Tv escola volume 5

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Tv escola volume 5

  1. 1. VOL. 5 GUIA DE PROGRAMAS 1
  2. 2. EXPEDIENTE 2
  3. 3. Presidência da rePública Federativa do brasilMinistério da educaçãosecretaria-executivasecretaria de educação básicadiagraMação:silvio nóbregaPublicação:Ministério da educação - MecesPl anada dos Ministérios, bloco l - 70047-900brasília - dFteleFone: 0800 61 61 61e-Mail: t vescol a@Mec.gov.br 3
  4. 4. SUMÁRIO 4
  5. 5. grandes educadores 6FilósoFos e a educação 14PeQuenas Histórias 18Morte e vida severina 20eM desenHo aniMadoMateMática eM toda Parte 22sua escola, nossa escola 26geração saúde 2 30silêncio das inocentes 34entre a luZ e a soMbra 36coleção Portal do 38ProFessor e ParceiroscaMinHos da escola 40bits e bYtes 56Que Mundo é esse?salto Para o Futuro 58 5
  6. 6. 6
  7. 7. GRANDES EDUCADORES - Disco 1 tionáveis, e enfatizar a descoberta, o diálogo e a busca do consenso.1. CÉLESTIEN FREINET Duração: 40’Célestin Freinet foi um dos maiores educadores Realização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010.do século XX. Pedagogo humanista, autodidata,político e sindical, sintetizou em sua obra as 4. LEV VYGOTSKYaquisições da psicologia e da pedagogia, tornan-do-as aplicáveis às práticas cotidianas em classe. Vygotsky se preocupa em entender o funcionamen-A Pedagogia Freinet é um conjunto original de to psicológico do ser humano, integrando aspectospropostas teóricas, instrumentos e técnicas assen- biológicos e culturais. Com relação à educação, atadas em alguns princípios e eixos pedagógicos: teoria de Vygotsky enfatiza o papel da aprendi-cooperação, livre expressão, responsabilidade, sol- zagem no desenvolvimento humano, valorizandoidariedade, comunicação e documentação. Freinet, a escola, o professor e a intervenção pedagógica.através de seu método natural de aprendizagem, Talvez por isso, suas idéias têm tido tanta reper-deixa um importante legado para a formação de cussão entre os educadores do ocidente, apesar deseres íntegros, sociais e políticos, capazes de tril- sua distância no tempo e espaço (viveu na antigahar seus destinos individual e socialmente na con- União Soviética e morreu a mais de 60 anos). Astrução de uma sociedade democrática e pacífica. produção de Vygotsky foi vasta: escreveu cerca de 200 trabalhos científicos que foram pontos deDuração: 46’ partida para inúmeros projetos de pesquisa poste-Realização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010. riores, desenvolvidos por seus colaboradores e se- guidores, e ainda centrais na agencia de psicologia2. JEAN PIAGET da educação contemporânea.Jean Piaget biólogo de formação, psicólogo que Duração: 44’estudou o desenvolvimento cognitivo, filósofo por Realização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010.afinidade, Piaget construiu uma obra longa, co-erente e sistematizada. Os conceitos que cunhou 5. B.F.SKINNERmarcaram o campo da pedagogia a tal ponto quemuitos o consideram, erroneamente, um educador. Ao lado de Freud e Piaget, Skinner foi um dos trêsPara guiar o professor que pretende conhecer mel-pensadores mais citados do século XX. Abalizou-hor o tema, este vídeo apresenta de forma clara se como um pesquisador original e influenciouos principais conceitos piagetianos. Conforme profundamente a psicologia norte-americana e mundial a partir da década de 50. Skinner é umYves de La Taille, “a teoria de Piaget é importante daqueles pensadores que despertam acaloradospara todos os adultos que lidam com crianças, poisoferece instrumentos que ajudam a entender não debates, fonte de inesgotáveis polêmicas. Emapenas o desenvolvimento da inteligência, mas relação à educação, Skinner pregou a eficiênciasuas decorrências, como a formação do comporta- do reforço positivo, sendo contrário a punições emento e da personalidade da criança”. esquemas repressivos. Rejeitou noções como a do livre-arbítrio e defendeu que todo comportamentoDuração: 57’ é determinado pelo ambiente, embora a relação doRealização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010. indivíduo com o meio ambiente seja de interação e não passiva. Foi autor de trabalhos nos quais3. JOHN DEWEY defende o uso de procedimentos eficazes para o manejo do comportamento com o intuito de mel-John Dewey foi um dos mais notáveis filósofos horar a sociedade e tornar o homem mais feliz.americanos da educação. A defesa de uma es-cola democrática e a valorização da experiência Duração: 44’bem como do pensamento reflexivo foram suas Realização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010.marcas mais profundas. John Dewey foi uma dosexpoentes do Pragmatismo. Para essa filosofia opensamento e a ação formam um todo indivisívele toda formulação teórica é uma hipótese ativaa ser demonstrada em situação prática de vida.Para John Dewey, devemos recusar verdades in-contestáveis, dogmatismos e formulações inques- 7
  8. 8. 8
  9. 9. GRANDES EDUCADORES - Disco 2 atual: como construir uma educação para to- dos, independentemente de sua condição social,6. MATTHEW LIPMAN (65’) origem ou raça, e, ao mesmo tempo, uma edu- cação para cada um, que contemple a complexi-Matthew Lipman é um dos mais reconhecidos edu- dade do indivíduo em todas as suas dimensões.cadores do nosso tempo. Criador de uma metodo-logia de ensino de filosofia para crianças, Lipman Duração: 43’conquistou o respeito de importantes instituições Realização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010.ligadas à Educação, como a UNESCO, que divulgaeste trabalho por todo o mundo. Lipman foi um 9. EDGAR MORINdos 8 educadores convidados a fazer parte da sé-rie “Os Transformadores”. Essa metodologia tran- Edgar Morin, um dos maiores intelectuais da atu-scende o ensino de filosofia e inspira o trabalho alidade, é um crítico da fragmentação do conheci-de educadores de todas as áreas. A partir de uma mento. Propõe o desenvolvimento do pensamentocomunidade de investigação (grupo formado por complexo, uma reforma do pensamento por meioalunos e professor), os alunos conversam e pen- do ensino transdisciplinar, capaz de formar ci-sam sobre questões essenciais ao homem. Temas dadãos planetários, solidários e éticos, aptoscomo a verdade, a justiça, a beleza tomam signifi- a enfrentar os desafios dos tempos atuais. Estecado para a criança e o adolescente a partir de um vídeo apresenta os principais conceitos presentesdiálogo filosófico que tem lugar na sala de aula no pensamento de Morin.Duração: 65’ Duração: 49’Realização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010. Realização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010.7. HOWARD GARDNER 10. CARL RANSOM ROGERSHoward Gardner, psicólogo e Ph.D da Universidade Formado em História e Psicologia, aplicou à Edu-de Harvard, tornou-se mundialmente conhecido cação princípios da Psicologia Clínica, área em queao publicar sua Teoria das Inteligências Múltiplas, atuou por mais de 30 anos. Na Educação, Rogersmostrando que a inteligência é composta de pelo representa a corrente humanista. Valoriza técni-menos oito competências: lógico-matemática, cas de intervenção facilitadora e considera funda-lingüística, interpessoal, intrapessoal, corporal- mentais atitudes como a de uma escuta sensívelsinestésica, musical, espacial e naturalista. A e congruência por parte dos educadores para queTeoria das Inteligências Múltiplas teve enorme re- possam ajudar na evolução de um ser humano, queceptividade entre educadores do mundo todo, pois é essencialmente bom e ávido por conhecimento.traz uma nova forma de enxergar o aluno e tem Suas idéias, um importante contraponto às idéiasprofundas implicações nas práticas pedagógicas. comportamentalistas de B. F. Skinner, tornaram-Passados cerca de 25 anos da publicação da Teoria, se mais conhecidas no Brasil nos anos 70, prin-o que fica cada vez mais clara é a importância da cipalmente a partir de grupos de estudos orienta-contribuição de Gardner para o entendimento de dos pela educadora Rachel L. Rosenberg. É nessacomo funciona nosso cérebro e de como apren- época que Rogers dirige sua atenção de maneirademos. prioritária à educação, propondo uma pedagogia que valoriza a experiência e é centrada no aluno.Duração: 34’ Acredita que o aluno aprende melhor, é mais cria-Realização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010. tivo e capaz de solucionar problemas quando en- contra um ambiente humano e de facilitação.8. HENRI WALLON Duração: 35’Uma das originalidades da teoria de Wallon é sua Realização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010.tentativa de ver a criança de um modo mais inte-gral, considerando que a escola é um lugar onde seeduca, mas, principalmente, onde se deve estudara personalidade da criança. Com foco na criança,Wallon busca compreender o desenvolvimento deforma integrada, levando em conta os domínioscognitivo, afetivo e motor. A perspectiva teóricade Wallon traz ainda uma preocupação bastante 9
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  11. 11. GRANDES EDUCADORES - Disco 3 conhecimento que ele já possui e de sua realidade. Para ele, a educação, a religião e a piedade eram11. PAULO FREIRE os grandes instrumentos para a salvação do homem.Paulo Freire é considerado mundialmente um dosmaiores educadores do século XX, por uma ou- Duração: 24’sadia até hoje muito pouco praticada: colocar o Realização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010.oprimido como sujeito da sua aprendizagem e datransformação da sua realidade. Criou uma metod- 14. HELANA ANTIPOFFologia que insere a leitura do mundo, a liberdade,o diálogo, a aprendizagem significativa para uma Helena Antipoff teve contato direto com os princi-educação transformadora e, nem por isso, menos pais centros de pesquisa e práticaeficiente que a tradicional. Paulo Freire, autor de pedagógica da Europa no início do século XX. Fezmais de 25 livros, foi professor nas universidades estágio no Laboratório Binet-Simon,de Harvard e de Genebra, na universidade Estadual em Paris, foi assistente de Claparéde em Genebra ede Campinas (UNICAMP) e na Pontifícia Univer- participou das pesquisas iniciais dasidade Católica de São Paulo (PUC- SP). A Paulo psicologia sócio-histórica soviética. No Brasil,Freire foi outorgado o título de doutor Honoris aliando formação científica e preocupaçãoCausa em 27 universidades, de diversos países. com os excluídos, Helena vai ser responsável por importantes contribuições práticas naDuração: 57’ formação de professores, educação básica, edu-Realização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010. cação de excepcionais e educação rural.12. ÉDOUARD CLAPARÈDE Duração: 36’ Realização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010.Claparède viveu em um mundo atormentado porguerras e viu na transformação da escola um 15. EDUCADORES BRASILEIROSimportante passo em sua luta pela paz mundial.Acreditava que o autoritário ambiente escolar era Anísio Teixeira, Lourenço Filho e Fernando deo grande responsável pela formação de indivíduos Azevedo foram os precursores do movimento daautoritários. Defendia que a escola deveria ser Escola Nova no Brasil, e estiveram à frente dasmais democrática e valorizar mais a criança. As principais reformas educacionais do país. Quer me-ideias de Claparède sobre a inteligência foram rev- diante suas produções em Psicologia, Pedagogia,olucionárias. Acreditava que ela estava relaciona- Sociologia e Filosofia, quer pela participação di-da à capacidade de se adaptar a novas situações, reta nas políticas públicas (incluindo aí a criaçãoalgo muito diferente da noção de inteligência do MEC, universidades, Institutos de Educação e adominante na época, relacionada à quantidade de CAPES), os três “cardeais” da Educação Brasileirainformações que o indivíduo conseguia armazenar. transformaram e consolidaram o sistema educa-Claparède lançou as bases para inúmeros psicól- cional brasileiro.ogos e educadores. Entre eles estão Vygotsky ePiaget. No Brasil, sua influência é enorme. Duração: 50’ Realização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010.Duração: 30’Realização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010. 16. MARIA MONTESSORI13. COMÊNIO Maria Montessori foi exemplo de um pensar e de um agir livre. Primeira mulher médica italiana,Religioso cristão, Jan Amos Komenský é conhecido feminista, com profundas preocupações sociais,como o pai da didática moderna. Em a Didática aliou o espírito científico com a observação dasMagna, sua obra mais importante, o modelo da crianças para contribuir com práticas e conceitosnova didática é a natureza, ou seja, está fora dos pedagógicos de importância fundamental.muros da escola. Para Comênio, o bom professor lêa vida externa e a leva para sala de aula. Acredi- Duração: 40’tava que os conhecimentos científicos deveriam Realização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010.ser levados aos alunos não pela imposição, mascom satisfação e alegria. Comênio propõe que adidática parta sempre da vivência do educando, do 11
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  13. 13. GRANDES EDUCADORES - Disco 4 Duração: 43’17. JOHANN HEINRICH PESTALOZZI Realização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010.As idéias e práticas do educador suíço Johann Hein- 21. ÁLVARO VIEIRA PINTOrich Pestalozzi representam um legado fundamentalpara compreensão da pedagogia atual. Neste pro- Álvaro Vieira Pinto é certamente uma das figurasgrama Alessandra Arce, uma das maiores referências marcantes do pensamento brasileiro do século XX.no estudo de Pestalozzi do país, aponta as influên- Filósofo de rara erudição, seu trabalho foi pautadocias da “Era das Revoluções” sobre os conceitos de pelo incômodo com o subdesenvolvimento e comPestalozzi e explica a fundamental contribuição con- a “naturalidade” com que as pessoas viam a ordemtida no legado pedagógico do educador. vigente. Foi autor de inúmeras obras (muitas delas desaparecidas) e conceitos fundamentais para a edDuração: 41’ cação brasileira e que tiveram impacto na obra deRealização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010. grandes educadores, entre eles, Paulo Freire. Neste programa, Marcos Cezar de Freitas analisa sua tr18. FRIEDERICH FROEBEL jetória, suas contribuições e impasses.Friedrich Froebel é conhecido como o criador dos Duração: 47’jardins de infância. Mas poucos percebem que seus Realização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010.conceitos e práticas criados no século XIX, embasamgrande parte do cotidiano das escolas de educaçãoinfantil hoje. Neste programa, a influência do con-texto histórico sobre os conceitos de Froebel e cara-cteriza e explica a fundamental contribuição contidano legado pedagógico do educador prussiano.Duração: 44’Realização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010.19. RUDOLF STEINERRudolf Steiner foi o criador da antroposofia que seexpressou na área da educação através da PedagogiaWaldorf, conjunto de conceitos e práticas pedagógi-cas espalhadas em escolas por todo o mundo. Nesteprograma Peter Biekarck, um dos maiores estudiososdo assunto do país, aborda e explica a fundamentalcontribuição contida no legado pedagógico de RudolfSteiner.Duração: 43’Realização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010.20. EMILIA FERREROA psicogênese da língua escrita, de Emilia Ferreiro,causou uma verdadeira e profunda revolução no modocomo compreendemos o processo de alfabetização.Suas repercussões no mundo todo e, particularmenteno Brasil, reorientaram as discussões sobre um dosmais graves problemas nacionais: o fracasso escolar.Se antes de Emilia Ferreiro debatia-se como ensinar,a partir de sua obra começamos a refletir sobre comose aprende. Sua obra faz com que educadores tenhamelementos fundamentais para que possam repensarsuas práticas e, assim, tentar transformar a Educação. 13
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  15. 15. FILÓSOFOS E A EDUCAÇÃO da ordem já constituída, ora de transformação dessa realidade.1. SOCRATES, PLATÃO E ARISTÓTELES Duração: 23’Sócrates, Platão e Aristóteles inauguram a filoso- Realização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010.fia ocidental. Afirmam a condição do homem comoestando fundada numa essência, imutável e eter- 4. KANTna, perfeita em si mesma, mas comprometida porseu vínculo à matéria. O pensamento desses filóso- Immanuel Kant, um dos mais importantes filóso-fos gregos está profundamente ligado à educação. fos da história, foi diretor de escola e professor.Sócrates faz uma defesa intransigente do conheci- Ele representou o momento mais significativomento, Platão apresenta a perfeição do mundo das da filosofia na Idade Moderna e ainda influen-idéias e Aristóteles acredita que a educação é a cia profundamente os pensadores da atualidade.transformação em ato das potencialidades dos ho- Para Kant, todos os investimentos pedagógicosmens. Para eles, a educação deve ser o processo devem ser na direção de promover a busca pelapara levar o homem ao máximo possível de sua perfeição, que se dá pela plenitude da moralidade.perfeição. Para tanto, se deveria promover a disciplina, não como forma de opressão, mas para se superar oDuração: 25’ comportamento puramente instintivo. ValorizavaRealização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010. a ampliação do conhecimento, particularmente o conhecimento científico, mas também da arte e da2. NIETZSCHE estética. Acreditava, enfim, que o sujeito deveria tornar-se cada vez mais moral, prudente, culto ePara Nietzsche, a educação deve despertar as emancipado.potências dionisíacas do homem, o que pres-supõe uma crítica radical aos valores da cultura Duração: 29’racionalista, presente na filosofia, na ciência e Realização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010.na própria religião. Segundo o filósofo alemão, afilosofia, a ciência, a religião precisam ser supera- 5. DESCARTESdas, para que o homem possa agir por força desuas potências vitais, pela pulsação da vida, e não René Descartes introduz as bases da ciência e dada razão lógica. A educação, portanto, deve estar filosofia modernas, bem como lança as referên-no sentido da busca da liberdade do espírito, na cias de uma nova educação, aquela baseada nopotencialização da vontade de poder do indivíduo conhecimento objetivo da realidade. Trata-se doe da constituição de um homem superior, sem as conhecimento científico metódico e criticamenteamarras da religião, do Estado e dos valores morais estabelecido, mediante o qual se conhece tambémocidentais. o modo de agir, o caminho adequado da ação.Duração: 23’ Duração: 23’Realização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010. Realização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010.3. GRAMSCI 6. ROUSSEAUSegundo Gramsci, a educação tem participação Em uma época em que a filosofia tratava do homemfundamental na elaboração, sistematização e ir- como um ser abstrato, Rousseau propõe uma visão radi-radiação da concepção de mundo que estabelece calmente diferente e passa a pensar o homem como uma ordem social tal como ela é, pois prepara os ser concreto e histórico.intelectuais, que são os agentes dos aparelhos Preocupado com a felicidade dos seres humanos, buscade hegemonia. A educação tem assim papel im- saber o que torna infeliz o homem, que julga nascerportante na configuração, na disseminação e na feliz e em harmonia com a natureza. Rousseau acreditareprodução da ideologia e, consequentemente, que a sociedade e suas regras corrompem o homem, ena preservação do poder das classes dominantes. faz uma proposta concreta e sistemática de como a con-Mas ela atua também como força de transformação vivência social pode se dar sem violentar a liberdade, asocial, mediante a elaboração, sistematização e consciência e a criatividade do indivíduo. Para ele, adisseminação de concepções de mundo contra- Educação está no centro dessa construção.ideológicas. É nessa tensão constante que o edu-cador exerce suas atividades, ora de preservação Duração: 23’ Realização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010. 15
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  17. 17. FILÓSOFOS E A EDUCAÇÃO7. SANTO AGOSTINHO E SANTO TOMÁSDE AQUINOEmbora Santo Agostinho se vincule à tradiçãoplatônica, de caráter idealista, e Santo Tomás deAquino retome a tradição aristotélica, de caráterrealista, suas concepções de educação convergemquanto a sua finalidade, que é aquela de formar ocristão. Santo Agostinho e Santo Tomás de Aquinoconstituem os pilares da escolástica, essencial-mente uma pedagogia fundada na teologia cristã eque se constituiu ao longo da Idade Média. Ambosos filósofos estão na base doutrinária da pedago-gia do cristianismo e ainda têm profunda influên-cia na pedagogia laica contemporânea.Duração: 23’Realização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010.8. KARL MARXO pensamento de Karl Marx exerce profunda in-fluência nas mais diversas áreas da atuação hu-mana, desde na filosofia, na economia e na so-ciologia, até na educação. Sua filosofia é umaanálise sobre a dimensão política da sociedade.Traz implícita uma proposta político-pedagógicaque reconhece que o papel mais importante daeducação não é o desenvolvimento individual, maso de colaborar para a transformação da sociedadeem suas dimensões política e econômica.Duração: 24’Realização: Atta Mídia e Educação. Brasil, 2010. 17
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  19. 19. PEQUENAS HISTÓRIASNa varanda de sua fazenda, uma senhora contae tece histórias protagonizadas por personagensdo imaginário popular brasileiro: o casamento dopescador com a sereia; o coroinha de uma igrejaque vê a procissão das almas; o encontro do PapaiNoel com um menino de rua e as aventuras deZé Burraldo, sujeito ingênuo que sempre se deixalevar pelos outros.Duração: 80’Realização: Quimera Filmes. Brasil, 2007. 19
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  21. 21. MORTE E VIDA SEVERINAEM DESENHO ANIMADOVersão audiovisual da obra prima de João Cabralde Melo Neto, adaptada para os quadrinhos porMiguel Falcão em 2005. Preservando o textooriginal, a animação 3D dá vida e movimento aospersonagens deste auto de natal pernambucano,publicado originalmente em 1956. Em preto ebranco, fiel à aspereza do texto e aos traços dosquadrinhos. A animação narra a dura caminhadade Severino, um retirante nordestino, que migrado sertão para o litoral pernambucano em buscauma vida melhor.Duração: 70’Realização: TV Escola/ Fundação Joaquim Nabuco.Brasil, 2010. 21
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  23. 23. MATEMÁTICA EM TODA PARTE - Disco 1 6. MATEMÁTICA NA ESCOLASérie que, a partir de atividades sugeridas pelo profes- Bigode vai a Salvador, na Bahia, conversar sobre comosor Bigode, mostra a presença de importantes conceitos a professora Cicília pode explorar matemática com seusmatemáticos em nosso dia-a-dia. alunos utilizando a própria escola como ambiente de aprendizagem. Eles falam sobre medidas, cálculos eDuração: 12 episódios de 27’ geometria. E com a professora de educação física con-Realização: TV Escola. Brasil, 2009. versa sobre como utilizar as tabela de peso e altura dos meninos como pontos de partida para o estudo de1. MATEMÁTICA NO SíTIO proporcionalidade.O professor Bigode e a professora Lilian mostram asmuitas possibilidades de explorar conceitos de medi-das e funções num ambiente agrícola – medidas dedistâncias, de profundidade dos poços e de cálculo deárea de alqueire paulista, alqueire mineiro e alqueirebaiano. Falam também sobre o cálculo de distanciasinatingíveis.2. MATEMÁTICA NO FUTEBOLNeste episódio o professor Bigode, acompanhado daprofessora Luciana, procura boas idéias para aulas dematemática conhecendo o estádio do Pacaembu. Abola, o campo, as arquibancadas, tudo vira pano defundo para se falar de equações, medidas e cálculos deárea.3. MATEMÁTICA NA COMUNICAçÃOO mundo de hoje é movido pela comunicação e foi porisso que o professor Bigode e a professora Cássia resolv-eram explorar o ambiente de uma redação de um tel-ejornal para falar sobre códigos e símbolos matemáticose como os nomes de muitas coisas cotidianas expres-sam idéias matemáticas.4. MATEMÁTICA NA CONSTRUçÃOO professor Bigode e a Professora Lilian entram dentrode um conjunto de edifícios em construção para buscarconceitos de razão, cálculos estimativas e proporções.E, claro, de muita geometria. Eles mostram que umaboa aula de matemática pode ser dada num canteirode obras.5. MATEMÁTICA NA MúSICAO professor Bigode vai até a Escola de Música de Pi-racicaba encontrar o professor Pedro Gobet e a profes-sora Beatriz para falar de escalas, frações e proporções.Depois ele vai a um ensaio da Escola de Samba Unidosda Vila Maria fazer a mesma investigação no samba.E durante essa viagem vamos ver cenas do espetáculoteatral o Monocórdio de Pitágoras. 23
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  25. 25. MATEMÁTICA EM TODA PARTE - Disco 2 12. MATEMÁTICA NAS FEIRASSérie que, a partir de atividades sugeridas pelo pro- Compra, venda e troco são alguns dos assuntos quefessor Bigode, mostra a presença de importantes tratamos com os vendedores quando vamos a umaconceitos matemáticos em nosso dia-a-dia. feira ou mercado. No Mercado Municipal de São Paulo, Bigode e a professora Simone vão explorar asDuração: 12 episódios de 27’ possibilidades matemáticas nas compras do dia a dia.Realização: TV Escola. Brasil, 2009. O valor de cada produto, o cálculo necessário para se ter lucro nas vendas, os códigos de barras e até7. MATEMÁTICA NA ARTE mesmo a disposição da frutas mas bancadas e caixas empilhadas são assuntos que dão bons temas para aNeste episódio, o professor Bigode convida a pro- aula de matemática.fessora Simone e a professora Lilian para explorara matemática presente nas obras de artes. Eles vãodescobrir possibilidades de usar os conceitos de ge-ometria, utilizando obras de artistas como AntonioPeticov, M.C. Escher, Max Bill e Leonardo da Vinci.8. MATEMÁTICA NA COZINHANeste episódio o professor Bigode e a professoraCássia vão mostrar que o cálculo certo na hora deseparar os ingredientes para preparar os pratos e asproporções exatas são muito importantes para o sa-bor de uma boa receita e também para uma boa aulade matemática.9. MATEMÁTICA NO PARQUENo Parque do Ibirapuera, Bigode e a professora Lu-ciana, observam a matemática da paisagem, da ar-quitetura e das obras de arte. Exploram as formasdas esculturas do parque, medem a altura das ár-vores sem subir nelas e falam sobre a história damatemática.10. MATEMÁTICA NAS FINANçASO professor Bigode vai até a Bolsa de Valores de SãoPaulo junto com a professora Lilian e o consultorfinanceiro Roberto Araújo. Lá eles conversam sobretemas que parecem tão áridos podem inspirar boasaulas de matemática para alunos do ensino funda-mental. De maneira simples, os professores são es-timulados a levar para sala de aula noções de plane-jamento de gastos para a tomada de decisões.11. MATEMÁTICA NOS TRANSPORTESNeste episódio, Bigode e o professor Humberto vão a umTerminal Intermunicipal de ônibus para explorar os cál-culos para se medir a distância que os ônibus percorremdesde a origem ao destino. Mostra também como se defineo valor de uma tarifa de passagem, além de trabalhar asrelações entre velocidade e tempo entre os trajetos percor-ridos pelos ônibus e trens. 25
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  27. 27. SUA ESCOLA, NOSSA ESCOLA - Disco 1 professora Marly Jean, responsável pela videoteca da escola, que dá suporte para que os professoresSérie mostra experiências de escolas públicas das preparem suas aulas na sala de vídeo. No estúdio,cinco regiões do Brasil sobre a utilização das no- a presença de Maria da Graça Moreira, professoravas tecnologias e a integração das mídias em sala do Curso de Tecnologias e Mídias Digitais da PUC-de aula. SP.Duração: 17 episódios de 26’Realização: TV Escola. Brasil, 2008. 5. OS DESAFIOS DE MADALENA PALMEIRA DOS íNDIOS, AL1. CLEUSA E A SALA DE MULTIMEIOS Em Palmeira dos Índios, no interior do estado deBALNEÁRIO CAMBORIú, SC Alagoas, como em vários outros pontos do país, aO episódio mostra como uma escola de período utilização dos novos recursos tecnológicos esbarraintegral baseia seu ensino na educação pela, para em problemas culturais e práticos. Coube à profes-e com a mídia, tendo como ponto central a sala sora Madalena enfrentar esses desafios. No estú-de multimeios. O documentário mostra o trabalho dio, a presença do técnico em vídeo D´Artagnanda professora Cleusa, coordenadora da sala de au- Serrador e de José Manuel Moran, professor dediovisual da escola e seu empenho em dinamizar Novas Tecnologias da Universidade de São Paulo.o ambiente escolar com diferentes recursos ped-agógicos. No estúdio, a presença de José Manuel 6. ANA XAVIERMoran, professor de Novas Tecnologias da Univer- E A SEMANA DOS TALENTOSsidade de São Paulo. LIMOEIRO, PE2. MARIA DAS NEVES Em Limoeiro, no interior do estado de Pernam-E O PROTAGONISMO JUVENIL buco, conhecemos a Escola Professora Jandira dePAULISTA, PE Andrade Lima que tem como projeto político-ped- agógico desenvolver o talento dos alunos, aproxi-Em Paulista, PE, encontra-se a Escola de Paulista, mar a escola da comunidade e realizar intercâm-onde alunos e professores desenvolveram projetos bios entre o Brasil e outros países. No estúdio, ade destaque, baseados na leitura de imagens, que presença de Lúcia Helena Alvarez Leite, professoratransformaram essa escola em um exemplo para da Faculdade de Educação da Universidade Federalo estado. Maria das Neves comanda uma equipe de Minas Gerais.que tem um objetivo claro: preparar os alunospara um mundo onde as novas tecnologias sejam 7. ANDRÉA NATÁLIApeça chave para a formação cidadã. No estúdio, a E O ENSINO NA FRONTEIRApresença de José Manuel Moran, professor de No- PONTA PORÃ, MSvas Tecnologias da Universidade de São Paulo e doarte-educador Francis Wilker. A equipe da série SUA ESCOLA NOSSA ESCOLA visita Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, que3. BETH E A VIDEOTECA fica na divisa do Brasil com o Paraguai. Na EscolaSOBRADINHO, DF João Brembatti Calvoso encontra-se a professora Andréa Natália, que trabalha com seus alunos aNo Centro de Ensino Fundamental 4, em Sobradin- questão da diversidade cultural. No estúdio, aho (cidade-satélite de Brasília), trabalha a profes- presença de Maria da Graça Moreira, professora dosora Beth, que coordena a importante videoteca Curso de Tecnologias e Mídias Digitais da PUC-SP.da escola. O seu trabalho é um exemplo de em-penho e dedicação ao ensino pelo audiovisual. No 8. TERENA: A PRESERVAçÃOestúdio, a presença de Juliana Társia, coordena- DE UMA CULTURA INDíGENAdora da videoteca do Núcleo de Tecnologia da Sec- AQUIDAUANA, MSretaria de Educação do Distrito Federal. A comunidade indígena Terena, no município de4. MARLY E A TELESSALA Aquidauana, estado de Mato Grosso do Sul, exis-SAMAMBAIA, DF tem duas escolas indígenas que têm em comum uma constante preocupação com a preservação deEm Samambaia, cidade-satélite de Brasília, no sua identidade étnica. No estúdio, a presença deCentro de Ensino Fundamental 411, trabalha a José Jorge de Carvalho, professor do Departamen- to de Antropologia da Universidade de Brasília. 27
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  29. 29. SUA ESCOLA, NOSSA ESCOLA - Disco 2 13. CLARINDA E OS DESAFIOS SOCIAIS PORTO VELHO, ROSérie mostra experiências de escolas públicas das cinco regiõesdo Brasil sobre a utilização das novas tecnologias e a inte- O Bairro JK II, em Porto Velho, RO, enfrenta graves problemasgração das mídias em sala de aula. sociais, o que fez com que a equipe da Escola São Luiz elabo- rasse uma política pedagógica que vai muito além das tarefasDuração: 17 episódios de 26’ docentes tradicionais, pois inclui ações e atividades voltadasRealização: TV Escola. Brasil, 2008. à população de baixa renda do bairro. No estúdio, a presença de Lúcia Helena Alvarez Leite, professora da Faculdade de Edu-9. JURACI E OS ESCRITORES MIRINS cação da Universidade Federal de Minas Gerais.FLORâNIA, RN 14. MARIA DO SOCORROEm Florânia, interior do Rio Grande do Norte, na Escola Teônia E A GESTÃO COMPARTILHADAAmaral a poesia é muito valorizada e os professores usam a FORTALEZA DO TABOCÃO, TOarte para estimular a criatividade dos alunos. No estúdio, apresença de Sheila Campelo, professora de artes visuais do In- No município de Fortaleza do Tabocão, TO, encontra-se Mariastituto de Artes da Universidade de Brasília, e de Rosa Helena do Socorro, gestora da Escola Major Juvenal Pereira de Souza,Mendonça, supervisora pedagógica do programa Salto para o que mantém uma relação estreita com pais de alunos e in-Futuro, do Ministério da Educação. stituições municipais para o desenvolvimento de projetos da escola. No estúdio, a presença de Walter Pinheiro Barbosa10. ENSINO NORMAL: Junior, professor da Universidade Federal do Rio Grande doUM SALTO PARA O FUTURO Norte e Consultor do Programa de Fortalecimento dos Con-DUQUE DE CAXIAS, RJ selhos Escolares.O programa visita Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Na 15. CLARI E AS ATITUDES POSITIVASEscola Alfredo Backer a formação de novos professores para TRÊS PALMEIRAS, RSo Ensino Fundamental tem como peça-chave o Salto para oFuturo, tradicional programa da Secretaria de Educação a Dis- A equipe da série SUA ESCOLA NOSSA ESCOLA visita Trêstância, do Ministério da Educação, que tem como proposta a Palmeiras, no Rio Grande do Sul. Nesse município, os profes-formação continuada e o aperfeiçoamento de docentes. No sores da Escola José Antônio Ferronato têm uma caracterís-estúdio, a presença de Rosa Helena Mendonça, supervisora tica muito importante: a atitude. Atitude para desenvolverpedagógica do programa Salto para o Futuro. projetos e para adquirir novas ferramentas que os auxiliem no trabalho com os alunos. No estúdio, a presença de vários11. TAQUARALTO E O ANO MACHADO DE ASSIS especialistas da série.PALMAS, TO 16. NILçAO Centro de Ensino Médio de Taquaralto, em Palmas, TO, pro- E O ACESSO àS NOVAS TECNOLOGIASmove, de forma muito especial, a capacitação de seus pro- CAVALCANTE, GOfessores. Em 2008 esta escola realizou uma homenagem aoescritor Machado de Assis, no centenário de sua morte. No Os moradores da comunidade quilombola Kalunga de Maiadin-estúdio, a presença de Rosa Helena Mendonça, supervisora ha, no município de Cavalcante, GO, viveram isolados durantepedagógica do programa Salto para o Futuro – SEED/MEC, e muito tempo, o que dificultou a introdução de novas tecno-do arte-educador Francis Wilker. logias educacionais. No estúdio, a presença de José Jorge de Carvalho, professor do Departamento de Antropologia da Uni-12. MARIA LUIZA E A PEDAGOGIA DE PROJETO versidade de Brasília, e de José Manuel Moran, professor deHUMAITÁ, AM Novas Tecnologias da Universidade de São Paulo.Na cidade de Humaitá, no estado do Amazonas, os proble- 17. AS NOVAS TECNOLOGIASmas sociais agravaram-se bastante nos últimos anos e isso EM SALA DE AULArefletiu profundamente no cotidiano da Escola GovernadorPlínio Ramos Coelho. A gestora Maria Luiza conseguiu reunir O último programa da série recebe vários professores e espe-professores, alunos e a comunidade escolar em busca de uma cialistas de diversas áreas do conhecimento para aprofundarsolução para o problema da evasão escolar. No estúdio, a pre- a reflexão sobre o uso das novas tecnologias em sala de aulasença de Lúcia Helena Alvarez Leite, professora da Faculdade e como esses recursos têm aproximado o professor de umde Educação da Universidade Federal de Minas Gerais. mundo midiático. Entre os convidados no estúdio, presença de Carmem Lúcia Prata, coordenadora do Portal do Professor e do Banco Internacional de Objetos Educacionais, do Ministério da Educação. 29
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  31. 31. GERAÇÃO SAÚDE 2 - Disco 1 6. ANOREXIA: UMA DOENçA SILENCIOSASérie que tem como desafio dialogar com o jovem,a fim de levá-lo a refletir acerca de questões liga- Leila atravessa um momento difícil. A relação comdas à sexualidade, DST/Aids, qualidade alimentar sua família está tensa e conflituosa. Os primeirose saúde bucal. sintomas da anorexia começam a se manifestar. Como a família e a escola podem ajudar?Duração: 15 episódios de 26’Realização: TV Escola. Brasil, 2010. 7. FAZENDO AS PAZES COM A BALANçA1. O COMEçO DE UMA NOVA VIDA Em sala de aula, Isadora e sua turma vão aprenderRita chega à cidade de João Pessoa em busca de a reconhecer e a montar uma boa refeição comuma nova vida. Através do seu olhar, o público vai base na pirâmide alimentar. Enquanto isso, Biraconhecer o ambiente e os principais personagens ainda procura se adaptar ao seu novo estilo dedessa história: a formação do time de futebol de alimentação saudável.areia, a amizade entre os adolescentes e o qui-osque no calçadão da praia, sob o comando deSeu Romero.2. AS GRANDES TRANSFORMAçõESDA PUBERDADENa puberdade nosso corpo sofre grandes transfor-mações. Nossos desejos sexuais afloram, o pênisdos meninos sofre modificações, as meninas men-struam. O corpo ganha novas formas. Essas e out-ras mudanças a gente percebe na vida de Isadora,Tapioca e Carla.3. EM CRISE COM A BALANçABira vive uma crise: está difícil resistir às gulo-seimas que tanto gosta e percebe que está gan-hando uns quilinhos a mais. Seu rendimento comogoleiro do time de futebol de areia esta cada vezpior. Enquanto isso, os amigos de Bira estão maisinteressados em outra coisa: sexo e beijo na boca.4. COMO SE PREVENIR DELAS: AS DSTProfessor Roberto promove uma palestra em salade aula sobre DST – Doenças Sexualmente Trans-missíveis. Os nossos heróis, apesar da resistênciade alguns, vão à escola e discutem sobre formas decontágio, tratamento e prevenção às DST.5. BAFO DE ONçA NUNCA MAISPedro segue à risca seu tratamento contra o mauhálito. Ainda inseguro, ele precisa de apoio e in-centivo para abrir a boca perto de outras pessoas,principalmente de Rita, por quem começa a se in-teressar. Seu Romero sofre de uma dor de denteterrível e agora é a sua vez de procurar a dentista. 31
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  33. 33. GERAÇÃO SAÚDE 2 - Disco 2 12. CONTRACEPTIVOSSérie que tem como desafio dialogar com o jovem, Os amigos Tapioca, Bira, Carla e Fátima assistem aa fim de levá-lo a refletir acerca de questões liga- uma aula sobre camisinha e outros métodos con-das à sexualidade, DST/Aids, qualidade alimentar traceptivos. A turma fica eufórica com o assunto.e saúde bucal. 13. SíFILIS – INDOLOR E PERIGOSADuração: 15 episódios de 26’Realização: TV Escola, Brasil, 2010. Com um trabalho escolar para apresentar em sala de aula, surge a idéia de criar um jogo de tabuleiro8. VIDA POSITIVA sobre o tema “Doenças Sexualmente Transmis- síveis”. Tapioca, Bira, Carla e Fátima elaboram asAdaptada à cidade, Rita mostra alguns dos aspec- questões do jogo. Pescocinho enfrenta os primei-tos da condição de vida de HIV positivo. As visi- ros sintomas da sífilis.tas periódicas ao médico, a adesão ao coquetel demedicamentos e os hábitos saudáveis norteiam o 14. HPV: QUE DOENçA É ESSA?seu estilo de vida. Ela consegue levar tudo numaboa. Mas e o amor? Contar ou não para Pedro, por Tapioca vai ao médico se consultar, com a suspeitaquem começa a se apaixonar, que ela é soroposi- de que está com HPV. Ele se apavora. Diante dessativo? situação, surge mais um conflito: a vergonha de se expor.9. A MENSTRUAçÃO ATRASOU,E AGORA? 15. GERAçÃO SAúDEA menstruação atrasou. Toca o sinal de alerta. Na celebração final, os nossos heróis e os profes-Fátima faz o teste de gravidez e... Pronto! O céu sores da Escola Augusto dos Anjos, com apoio daestá para cair sobre a cabeça da nossa romântica comunidade e de profissionais de saúde da cidadepersonagem. Ela se desespera, procura ajuda da resolvem fazer um grande evento de conscienti-amiga Carla, mas não encontra solução. Por fim, zação da saúde sexual, alimentar e bucal. As ativi-Fátima se abre com Danilo, o namorado, que fica dades acontecem na praia, no dia da abertura docompletamente desorientado com a possibilidade campeonato de futebol de areia juvenil. O futurode se tornar pai. E agora? O que fazer? de cada um dos nossos jovens protagonistas é rev- elado pela narradora Rita.10. SAúDE TAMBÉMCOMEçA PELA BOCABira, Tapioca, Carla, Fátima e a turma da escolavisitam uma faculdade de Odontologia e aprendemquestões relacionadas à estrutura e à saúde bu-cal. Além disso, professor Roberto deseja que seusalunos do Ensino Médio tenham contato com al-guns cursos universitários, para que eles possamescolher com mais segurança a futura profissão.Com autorização dos pais, Rafael está decidido acolocar um piercing na boca.11. CâNCER DE BOCA,QUE PAPO É ESSE?Dona Gegê leva um pequeno susto na visita aodentista. No consultório, ela descobre que umapequena ferida provocada pela má colocação desua dentadura poderá um dia provocar câncer deboca se não for tratada. 33
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  35. 35. SILÊNCIO DAS INOCENTESO documentário conta a história da criação da leiMaria da Penha e da luta das mulheres contra aviolência praticada por seus próprios companhei-ros. Maria da Penha, em sua cadeira de rodas, dápartida para o documentário, com depoimentos,ora emocionantes, ora ultrajantes - o ex-maridode Penha, o professor universitário Marco AntonioHeredia Viveros, levou 19 anos e meio para serpreso, faltavam seis meses para o crime prescrevere ficou detido só dois anos em regime fechado.Duração: 52’Realização: Voglia Produções Artísticas. Brasil,2010. 35
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  37. 37. ENTRE A LUZ E A SOMBRAO documentário investiga a violência e a naturezahumana a partir da história de uma atriz que ded-ica sua vida para humanizar o sistema carcerário,da dupla de rap 509-E formada por Dexter e Afro-X dentro do Carandiru e de um juiz que acreditaem um meio de ressocialização mais digno para osencarcerados. Durante sete anos, a partir do ano2000, o documentário acompanha a vida destespersonagens.Duração: 150’Realização: Zora Mídia. Brasil, 2009. 37
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  39. 39. COLEÇÃO PORTAL DO PROFESSORE PARCEIROSTrês coletâneas de objetos educacionais produzi-dos pelo Portal do Professor/ Ministério da Edu-cação e parceiros, incluindo animações, vídeos,hipertextos e outros recursos multimídia.1. COLEçÃO DE OBJETOS EDUCACIONAIS2011: O ANO DA QUíMICAColetânea de recursos educacionais multimídia –aulas, animações, experimentos práticos e vídeos– produzidos pelo Portal do Professor e parceiros,em comemoração ao Ano Internacional da Quími-ca.Realização: Portal do Professor / Ministério daEducação. Brasil, 2010.2. COLEçÃO ANO INTERNACIONAL DAQUíMICA 2011Projeto comemorativo ao Ano Internacional daQuímica com três materiais de apoio ao EnsinoFundamental e Médio: a coleção de periódicosQuímica Nova na Escola e seus Cadernos Temáti-cos; sete e-books sobre a Química no cotidiano; euma coletânea de experimentos práticos simples ede baixo custo.Realização: Sociedade Brasileira de Química - SBQ.Brasil, 2010.3. ERA VIRTUAL MUSEUSO Projeto ERA Virtual Museus apresenta de formaatrativa e interativa exposições virtuais em 360º,mostrando detalhes das peças expostas, com áudioem português, inglês, espanhol e francês.Realização: Empório de Relacionamentos Artísti-cos. Brasil, 2010.http://portaldoprofessor.mec.gov.br/ 39
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  41. 41. CAMINHOS DA ESCOLA - Disco 1Programa seriado que visita várias cidades bra-sileiras, trazendo reportagens e entrevistas quediscutem a realidade da educação no país e os as-suntos polêmicos que permeiam essa realidade. Aofinal de cada programa, os alunos escolas públicasbrasileiras são desafiados a usarem seus conheci-mentos para resolverem os mais diferentes desa-fios.Duração: 24 episódios de 50’Realização: TV Escola/ TV Cultura. Brasil, 20101. ENSINO MÉDIO NO BRASILPrograma tem como ponto de partida a EE OswaldoAranha, em São Paulo, onde os alunos recebem ojornalista e apresentador Marcelo Tas. O programadiscute também as expectativas e os problemasrelacionados ao Ensino Médio. E ainda, o programadesafia uma escola a criar uma campanha de rádiosobre doação de sangue.2. EDUCAçÃO PROFISSIONALTECNOLÓGICAPrograma viaja até Nilópolis, RJ, para conhecer aexperiência de Raquel, estudante de Química doInstituto Federal. Nesse episódio, o judoca medal-hista olímpico Flávio Canto conversa com alunossobre a importância da educação na sua vida. Odesafio continua, e, da pesquisa sobre doação desangue, os alunos partem para campanha de rádio.3. FORMAçÃO DO PROFESSORPrograma discute como a formação de professorespode melhorar a qualidade da nossa educação.Nesse episódio, a atleta medalhista olímpica AnaMoser visita uma escola em São Paulo e contacomo uniu o esporte à educação. E o desafio chegaao fim: é a hora de os alunos da Escola CarlosAugusto Queiroz apresentam a campanha de rádiosobre doação de sangue 41
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  43. 43. CAMINHOS DA ESCOLA - Disco 2Programa seriado que visita várias cidades bra-sileiras, trazendo reportagens e entrevistas quediscutem a realidade da educação no país e os as-suntos polêmicos que permeiam essa realidade. Aofinal de cada programa, os alunos escolas públicasbrasileiras são desafiados a usarem seus conheci-mentos para resolverem os mais diferentes desa-fios.Duração: 24 episódios de 50’Realização: TV Escola/ TV Cultura. Brasil, 20104. CIÊNCIA NA ESCOLAO programa vai até Ceilândia, cidade satélitedo Distrito Federal, e, entre os tubos de ensaio,descobre como os experimentos e a investigaçãocientífica podem desmistificar essas disciplinas.Neste episódio, o convidado é o rapper “X”, quefala sobre cultura hip-hop, discriminação, prob-lemas urbanos e o que a educação tem a ver comtudo isso. E em Recife, um novo Desafio é lançado:julgar Calabar, o suposto traidor que aliou-se aosholandeses no período colonial e morreu sem dire-ito a julgamento. Calabar seria mesmo um traidor?Está lançado o desafio!5. ALUNO E PROFESSOR:COMO CONVIVEREm Brasília, o programa trata do relacionamentoentre alunos e professores. Quais as dificuldades,quais os conflitos e como essa convivência podeser produtiva? O velejador Lars Grael visita oColégio Polivalente de Brasília, onde estudou nainfância e adolescência, e bate um papo com osalunos sobre superação e a importância do esportena melhoria da educação. O desafio de julgar Cala-bar continua e os alunos da Escola Córrego JonasTaurino de Recife tentam decifrar o dilema: ele foiou não um traidor?6. PESQUISAS CIENTíFICAS NO BRASILO programa vai até a Universidade Federal da Ba-hia para acompanhar o trabalho de um grupo depesquisadores. No debate o assunto é arte, skatee cultura urbana, e o artista gaúcho Lucas Pexãoconversa com alunos da EE Anne Frank, de PortoAlegre. E os alunos da Escola Córrego Jonas Tau-rino de Recife encerram o julgamento de Calabar. 43
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  45. 45. CAMINHOS DA ESCOLA - Disco 3Programa seriado que visita várias cidades bra-sileiras, trazendo reportagens e entrevistas quediscutem a realidade da educação no país e os as-suntos polêmicos que permeiam essa realidade. Aofinal de cada programa, os alunos escolas públicasbrasileiras são desafiados a usarem seus conheci-mentos para resolverem os mais diferentes desa-fios.Duração: 24 episódios de 50’Realização: TV Escola/ TV Cultura. Brasil, 20107. EDUCAçÃO NO CAMPOO programa vai até a zona rural de Araraquara,SP, para mostrar como é a rotina de uma escolado campo. Alunos e professores da EM HermínioPagotto contam sobre a diversidade e o diferencialdessa escola e falam do preconceito que sofrempor serem do campo. Neste episódio, o cineastaJorge Furtado conversa com os alunos da EE Protá-sio Alves sobre literatura, cinema e educação. E noDesafio, os alunos da EE Itália terão que combatero bullying na sua escola.8. O TEMPO NÃO PARA:EDUCAçÃO DE JOVENS E ADULTOSO programa mostra as dificuldades e a superaçãodaqueles que decidiram enfrentar novamente o de-safio de aprender. Na Escola Estadual Paula Soaresem Porto Alegre, o cantor de rock Wander Wildnerconversa com os alunos sobre movimento punk,conhecimento e a relação do rock com a juven-tude. E o desafio continua para os alunos da EscolaEstadual Itália. Nessa etapa os alunos vão preparardiversas ações de conscientização sobre o bullyingna escola.9. TÃO LONGE, TÃO PERTO:OS DESAFIOS DA EDUCAçÃO A DISTâNCIAO programa mostra a experiência de pessoas quepassaram a usar as tecnologias disponíveis paraaprender e ensinar. Neste episódio, o jornalista eescritor Eduardo Bueno conversa com os alunosda Escola Estadual Ruben Berta sobre literatura,História e conhecimento. E o desafio de combateao bullying chega ao fim. Os alunos da Escola Es-tadual Itália finalizam a campanha de conscienti-zação sobre o bullying e mostram os resultados. 45
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  47. 47. CAMINHOS DA ESCOLA - Disco 4 vidada é Thalita Rebouças, a escritora que con- quistou o público jovem no Brasil. Ela conversaPrograma seriado que visita várias cidades bra- com os alunos da Escola Estadual Amaro Cavalcan-sileiras, trazendo reportagens e entrevistas que ti, no Rio de Janeiro, sobre sua carreira, sobre lit-discutem a realidade da educação no país e os as- eratura e sobre o universo adolescente. O desafiosuntos polêmicos que permeiam essa realidade. Ao chega ao fim e os alunos do Instituto Federal definal de cada programa, os alunos escolas públicas Santa Catarina apresentam os vídeos que criarambrasileiras são desafiados a usarem seus conheci- para falar de poluição invisível.mentos para resolverem os mais diferentes desa-fios.Duração: 24 episódios de 50’Realização: TV Escola/ TV Cultura. Brasil, 201010. EDUCAçÃO INCLUSIVA:ESCOLA É O ESPAçO DE TODOSNeste programa, algumas instituições que apren-deram a trabalhar com a diferença. O programa vaiaté Brasília, DF, para conhecer o projeto da EscolaClasse 304 Norte e conversar com professores, paise alunos que descobriram como incluir todos demaneira eficaz e sem preconceito. No debate oconvidado é Fabrício Carpinejar, um escritor bra-sileiro contemporâneo que ficou conhecido pelosblogs e publicações na internet. Na Escola Estadu-al Ernesto Dorneles, em Porto Alegre, RS, o escri-tor fala sobre literatura, tecnologia e conflitos daadolescência. E no Instituto Federal de Santa Ca-tarina em São José, os alunos tem um desafio pararesolverem: elaborar um vídeo para conscientizaras pessoas sobre a poluição invisível.11. ESTANTES:PONTES PARA O CONHECIMENTOO programa vai até Cariacica, ES, na Escola Es-tadual Boa Vista para mostrar uma biblioteca quemudou a rotina dos alunos e professores. Por meiode um projeto de leitura e do envolvimento detodos, a biblioteca se tornou um espaço que vaimuito além de prateleiras e mesas. O cartunistagaúcho Iotti é o convidado do programa e ele vaiaté a Escola Imigrante em Caxias do Sul, RS, baterum papo com os alunos sobre sua época de es-cola, sobre quadrinhos e cultura local. O desafiocontinua no Instituto Federal de Santa Catarina,em São José, e os alunos planejam o vídeo sobrea poluição invisível para conscientizar as pessoas.12. ESCOLA E COMUNIDADE:DERRUBANDO MUROSO programa vai até a Escola Municipal Lucas Mon-teiro, em Belo Horizonte, MG, para saber o queessa escola fez para aproximar mais a comunidadedas decisões e da rotina escolar. No debate, a con- 47
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  49. 49. CAMINHOS DA ESCOLA - Disco 5 para conversar sobre educação, música, escrita e criação com os alunos da EE Silviano Brandão, emPrograma seriado que visita várias cidades brasilei- Belo Horizonte, MG. Última etapa do Desafio – qualras, trazendo reportagens e entrevistas que dis- jogo fará mais sucesso na EE General Manoel Soarescutem a realidade da educação no país e os assuntos do Couto: Tripleball ou Floorball?polêmicos que permeiam essa realidade. Ao final decada programa, os alunos escolas públicas brasileirassão desafiados a usarem seus conhecimentos pararesolverem os mais diferentes desafios.Duração: 24 episódios de 50’Realização: TV Escola/ TV Cultura. Brasil, 201013. A FORMAçÃO PROFISSIONAL PARAMULHERESO programa vai até Fortaleza, Ceará, e mostra ahistória de várias mulheres que ingressaram em cur-sos profissionalizantes no Instituto Federal do Cearáe mudaram a trajetória de vida por meio do ensinoe do ingresso no mundo do trabalho. No debate, aEscola Estadual Pedro II em Belo Horizonte, MG, re-cebe os atores do Grupo Galpão para uma conversadescontraída sobre o papel da educação na vida dosjovens, sobre o universo do teatro e sobre arte naescola. E o Desafio dessa vez é na quadra da escola.Os alunos da EE General Manoel Soares do Couto,também de Belo Horizonte, são desafiados a usaremseus conhecimentos para inventarem um novo jogo.14. ESCOLAS RIBEIRINHAS:ESFORçO PARA NÃO FICARà MARGEM DA EDUCAçÃOPrograma vai até Curralinho, PA, para conhecer a re-alidade das escolas ribeirinhas. Na Escola MunicipalSanta Catarina alunos e professores relatam o queaprendem nas aulas, as idéias que melhoraram o en-sino e quais as dificuldades que enfrentam na suaescola. A publicitária e escritora mineira Cris Guerraencontra-se com os alunos da Escola Estadual Pro-fessor Leon Renault, em Belo Horizonte, e bate umpapo sobre moda, sobre expressão na juventude efala da sua relação com a escrita. O Desafio contin-ua. E nesse episódio os alunos da EE General ManoelSoares do Couto, de Belo Horizonte, usam sua cria-tividade e conhecimento para elaborarem as regrasde um novo jogo.15. SAúDE TAMBÉMÉ QUESTÃO DE EDUCAçÃO ESCOLAREm Natal - RN, na EE Prof. Francisco Ivo Cavalcanticonhecemos um projeto em que saúde se torna umaquestão de educação, e as transformações do corpo,problemas ligados às drogas e sexualidade são con-versas abertas. Fernanda Takai é nossa convidada 49
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  51. 51. CAMINHOS DA ESCOLA - Disco 6 das histórias e a diferença entre o escritor e o não- escritor. Chegamos à reta final do Desafio, onde osPrograma seriado que visita várias cidades brasilei- alunos do Instituto Técnico de Educação Ciência eras, trazendo reportagens e entrevistas que dis- Tecnologia - PB terão que apresentar suas maquetescutem a realidade da educação no país e os assuntos para revitalização da praça do bairro de Jaguaribepolêmicos que permeiam essa realidade. Ao final decada programa, os alunos escolas públicas brasileirassão desafiados a usarem seus conhecimentos pararesolverem os mais diferentes desafios.Duração: 24 episódios de 50’Realização: TV Escola/ TV Cultura. Brasil, 201016. ALIMENTAçÃO NA ESCOLAO programa viaja até Bagé, RS, município vencedordo Prêmio Merenda Escolar pela Eficiência Nutricionalem 2007. Na Escola Municipal Peri Coronel vamosconversar sobre alimentação na escola e como oshábitos alimentares repercutem diretamente na edu-cação. Seguindo para João Pessoa, PB, uma conversacom o ator Luiz Carlos Vasconcelos no Centro de En-sino da Polícia Militar, falando sobre ser palhaço, oteatro, as letras, os palcos e as telas. Ainda na Paraí-ba, se inicia um novo Desafio: os alunos do InstitutoTécnico de Educação, Ciência e Tecnologia – PB vãoter que observar o bairro onde estudam para produz-irem uma maquete com um projeto de urbanização.17. ESPORTE NA JUVENTUDENa Escola Municipal Luiz Gatti, em Belo Horizonte,vamos ver como o esporte na juventude além de seruma prática fundamental para a saúde é um exercíciode aprendizagem em diversos sentidos, um aliadointegral à educação. Viajando para o Rio de Janeiro,a Escola Municipal Governador Carlos Lacerda recebeo engenheiro Ney Robinson, inventor e construtorde robôs, para uma conversa que associa educação econhecimento técnico à observação da natureza. Devolta à Paraíba, chegamos à segunda fase do Desa-fio, onde os alunos do Instituto Técnico de EducaçãoCiência e Tecnologia - PB terão que apresentar umprojeto de mudanças na urbanização do bairro ondeestudam.18. CONVIVÊNCIA ESCOLAREm Campo Grande, MS, vamos à Escola Estadual ProfªAda Teixeira dos Santos Pereira para falar sobre con-vivência escolar. Quais são os caminhos para conviv-er bem, os desafios para lidar com opiniões distintas,atitudes irresponsáveis, violência e comportamentosque trazem danos? Em São Paulo, a convidada é aescritora Edla Van Steen, que visita o ETEC Parqueda Juventude para conversar com os alunos sobre aarte e a prática da escrita, o processo de descoberta 51
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  53. 53. CAMINHOS DA ESCOLA - Disco 7 grande construtor de bibliotecas, sendo elas 47 fun- dadas no Brasil e até na África, fomentador da leituraPrograma seriado que visita várias cidades brasilei- e da paixão pelos livros. Em Salvador - BA, chegamosras, trazendo reportagens e entrevistas que dis- ao final do Desafio: qual será a vitrine que melhor es-cutem a realidade da educação no país e os assuntos pelha a Declaração Universal dos Direitos Humanos?polêmicos que permeiam essa realidade. Ao final decada programa, os alunos escolas públicas brasileirassão desafiados a usarem seus conhecimentos pararesolverem os mais diferentes desafios.Duração: 24 episódios de 50’Realização: TV Escola/ TV Cultura. Brasil, 201019. EDUCAçÃO E AUDIOVISUALO programa vai até o Colégio de Aplicação da UFRJconheceremos o projeto intitulado “CINEAD - Cinemapara aprender e desaprender”, que desenvolve diver-sas ações envolvendo cinema e produção audiovisualalém do contexto da sala de aula, como uma práticade formação. Já no Instituto Superior de Educaçãodo Rio de Janeiro, os alunos recebem o músico eativista social Marcelo Yuka para uma debate quereúne música, luta social e poesia. É lançado umnovo Desafio! Os alunos do Centro Educacional Car-neiro Ribeiro - BA terão que produzir uma vitrineunindo direitos humanos e arte.20. EDUCAçÃO NO CONTEXTO LOCALQuais são as soluções possíveis para ultrapassar osmuros da escola? Em Vitória (ES), na Escola Mu-nicipal Tancredo de Almeida Neves, conheceremos osprojetos externos que criam novas oportunidades deintegrar a comunidade e promover o ensino de formaampla e multidisciplinar. No Debate, o punk encaraa Escola Técnica Estadual de Tiquatira - SP com omúsico Clemente, vocalista das bandas Inocentes ePlebe Rude, num papo sobre música, censura e edu-cação. É o momento da 2ª etapa do Desafio sobreDireitos Humanos! As equipes do Centro EducacionalCarneiro Ribeiro – BA terão que apresentar o projetoda vitrine, unindo conhecimento e arte.21. A AVENTURA DA LEITURANA EDUCAçÃOO programa viaja para Santo André (SP) para falarsobre Leitura na Escola. Na E. M. de Ensino Infantil eFundamental Carolina Maria de Jesus conheceremoso projeto de incentivo à leitura “Lendo e Apren-dendo”, em que a leitura além de oferecer conheci-mento, serve para compreender o mundo, se informare mesmo para exercer a cidadania. No Rio de Janeiro,a Escola Técnica Estadual Juscelino Kubitschek re-cebe uma irreverente visita do Homem Livro: Evandodos Santos, o pedreiro sergipano que se tornou um 53
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  55. 55. CAMINHOS DA ESCOLA - Disco 8 quadrinhos. E na reta final do Desafio Matemática em Quadrinhos os ânimos se esquentam, mas aPrograma seriado que visita várias cidades bra- matemática tem que estar desenhada quadro asileiras, trazendo reportagens e entrevistas que quadro, quem vencerá esse desafio?discutem a realidade da educação no país e os as-suntos polêmicos que permeiam essa realidade. Aofinal de cada programa, os alunos escolas públicasbrasileiras são desafiados a usarem seus conheci-mentos para resolverem os mais diferentes desa-fios.Duração: 24 episódios de 50’Realização: TV Escola/ TV Cultura. Brasil, 201022. ESPECIAL: DESAFIO LUTERIAEdição com as três fases do quadro em um únicoprograma. O que matemática, biologia e física têma ver com música? E o que é luteria? É esse o temado Desafio que a Escola Municipal Albert Einstein- RJ vai enfrentar ao tentar construir um novoinstrumento musical. Na segunda etapa, os timesterão que se afinar para construir o protótipo donovo instrumento musical feito com materiaisrecicláveis. E no final, de qual instrumento asequipes irão tirar o melhor som: Bazuca Som ou oinstrumento de percussão chamado IVO?23. ESPECIAL:DESAFIO MESA AMERICANAEdição com as três fases do quadro em um únicoprograma. Se inicia um novo Desafio! Os alunos doCEEP Newton Freire Maia em Curitiba-PR vão enca-rar o Desafio Cozinha Americana, em que terão quemontar um cardápio com ingredientes origináriosdas Américas. Na primeira etapa, as duas equipesdeverão pesquisar os ingredientes que poderãoutilizar nas receitas. No segundo dia, elaboram ocardápio com a ajuda de um especialista. É che-gada a hora da degustação na etapa final do De-safio Mesa Americana no CEEP Newton Freire Maiaem Curitiba - PR. Qual equipe se mostrará ter osmelhores chefes de cozinha?24. ESPECIAL:DESAFIO MATEMÁTICA EM QUADRINHOSEdição especial com as três fases do quadro emum único programa. Começa um novo Desafio quemistura matemática com história em quadrinhos,em Vitória (ES), na EEEFM Irmã Maria Horta. Naprimeira fase do Desafio, os alunos devem escolherum conto do livro O Homem que Calculava e adap-tar para uma situação da atualidade. Na segundaetapa, os alunos começam a dar vida aos contosde Malba Tahan com a matemática em história em 55
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  57. 57. BITS E BYTES 5. REDES E INTERNETQUE MUNDO É ESSE? A idéia de uma rede que pudesse conectar umSérie revela um pouco da história por trás do com- computador a outro surgiu na década de 50. Hoje,putador e mostra como funcionam as suas princi- a Internet reúne todo tipo de conteúdo: de vídeospais partes. Explica também as diferenças entre e jogos a acervos completos de bibliotecas e mu-digital e analógico e trata da importância da boa seus. O quinto episódio da série apresenta con-organização dos arquivos. Trata ainda das redes ceitos e tipos de rede, mostra o surgimento e ade computador e Internet: a história, o funciona- evolução surpreendente da Internet.mento e, claro, a utilidade. Uma série para entrarde vez na era digital. 6. INTERNET E PESQUISADuração: 7 episódios de 13’ O sexto episódio da série mostra como surgiram eRealização: TV Escola. Brasil, 2011. como funcionam os sites de busca e revela algu- mas dicas para fazer uma boa pesquisa na Inter-1. OS NúMEROS E A INVENçÃO net, usando a ferramenta mais importante do serDO COMPUTADOR humano: o cérebro.Como surgiu e como funciona uma das maiores 7. O TRABALHO EM GRUPOinvenções da humanidade: o computador. Esta ATRAVÉS DA INTERNETmáquina capaz de realizar diversas tarefas comprecisão na verdade só sabe fazer uma coisa: O último episódio da série mostra como funcionamcalcular. Uma história que tem tudo a ver com e como podem ser utilizadas algumas ferramentasmatemática e que é bem mais antiga do que se de comunicação, como blogs, twitters, wikis e re-pensa. des sociais.2. HARDWARE E SOFTWARE INFORMÁTICA E EDUCAÇÃONeste episódio, a viagem começa no interior do Especialistas e professores falam sobre os jovenscomputador – entre memórias, placa mãe e pro- e a mídia, analisam o uso do computador dentro ecessadores – e continua do lado de fora, com uma fora sala de aula e ainda mostram formas simplesvisita às partes mais conhecidas, como o moni- de incorporar ferramentas interativas no ensino.tor, o mouse e o teclado. Para terminar a viagem,um mergulho na essência de todo computador: o Duração: 2 episódios de 13’software. Realização: TV Escola. Brasil, 2011.3. O MUNDO DIGITAL 1. A ERA DO CONHECIMENTOO terceiro episódio da série Bits e Bytes mostra Os hábitos da geração digital e levanta questõesas diferenças entre os sistemas analógico e digi- sobre o papel da escola neste novo contexto,tal e explica como é possível enviar uma foto ou apresentando relatos de professores que resolv-uma música em poucos segundos para um amigo eram levar para a sala de aula a discussão sobre ado outro lado da cidade (ou do mundo) usando confiabilidade da informação e um novo olhar paraum computador com acesso à Internet ou mesmo a construção do conhecimento.um celular. 2. A ERA DA COMUNICAçÃO4. OS ARQUIVOS DE COMPUTADOR Redes sociais, salas de bate papo, blogs e out-O quarto episódio da série mostra que não é nada ras ferramentas de comunicação exercem grandeprático passar horas procurando aquele arquivo fascínio nos jovens de hoje. Como a escola deveque você não lembra onde guardou. Explica como encarar essas novas práticas sociais, tão popularesgerenciar conteúdos diversos, como fotos, textos e entre os jovens?vídeos, usando pastas e arquivos e, verá também,como se proteger os vírus de computador. 57
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  59. 59. SALTO PARA O FUTUROANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTALA série tem como proposta discutir as práticaseducativas a serem desenvolvidas nos primeirosanos do Ensino Fundamental de nove anos de du-ração. Em 2010, todas as redes educacionais doPaís devem cumprir a Lei nº. 11.274, que deter-mina a inclusão das crianças de seis anos de idadeno Ensino Fundamental, ampliando de oito paranove anos esta etapa da escolaridade, que é obrig-atória. A série visa destacar que a ampliação dodireito à educação não deve ser feita apenas quan-titativamente mas, sobretudo, qualitativamente –mais crianças, por mais tempo, em uma escola dequalidade, que respeite as crianças e lhes assegureo tempo da infância.Duração: 5 programas de 45’Realização: TV Escola. Brasil, 2009.1. O ENSINO FUNDAMENTALDE NOVE ANOS2. ALFABETIZAçÃO E LETRAMENTO3. DIFERENTES ÁREAS DO CONHECIMENTO4. OUTROS OLHARES SOBRE ANOS INICIAIS DOENSINO FUNDAMENTAL5. ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL 59
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  61. 61. SALTO PARA O FUTUROEDUCAÇÃO AO LONGO DA VIDAA série apresenta as questões educacionais e so-ciais que envolvem a educação de jovens e adul-tos, tendo em vista que o acesso de todos à edu-cação, bem como sua permanência, é um direitoque precisa ser garantido pelas políticas públicas.A série focaliza, entre outras ações, a ConferênciaInternacional de Educação de Jovens e Adultos(CONFINTEA), promovida pela UNESCO, que mobi-liza as instituições oficiais para, no campo inter-nacional, debater e definir políticas públicas sobrea educação de jovens e adultos, como prioridadesocial. Esta conferência, a ser realizada no Brasil,na cidade de Belém do Pará, oportuniza a chamadade atenção para a política educacional e para aspráticas escolares e não-escolares dessa modali-dade de ensino.Duração: 5 programas de 45’Realização: TV Escola. Brasil, 2009.1. EDUCAçÃO DE JOVENS,ADULTOS E IDOSOS2. PRÁTICAS NÃO-ESCOLARESE INCLUSÃO3. POLíTICAS E PRÁTICAS ESCOLARES4. OUTROS OLHARES SOBRE EDUCAçÃOAO LONGO DA VIDA5. EDUCAçÃO AO LONGODA VIDA EM DEBATE 61
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  63. 63. SALTO PARA O FUTUROJUVENTUDE E ESCOLARIZAÇÃO:OS SENTIDOS DO ENSINO MÉDIOA partir dos anos de 1980 com a chegada de novoscontingentes populacionais ao ensino secundário,e principalmente na década de 1990 com a ex-pansão significativa do número de matrículas, umheterogêneo grupo de jovens chega ao EnsinoMédio brasileiro. Nesse cenário, avistamos umanova configuração da realidade da escola pública,decorrente da recente expansão das oportunidadesescolares, que não acompanha a qualidade do en-sino, o que levanta novas questões e dilemas paraa compreensão da experiência escolar dos jovens.A proposta da série é discutir os sentidos do En-sino Médio nesse contexto.Duração: 5 programas de 45’Realização: TV Escola. Brasil, 2009.1. UMA DIVERSIDADE DE SUJEITOS2. EXPECTATIVAS JUVENISE IDENTIDADE DO ENSINO MÉDIO3. PARTICIPAçÃO JUVENILNAS ESCOLAS4. OUTROS OLHARESSOBRE JUVENTUDE E ESCOLARIZAçÃO5. JUVENTUDE E ESCOLARIZAçÃOEM DEBATE 63
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  65. 65. SALTO PARA O FUTUROEDUCAR NA BIODIVERSIDADEA série tem como proposta promover a consciên-cia acerca da importância da biodiversidade para areprodução e o equilíbrio da vida e para propiciarcondições dignas de existência humana. Tendo emvista que a Assembléia das Nações Unidas decla-rou que 2010 é o Ano Internacional da Biodiver-sidade, é necessário mobilizar a sociedade civil eos governos para ações sociais e políticas públicasque protejam o patrimônio natural, diante dosprocessos econômicos que ainda tendem para ouso intensivo da natureza em escala global. Aolongo dos programas, serão debatidos estes temas:Educação, cultura e biodiversidade; Água e seusmúltiplos significados para a vida e Sociobiodiver-sidade e os biomas brasileiros.Duração: 5 programas de 45’Realização: TV Escola. Brasil, 2010.1. EDUCAçÃO, CULTURAE BIODIVERSIDADE2. ÁGUA E SEUS SIGNIFICADOSPARA A VIDA3. SOCIOBIODIVERSIDADEE OS BIOMAS BRASILEIROS4. OUTROS OLHARES SOBRE EDUCAçÃONA BIODIVERSIDADE5. EDUCAçÃO NA BIODIVERSIDADEEM DEBATE 65
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  67. 67. SALTO PARA O FUTUROLINGUAGEM TEATRAL E PRÁTICAS PEDAGÓGICASA proposta da série é criar um espaço de diálogoe de reflexão sobre o papel da arte, especialmentedo teatro, na formação das pessoas e sua relaçãocom a escola. Para explorar o tema, o programaterá três eixos norteadores: os sentidos do teatro;a gramática da linguagem cênica e, finalmente,fazer e apreciar - aprender e ensinar teatro. Umpercurso que convida professores e arte-edu-cadores a se aventurarem no mundo mágico depossibilidades que o teatro oferece e ampliaremseus conhecimentos sobre as dimensões dessa lin-guagem artística.Duração: 5 programas de 45’Realização: TV Escola. Brasil, 2010.1. OS SENTIDOS DO TEATRO2. A LINGUAGEM CÊNICA3. APRENDER E ENSINAR TEATRO4. OUTROS OLHARES SOBRE LINGUAGEMTEATRAL E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS5. LINGUAGEM TEATRAL E PRÁTICASPEDAGÓGICAS EM DEBATE 67
  68. 68. tvescola.mec.gov.br 68

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