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Na questão 234 de “O Livro dos Espíritos”, à qual Marcel Mariano se referiu,Kardec pergunta se existem de fato mundos que ...
Emmanuel Swedenborg (1688-1772), sueco de grande cultura, precursor doEspiritismo, narrou ter recebido revelações espiritu...
Com relação a essas colônias, lembra Eurípedes, deve-se considerar tambémque os Espíritos que habitam a espiritualidade sã...
Richard Simonetti também fala em números altos ao imaginar a quantidadede colônias que podem existir no planeta. Se consid...
sobretudo pela psicografia. Até lá, poderemos até acreditar, mas somentesaberemos com o aval da ciência.        Gerson Sim...
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Colônias Espirituais

  1. 1. COLÔNIAS ESPIRITUAIS Um dos temas mais interessantes e complexos do Espiritismo é o das colônias espirituais. É um assunto que antecede o Espiritismo em milhares de anos, mas que ganhou uma amplitude inédita após as narrativas do livro “Nosso lar”.O conceito de que nosso mundo é composto por várias e diferentes camadas de realidades não é novo. As mais antigas civilizações do planeta já se referiram a isso de diversas maneiras, com descrições que variavam deacordo com as crenças e as culturas que as elaboraram. Da mesma forma, também foram diferentes as maneiras pelas quais asdescrições de outros planos de existência chegaram até os encarnados: visões,revelações, sonhos, êxtases, encontros com entidades superiores, psicografias,canalizações. Os meios mudam, mas muitas vezes as descrições têm muito emcomum. No Espiritismo, as descrições das colônias espirituais – tais como a maisconhecidas de todas, “Nosso Lar” – têm lugar de destaque em muitas obras, sendofornecidas pelos Espíritos para os médiuns. O conhecido divulgador da Doutrina Espírita e autor Richard Simonetticoncorda que essa realidade espiritual envolvendo colônias, cidades ou moradias,está presente nas informações prestadas por médiuns em todas as culturas. Mas, ele diz, sempre de forma nebulosa e fantasiosa. Nunca de forma tãoclara e precisa quantos nos ofereceu André Luiz, pela incomparável mediunidade deChico Xavier. Marcel Mariano, vice-presidente da FEEB (Federação Espírita do Estado daBahia), também destaca a importância da obra “Nosso Lar” (1944, FEB). Ele diz quedevemos entender as colônias espirituais como os aglomerados urbanos situadosfora do plano material no qual se encontram os encarnados. Esses núcleos estão para os espíritos desencarnados como as grandes cidadesestão para nós. Sempre ouvimos essa ou aquela referência a essas colônias, atéporque quem nelas esteve e morou quando na erraticidade traz vaga lembrança,desejoso de para ela voltar quando da desencarnação. Alguns livros do século 19, de natureza mediúnica, já se referiam a taisadensamentos de seres desvestidos do corpo, mas foi tão somente com a obra de“Nosso Lar”, de autoria espiritual de André Luiz, pelo médium Chico Xavier, que oassunto ganhou uma dimensão doutrinária em nosso movimento. Allan Kardec a elas se referiu sutilmente, conforme se pode observar pelaquestão proposta por ele aos Espíritos Codificadores, na questão 234 de “O Livro dosEspíritos”. O dirigente baiano também disse que existe diferença entre as colôniasespirituais citadas no Espiritismo e cidades espirituais semelhantes mencionadas poroutras doutrinas ou religiões. A diferença existe, diz Mariano, e gira em torno do desdobramento, de ondeesta se situa, e como funciona, o que foi feito magistralmente por André Luiz na obrajá referida. As muitas citações deixam claro que elas existem, diferindo apenas pelocanal por onde vazam esses informes, que podem ser genéricos ou específicos.
  2. 2. Na questão 234 de “O Livro dos Espíritos”, à qual Marcel Mariano se referiu,Kardec pergunta se existem de fato mundos que servem de estações ou pontos derepouso aos Espíritos errantes. A resposta é que eles existem, mundosparticularmente destinados aos seres errantes, mundos que podem servir-lhes dehabitação temporária, campos nos quais possam descansar de uma erraticidadedemasiada longa. São, entre os outros mundos, posições intermediárias, graduadas de acordocom a natureza dos Espíritos que a elas podem ter acesso e onde eles gozam demaior ou menor bem-estar. O pesquisador, escritor e médium Eurípedes Kuhl entende que pode haveralguma semelhança entre as cidades citadas pelo Espiritismo e aquelas, por exemplo,da Grande Fraternidade Branca. Não posso afirmar categoricamente que as colôniasespirituais citadas na literatura espírita sejam as mesmas referidas em outras fontes,diz Kuhl. No entanto, nada me objeta refletir e deduzir que sim, de alguma formaassemelham-se, em parte, como a citação de esferas (degraus) espirituais, napsicosfera terrena, nas quais habitam espíritos bons e maus. As diferenças existentes decorrem da diversidade, não só da forma deexpressão humana para registrar acontecimentos, quase sempre eivada deanimismo, mas principalmente em razão da cultura dos diversos povos, ao longo dahistória, além dos fundamentos de cada corrente do pensamento religioso. Via de regra proclamando existência terrena única e “juízo final”, ao passoque a Doutrina dos Espíritos, e não apenas ela, professa a reencarnação – vidassucessivas – como forma individual (por merecimento) de alcançar o progresso morale a felicidade. Baseando-se no livro “Colônias Espirituais”, de Lúcia Loureiro, Eurípedeslevanta exemplos na história de referência a colônias espirituais – tambémchamadas cidades ou moradas espirituais, entre outras designações. Os Egípcios (por volta do ano 2100 a.C.) consideravam que os mortos seriamjulgados diante de Osíris (deus do mundo infernal e juiz dos mortos); daí, os bonsiriam para locais venturosos e os maus, para lugares tenebrosos, sem luz e semalimentos, para sempre. Os Persas (1500 a.C.) proclamavam mais ou menos asmesmas condições dos egípcios, com a diferença de que no fim até os maus sesalvariam. Para os Gregos (500 a 400 a.C.), os bons – os deuses – estavam no Olimpo;quanto aos demais, após a morte haveria um julgamento presidido por “Hades” (umdos 12 deuses do Olimpo, senhor das profundezas subterrâneas, os infernos); osbons iriam para os “Campos Elíseos”, mansão dos bem-aventurados; os ímpios eramatirados ao “Tártaro” (lugar de expiação). Sócrates e Platão filosofavam (intuíam) que as almas, após permanecerempor algum tempo no Hades, retornariam à vida terrena (antecedentes dareencarnação). Jesus declarou sumariamente a existência de “muitas moradas naCasa do meu Pai”. Dante Alighieri (1265–1321), de acordo com o pensamento da idade Média,afirmou, na “Divina Comédia”, que na semana Santa do ano de 1300, desdobrou-seespiritualmente e, após atravessar os nove círculos do inferno, viu como é a vida nomundo do Além.
  3. 3. Emmanuel Swedenborg (1688-1772), sueco de grande cultura, precursor doEspiritismo, narrou ter recebido revelações espirituais. Numa delas, descreveu avisão que teve do mundo espiritual, citando, entre tantos detalhes, a existência decidades, palácios, casas, livros, etc. Eurípedes também se referiu ao fato de Kardec ter tocado levemente no temadas colônias ou cidades espirituais. Allan Kardec, de fato, foi econômico quanto acitações referentes a cidades espirituais, diz Kuhl, no entanto, relacionando aindaoutra questão de “O Livro dos Espíritos”, a de número 86, na qual os Espíritosinformam claramente que “... é incessante a correlação entre o mundo espírita(espiritual) e o mundo material. Segundo Kuhl, infere-se daí que no plano espiritual há cidades e tudo o maisque temos aqui. “Sem pieguismos, minha ilação é que lá tem muito mais do queaqui.” Posteriormente, segundo nos explica Eurípedes, Kardec deixou pequenasnotas sobre habitações espirituais. Por exemplo, na “Revista Espírita”, de agosto de1868, refere-se a cidades na espiritualidade, com comentários sobre habitações emJúpiter, com moradas e edifícios para varias finalidades. E em “O Céu e o Inferno”,registra o depoimento do Espírito da condessa Paula, dando conta das moradasaéreas, iluminadas por cores sublimes. Para Simonetti, ainda que não existam descrições detalhadas sobre colôniasespirituais na obra de Kardec, ele não ignorava sua existência, já que a condiçãogregária, isto é, a necessidade de conviver para evoluir, é uma característica doespírito imortal. Não teria sentido imaginá-lo a viver de forma solitária naespiritualidade. Marcel Mariano entende que Kardec preocupou-se mais com asituação do Espírito no além do que como o lugar em que ele estava situado. O presidente da Funtarso (operadora da Rádio Rio de Janeiro), Gerson SimõesMonteiro, lembra que as revelações dos Espíritos Superiores à humanidade sãograduais e, assim, em 1857 eles não poderiam falar de comunidades de Espíritoshabitando cidades estruturadas em edificações de natureza sólida na atmosferaterrestre. Quando estive pessoalmente com Chico Xavier em sua casa em Uberaba, nosidos de 1980, diz Gerson, ele me contou que quando estava psicografando o livro“Nosso Lar” foi tachado de “médium fascinado”. Ele mesmo estava meio confusocom toda aquela situação. Certa noite, o Espírito André Luiz levou-o em desprendimento num pontobem acima da cidade de “Nosso Lar”, para que ele visse de cima a cidade e pudesseconstatar a realidade do que estava psicografando. E, nesse momento, esclareceu-me ainda que o que ele viu naquela noite está exatamente no mapa desenhado nolivro “Cidade no Além, 1983” pela médium Heigorina Cunha. Essa médium comprovou a existência da cidade em desdobramento espiritualdurante o sono, explica Gerson Simões. Ao despertar no corpo, Heigorina desenhavao que via em suas visitas durante a emancipação de sua alma ao dormir, retratandojardins, avenidas, prédios e até a planta baixa da cidade, que abriga cerca de ummilhão de espíritos desencarnados. Esses desenhos estão reunidos no livro “Cidadeno Além”.
  4. 4. Com relação a essas colônias, lembra Eurípedes, deve-se considerar tambémque os Espíritos que habitam a espiritualidade são agrupados segundo o grauindividual de evolução moral, sintonia, simpatias, objetivos, habilidades, tendências,hábitos, suas necessidades de aprendizado, de evolução moral. Assim, é de seimaginar que podem existir colônias espirituais que reúnam apenas determinadostipos de Espíritos. Podem existir até mesmo colônias “do mal”. Espíritos trevosos, portanto infelizes, explica Kuhl, reunidos em falanges,constroem cidades no mundo espiritual, onde exercem tirania, subjugando incautos.Como por exemplo, citamos o capítulo II da obra “Libertação” (1949, FEB), do autorespiritual André Luiz, com psicografia de Chico Xavier. Ainda, no capítulo XIV a impressionante descrição de uma cidade espiritualestranha, comandada por infortunado quanto poderoso governador: naquela cidaderesidem centenas de milhares de espíritos alienados e doentes. Construções nomundo espiritual, para o bem ou para o mal, obedecem ao manejo da vontade e dopensamento do espírito (O livro dos Médiuns, capítulo VIII e a Gênese, capítulo XIV,item 13). Marcel Mariano segue pela mesma linha de raciocínio, lembrando a mesmaobra “Libertação”, além de “Sexo e Obsessão” (Leal), de Manoel Mirandapsicografado por Divaldo Franco:“Entendemos, à luz dos ensinamentos espíritas, que os Espíritos formam colônias ouaglomerados de convivência no mais além, atraídos pela afinidade de propósitos, desentimentos, o que nos leva a admitir a existência de colônias somente de suicidas,de sexólatras, de toxicômanos, e por aí vai. E, nessa linha de raciocínio, é igualmenteadmissível conceber cidades ou agrupamentos espirituais inteiramente dedicados aomal”. Gerson Simões Monteiro acredita que devam existir milhares de colônias emtorno da Terra, cada uma reunindo Espíritos afins, de acordo com a raça, religião,cultura, progresso moral, etc. “Admitindo-se que em torno da Terra vivam cerca de13 bilhões de Espíritos desencarnados, e dividindo por um milhão, tomando por basea população de “Nosso Lar”, teremos no mínimo 13 mil colônias espalhadas por todaa psicosfera terráquea”. Um exemplo que fundamenta o ponto de vista de Gerson é o livro “Quandose pretende falar da vida” (1984, GEEM), citado por ele. Na obra, “o jovem deformação israelita Roberto Muszkat, desencarnado em 14 de março de 1979, enviou22 mensagens pelo médium Chico Xavier, endereçadas aos seus pais e familiares. Namensagem de 16 de novembro de 1979, relatando para a mãe o seu desligamento docorpo, ele fala da ajuda de seu avô, Moszek Aron, o qual, ao pronunciar as palavras“leshaná habaá bi-Yerushalayim”, tranqüilizou-o, fazendo com que dormisse comouma criança”. Ao acordar, seu avô levou-o ao encontro de outros espíritos amigos e, numareunião, teve a oportunidade de fazer muitas perguntas. Foi assim que ficou sabendoque estava em “Erets Israel” (Terra de Israel), ou Terra do Renascimento, umaprovíncia do espaço terrestre onde se erguia uma cidade luminosa dos profetas. Eleexplicou ainda que não queria dizer que estava numa cidade privilegiada, uma vezque outras nações também possuem essas cidades nas esferas que cercam o planeta.
  5. 5. Richard Simonetti também fala em números altos ao imaginar a quantidadede colônias que podem existir no planeta. Se considerarmos, diz ele, consoanteinformações do médium Chico Xavier, que a população global do planeta é perto de25 bilhões de espíritos em evolução e que estão encarnados aproximadamente 6bilhões e 700 milhões, será fácil concluir que há incontáveis colônias nos vários níveisespirituais do planeta. Para Eurípedes Kuhl, são tantas as citações sobre essas colônias que imaginoinviável quantificá-las. Numa comparação tosca, da qual me penitencio, cito queapenas no Brasil temos mais de cinco mil Municípios, além de uma infinidade depequenos povoados, muitos deles sem registro nos mapas. E no mundo? E quanto a localização dessas colônias, Eurípedes entende quesó pode se saber por dedução. Considerando-se notícias vindas do Plano Maior,parece-me que, na maioria dos casos, a cada cidade terrena há uma correspondenteespiritual, situada logo acima da respectiva psicosfera. Já Marcel Mariano entende que “toda informação que indique o lugar ondeuma colônia está situada, quantos habitantes possui, quantas são e como é suaestrutura político- administrativa, é matéria de fé. Pode ser rejeitada. Ninguém éobrigado a aceitar como verdade uma informação somente porque ela é de origemmediúnica. Sob hipótese alguma vou lançar fora o bom senso que deve presidir meusenso crítico, como nos recomendou Kardec. Posso aceitar essa ou aquela informação, mas não posso prová-lasmaterialmente. É o caso de “Nosso Lar”, que aceitamos genericamente em nossomovimento por estar lastreada pela idoneidade moral de Chico, calcada numa vidaímpar, de abnegação e desinteresse levados ao extremo em favor do próximo.Exercitemos a liberdade de pensamento acima de tudo. Com relação às provas materiais, Eurípedes Kuhl segue pelo mesmo caminhoque Marcel Mariano, entendendo que elas não existem, mas ao mesmo temposalientando que as provas espirituais são infinitas, com lastro na fé raciocinada. Algoassim como um sofisma, ele diz, que me permito: “nunca fui ao Japão, no entantotenho certeza absoluta de que a sua capital é Tóquio”. Simonetti lembra que a prova está no que Kardec chamava de universalidadedos ensinos. Se, por intermédio de vários médiuns confiáveis, diz Simonetti,recebemos notícias idênticas sobre o assunto, temos aí a evidência de que existemcolônias espirituais. Obviamente, é uma prova para quem a aceita. Até hoje há quemnão aceite as evidências de que os americanos foram à Lua e, na Inglaterra, há umasociedade cujos membros não acreditam que a Terra é redonda. Marcel Mariano lembra que fotos obtidas pelo sistema VIDICOM já estãotrazendo aspectos de residências e de abrigos no mundo espiritual. Essa palavra foicriada pelo pesquisador Klaus Schreiber, ao que se sabe em 1985, quando eleidealizou um sistema de comunicação com o mundo dos espíritos outranscomunicação instrumental, com vídeo. Consistia basicamente numa câmera em um tripé filmando a tela de umatelevisão, sintonizada num canal sem imagens. Ou seja, filmava-se o “chuvisco” e,posteriormente, o filme era passado em velocidades menores; em alguns casos, sãodetectadas imagens. Aguardemos, diz Marcel, que esta área da ciência experimental avance umpouco mais e nos traga confirmação desses informes de natureza mediúnica,
  6. 6. sobretudo pela psicografia. Até lá, poderemos até acreditar, mas somentesaberemos com o aval da ciência. Gerson Simões Monteiro lembra que, se Allan Kardec precisasse daconfirmação da ciência sobre a existência da alma ou da reencarnação para publicar“O Livro dos Espíritos”, estaríamos esperando o pronunciamento oficial até hoje.Não podemos perder de vista o aspecto revelador do Espiritismo, ele explica, que seantecipou ao conhecimento humano a respeito da existência da alma, dareencarnação, até mesmo a do perispírito. Um exemplo dessa antecipação propiciada pelo aspecto revelador doEspiritismo, segundo apresenta Gerson, é ocaso da existência de água no solo deMarte. Desde de 1939, ele explica, o espírito “Humberto de Campos”, pelo médiumChico Xavier, no livro “Novas Mensagens”, fala dessa existência. No entanto,somente em 2004, ou seja, 65 anos após a publicação da obra, a NASA apresentou asprimeiras provas químicas e geológicas diretas da existência de água no passado. Agora, em 31 de julho de 2008, com a sonda Phoenix, o cientista WilliamBoynton, da Universidade do Arizona, declarou que eles tinham evidência de gelo. Separa “tocar” em coisas materiais, a ciência humana levou mais de 60 anos, o que dirápara “tocar” coisas da dimensão espiritual, no caso, as colônias espirituais, comotambém chegar à conclusão de que a alma existe e que ela reencarna várias vezes?. É preciso lembrar que Allan Kardec, em “A Gênese”, ao tratar dos Caracteresda Revelação Espírita, esclarece: “A revelação Espírita, por sua natureza, tem umadupla característica: é ao mesmo tempo uma revelação Divina e uma revelaçãocientífica”. Portanto, o ônus da prova das revelações feitas pelos Espiritismo cabe àciência humana, e não ao Espiritismo”. REVISTA ESPIRITISMO E CIÊNCIA – POR GILBERTO SCHOEREDER

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