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• Parlamentarismo                    • Presidencialismo
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A imprensa “livre” noticia:
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A repressão• Jun/1964 criação do SNI-     •   Lei da Greve.  Serviço     Nacional    de   •   Reforma da CLT.  Informação ...
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As eleições de 1965 e os Atos            institucionais 2, 3 e 4.• Ato institucional No 2:         • AI 3:• Institui o bip...
A ascensão dos “linha dura”: O         governo Costa e Silva• A radicalização política – “A frente  ampla”, os sindicatos ...
O funeral de Edson Luís
O Ato Institucional 5.• Inicia a 2ª fase: a “ditadura escancarada”, “os  anos de chumbo”, “anos rebeldes”, etc.
Pra não dizer que não falei das flores-          Geraldo Vandré.
Paro dia da aula(Sob o ritmo de “para não dizer que não falei das flores”)
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Jango e ditadura

Slide utilizado nas aulas de 05-12-09-2012 na turmas 201-r Ação 1. De autoria do Prof. Lamarão

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Jango e ditadura

  1. 1. O fim do período democrático e a ditadura militar História do Brasil – 2º ano Prof. Lamarão
  2. 2. O governo Jânio Quadros (revisão)• Contexto político- econômico: • Percebendo o seu enfraquecimento• Forte crise econômica (dívida político e a resistência que sofria o pública e inflação). seu vice pelos setores mais conservadores, Jânio tenta uma• Oposição tem maioria parlamentar movimentação política que se (PSD-PTB), enquanto o maior revelou equivocada: renuncia a partido de sustentação do governo presidência na esperança de ser vai, aos poucos, se afastando de reconduzido ao cargo, agora com Jânio Quadros, pois Jânio uma concentração maior de poder no estabelece uma política externa Executivo. independente com relação a Guerra • A UDN, principal possível interessada Fria. Concede a medalha Cruzeiro na recondução de Jânio ao poder, do Sul para “Che” Guevara ao prefere maquinar uma mesmo tempo que, no plano movimentação política para impedir interno, é simpático a Reforma João Goulart- que estava em visita à Agrária China Comunista - de assumir a presidência.
  3. 3. Charges de época• O suicídio político de Jânio Quadros ou a renúncia a presidência
  4. 4. O governo João Goulart (JANGO) • A solução parlamentarista e o retorno ao• A rede da legalidade e a presidencialismo condução de Jango a • Diante do impasse, o Congresso assume presidência: uma posição intermediária, de compromisso. Conduz João Goulart a• O governo Jango começa neste presidência, mas modifica a forma de clima de tensão: de um lado governo no Brasil que passa a ser setores das sociedade e a própria parlamentarista com o “acordo” de que houvesse um plebiscito de consulta a Constituição indicavam ser ele o população em 1965. Os aliados de JANGO ocupante da presidência (por ser queriam a antecipação do plebiscito. o vice-presidente), de outro Tancredo Neves foi o primeiro a ocupar o setores que conspiravam para cargo de 1º Ministro mas sai para disputar a eleição de 1962. Depois de alguma que ele não assumisse. Montou- disputa é indicado Brochado da Rocha, se uma “rede” de apoio para que pelo PSD gaúcho, que foi responsável pelo Jango assumisse o cargo, adiantamento do plebiscito para janeiro envolvendo personalidades de 1963. o resultado do plebiscito foi uma massiva vitória em favor do políticas, militares, intelectuais, presidencialismo ( aproximadamente sindicatos, UNE etc. chamada 77,8%). “REDE DA LEGALIDADE” cuja figura de maior destaque seria Leonel de Moura Brizola.
  5. 5. • Parlamentarismo • Presidencialismo
  6. 6. Os movimentos sociais• No campo: • Na cidade:• Movimento camponês- as • Juventude Universitária Ligas camponesas, a Católica (AP). Igreja e o PCB. • UNE- União Nacional dosLuta pela reforma agrária. Estudantes.1963- Estatuto do • Movimento Sindical – Trabalhador Rural (“CLT crescimento das greves, do campo”) greves políticas, criação da CGT. • 1958-31 greves. • 1963-172 greves.
  7. 7. O projeto de Jango para o Brasil• Buscou, através das reformas de base, formar uma aliança que se assentasse no Estado como motor do desenvolvimento que privilegiasse a burguesia nacional ao mesmo tempo em que concedia direitos a classe trabalhadora organizada. Neste sentido, prejudicou o interesse do capitalismo estrangeiro bem como os seus representantes internos e sofreu forte resistência das Forças Armadas: primeiro pela grande influencia que estas recebiam do Exército estadunidense e segundo pela opinião corrente de que JANGO não teria pulso pra controlar a massa trabalhadora.
  8. 8. Planos econômicos• Planos Trienais – planos de • As tensões aumentam: planejamento de investimento do Estado na economia a cada três anos. • Os setores de direita se• e Reformas de Base : organizam no IPES (instituto de pesquisa e estudos sociais),• 1. social: reforma agrária, IBAD (Instituto brasileiro de reforma urbana Ação democrática) e ESG• 2. Política: extensão do direito (Escola Superior de Guerra). – de voto aos analfabetos e ao doutrina de segurança baixo escalão militar. nacional. O golpe militar é tramado, portanto, por setores civis e militares. • Os setores de esquerda se organizam: PCB, PCdoB, sindicatos, CGT, ligas camponesas, UNE, etc.
  9. 9. O fim do governo Jango• João Goulart aposta, então, na política de massas utilizando-se de comícios e decretos para implementar as reformas de base, buscava fortalecer o que ficou conhecido de dispositivos: militar e sindical .
  10. 10. A imprensa “livre” noticia:
  11. 11. Fatores que determinaram o Golpe de Estado civil- militar.• A quebra da hierarquia na • E a imprensa “livre” Marinha e a crise militar. noticia(2):• As reformas de base e o temor da elite conservadora brasileira. (a marcha da família).• A guerra fria e a operação Condor.• Goulart decide não resistir.
  12. 12. A ditadura militar e os Atos Institucionais:• Linhas duras vs. moderados • AI -1 :• 1ª fase: a ditadura • o presidente pode caçar o disfarçada. mandato de deputados e• Castelo Branco Moderado senadores.• 1º governo • O presidente pode demitir• O golpe passa a ser os servidores públicos. chamado de “revolução • Eleição indireta para democrática”. presidente.• As mudanças nas • Com isto, iniciou-se um Instituições e direitos doloroso processo de constitucionais passaram a perseguição aos adversários ser realizadas pelos Atos do regime com diversas Institucionais .(AI´s) prisões e torturas.
  13. 13. A repressão• Jun/1964 criação do SNI- • Lei da Greve. Serviço Nacional de • Reforma da CLT. Informação . • Criação do FGTS.• 1º de abril - a UNE é • invadida e incendiada. Criação do Banco Nacional Habitação.• Fechamento e intervenção dos sindicatos. • Contudo, como algumas• Repressão no campo. instituições democráticas• 49 juízes expurgados e 50 ainda foram mantidas, foi possível haver, ainda, parlamentares caçados, uma radicalização política somente em 1964.
  14. 14. O programa de ação econômica do governo (PAEG)• Objetivava o controle da • Outras medidas: dívida pública e da • Estatuto da Terra. inflação. • “Arrocho” salarial.• Três eixos: • Lei da remessa de lucro .• 1. Contenção dos salários (reajustes menores que a inflação)• 2. diminuição dos gastos públicos.• 3. aumento de impostos.
  15. 15. As eleições de 1965 e os Atos institucionais 2, 3 e 4.• Ato institucional No 2: • AI 3:• Institui o bipartidarismo: • Determinou que a eleições MDB (PTB/PSD) vs. Arena para governadores seriam (UDN/PSD). indiretas.• Instituiu o decreto-lei. • AI 4:• Estabeleceu em definitivo a • Aumentava ainda mais a eleição indireta para concentração de poder no presidente. Executivo. • Constituição de 1967: • Incorpora as diversas modificações a Constituição além de diminuir a autonomia dos Estados.
  16. 16. A ascensão dos “linha dura”: O governo Costa e Silva• A radicalização política – “A frente ampla”, os sindicatos e o movimento estudantil (comícios relâmpagos, passeatas)• Assassinato de Edson Luis (28/03/1968) e a Passeata dos 100 mil.• Discurso do Márcio Moreira Alves
  17. 17. O funeral de Edson Luís
  18. 18. O Ato Institucional 5.• Inicia a 2ª fase: a “ditadura escancarada”, “os anos de chumbo”, “anos rebeldes”, etc.
  19. 19. Pra não dizer que não falei das flores- Geraldo Vandré.
  20. 20. Paro dia da aula(Sob o ritmo de “para não dizer que não falei das flores”)

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