Designação:
Museu Arpad Szenes Vieira da Silva
Localização:
Praça das Amoreiras, 56
1250-020 Lisboa
Horário:

De Segunda-F...
Apresentação:
O Museu/Fundação Arpad Szenes Vieria da Silva é um museu monográfico criado
para albergar a obra dos dois ar...
Arpad Szenes e Vieria da Silva
Missão:
O Decreto-Lei nº. 149/90, de 10 de Maio de 1990, declara a criação da Fundação
como uma instituição de direito pri...
Missão:
2 - Para a realização do seu fim a Fundação promoverá:
a) A criação de um museu destinado à exibição da obra de Vi...
História:
Maria Helena Vieira da Silva, após a morte de Arpad Szenes em 1985, quis fundar
um Centro de Estudos dedicado à ...
Edifício:
O local onde se encontra o museu, o Bairro das Amoreiras remonta à reforma
urbanística ocorrida após o terramoto...
Plano do Bairro das Águas Livres
Casa/Atelier de Vieira da Silva.
Edifício:
Dirigido por José Sommer Ribeiro e Richard Clarke, o projecto de remodelação e
recuperação da Antiga Fábrica de ...
Fachada do museu
Corte do Museu.
Maqueta da obra.
Planta do piso 0.
Planta
Planta
Auditório
1 piso
1 Piso
Auditório
Autoportrait Vieira da Silva e Autoportrait Arpad Szenes
Atelier Lisbonne e Londres
Entrada
Biblioteca
Azulejo Cafetaria, Manuel Cargaleiro.
Peinture
l'infini turbulent
Conversation Bleue
Le Tour de France
Le Retour d’Orphée
Bibliothèque en Feu
Bibliografia:
• RUIVO, Marina; SANTOS, Sandra, “Museu Arpad Szenes Vieira da Silva” in
“Museus de Portugal”, Público, Lisb...
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Museu Arpad Szenes Vieira da Silva

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Pequena apresentação sobre o museu Arpad Szenes Vieira da Silva, onde será dado a conhecer os espaços, a história da fundação e algumas obras.

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  • Guy Weelen (historiador e assistente dos artistas) José (primeiro director da fundação)Câmara Municipal de Lisboa cedeu o espaçoCalouste Gulbenkian pagou a obras de adaptação do museuFundação Luso-Americana para o Desenvolvimento equipou o edificoFundação Cidade de Lisboa encontrou outro lugar para o centro de idosos.
  • Museu Arpad Szenes Vieira da Silva

    1. 1. Designação: Museu Arpad Szenes Vieira da Silva Localização: Praça das Amoreiras, 56 1250-020 Lisboa Horário: De Segunda-Feira a Domingo das 10h às 18h. Encerra à Terça-Feira e Feriados. Contactos: Telefone: 213 880 044/53 Fax: 213 880 039 Email: fasvs@fasvs.pt Site: www.fasvs.pt
    2. 2. Apresentação: O Museu/Fundação Arpad Szenes Vieria da Silva é um museu monográfico criado para albergar a obra dos dois artistas. O edifício escolhido para acolher o espólio foi uma antiga fábrica de tecidos do século XX ligado a uma casa simples pombalina. A decisão foi tomada pela própria Vieira da Silva devido à simplicidade e proporções harmoniosas da construção, embora, a sua localização perto do Jardim das Amoreiras bem como da casa do casal tenha pesado também na sua escolha. A exposição permanente deste museu tem como objectivo mostrar a importância das raízes portuguesas e a sua universialização na obra de Vieira da Silva. De igual modo, mostra-nos o contacto que a artista teve com a cultura parisiense. Procurou-se também mostrar o génio pictório de Arpad Szenes e o seu sacrificío e admiração pela sua mulher.
    3. 3. Arpad Szenes e Vieria da Silva
    4. 4. Missão: O Decreto-Lei nº. 149/90, de 10 de Maio de 1990, declara a criação da Fundação como uma instituição de direito privado e de utilidade pública, e com o dever de demonstrar a importância e o génio artístico de Vieira da Silva e de Arpad Szenes.
    5. 5. Missão: 2 - Para a realização do seu fim a Fundação promoverá: a) A criação de um museu destinado à exibição da obra de Vieira da Silva e de Arpad Szènes, bem como à dos artistas contemporâneos; b) A criação de um centro de documentação e de investigação sobre o trabalho daqueles artistas, com vista a apoiar o estudo da sua obra; c) Exposições, cursos, colóquios, conferências ou manifestações de qualquer outro tipo, sobre temas que contribuam para o aperfeiçoamento da arte contemporânea e para o desenvolvimento da cultura e educação artísticas; d) A edição e a publicação, sob qualquer forma, de obras no domínio história e da crítica da arte do século XX; e) A instituição de prémios e a concessão de subsídios ou bolsas a artistas e estudiosos, com o fim de contribuir para o desenvolvimento da arte e do seu conhecimento; f) O intercâmbio com instituições congéneres nacionais ou estrangeiras no domínio das suas actividades; g) Quaisquer outras actividades que se ajustem à finalidade da Fundação.
    6. 6. História: Maria Helena Vieira da Silva, após a morte de Arpad Szenes em 1985, quis fundar um Centro de Estudos dedicado à obra de Ambos, na sua casa. Guy Weelen e José Sommer Ribeiro assumiram o projecto de criação de um museu. Este projecto haveria ainda de ter o apoio do estado português em 1988 e de outra instiuições: Câmara Municipal de Lisboa; Fundação Calouste Gulbenkian; a Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento; e a Fundação Cidade de Lisboa. A 10 de Maio de 1990 é aprovado o Decreto-Lei nº. 149/90, onde é reconhecida a Fundação como uma instituição de utilidade pública, dotada de personalidade jurídica. As obras para reablitação da Fábrica de Tecidos de Seda começam em 1992 seguindo o projecto de José Sommer Ribeiro e Richard Clarke. O museu foi aberto ao público a 4 de Novembro de 1994.
    7. 7. Edifício: O local onde se encontra o museu, o Bairro das Amoreiras remonta à reforma urbanística ocorrida após o terramoto de 1755. O planeamento resultou de Carlos Mardel, que instalou nesta zona um conjunto de equipamentos e recursos para a produção de sedas. Do mesmo modo, criou um bairro operário de casas simétricas e em banda, este era conhecido por Bairro das Águas Livres. A casa/atelier de Vieira da Silva bem como o museu encontram-se fortemente marcados por esta envolvência, sendo ambos um espelho da reforma realizada pelo marquês de Pombal.
    8. 8. Plano do Bairro das Águas Livres Casa/Atelier de Vieira da Silva.
    9. 9. Edifício: Dirigido por José Sommer Ribeiro e Richard Clarke, o projecto de remodelação e recuperação da Antiga Fábrica de Tecidos de Seda em tudo tentou ser fiel à história, mantendo assim a traça e arquitectura do edifício pré-existente. Para tal tentaram realizar o minímo de alterações possíveis. As obras começaram por ligar a fábrica (1923) e o armazém adjacente por uma estrutura de vidro. A fachada permaneceu intacta, exeptuando o sistema de abertura das janelas. Do mesmo modo, as janelas em nicho e as aberturas arquedas na parede foram mantidas. Apesar de tudo, a nova função do espaço exigiu algumas alterações mais significativas: a ampliação do armazém, de modo a criar uma cave; a abertura e aproveitamento do sótão; e a construção de uma antecâmara à entrada do Museu. Daqui resultou uma nova organização espacial do edifício: uma cave e três pisos superiores, dois dos quais expositivos e o último reservado aos Arquivos e Centro de Documentação.
    10. 10. Fachada do museu
    11. 11. Corte do Museu. Maqueta da obra. Planta do piso 0.
    12. 12. Planta
    13. 13. Planta
    14. 14. Auditório
    15. 15. 1 piso
    16. 16. 1 Piso
    17. 17. Auditório
    18. 18. Autoportrait Vieira da Silva e Autoportrait Arpad Szenes
    19. 19. Atelier Lisbonne e Londres
    20. 20. Entrada
    21. 21. Biblioteca
    22. 22. Azulejo Cafetaria, Manuel Cargaleiro.
    23. 23. Peinture
    24. 24. l'infini turbulent
    25. 25. Conversation Bleue
    26. 26. Le Tour de France
    27. 27. Le Retour d’Orphée
    28. 28. Bibliothèque en Feu
    29. 29. Bibliografia: • RUIVO, Marina; SANTOS, Sandra, “Museu Arpad Szenes Vieira da Silva” in “Museus de Portugal”, Público, Lisboa, 2011. • http://www.fasvs.pt, última vez consultado pelas 18:30 do dia 18 de Dezembro de 2012. • http://www.dre.pt/cgi/dr1s.exe?t=dr&cap=11200&doc=19901228%20&v02=&v01=2&v03=1900-01-01&v04=3000-1221&v05=&v06=&v07=&v08=&v09=&v10=&v11='DecretoLei'&v12=&v13=&v14=&v15=&sort=0&submit=Pesquisar, última vez consultado pelas 18:30 do dia 18 de Dezembro de 2012.

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