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O conceito de Inovação Aberta(“Open Innovation”)@Eduardo Grizendi 2011          16
Caminhos para inovaçãoAs Oportunidades do modelo de Inovação Aberta(“Open Innovation”)                                    ...
Exemplo: Plataforma P&G de “Open Innovation”connect + develop@Eduardo Grizendi 2011                         18
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Aproveitamento do P&D interno em um ambiente de“spillover”de resultados tecnológicosModelo de “Open Innovation”           ...
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A Importância da Geração de Empresas Nascentes e osProcessos de Inovação por “Spin-in” e “Spin-off”.Estratégia de “Spin-in...
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Macro tendências para além de 2015Um olhar para a sociedade e as pessoas de amanhã                                        ...
Macro tendências para além de 2015Um olhar para a sociedade e as pessoas de amanhã “Drivers”da sociedade de amanhã:       ...
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ConectividadeAcesso Móvel @Eduardo Grizendi 2011   32
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MVNO (Operadoras Virtuais)Por que um grande Banco de Varejo teria interesse em uma MNVO?Teleco, 02.AGO.2010       Eduardo ...
Internet das coisas  @Eduardo Grizendi 2011   35
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M-PaymentMicro-pagamentos & NFCNFC: Os bancos “acordaram” para ele!Eduardo PradoVocê acha que vai demorar muito tempo para...
Conclusões• O Marco Legal está mudando ... para melhor• Oportunidades são tanto em Conectividade quanto em  Conteúdo• Opor...
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Palestra contexto tecnológico brasileiro oportundades eduardo grizendi v 1.0

  1. 1. Venturus Workshop "Novos Caminhos“Contexto Tecnológico Brasileiro - Oportunidades Eduardo Grizendi 21/05/2011
  2. 2. Contexto Tecnológico BrasileiroEduardo Grizendi 2
  3. 3. Brasil@Eduardo Grizendi 2011 3
  4. 4. Brasil@Eduardo Grizendi 2011 4
  5. 5. Brasil@Eduardo Grizendi 2011 5
  6. 6. Brasil@Eduardo Grizendi 2011 6
  7. 7. Marco Legal atual de P&D&I Inovação• Política de Desenvolvimento Produtivo• Fundos Setoriais• Lei Federal de Inovação;• Leis Estaduais de Inovação; – Amazonas, Mato Grosso, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Paraná, Pernambuco, Ceará, Alagoas, Sergipe e Goiás• Lei de Informática• Incentivos a P&D ANEEL• Incentivos a P&D ANP• Lei do Bem@Eduardo Grizendi 2011 7
  8. 8. Novo Marco Legal de P&D&I• Nova Política Industrial: Política de Desenvolvimento da Competitividade: – Privilegia as MPEs.• Fundos Setoriais – Proposta FINEP• Lei Federal de Inovação; – Proposta FINEP• Leis Estaduais de Inovação; – AM, MT, BA, MG, SP, SC, RS, RJ, PR, PE, CE, AL,• Lei de Informática – Revisão• Incentivos a P&D ANEEL• Incentivos a P&D ANP• Incentivos a P&D ANATEL• Lei do Bem – Incentivos fiscais a produção de Tablets (Cap. IV) – Incentivos fiscais à inovação deverão se estender às Empresas que operam no Regime do Lucro Presumido (Cap. III) @Eduardo Grizendi 2011 8
  9. 9. Novo Marco Legal de P&D&I@Eduardo Grizendi 2011 9
  10. 10. Novo Marco Legal de P&D&I@Eduardo Grizendi 2011 10
  11. 11. Novo Marco Legal de P&D&I@Eduardo Grizendi 2011 11
  12. 12. Novo Marco Legal de P&D&IPequenas empresas poderão ser beneficiadas pela Leido BemPequenas empresas poderão ser beneficiadas pela Lei do Bem " Lei do Bem prevê incentivos fiscais a empresas que desenvolverem inovações tecnológicas. Segundo Heloisa Menezes, secretária do Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o governo irá modificar a chamada Lei do Bem. (Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005) que prevê incentivos fiscais a empresas que desenvolverem inovações tecnológicas, quer na concepção de produtos quer no processo de fabricação e/ou agregação de novas funcionalidades ou características ao produto ou processo. Com as alterações, mais empresas terão direito aos incentivos fiscais previstos na legislação. Uma das mudanças em estudo permitirá que companhias menores recebam redução de tributos para investir em inovação tecnológica. Outro ponto prevê a antecipação dos benefícios fiscais a empresas que iniciarem processo de registro de patentes no exterior. Para o governo, atualmente, a Lei do Bem beneficia apenas as grandes companhias ao restringir a redução de tributos às empresas que declaram Imposto de Renda pelo lucro real. Para estimular os investimentos em inovação tecnológica pelas empresas de menor porte, o governo deve estender o benefício para as que também declaram IR por outro regime, como o do lucro presumido. O Ministério do Desenvolvimento pretende anunciar as alterações na Lei do Bem até o dia 26 de maio. @Eduardo Grizendi 2011 12
  13. 13. Novo Marco Legal de P&D&IInovação UnicampGoverno vai mudar incentivos fiscais para empresas que fazem P&D&IObjetivo é ampliar o número de empresas que podem usar os benefíciosJanaína SimõesO governo federal deve anunciar mudanças na Lei do Bem (11.196/2005), que prevê incentivos fiscais paraas empresas que fazem pesquisa, desenvolvimento e inovação, com o objetivo de ampliar o número defirmas que podem usar os benefícios.Uma das alterações será a permissão de uso dos incentivos para empresas que declaram imposto de renda pelo lucropresumido, prática da maior parte das pequenas empresas no Brasil. Atualmente, a lei só permite a concessão dos incentivospara as companhias que fazem declaração de imposto de renda pelo lucro real.O regime de tributação pelo lucro real representa cerca de 80% da arrecadação da Receita Federal, mas é utilizado somentepor 10% das empresas brasileiras. Outra alteração, informa o jornal O Estado de S. Paulo de 11 de maio, é a antecipação dosbenefícios fiscais para empresas que iniciarem processo de registro de patentes no exterior.As empresas podem receber benefícios fiscais antes de concluir o processo de registro de uma patente no exterior. A revisãoda Lei do Bem integra a Política de Desenvolvimento da Competitividade (PDC), que vai ser anunciada em substituição àPolítica de Desenvolvimento da Produção (PDP).A secretária do Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, HeloisaMenezes, disse ao jornal paulista que a PDC está praticamente pronta, dependendo apenas de alguns ajustes pequenos paraser anunciada. O Ministério do Desenvolvimento trabalhava com o dia 26 de maio para o anúncio, mas, segundo o jornal,interlocutores do governo já não consideram essa data.O atraso se daria porque ainda estão pendentes algumas análises sobre o impacto fiscal das medidas. @Eduardo Grizendi 2011 13
  14. 14. Novo Marco Legal de P&D&I Tele Síntese Regulamento de PD&I pode garantir investimentos de US$ 1,5 b por ano Ter, 17 de Maio de 2011 17:25 por Lúcia BerbertA ideia da Anatel é estipular um percentual maior que 1,5% da ROL das operadoras em investimentos nessa áreaA proposta de regulamento de incentivo a investimento em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I), em elaboração pela Anatel, prevênão apenas o estímulo ao investimento direto das operadoras, mas também em parcerias com as universidades e institutos tecnológicos ou nacompra de equipamentos produzidos no Brasil. Ou seja, por meio de estímulos ao investimento pelas operadoras na indústria eletrônica, aagência quer reduzir os efeitos negativos da importação excessiva de equipamentos de telecom (cerca de 80%) na balança comercial doBrasil.A agência deve estabelecer um índice de investimento mínimo anual para as empresas, disse a superintendente executiva da Anatel, SimoneScholze. Esse valor deve superar 1,5% da receita líquida operacional da empresa. Pelas contas iniciais, esse valor pode chegar a US$ 1,5bilhão por ano.A proposta também prevê a criação de um comitê de acompanhamento das ações das operadoras em prol do PD&I, formado porrepresentantes do governo (Anatel, Minicom, MCT, MDIC e BNDES), associações de prestadoras e de fabricantes, que aplicará um valor acada ação, obedecendo a critérios definidos.A Anatel criará um certificado de excelência em PD&I para as operadoras, que servirá para comprovar a realização de investimentos e deaquisição de produtos nacionais (fabricados no Brasil, independente da origem do capital). A pontuação obtida pelas prestadoras, por sua vez,servirá para compor um ranking, que dará benefícios a elas no ato de concessão de outorgas e autorizações de novos serviços, nas licitaçõesde freqüências, na certificação e homologação de produtos e obtenção de recursos dos fundos setoriais e do BNDES.A proposta já passou pela área técnica da Anatel e está em análise da conselheira Emília Ribeiro. Depois de aprovada no Conselho Diretor daagência e, em seguida, entrará em consulta pública. As linhas gerais do regulamento foram apresentadas no Seminário “Estímulos à PD&I noSetor de Telecomunicações”, realizado nesta terça-feira (17) fruto de parceria entre Anatel e Ipea. @Eduardo Grizendi 2011 14
  15. 15. Oportunidades decorrente do Processo de Inovação nas EmpresasEduardo Grizendi 15
  16. 16. O conceito de Inovação Aberta(“Open Innovation”)@Eduardo Grizendi 2011 16
  17. 17. Caminhos para inovaçãoAs Oportunidades do modelo de Inovação Aberta(“Open Innovation”) Other firm´s market Licence, spin out, divest Our new market Internal technology base Our current market Internal/external venture handling External technology base External technology insourcing/ spin-in Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D, 10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004 @Eduardo Grizendi 2011 17
  18. 18. Exemplo: Plataforma P&G de “Open Innovation”connect + develop@Eduardo Grizendi 2011 18
  19. 19. Caminhos para inovaçãoAs Oportunidades do Modelo de “Open Innovation” Other firm´s market Licence, spin out, divest Our new market Internal technology base Our current market Internal/external venture handling External technology base External technology insourcing/ spin-in Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D, 10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004 @Eduardo Grizendi 2011 19
  20. 20. Aproveitamento do P&D interno em um ambiente de“spillover”de resultados tecnológicosModelo de “Open Innovation” Comercializados (licenciados) paraResultados do P&D interno outras empresas Comercializados (licenciados) para Competências Empresas Nascentes da própria Empresa ou ICT (“Spin-offs”) Softwares Tecnologias não Incorporadas em produtos (bens e patenteáveis serviços) pela Empresa ou ICT Privada e levadas ao mercado Patentes, etc... @Eduardo Grizendi 2011 20
  21. 21. Caminhos para inovaçãoAs oportunidades no Modelo de “Closed Innovation” Empresa Comercialização Modelo Fechado Desenvolvimento Foco em D Pesquisa Desenvolvimento Venturus@Eduardo Grizendi 2011 21
  22. 22. Os Caminhos para inovaçãoAs oportunidades do Modelo de “Open Innovation” + Lei deInovação + Lei do Bem Empresa Licenciamentos Scale up Comercialização Modelo Aberto Desenvolvimento Spin-out Foco em P&D&I Venturus Pesquisa Desenvolvimento Comercialização Oportunidades @Eduardo Grizendi 2011 22
  23. 23. (Modelo Fechado) X (Modelo Aberto + Lei de Inovação+ Lei do Bem Licenciamentos Empresa Scale up Comercialização Comercialização Desenvolvimento Desenvolvimento Spin-out Pesquisa Pesquisa Desenvolvimento Desenvolvimento Venturus Oportunidades@Eduardo Grizendi 2011 23
  24. 24. Os Caminhos para inovaçãoAs oportunidades do Modelo de “Open Innovation” + Lei deInovação + Lei do Bem Other firm´s market Licence, spin out, Our new market divest Internal technology base Our current market Internal/external venture handling External technology base External technology insourcing/ spin-in Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D, 10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004 @Eduardo Grizendi 2011 24
  25. 25. A Importância da Geração de Empresas Nascentes e osProcessos de Inovação por “Spin-in” e “Spin-off”.Estratégia de “Spin-in’s” do Google @Eduardo Grizendi 2011 25
  26. 26. A Importância da Geração de Empresas Nascentes e osProcessos de Inovação por “Spin-in” e “Spin-off”.Exemplo de Aquisição do Facebook @Eduardo Grizendi 2011 26
  27. 27. Os Caminhos para inovaçãoAs oportunidades do Modelo de “Open Innovation” + Leide Inovação + Lei do Bem Other firm´s market Licence, spin out, Our new market divest Internal technology base Our current market Internal/external venture handling External technology base External technology insourcing/ spin-in Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D, 10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004@Eduardo Grizendi 2011 27
  28. 28. Oportunidades decorrentes do contexto tecnológicoEduardo Grizendi 28
  29. 29. Macro tendências para além de 2015Um olhar para a sociedade e as pessoas de amanhã MACRO TRENDS 2015+ Looking at society and tomorrow’s people @Eduardo Grizendi 2011 29
  30. 30. Macro tendências para além de 2015Um olhar para a sociedade e as pessoas de amanhã “Drivers”da sociedade de amanhã: MACRO TRENDS 2015+ Looking at society and 1. GLOBALISATION / GLOCALISATION tomorrow’s people 2. ASIA & NEW ECONOMIES 3. CONVENIENCE TECHNOLOGY 4. CONNECTED 5. SMART TECHNOLOGY 6. TRANSPARENCY 7. GLOBAL SUSTAINERS 8. RETHINKING ENERGY 9. THE CREATIVE CLASS 10.AGEING POPULATION 11.FEMALE EMPOWERMENT 12.HEALTH AND WELLBEING @Eduardo Grizendi 2011 30
  31. 31. Conectividade• Acesso em Fibra• Acesso Móvel Pessoal & Corporativo• Mobile Internet Devices• MVNO (Operadoras Virtuais)• Internet das coisas• Tudo sobre IP (All-IP)• Computação nas nuvens @Eduardo Grizendi 2011 31
  32. 32. ConectividadeAcesso Móvel @Eduardo Grizendi 2011 32
  33. 33. ConectividadeMobile Internet Devices@Eduardo Grizendi 2011 33
  34. 34. MVNO (Operadoras Virtuais)Por que um grande Banco de Varejo teria interesse em uma MNVO?Teleco, 02.AGO.2010 Eduardo Prado“É o varejo que permite uma expansão internacional de fato. Sem ele, as atividades bancárias de atacado não sãosustentáveis no longo prazo.” – Roberto Setubal do Itaú na Revista Isto é sobre internacionalização do seu banco...Vários bancos no mundo têm apostado no aparelho celular como meio de “relacionamento incluindo funções decartão de débito, cartão de crédito, cartão de fidelidade, pagamento de transporte público, pagamento de estádiosde futebol entre entre outras....Os smartphones dominarão o mercado em até cinco anos. Vários fabricantes estão apostando em tecnologia depagamento (tipo NFC) nos seus aparelhos móveis como é o caso da Nokia a partir de 2011 (ver All new Nokiasmartphones to come with NFC from 2011, NFC World, 17.jun.2010)....E aqui surge uma grande oportunidade para um grande Banco de Varejo brasileiro. Qual é então? Implantar umaoperadora móvel virtual (MVNO) – sem necessidade de possuir espectro de freqüência que é uma forte barreira deentrada – para focar na captura de parte destes 50 milhões de “desbancarizados” no nosso país!Isto é possível? Sim a ANATEL vai aprovar a Regulamentação de MVNO no Brasil até Outubro deste ano.E aqui uma pergunta que não quer calar: essa oportunidade de MVNO não poderia ajudar a alavancar o negócio dainternacionalização dos grandes bancos brasileiros? Think deeply about that! @Eduardo Grizendi 2011 34
  35. 35. Internet das coisas @Eduardo Grizendi 2011 35
  36. 36. Tudo sobre IP@Eduardo Grizendi 2011 36
  37. 37. Computação nas nuvens@Eduardo Grizendi 2011 37
  38. 38. Conteúdo• Redes sociais• Entretenimento – Vídeos – TV• M-Services@Eduardo Grizendi 2011 38
  39. 39. ConteúdoA importância das redes sociais@Eduardo Grizendi 2011 39
  40. 40. M-Services@Eduardo Grizendi 2011 40
  41. 41. M-Payment@Eduardo Grizendi 2011 41
  42. 42. M-PaymentMicro-pagamentos & NFCNFC: Os bancos “acordaram” para ele!Eduardo PradoVocê acha que vai demorar muito tempo para você pagar as despesas do seu cotidiano utilizando seu aparelho celular? Seacredita que sim, desculpe mas está redondamente enganado!. Esse dia está mais próximo do que você pensa. Veja aquinesse link como serão seus futuros pagamentos: In2Pay Case for iPhone from DeviceFidelity.A capacidade de portar dinheiro, cartões de débito e crédito, bilhete único de metrô no aparelho celular chama-se m-wallet(ou Mobile Wallet). No Japão onde a m-wallet é utlizada há bastante tempo, ela é conhecida como Osaifu Keitai da NTTDoCoMo (maior cellco japonesa). O mercado varejista americano anda bastante ansioso para ter uma solução de m-walletmassificada (ver Enabling the Mobile Wallet, Sores, Oct.2010).A tecnologia NFC (Near Field Communication) permite o pagamento com seu celular (ou Mobile Payment) através daaproximação de PDV (Terminal de Ponto de Venda ou PoS = Point of Sale) similar aos dispositivos que são utilizados hojepelas redes de captura (de débito e de crédito). É por isto que o NFC é conhecido como tecnologia de proximidade.A disponibilização (e gerenciamento) da m-wallet no celular será um grande diferencial estratégico para as operadoras detelefonia móvel. Aqui temos um “pequenino” problema: Qual seria hein? A m-wallet também interessa aos grandes bancosde varejo e aos “mamutes” do cartão de crédito (Visa e MasterCard), sem falar de outros players como as redes de captura(p. ex., a First Data, a “Cielo” dos EUA).Os próximos anos serão marcados por uma grande disputa (ou contenda, se preferir) para ver quem (playersindividuais e/ou alianças estratégicas) dominará o gigantesco negócio de m-wallet.Para conhecer mais sobre os primeiros passos dessa disputa e ver os movimentos dos bancos (e outros players) atravésda tecnologia NFC, acesse aqui essa matéria inédita do site Convergência Digital:http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=24057&sid=15 @Eduardo Grizendi 2011 42
  43. 43. Conclusões• O Marco Legal está mudando ... para melhor• Oportunidades são tanto em Conectividade quanto em Conteúdo• Oportunidades estão “fervilhando”: ... em TIC, ... em Internet .. em Comunicações móveis ... em M – Services ... em ... @Eduardo Grizendi 2011 43

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