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Estudo sobre:

   A vontade de Deus e a nossa vontade.




                        Essa frase está correta?
                               (Salmos 37.4)
   Estudo elaborado por João Eduardo Duarte para a EBD do dia 16/12/12 na IPMooca.
A vontade de Deus e a nossa vontade.
                                                   Faça teu
   Deus pode ser resumido a um                      pedido!
   cumpridor de desejos e
   solucionador de problemas
   que é acionado por meios que
   estão ao alcance de quem “afirma
   acreditar” em sua existência,
   poder e bondade?

   “Tu crês que há um só Deus; fazes bem. Também os
           demônios o crêem, e estremecem.”
                                            Tiago 2:19
      Simplesmente acreditar pode não significa nada...
A vontade de Deus e a nossa vontade.

 A fé “Fast-Food”
 Algumas ideias equivocadas:

 •de que Deus se contenta com o
 oferecimento sentimental e
 momentâneo do nosso coração;
 •de que Deus está ao nosso dispor;
 •de que a fé cristã se resume ao culto
 dominical;
 •de que simples declarações de frases de
 fé asseguram nossa salvação;           Os que fazem da religião um
 •de que o mundanismo é aceitável por comércio ridicularizam a
 Deus;                                  Graça divina e tentam reduzir
 •da Graça barata e de uma relação      o ser de Deus a mero gerente
 meramente sentimental com Cristo.      de uma rede de Fast Food de
                                        5ª categoria.
A vontade de Deus e a nossa vontade.


 O coração das pessoas é perverso e
 enganoso - Jeremias 17.9

 O coração das pessoas é a fonte de
 onde procedem os maus
 pensamentos – Mateus 15. 19

 Nós somos maus - Lucas 11.13

 Concupiscência – os desejos
 mundanos do coração humano – 1
 Jo 2. 16.

Como Deus poderia satisfazer os desejos do coração das pessoas se
Ele mesmo diz que o coração do ser humano é enganoso, perverso,
mundano e é a fonte de maus pensamentos?
A vontade de Deus e a nossa vontade.


 A única forma de sermos aceitáveis por Deus é por meio da morte,
 através da cruz... (Mateus 16. 24; João 3.3).

 Ainda que falemos o contrário, o grau do nosso envolvimento
 determina quem é, de fato, o nosso Deus (Mateus 6:24).

 Na maioria das vezes, infelizmente, serve-se ao desprezível "deus"
 dinheiro - o insaciável que condena nações inteiras à miséria - com
 maior devoção, dedicação, esforço e sacrifícios que ao único Deus
 verdadeiro e Criador.

 O único e verdadeiro Deus não divide sua glória com nenhum outro
 "deus" e não aceita as sobras de tempo, de devoção e de recursos
 que o "deus" dinheiro deixa cair por seus tentáculos opressores
 (Isaías 42. 8).
A vontade de Deus e a nossa vontade.


 Então não adianta simplesmente dizer que possui uma fé no Deus
 da Bíblia quando, na verdade, a devoção diária é consagrada a outro
 deus, a outros senhores ou valores diferentes dos valores do Reino
 de Cristo.

 “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e
 amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis
 servir a Deus e a Mamom.” (Mateus 6:24)

 Deus procura adoradores íntegros!
 “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores
 adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a
 tais que assim o adorem. (João 4:23)”
A vontade de Deus e a nossa vontade.
                           O Evangelho não significa acreditar nas pessoas ou
                           no potencial humano. Pelo contrário, Ele revela a
                           completa falência do gênero humano e aponta
                           para a única esperança possível que está na
                           humilhação, tanto da humanidade em reconhecer-
                           se pecadora e carente da Graça divina como na
                           humilhação do próprio Deus em renunciar a sua
                           Glória para se fazer homem em Jesus Cristo e na
                           sua suprema humilhação em se deixar condenar à
                           morte numa cruz como um maldito com a
                           finalidade de salvar sua amada criatura humana
                           para a sua glória.
                           Por isso, o Evangelho aponta a humilhação da cruz
                           como o caminho único possível para a restauração
                           da verdadeira dignidade humana e não existe
                           nenhuma esperança para a humanidade à parte do
                           Evangelho - a boa-nova da salvação operada por
                           Cristo.
A vontade de Deus e a nossa vontade.


 Deus nos promete, por meio da salvação em Cristo, nos dar um novo
 coração (Ezequiel 36.26), um coração segundo sua vontade, que tem
 prazer no Senhor e na sua palavra, um coração que é inclinado à
 vida, à bondade, ao amor, e é este novo coração que terá os desejos
 satisfeitos por Deus (Salmos 37.4).



   “Cria em mim, ó
  Deus, um coração
    puro, e renova
     em mim um
    espírito reto.”
    Salmos 51:10
A vontade de Deus e a nossa vontade.

 A vontade de Deus:

 “Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem
 da vontade do homem, mas de Deus.” (João 1.13)
 “E a vontade do Pai que me enviou é esta: Que nenhum de todos
 aqueles que me deu se perca, mas que o ressuscite no último dia.
 Porquanto a vontade daquele que me enviou é esta: Que todo aquele
 que vê o Filho, e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no
 último dia.” (João 6. 39 -40)
 “E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados
 pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual
 seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12.2)
A vontade de Deus e a nossa vontade.

 A vontade dos servos de Deus:

 “Ensina-me a fazer a tua vontade, pois és o meu Deus. O teu Espírito
 é bom; guie-me por terra plana.” (Salmos 143.10)
 “Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está
 dentro do meu coração.” (Salmos 40.8)
 “Jesus disse-lhes: A minha comida é fazer a vontade daquele que me
 enviou, e realizar a sua obra.” (João 4.34)
 “Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no
 céu...” (Mateus 6.10)
 “Dizendo: Pai, se queres, passa de mim este cálice; todavia não se
 faça a minha vontade, mas a tua.” (Lucas 22.42)
 “Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito
 a vontade de Deus, possais alcançar a promessa.” (Hebreus 10.36)
 “E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa,
 segundo a sua vontade, ele nos ouve.” (1 Joãos 5:14 )
A vontade de Deus e a nossa vontade.

        7 marcas de um coração reto diante de Deus - por J.C. Ryle


 1) Um coração reto é um NOVO coração (Ezequiel 36.26). Não é o
 coração com que a pessoa nasce, mas um coração recebido pelo
 Espírito Santo. É um coração que possui novos sentimentos, novas
 alegrias, novas tristezas, novos desejos, novas esperanças, novos
 medos, novos gostos e novos desgostos. Ele possui novos pontos de
 vista sobre a alma, o pecado, a salvação de Deus, Cristo, a Bíblia, a
 oração, o céu, o inferno, o mundo e a santidade. É como uma fazenda
 com um novo e bom inquilino. “As coisas velhas se passaram. Eis que
 tudo se fez novo” (2 Coríntios 5.17)
A vontade de Deus e a nossa vontade.

        7 marcas de um coração reto diante de Deus - por J.C. Ryle


 2) Um coração reto é um coração QUEBRANTADO e
 CONTRITO(Salmo 51.17). Ele está distante do orgulho, vaidade e
 auto-justificação. Seus antigos pensamentos elevados sobre si
 mesmo estão rachados, quebrados, e despedaçado em átomos. Ele
 se julga como culpado, indigno e corrupto. Sua antiga teimosia,
 inércia e insensibilidade foi destruída, desapareceu, e faleceu. Ele
 não faz mais pouco caso de ofender a Deus. É leve, sensível e
 invejavelmente temeroso de correr para o pecado (2 Reis 22:19). É
 humilde, simples e não vê em si coisa boa.
A vontade de Deus e a nossa vontade.

        7 marcas de um coração reto diante de Deus - por J.C. Ryle


 3) Um coração reto é um coração que CRÊ somente em Cristo como a
 sua salvação, e em que Cristo habita pela fé (Romanos 10.10; Efésios
 3.17). Coloca todas as suas esperanças de perdão e vida eterna na
 expiação, mediação e intercessão de Cristo. É aspergido pelo sangue
 de Cristo para ser purificado da consciência culpada (Hebreus 10.22).
 Assim como a bússola aponta para o norte, este coração se volta para
 Cristo. Ele procura em Cristo a paz diária, a misericórdia e a graça,
 assim como o gira-sol olha para o sol. Encontra em Cristo seu
 sustento diário, assim como Israel foi alimentado com o maná no
 deserto. Ele vê em Cristo uma aptidão especial para suprir todas as
 suas necessidades e exigências. Ele se inclina sobre ele, paira sobre
 ele, constrói sobre ele, para se unir à ele, como médico, tutor, marido
 e amigo.
A vontade de Deus e a nossa vontade.

        7 marcas de um coração reto diante de Deus - por J.C. Ryle


 4) Um coração reto é um coração PURIFICADO (Atos 15.9; Mateus
 5.8). Ele ama a santidade, e odeia o pecado. Ele se esforça
 diariamente para se purificar de toda a imundícia na carne e do
 espírito (2 Cor. 7:1). Ele abomina o que é mau, e se une ao que é
 bom. Ele se deleita na lei de Deus, e possui a lei gravada nele, para
 não esquecê-la (Salmos 119.11). Ele anseia obedecer a lei sempre
 mais, e tem prazer naqueles que amam a lei. Ele ama a Deus e as
 pessoas. Suas afeições são pelas coisas do alto. Ele nunca se sente
 tão leve e feliz como quando é mais santo, e aguarda com expectativa
 o céu com alegria, como o lugar onde a santidade perfeita será
 finalmente alcançada.
A vontade de Deus e a nossa vontade.

        7 marcas de um coração reto diante de Deus - por J.C. Ryle


 5) Um coração reto é um coração que ORA. Ele tem dentro de si “o
 Espírito de adoção pelo qual clamamos: Aba, Pai“(Romanos 8.15).
 Seu sentimento diário é “Seu rosto, Senhor, buscarei“(Salmo 27.8). É
 atraído por uma inclinação habitual de falar com Deus sobre coisas
 espirituais – de forma fraca, muito fraca, e talvez imperfeita – mas é
 preciso falar. Ele considera necessário derramar-se diante de Deus,
 como diante de um amigo, e apresentar diante dele todas as suas
 necessidades e desejos. Diz-lhe todos os seus segredos. Não esconde
 nada. Tentar persuadir uma pessoa a viver sem respirar é como
 convencer o dono de um coração reto a viver sem orar.
 Tentar persuadir uma pessoa a viver sem respirar é como convencer
 o dono de um coração reto a viver sem orar
A vontade de Deus e a nossa vontade.

        7 marcas de um coração reto diante de Deus - por J.C. Ryle


 6) Um coração reto é um coração que sente CONFLITOS dentro
 dele (Gálatas 5.17). Ele encontra dentro de si dois princípios opostos
 disputando o domínio – a carne contra o Espírito, e o Espírito contra a
 carne. Ele sabe por experiência o que Paulo quer dizer quando diz:
 “Eu vejo uma lei nos meus membros guerreando contra a lei da
 minha mente“(Romanos 7.23). O coração enganado não conhece
 nada desta luta. O homem forte mantém o coração enganado como
 seu palácio e seus bens estão em paz (Lucas 11.21). Mas quando o rei
 legítimo toma posse do coração, começa uma luta que nunca termina
 até a morte. O coração reto pode ser conhecido por sua luta, tanto
 quanto pela sua paz.
A vontade de Deus e a nossa vontade.

        7 marcas de um coração reto diante de Deus - por J.C. Ryle

 7) Um coração reto é HONESTO, NÃO DIVIDIDO, e
 VERDADEIRO (Lucas 8.15; 1 Crônicas 12.33; Hebreus 10.22). Não há
 nada de falsidade, hipocrisia, ou fingimento nele. Não é duplo ou
 dividido. É realmente o que professa ser, sente o que professa sentir,
 e crê no que professa crer. Sua fé pode ser fraca. Sua obediência
 pode ser muito imperfeita. Mas uma coisa sempre vai distinguir o
 coração reto. Sua religião é real, verdadeira, profunda e sincera.
A vontade de Deus e a nossa vontade.




   “Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova
       em mim um espírito reto.” (Salmos 51.10)


  “Digo, porém: andai no Espírito e jamais satisfareis
         à concupiscência da carne.” (Gl 5. 16)

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A vontade de Deus e a nossa vontade

  • 1. Estudo sobre: A vontade de Deus e a nossa vontade. Essa frase está correta? (Salmos 37.4) Estudo elaborado por João Eduardo Duarte para a EBD do dia 16/12/12 na IPMooca.
  • 2. A vontade de Deus e a nossa vontade. Faça teu Deus pode ser resumido a um pedido! cumpridor de desejos e solucionador de problemas que é acionado por meios que estão ao alcance de quem “afirma acreditar” em sua existência, poder e bondade? “Tu crês que há um só Deus; fazes bem. Também os demônios o crêem, e estremecem.” Tiago 2:19 Simplesmente acreditar pode não significa nada...
  • 3. A vontade de Deus e a nossa vontade. A fé “Fast-Food” Algumas ideias equivocadas: •de que Deus se contenta com o oferecimento sentimental e momentâneo do nosso coração; •de que Deus está ao nosso dispor; •de que a fé cristã se resume ao culto dominical; •de que simples declarações de frases de fé asseguram nossa salvação; Os que fazem da religião um •de que o mundanismo é aceitável por comércio ridicularizam a Deus; Graça divina e tentam reduzir •da Graça barata e de uma relação o ser de Deus a mero gerente meramente sentimental com Cristo. de uma rede de Fast Food de 5ª categoria.
  • 4. A vontade de Deus e a nossa vontade. O coração das pessoas é perverso e enganoso - Jeremias 17.9 O coração das pessoas é a fonte de onde procedem os maus pensamentos – Mateus 15. 19 Nós somos maus - Lucas 11.13 Concupiscência – os desejos mundanos do coração humano – 1 Jo 2. 16. Como Deus poderia satisfazer os desejos do coração das pessoas se Ele mesmo diz que o coração do ser humano é enganoso, perverso, mundano e é a fonte de maus pensamentos?
  • 5. A vontade de Deus e a nossa vontade. A única forma de sermos aceitáveis por Deus é por meio da morte, através da cruz... (Mateus 16. 24; João 3.3). Ainda que falemos o contrário, o grau do nosso envolvimento determina quem é, de fato, o nosso Deus (Mateus 6:24). Na maioria das vezes, infelizmente, serve-se ao desprezível "deus" dinheiro - o insaciável que condena nações inteiras à miséria - com maior devoção, dedicação, esforço e sacrifícios que ao único Deus verdadeiro e Criador. O único e verdadeiro Deus não divide sua glória com nenhum outro "deus" e não aceita as sobras de tempo, de devoção e de recursos que o "deus" dinheiro deixa cair por seus tentáculos opressores (Isaías 42. 8).
  • 6. A vontade de Deus e a nossa vontade. Então não adianta simplesmente dizer que possui uma fé no Deus da Bíblia quando, na verdade, a devoção diária é consagrada a outro deus, a outros senhores ou valores diferentes dos valores do Reino de Cristo. “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom.” (Mateus 6:24) Deus procura adoradores íntegros! “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. (João 4:23)”
  • 7. A vontade de Deus e a nossa vontade. O Evangelho não significa acreditar nas pessoas ou no potencial humano. Pelo contrário, Ele revela a completa falência do gênero humano e aponta para a única esperança possível que está na humilhação, tanto da humanidade em reconhecer- se pecadora e carente da Graça divina como na humilhação do próprio Deus em renunciar a sua Glória para se fazer homem em Jesus Cristo e na sua suprema humilhação em se deixar condenar à morte numa cruz como um maldito com a finalidade de salvar sua amada criatura humana para a sua glória. Por isso, o Evangelho aponta a humilhação da cruz como o caminho único possível para a restauração da verdadeira dignidade humana e não existe nenhuma esperança para a humanidade à parte do Evangelho - a boa-nova da salvação operada por Cristo.
  • 8. A vontade de Deus e a nossa vontade. Deus nos promete, por meio da salvação em Cristo, nos dar um novo coração (Ezequiel 36.26), um coração segundo sua vontade, que tem prazer no Senhor e na sua palavra, um coração que é inclinado à vida, à bondade, ao amor, e é este novo coração que terá os desejos satisfeitos por Deus (Salmos 37.4). “Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto.” Salmos 51:10
  • 9. A vontade de Deus e a nossa vontade. A vontade de Deus: “Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.” (João 1.13) “E a vontade do Pai que me enviou é esta: Que nenhum de todos aqueles que me deu se perca, mas que o ressuscite no último dia. Porquanto a vontade daquele que me enviou é esta: Que todo aquele que vê o Filho, e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.” (João 6. 39 -40) “E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12.2)
  • 10. A vontade de Deus e a nossa vontade. A vontade dos servos de Deus: “Ensina-me a fazer a tua vontade, pois és o meu Deus. O teu Espírito é bom; guie-me por terra plana.” (Salmos 143.10) “Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração.” (Salmos 40.8) “Jesus disse-lhes: A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou, e realizar a sua obra.” (João 4.34) “Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu...” (Mateus 6.10) “Dizendo: Pai, se queres, passa de mim este cálice; todavia não se faça a minha vontade, mas a tua.” (Lucas 22.42) “Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa.” (Hebreus 10.36) “E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve.” (1 Joãos 5:14 )
  • 11. A vontade de Deus e a nossa vontade. 7 marcas de um coração reto diante de Deus - por J.C. Ryle 1) Um coração reto é um NOVO coração (Ezequiel 36.26). Não é o coração com que a pessoa nasce, mas um coração recebido pelo Espírito Santo. É um coração que possui novos sentimentos, novas alegrias, novas tristezas, novos desejos, novas esperanças, novos medos, novos gostos e novos desgostos. Ele possui novos pontos de vista sobre a alma, o pecado, a salvação de Deus, Cristo, a Bíblia, a oração, o céu, o inferno, o mundo e a santidade. É como uma fazenda com um novo e bom inquilino. “As coisas velhas se passaram. Eis que tudo se fez novo” (2 Coríntios 5.17)
  • 12. A vontade de Deus e a nossa vontade. 7 marcas de um coração reto diante de Deus - por J.C. Ryle 2) Um coração reto é um coração QUEBRANTADO e CONTRITO(Salmo 51.17). Ele está distante do orgulho, vaidade e auto-justificação. Seus antigos pensamentos elevados sobre si mesmo estão rachados, quebrados, e despedaçado em átomos. Ele se julga como culpado, indigno e corrupto. Sua antiga teimosia, inércia e insensibilidade foi destruída, desapareceu, e faleceu. Ele não faz mais pouco caso de ofender a Deus. É leve, sensível e invejavelmente temeroso de correr para o pecado (2 Reis 22:19). É humilde, simples e não vê em si coisa boa.
  • 13. A vontade de Deus e a nossa vontade. 7 marcas de um coração reto diante de Deus - por J.C. Ryle 3) Um coração reto é um coração que CRÊ somente em Cristo como a sua salvação, e em que Cristo habita pela fé (Romanos 10.10; Efésios 3.17). Coloca todas as suas esperanças de perdão e vida eterna na expiação, mediação e intercessão de Cristo. É aspergido pelo sangue de Cristo para ser purificado da consciência culpada (Hebreus 10.22). Assim como a bússola aponta para o norte, este coração se volta para Cristo. Ele procura em Cristo a paz diária, a misericórdia e a graça, assim como o gira-sol olha para o sol. Encontra em Cristo seu sustento diário, assim como Israel foi alimentado com o maná no deserto. Ele vê em Cristo uma aptidão especial para suprir todas as suas necessidades e exigências. Ele se inclina sobre ele, paira sobre ele, constrói sobre ele, para se unir à ele, como médico, tutor, marido e amigo.
  • 14. A vontade de Deus e a nossa vontade. 7 marcas de um coração reto diante de Deus - por J.C. Ryle 4) Um coração reto é um coração PURIFICADO (Atos 15.9; Mateus 5.8). Ele ama a santidade, e odeia o pecado. Ele se esforça diariamente para se purificar de toda a imundícia na carne e do espírito (2 Cor. 7:1). Ele abomina o que é mau, e se une ao que é bom. Ele se deleita na lei de Deus, e possui a lei gravada nele, para não esquecê-la (Salmos 119.11). Ele anseia obedecer a lei sempre mais, e tem prazer naqueles que amam a lei. Ele ama a Deus e as pessoas. Suas afeições são pelas coisas do alto. Ele nunca se sente tão leve e feliz como quando é mais santo, e aguarda com expectativa o céu com alegria, como o lugar onde a santidade perfeita será finalmente alcançada.
  • 15. A vontade de Deus e a nossa vontade. 7 marcas de um coração reto diante de Deus - por J.C. Ryle 5) Um coração reto é um coração que ORA. Ele tem dentro de si “o Espírito de adoção pelo qual clamamos: Aba, Pai“(Romanos 8.15). Seu sentimento diário é “Seu rosto, Senhor, buscarei“(Salmo 27.8). É atraído por uma inclinação habitual de falar com Deus sobre coisas espirituais – de forma fraca, muito fraca, e talvez imperfeita – mas é preciso falar. Ele considera necessário derramar-se diante de Deus, como diante de um amigo, e apresentar diante dele todas as suas necessidades e desejos. Diz-lhe todos os seus segredos. Não esconde nada. Tentar persuadir uma pessoa a viver sem respirar é como convencer o dono de um coração reto a viver sem orar. Tentar persuadir uma pessoa a viver sem respirar é como convencer o dono de um coração reto a viver sem orar
  • 16. A vontade de Deus e a nossa vontade. 7 marcas de um coração reto diante de Deus - por J.C. Ryle 6) Um coração reto é um coração que sente CONFLITOS dentro dele (Gálatas 5.17). Ele encontra dentro de si dois princípios opostos disputando o domínio – a carne contra o Espírito, e o Espírito contra a carne. Ele sabe por experiência o que Paulo quer dizer quando diz: “Eu vejo uma lei nos meus membros guerreando contra a lei da minha mente“(Romanos 7.23). O coração enganado não conhece nada desta luta. O homem forte mantém o coração enganado como seu palácio e seus bens estão em paz (Lucas 11.21). Mas quando o rei legítimo toma posse do coração, começa uma luta que nunca termina até a morte. O coração reto pode ser conhecido por sua luta, tanto quanto pela sua paz.
  • 17. A vontade de Deus e a nossa vontade. 7 marcas de um coração reto diante de Deus - por J.C. Ryle 7) Um coração reto é HONESTO, NÃO DIVIDIDO, e VERDADEIRO (Lucas 8.15; 1 Crônicas 12.33; Hebreus 10.22). Não há nada de falsidade, hipocrisia, ou fingimento nele. Não é duplo ou dividido. É realmente o que professa ser, sente o que professa sentir, e crê no que professa crer. Sua fé pode ser fraca. Sua obediência pode ser muito imperfeita. Mas uma coisa sempre vai distinguir o coração reto. Sua religião é real, verdadeira, profunda e sincera.
  • 18. A vontade de Deus e a nossa vontade. “Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto.” (Salmos 51.10) “Digo, porém: andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne.” (Gl 5. 16)