Regiões de Portugal

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Regiões de Portugal

  1. 1. PENÍNSULA IBÉRICA
  2. 2. Região Norte Viana do Castelo Braga Vila Real Bragança Porto Região Centro Aveiro Viseu Guarda Coimbra Leiria Castelo Branco Região de Lisboa e Vale do Tejo Lisboa Santarém Alentejo Setúbal Portalegre Évora Beja Algarve Faro Açores Madeira DISTRITOS DE PORTUGAL Açores Madeira
  3. 3. Tem uma população de 59 638 habitantes e uma densidade populacional de 197,8 habitantes por quilómetro quadrado. Rico em termos paisagísticos, para o que contribuem decisivamente as serras do Marão e Aboboreira e o rio Tâmega, o concelho de Amarante reúne também um conjunto notável de edifícios e monumentos.
  4. 4. Miranda do Douro, Cidade da província de Trás-os-Montes, sede de concelho e do distrito de Bragança. Está situada na parte mais meridional da província, sobre a margem direita do rio Douro, que a separa da província de Leão, Espanha, em terreno montanhoso e alcantilado.
  5. 5. Braga é das mais antigas cidades portuguesas e uma das cidades cristãs mais antigas do mundo; fundada no tempo dos romanos como Bracara Augusta, conta com mais de 2000 anos de História como cidade. Situada no Norte de Portugal, mais propriamente no Vale do Cávado, Braga possui cerca de 174 mil habitantes, sendo o centro da Grande Área Metropolitana do Minho (GAM), com cerca 800 mil habitantes. É uma cidade cheia de cultura e tradições, onde a História e a religião vivem lado a lado com a indústria tecnológica e a vida boémia universitária.
  6. 6. Guimarães é uma cidade portuguesa situada no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Ave (uma das subregiões mais industrializadas do país), com uma população de 52 182 habitantes, repartidos por uma malha urbana de 23,5 km², em 20 freguesias e com uma densidade populacional de 2 223,9 habkm².É sede de um município com 242,85 km² de área e 162 572 habitantes (2006), subdividido em 69 freguesias, sendo que a maioria da população reside na cidade e na sua zona periférica. É uma cidade histórica, com um papel crucial na formação de Portugal, e que conta já com mais de um milénio desde a sua formação, altura em que era designada como Vimaranes
  7. 7. A construção da ponte teve início em 1880 e demorou 7 anos a ser construída. Inaugurou-se no ano de 1887. O arco mede 172 m de corda e 44,6 m de flecha. Foi autor o sócio do Engº Eiffel, Teófilo Seyrig. Veio substituir a ponte pensil existente no local. Acaba de sofrer obras de adaptação e reforço para ser utilizada pelo Metro da cidade do Porto. Em 2 de Agosto de 2005, o Metro passou pela primeira vez sobre a ponte, numa viagem experimental.
  8. 8. Lugar de contrastes, na Ribeira convivem as duas realidades. Uma é ponto de partida de todos os city tours e cruzeiros que sulcam as águas num sobe-e-desce incansável, imagem de cartão-postal onde a cada dia se multiplicam as esplanadas, as lojas de vinhos e os restaurantes e a parte mais conhecida da zona classificada pela UNESCO como Património da Humanidade. É a sua face solar, alegre e curiosa, observada por um enxame de olhos e câmaras voltadas para as frontarias ora pintadas de cores fortes, ora cobertas por azulejos, com a lentidão do rio, o alvoroço das pombas e a fruta enclausurada em caixotes entre as mesas dos cafés.
  9. 9. Crescida nas confluências dos rios Corgo e Cabril, a cidade está enquadrada numa bela paisagem natural que tem como pano de fundo as serras do Marão e Alvão. Ao longo de mais de setecentos anos de existência, Vila Real ganhou os contornos que tem hoje, uma cidade de belos monumentos, onde se destacam os templos e as casas nobres, com os seus brasões bem à vista, algo que levou a que, outrora, fosse conhecida como a Corte de Trás- os-Montes.
  10. 10. Coimbra é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Coimbra, principal cidade da região Centro de Portugal e situada na subregião do Baixo Mondego, com aproximadamente 148.474 habitantes. A cidade de Coimbra conta com os cerca de 20.000 estudantes e 40.000 pessoas de municipios vizinhos que mantêm o seu posto de trabalho em Coimbra. O perímetro urbano cidade de Coimbra abrange uma população superior a 230.000 habitantes o que a torna numa das maiores cidades do país.
  11. 11. A tradição de queimar as fitas remonta à década de 50 do século XIX. Há notícias desta época em que grupos de estudantes que, vendo-se passados nos exames do 4º. Ano, se juntavam por faculdade à Porta Férrea e faziam um cortejo até ao Largo da Feira e aí as fitas tinham um fim: eram queimadas numa pequena cova no chão onde ardia um pequeno fogo. Mais tarde vieram as "festas do ponto" (latadas de fins do século XIX), nos Centenários que entre 1880 e 1898 homenageavam diversas figuras e factos, no Centenário da Sebenta e Enterro do Grau. O acto de queimar as fitas é anterior à própria festa da Queima das Fitas. As "festas do ponto" serviam para assinalar o final do ano lectivo e a emancipação dos caloiros.
  12. 12. A Figueira da Foz fica, portanto, situada no litoral atlântico, junto à foz do Rio Mondego, e é um dos centros turísticos mais importantes de Portugal, com um dos maiores casinos do país e único na região Centro, uma praça de touros, um enorme areal com equipamentos lúdicos e desportivos, onde por diversas vezes já se realizou o Mundialito de Futebol de Praia e etapas dos principais circuitos de Frizzbee (jogo do disco) e uma animada vida nocturna.
  13. 13. Serra da Estrela é a maior elevação de Portugal Continental, e a segunda maior em território da República Portuguesa (apenas o Pico, nos Açores, a supera). Tem 1993 metros de altitude e está situada entre os municípios de Seia e Covilhã. A real altitude da serra da Estrela, no seu cume, a Torre, é de 1993 m, conforme rectificações introduzidas por medições realizadas pelo Instituto Geográfico do Exército, já surgidas em folha à escala 1:25.000 que editou em 1993 (folha de Seia). Assim, a altitude correntemente aceite de 1991 m, ainda muito divulgada, deve ser abandonada. Para completar os 2000 m foi construida uma torre de 7 m.
  14. 14. Diz a lenda popular e romântica que a cidade de Lisboa foi fundada pelo herói grego Ulisses, e que tal como Roma o seu povoado original foi rodeado por sete colinas. Recentemente foram feitas descobertas arqueológicas perto do Castelo de São Jorge e da Sé de Lisboa que comprovam que a cidade terá sido fundada pelos fenícios cerca de 1200 a.C.. Nessa época os fenícios viajavam até às Ilhas Scilly e à Cornualha, na Grã-Bretanha, para comprar estanho. Foi fundada uma colónia, chamada Alis Ubbo, que significa "enseada amena" em fenício, provavelmente afilhada à grande cidade de Tiro, hoje no Líbano.
  15. 15. A Torre de Belém é um dos mais expressivos monumentos da cidade de Lisboa. Localiza-se na margem direita do rio Tejo, onde existiu outrora a praia de Belém. Inicialmente cercada pelas águas em todo o seu perímetro, progressivamente foi envolvida pela praia, até se incorporar hoje à terra firme. Classificada como Património Mundial pela UNESCO, em 7 de Julho de 2007 foi eleita como uma das Sete maravilhas de Portugal.
  16. 16. Monumento à riqueza dos Descobrimentos, o Mosteiro dos Jerónimos situa-se em Belém, Lisboa, à entrada do Rio Tejo. Constitui o ponto mais alto da arquitectura manuelina e o mais notável conjunto monástico do século XVI em Portugal e uma das principais igrejas-salão da Europa. Destacam-se o seu claustro, completo em 1544, e a porta sul, de complexo desenho geométrico, virada para o rio Tejo. Os elementos decorativos são repletos de símbolos da arte da navegação e de esculturas de plantas e animais exóticos. O monumento é considerado património mundial pela UNESCO, e em 7 de Julho de 2007 foi eleito como uma das sete maravilhas de Portugal.
  17. 17. O Oceanário de Lisboa é um museu de biologia marinha situado no Parque das Nações em Lisboa, Portugal, construído no âmbito da Expo 98. Este pavilhão, da autoria do arquitecto norte- americano Peter Chermayeff, lembra um porta- aviões e está instalado num cais rodeado de água. É o segundo maior oceanário do mundo (2004) e contém uma impressionante colecção de espécies — aves, mamíferos, peixes e outros habitantes marinhos. Os habitats escolhidos, pela sua riqueza natural em termos de fauna e flora, foram os seguintes: oceano Antárctico, recife de coral do oceano Índico, costas rochosas do oceano Pacífico e costa dos Açores, no oceano Atlântico. A principal atracção, para a maior parte dos visitantes, é o grande tanque central, onde coexistem várias espécies de peixes como tubarões, barracudas, raias, atuns e pequenos peixes tropicais.
  18. 18. O Palácio da Pena. ou «Castelo da Pena» como na gíria popular é mais conhecido, constitui o mais completo e notável exemplar da arquitectura portuguesa do Romantismo. Está situado num dos cumes fragosos da Serra de Sintra e integra-se de modo inesperadamente feliz no seu tecido natural de verdura e penedia, atestando as potencialidades estéticas do projecto. O Palácio remonta a 1839, quando o rei consorte D. Fernando II de Saxe Coburgo- Gotha (1816-1885) adquiriu as ruínas do Mosteiro Jerónimo de Nossa Senhora da Pena e iniciou a sua adaptação a palacete, segundo a sua apurada sensibilidade de romântico.
  19. 19. Santarém, antiga Scalabis, foi conquistada em 1147, por D. Afonso Henriques. Num golpe audacioso, perpetrado durante a noite, a cidade caiu na posse de um escasso exército reunido pelo Rei de Portugal. Esta cidade muito antiga terá sido contactada por Fenícios, Gregos e Cartagineses. A fundação da cidade de Santarém reporta à mitologia greco-romana e cristã, reconhecendo-se nos nomes de Habis e de Irene, as suas origens míticas. Os primeiros vestígios documentados da ocupação humana remontam ao século VIII a.C.
  20. 20. A fundação de Portalegre remonta ao séc XII a.c. por Lísias, filho do Deus Baco, que ali repousou trazendo consigo gente que vinha na sua companhia. Edificou um forte, que serve de Igreja de São Cristóvão, dedicado a sua filha Maia, aquela que iria dar o nome àquela povoação. Maia arruinou-se e D. Afonso III procede à sua reconstrução, elevando-a à categoria de vila em 1259. Em 1290, D. Dinis fortifica Portalegre e edifica o seu castelo com 12 torres e 7 portas (8, segundo alguns historiadores). D. João III, em 1550 eleva Portalegre a cidade, no dia 23 de Maio. Nesse mesmo ano, cria a diocese portalegrense Portalegre torna-se capital do distrito com o seu nome em 1835, aquando da formação dos distritos no dia 18 de Julho.
  21. 21. No contexto da conquista de Alcácer do Sal, D. Afonso Henriques (1112-1185) terá tomado a povoação aos mouros entre 1160 e 1166. Quando da demarcação do termo de Castelo Branco (1214), Marvão já se incluía em terras portuguesas. D. Sancho II (1223-1248) concedeu-lhe Carta de Foral (1226), visando manter esta sentinela avançada do território povoada e defendida diante das repetidas incursões oriundas de Castela à época.
  22. 22. O nome Lusitano da cidade de Évora era Eburobrittium, provavelmente relacionado com a divindade celta Eburianus. A raiz etimológica viria do Celta *eburos, a árvore do Teixo. A cidade teve o nome de Ebora Cerealis durante a República Romana, tomando o nome de Liberalitas Julia no tempo do general Júlio César, sendo então já uma cidade importante, como o demonstram as ruínas de um templo clássico e os vestígios de muralhas romanas. Conquistada aos Mouros em 1165 por Geraldo Sem Pavor, data em que se restaurou a sua diocese. Foi residência régia durante largos períodos, essencialmente nos reindados de D.João II, D.Manuel I e D.João III.
  23. 23. Nos finais do século XV, por mandato de D. Manuel I, são expulsas da Mouraria de Lisboa várias famílias mouriscas que viriam a fixar-se em Arraiolos, dedicando-se à manufactura de tapeçarias que chegaram até nós graças às mãos laboriosas de gerações de bordadeiras, com traços da vida da grande planície alentejana. Os verdadeiros tapetes de Arraiolos são, pois, confeccionados desde tempos remotos nesta antiga vila que lhes deu o nome, e considerados como autênticas obras de arte. O ponto conhecido pelo nome de ponto grego ou ponto trança eslavo é executado em pura lã merino sobre tela.
  24. 24. Crê-se que a cidade foi fundada cerca de 400 a.C., pelos Celtas ou mais provavelmente pelos Cónios, que a terão denominado Conistorgis, e que os Cartagineses lá se estabeleceram durante algum tempo. As primeiras referências a esta cidade aparecem no século II a.C., em relatos de Políbio e de Ptolomeu. Mais tarde, o nome foi alterado para Pax Julia,
  25. 25. Serpa já era povoada antes do domínio dos Romanos, contudo foram estes que fomentaram o desenvolvimento do concelho, em especial a nível agrícola. Em 1166 foi conquistada aos Mouros por D. Afonso Henriques, tendo sido perdida por várias vezes nas constantes lutas da Reconquista. Foi definitivamente constituída como concelho por D. Dinis, que também mandou reconstruir o seu castelo e cercar Serpa por uma cintura de muralhas, em 1295
  26. 26. A capital do Algarve orgulha-se do seu centro animado, repleto de lojas, esplanadas, bares e restaurantes, assim como dos seus monumentos e museus de grande interesse e dos belos edifícios antigos, datando sobretudo dos séculos XVIII e XIX. A razão disto é que, embora Faro se tenha tornado um importante porto e centro sob a ocupação romana, depois de ter sido uma aldeia de pescadores em tempos pré-históricos, sofreu o domínio dos mouros, foi saqueada e incendiada pelos ingleses no século XVI e enormemente danificada pelo grande terramoto de 1755
  27. 27. Primeiro, o mar e as praias famosas, as muitas tonalidades das rochas e falésias. Aqui, a vida tem o ritmo das metrópoles turísticas, em que os corpos que se bronzeiam durante o dia se agitam, quando o sol se põe, nos restaurantes, bares e discotecas que iluminam a noite. Alguns quilómetros para o interior e tudo muda. Amendoeiras, figueiras, pinheiros e laranjeiras salpicam de verde a paisagem. O rendilhado das chaminés destaca-se do vermelho ocre dos telhados. Aldeias bucólicas convidam a conhecer um quotidiano feito de natureza e tranquilidade. Para que as férias tenham uma dimensão total.
  28. 28. O Parque da Ria Formosa é uma das mais bonitas riquezas naturais do Algarve, tanto pela variedade dos seus ecossistemas como pela sua singular localização. Este incrível paraíso natural estende-se ao longo de 60 km, desde a zona do Ancão (que pertence ao concelho de Loulé) até à da Manta Rota (no concelho de Vila Real de Santo António) e funciona como abrigo para aves migratórias e espécies muito raras. Só existem dois rios a alimentar a lagoa durante todo o ano. Os restantes cursos de água e ribeiras são sazonais e secam durante o Verão. As áreas que se encontram expostas nas lagoas podem ficar completamente submersas devido à influência das marés. As ilhas que se situam nesta zona são instáveis e as suas áreas variam entre os 500 metros e os 2 quilómetros.
  29. 29. Extensa língua de areia protegida por falésias, a Praia da Rocha é conhecida internacionalmente e, desde há muito, o cartão de visita de Portimão. Convidativa a banhos de sol e mar, a extensa baía oferece óptimas condições para a prática de desportos náuticos e passeios de barco. "Três Ursos", "Rochas Furadas" e "Dois Irmãos" são alguns dos nomes com que os locais baptizaram os rochedos enraizados na areia, que proporcionam sombras apaziguadoras quando o calor aperta.
  30. 30. Com uma magnífica vista sobre o Atlântico e as formas das falésias, esculpidas pelo mar e pelo tempo, a Ponta da Piedade constitui um cenário edílico de rochedos recortados em constante contraste com o azul esverdeado das águas que lhe dão um colorido particular. Situada a dois quilómetros de Lagos, na Costa d’Oiro, e repleta de grutas, baías desconhecidas e praias tranquilas, a Ponta da Piedade é particularmente atraente quando vista a partir do mar.
  31. 31. Os Açores, oficialmente designados por Região Autónoma dos Açores, é um arquipélago transcontinental e um território autónomo da República Portuguesa, sito no Atlântico nordeste, dotado de autonomia política e administrativa consubstanciada no Estatuto Político-Administrativo da Região Autónoma dos Açores. Os Açores integram a União Europeia com o estatuto de região ultraperiférica do território da União, conforme estabelecido no artigo 299.º-2 do Tratado da União Europeia.
  32. 32. Com quase seis séculos de presença humana continuada, os Açores granjearam um lugar importante na História de Portugal e na história do Atlântico: constituíram-se em escala para as expedições dos Descobrimentos e para naus da chamada "Carreira das Índias", das frotas da prata, e do Brasil; contribuíram para a conquista e manutenção das praças portuguesas do Norte de África; quando da crise de sucessão de 1580 e das Guerras Liberais (1828-1834) constituíram- se em baluartes da resistência; durante as duas Guerras Mundiais, em apoio estratégico vital para as forças Aliadas, mantendo-se, até aos nossos dias, em um centro de comunicações e apoio à aviação militar e comercial.
  33. 33. Os órgãos de governo próprio de cada região são a Assembleia Legislativa e o Governo Regional. A primeira é eleita por sufrágio universal directo e tem poderes fundamentalmente legislativos, além de fiscalizar os actos do Governo Regional. O presidente do Governo Regional é nomeado pelo Representante da República, que para tal considera os resultados eleitorais, e é o responsável pela organização interna do órgão e por propor os seus elementos. As atribuições do Governo Regional são fundamentalmente de ordem executiva. O Representante da República é o representante do Chefe do Estado em cada região autónoma. É nomeado pelo presidente da República, após consulta ao Conselho de Estado. Cabe-lhe assinar e mandar publicar os decretos da Assembleia e do Governo Regional, tendo, no entanto, o direito de veto, que pode ser ultrapassado por votação qualificada da Assembleia Legislativa.
  34. 34. A Madeira, oficialmente designada por Região Autónoma da Madeira, é um território português dotado de autonomia política e administrativa através do Estatuto Político Administrativo da Região Autónoma da Madeira, previsto na Constituição da República Portuguesa. A Madeira faz parte integral da União Europeia com o estatuto de região ultraperiférica do território da União, conforme estabelecido no artigo 299º-2 do Tratado da União Europeia Arquipélago da Madeira
  35. 35. É um arquipélago bastante turístico durante todo o ano, devido ao seu clima com temperaturas amenas tanto no Inverno como no Verão e também famoso pelo seu espectacular fogo-de-artifício no réveillon, classificado como o maior espectáculo pirotécnico do mundo na passagem de ano de 2006 para 2007, assim como pelo seu vinho licoroso característico conhecido mundialmente Vinho Madeira, pelas suas flores e pelas suas paisagens com montanhas abruptas, vales verdejantes e floridos, o panorama do mar e das escarpas do litoral e pelas suas praias de areia dourada da Ilha do Porto Santo.
  36. 36. Desde 1976 a Madeira é uma região autónoma da República Portuguesa. Possui órgãos que governo como a Assembleia Legislativa da Madeira e o Governo Regional. O Estado Português é representado na região pelo Representante da República para a Região Autónoma da Madeira. A Assembleia Legislativa é um parlamento unicameral composto actualmente por 47 deputados. Os deputados são eleitos para um mandato de quatro anos em listas apresentadas pelos partidos num círculo eleitoral único

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