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Natureza iluminista 
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A monarquia portuguesa chega ao Brasil 
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Os bastidores da independência 
 Nos 13 anos da família real no Rio de Janeiro, a cidade passou por profundas 
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 Substituição da organização administrativa colonial por um aparelho de Estado 
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A Insurreição Pernambucana 
 “Nobreza” local prejudicada com a chegada da família real. 
 Recessão na economia local 
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 Imediato retorno do rei português à Europa e convocação de uma Assembleia 
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D. Pedro I e o 
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 Revogação do título de príncipe 
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burocratas e alto escalão do exército: 
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O liberalismo no Brasil 
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A Constituição de 1824 
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A abdicação de D. Pedro I 
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A herança portuguesa 
No Primeiro Reinado (1822-1831), o Brasil teve de lidar com algumas heranças 
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Processo emancipatório da américa portuguesa das revoltas ao 1 reinado
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REvoltas separatistas; Processo de Independência do Brasil; Primeiro Reinado.

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Processo emancipatório da américa portuguesa das revoltas ao 1 reinado

  1. 1. Processo emancipatório da América Portuguesa Das revoltas emancipacionistas ao Primeiro Reinado por Edvaldo Pereira Lopes Historiador
  2. 2. Museu Paulista – o famoso museu do Ipiranga do épico grito da independência – São Paulo
  3. 3. D. Pedro I D. Pedro II
  4. 4. D. Pedro I D. Pedro II
  5. 5. Principais revoltas coloniais
  6. 6. A Conjuração Mineira (1789) Caráter separatista Natureza iluminista Capitania de Minas Gerais em decadência Valor mínimo do quinto estipulado pelo governo português não estava mais sendo pago pelos mineradores. Alvará de 1785 Produção paralisada Derrama
  7. 7. Os conspiradores Indivíduos (elite colonial) com formação Ideais iluministas nas universidades europeias Independência das 13 colônias inglesas Exceto Tiradentes Instauração do movimento de separação no mesmo dia em que fosse decretada a derrama.
  8. 8. A devassa Interrupção do plano dos revoltosos Situação de terror na capitania Joaquim Silvério dos Reis denuncia os companheiros em troca do perdão de sua dívida e de prêmio pela lealdade. Abertura das devassas Outubro de 1791: encerramento das investigações e julgamento Onze dos culpados sentenciados à morte, mas apenas Tiradentes é executado.
  9. 9. O mito Tiradentes No período colonial e durante o Império, Tiradentes foi visto como criminoso. Após a Proclamação da República, coroado herói. Alferes Tiradentes, óleo de Washt Rodrigues, século XIX MUSEU HISTÓRICO NACIONAL, RIO DE JANEIRO
  10. 10. O mito Tiradentes Tiradentes, 1893, de Pedro Américo MUSEU MARIANO PROCÓPIO, JUIZ DE FORA
  11. 11. A Conjuração Baiana (1798) Não era um movimento restrito a questões políticas liberais. Participação popular Mudanças revolucionárias de caráter social, abolição da escravidão e dos privilégios de classe Ideais iluministas Momento de insatisfação popular
  12. 12. A Conjuração Baiana (1798) FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL/DRD/DIVISÃO DE ICONOGRAFIA, RIO DE JANEIRO Praça do Hospício de Nossa Senhora da Piedade, Bahia, local onde quatro participantes da Conjuração Baiana foram enforcados em 1798. Gravura de Johann Moritz Rugendas, 1835.
  13. 13. METRÓPOLE Promove AUMENTO DO CONTROLE E DAS TARIFAS Gera CONFLITOS REVOLTA DE VILA RICA CONJURAÇÃO MINEIRA Que se configura como CONFLITO EMANCIPATÓRIO Navegando no módulo
  14. 14. ACERVO ICONOGRAPHIA/JOSÉ LUÍS TINOCO/REPRODUÇÃO A monarquia portuguesa chega ao Brasil Napoleão D. João VI
  15. 15. Os bastidores da independência  Independência associada à chegada da Corte portuguesa ao Rio de Janeiro, em 1808  Brasil: centro das decisões do governo português No cais de Belém, embarque de D. João com a família real para o Brasil BIBLIOTECA NACIONAL, PORTUGAL
  16. 16. Os bastidores da independência  Nos 13 anos da família real no Rio de Janeiro, a cidade passou por profundas transformações urbanas e culturais. Antiga residência da família real portuguesa, o Palácio de São Cristóvão, na Quinta da Boa Vista MARC FERREZ/INSTITUTO MOREIRA SALLES, SÃO PAULO
  17. 17. A inversão brasileira  Substituição da organização administrativa colonial por um aparelho de Estado Infraestrutura de capital europeia Biblioteca Real Gazeta do Rio de Janeiro Missões científicas e artísticas  Adoção de medidas públicas que mudam o perfil político-econômico da colônia.  Revogação do Alvará de 1785  Tratados com a Grã-Bretanha em 1810
  18. 18. A Insurreição Pernambucana  “Nobreza” local prejudicada com a chegada da família real.  Recessão na economia local  Aumento das taxações  Tensão e indignação na aristocracia agrária e entre os homens livres pobres  Reformismo ilustrado português + sentimento antilusitano  Movimento de caráter separatista proclama uma república. Governo provisório Lei Orgânica Maio de 1817: terminou a resistência dos insurretos.
  19. 19. A Revolta do Porto (1820)  Imediato retorno do rei português à Europa e convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte  Insatisfação na burguesia lusitana  D. João retorna a Portugal e deixa seu filho Pedro como príncipe regente. A partida da rainha para Portugal, em 21 de abril de 1821, retratada na obra Viagem Pitoresca e histórica ao Brasil, de Jean-Baptiste Debret.  Ideias iluministas BIBLIOTECA NACIONAL, PORTUGAL
  20. 20. D. Pedro I e o processo de emancipação política  Revogação do título de príncipe regente concedido a D. Pedro  Aristocracia brasileira: favorável ao não cumprimento das ordens de Lisboa MUSEU HISTÓRICO NACIONAL, RIO DE JANEIRO Retrato de D. Pedro I
  21. 21. Divergências entre as elites Partidos Português: comerciantes lusitanos, burocratas e alto escalão do exército: retorno de D. Pedro a Portugal Brasileiro: burocratas, comerciantes, grandes proprietários de terras, advogados e investidores urbanos: respeito à igualdade política e jurídica
  22. 22. O liberalismo no Brasil  Mecanismo contra o despotismo real português  Transformado em instrumento contrário às pretensões radicais de democracia Petição do Fico “Cumpra-se” As exigências das Cortes portuguesas + os interesses coloniais contribuem para o decreto da independência. 7 de setembro de 1822, D. Pedro oficializou a independência do Brasil.
  23. 23. O liberalismo no Brasil Proclamação da Independência, pintura de François – René Moreaux, de 1844 MUSEU IMPERIAL, PETRÓPOLIS
  24. 24. O assentamento das bases do Império brasileiro  O período que se segue à independência foi marcado por grandes agitações políticas.  Estado brasileiro: forma de preservação das prerrogativas de um segmento social elitista O Brasil da Independência
  25. 25. A Constituição de 1824 Estado brasileiro: monarquia constitucional de índole autoritária “liberalismo” moderado D. Pedro I dissolve a Assembleia Constituinte e nomeia um Conselho de Estado, encarregado de redigir uma nova Constituição. Capa da Constituição do Império do Brasil, 1824 ARQUIVO NACIONAL, RIO DE JANEIRO
  26. 26. A Constituição de 1824 Cidadania determinada pela renda anual. Monarquia hereditária constitucional e representativa Manutenção da escravidão Províncias sem autonomia política Quatro poderes políticos: Executivo, Legislativo, Judiciário e Moderador Outorgada em 25 de março de 1824.
  27. 27. A Confederação do Equador Nomeação de governador indesejado para a província de Pernambuco “Prolongamento” da Revolução Pernambucana Ideias republicanas, federativas e antilusitanas
  28. 28. A Guerra da Cisplatina Província anexada ao Brasil em 1820. 1825: revolucionários da Cisplatina se unem na República das Províncias do Rio da Prata. D. Pedro I declara guerra às províncias do rio da Prata.
  29. 29. A abdicação de D. Pedro I Noite das Garrafadas + Espaço político cada vez mais reduzido + Projeto tentador de intervenção na sucessão portuguesa 7 de abril de 1831: D. Pedro I abdica em favor do filho. “Partido brasileiro” chega ao poder.
  30. 30. A herança portuguesa No Primeiro Reinado (1822-1831), o Brasil teve de lidar com algumas heranças deixadas por Portugal. Tratado de 1810 com a Inglaterra Crise econômica

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