Dst apresentacao

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  • Conceito: COMPREENDE AS INFECÇÕES DISSEMINADAS PELO CONTATO INTERPESSOAL, VIA RELAÇÃO SEXUAL.
  • Hábitos de higiene e vestuário (diminuem a ventilação e aumentam a umidade e o calor local). Contato com substâncias alérgenas e/ou irritantes (ex: talco, perfume, desodorante).
  • Os fluxogramas específicos aqui apresentados são instrumentos auxiliares para o profissional que realiza o atendimento à portadora de DST na tomada de decisões, tendo como base a maior prevalência dos agentes etiológicos implicados em cada síndrome, definidos pela queixa principal. Tendo como objetivo desse atendimento é prover, em uma única consulta: diagnóstico, tratamento e aconselhamento adequados.
  • CONCEITO: É a inflamação do epitélio colunar endocervical, ou seja, do epitélio glandular do colo uterino.
  • Conceito === inflamação na uretra.
  • Incubação curta: 2 a 5 dias. Corrimento evolui de mucóide à purulento!!!!! *Polaciúria, sensação de peso no períneo e hematúria no final da micção (NÃO É COMUM, MAS PODE OCORRER!).
  • Vídeolaparoscopia; Laparotomia. (EM CASO DE INSTABILIDADE HEMODINÂMICA).
  • 16 – p celulas escamosas e o 18 p adenocarcinoma.
  • Alterações celulares transitórias --- q desaparecem com o tempo.
  • A presença do vírus, sem lesão, não necessita de tto ==== tem grande possibilidade de regressão espontanea.
  • OBS: em pacientes HIV+ podem aparecer lesões gigantes (>1cm) e múltiplas (nº>100)==== normal é de 1 a 10 mm.
  • Pode acometer tb crianças, sendo que neste caso a localização normalmente é extragenital!
  • INFECÇÃO PRIMÁRIA: febre, mal estar, náuseas, vomitos. AIDS: infecções oportunistas, contagem de linfocitos CD4 inferior a 50 cels.
  • Mulheres vítimas de estupro devem receber a quimioprofilaxia para HIV, de modo semelhante à dos casos de pós-acidentes biológicos.
  • sintomas gerais: artralgia, febrícula, cefaléia, adinamia.
  • HVS = herpes vírus simples.
  • Mulher normalmente é assintomática ===== RESERVATÓRIO. Papula dolorosa q se desenvolve 4 a 7 dias após o contagio, c halo eritematoso. Em até 48 horas torna-se pústula, sofre erosão e, por fim, úlcera. OBS: as úlceras são multiplas (autoinoculação), com base amolecida, bordo irregular, contorno eritematoso, fundo irregular recoberto com exsudato necrótico amarelado.
  • Em 50% dos casos em que houve adenomegalia há fistulização em orificio único!
  • Localização determina sintomas → disúria, dor a defecação, sangramento retal, dispareunia, corrimento vaginal.
  • Exame clínico; Bacterioscopia com coloração de gram ou Giemsa; Cultura.
  • Ocorre fistulização=== orificios multiplos!
  • Corpúsculos de donovan são corpos intracelulares com largas células mononucleares encontrdas em raspados de tecidos ou em material de biopsia.
  • Dst apresentacao

    1. 1. 1DOENÇAS SEXUALMENTEDOENÇAS SEXUALMENTETRANSMISSÍVEIS ETRANSMISSÍVEIS EVULVOVAGINITESVULVOVAGINITESEstágio Supervisionado emSaúde da Mulher I.Discente: Gustavo PiccoliOrientador: Prof. Cláudio Rocha.Itabuna – BA, 2012
    2. 2. 2SumárioVulvovaginites;Cervicites e uretrites;Doença inflamatória pélvica;Doenças virais;Úlceras genitais;Abordagem sindrômica.
    3. 3. DSTs• Conceito• Comum problema de saúde pública em nível mundial;• Cerca de 10 milhões de pessoas são portadoras deDSTs;• No Brasil apenas as hepatites virais, sífilis congênita eHIV são de notificação compulsória.3
    4. 4. VULVOVAGINITESVULVOVAGINITES4
    5. 5. Vulvovaginites• Vulvovaginites: processo infeccioso e/ouinflamatório que acomete o TGI;– 30% das consultas ginecológicas;– Queixa freqüente:• fluxo vaginal ↑, prurido, irritação, ardência,desconforto, odor desagradável.Vulvovaginite x Colpite5
    6. 6. Vulvovaginites• Principais causas de vulvovaginites:–Vaginose bacteriana;–Candidíase vulvovaginal;–Tricomoníase.6
    7. 7. Vaginose bacteriana• Vaginose bacteriana–Epidemiologia• Principal causa de corrimento vaginal;• Mulheres com vida sexual ativa;• Crianças e celibatárias.7
    8. 8. Vaginose bacteriana• Vaginose bacteriana–Fatores predisponentes• Múltiplos parceiros;• Duchas vaginais;• Tabagismo.Somente o contato sexual vaginal éimportante para a vaginosebacteriana?8
    9. 9. Vaginose bacteriana• Vaginose bacteriana– Quadro clínico• Assintomático em 50% dos casos;• Odor fétido;• Corrimento vaginal fluído, homogêneo, branco-acizentado ou amarelado, em pequena quantidade enão aderente;• Formação de microbolhas;• Irritação vulvar, dispareumia e disúria (exceção).9
    10. 10. Vaginose bacteriana• Vaginose bacteriana– Diagnóstico• Critérios de Amsel• Corrimento acinzentado,homogêneo, fino;•pH vaginal >4,5;•Teste das aminas (Whiff test) +;•Visualização das Clue Cells.10
    11. 11. Vaginose bacteriana• Vaginose bacterianaClue CellsFonte: http://bacterioweb.univ-fcomte.fr/phototheque/Clue_cell_Vagin_MGG.jpg 11
    12. 12. Vaginose bacteriana• Vaginose bacteriana– Tratamento recomendados (CDC, 2006)1. Metronidazol 500mg, VO, de 12/12h por 7 dias;2. Metronidazol gel, por 05 noites;3. Clindamicina creme 2%, por 5 noites;– 1ª opção segundo o MS (2006)1. Metronidazol 400 a 500mg, VO, de 12/12h por 7 dias;→ Alternativo: Metronidazol gel, Clindamicina VO ou Clindamicinacreme.12
    13. 13. Vaginose bacteriana• Vaginose bacteriana– Não é necessário tto do parceiro;– É desnecessário o acompanhamento das pacts.– Situações especiais:• Em caso de intolerância: opção é Clindamicina;• Gestantes devem ser tratadasMetronidazol ouClindamicina13
    14. 14. Candidíase vulvovaginal• Candidíase vulvovaginal– Infecção da vulva e vagina por fungo (Candidaalbicans – 80 a 90%);– 2ª causa de corrimento vaginal (23%);– A via vaginal não é a principal forma detransmissão;14
    15. 15. Candidíase vulvovaginal• Candidíase vulvovaginal– Fatores de risco• Gravidez;• DM (descompensado);• Obesidade;• Uso de ACO em altas doses;• Antibióticos, corticóides ou imunossupressores;• Hábitos de higiene e vestuário;• Contato com substâncias alérgenas e/ou irritantes;• Imunodeficiência.15
    16. 16. Candidíase vulvovaginal• Candidíase vulvovaginal– Quadro clínico• Prurido vulvovaginal;• Queimação vulvovaginal;• Disúria;• Dispareunia;• Corrimento branco, grumoso (leite coalhado);• Hiperemia e edema vulvar;• Vagina e colo recobertos por placas brancas ou brancoacinzentadas, aderidas à mucosa.16
    17. 17. Candidíase vulvovaginal• Candidíase vulvovaginalVaginite porCândidaFonte: Medgrupo, 2010.17
    18. 18. Candidíase vulvovaginal• Importante:– o início é súbito;– Os sintomas tendem a se manifestar ou seexacerbar antes da menstruação e melhorardurante a menstruação e período pós-menstrual;– O parceiro pode apresentar irritação ou hiperemiado pênis ou balanopostite.18
    19. 19. Candidíase vulvovaginal• Diagnóstico– Quadro clínico e exame a fresco.– Exame a frescoHidróxido de potássio a 10%;Estudo da lâmina – identificação daCandida (pseudo-hifas).19
    20. 20. Candidíase vulvovaginal• Tratamento– 1ª opção (MS, 2006)1. Miconazol creme 2% por 7 noites;2. Clotrimazol creme 1% por 6 a 12 noites;3. Tioconazol creme 6,5% em dose única;4. Nistatina 100.000 UI por 14 noites;– 2ª opção (MS, 2006)1. Fluconazol 150 mg, VO, dose única;2. Cetoconazol 400 mg, VO, por 5 dias.20
    21. 21. Candidíase vulvovaginal• Candidíase complicada– Recorrente• Tto tópico deve ser mantido por 10 a 14 dias, ou o ttoVO deve ser repetido 72 horas após dose inicial.Fluconazol,VO, 100mg, 150mg ou200mg. Em 03 doses (dias 1º, 4º e 7º).21
    22. 22. Candidíase vulvovaginal• Candidíase recorrente–Grave• Eritema e edema vulvares extensos, comescoriações e fissuras• Menor resposta nos esquemas de curtaduração;→ Fluconazol 150mg, VO, em doses sequenciais(2ª dose 72 h após a dose inicial).22
    23. 23. Candidíase vulvovaginal• Situações especiais–Hospedeiros imunocomprometidos• Terapia antimicótica por 7 a 14 dias.–Gestação• Somente indicados os derivados azólicos de usotópico (por pelo menos 7 dias).23
    24. 24. Tricomoníase• É uma DST;• Agente: Trichomonas vaginalis;• Os homens geralmente são portadoresassintomáticos;• Mulheres geralmente sintomáticas;• Obs: mulheres pode ser assintomática após amenopausa.24
    25. 25. Tricomoníase• Fatores de risco–Relaciona-se com a atividade sexualdesprotegida.25
    26. 26. Tricomoníase• Quadro clínico– Corrimento (35%) - abundante, amarelo ouamarelo-esverdeado, mal cheiroso e bolhoso;– Ardência;– Hiperemia;– Edema– Dispareunia superficial;– Prurido vulvar ocasional.– Disúria, polaciúria e dor suprapúbica.26
    27. 27. TricomoníaseCorrimentobolhosoFonte: http://www.evb.org.br/portal/wp-content/uploads/2012/01/dst_tricomoniase_02.jpg27
    28. 28. Tricomoníase• Importante– Achado peculiar:– Aspecto “tigróide” ou “pele de onça” ao teste deSchiller.• Colpite focal ou difusa – “colo em framboesa ou emmorango”;• olho nu 2% dos casos e 90% dos casos à colposcopia;• Achado altamente específico da tricomoníase.28
    29. 29. Tricomoníase“Colo emFramboesa” –colpite difusa.Fonte: Medgrupo, 2010. 29
    30. 30. Tricomoníase• Diagnóstico– Exame clínico;– pH vaginal (≥5);– Teste de Whiff positivo;– Presença do protozoário à microscopia a fresco dofluído vaginal.Cultura em meio de Diamond é ométodo mais sensível e específico.30
    31. 31. Tricomoníase• Tratamento– MS, 2006• 1ª opção• 2ª opção1. Metronidazol 2g, VO, dose única;2. Metronidazol 500 mg, VO, de 12/12hpor 7 dias.1. Secnidazol 2g, VO, dose única.2. Tinidazol 2g, VO, dose única.OBS: É obrigatório o tto do parceiro e abstinência sexualdurante o tto. 31
    32. 32. Tricomoníase• Situações especiais– Gestação• Metronidazol 2g é a escolha.– Lactação• Metronidazol – suspender o aleitamento por 12h;• Tinidazol – suspender aleitamento por 72h.– Complicações na gestação• RPMO, parto prematuro, baixo peso ao nascer einfecção puerperal.32
    33. 33. Vulvovaginites inespecíficas• Inflamação dos tec da vulva e vagina, semidentificar um agente.• Frequente na população infanto-juvenil (70%das queixas);• 25 a 75% das vulvovaginites nas pré-puberessão inespecíficas.33
    34. 34. Vulvovaginites inespecíficas• Fatores predisponentes– Anatômicos• Proximidade uretra – vagina – ânus;– Fisiológicos• Epitélio vaginal delgado; pH alcalino (6,5 – 7,5);– Hábitos/costumes• Higiene pobre ou inadequada;• Roupas apertadas e material sintético;• Irritantes químicos;• Traumatismos (abuso sexual, masturbação, corpo estranho);– Comorbidades/medicações• Obesidade, DM, parasitoses intestinais, doenças dermatológicas.34
    35. 35. Vulvovaginites inespecíficas• Quadro clínico– Leucorreia;– Prurido vulvar;– Ardência vulvar;– Escoriação, hiperemia e edema vulvar;– Disúria e polaciúria;– Sinais de má higiene.35
    36. 36. Vulvovaginites inespecíficas• Tratamento–Medidas de higiene;–Prevenir contato com irritantes;–Tto de infecção do TU, parasitosesintestinais;–Tto tópico.36
    37. 37. Vulvovaginites inespecíficas• Vulvovaginites não infecciosas– Vaginite atrófica• Devido ↓ do estrogênio.– Vaginose citolítica.Após o parto e namenopausa.Desequilíbrio do ecossistemavaginal - ↓ do pH vaginal e ↑dos lactobacilos.37
    38. 38. Abordagem sindrômica38Fonte: MS, Manual de Doenças SexualmenteTransmissíveis, 2006.
    39. 39. 3938
    40. 40. Cervicite• Conceito– Ag. Etiológico: Neisseria gonorrhoeae e Chlamydiatrachomatis.• Quadro clínico– Assintomática (70-80%);– Corrimento vaginal, dispareunia, disúria, sangramentopós-coito.→ Risco de evolução para a DIP.40
    41. 41. Cervicite• Se corrimento -> Escore de Risco:– Parceiro com corrimento uretral (2);– Menor de 20 anos (1)– Novo parceiro últimos 3 meses (1);– Mais de um parceiro últimos 3 meses (1)– Sem parceiro fixo (1) Tratar se mucopus OU colo friável OU escore maiorou igual a 2.41
    42. 42. Cervicite42Fonte:http://1.bp.blogspot.com/_WCRSnfnGC30/SANU0XjuAdI/AAAAAAAAAFY/9EGpyM_H9Kk/s320/cervicite.png
    43. 43. Cervicite• Tratamento– Clamídia• Azitromicina 1g, VO, dose única;• Doxiciclina 100mg, VO, 12/12h por 7 dias;– Gonorréia• Ceftriaxone 250mg, IM, dose única• Ciprofloxacina 500mg, VO, dose única.• Tratar os parceiros SEMPRE.43
    44. 44. Cervicite – abordagem sindrômica44Fonte: Ministério da Saúde, 2006.
    45. 45. URETRITES45
    46. 46. Uretrite• Conceito;– Sexo masculino mais comum;– Mulheres são assintomáticas;– Taxa de transmissão (para a mulher) – 20 a 50%.• Uretrite gonocócica– Neisseria gonorrhoeae;– Uretrite masculina mais comum;– Incubação: 2 a 5 dias.46
    47. 47. Uretrite• Uretrite gonocócica–Quadro clínico• Sensação de prurido na fossa navicular que seestende por toda a uretra;• 1 a 3 dias – disúria, seguida por corrimento;• Febre.• *Polaciúria, sensação de peso no períneo ehematúria no final da micção.47
    48. 48. Uretrite48Fonte: http://3.bp.blogspot.com/-5G5f2Ft7u40/TkBgwvA6FhI/AAAAAAAAAK8/9YnOd_u_QU0/s400/gonorreia.jpg
    49. 49. Uretrite• Tratamento1. Doxiciclina 100mg, VO, 12/12h por 7 dias;2. Azitromicina 1g, VO, em dose única.49Deve-setratar oparceiro.
    50. 50. Abordagem sindrômica50Fonte: MS, 2006.
    51. 51. 51
    52. 52. Doença Inflamatória Pélvica• Síndrome clínica atribuída à ascensão demicroorganismos do trato genital inferior para tratosuperior.• Ag. Etiológico: polimicrobiano;• * Mais comum entre 15 e 25 anos;52Chlamydia trachomatis;Neisseria gonorrhoeae;
    53. 53. Doença Inflamatória Pélvica• Fatores de risco– < 25 anos;– Classe social – promiscuidade sexual;– Tabaco/álcool/drogas ilícitas– Parceiro com uretrite;– História de DIP ou DST;– Vaginose bacteriana;– DIU (Actinomices israelli);53
    54. 54. Doença Inflamatória Pélvica• Quadro clínico - típico– corrimento vaginal purulenta;– Dor abdominal infra-umbilical;– Dor em topografia anexial;– Dor à mobilização do colo uterino;– Febre;• Sintomas atípicos: sangramento uterino anormal,dispareunia e sintomas urinários.• Obs: a DIP pode se apresentar assintomática.54
    55. 55. Doença Inflamatória Pélvica• Diagnóstico– Clínico5503 critérios maiores +01 menorou01 critério elaborado
    56. 56. Doença Inflamatória Pélvica• Diagnóstico– Critérios elaborados• Evidência histopatológica de endometrite;• Abscesso tubo-ovariano em estudo de imagem ;• VLSC com evidências de DIP;– Critérios maiores• Dor abdominal infra-umbilical;• Dor à palpação dos anexos;• Dor à mobilização do colo uterino.56
    57. 57. Doença Inflamatória Pélvica• Diagnóstico– Critérios menores• Temperatura axilar > 37,8º C;• Conteúdo vaginal ou endocervical anormal;• Massa pélvica;• Leucocitose;• Proteína C reativa e VHS elevadas;• Comprovação laboratorial cervical (gonococo, clamídiaou micoplasma);57
    58. 58. Doença Inflamatória Pélvica• Estadiamento58Classificação de MonifEstágio 0 Infecção ginecológica baixa associada a endometrite.Estágio I Endometrite e salpingite aguda sem peritonite.Estágio II Salpingite aguda com peritonite.Estágio III Salpingite aguda com oclusão tubária oucomprometimento tubo-ovariano.Estágio IV Abscesso tubo-ovariano roto com secreção purulentana cavidade e sinais de choque séptico.Fonte: FREITAS, Fernando et al. Rotinas em Ginecologia.Artmed, 5 ed, Porto Alegre, 2006.
    59. 59. Doença Inflamatória Pélvica• Tratamento– Ambulatorial (CDC, 2006)Ceftriaxone 250 mg, IM, dose única +Doxiciclina 100 mg, VO de 12/12h/14 dias +Metronidazol 500 mg, VO, de 12/12h/14 dias.– Hospitalar (CDC, 2006)Cefotetan 2 g IV de 12/12h ou Cefoxitina 2g IV de6/6h + Doxiciclina 100 mg, VO de 12/12h por 14dias.59
    60. 60. Doença Inflamatória Pélvica• Tratamento cirúrgico - INDICAÇÕES:– Falha do tratamento clínico;– Hemoperitônio;– Rotura de abscesso tubo-ovariano;– Abscesso de fundo de saco de Douglas.• Complicações– Precoces: abscesso tubo-ovariano– Tardias: infertilidade, prenhez ectópica, dor pélvicacrônica, dispareunia.60
    61. 61. DIP – abordagem sindrômica61Fonte: Ministério da Saúde, 2006.
    62. 62. 62
    63. 63. PAPILOMAVÍRUS HUMANO -HPV63
    64. 64. Papilomavírus Humano (HPV)• Principal fator de risco para atipias na zona detransformação;• Responsável por 90% dos casos de CA de colo;• Parasita intracelular;• Existem mais de 100 subtipos de HPV:– Os subtipos 16 e 18 são responsáveis por cerca de70% de todos CA de colo.• Faixa etária mais acometida entre 20 a 40 anos.64
    65. 65. Papilomavírus Humano (HPV)• Fatores de risco–Relações sexuais desprotegida;–Promiscuidade sexual;–Diminuição da idade da 1ª relação sexual.65
    66. 66. Papilomavírus Humano (HPV)• Evoluções da infecção– Cura espontânea;– Persistência do vírus associada a citologia normal;– Alterações celulares transitórias;– Alterações celulares que, mesmo persistentes, nãoprogridem;– Alterações celulares que evoluem para carcinoma.Condiloma acuminado é a lesão queacomete a vulva e a pele do períneo e,menos no colo.66
    67. 67. Papilomavírus Humano (HPV)• Diagnóstico–Exame colposcópio;• Lesões exofíticas hiperplásicas.Sempre necessáriaa confirmaçãohistológica!67
    68. 68. Papilomavírus Humano (HPV)• Tratamento– A erradicação do vírus não é o foco do tto;– A presença do vírus, sem lesão, não necessita de tto.• Objetivos:– Erradicar condilomas acuminados;– Previnir evoluções para malignidade;– Prevenção de transmissão vertical;– Prevenção da transmissão horizontal.68
    69. 69. Papilomavírus Humano (HPV)• Tratamento – Condiloma acuminado– Cauterização• Eletrocautério, laser, substâncias químicas,imunomoduladores, ressecção cirúrgica.→ o método dependerá do nº, gravidade e tamanho daslesões, estado imunológico.→ nas lesões extensas de vulva o eletrocautério pode serpreferida. Nas mais localizadas, a cauterização química.69
    70. 70. Papilomavírus Humano (HPV)• Química– Ácido tricloroacético;– Imiquimod;– 5-fluoracil.Pode ser usado comsegurança emgestantes.70
    71. 71. Papilomavírus Humano (HPV)• Situações especiais– HPV e gestação• Aumenta a chance de replicação viral;• Comum a formação de condilomas gigantes ou evoluçãorápida para lesões neoplásicas de grau mais acentuado.– HPV e HIV +• Há maior prevalência de lesões que se apresentam emmaior nº e extensão;• Há maior chance de recidiva.A cesariana só é indicada nos casos de condiloma gigantes que obstruem ocanal de parto.71
    72. 72. Papilomavírus Humano (HPV)• Prevenção–Vacinas• Quadrivalente (subtipos: 6, 11, 16 e 18);• Bivalente (subtipos: 16, 18).Em mulheres de 10 a 25 anos em 03 doses.72
    73. 73. Papilomavírus Humano (HPV)• Métodos de rastreio–Citologia;–Colposcopia;–Histopatológico.73
    74. 74. MOLUSCO CONTAGIOSO74
    75. 75. Molusco contagioso• Lesão clínica caracterizada por pápulas na pele,rosadas ou brancas com depressão central ouumbilicadas;– Incubação: 3 semanas a 3 meses;– Únicas ou múltiplas;– Auto-inocultáveis, assintomáticas;– Mais comum na região genital;– OBS: em pacientes HIV+ podem aparecer lesões gigantes(>1cm) e múltiplas (nº>100).75
    76. 76. Molusco contagioso76Medgrupo, 2010.Fonte: http://files.drcaiorosahumaire.com/200002315-77901788a5/imagens%20molusco%20contagioso%20fotos.jpg
    77. 77. Molusco contagioso• Diagnóstico– Clínico;– Biopsia (dispensável).• Tratamento– Cura espontânea– Podofilina 20% em 2x/semana;– Ácido tricloroacético: 10-30%;– Nitrato de prata a 40%;– Crioterapia.77
    78. 78. HEPATITES VIRAIS78
    79. 79. Hepatites virais e gravidez• Hepatite B–Maior determinante de doença hepáticaaguda e crônica no mundo;–Transmissão sexual é a mais importante;–Período de incubação: 04 a 23 semanas.79
    80. 80. Hepatites virais e gravidez• Hepatite B80AgudaVaria de quadro genérico de virose até sintomas clássicos(icterícia, náuseas, vômitos, fadiga, dor em hipocôndriodireito, febre e alteração de enzimas hepáticas).CrônicaAssintomática – HBSAg+, função hepática normal;Persistente - função hepática anormal;Ativa - com sintomas sistêmicos indistinguíveis da hepatiteaguda.
    81. 81. Hepatites virais e gravidez• Diagnóstico– Por sorologia específica;– Pré-natal• Rastreamento de rotina (1ª consulta e 3º trimestre).– Prevenção• Vacinação;• Uso de preservativos.81
    82. 82. HIV/AIDS82
    83. 83. HIV/AIDS• Mais prevalente homens 2:1 ;– De 15 aos 19 anos (1:1); (MS, 2000).– 0,1 a 3% das gestantes estão infectadas;– Transmissão vertical varia de 14 a 33%;• 75% intra-parto;• Importância da triagem durante o PN.83
    84. 84. HIV/AIDS• Diagnóstico– Anti-HIV I e II;– A confirmação com teste de imunoflorescência ouWestern-blot.• Manifestações clínicas– Em 06 estágios:1. Transmissão;2. Infecção primária;3. Soroconversão;844. Infecção assintomática;5. Infecção sintomática;6. AIDS.
    85. 85. HIV/AIDS• Profilaxia da Transmissão Vertical– AZT 200 mg VO 8/8h da 14ª semana até o parto;• Vítimas de estupro – quimioprofilaxiaAzitromicina 1g VO dose única;Imunoglobulina Hiperimune (Hepatite B);AZT 200mg VO 8/8h, por 30 dias;Levonorgestrel 750 mg VO 12/12h por 1 dia;85*Alguns anti-retrovirais interferem no metabolismode ACO: Nelfinavir, Ritonavir, Amprenavir, Efavirenz.
    86. 86. 8675
    87. 87. Úlceras genitais• Importante avaliar:– Aspecto, consistência e grau de acometimento;– Avaliação do status linfonodal (consistência,supuração);– Exame físico geral – ênfase em pele, boca e olhos.87DSTs que cursam com úlceras ↑ em 18,2vezes a chance de transmissão do HIV.
    88. 88. SÍFILIS88
    89. 89. Sífilis• Doença infecciosa, sistêmica, evolução crônica(com surtos de agudização);• Agente etiológico: Treponema pallidum;• Transmissão sexual na maioria dos casos;• Contaminação na gestação → importanteacometimento fetal.89
    90. 90. Sífilis• Epidemiologia– 3,5 milhões de casos novos/ano no mundo;– Prevalência de 10 a 15% nas gestantes;– 1/3 dos expostos a parceiros sexual infectados adquire adoença.• Classificação– Adquirida recente: (até 1 ano após a infecção);– Adquirida tardia: (com mais de 1 ano de evolução);– Congênita: recente (até os 02 anos) ou tardia (após 02anos).90
    91. 91. Sífilis• Formas clínicas– Primária: surgimento do cancro duro, após 10 a 90dias após o contato sexual;• Lesão rósea, ulcerada, única e indolor, com 1 a 2 cm,com bordas delimitadas, secreção serosa escassa, comadenopatia regional.• Desaparece após 04 semanas, sem deixar cicatrizes.91Fonte: http://www.eliminasifilis.kit.net/imagens/imagens/sif1.jpg
    92. 92. Sífilis• Formas clínicas– Secundária• Manifesta-se cerca de 4 a 8 semanas após odesaparecimento da lesão primária;• Lesões cutaneo-mucosas não ulceradas, simétricas,localizadas ou difusas;• Regridem espontaneamente em 2 a 6 semanas;– Entrando em fase latente métodos sorológicos.• Não deixam cicatrizes.• Linfadenopatia generalizada em 85%;– Podem se apresentar com sintomas gerais.92
    93. 93. Sífilis• Formas clínicas– Secundária• Lesões: roséolas (papulares ou planas eritematosas emtronco).papulo-erosivas, pustulosas e hipertróficas emcavidade oral, genital, palma das mãos e plantas dospés.Alopecia.93Fonte:http://www.medicinageriatrica.com.br/wp-content/uploads/2007/12/lues2.JPGFonte: http://4.bp.blogspot.com/-nw6Zt9xrmfA/TuF11GdFRUI/AAAAAAAAAPU/UAyXVfbCckU/s1600/2.JPGFonte: http://saude.culturamix.com/blog/wp-content/uploads/2012/03/doen%C3%A7a-s%C3%ADfilis-3.bmpFonte:http://3.bp.blogspot.com/_xzt_HopYovE/TFYH7S6dkrI/AAAAAAAAAfY/ATPi8gHVAJ0/s1600/digitalizar0013.jpg
    94. 94. Sífilis• Sífilis latente– Recente: menos de 1 ano de evolução;– Tardia: mais de 1 ano de evolução;– Ausência de sinais e sintomas;– Duração de 20 a 30 anos.94• 2/3 dos pacts permanecem nesta fase;• Diagnóstico apenas feito por sorologia.
    95. 95. Sífilis• Formas clínicas– Terciária• Os sintomas aparecem de 03 a 20 anos após a infecção;95PrimáriaSecundária1/3 dos casosnão tratadosTerciária
    96. 96. Sífilis• Diagnóstico– Pesquisa direta– Sorologia não treponêmica (VDRL);• Torna-se reativos 3 a 6 semanas após a infecção ou 2 a 3semanas após a lesão primária;96Campo escuro;Imunoflorescência direta;Sugestivo:• títulos > 1:4;• ↑ dos títulos em 4x sorologias seqüenciais;• positivação dos títulos em sorologias seqüenciais.:
    97. 97. Sífilis• Tratamento (CDC, 2006)– Recente – Penicilina G benzatina (2,4 milhoes UI,IM), dose única;– Tardia - Penicilina G benzatina (2,4 milhoes UI,IM), em 03 doses com intervalo de 01 semana;* alternativa: Doxiciclina 100mg, VO, de 12/12h por 14 dias.97
    98. 98. Sífilis• Tratamento (CDC, 2006)– Neurossífilis – Penicilina G cristalina (3 – 4 milhõesUI, IV), 4/4h por 10 a 14 dias*;– Gestantes – Penicilina G benzatina**.*alternativa: Doxiciclina 100mg, VO, de 12/12h por 14 dias.** para gestantes não há alternativas de tto.98Sempre investigar e tratar oparceiro.
    99. 99. Sífilis• Na gestação– 20% dos recém-natos não apresentam sintomas;– Complicações:• Crescimento intrauterino restrito;• Óbito fetal e neonatal;• Parto prematuro;• Anomalias congênitas.– Pré-natal:• VDRL na 1ª consulta e repetir na 30ª semana;• Considerar + o VDRL ≥1:8.99
    100. 100. CANCRO MOLE100
    101. 101. Cancro mole• Ag. Etiológico: Haemophilus ducreyi.• Sinonímia: cancróide, cancro venério entreoutras;• Período de incubação: 02 a 35 dias (média 05dias);– O risco de infecção numa relação sexual é 80%.Obs: 10% dos acometidos podem estar coinfectadoscom o T. pallidum ou HVS.101
    102. 102. Cancro mole• Quadro clínico• Maior acometimento em homens.• Mulher normalmente é assintomática.102Pápula Pústula Úlcera
    103. 103. Cancro mole• Quadro clínico– Úlceras são múltiplas, com base amolecida, bordoirregular, contorno eritematoso, fundo irregularrecoberto com exsudato necrótico.103Fonte: http://vidasaudavellgbt.files.wordpress.com/2011/06/cancro-mole2.jpg
    104. 104. Cancro mole• Quadro clínico– Locais mais acometidos: frênulo e sulco bálano-prepucial, fúrcula e face interna dos pequenolábios.– Adenopatia inguinal em 30 a 50%, com tendênciaa supuração.Obs.: A infecção sistêmica não é comum.104
    105. 105. Cancro mole• Diagnóstico• Tratamento (MS, 2006)1. Azitromicina 1g, VO, dose única;2. Ceftriaxone 250mg, IM, dose única;Gestantes1. Eritromicina 500mg, VO, 6/6h por 10 dias;2. Ceftriaxone 250mg, IM, dose única.105Exame clínico Bacterioscopia Cultura
    106. 106. LINFOGRANULOMAVENÉREO106
    107. 107. Linfogranuloma venéreo• Ag. Etiológico: Chamydia trachomatis.• Mais comum nas mulheres;• Maior acometimento em linfonodos inguinais eilíacos.• Período de incubação: 3 a 21 dias;• Etiopatogenia: 3 fases.1. Erosão da pele;2. Adenite;3. Fibrose e destruição.107
    108. 108. Linfogranuloma venéreo• Quadro clínico1. Lesão de inoculação: pápula com evolução paraúlcera. Não dolorosa.2. Disseminação linfática regional: adenite evoluiem nódulos inguinais superficiais dolorosos.→Ocorre fistulização.3. Sequelas: após alguns meses → estenose efibrose da vagina e do reto.108
    109. 109. Linfogranuloma venéreo109Fonte: Medgrupo, 2010.Fonte: http://2.bp.blogspot.com/-KgCcL5ywjwQ/Tw34zk23DuI/AAAAAAAAAKg/brkcaNpf2W0/s1600/LINFOGRANULOMA+VENEREO_9.jpg
    110. 110. Linfogranuloma venéreo• Diagnóstico– Clínico;– Outros: cultura, PCR, histopalógico.• Tratamento (MS, 2006)– Tiafenicol 1,5g/dia, VO, 14 dias;– Azitromicina 1g, 1dose/semana por 3 semanas;– Doxicilclina 100mg, VO, 12/12h por 14 dias.– Eritromicina 500mg, VO, 6/6h por 21 dias.110
    111. 111. DONOVANOSE111
    112. 112. Donovanose• Ag. Etiológico: Klebsiella. granulomatis;• Doença crômica e progressiva;• Baixo contágio;• Incubação: média de 50 dias (até 6 meses);• Transmissão: autoinoculação, contato sexual,contaminação fecal;• Genitálias acometidas em 90% e inguinal em10%.112
    113. 113. Donovanose• Quadro clínico–Pápula indolor → úlcera de bordaplana → lesão vegetante ou úlcero-vegetante.113
    114. 114. Donovanose114Fonte: http://www.adolescencia.org.br/portal_2005/secoes/saiba/imagens/donovanose_mulher.jpg
    115. 115. Donovanose• Diagnóstico– Identificação dosCorpúsculos deDonovanem esfregaço ouhistopatológico.115Fonte: Medgrupo, 2010.
    116. 116. Donovanose• Tratamento (MS, 2008)1.Doxiciclina 100mg, VO, 1x/semana por 3semanas (e até a cura clínica);2.Azitromicina 1g, VO, dose única, seguido de500mg/dia, VO, por 21 dias;3.Eritromicina 500mg, VO, 6/6h por 21 dias(gestação).116
    117. 117. HERPES GENITAL117
    118. 118. Herpes genital• Geral– Doença de caráter incurável e recorrente;– DST ulcerativa mais frequente;– Ag. Etiológico: herpes simplex vírus (HSV).– Transmissão: sexual.OBS.: O HSV permanece no tec neural por toda a vida.A reativação ocorre na raiz dorsal, retornando pelonervo para a superfície da pele e mucosacorrespondente ao dermátomo.118
    119. 119. Herpes genital• Quadro clínico1. Forma primária• Sintomas mais graves;• Pródromos: prurido, ardência, hipersensibilidade,queimação;→lesões cutâneas sucedem os sintomas em horas oudias;119Pápulas eritematosas →vesículas→ulcerações
    120. 120. Herpes genital• Quadro clínico2. Forma Recorrente• É mais branda, tem menor duração, menos lesõesclínicas.• Risco de recorrência é 50% (VHS 1) e 80% (VHS 2);• Precedidos por pródromos.• →reativação: febre, exposição solar, frio intenso,traumatismo, estresse físico ou emocional,imunodeficiência, antibioticoterapia.120
    121. 121. Herpes genital121Fonte:http://3.bp.blogspot.com/_P0dQwkf9Zjg/S09W4akgE3I/AAAAAAAALQ0/-WAAbCfukKI/s400/herpes.jpgFonte:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/herpes/imagens/herpes-genital-4.jpg
    122. 122. Herpes genital• Diagnóstico– Clínico;– Citologia, sorologia, biopsia, cultura,imunofluorescência direta.• Tratamento (CDC, 2006)1.Aciclovir 400mg, VO, 8/8h por 7 a 10 dias;2.Valaciclovir 1g, VO, 12/12h por 7 a 10 dias.3.Tto Sintomático.122
    123. 123. Abordagem sindrômica123Fonte: FEBRASGO. Manual de OrientaçãoDST/AIDS, 2003.
    124. 124. Referências1. FEBRASGO. Manual de orientação DST/AIDS, 2004.2. FONSECA, Vera Lúcia Mota da et al. Doenças Sexualmente Transmissíveis. In: CONCEIÇÃO,José Carlos de Jesus. Ginecologia Fundamental. Atheneu, 5 ed, 2005.3. FREITAS, Fernando et al. Rotinas em Ginecologia. Artmed, 5 ed, Porto Alegre, 2006.4. HAUBE, Hans Wolfgang & CUNHA, Donaldo Cerci. Doença inflamatória pélvica. DiagnTratamento, 2010.5. Ministério da Saúde. Manual de Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis, 2006.6. MOTTA, Eduardo Vieira da. Doença inflamatória pélvica aguda: aspectos atuais. ICHC,FMUSP, 2011.7. NAUD, Paulo et al. Doença inflamatória pélvica. In: FREITAS, Fernando et al. Rotinas emGinecologia. Artmed, 5 ed, Porto Alegre, 2006.124

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