês Gestores formados por representantes de: MCT, FINEP, CNPq, Ministério da Área, Agência Reguladora, Comunidade Acadêmica, Setor empresarial e outras entidades ligadas ao tema. – Receitas: » Contribuições incidentes sobre exploração de recursos naturais pertencentes à União ou sobre impostos/faturamentos /CIDE de empresas de setores específicos.• FNDCT – Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – Constituído de Fundos Setoriais @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 42
  43. 43. FNDCT & Fundos Setoriais de C&T• 16 fundos setoriais, sendo 14 específicos e 2 transversais.• Fundos Setoriais Específicos – CT-PETRO: Lei 9478 – CT-BIOTEC – CT-ENERG: Lei 9991 – CT-AGRO – CT-HIDRO – Lei 9993 – CT-SAÚDE – CT-TRANSPO: Lei 9992 – CT-AERO – CT-MINERAL: Lei 9993 – CT-AMAZÔNIA: Lei 10176 – CT-ESPACIAL: Lei 9994 – CT-AQUAVIÁRIO: Lei 10893 – FUNTTEL: Lei 10052 – CT-INFO: Lei 10176• Fundos Setoriais Transversais – Fundo Verde-amarelo: Leis 10168 e 10332 – CT-INFRA: Lei 10197 @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 43
  44. 44. Plano Brasil Maior Dimensões@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 44
  45. 45. Plano TI Maior Ações e Impactos@Eduardo Grizendi 2013 Eduardo Grizendi 45
  46. 46. A Lei Federal de Inovação Visão Geral • Lei no. 10.973 de 2 de dezembro de 2004 – “Dispõe sobre incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo e dá outras providências”. – Regulamentada pelo decreto nº 5.563 de 10/2005 • O centro de atenção é a ICT – Instituição Científica e Tecnológica – Instituição Científica e Tecnológica - ICT: órgão ou entidade da administração pública que tenha por missão institucional, dentre outras, executar atividades de pesquisa básica ou aplicada de caráter científico ou tecnológico; Figura jurídica de ICT privada não está formalmente definida na lei federal. Aparece como entidade/organização nacional de direito privado sem fins lucrativos voltada para atividades de pesquisa. Encontrada em diversas leis estaduais de inovação, por exemplo, na lei gaucha de inovação, A FINEP, em especial, tem utilizado em vários editais este termo, significando instituição de pesquisa privada sem fins lucrativos, ou, mais exatamente ICT- Instituição Científica e Tecnológica privada@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 46
  47. 47. A Lei Federal de Inovação Pontos Principais • Autoriza a incubação de empresas dentro de ICTs; • Permite a utilização de laboratórios, equipamentos e instrumentos, materiais e instalações das ICTs por empresa; • Facilita o licenciamento de patentes e transferência de tecnologias desenvolvidas pelas ICTs; • Introduz a participação dos pesquisadores das ICTs nos royalties de licenciamento; • Prevê a estruturação de NIT – Núcleo de Inovação Tecnológica, nas ICTs para gerir sua política de inovação • Autoriza a concessão de recursos diretamente para a empresa (Subvenção Econômica); • Introduz um novo regime fiscal que facilita e incentiva as empresas a investirem em P&D (Lei do Bem); • Autoriza a participação minoritária do capital de EPE cuja atividade principal seja a inovação; • Autoriza a instituição de fundos mútuos de investimento em empresas cuja atividade principal seja a inovação@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 47
  48. 48. A Lei Federal de Inovação Incentivos Diretos e Indiretos IV - DO ESTÍMULO À INOVAÇÃO NAS EMPRESAS INCENTIVOS DIRETOS = SUBVENÇÃO ECONÔMICAArt. 19 SubvençãoA União, as ICT e as agências de fomento promoverão e incentivarão o desenvolvimento deprodutos e processos inovadores em empresas nacionais e nas entidades nacionais de direito Econômicaprivado sem fins lucrativos voltadas para atividades de pesquisa, mediante a concessão de recursosfinanceiros, humanos, materiais ou de infra-estrutura, a serem ajustados em convênios oucontratos específicos, destinados a apoiar atividades de pesquisa e desenvolvimento, para FINEPatender às prioridades da política industrial e tecnológica nacional. . VI – DISPOSIÇÕES FINAIS INCENTIVOS INDIRETOS = INCENTIVOS FISCAISArt. 28A União fomentará a inovação na empresa mediante a concessão de incentivos fiscais com vistasna consecução dos objetivos estabelecidos nesta Lei. Lei do BemO Poder Executivo encaminhará ao Congresso Nacional, em até 120 (cento e vinte) dias, contados dapublicação desta Lei, projeto de lei para atender o previsto no caput deste artigo.@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 48
  49. 49. As Leis Estaduais de Inovação Estado Legislação Entrada em vigor Alagoas Lei Estadual nº 7.117, 12 de Novembro de 2009. Amazonas Lei Ordinária nº 3.095 17 de Novembro de 2006 Bahia Lei Estadual nº 11.174 09 de Dezembro de 2008 Ceará Lei Estadual 14.220 16 de Outubro de 2008 Goiás Lei Estadual nº 16.922, DE 08 de Fevereiro de 2010. Mato Grosso Lei Complementar nº 297 07 de Janeiro de 2008 Minas Gerais Lei Estadual nº 17.348 17 de Janeiro de 2008 Pernambuco Lei Estadual nº 13.690 16 de Dezembro de 2008 Rio de Janeiro Lei Estadual n° 5.361 29 de Dezembro de 2008 Decreto Estadual nº 42.302 12 de fevereiro de 2010 Rio Grande do Sul Lei Estadual nº 13.196 13 de Julho de 2009 São Paulo Lei Complementar nº 1049 19 de Junho de 2008 Decreto nº 53.141, 19 de Junho de 2008 Santa Catarina Lei Estadual nº 14.328 15 de Janeiro de 2008 Sergipe Lei Estadual nº 6.794 02 de Dezembro de 2009@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 49
  50. 50. A Lei do Bem 7 Visão Geral• MP do Bem, depois Lei do Bem (Lei nº 11.196 11/2005)• Vários capítulos• Capítulo III - DOS INCENTIVOS À INOVAÇÃO TECNOLÓGICA – Prevista na Lei de inovação – “Institui o .. ; dispõe sobre incentivos fiscais para a inovação tecnológica;...”. – Criou os incentivos fiscais de apoio às atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica das empresas. – Regulamentada pelo decreto nº 5.798 de 06/2006. – Normatizada recentemente pela IN RFB nº 1.187, de 29/08/2011. – O centro de atenção é a empresa• Capítulo IV – DO DO PROGRAMA DE INCLUSÃO DIGITAL – “Institui o .. Programa de Inclusão Digital;...” – Eliminou o PIS/PASEP e COFINS na venda a varejo, para empresas e órgãos públicos, de microcomputadores, notebooks, mouse, .... – Recentemente incluiu o “tablet” – Expira em 2014.@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 50
  51. 51. A Inovação Tecnológica segundo o Manual de Oslo (3ª Edição) e o Marco Legal de Inovação • Inovação tipo TPP + Inovação em Marketing + Inovação Organizacional • Inovação tipo TPP (Oslo 2ª Edição): – Introdução no mercado de um novo produto (bem ou serviço) Marco Legal da Inovação substancialmente aprimorado ou (atual) – Introdução na empresa de um processo produtivo novo ou substancialmente aprimorado • Inovação em Marketing:Gaucha Lei de Inovação – Introdução de um novo método, nova estratégia ou conceito de marketing • Inovação Organizacional: – Introdução de um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 51
  52. 52. O conceito de Inovação Aberta (“Open Innovation”) Visão da Lei de Inovação@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 52
  53. 53. 7 A Lei do Bem• MP do Bem, depois Lei do Bem (Lei nº 11.196 11/2005)• Vários capítulos• Capítulo III - DOS INCENTIVOS À INOVAÇÃO TECNOLÓGICA – Prevista na Lei de inovação – “Institui o .. ; dispõe sobre incentivos fiscais para a inovação tecnológica;...”. – Criou os incentivos fiscais de apoio às atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica das empresas. – Regulamentada pelo decreto nº 5.798 de 06/2006. – Normatizada recentemente pela IN RFB nº 1.187, de 29/08/2011. – O centro de atenção é a empresa• Capítulo IV – DO DO PROGRAMA DE INCLUSÃO DIGITAL – “Institui o .. Programa de Inclusão Digital;...” – Eliminou o PIS/PASEP e COFINS na venda a varejo, para empresas e órgãos públicos, de microcomputadores, notebooks, mouse, .... – Recentemente incluiu o “tablet” – Expira em 2014.@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 53
  54. 54. O Cap. III da Lei do Bem Os principais Incentivos Fiscais• Dedução de 100% dos dispêndios com Inovação Tecnológica da Base de calculo (BC) do IR e da CSLL – + 60% (100+60=160%) dos dispêndios com Inovação Tecnológica da Base de calculo (BC) do IR e da CSLL – + 20% (160+20=180%) dos dispêndios com Inovação Tecnológica da Base de calculo (BC) do IR e da CSLL, incrementando o número de pesquisadores (RH) – + 20% (180+20=200%) dos dispêndios com Inovação Tecnológica da Base de calculo (BC) do IR e da CSLL, através de pagamentos vinculados a patente concedida ou cultivar registrado• Redução de 50% de IPI na aquisição de máquinas em equipamentos, aparelhos e instrumentos novos, destinados à P&D de Inovação Tecnológica• Depreciação Acelerada integral no ano da aquisição, de máquinas em equipamentos, aparelhos e instrumentos novos, destinados à P&D de Inovação Tecnológica• Amortização Acelerada na aquisição de bens intangíveis, vinculados exclusivamente às atividades de destinados à P&D de Inovação Tecnológica• Redução a zero da alíquota do imposto sobre a renda retido na fonte nas remessas efetuadas para o exterior destinadas ao registro e manutenção de marcas, patentes e cultivares”. @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 54
  55. 55. O Cap. III da Lei do Bem Resumo dos incentivos Principais Incentivos Fiscais da Lei do Bem Dedução Adicional de Dispêndios (*) 60% automático 10% com incremento de <= 5 % dos pesquisadores 20% com incremento de > 5 % dos pesquisadores BC do IRPJ & CSLL 20% para patente concedida Depreciação Integral no ano de aquisição de ativos tangíveis Amortização acelerada para ativos intangíveis Redução de IPI 50% na aquisição de equipamentos Redução a IR Retido na Fonte 0 (zero) em remessas para registro e manutenção de patentes@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 55
  56. 56. O Cap. III da Lei do Bem Resumo dos benefícios Estimativa dos Benefícios da Lei do Bem Recuperação de Despesas Operacionais com M.O. interna e serviços Entre 14,4 a 24% ou 20,4 a 34% (*) de terceiros Remessas no exterior Alí quota 0 (zero) no IR Retido na Fonte Ativos tangíveis - máquinas e equipamentos ganho financeiro da depreciação integral Ativos intangíveis ganho financeiro da amortização acelerada Redução de Ativos tangíveis - máquinas e equipamentos 50% do IPI (*) 24% de 60% = 14,4 24% de 100% = 24% 34% de 60% = 20,4%; 34% de 100% = 34%@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 56
  57. 57. Formulário MCT2012 Linhas de P&D/Projetos “Na descrição de cada projeto torna-se imprescindível a empresa observar, dentre outros, os seguintes aspectos: a) Destaque o elemento tecnologicamente novo ou inovador do projeto; b) Se existe aplicação de conhecimento ou técnica de uma nova fórmula; c) Quais os avanços científicos tecnológicos embutidos em cada projeto; d) Comente sobre os métodos utilizados; e) Cite a data de início e fim de cada projeto@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 57
  58. 58. Formulário MCT 2012 Linhas de P&D/Projetos“Na área de TIC procure destacar os seguintes aspectos:a) Quais as competências exigidas no desenvolvimento de seus aplicativos;b) Prestar informações sobre as características inovativas, algoritmos ou técnicas empregadas;c) Quais técnicas ou metodologias foram empregadas;d) Competências técnicas exigidas;e) Restrições técnicas superadas.Ressalta-se que as atividades de informática de rotina e que não impliquem avanços científicos ou técnicosou não resolvam incertezas tecnológicas não devem ser consideradas como PD&I, tais como:• Software de aplicação comercial e desenvolvimento de sistemas de informação que utilizem métodos conhecidos e ferramentas informáticas já existentes.• A manutenção dos sistemas existentes.• A conversão ou tradução de linguagens informáticas.• A adição de funções para o utilizador das aplicações informáticas.• A depuração de sistemas informáticos.• A adaptação de software existente.• A preparação de documentação para o utilizador” @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 58
  59. 59. A Lei de Informática• Início na Lei nº 8.248/91 – Capacitação do setor de informática e automação, – Modificada pela Lei nº 10.176/01, – Modificada pela Lei nº 11.077/04 e – Modificada pelo Decreto nº 5.906/06 – Modificada pelo Decreto nº 7.010/09• Concede incentivo fiscal às empresas de informática que investem em P&D no país, mediante o desconto ou isenção no recolhimento do IPI, referente ao produto a ser fabricado no Brasil.• Fora da Zona Franca de Manaus – Empresas devem aplicar o mínimo de 4% do faturamento em P&D, segundo determinada distribuição de aplicação – Em contra-partida, recebem desconto do IPI – O desconto do imposto recai apenas em produtos de informática e automação que atendam às exigências do Processo Produtivo Básico (PPB).• Legislação específica para empresas da Zona Franca de Manaus @Eduardo Grizendi 2013 59 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  60. 60. A Lei de Informática@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 60
  61. 61. A Lei de Informática Incentivos Fiscais@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 61
  62. 62. A Lei de Informática Contrapartida da empresa• Produzir conforme Processo Produtivo Básico• Investir em P&D• Implantar Sistema de Qualidade e Programa de Participação nos Lucros ou Resultados• Manter Regularidade Fiscal• Entregar anualmente o Relatório Demonstrativo do cumprimento das obrigações ao MCT@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 62
  63. 63. A Lei de Informática Obrigações de P&D % Mínimos obrigatórios % Complementares Aplicações em P&D 4% ($ bens incentivados) Projetos de P&D nas Projetos de P&D com FNDCT – Ctinfo Empresas Incentivadas Instituições Credenciadas 0,40% 2,16% 1,44% SUDAM (exceto ZFM) Demais Regiões SUDENE E CO 0,80% 0,64% Públicas ou Públicas Privadas 0,448% 0,192%  Projetos de P&D em TI (inclusive Seg. da Informação)  Programas Estruturantes (estabelecidos pelo CATI)  Interno à própria empresa  Empresa contratada  Centro ou Instituto de Pesquisa  Centro ou Instituto de Pesquisa credenciado  Entidade Brasileira de Ensino  Entidade Brasileira de Ensino  Incubadora de empresas de base credenciada tecnológica em TI  Incubadora de empresas de base  Empresa vinculada a incubadora tecnológica em TI de Instituição de  Participação em empresa vinculada E&P credenciada a incubadora credenciada  Empresa vinculada a incubadora a  Até 20% nos programas prioritários incubadora credenciada de Instituição  Até 30% nos programas de apoio de E&P credenciada ao desenvolvimento do setor de TI.  Programas prioritários NOTA: De acordo com a Lei, ao longo do período 2004/ 2019, os investimentos deverão ser reduzidos segundo percentuais pré-definidos@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 63
  64. 64. Financiamento da Inovação em TIC@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 64
  65. 65. Tratamento tributário dos Incentivos Fiscais à P&D e Inovação Tecnológica para Empresas de TIC Lei ou Medida Provisória Efeito Pontos Principais Lei de Informatica Introduz os incentivos  Isenção ou Redução de até 90 % (Lei nº 8.248/91, Lei nº 8.387/91, fiscais para as Empresas do IPI para produtos Decreto nº 5.906/06 e demais que produzem bens de comercializados leis e decretos) informática e automação no país. Capítulo III da Lei nº 11.196/05 Introduz os incentivos  Deduções adicionais da Base de (Lei do Bem) fiscais para Projetos de Cálculo do IRPJ e CSLL de 60% a Pesquisa e 100%; Desenvolvimento da  Depreciação acelerada; Inovação Tecnológica na  Amortização acelerada; Empresa.  Crédito do IRRF de remessas para o exterior para pagamento de royalties;  Redução a zero do IRRF de remessas para o exterior para pagamento de patentes;  Redução de 50% do IPI em aquisição de equipamentos para laboratórios; Capítulo IV da Lei nº 11.196/ 05 Introduz os incentivos  Redução a 0 (zero) as alíquotas da (Lei do Bem) e Lei nº 12.507/11, fiscais do Programa de Contribuição para o PIS/Pasep e da de conversão da MP nº 534, de Inclusão Digital Cofins incidentes sobre a receita 2011 bruta de venda a varejo, de produtos de informática, incluindo Tablet PC “Lei do MEC da Inovação” ou Altera os incentivos  Deduções adicionais da Base de “Lei Rouanet da Inovação” - Lei fiscais do Capítulo III da Cálculo do IRPJ e CSLL de 50% a nº. 11.487 de 06/2007; Lei do Bem 250% em projetos executados com Decreto nº 6.260, de 11/2007 ICTs públicas e privadas; Lei nº 11.774 de 09/2008 (antiga Altera os incentivos  Introduz a depreciação integral MP no. 428) fiscais do Capítulo III da acelerada no ano de aquisição; Lei do Bem Lei nº 11.908, de 03/2009 Altera a Base de Cálculo  Introduz a dedução em dobro de (decorrente do Projeto de Lei de do IRPJ para empresas capacitação de software na Base Conversão nº 30 de 2008). de TI de Cálculo do IRPJ para os setores de TI; Decreto nº 6.909 de 07/2009 Altera os incentivos  Detalha/estende para CSLL o fiscais do Capítulo III da tratamento contábil da Depreciação Lei do Bem Integral e Amortização Acelerada;@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 65
  66. 66. Programas de Financiamento a Inovação• FINEP – Programa Subvenção Econômica; – Programa FINEP Inova Brasil; – Programa Brasil Sustentável – Programa de Inovação em Tecnologia Assistiva:• CNPQ – Programa RHAE• BNDES – BNDES Inovação; – BNDES Prosoft Empresa: – PROTVD – Fornecedor; – (apoio) BNDES Automático; – (apoio) Cartão BNDES; – (apoio) BNDES Limite de Crédito; Recurso Não Reembolsável para Apoio à Inovação: – (não reembolsável) FUNTEC - Fundo Tecnológico• FAPESP – Programa PIPE• Banco do Nordeste – Programa INOVAÇÃO @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 66
  67. 67. Alterações no Marco Legal de Inovação em TIC@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 67
  68. 68. Mudanças no Marco Legal de P&D&I@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 68
  69. 69. Mudanças no Marco Legal de P&D&I@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 69
  70. 70. Mudanças no Marco Legal de P&D&IBenefício da Lei do Bem deve abranger optantes doSimples DCI, Fernanda Bompan SÃO PAULO - O governo de Dilma Rousseff vem demonstrando que quer aumentar os investimentos de inovação em diversos setores, exemplo disso é de que até o fim deste mês um conjunto de medidas que inclui uma linha de crédito subsidiado de quase R$ 30 bilhões para financiar investimentos deve ser anunciado. E uma das expectativas é que os incentivos fiscais previstos na chamada Lei do Bem (número 11.196, de 2005) sejam estendidos às empresas optantes do Simples Nacional. Apesar de elogiarem a lei, especialistas entrevistados pelo DCI comentam que ainda falta aperfeiçoar regras, que acabam por limitar o interesse por investir em pesquisa, desenvolvimento e inovação. Além de que, para eles, essa norma é pouco divulgada. "Um dos benefícios que precisa ser aperfeiçoado é essa questão de que a empresa só pode ter deduzir imposto [Imposto de Renda-IR e Contribuição Social sobre Lucro Líquido-CSLL] do investimento feito, no ano que ela tiver lucro. Ou seja, se houver investimento, mas não houver lucro, ela perde esse benefício. Empresas startups (recém-nascida), que demoram a ter um retorno, e as pequenas, que eventualmente não tenham lucro, acabam sendo prejudicadas. Por isso, as grandes são as que mais se valem da lei", avalia Pierre Moreau, sócio da Moreau e Balera Advogados. ... @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 70
  71. 71. Mudanças no Marco Legal de P&D&I Tele Síntese Regulamento de PD&I pode garantir investimentos de US$ 1,5 b por ano Ter, 17 de Maio de 2011 17:25 por Lúcia BerbertA idéia da Anatel é estipular um percentual maior que 1,5% da ROL das operadoras em investimentos nessa áreaA proposta de regulamento de incentivo a investimento em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I), em elaboração pela Anatel, prevênão apenas o estímulo ao investimento direto das operadoras, mas também em parcerias com as universidades e institutos tecnológicos ou nacompra de equipamentos produzidos no Brasil. Ou seja, por meio de estímulos ao investimento pelas operadoras na indústria eletrônica, aagência quer reduzir os efeitos negativos da importação excessiva de equipamentos de telecom (cerca de 80%) na balança comercial doBrasil.A agência deve estabelecer um índice de investimento mínimo anual para as empresas, disse a superintendente executiva da Anatel, SimoneScholze. Esse valor deve superar 1,5% da receita líquida operacional da empresa. Pelas contas iniciais, esse valor pode chegar a US$ 1,5bilhão por ano.A proposta também prevê a criação de um comitê de acompanhamento das ações das operadoras em prol do PD&I, formado porrepresentantes do governo (Anatel, Minicom, MCT, MDIC e BNDES), associações de prestadoras e de fabricantes, que aplicará um valor acada ação, obedecendo a critérios definidos.A Anatel criará um certificado de excelência em PD&I para as operadoras, que servirá para comprovar a realização de investimentos e deaquisição de produtos nacionais (fabricados no Brasil, independente da origem do capital). A pontuação obtida pelas prestadoras, por sua vez,servirá para compor um ranking, que dará benefícios a elas no ato de concessão de outorgas e autorizações de novos serviços, nas licitaçõesde freqüências, na certificação e homologação de produtos e obtenção de recursos dos fundos setoriais e do BNDES.A proposta já passou pela área técnica da Anatel e está em análise da conselheira Emília Ribeiro. Depois de aprovada no Conselho Diretor daagência e, em seguida, entrará em consulta pública. As linhas gerais do regulamento foram apresentadas no Seminário “Estímulos à PD&I noSetor de Telecomunicações”, realizado nesta terça-feira (17) fruto de parceria entre Anatel e Ipea. @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 71
  72. 72. Mudanças no Marco Legal de P&D&I@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 72
  73. 73. Mudanças no Marco Legal de P&D& Inovação• Nova Política Industrial: Brasil Maior• Programa TI Maior• Lei Federal de Inovação; – Proposta FINEP• Leis Estaduais de Inovação; – AM, MT, BA, MG, SP, SC, RS, RJ, PR, PE, CE, AL,• Lei de Informática – Revisão do MCT• [Incentivos a P&D ANATEL]• Lei do Bem – Incentivos fiscais a produção de Tablets (Cap. IV) – Incentivos fiscais à inovação prometem se estender às Empresas que operam no Regime do Lucro Presumido (Cap. III)@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 73
  74. 74. Gestão da Inovação em Empresas de TIC (continuação)@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 74
  75. 75. Conceito de Gestão da Inovação• O que é: – Gestão do Processo de Inovação: • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” ) • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos – Gestão da Propriedade Intelectual • Não divulgação, proteção, acompanhamento junto aos organismos de proteção, comercialização – Gestão das Oportunidades Tecnológicas • Prospecção tecnológica, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc. – Gestão dos Recursos para Inovação • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a agências de fomento, etc. • Usufruto dos incentivos à inovação • Prestação de contas dos recursos e incentivos à inovação – Gestão da Transferência de Tecnologia • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc. – Gestão das Empresas Nascentes • Spin-off’s, Spin-out’s, programas de incubação, etc. @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 75
  76. 76. Transferência de Tecnologia Estratégia de “Spin-in” Lista de Aquisições • Google http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Google_acquisitions • Yahoo: http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_acquisitions_by_Yahoo%21 • Microsoft http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_companies_acquired_by_Microsoft_Corporati on@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 76
  77. 77. Transferência de Tecnologia Estratégia de “Spin-in” do Google@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 77
  78. 78. Transferência de Tecnologia Estratégia de “Spin-in “do Facebook@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 78
  79. 79. Caminhos para inovação As Oportunidades do modelo de Inovação Aberta (“Open Innovation”) Other firm´s market Licence, spin out, divest Our new market Internal technology base Our current market Internal/external venturePUCRS, UFRGS, Unisinos, ... handling External technology base External technology insourcing/ spin-in Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D, 10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004 @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 79
  80. 80. Oportunidades para inovação - os caminhos para inovação@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 80
  81. 81. Os Caminhos para inovação As oportunidades no Modelo de “Closed Innovation” Empresa Modelo Fechado Foco em D Comercialização Desenvolvimento Pesquisa Desenvolvimento PUCRS, UFRGS, Unisinos, ...@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 81
  82. 82. Os Caminhos para inovação As oportunidades trazidas pelo Modelo de “Open Innovation” e a Lei de Inovação e a Lei do Bem Empresa Scale up Comercialização Modelo Aberto Desenvolvimento Licenciamentos Foco em P&D&I Spin-out PUCRS, UFRGS, Unisinos, Pesquisa ... Desenvolvimento Comercialização Oportunidades@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 82
  83. 83. (Modelo Fechado) X (Modelo Aberto + Leis de inovação + Lei do Bem) Empresa Scale up Comercialização Comercialização Desenvolvimento Desenvolvimento Spin-out Pesquisa Pesquisa Desenvolvimento Desenvolvimento PUCRS, UFRGS, Unisinos, ... ... Oportunidades@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 83
  84. 84. Os Caminhos para inovação As Oportunidades do modelo de Inovação Aberta (“Open Innovation”) Other firm´s market Licence, spin out, divest Our new market Internal technology base Our current market Internal/external venturePUCRS, UFRGS, Unisinos, ... handling External technology base External technology insourcing/ spin-in Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D, 10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 84
  85. 85. Os caminhos para a Inovação - dos resultados de P&D para o mercado@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 85
  86. 86. O que é o mais importante ? A IDÉIA@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 86
  87. 87. Exemplo: Plataforma P&G de “Open Innovation” connect + develop@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 87
  88. 88. Exemplo: Plataforma de Inovação da PUCRS Mestrado e Doutorado em TIC@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 88
  89. 89. As Oportunidades do modelo de Inovação Aberta (“Open Innovation”) Other firm´s market Licence, spin out, divest Our new market Internal technology base Our current market Internal/external venture PUCRS handling External technology base External technology insourcing/ spin-in Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D, 10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 89
  90. 90. Depois ? O CLIENTE@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 90
  91. 91. Identificando as oportunidades• Identificar Tendências• Mapear Rotas Tecnológicas• Fazer busca em banco de patentes, identificando potenciais tecnologias, produtos e processos – Por empresa – Por área tecnológica/tecnologia• Prospectar potenciais clientes – Buscar lista de empresas do setor – Visitar feiras e congressos empresariais@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 91
  92. 92. Identificando as oportunidades Fazer “”cold call” Encontrar na feira@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 92
  93. 93. Identificando as oportunidades Visitar Agendar reunião...@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 93
  94. 94. Capturando as oportunidadesFazer reunião com Aproveitar viagempotencial cliente Enviar proposta@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 94
  95. 95. E depois ? O RECURSO@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 95
  96. 96. Programas de Financiamento a Inovação• FINEP – Programa Subvenção Econômica; – Programa FINEP Inova Brasil; – Programa Brasil Sustentável – Programa de Inovação em Tecnologia Assistiva:• CNPQ – Programa RHAE• BNDES – BNDES Inovação; – BNDES Prosoft Empresa: – PROTVD – Fornecedor; – (apoio) BNDES Automático; – (apoio) Cartão BNDES; – (apoio) BNDES Limite de Crédito; Recurso Não Reembolsável para Apoio à Inovação: – (não reembolsável) FUNTEC - Fundo Tecnológico• FAPERGS – Programa PIPE – Programa INOVAÇÃO + FNDCT+ Lei de Inovação + Lei do Bem + Lei do MEC de Inovação @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 96
  97. 97. As leis de inovação federal e gaucha Pontos Principais• Autoriza a incubação de empresas dentro de ICTs;• Permite a utilização de laboratórios, equipamentos e instrumentos, materiais e instalações das ICTs por empresa;• Facilita o licenciamento de patentes e transferência de tecnologias desenvolvidas pelas ICTs;• Introduz a participação dos pesquisadores das ICTs nos royalties de licenciamento;• Prevê a estruturação de NIT – Núcleo de Inovação Tecnológica, nas ICTs para gerir sua política de inovação• Autoriza a concessão de recursos diretamente para a empresa (Subvenção Econômica);• Introduz um novo regime fiscal que facilite e incentive as empresas a investir em P&D (Lei do Bem);• Autoriza a participação minoritária do capital de EPE cuja atividade principal seja a inovação;• Autoriza a instituição de fundos mútuos de investimento em empresas cuja atividade principal seja a inovação @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 97
  98. 98. ...ENFIM...@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 98
  99. 99. “Processo de destruição criativa” [Schumpeter, 1942]• Destruição do velho, como consequência do surgimento do novo. “... que revoluciona a estrutura econômica a partir de dentro, destruindo incessantemente o antigo e criando elementos novos...” “Este processo de destruição criativa é básico para se entender o capitalismo. É dele que se constitui o capitalismo e a ele deve se adaptar toda a empresa capitalista para sobreviver” “... esforço para enfrentar uma situação que tudo indica que mudará, ou seja, como uma tentativa dessas empresas de firmar-se em um terreno que lhe foge sob os pés”.@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 99
  100. 100. As 30 mais importantes inovações em 30 anos1. Internet WWW 16. Media file compression (e.g., jpeg, mpeg, mp3)2. PC/Laptop computers 17. Microfinance3. Mobile phones 18. Photovoltaic Solar Energy4. Email 19. Large scale wind turbines5. DNA testing and sequencing/Human genome 20. Social networking via internet mapping 21. Graphic user interface (GUI)6. Magnetic resonance imaging (MRI) 22. Digital photography/videography7. Microprocessors 23. RFID and applications (e.g. NFC)8. Fiber optics 24. Genetically modified plants9. Office software (Spreadsheets, word processors) 25. Bio fuels10. Non-invasive laser/robotic surgery (laparoscopy) 26. Bar codes and scanners11. Open source software and services (e.g., Linux, Wikipedia) 27. ATMs12. Light emitting diodes (first real devices in 1960s; 28. Stents in products in mid-70s) 29. SRAM flash memory13. Liquid Crystal Displays 30. Anti retroviral treatment for AIDS14. GPS Systems15. Online shopping/ecommerce/auctions (e.g., http://www.pbs.org/nbr/site/features/special/top-30-innovations_home/ eBay) @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 100
  101. 101. Conclusões@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 101
  102. 102. Conclusões• A Inovação tecnológica tem que gerar riqueza – Trazer “dim dim”, “bufunfa”, ...• A Inovação pode ser na Empresa, na região/nacional ou no mundo• O Modelo de “Open Innovation” e o Marco Legal da Inovação trazem novos caminhos para a Inovação;• A Gestão da Inovação, incluindo a Gestão da Propriedade Intelectual, são importantes para a competitividade da Empresa.• A realidade do “Processo de destruição criativa” [Schumpeter, 1942] , sempre estará trazendo oportunidades; @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 102
  103. 103. Conclusões • O Brasil tem um marco legal para a inovação & linhas de financiamento para promovê-la. – Mudanças no marco legal tem sido feitas nos últimos meses – Algumas ainda estão “no forno” • Há um entendimento no mercado que não faltam linhas de financiamento. – Naturalmente que não existem em abundância, mas certamente o conjunto não é simplório, ao contrário, é significativo. • No entanto, em relação a estas linhas em geral: – Linhas para atividades de P&D para Inovação e não para Inovação, simplesmente; – Não há um claro entendimento nelas do que é inovação; As agências deveriam diminuir significativamente o grau de subjetividade do conceito de inovação tecnológica que permeiam os seus programas e linhas de financiamento. Ou se criem critérios específicos, ou se apóiem no conceito abrangente do Marco Legal (Lei de Inovação e Cap.III da Lei do Bem), fundamentalmente no Manual de Oslo, 2ª edição ou 3ª edição, ambos traduzidos pela FINEP@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 103
  104. 104. MANUAL DE ORIENTAÇÕES GERAIS SOBRE INOVAÇÃO Ministério das Relações Exteriores Eduardo Grizendi Janeiro de 2011 Manual de Inovação para Empresas em Geral http://www.finep.gov.br/dcom/manualinovacao.pdf@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  105. 105. MANUAL DE INOVAÇÃO PARA EMPRESAS BRASILEIRAS DE TIC “Orientações Gerais sobre Inovação para Empresas do Setor de Tecnologia da Informação e Comunicação” SOFTEX Eduardo Grizendi Dezembro de 2012 http://arquivos.publit.com.br/Manual_de_Inovacao_em_Empresas_TIC _Eduardo_Grizendi_SOFTEX.pdf@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 105
  106. 106. Conteúdo• Apresentação• Cap. 1 - Introdução• Cap. 2 - Histórico e Visão Geral da Legislação Brasileira Básica sobre P&D e Inovação em TIC• Cap. 3 - Conceitos, Atividades e Modelos de Processos de Inovação em Empresas de TIC• Cap. 4 - A Gestão da Inovação• Cap. 5 - Financiamento à Inovação para Empresas de TIC• Cap. 6 - Panorama da Inovação nas Empresas Brasileiras• Cap. 7 - Exportação, Internacionalização e outros programas de apoio a Empresas de TIC• Cap. 8 – Conclusões• Anexo - Relação de Sítios Nacionais e Internacionais sobre Inovação@Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 106
  107. 107. Agenda X Conteúdo • Apresentação• Conceitos, Atividades e • Cap. 1 - Introdução Modelos de Processos de • Cap. 2 - Histórico e Visão Geral da Inovação em Empresas de Legislação Brasileira Básica sobre TIC P&D e Inovação em TIC• Gestão da Inovação • Cap. 3 - Conceitos, Atividades e Modelos de Processos de Inovação• Arcabouço Legal da Inovação em Empresas de TIC em TIC • Cap. 4 - A Gestão da Inovação• Financiamento à Inovação • Cap. 5 - Financiamento à Inovação para Empresas de TIC• Oportunidades para inovação • Cap. 6 - Panorama da Inovação nas - os caminhos para inovação Empresas Brasileiras• Planejamento Tecnológico • Cap. 7 - Exportação, Internacionalização e outros Estratégico programas de apoio a Empresas de• Conclusões TIC • Cap. 8 – Conclusões • Anexo - Relação de Sítios Nacionais e Internacionais sobre Inovação @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 107

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