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PENÍNSULA IBÉRICA
Região Norte
Viana do Castelo
Braga
Vila Real
Bragança
Porto
Região Centro
Aveiro
Viseu
Guarda
Coimbra
Leiria
Castelo Branco
Região de Lisboa e Vale do Tejo
Lisboa
Santarém
Alentejo
Setúbal
Portalegre
Évora
Beja
Algarve
Faro
Açores
Madeira
DISTRITOS DE PORTUGAL
Açores
Madeira
Tem uma população de 59 638 habitantes e
uma densidade populacional de 197,8
habitantes por quilómetro quadrado. Rico
em termos paisagísticos, para o que
contribuem decisivamente as serras do
Marão e Aboboreira e o rio Tâmega, o
concelho de Amarante reúne também um
conjunto notável de edifícios e
monumentos.
Miranda do Douro, Cidade da província de
Trás-os-Montes, sede de concelho e do
distrito de Bragança.
Está situada na parte mais meridional da
província, sobre a margem direita do rio
Douro, que a separa da província de Leão,
Espanha, em terreno montanhoso e
alcantilado.
Braga é das mais antigas cidades
portuguesas e uma das cidades
cristãs mais antigas do mundo;
fundada no tempo dos romanos
como Bracara Augusta, conta com
mais de 2000 anos de História como
cidade. Situada no Norte de
Portugal, mais propriamente no
Vale do Cávado, Braga possui cerca
de 174 mil habitantes, sendo o
centro da Grande Área
Metropolitana do Minho (GAM),
com cerca 800 mil habitantes.
É uma cidade cheia de cultura e
tradições, onde a História e a
religião vivem lado a lado com a
indústria tecnológica e a vida
boémia universitária.
Guimarães é uma cidade portuguesa
situada no Distrito de Braga, região Norte
e subregião do Ave (uma das subregiões
mais industrializadas do país), com uma
população de 52 182 habitantes,
repartidos por uma malha urbana de 23,5
km², em 20 freguesias e com uma
densidade populacional de 2 223,9
habkm².É sede de um município com
242,85 km² de área e 162 572 habitantes
(2006), subdividido em 69 freguesias,
sendo que a maioria da população reside
na cidade e na sua zona periférica.
É uma cidade histórica, com um papel
crucial na formação de Portugal, e que
conta já com mais de um milénio desde a
sua formação, altura em que era
designada como Vimaranes
A construção da ponte teve início em 1880
e demorou 7 anos a ser construída.
Inaugurou-se no ano de 1887. O arco mede
172 m de corda e 44,6 m de flecha. Foi
autor o sócio do Engº Eiffel, Teófilo Seyrig.
Veio substituir a ponte pensil existente no
local. Acaba de sofrer obras de adaptação e
reforço para ser utilizada pelo Metro da
cidade do Porto. Em 2 de Agosto de 2005, o
Metro passou pela primeira vez sobre a
ponte, numa viagem experimental.
Lugar de contrastes, na Ribeira convivem as
duas realidades. Uma é ponto de partida de
todos os city tours e cruzeiros que sulcam as
águas num sobe-e-desce incansável, imagem
de cartão-postal onde a cada dia se
multiplicam as esplanadas, as lojas de vinhos e
os restaurantes e a parte mais conhecida da
zona classificada pela UNESCO como
Património da Humanidade. É a sua face solar,
alegre e curiosa, observada por um enxame de
olhos e câmaras voltadas para as frontarias ora
pintadas de cores fortes, ora cobertas por
azulejos, com a lentidão do rio, o alvoroço das
pombas e a fruta enclausurada em caixotes
entre as mesas dos cafés.
Crescida nas confluências dos rios
Corgo e Cabril, a cidade está
enquadrada numa bela paisagem
natural que tem como pano de fundo
as serras do Marão e Alvão. Ao longo
de mais de setecentos anos de
existência, Vila Real ganhou os
contornos que tem hoje, uma cidade
de belos monumentos, onde se
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nobres, com os seus brasões bem à
vista, algo que levou a que, outrora,
fosse conhecida como a Corte de Trás-
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capital do Distrito de Coimbra,
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aproximadamente 148.474
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conta com os cerca de 20.000
estudantes e 40.000 pessoas de
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seu posto de trabalho em Coimbra. O
perímetro urbano cidade de Coimbra
abrange uma população superior a
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numa das maiores cidades do país.
A tradição de queimar as fitas remonta à década de
50 do século XIX. Há notícias desta época em que
grupos de estudantes que, vendo-se passados nos
exames do 4º. Ano, se juntavam por faculdade à
Porta Férrea e faziam um cortejo até ao Largo da
Feira e aí as fitas tinham um fim: eram queimadas
numa pequena cova no chão onde ardia um pequeno
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fins do século XIX), nos Centenários que entre 1880 e
1898 homenageavam diversas figuras e factos, no
Centenário da Sebenta e Enterro do Grau.
O acto de queimar as fitas é anterior à própria festa
da Queima das Fitas. As "festas do ponto" serviam
para assinalar o final do ano lectivo e a emancipação
dos caloiros.
A Figueira da Foz fica, portanto, situada no
litoral atlântico, junto à foz do Rio
Mondego, e é um dos centros turísticos
mais importantes de Portugal, com um
dos maiores casinos do país e único na
região Centro, uma praça de touros, um
enorme areal com equipamentos lúdicos e
desportivos, onde por diversas vezes já se
realizou o Mundialito de Futebol de Praia
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Frizzbee (jogo do disco) e uma animada
vida nocturna.
Serra da Estrela é a maior elevação de
Portugal Continental, e a segunda maior
em território da República Portuguesa
(apenas o Pico, nos Açores, a supera). Tem
1993 metros de altitude e está situada
entre os municípios de Seia e Covilhã.
A real altitude da serra da Estrela, no seu
cume, a Torre, é de 1993 m, conforme
rectificações introduzidas por medições
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Exército, já surgidas em folha à escala
1:25.000 que editou em 1993 (folha de
Seia). Assim, a altitude correntemente
aceite de 1991 m, ainda muito divulgada,
deve ser abandonada. Para completar os
2000 m foi construida uma torre de 7 m.
Diz a lenda popular e romântica que a cidade
de Lisboa foi fundada pelo herói grego Ulisses,
e que tal como Roma o seu povoado original
foi rodeado por sete colinas. Recentemente
foram feitas descobertas arqueológicas perto
do Castelo de São Jorge e da Sé de Lisboa que
comprovam que a cidade terá sido fundada
pelos fenícios cerca de 1200 a.C.. Nessa época
os fenícios viajavam até às Ilhas Scilly e à
Cornualha, na Grã-Bretanha, para comprar
estanho. Foi fundada uma colónia, chamada
Alis Ubbo, que significa "enseada amena" em
fenício, provavelmente afilhada à grande
cidade de Tiro, hoje no Líbano.
A Torre de Belém é um dos mais
expressivos monumentos da cidade de
Lisboa. Localiza-se na margem direita
do rio Tejo, onde existiu outrora a praia
de Belém. Inicialmente cercada pelas
águas em todo o seu perímetro,
progressivamente foi envolvida pela
praia, até se incorporar hoje à terra
firme.
Classificada como Património Mundial
pela UNESCO, em 7 de Julho de 2007 foi
eleita como uma das Sete maravilhas de
Portugal.
Monumento à riqueza dos Descobrimentos,
o Mosteiro dos Jerónimos situa-se em
Belém, Lisboa, à entrada do Rio Tejo.
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manuelina e o mais notável conjunto
monástico do século XVI em Portugal e uma
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geométrico, virada para o rio Tejo. Os
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símbolos da arte da navegação e de
esculturas de plantas e animais exóticos.
O monumento é considerado património
mundial pela UNESCO, e em 7 de Julho de
2007 foi eleito como uma das sete
maravilhas de Portugal.
O Oceanário de Lisboa é um museu de biologia
marinha situado no Parque das Nações em
Lisboa, Portugal, construído no âmbito da Expo
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Este pavilhão, da autoria do arquitecto norte-
americano Peter Chermayeff, lembra um porta-
aviões e está instalado num cais rodeado de
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habitantes marinhos.
Os habitats escolhidos, pela sua riqueza natural
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A principal atracção, para a maior parte dos
visitantes, é o grande tanque central, onde
coexistem várias espécies de peixes como
tubarões, barracudas, raias, atuns e pequenos
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O Palácio da Pena. ou «Castelo da Pena»
como na gíria popular é mais conhecido,
constitui o mais completo e notável
exemplar da arquitectura portuguesa do
Romantismo. Está situado num dos cumes
fragosos da Serra de Sintra e integra-se de
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potencialidades estéticas do projecto. O
Palácio remonta a 1839, quando o rei
consorte D. Fernando II de Saxe Coburgo-
Gotha (1816-1885) adquiriu as ruínas do
Mosteiro Jerónimo de Nossa Senhora da
Pena e iniciou a sua adaptação a palacete,
segundo a sua apurada sensibilidade de
romântico.
Santarém, antiga Scalabis, foi conquistada
em 1147, por D. Afonso Henriques. Num
golpe audacioso, perpetrado durante a
noite, a cidade caiu na posse de um escasso
exército reunido pelo Rei de Portugal.
Esta cidade muito antiga terá sido
contactada por Fenícios, Gregos e
Cartagineses. A fundação da cidade de
Santarém reporta à mitologia greco-romana
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Habis e de Irene, as suas origens míticas. Os
primeiros vestígios documentados da
ocupação humana remontam ao século VIII
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A fundação de Portalegre remonta ao séc XII
a.c. por Lísias, filho do Deus Baco, que ali
repousou trazendo consigo gente que vinha na
sua companhia. Edificou um forte, que serve
de Igreja de São Cristóvão, dedicado a sua filha
Maia, aquela que iria dar o nome àquela
povoação.
Maia arruinou-se e D. Afonso III procede à sua
reconstrução, elevando-a à categoria de vila
em 1259.
Em 1290, D. Dinis fortifica Portalegre e edifica
o seu castelo com 12 torres e 7 portas (8,
segundo alguns historiadores).
D. João III, em 1550 eleva Portalegre a cidade,
no dia 23 de Maio. Nesse mesmo ano, cria a
diocese portalegrense
Portalegre torna-se capital do distrito com o
seu nome em 1835, aquando da formação dos
distritos no dia 18 de Julho.
No contexto da conquista de Alcácer do Sal, D.
Afonso Henriques (1112-1185) terá tomado a
povoação aos mouros entre 1160 e 1166.
Quando da demarcação do termo de Castelo
Branco (1214), Marvão já se incluía em terras
portuguesas. D. Sancho II (1223-1248)
concedeu-lhe Carta de Foral (1226), visando
manter esta sentinela avançada do território
povoada e defendida diante das repetidas
incursões oriundas de Castela à época.
O nome Lusitano da cidade de Évora era
Eburobrittium, provavelmente relacionado
com a divindade celta Eburianus. A raiz
etimológica viria do Celta *eburos, a árvore do
Teixo. A cidade teve o nome de Ebora Cerealis
durante a República Romana, tomando o
nome de Liberalitas Julia no tempo do general
Júlio César, sendo então já uma cidade
importante, como o demonstram as ruínas de
um templo clássico e os vestígios de muralhas
romanas.
Conquistada aos Mouros em 1165 por Geraldo
Sem Pavor, data em que se restaurou a sua
diocese. Foi residência régia durante largos
períodos, essencialmente nos reindados de
D.João II, D.Manuel I e D.João III.
Nos finais do século XV, por mandato de D.
Manuel I, são expulsas da Mouraria de Lisboa
várias famílias mouriscas que viriam a fixar-se
em Arraiolos, dedicando-se à manufactura de
tapeçarias que chegaram até nós graças às
mãos laboriosas de gerações de bordadeiras,
com traços da vida da grande planície
alentejana.
Os verdadeiros tapetes de Arraiolos são, pois,
confeccionados desde tempos remotos nesta
antiga vila que lhes deu o nome, e considerados
como autênticas obras de arte. O ponto
conhecido pelo nome de ponto grego ou ponto
trança eslavo é executado em pura lã merino
sobre tela.
Crê-se que a cidade foi fundada cerca
de 400 a.C., pelos Celtas ou mais
provavelmente pelos Cónios, que a
terão denominado Conistorgis, e que
os Cartagineses lá se estabeleceram
durante algum tempo. As primeiras
referências a esta cidade aparecem
no século II a.C., em relatos de
Políbio e de Ptolomeu.
Mais tarde, o nome foi alterado para
Pax Julia,
Serpa já era povoada antes do
domínio dos Romanos, contudo foram
estes que fomentaram o
desenvolvimento do concelho, em
especial a nível agrícola. Em 1166 foi
conquistada aos Mouros por D.
Afonso Henriques, tendo sido perdida
por várias vezes nas constantes lutas
da Reconquista.
Foi definitivamente constituída como
concelho por D. Dinis, que também
mandou reconstruir o seu castelo e
cercar Serpa por uma cintura de
muralhas, em 1295
A capital do Algarve orgulha-se do seu
centro animado, repleto de lojas,
esplanadas, bares e restaurantes, assim
como dos seus monumentos e museus
de grande interesse e dos belos edifícios
antigos, datando sobretudo dos séculos
XVIII e XIX. A razão disto é que, embora
Faro se tenha tornado um importante
porto e centro sob a ocupação romana,
depois de ter sido uma aldeia de
pescadores em tempos pré-históricos,
sofreu o domínio dos mouros, foi
saqueada e incendiada pelos ingleses no
século XVI e enormemente danificada
pelo grande terramoto de 1755
Primeiro, o mar e as praias famosas,
as muitas tonalidades das rochas e
falésias. Aqui, a vida tem o ritmo das
metrópoles turísticas, em que os
corpos que se bronzeiam durante o
dia se agitam, quando o sol se põe,
nos restaurantes, bares e discotecas
que iluminam a noite.
Alguns quilómetros para o interior e
tudo muda. Amendoeiras, figueiras,
pinheiros e laranjeiras salpicam de
verde a paisagem. O rendilhado das
chaminés destaca-se do vermelho
ocre dos telhados. Aldeias bucólicas
convidam a conhecer um quotidiano
feito de natureza e tranquilidade.
Para que as férias tenham uma
dimensão total.
O Parque da Ria Formosa é uma das mais
bonitas riquezas naturais do Algarve, tanto pela
variedade dos seus ecossistemas como pela sua
singular localização. Este incrível paraíso
natural estende-se ao longo de 60 km, desde a
zona do Ancão (que pertence ao concelho de
Loulé) até à da Manta Rota (no concelho de Vila
Real de Santo António) e funciona como abrigo
para aves migratórias e espécies muito raras.
Só existem dois rios a alimentar a lagoa durante
todo o ano. Os restantes cursos de água e
ribeiras são sazonais e secam durante o Verão.
As áreas que se encontram expostas nas lagoas
podem ficar completamente submersas devido
à influência das marés. As ilhas que se situam
nesta zona são instáveis e as suas áreas variam
entre os 500 metros e os 2 quilómetros.
Extensa língua de areia protegida por
falésias, a Praia da Rocha é conhecida
internacionalmente e, desde há
muito, o cartão de visita de Portimão.
Convidativa a banhos de sol e mar, a
extensa baía oferece óptimas
condições para a prática de desportos
náuticos e passeios de barco.
"Três Ursos", "Rochas Furadas" e
"Dois Irmãos" são alguns dos nomes
com que os locais baptizaram os
rochedos enraizados na areia, que
proporcionam sombras apaziguadoras
quando o calor aperta.
Com uma magnífica vista sobre o
Atlântico e as formas das falésias,
esculpidas pelo mar e pelo tempo, a
Ponta da Piedade constitui um
cenário edílico de rochedos
recortados em constante contraste
com o azul esverdeado das águas que
lhe dão um colorido particular.
Situada a dois quilómetros de Lagos,
na Costa d’Oiro, e repleta de grutas,
baías desconhecidas e praias
tranquilas, a Ponta da Piedade é
particularmente atraente quando
vista a partir do mar.
Os Açores, oficialmente designados por Região
Autónoma dos Açores, é um arquipélago
transcontinental e um território autónomo da
República Portuguesa, sito no Atlântico nordeste,
dotado de autonomia política e administrativa
consubstanciada no Estatuto Político-Administrativo
da Região Autónoma dos Açores. Os Açores integram a
União Europeia com o estatuto de região
ultraperiférica do território da União, conforme
estabelecido no artigo 299.º-2 do Tratado da União
Europeia.
Com quase seis séculos de presença humana
continuada, os Açores granjearam um lugar
importante na História de Portugal e na história
do Atlântico: constituíram-se em escala para as
expedições dos Descobrimentos e para naus da
chamada "Carreira das Índias", das frotas da
prata, e do Brasil; contribuíram para a conquista
e manutenção das praças portuguesas do Norte
de África; quando da crise de sucessão de 1580 e
das Guerras Liberais (1828-1834) constituíram-
se em baluartes da resistência; durante as duas
Guerras Mundiais, em apoio estratégico vital
para as forças Aliadas, mantendo-se, até aos
nossos dias, em um centro de comunicações e
apoio à aviação militar e comercial.
Os órgãos de governo próprio de cada região são a
Assembleia Legislativa e o Governo Regional. A
primeira é eleita por sufrágio universal directo e
tem poderes fundamentalmente legislativos, além
de fiscalizar os actos do Governo Regional. O
presidente do Governo Regional é nomeado pelo
Representante da República, que para tal
considera os resultados eleitorais, e é o
responsável pela organização interna do órgão e
por propor os seus elementos. As atribuições do
Governo Regional são fundamentalmente de
ordem executiva.
O Representante da República é o representante
do Chefe do Estado em cada região autónoma. É
nomeado pelo presidente da República, após
consulta ao Conselho de Estado. Cabe-lhe assinar
e mandar publicar os decretos da Assembleia e do
Governo Regional, tendo, no entanto, o direito de
veto, que pode ser ultrapassado por votação
qualificada da Assembleia Legislativa.
A Madeira, oficialmente designada por Região
Autónoma da Madeira, é um território português
dotado de autonomia política e administrativa
através do Estatuto Político Administrativo da Região
Autónoma da Madeira, previsto na Constituição da
República Portuguesa. A Madeira faz parte integral
da União Europeia com o estatuto de região
ultraperiférica do território da União, conforme
estabelecido no artigo 299º-2 do Tratado da União
Europeia
Arquipélago da Madeira
É um arquipélago bastante turístico durante
todo o ano, devido ao seu clima com
temperaturas amenas tanto no Inverno como
no Verão e também famoso pelo seu
espectacular fogo-de-artifício no réveillon,
classificado como o maior espectáculo
pirotécnico do mundo na passagem de ano de
2006 para 2007, assim como pelo seu vinho
licoroso característico conhecido
mundialmente Vinho Madeira, pelas suas
flores e pelas suas paisagens com montanhas
abruptas, vales verdejantes e floridos, o
panorama do mar e das escarpas do litoral e
pelas suas praias de areia dourada da Ilha do
Porto Santo.
Desde 1976 a Madeira é uma região
autónoma da República Portuguesa. Possui
órgãos que governo como a Assembleia
Legislativa da Madeira e o Governo Regional.
O Estado Português é representado na região
pelo Representante da República para a
Região Autónoma da Madeira.
A Assembleia Legislativa é um parlamento
unicameral composto actualmente por 47
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Regiões de Portugal

  • 2.
  • 3. Região Norte Viana do Castelo Braga Vila Real Bragança Porto Região Centro Aveiro Viseu Guarda Coimbra Leiria Castelo Branco Região de Lisboa e Vale do Tejo Lisboa Santarém Alentejo Setúbal Portalegre Évora Beja Algarve Faro Açores Madeira DISTRITOS DE PORTUGAL Açores Madeira
  • 4. Tem uma população de 59 638 habitantes e uma densidade populacional de 197,8 habitantes por quilómetro quadrado. Rico em termos paisagísticos, para o que contribuem decisivamente as serras do Marão e Aboboreira e o rio Tâmega, o concelho de Amarante reúne também um conjunto notável de edifícios e monumentos.
  • 5. Miranda do Douro, Cidade da província de Trás-os-Montes, sede de concelho e do distrito de Bragança. Está situada na parte mais meridional da província, sobre a margem direita do rio Douro, que a separa da província de Leão, Espanha, em terreno montanhoso e alcantilado.
  • 6. Braga é das mais antigas cidades portuguesas e uma das cidades cristãs mais antigas do mundo; fundada no tempo dos romanos como Bracara Augusta, conta com mais de 2000 anos de História como cidade. Situada no Norte de Portugal, mais propriamente no Vale do Cávado, Braga possui cerca de 174 mil habitantes, sendo o centro da Grande Área Metropolitana do Minho (GAM), com cerca 800 mil habitantes. É uma cidade cheia de cultura e tradições, onde a História e a religião vivem lado a lado com a indústria tecnológica e a vida boémia universitária.
  • 7. Guimarães é uma cidade portuguesa situada no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Ave (uma das subregiões mais industrializadas do país), com uma população de 52 182 habitantes, repartidos por uma malha urbana de 23,5 km², em 20 freguesias e com uma densidade populacional de 2 223,9 habkm².É sede de um município com 242,85 km² de área e 162 572 habitantes (2006), subdividido em 69 freguesias, sendo que a maioria da população reside na cidade e na sua zona periférica. É uma cidade histórica, com um papel crucial na formação de Portugal, e que conta já com mais de um milénio desde a sua formação, altura em que era designada como Vimaranes
  • 8. A construção da ponte teve início em 1880 e demorou 7 anos a ser construída. Inaugurou-se no ano de 1887. O arco mede 172 m de corda e 44,6 m de flecha. Foi autor o sócio do Engº Eiffel, Teófilo Seyrig. Veio substituir a ponte pensil existente no local. Acaba de sofrer obras de adaptação e reforço para ser utilizada pelo Metro da cidade do Porto. Em 2 de Agosto de 2005, o Metro passou pela primeira vez sobre a ponte, numa viagem experimental.
  • 9. Lugar de contrastes, na Ribeira convivem as duas realidades. Uma é ponto de partida de todos os city tours e cruzeiros que sulcam as águas num sobe-e-desce incansável, imagem de cartão-postal onde a cada dia se multiplicam as esplanadas, as lojas de vinhos e os restaurantes e a parte mais conhecida da zona classificada pela UNESCO como Património da Humanidade. É a sua face solar, alegre e curiosa, observada por um enxame de olhos e câmaras voltadas para as frontarias ora pintadas de cores fortes, ora cobertas por azulejos, com a lentidão do rio, o alvoroço das pombas e a fruta enclausurada em caixotes entre as mesas dos cafés.
  • 10. Crescida nas confluências dos rios Corgo e Cabril, a cidade está enquadrada numa bela paisagem natural que tem como pano de fundo as serras do Marão e Alvão. Ao longo de mais de setecentos anos de existência, Vila Real ganhou os contornos que tem hoje, uma cidade de belos monumentos, onde se destacam os templos e as casas nobres, com os seus brasões bem à vista, algo que levou a que, outrora, fosse conhecida como a Corte de Trás- os-Montes.
  • 11. Coimbra é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Coimbra, principal cidade da região Centro de Portugal e situada na subregião do Baixo Mondego, com aproximadamente 148.474 habitantes. A cidade de Coimbra conta com os cerca de 20.000 estudantes e 40.000 pessoas de municipios vizinhos que mantêm o seu posto de trabalho em Coimbra. O perímetro urbano cidade de Coimbra abrange uma população superior a 230.000 habitantes o que a torna numa das maiores cidades do país.
  • 12. A tradição de queimar as fitas remonta à década de 50 do século XIX. Há notícias desta época em que grupos de estudantes que, vendo-se passados nos exames do 4º. Ano, se juntavam por faculdade à Porta Férrea e faziam um cortejo até ao Largo da Feira e aí as fitas tinham um fim: eram queimadas numa pequena cova no chão onde ardia um pequeno fogo. Mais tarde vieram as "festas do ponto" (latadas de fins do século XIX), nos Centenários que entre 1880 e 1898 homenageavam diversas figuras e factos, no Centenário da Sebenta e Enterro do Grau. O acto de queimar as fitas é anterior à própria festa da Queima das Fitas. As "festas do ponto" serviam para assinalar o final do ano lectivo e a emancipação dos caloiros.
  • 13. A Figueira da Foz fica, portanto, situada no litoral atlântico, junto à foz do Rio Mondego, e é um dos centros turísticos mais importantes de Portugal, com um dos maiores casinos do país e único na região Centro, uma praça de touros, um enorme areal com equipamentos lúdicos e desportivos, onde por diversas vezes já se realizou o Mundialito de Futebol de Praia e etapas dos principais circuitos de Frizzbee (jogo do disco) e uma animada vida nocturna.
  • 14. Serra da Estrela é a maior elevação de Portugal Continental, e a segunda maior em território da República Portuguesa (apenas o Pico, nos Açores, a supera). Tem 1993 metros de altitude e está situada entre os municípios de Seia e Covilhã. A real altitude da serra da Estrela, no seu cume, a Torre, é de 1993 m, conforme rectificações introduzidas por medições realizadas pelo Instituto Geográfico do Exército, já surgidas em folha à escala 1:25.000 que editou em 1993 (folha de Seia). Assim, a altitude correntemente aceite de 1991 m, ainda muito divulgada, deve ser abandonada. Para completar os 2000 m foi construida uma torre de 7 m.
  • 15. Diz a lenda popular e romântica que a cidade de Lisboa foi fundada pelo herói grego Ulisses, e que tal como Roma o seu povoado original foi rodeado por sete colinas. Recentemente foram feitas descobertas arqueológicas perto do Castelo de São Jorge e da Sé de Lisboa que comprovam que a cidade terá sido fundada pelos fenícios cerca de 1200 a.C.. Nessa época os fenícios viajavam até às Ilhas Scilly e à Cornualha, na Grã-Bretanha, para comprar estanho. Foi fundada uma colónia, chamada Alis Ubbo, que significa "enseada amena" em fenício, provavelmente afilhada à grande cidade de Tiro, hoje no Líbano.
  • 16. A Torre de Belém é um dos mais expressivos monumentos da cidade de Lisboa. Localiza-se na margem direita do rio Tejo, onde existiu outrora a praia de Belém. Inicialmente cercada pelas águas em todo o seu perímetro, progressivamente foi envolvida pela praia, até se incorporar hoje à terra firme. Classificada como Património Mundial pela UNESCO, em 7 de Julho de 2007 foi eleita como uma das Sete maravilhas de Portugal.
  • 17. Monumento à riqueza dos Descobrimentos, o Mosteiro dos Jerónimos situa-se em Belém, Lisboa, à entrada do Rio Tejo. Constitui o ponto mais alto da arquitectura manuelina e o mais notável conjunto monástico do século XVI em Portugal e uma das principais igrejas-salão da Europa. Destacam-se o seu claustro, completo em 1544, e a porta sul, de complexo desenho geométrico, virada para o rio Tejo. Os elementos decorativos são repletos de símbolos da arte da navegação e de esculturas de plantas e animais exóticos. O monumento é considerado património mundial pela UNESCO, e em 7 de Julho de 2007 foi eleito como uma das sete maravilhas de Portugal.
  • 18. O Oceanário de Lisboa é um museu de biologia marinha situado no Parque das Nações em Lisboa, Portugal, construído no âmbito da Expo 98. Este pavilhão, da autoria do arquitecto norte- americano Peter Chermayeff, lembra um porta- aviões e está instalado num cais rodeado de água. É o segundo maior oceanário do mundo (2004) e contém uma impressionante colecção de espécies — aves, mamíferos, peixes e outros habitantes marinhos. Os habitats escolhidos, pela sua riqueza natural em termos de fauna e flora, foram os seguintes: oceano Antárctico, recife de coral do oceano Índico, costas rochosas do oceano Pacífico e costa dos Açores, no oceano Atlântico. A principal atracção, para a maior parte dos visitantes, é o grande tanque central, onde coexistem várias espécies de peixes como tubarões, barracudas, raias, atuns e pequenos peixes tropicais.
  • 19. O Palácio da Pena. ou «Castelo da Pena» como na gíria popular é mais conhecido, constitui o mais completo e notável exemplar da arquitectura portuguesa do Romantismo. Está situado num dos cumes fragosos da Serra de Sintra e integra-se de modo inesperadamente feliz no seu tecido natural de verdura e penedia, atestando as potencialidades estéticas do projecto. O Palácio remonta a 1839, quando o rei consorte D. Fernando II de Saxe Coburgo- Gotha (1816-1885) adquiriu as ruínas do Mosteiro Jerónimo de Nossa Senhora da Pena e iniciou a sua adaptação a palacete, segundo a sua apurada sensibilidade de romântico.
  • 20. Santarém, antiga Scalabis, foi conquistada em 1147, por D. Afonso Henriques. Num golpe audacioso, perpetrado durante a noite, a cidade caiu na posse de um escasso exército reunido pelo Rei de Portugal. Esta cidade muito antiga terá sido contactada por Fenícios, Gregos e Cartagineses. A fundação da cidade de Santarém reporta à mitologia greco-romana e cristã, reconhecendo-se nos nomes de Habis e de Irene, as suas origens míticas. Os primeiros vestígios documentados da ocupação humana remontam ao século VIII a.C.
  • 21. A fundação de Portalegre remonta ao séc XII a.c. por Lísias, filho do Deus Baco, que ali repousou trazendo consigo gente que vinha na sua companhia. Edificou um forte, que serve de Igreja de São Cristóvão, dedicado a sua filha Maia, aquela que iria dar o nome àquela povoação. Maia arruinou-se e D. Afonso III procede à sua reconstrução, elevando-a à categoria de vila em 1259. Em 1290, D. Dinis fortifica Portalegre e edifica o seu castelo com 12 torres e 7 portas (8, segundo alguns historiadores). D. João III, em 1550 eleva Portalegre a cidade, no dia 23 de Maio. Nesse mesmo ano, cria a diocese portalegrense Portalegre torna-se capital do distrito com o seu nome em 1835, aquando da formação dos distritos no dia 18 de Julho.
  • 22. No contexto da conquista de Alcácer do Sal, D. Afonso Henriques (1112-1185) terá tomado a povoação aos mouros entre 1160 e 1166. Quando da demarcação do termo de Castelo Branco (1214), Marvão já se incluía em terras portuguesas. D. Sancho II (1223-1248) concedeu-lhe Carta de Foral (1226), visando manter esta sentinela avançada do território povoada e defendida diante das repetidas incursões oriundas de Castela à época.
  • 23. O nome Lusitano da cidade de Évora era Eburobrittium, provavelmente relacionado com a divindade celta Eburianus. A raiz etimológica viria do Celta *eburos, a árvore do Teixo. A cidade teve o nome de Ebora Cerealis durante a República Romana, tomando o nome de Liberalitas Julia no tempo do general Júlio César, sendo então já uma cidade importante, como o demonstram as ruínas de um templo clássico e os vestígios de muralhas romanas. Conquistada aos Mouros em 1165 por Geraldo Sem Pavor, data em que se restaurou a sua diocese. Foi residência régia durante largos períodos, essencialmente nos reindados de D.João II, D.Manuel I e D.João III.
  • 24.
  • 25. Nos finais do século XV, por mandato de D. Manuel I, são expulsas da Mouraria de Lisboa várias famílias mouriscas que viriam a fixar-se em Arraiolos, dedicando-se à manufactura de tapeçarias que chegaram até nós graças às mãos laboriosas de gerações de bordadeiras, com traços da vida da grande planície alentejana. Os verdadeiros tapetes de Arraiolos são, pois, confeccionados desde tempos remotos nesta antiga vila que lhes deu o nome, e considerados como autênticas obras de arte. O ponto conhecido pelo nome de ponto grego ou ponto trança eslavo é executado em pura lã merino sobre tela.
  • 26. Crê-se que a cidade foi fundada cerca de 400 a.C., pelos Celtas ou mais provavelmente pelos Cónios, que a terão denominado Conistorgis, e que os Cartagineses lá se estabeleceram durante algum tempo. As primeiras referências a esta cidade aparecem no século II a.C., em relatos de Políbio e de Ptolomeu. Mais tarde, o nome foi alterado para Pax Julia,
  • 27. Serpa já era povoada antes do domínio dos Romanos, contudo foram estes que fomentaram o desenvolvimento do concelho, em especial a nível agrícola. Em 1166 foi conquistada aos Mouros por D. Afonso Henriques, tendo sido perdida por várias vezes nas constantes lutas da Reconquista. Foi definitivamente constituída como concelho por D. Dinis, que também mandou reconstruir o seu castelo e cercar Serpa por uma cintura de muralhas, em 1295
  • 28. A capital do Algarve orgulha-se do seu centro animado, repleto de lojas, esplanadas, bares e restaurantes, assim como dos seus monumentos e museus de grande interesse e dos belos edifícios antigos, datando sobretudo dos séculos XVIII e XIX. A razão disto é que, embora Faro se tenha tornado um importante porto e centro sob a ocupação romana, depois de ter sido uma aldeia de pescadores em tempos pré-históricos, sofreu o domínio dos mouros, foi saqueada e incendiada pelos ingleses no século XVI e enormemente danificada pelo grande terramoto de 1755
  • 29. Primeiro, o mar e as praias famosas, as muitas tonalidades das rochas e falésias. Aqui, a vida tem o ritmo das metrópoles turísticas, em que os corpos que se bronzeiam durante o dia se agitam, quando o sol se põe, nos restaurantes, bares e discotecas que iluminam a noite. Alguns quilómetros para o interior e tudo muda. Amendoeiras, figueiras, pinheiros e laranjeiras salpicam de verde a paisagem. O rendilhado das chaminés destaca-se do vermelho ocre dos telhados. Aldeias bucólicas convidam a conhecer um quotidiano feito de natureza e tranquilidade. Para que as férias tenham uma dimensão total.
  • 30. O Parque da Ria Formosa é uma das mais bonitas riquezas naturais do Algarve, tanto pela variedade dos seus ecossistemas como pela sua singular localização. Este incrível paraíso natural estende-se ao longo de 60 km, desde a zona do Ancão (que pertence ao concelho de Loulé) até à da Manta Rota (no concelho de Vila Real de Santo António) e funciona como abrigo para aves migratórias e espécies muito raras. Só existem dois rios a alimentar a lagoa durante todo o ano. Os restantes cursos de água e ribeiras são sazonais e secam durante o Verão. As áreas que se encontram expostas nas lagoas podem ficar completamente submersas devido à influência das marés. As ilhas que se situam nesta zona são instáveis e as suas áreas variam entre os 500 metros e os 2 quilómetros.
  • 31. Extensa língua de areia protegida por falésias, a Praia da Rocha é conhecida internacionalmente e, desde há muito, o cartão de visita de Portimão. Convidativa a banhos de sol e mar, a extensa baía oferece óptimas condições para a prática de desportos náuticos e passeios de barco. "Três Ursos", "Rochas Furadas" e "Dois Irmãos" são alguns dos nomes com que os locais baptizaram os rochedos enraizados na areia, que proporcionam sombras apaziguadoras quando o calor aperta.
  • 32. Com uma magnífica vista sobre o Atlântico e as formas das falésias, esculpidas pelo mar e pelo tempo, a Ponta da Piedade constitui um cenário edílico de rochedos recortados em constante contraste com o azul esverdeado das águas que lhe dão um colorido particular. Situada a dois quilómetros de Lagos, na Costa d’Oiro, e repleta de grutas, baías desconhecidas e praias tranquilas, a Ponta da Piedade é particularmente atraente quando vista a partir do mar.
  • 33. Os Açores, oficialmente designados por Região Autónoma dos Açores, é um arquipélago transcontinental e um território autónomo da República Portuguesa, sito no Atlântico nordeste, dotado de autonomia política e administrativa consubstanciada no Estatuto Político-Administrativo da Região Autónoma dos Açores. Os Açores integram a União Europeia com o estatuto de região ultraperiférica do território da União, conforme estabelecido no artigo 299.º-2 do Tratado da União Europeia.
  • 34. Com quase seis séculos de presença humana continuada, os Açores granjearam um lugar importante na História de Portugal e na história do Atlântico: constituíram-se em escala para as expedições dos Descobrimentos e para naus da chamada "Carreira das Índias", das frotas da prata, e do Brasil; contribuíram para a conquista e manutenção das praças portuguesas do Norte de África; quando da crise de sucessão de 1580 e das Guerras Liberais (1828-1834) constituíram- se em baluartes da resistência; durante as duas Guerras Mundiais, em apoio estratégico vital para as forças Aliadas, mantendo-se, até aos nossos dias, em um centro de comunicações e apoio à aviação militar e comercial.
  • 35. Os órgãos de governo próprio de cada região são a Assembleia Legislativa e o Governo Regional. A primeira é eleita por sufrágio universal directo e tem poderes fundamentalmente legislativos, além de fiscalizar os actos do Governo Regional. O presidente do Governo Regional é nomeado pelo Representante da República, que para tal considera os resultados eleitorais, e é o responsável pela organização interna do órgão e por propor os seus elementos. As atribuições do Governo Regional são fundamentalmente de ordem executiva. O Representante da República é o representante do Chefe do Estado em cada região autónoma. É nomeado pelo presidente da República, após consulta ao Conselho de Estado. Cabe-lhe assinar e mandar publicar os decretos da Assembleia e do Governo Regional, tendo, no entanto, o direito de veto, que pode ser ultrapassado por votação qualificada da Assembleia Legislativa.
  • 36. A Madeira, oficialmente designada por Região Autónoma da Madeira, é um território português dotado de autonomia política e administrativa através do Estatuto Político Administrativo da Região Autónoma da Madeira, previsto na Constituição da República Portuguesa. A Madeira faz parte integral da União Europeia com o estatuto de região ultraperiférica do território da União, conforme estabelecido no artigo 299º-2 do Tratado da União Europeia Arquipélago da Madeira
  • 37. É um arquipélago bastante turístico durante todo o ano, devido ao seu clima com temperaturas amenas tanto no Inverno como no Verão e também famoso pelo seu espectacular fogo-de-artifício no réveillon, classificado como o maior espectáculo pirotécnico do mundo na passagem de ano de 2006 para 2007, assim como pelo seu vinho licoroso característico conhecido mundialmente Vinho Madeira, pelas suas flores e pelas suas paisagens com montanhas abruptas, vales verdejantes e floridos, o panorama do mar e das escarpas do litoral e pelas suas praias de areia dourada da Ilha do Porto Santo.
  • 38. Desde 1976 a Madeira é uma região autónoma da República Portuguesa. Possui órgãos que governo como a Assembleia Legislativa da Madeira e o Governo Regional. O Estado Português é representado na região pelo Representante da República para a Região Autónoma da Madeira. A Assembleia Legislativa é um parlamento unicameral composto actualmente por 47 deputados. Os deputados são eleitos para um mandato de quatro anos em listas apresentadas pelos partidos num círculo eleitoral único