Sumário
ARTE                            08            EDUCAÇÃO ESPECIAL               10Temáticas            ESCOLA / EDUCAÇÃO    ...
ARTEDISCO 01AURORA LUMINOSA                  8
DISCO 01IMAGINÁRIO PORTINARIDocumentário que revela o imaginário popular dos habitantes de Brodowski, cidade dointerior pa...
DISCO 02TODA CRIANÇA É ÚNICA – A INCLUSÃO DA DIFERENÇA   NA EDUCAÇÃO INFANTIL                          10
DISCO 02TODA CRIANÇA É ÚNICA – A INCLUSÃO DA DIFERENÇANA EDUCAÇÃO INFANTILSérie apresenta experiências positivas de inclus...
DISCO 03PAULO FREIRE – CONTEMPORÂNEOEDUCADORES BRASILEIROS                         12
DISCO 03PAULO FREIRE – CONTEMPORÂNEODocumentário que retorna às origens das primeiras experiências de alfabetização e deed...
DISCO 04NOS TRILHOS DO CAFÉ                      14
DISCO 04NOS TRILHOS DO CAFÉPrograma que aborda o ciclo do café no Brasil, com foco na trajetória do “ouro verde”produzido ...
DISCO 05SUA LÍNGUA - Parte IDISCO 06SUA LÍNGUA - Parte IIDISCO 07SUA LÍNGUA - Parte III                         16
DISCO 05SUA LÍNGUAO professor Pasquale, apresentador do programa Sua Língua, transforma a língua portuguesaem uma divertid...
DSICO 06SUA LÍNGUA - Parte II25. Palavras que Representam Ações26. Língua Portuguesa27. Admirável Mundo Louco28. Jardim Zo...
DISCO 07SUA LÍNGUA - Parte III48. Pedidos49. Eleição50. Comparando51. A Árvore do Beto52. Dicionário53. Estados do Brasil5...
DISCO 08POETAS DO REPENTEDISCO 09MESTRES DA LITERATURADISCO 10UM MENINO MUITO MALUQUINHO - Parte IDISCO 11UM MENINO MUITO ...
DISCO 08POETAS DO REPENTESérie que apresenta e aprofunda o estudo sobre o Repente, forma rica de expressão ecomunicação, q...
DISCO 9MESTRES DA LITERATURASegunda edição da série de sucesso da TV Escola, que apresenta a vida e a obra de grandesescri...
DISCO 10UM MENINO MUITO MALUQUINHOSérie que baseada no livro do escritor Ziraldo que conta as aventuras e descobertas nas ...
DISCO 107. Meu Pior Amigo – Com ciúmes do primo Gregório, o Menino Maluquinho provocauma briga com Bocão, mas acaba com sa...
DISCO 11UM MENINO MUITO MALUQUINHO - Parte II10. O Melancia – Aos 10 anos, o Menino Maluquinho ajuda Bocão a superar o ciú...
DISCO 12UM MENINO MUITO MALUQUINHO - Parte III19. Eu Sou o Melhor – Aos 5 anos, o Maluquinho perdeu no jogo do Mico preto ...
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DISCO 13FILHOS DESTE SOLO                    28
DISCO 13FILHOS DESTE SOLOAlém de discutir a questão do controle da natalidade, o programa mostra, de maneira simplese didá...
DISCO 14COM CIÊNCIA - Parte IDISCO 15COM CIÊNCIA - Parte IIDISCO 16COM CIÊNCIA - Parte IIIDISCO 17COM CIÊNCIA - Parte IVDI...
DISCO 14COM CIÊNCIAA série aborda projetos científicos, desenvolvidos por professores e alunos de escolas públicasde Ensin...
DISCO 15COM CIÊNCIA - Parte II6. Gama, DF – Clube de Ciências7. Vilhena, RO – Reeducação Alimentar8. Juripiranga, PB – Col...
DISCO 16COM CIÊNCIA - Parte III10. Diadema, SP – Interação e Transformação11. Manaus, AM – (Re)Descoberta dos Povos Indíge...
DISCO 17COM CIÊNCIA - Parte IV13. Campo Grande, RJ – O 14 Bis Entra na Escola14. Ilha Solteira, SP – Mapeando a Ilha Via S...
DISCO 18FAZENDO ESCOLAEspecialistas discutem idéias, fundamentos e apresentam propostas de trabalho referentes àgestão dem...
DISCO 19FAZENDO ESCOLA - Parte II6. Rio Verde, GO – De Volta para a Escola7. Rio de Janeiro, RJ – Pesquisar para Aprender8...
DISCO 20FAZENDO ESCOLA - Parte III11. Paraguaçu Paulista, SP – Reconstruir a escola, resgatar a auto-estima12. Araripina, ...
DISCO 21                     DISCO 26CONTO E RECONTO:             APRENDER E ENSINAR COM   LITERATURA E (RE)            AS...
DISCO 21CONTO E RECONTO: LITERATURA E (RE)CRIAÇÃOSérie que faz uma viagem pelo universo da Literatura através dos contos e...
DISCO 22CONTO E RECONTO: LITERATURA E (RE)CRIAÇÃO4. Contos da Tradição Literária – No quarto programa da série, trazemos o...
DISCO 23CURRÍCULO, RELAÇÕES RACIAIS E CULTURAAFRO-BRASILEIRA NA EDUCAÇÃO BÁSICASérie que tem como proposta a incorporação ...
DISCO 233. Diversidade Étnico-Racial no Currículo Escolar do Ensino Fundamental –Tomar consciência de que o Brasil é um pa...
DISCO 24CURRÍCULO, RELAÇÕES RACIAIS E CULTURAAFRO-BRASILEIRA NA EDUCAÇÃO BÁSICA - Parte II4. O Legado Ancestral Africano n...
DISCO 25APRENDER E ENSINAR COM AS FESTAS POPULARESSérie que busca orientar as discussões entendendo essas manifestações co...
DISCO 253. Festas Juninas – O terceiro programa debate o ciclo das festas juninas. Em termosreligiosos, ele é marcado, sob...
DISCO 26APRENDER E ENSINAR COM AS FESTAS POPULARES - Parte II4. Festas de Trabalho – Pelo trabalho o homem marca o meio fí...
DISCO 27ENSINO MÉDIO E SUSTENTABILIDADE EM TERRAS INDÍGENASSérie que trata de temas como a importância da educação escolar...
DISCO 28ENSINO MÉDIO E SUSTENTABILIDADE EM TERRAS INDÍGENAS - Parte II4. Projeto Pedagógico: Experiências – No quarto prog...
DISCO 29EJA E EDUCAÇÃO PRISIONALSérie que vai discutir temas como o papel da educação como programa de reinserção social;a...
DISCO 293. Educação Profissional para Jovens e Adultos Privados de Liberdade – Noterceiro programa, serão discutidas as pr...
DISCO 30EJA E EDUCAÇÃO PRISIONAL - Parte II4. Além da Educação Formal: Complexidade e Abrangência do Ato de Educar– No qua...
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  1. 1. Sumário
  2. 2. ARTE 08 EDUCAÇÃO ESPECIAL 10Temáticas ESCOLA / EDUCAÇÃO 12 Áreas HISTÓRIA 14 LÍNGUA PORTUGUESA 16 LITERATURA 20 ORIENTAÇÃO SEXUAL 28Especiais ENSINO MÉDIO - COM CIÊNCIA 30 Seções ENSINO MÉDIO - FAZENDO ESCOLA 35 SALTO PARA O FUTURO 38
  3. 3. ARTEDISCO 01AURORA LUMINOSA 8
  4. 4. DISCO 01IMAGINÁRIO PORTINARIDocumentário que revela o imaginário popular dos habitantes de Brodowski, cidade dointerior paulista, sobre a figura de Cândido Portinari, considerado o representante plástico domodernismo no Brasil e nascido nesta cidade. Duração: 22’46” Realização: TV Unaerp. Brasil, 2005 9
  5. 5. DISCO 02TODA CRIANÇA É ÚNICA – A INCLUSÃO DA DIFERENÇA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 10
  6. 6. DISCO 02TODA CRIANÇA É ÚNICA – A INCLUSÃO DA DIFERENÇANA EDUCAÇÃO INFANTILSérie apresenta experiências positivas de inclusão na Educação Infantil, enfatizando aspossibilidades de desenvolvimento e aprendizagem de crianças com necessidades educacionaisespeciais. É discutida, também, a busca por uma escola autônoma, de qualidade e democrática,por meio da educação inclusiva. Duração: 6 episódios de 27’ Realização: TV Escola. Brasil, 20071. Quebrando a Invisibilidade2. Universo das Diferenças3. Orquestra de Sinais4. Rompendo Barreiras5. Caminhos para a Inclusão6. Liberdade de Ser e Aprender 11
  7. 7. DISCO 03PAULO FREIRE – CONTEMPORÂNEOEDUCADORES BRASILEIROS 12
  8. 8. DISCO 03PAULO FREIRE – CONTEMPORÂNEODocumentário que retorna às origens das primeiras experiências de alfabetização e deeducação popular freirianas, quase 50 anos depois de sua realização em Angicos (RN),para mostrar o quanto as idéias de Paulo Freire sobre pedagogia estão vivas e presentesnos dias atuais. Duração: 53’23” Realização: TV Escola. Brasil, 2007EDUCADORES BRASILEIROSSérie que mostra a biografia e a obra de grandes teóricos da educação brasileira. Duração: 2 programas de 45’ Realização: TV Escola. Brasil, 20071. Darcy Ribeiro – Programa conta a biografia de Darcy Ribeiro e suas diferentes peles:antropólogo, político, escritor e educador, e como todas essas facetas convergem emsuas idéias sobre educação.2. Anísio Teixeira – O vídeo mostra a vida de Anísio Teixeira, o baiano que dedicou quasetoda vida à educação, tornando-se um dos mais influentes e importantes educadores dahistória. 13
  9. 9. DISCO 04NOS TRILHOS DO CAFÉ 14
  10. 10. DISCO 04NOS TRILHOS DO CAFÉPrograma que aborda o ciclo do café no Brasil, com foco na trajetória do “ouro verde”produzido na região de Ribeirão Preto e levado de trem até o porto de Santos. Duração: 22’ Realização: TV Unaerp. Brasil, 2004 15
  11. 11. DISCO 05SUA LÍNGUA - Parte IDISCO 06SUA LÍNGUA - Parte IIDISCO 07SUA LÍNGUA - Parte III 16
  12. 12. DISCO 05SUA LÍNGUAO professor Pasquale, apresentador do programa Sua Língua, transforma a língua portuguesaem uma divertida aventura para crianças e pré-adolescentes de sete a 14 anos. Ao lado doseu amigo Coisinho, personagem do programa Ilha Rá-Tim-Bum, ele dá dicas sobre a língua,os significados das palavras e esclarece as dúvidas dos telespectadores. Duração: 70 episódios de 7’ Realização: TV Cultura. BrasilSUA LÍNGUA - Parte I1. Português de Portugal2. Pagando Mico3. Sentindo Dor4. Fujicar É...5. Rimas6. Opostos7. Coletivos8. Mesma Grafia, Mesma Pronúncia9. Letras Trocadas10. História em Quadrinhos11. Gêneros12. Palavras Cruzadas13. Cedilha14. O Menino Azul15. Formas de Tratamento16. Aumentativo e Diminutivo17. Nomes18. Perguntas19. Ruídos20. Pontuação21. Cores como Símbolo22. Palíndromo23. Livro de Receitas24. Dicionário 17
  13. 13. DSICO 06SUA LÍNGUA - Parte II25. Palavras que Representam Ações26. Língua Portuguesa27. Admirável Mundo Louco28. Jardim Zoológico29. História de Terror30. Trava-Língua31. Linguagem de Propaganda32. Diário de Bordo33. Livro de Receitas 234. Um Programa Diferente35. Informações nas Embalagens36. Sinais de Trânsito37. Separando Sílabas38. Resenhas39. ONG40. Carta Anônima41. Entrevistando o Professor Pasquale42. Um Dia Daqueles43. Alimentos Saudáveis44. Crianças45. O Planeta Terra46. Descrição47. Narrador 18
  14. 14. DISCO 07SUA LÍNGUA - Parte III48. Pedidos49. Eleição50. Comparando51. A Árvore do Beto52. Dicionário53. Estados do Brasil54. Sonhos55. O Jogo do Mente56. Pronúncia57. Gênero de Texto58. O Uso do “M” e do “N”59. Sinônimos60. Formando Palavras61. A Palavra “Seu”62. O Jogo “Sua Língua”63. Tirando Dúvidas64. O Uso do “S” e do “Z”65. Preposições66. Tabelas67. O Emprego do “J” e do “G”68. Sons Nasais69. A Letra “H”70. Certas Palavras 19
  15. 15. DISCO 08POETAS DO REPENTEDISCO 09MESTRES DA LITERATURADISCO 10UM MENINO MUITO MALUQUINHO - Parte IDISCO 11UM MENINO MUITO MALUQUINHO - Parte IIDISCO 12UM MENINO MUITO MALUQUINHO - Parte III 20
  16. 16. DISCO 08POETAS DO REPENTESérie que apresenta e aprofunda o estudo sobre o Repente, forma rica de expressão ecomunicação, que teve sua origem no improviso africano e nas trovas medievais da Europa,trazidas ao Brasil por Portugal. Sem restrição de gênero ou de classe social, o Repente éuma poderosa forma de expressão. Mais amplo do que pode sugerir à primeira vista, o tema“repente” surge como eixo poético para visualização de vários aspectos da própria construçãoda realidade brasileira, tanto pela trajetória desta forma de expressão em si, quanto pelos temasque ela aborda. Tais características fazem do repente um tema rico em possibilidades paraabordagens transversais e interdisciplinares: Língua Portuguesa (a construção e reconstruçãoda língua), Literatura (poesia popular oral, improvisos, versos e rimas), História (raízes dacultura brasileira, a civilização do couro e a difusão de características culturais regionais),Geografia (a cultura como fruto das relações do homem com o meio ambiente), Matemática(associações métricas na poesia e na música) e Cidadania (a poesia popular como fórum paraexpressão e discussão da realidade social). Duração: 4 episódios de 27’ Realização: TV Escola. Brasil, 20071. Tecendo o Repente – O que é o repente? De que países vem essa tradição? Comochegou ao Brasil?. Por meio de depoimentos de especialistas e repentistas, esse programaintroduz o tema da série.2. Com a Boca no Mundo – O repente deixa o sertão e infiltra-se nos centros urbanos.O repentista que viaja e leva sua poesia mundo afora.3. Recriando o Repente – Como o repente e outras formas de poesia popular misturam-se à cultura contemporânea. O diálogo entre o repente, a embolada, o rap e a músicaeletrônica.4. O Beabá do Repente – A utilização da poesia popular em sala de aula. Por meiode casos encontrados no sertão nordestino, será mostrado como o repente e outrasmanifestações artísticas populares podem enriquecer o processo ensino-aprendizagem. 21
  17. 17. DISCO 9MESTRES DA LITERATURASegunda edição da série de sucesso da TV Escola, que apresenta a vida e a obra de grandesescritores brasileiros. Particularidades da vida pessoal e profissional de cada um como aformação acadêmica, o estilo literário e algumas de suas principais publicações. Duração: 5 episódios de 26’ Realização: TV Escola. Brasil, 20071. Lygia Fagundes Telles – A política e o fantástico em seus romances e contos, e comoesses elementos apareceram em sua vida em São Paulo e no Rio de Janeiro.2. João Cabral de Melo Neto – Mostra as influências do sertão em sua poesia rígida eáspera, além dos diversos países onde o poeta morou e como eles se tornaram temasde sua obra.3. Carlos Drummond de Andrade – O mineiro da pequena Itabira (MG) querevolucionou a literatura brasileira e se tornou o mais conhecido poeta no País.4. José Lins do Rego – Como o contato com engenhos de açúcar, em sua infância,influenciaram suas obras. Sua vida adulta em Maceió e no Rio de Janeiro.5. Raquel de Queiroz – O programa mostra desde a sua infância, na Fazenda Não meDeixes, em Quixadá, influência de muitas suas obras, até a época em que se tornou aprimeira mulher a entrar na Academia Brasileira de Letras. 22
  18. 18. DISCO 10UM MENINO MUITO MALUQUINHOSérie que baseada no livro do escritor Ziraldo que conta as aventuras e descobertas nas váriasetapas da vida do Menino Maluquinho. Duração: 26 episódios de 25’ Realização: TVE. Brasil, 2006UM MENINO MUITO MALUQUINHO - Parte I1. Adivinha Que Dia É Hoje? – Depois de arranjar roupa adequada para sua festa deaniversário de 10 anos, o Menino Maluquinho sofre com a espera dos amigos para afesta. Por fim, todos chegam, principalmente Julieta, que lhe dá uma ampulheta roxa depresente. Como tinha combinado com a mãe, o Menino Maluquinho precisava jogar fora amamadeira no dia do seu aniversário de 5 anos. Ele adiou ao máximo esse momento, masquando conseguiu se desfazer da mamadeira, logo pensou nos presentes de aniversário.2. O Menino Que Tinha Panela na Cabeça – A professora do Menino Maluquinhode 10 anos pede como trabalho uma autobiografia. O garoto faz uma viagem biográficaconversando com todos sobre como se tornou ‘O menino que tinha panela na cabeça’.Aos 5 anos, o Menino Maluquinho armou a maior confusão com as panelas de casa.3. O Primeiro Dia de Aula – Aos 10 anos, o Menino Maluquinho está animado com oprimeiro dia de aula. Chegando na escola porém, a coisa complica com as novidades naaula de Matemática. Com 5 anos, o Menino Maluquinho tinha medo do seu primeiro diade aula. Chegando lá porém viu que era mais gostoso do que ele pensava.4. Eu Não Sei Arrumar, Eu Só Sei Bagunçar – Convicto de sua bagunça, aos 10 anos,o Menino Maluquinho acaba se prejudicando por causa da bagunça em seu quarto. Porfim entende o valor da organização. Com 5 anos, o Menino Maluquinho recebeu a visitado amigo Leandro e de sua babá autoritária que não os deixou fazer nada.5. Feio, Bonito! – Aos 10 anos, o Menino Maluquinho está extasiado com a beleza danova aluna da escola, Bianca. Mas quando ela o ignora, e ainda por cima o chama de“feio”, um buraco se abre sob seus pés. Quando tinha 5 anos, o Menino Maluquinhovisitou o zoológico com Bocão e o avô. No passeio, eles discutiram os diversos padrõesde beleza entre os animais.6. O Melhor Amigo do Menino – Aos 10 anos, o Menino Maluquinho ficou meioentediado com seu antigo cão, Fofinho. Mas quando o animal some, decide encontrá-lo de qualquer jeito. Aos 5 anos, o Menino Maluquinho insistiu tanto que ganhou umcachorro vira-lata: Fofinho. 23
  19. 19. DISCO 107. Meu Pior Amigo – Com ciúmes do primo Gregório, o Menino Maluquinho provocauma briga com Bocão, mas acaba com saudades. Maluquinho e Bocão se conheceramaos 5 anos.8. O Canguru Campeão – Aos 10 anos, o Menino Maluquinho passeia imaginariamentepor diversas projeções para seu futuro, mas no final decide ser ele mesmo, por enquanto.Aos 5 anos, ele tinha decidido ser canguru quando crescer.9. Liga, Desliga – Com 10 anos, o Menino Maluquinho se estressa de tanto jogarvídeogame. O Maluquinho conheceu seu primeiro “game-boy” aos 5 anos. 24
  20. 20. DISCO 11UM MENINO MUITO MALUQUINHO - Parte II10. O Melancia – Aos 10 anos, o Menino Maluquinho ajuda Bocão a superar o ciúmede um novo bebê na família. Com 5 anos, o Maluquinho queria tanto ter um irmão queacabou inventando e convivendo com um irmão invisível, o Paçoquinha.11. Azul e Rosa – Meninas e meninos de 10 anos entram em conflito, mas acabam sereunindo. Aos 5 anos, Maluquinho se casou com Julieta na festa junina.12. Baleia de Rio – Aos 10 anos, O Menino Maluquinho tem dificuldade em largar acidade e brincar no campo. Mas quando a menina Tatiana aparece crescida, tudo muda.Quando foi para o campo aos 5 anos o Menino Maluquinho ficou amigo de Tatiana.13. Festa do Pijama – Aos 10 anos, o Menino Maluquinho se diverte com os amigosdormindo em casa. Junin dormiu na casa do Menino Maluquinho quando ele tinha 5 anos,mas quis ir embora no meio da noite.14. Por Que Comigo? – O Menino Maluquinho foi maltratado por amigos mais velhosaos 5 anos. Aos 10, ele defende o garoto gordinho Tito, que passa a ser maltratado porHerman.15. A Fada Madrinha do Consumo – Com 10 anos, Menino Maluquinho e seus amigosestão loucos para comprar uma fantasia do Cavaleiro Negro. Como os pais relutam emdar o presente, pois não é Natal, nem aniversário, o Maluquinho imagina que eles irãoconseguir tudo no programa de TV do Baiaco. Aos 5 anos, o Maluquinho assistia à muitatelevisão e como resultado: achou que “precisava” comprar um monte de coisa.16. Maluquinho Galã – Aos 10 anos, o Menino Maluquinho desperta paixões em trêsgarotas ao mesmo tempo. Com 5 anos, ele só encantava tias e tias-avós.17. Chove, Chuva Maluquista – Aos 5 anos, o Maluquinho ficou em casa com o avô eBocão em um dia de chuva. Cansado com a hiperatividade dos garotos, o vovô fez umaintrodução aos gêneros da MPB para os pequenos, com sua velha coleção de discos.Num feriado de finados, chove de novo e a família não pode viajar. Sem ter o que fazerdentro de casa, aos 10 anos, o Menino Maluquinho fica entediado. Então, o pai faz umaintrodução à história da arte para o filho, através de um livro ilustrado. O Maluquinhofica impressionado com as pinturas e acaba fundando seu próprio movimento: “oMaluquismo”.18. O Ilusionista – O Menino Maluquinho descobre o mal provocado por roubar, fingirou mentir. 25
  21. 21. DISCO 12UM MENINO MUITO MALUQUINHO - Parte III19. Eu Sou o Melhor – Aos 5 anos, o Maluquinho perdeu no jogo do Mico preto e“perdeu” a cabeça. Aos 10, ele ganha campeonato de corridas e também “perde” acabeça.20. Fome de Doce – Quando tinha 5 anos, o Menino Maluquinho só queria comer docee, por isto, acabou tendo uma cárie. Sua mãe passou a controlar sua alimentação, mas eleseguiu roubando doce. Só quando passou mal, entendeu o valor da comida. Aos 10 anos,o Maluquinho só quer comer certas coisas de determinadas formas. Num jantar japonêsele acaba tendo de enfrentar um peixe cru e acaba adorando.21. Mãe Só Há Duas – Aos 5 anos, o Menino Maluquinho só tinha olhos para mamãe:uma princesa, uma beleza, uma maravilha. Quando ele foi para o acampamento nas férias,foi aquela choradeira de ambos os lados. Ele sentia falta da “melhor mãe do mundo”.Aos 10 anos, o Maluquinho quer voltar ao acampamento, mas a mãe, lembrando daslamentações da outra vez, não quer que ele vá. Ele fica furioso e decreta: ela é a “piormãe do mundo”.22. Vovô, Papai e Eu – Aos 5 anos, o Maluquinho fez um pato de argila para o pai nodia dos pais, mas este não apareceu, para decepção do menino, que foi consolado pelocarinho do avô. Após ter sofrido a decepção aos 5 anos, o Menino Maluquinho não ligapara o Dia dos Pais aos 10 anos. Desta vez, quem sofre com sua ausência é o pai.23. Flicts – O Menino Maluquinho foi ao teatro aos 5 anos e ficou encantado com a peçaFlicts, inspirada em um livro de Ziraldo. Aos 10 anos, quando a professora propõe que osalunos montem uma peça, o Maluquinho sugere encenar Flicts.24. Mas... Para Onde Foi o Peixe? – O Menino Maluquinho ganhou um peixe com 5anos. Cuidou do animal com todo zelo, mas o peixe morreu. Mesmo compreendendoque o peixe morreu, o Maluquinho não entendeu para onde ele foi. Aos 10 anos, oMenino Maluquinho acompanha a morte do avô do Herman, Mika. Fica com medo queseus parentes também “sumam do mapa”.25. Feliz Natal – Felicidades e decepções no Natal. Aos 5 anos, o Menino Maluquinhoainda acreditava em Papai Noel. Aos 10, ele aguarda um presente que não vem.26. Eu, Eu, Eu e o Mar – No último episódio da temporada, os três maluquinhos vão àpraia. Depois que o Menino Maluquinho, de 10 anos, surfa uma onda redonda, dá-se umacontecimento mágico: o personagem se encontra aos 5, dez e 30 anos. Eles conversame percebem diferenças e semelhanças nas várias idades da vida. 26
  22. 22. 27
  23. 23. DISCO 13FILHOS DESTE SOLO 28
  24. 24. DISCO 13FILHOS DESTE SOLOAlém de discutir a questão do controle da natalidade, o programa mostra, de maneira simplese didática, como funcionam os métodos anticoncepcionais. Aborda também as dificuldadesenfrentadas pelas faixas mais pobres da população para ter acesso a esses métodos. Por fim,conta a história de pessoas que usaram os métodos de planejamento familiar, especialmentelaqueadura e vasectomia. Duração: 40’ Realização: TV Globo. Brasil, 2005 29
  25. 25. DISCO 14COM CIÊNCIA - Parte IDISCO 15COM CIÊNCIA - Parte IIDISCO 16COM CIÊNCIA - Parte IIIDISCO 17COM CIÊNCIA - Parte IVDISCO 18FAZENDO ESCOLA - Parte IDISCO 19FAZENDO ESCOLA - Parte IIDISCO 20FAZENDO ESCOLA - Parte III 30
  26. 26. DISCO 14COM CIÊNCIAA série aborda projetos científicos, desenvolvidos por professores e alunos de escolas públicasde Ensino Médio, que servem de ponto de partida para o debate sobre o papel da escolacomo ponte entre o conhecimento científico e a prática cotidiana. Duração: 15 programas de 50’ Realização: TV Escola. Brasil, 2006COM CIÊNCIA - Parte I1. Iporá, GO – Recompondo Iporá2. Campinas, SP – Pontes do Aprendizado3. Campina Grande, PB – Combate aos Potós4. Erechim, RS – Semeando o Sustentável5. Recife, PE – Logaritmo Desvendado 31
  27. 27. DISCO 15COM CIÊNCIA - Parte II6. Gama, DF – Clube de Ciências7. Vilhena, RO – Reeducação Alimentar8. Juripiranga, PB – Colheita do Conhecimento9. Jardim Ângela, SP – A Ciência do Amor 32
  28. 28. DISCO 16COM CIÊNCIA - Parte III10. Diadema, SP – Interação e Transformação11. Manaus, AM – (Re)Descoberta dos Povos Indígenas da Amazônia12. Canela, RS – A Comunidade em Ação 33
  29. 29. DISCO 17COM CIÊNCIA - Parte IV13. Campo Grande, RJ – O 14 Bis Entra na Escola14. Ilha Solteira, SP – Mapeando a Ilha Via Satélite15. Maracanaú, CE – Ciência em Maracanaú 34
  30. 30. DISCO 18FAZENDO ESCOLAEspecialistas discutem idéias, fundamentos e apresentam propostas de trabalho referentes àgestão democrática, a partir de documentários que retratam experiências bem sucedidas emescolas brasileiras do Ensino Médio. Duração: 15 programas de 40’ Realização: TV Escola. Brasil, 2007FAZENDO ESCOLA - Parte I1. Paracatu, MG – A História da Escola e do Afeto2. Muzambinho, MG – Do Café ao Biodiesel3. Guará, DF – Uma Pedagogia, Muitos Projetos4. Confresa, MT – Xema ‘ eawa5. Porto Nacional, TO – Ensino Contínuo, Lugares Alternados 35
  31. 31. DISCO 19FAZENDO ESCOLA - Parte II6. Rio Verde, GO – De Volta para a Escola7. Rio de Janeiro, RJ – Pesquisar para Aprender8. São Joaquim / Bombinhas, SC – A Praia, o Vinho e o Ensino Integrado9. Recife, PE – Uma Escola Olhando para o Futuro10. João Pessoa, PB – A Escola e suas Muitas Faces 36
  32. 32. DISCO 20FAZENDO ESCOLA - Parte III11. Paraguaçu Paulista, SP – Reconstruir a escola, resgatar a auto-estima12. Araripina, PE – A Escola na Luta contra a Exploração13. Careiro Castanho, AM – Os Desafios de uma Escola na Amazônia14. Macapá, AP – Vivendo as Diferenças15. Especial – A Tecnologia do Saber 37
  33. 33. DISCO 21 DISCO 26CONTO E RECONTO: APRENDER E ENSINAR COM LITERATURA E (RE) AS FESTAS POPULARES CRIAÇÃO - Parte I - Parte IIDISCO 22 DISCO 27CONTO E RECONTO: ENSINO MÉDIO E LITERATURA E (RE) SUSTENTABILIDADE EM CRIAÇÃO - Parte II TERRAS INDÍGENAS - Parte IDISCO 23CURRÍCULO, RELAÇÕES DISCO 28 RACIAIS E CULTURA AFRO- ENSINO MÉDIO E BRASILEIRA NA EDUCAÇÃO SUSTENTABILIDADE EM BÁSICA - Parte I TERRAS INDÍGENAS - Parte IIDISCO 24CURRÍCULO, RELAÇÕES DISCO 29 RACIAIS E CULTURA AFRO- EJA E EDUCAÇÃO PRISIONAL BRASILEIRA NA EDUCAÇÃO - Parte I BÁSICA - Parte II DISCO 30DISCO 25 EJA E EDUCAÇÃO PRISIONALAPRENDER E ENSINAR COM AS - Parte II FESTAS POPULARES - Parte I 38
  34. 34. DISCO 21CONTO E RECONTO: LITERATURA E (RE)CRIAÇÃOSérie que faz uma viagem pelo universo da Literatura através dos contos e lança um desafiopara os professores: descobrir os contos na escola, desde a Educação Infantil até os ciclos finaisdo Ensino Fundamental. Duração: 5 programas de 60’ Realização: TV Escola. Brasil, 2006CONTO E RECONTO: LITERATURA E (RE)CRIAÇÃO - Parte I1. Contos Populares de Tradição Ibérica – Neste primeiro programa da série,buscamos indícios de um possível mapeamento dos contos da tradição popular no Brasil.A partir deste objetivo, indicamos algumas fontes da tradição universal e da matrizibérica. Câmara Cascudo, por exemplo, identificou que os Contos de Encantamentorecolhidos em terras brasileiras são, em sua maioria, de origem européia, e chegaram-nos por intermédio de Portugal.2. Contos Indígenas – No segundo programa da série, vamos abordar os contos datradição indígena, considerando as influências dos diferentes povos indígenas que aquiviviam e vivem. Neste programa, desejamos reencontrá-los em suas línguas, em seusrituais, em seus modos ancestrais de contar e recontar histórias.3. Contos Africanos – O terceiro programa aborda os contos africanos e dosafrodescendentes. Sabe-se que, para as diferentes nações do continente africano,a natureza e os homens desenvolvem ritmos próprios. Daí advêm muitas de suashistórias e mitos. Temos notícias, por exemplo, da figura do akpalô (fazedor de conto),cuja atividade caracteriza-se por espalhar histórias pelos lugares por onde passa, oque, segundo Gilberto Freire, pode ser reconhecido nas atividades das negras velhasou amas-de-leite, que contavam as histórias aprendidas, caminhando de engenho emengenho, no contexto do Brasil Colônia. Sabemos, por essas e outras evidências, queos contos de origem africana não se perderam, conformando aspectos relevantes denosso imaginário social. 39
  35. 35. DISCO 22CONTO E RECONTO: LITERATURA E (RE)CRIAÇÃO4. Contos da Tradição Literária – No quarto programa da série, trazemos o contopelas mãos de alguns mestres nessa arte; desta vez, na acepção de gênero literário,considerado por muitos o resultado máximo da concisão, da densidade e da ligeireza.5. Projeto de Leitura: Quem Conta um Conto, Aumenta um Ponto... – Nesteúltimo programa, pretendemos indicar aspectos relativos ao planejamento e à avaliaçãodos projetos envolvendo a formação de leitores proficientes. A singularidade do espaçoescolar parece-nos favorável a esse desenvolvimento. Além disso, ressaltamos o papeldo bibliotecário como aliado do professor no que diz respeito à organização, à seleção eà utilização de acervos. 40
  36. 36. DISCO 23CURRÍCULO, RELAÇÕES RACIAIS E CULTURAAFRO-BRASILEIRA NA EDUCAÇÃO BÁSICASérie que tem como proposta a incorporação de práticas pedagógicas mais próximas da realidadeda comunidade escolar. Para tanto, subdivide-se em tópicos, a serem discutidos em cincoprogramas, tendo como debatedoras(es) especialistas e professoras(es) que atuam em sala deaula, objetivando criar possibilidades para o exercício do que determina a Lei nº 10.639/032e estimular a construção de um projeto político-pedagógico como ferramenta teórica emetodológica que cumpra o papel social e a função educativa da escola, que é promover atransformação pessoal e a ampliação do cabedal de conhecimentos das(os) educandas(os). Duração: 5 programas de 60’ Realização: TV Escola. Brasil, 2006CURRÍCULO, RELAÇÕES RACIAIS E CULTURAAFRO-BRASILEIRA NA EDUCAÇÃO BÁSICA - Parte I1. História e Cultura Afro-Brasileira e Africana – No primeiro programa da série,procuraremos indicar um novo continente teórico, assentado na erudição dos valorese linguagens do continuum civilizatório africano-brasileiro, cujo legado nos permiteencontrar novas percepções e elaborações sobre educação. Apesar da pujança docontinente africano, encontramos no cotidiano escolar professores/as e alunos/as quelêem a África como um país, não conseguem percebê-la como um importante continenteque protagoniza a história da humanidade. Diante dessas desinformações, são organizadoscursos para professores e elaborados materiais didáticos, além de serem implementadasdiversas iniciativas que possam responder ao desafio da Lei.2. As Relações Étnico-Raciais – História e Cultura Afro-Brasileira na Educação Infantil –O cumprimento da Lei Federal nº 10.639/03, que torna obrigatório o ensino de História eCultura Afro-Brasileira, bem como das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educaçãodas Relações Étnico-Raciais e para o Ensino da História e Cultura Africana e Afro-Brasileira(2004), têm provocado mudanças nas práticas pedagógicas de professores e professorasde toda a educação básica. Para tanto, profissionais da educação têm procurado adequarsuas práticas educativas, buscando tais conhecimentos em formações continuadas, emgrupos de estudos para que o ambiente escolar e o de sala de aula possam, de fato, incluira cultura de origem africana e promover a educação para as relações étnico-raciais. 41
  37. 37. DISCO 233. Diversidade Étnico-Racial no Currículo Escolar do Ensino Fundamental –Tomar consciência de que o Brasil é um país multirracial e pluriétnico e reconhecer eaceitar que, nesta diversidade, negros e indígenas têm papéis da maior relevância paraa sociedade brasileira são aprendizagens que convergem para a educação das relaçõesétnico-raciais porque, conforme expressa o Parecer CNE/CP 3/2004, esta educaçãopode oferecer conhecimentos e segurança para negros orgulharem-se de sua origemafricana; para os brancos, permitir que identifiquem as influências, as contribuições, aparticipação e a importância da história e da cultura dos negros no seu jeito de ser,viver, de se relacionarem com as outras pessoas. O processo educativo que viabilizaessas aprendizagens necessárias encontra embasamento nos princípios da consciênciapolítica e histórica da diversidade, do fortalecimento de identidades e de direitos, dasações educativas de combate ao racismo e às discriminações, também apontados nomesmo Parecer. A escola deve cumprir a parte que lhe toca nos compromissos de Estadoassumidos pelo Brasil, enquanto signatário de tratados internacionais, de constituir umademocracia em que as pessoas usufruam em sua plenitude a condição de cidadãos,independentemente de raça/etnia, cor, posição e papel social, religião, gênero. Ainstituição escolar tem de criar mecanismos e instrumentos de uso permanente, viaprojeto político-pedagógico e currículo, para intervir na realidade que exclui o negro(pretos e pardos), bem como os indígenas, entre outros, do acesso aos direitos humanosfundamentais. 42
  38. 38. DISCO 24CURRÍCULO, RELAÇÕES RACIAIS E CULTURAAFRO-BRASILEIRA NA EDUCAÇÃO BÁSICA - Parte II4. O Legado Ancestral Africano na Diáspora e a Formação Docente – Estudosvários sobre as culturas brasileiras nos apontam a construção de um imaginário do povobrasileiro, educado para valorizar elementos culturais e raciais que se enquadrem nascategorias branca e cristã. Tal formação torna-se um desafio para a educação brasileira,em face do proposto pela Lei n. 10.639/03 que alterou a LDB n. 9.394/96, determinandoa obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-brasileiras e Africana, visandodesenvolver políticas de reparações com as ações afirmativas para as populações negras,isto porque, ao longo da história da educação brasileira, os/as docentes foram formados/as para entender o legado africano como “saberes do mal”, saberes de culturas atrasadas epré-lógicas, repercutindo nos currículos escolares com uma carga preconceituosa, que geraas discriminações com estas culturas. Nesta perspectiva, vamos abordar a Antropologiados povos africanos e Afro-brasileiros, levando-se em consideração seus mitos e saberespopulares, bem como seus símbolos, a partir de suas formulações simbólicas.5. As Relações Étnico-Raciais, a Cultura Afro-Brasileira e o Projeto Político-Pedagógico – A trajetória da população negra brasileira, desde o seqüestro na África,é marcada pela luta contra o preconceito, a discriminação e o racismo que marcaram– e marcam – a vida dessa população. Nesse processo de enfrentamento, podemosconsiderar – entre outros – três momentos fundamentais de resistência: a) a estratégiasde luta contra a escravidão negra na formação dos quilombos; b) a resistência pós-escravidão, com a fundação de várias entidades negras locais, regionais e nacionais;c) o processo vivido ao longo desses quase dois séculos, em torno da constituição dedispositivos legais que atendam às reivindicações históricas da população negra. Entreas reivindicações históricas, a educação sempre foi pautada como uma possibilidade deconstrução de uma sociedade capaz de assegurar direitos sociais, políticos, econômicose culturais a todos/as brasileiros/as. O desafio atual da educação é implementar nosmunicípios e estados da Federação políticas públicas de promoção da igualdade racial.Para isso, três fatores são fundamentais: investimentos na escola pública; uma propostade formação dos profissionais de educação, centrada na reflexão sobre as desigualdadesraciais historicamente construídas que permeiam o espaço escolar, e a construção deprojetos político-pedagógicos nas escolas que dêem conta da diversidade na formaçãodo povo brasileiro. 43
  39. 39. DISCO 25APRENDER E ENSINAR COM AS FESTAS POPULARESSérie que busca orientar as discussões entendendo essas manifestações como momentosprivilegiados nos quais as populações rurais, as populações das pequenas cidades e as periferiasdas grandes cidades brasileiras interrompem sua rotina de trabalho e de lida da casa parafestejar com vizinhos, amigos e co-participantes da mesma crença e das mesmas tradições. Duração: 5 programas de 60’ Realização: TV Escola. Brasil, 2007APRENDER E ENSINAR COM AS FESTAS POPULARES - Parte I1. Festas de Santos Reis – No primeiro programa da série, será debatido o ciclonatalino, que tem duas partes distintas: os rituais da liturgia oficial católica e ritos efestas promovidos quase sempre independentemente desta oficialidade. Nesta segundaparte, há uma inegável centralidade dos Reis Magos. Pastorinhas, presépios, folias são aeles devotados, predominante do dia primeiro ao dia 6 de janeiro de cada ano. Mas adevoção aos Reis Magos não se esgota na Folia de Reis. Seus ingredientes são de origemportuguesa e, no Brasil, desenvolveram-se no antigo “Corredor das Bandeiras” (SP MG ,e GO), e se espalharam para outros estados como Rio de Janeiro, Paraná, Espírito Santo,Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins. No Nordeste de Minas Gerais, noCeará, Rio Grande do Norte, Piauí e Sergipe são tradicionais os grupos de Reisado. NaBahia, Santa Catarina e Rio Grande do Sul existem os Ternos de Reis.2. Festas Carnavalescas – No segundo programa da série, os debates terão como focoas Festas carnavalescas. É importante ressaltar que o carnaval está muito longe de ser aunanimidade brasileira, como se supõe em outros países. Em algumas partes das regiõesNorte e Centro-Oeste, o carnaval vai muito pouco além de um feriado na folhinha deparede. Mas nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco, os festejosdos quatro dias de véspera da quaresma são vividos intensa e generalizadamente. Em grauum pouco menor, há outros estados em que também se podem contar muitos adeptosde Momo. Pretende-se discutir as dimensões educativas desses festejos, procurandoabstrair um pouco o grau, às vezes exacerbado, de produto mediático e econômico quetêm as festas carnavalescas. Desfiles de escolas de samba, trios elétricos e até mesmo aexperiência dos blocos já foram visivelmente transformados em rentável mercadoria eisso também vale a pena ser discutido. Além disso, pretende-se mostrar pequenos blocosno nível das comunidades, numa festa em que os moradores fecham a rua e fazem ovelho carnaval das marchinhas, sem virar notícia. 44
  40. 40. DISCO 253. Festas Juninas – O terceiro programa debate o ciclo das festas juninas. Em termosreligiosos, ele é marcado, sobretudo, pelas festas de Santo Antônio, São João e São Pedro.Mas a Festa de São Benedito que, oficialmente, ocorre no dia 5 de outubro, em muitoslugares é incorporada também ao mês de junho. Aparentemente mais pagãs, situam-setambém no mês de junho as festas do Bumba-meu-boi e suas inúmeras derivações (Boi-Bumbá - AM, Boi-de-Mamão - SC, e Boizinho - RS). Como elementos formadores doconjunto das festas juninas, destacam-se as tradições milenares em torno do solstíciode inverno, aqui no Hemisfério Sul (dia 24, o dia em que o sol está mais a pino) e, noHemisfério Norte, o solstício de verão. Em especial aparece a figura do culto ao fogo(fogueira) para se garantir a fertilidade e a saúde. Há uma influência significativa tambémda Festa das Primícias judaica (primeiras colheitas), fazendo aparecer em nossas festasjuninas a função marcante das comidas típicas da estação. As festas juninas se vinculam àsdatas de santos do catolicismo oficial, mas esse ciclo foi apropriado pelo domínio popular,porque são festas que assumiram um caráter doméstico. Mesmo quando são festas “daparóquia”, o mastro e a fogueira trouxeram a festa para o terreiro – para o lado de forada igreja. 45
  41. 41. DISCO 26APRENDER E ENSINAR COM AS FESTAS POPULARES - Parte II4. Festas de Trabalho – Pelo trabalho o homem marca o meio físico onde buscasatisfazer as suas necessidades. Por isso, os principais acontecimentos ligados ao trabalhotambém são ritualizados nos meios populares, fazendo emergir importantes momentosfestivos, tais como: festas de colheitas, pousos de tropeiros, mutirões (puxirão, muxirão,adjutório, demão), mutirões de traição (ditos “treição” – um mutirão para o qual o donodo serviço não foi avisado), dança da enxada, canto das lavadeiras, canto das fiandeiras.Durante o trabalho, num dia de mutirão, sempre acontecem as cantigas de mutirão(“Brão”, na região de São Luis do Paraitinga-SP). Além disso, “uma coisa puxa a outra”,diz a sabedoria popular. Um dia de mutirão é sempre uma boa oportunidade para umanoitada de jogo de truco, danças variadas conforme o lugar (forró, vanerão, catira,cururu, siriri, etc.).5. Festas da Afro-Descendência – Sem nos esquecermos da dramaticidade dessaforma de exploração do trabalho humano, o trabalho escravo propiciou à formaçãocultural do Brasil importantes componentes da riqueza cultural africana. A casa-grandenão conseguiu silenciar a senzala. A visão de mundo, a religiosidade, a música, a dança, avestimenta e a culinária dos negros resistiram aos séculos de opressão branco-européiade nossa Colônia e Império. E as nossas diversas formas de ser brasileiro foram todasimpregnadas por esses componentes africanos. Vem daí a existência de um grande lequede festas e rituais em todas as regiões brasileiras. Muitas dessas festas constituíram-se nafusão da cultura negra com o catolicismo popular, como Congos, Congadas, Moçambiquese outros tantos. Em outras, permaneceu a base da própria religiosidade africana, como severifica no Candomblé, Umbanda, Tambor de Mina. Em outros casos ainda, a resistêncianegra gerou manifestações que, de certa forma, desenvolveram-se à margem das práticasreligiosas: Capoeira, Jongo, Parafuso (a dança da fuga), Lundu. Em todos esses casos hásempre uma diversidade de festas que garantem a reprodução da arte e das crençasafricanas, formando gerações e gerações de adeptos que, às vezes, não compõem umaefetiva afro-descendência. 46
  42. 42. DISCO 27ENSINO MÉDIO E SUSTENTABILIDADE EM TERRAS INDÍGENASSérie que trata de temas como a importância da educação escolar nos projetos de futurodos Povos Indígenas; a formação escolar e a qualificação técnica para a formulação e agestão de projetos de etno-desenvolvimento; a formação do professor indígena de EnsinoMédio; entre outros. Duração: 5 programas de 60’ Realização: TV Escola. Brasil, 2006ENSINO MÉDIO E SUSTENTABILIDADE EM TERRAS INDÍGENAS - Parte I1. Projetos de Futuro dos Povos Indígenas – No primeiro programa, são discutidos osprojetos de futuro dos povos indígenas. O foco do programa é mostrar a escola como uminstrumento fundamental para as perspectivas de futuro dos povos indígenas. Essa escolaé, hoje, considerada como aliada, na medida em que foi redefinida sua função social, paraatender à identidade de cada povo, às suas lutas e aos seus projetos de futuro.2. Juventude Indígena e Escola – O segundo programa discute o sentido da escolapara os jovens indígenas. São apresentadas entrevistas com os jovens indígenas, em queeles comentam sua relação com a escola. Essas e outras questões serão discutidas: O éser jovem na cultura indígena? Qual é o sentido da escola de Ensino Médio para o jovemindígena? De que forma os conhecimentos construídos na comunidade são trabalhadosna escola? Como a escola de Ensino Médio precisa se organizar para atender às demandasda juventude indígena?3. Formação dos Professores Indígenas – O eixo norteador do terceiro programa é aformação dos professores indígenas para o Ensino Médio. Essas e outras questões serãodiscutidas neste programa: Como deve ser a formação do professor indígena de EnsinoMédio? Como formar professores na perspectiva da interculturalidade e da relação comtoda a sociedade? Como a escola pode pensar e gerir instrumentos que garantam asustentabilidade econômica, social, territorial e cultural dos povos indígenas? 47
  43. 43. DISCO 28ENSINO MÉDIO E SUSTENTABILIDADE EM TERRAS INDÍGENAS - Parte II4. Projeto Pedagógico: Experiências – No quarto programa, são apresentadasexperiências educacionais em diversas escolas indígenas, tendo como foco a construçãodo Projeto Político Pedagógico. Estes temas, entre outros, serão discutidos, ao longo dodebate: Como se dá a relação entre a escola e a comunidade? Como está sendo construídoo projeto pedagógico das escolas, tendo como foco a questão da sustentabilidade? Quala relação entre a sustentabilidade e a concepção de mundo dos povos indígenas? De queforma o currículo escolar está organizado nas diferentes comunidades?5. Currículo Diferenciado: Experiências – O currículo diferenciado é uma dasreivindicações das escolas indígenas de Ensino Médio. No quinto programa da série,serão trazidas para o debate essas questões: De que forma a escola de Ensino Médioabre espaço para a discussão sobre as demandas da comunidade? Como construir umprojeto educativo intercultural, que considere e valorize a cultura dos diversos povosindígenas? De que forma é trabalhada a questão da etno-sustentabilidade nas escolasindígenas de Ensino Médio? 48
  44. 44. DISCO 29EJA E EDUCAÇÃO PRISIONALSérie que vai discutir temas como o papel da educação como programa de reinserção social;a realidade dos afrodescendentes e das mulheres no espaço carcerário; o mundo do trabalhopara jovens e adultos privados de liberdade; a atuação do professor no sistema penitenciário,entre outros. Duração: 5 programas de 60’ Realização: TV Escola. Brasil, 2006EJA E EDUCAÇÃO PRISIONAL - Parte I1. O Papel da Educação como Programa de Reinserção Social para Jovens eAdultos Privados de Liberdade: Perspectivas e Avanços – No primeiro programa dasérie serão discutidas as questões políticas, econômicas, sociais e jurídicas que envolvem aeducação no sistema penitenciário; o papel dos Ministérios da Educação e da Justiça e dasSecretarias Estaduais de Educação e de Justiça (e ou de Segurança Pública e AdministraçãoPenitenciária) na implementação de programas educativos para o sistema penitenciário;a educação como direito humano e ao longo da vida. Ao longo do programa, serãodebatidos estes temas: Qual o papel do sistema penitenciário?/ Qual o papel da educaçãono cárcere?/ Como o poder público vem atuando na implementação de programasde reinserção social?/ Qual a participação da sociedade civil e das Organizações não-governamentais na implementação de programas de reinserção social?/ O que é políticade “tratamento penitenciário”?/ Quais os recursos investidos?/ Remição pelo estudo?/Elevação de escolaridade ou certificação?2. Os Sujeitos da Educação de Jovens e Adultos Privados de Liberdade:Questões sobre a Diversidade – No segundo programa da série, serão abordadas asquestões socioeconômicas, culturais e do mundo do trabalho; jovens cumprindo medidassocioeducativas x jovens internos penitenciários (a juventude que fortemente integra aspopulações carcerárias); a realidade dos afrodescendentes (marcas da exclusão) e dasmulheres no espaço carcerário. Ao longo do programa, serão debatidos estes temas:Quem são os sujeitos da Educação de Jovens e Adultos privados de liberdade? / De ondevêm? / Para onde vão? Qual a sua verdadeira identidade?/ Quais os seus reais interessese expectativas? 49
  45. 45. DISCO 293. Educação Profissional para Jovens e Adultos Privados de Liberdade – Noterceiro programa, serão discutidas as principais questões que envolvem o mundodo trabalho para jovens e adultos privados de liberdade: perspectivas e realidades; aeducação profissional no cárcere; o trabalho intra e extramuros; o trabalho para internose egressos do sistema penitenciário; trabalho informal e trabalho formal. Ao longo doprograma, serão debatidos estes temas: Formação para o trabalho ou formação aolongo da vida?/ Quais as principais questões que envolvem reinserção social de egressospenitenciários?/ Quais as principais questões que envolvem o mundo do trabalho parainternos e egressos penitenciários? 50
  46. 46. DISCO 30EJA E EDUCAÇÃO PRISIONAL - Parte II4. Além da Educação Formal: Complexidade e Abrangência do Ato de Educar– No quarto programa, serão abordadas as principais questões que envolvem umaproposta de educação no cárcere; escolarização com concepção diferenciada; propostaspolítico-pedagógicas diferenciadas; temas transversais x propostas interdisciplinares etransdisciplinares; sentidos para a educação ao longo da vida: atividades educacionaislivres; atividades culturais, leitura e biblioteca, atividades esportivas, religiosas, de saúde elazer; política de atuação interdisciplinar entre os agentes operadores da execução penal.Ao longo do programa, serão debatidos estes temas: O que é uma proposta educacionaldiferenciada?/ Elevação de escolaridade ou certificação?/ Como produzir e tirar proveito,ao máximo, do aprender por toda a vida em prisões? Qual a participação dos diversostécnicos do sistema penitenciário nos processos educativos na prisão, dentro e fora daescola? Como tornar a prisão um ambiente educativo por excelência?5. Conteúdos e Metodologia: a Prática Docente no Cárcere – Questões que envolvema formação docente para atuar com jovens e adultos privados de liberdade; a atuação doprofessor no sistema penitenciário; o dia-a-dia em uma escola no cárcere; os conteúdose as propostas metodológicas que são desenvolvidos nas escolas para jovens e adultosprivados de liberdade; projetos político-pedagógicos das escolas; escolas diferenciadas.Ao longo do programa, serão debatidos estes temas: Quem são os professores? / Deonde vêm?/ Como atuam no cárcere?/ Quais são suas concepções pedagógicas quantoao ensino-aprendizagem para jovens e adultos internos penitenciários?/ Que sentidoatribuem à leitura e à escrita entre presos?/ Que valor atribuem aos temas ética, direitoshumanos, drogas, sexualidade e cidadania na educação no cárcere?/ Escolas diferenciadasou diferentes? 51

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