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O mundo é das crianças 3

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Livreto Educativo- Ciclo dos elementos e alimentação. Iniciação à compostagem.

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O mundo é das crianças 3

  1. 1. f¡ 'x'7Í¡'a-V. ~'“': EÍ¡ Í . J fiow'lwifi~4f| xs_fi) « . www/ JA -o f “Jg, sÍjlfVgkflyflfilf[CLÍN «w Lfâtítlffñy 4 n. 1 4 _n_ d. 3 _ 'ç _nf ínaoerL-aíçãzazzcaát-. vo f , l Ivatromzção- Gestão J dê: 'IÊSÃQÊSOS um escolãz @rojorvío Gñn1:~; s_7"7ow*¡¡m a TÍerra
  2. 2. Com o passar do tempo, a minhoca aprendeu as formas de linguagem dos homens, sendo capaz de ler e de raciocinar como eles. Essa capacidade foi muito útil na sua missão de ajudar a amiga Terra, pois ela viu que as crianças estavam, mesmo, decididas a faze l algo pelo planeta. A minhoca resolveu, então, utilizar das suas aprendizagens para ajudar na aprendizagem daquelas crianças também, e em uma busca dentro da escola, em uma noite fria, a minhoca encontrou a biblioteca, e nela, vários livros e revistas em que os homens haviam registrado as suas ideias e pensamentos. Aí a minhoca virou uma pesquisadora, leu muito e aprendeu mais e mais. Mas ela sabia que de nada valeriam as suas descobertas se as crianças não tivessem acesso à todas aquelas informações, e pensando nisso, ela deixou tudo muito bem à vista, na esperança de que alguma daquelas crianças viesse a encontrar alguns daqueles tesouros. Projeto Transforma a Terra -- Edson Silva 01
  3. 3. A barata, um pouco preocupada com as boas ações da minhoca, resolveu v/ oltaríara o lixo e incentivar as demais baratas e insetos a a/ trapalhar a revolução trazida pela minhoca, mas para a sua surpresa, ela só encontrou umas poucas baratas apavoradajL/ Qs/ demais Insetos ja haviam abandonado a Ideia de ter a barata como Éinha da Terra, e as poucas baratas que s plen-sa/ vam em um . w forma de escapar da Eovávehra dos homens. O que a barata maflvgazvitrfõi o medo e a criatividade das amigas que se disfa/ rçavam, que utilizando de palitos de fósforo e fios de cabeloycfiavam pernas bem longas, buscando fiicar/ parecidas com/ o/s amigos grilos e fugir da sorte que já Iheí/ p/arecia certa. A barata que queria ser rainha da Terra eáava perdendo a coroa, antes mesm. o›d-e pegá-la. o ' . o Criíííííf riiiiiíí Í / Projeto Transforma a Terra-- Edson Silva 02
  4. 4. ?à 3 Já lá na escola, todas as crianças comentavam a mais nova dúvida do mundo delas; Como seria possível acabar com o lixo que o homem produz? Assim, tanto foi pensado e tanto foi dito que se chegou à conclusão de que havia muito discurso, mas muito pouco em ações sendo realizadas de verdade. E foi nesse momento que uma menina se levantou e pediu para falar. Pensando na boa vontade que todos tinham em ajudar a Terra, a menina achou o primeiro caminho, e sabendo que todos somos geradores de lixo, porjustiça, não deveriamos pagar para que outros cuidassem de todo esse lixo, mas cada um deveria se responsabilizar pelo lixo que produzia. Se para um só, a grande quantidade de lixo gerado por todos era um problema para ser tratado, para cada um, deveria ser mais 'i -' fácil, pois a quantidade era bem menor. Mas será que isso seria possível? A professora logo, sugeriu que, usando daquilo que eles já haviam aprendidekficaria fácil fazer uma pesquisa! Vamos pesquisar? Rrojeto Transforma a Terra-- Edson/ Silva É 03
  5. 5. _a E lá se foram, a menina e uni amigo, para a biblioteca. Dentro da biblioteca, logo se depararam om um amontoado de livros, e sobre a mesa, junto ao computador, uma pequena revista aberta e com várais matérias sobre a utilização de lixo em produção de adubos. O garoto, muito conhecedor de INTERNET, logo começou a digitar as palavras que eram lidas pela menina, e uma infinidade de coisas começaram a aparecer na tela do computador. Como a diferença existente entre o lixo orgânic e não orgânico, lixo que vira comida de minhoca, a compostagem o mais importante. Tudo aquilo não era lixo, mas rejeitos dos homens, que poderia ser aproveitado pela natureza. Achou também, vários outros temas interessantes, como as hortas que são proliuzidas com o adubo orgânico feito do lixo, os adubos químicos ›e os agrotóxicos, a boa alimentação e a saúde, a saúde e a educação, a educação e o trabalho, o trabalho e o meio ambiente, o meio ambiente. e_V_i_da. É, Tudo se se liga a, multiplicava. - Mas por onde é que eles deveriam começar? 04 Projeto Tran7rma a Têrra7Edson Silva
  6. 6. *i0* UQJHJLCXHÊLILJ @E : :exigia Lira-fita. @trote »arm §4í'v; ¡â”LÉ1írLíÍ[iEà“'Íiõ: íIí1í* s' . o mr' “ j; n:a, »:.3¡í'rilini? nrfçz: - Íhgrvrfrà. .igeviífràjrih-rv ! hTñÍrÊÍKQ r *ííízrníniirret É. , 5:1 iii! ! : izarggrpaüàe . . . gare íràrrjfílkãr rríaxâríçxàitrtírzñâ . x i '“ . âílhjfnlàíqlsíáiljj' iÊf-LÍIÇrfnJÍÍIÊ-íl rrfrír: ::- : afrgjggxgnríçífráa sçrnrrrçrxhíte íítâfl ° e p; :É: 1; ! Jrujrirj JJ Cêjllíà ainda! ;hs/ arame numç> ! Íâfãnm argxjrgrrçibacrãrcrt. .. : m J ' ¡' o o O - - ' f? - _ I ' . .__ “ax” ' , - › «Á - f f O o . O e Í r? ' ' [ o o: 0 . y f _' ríêfrgfkãíer» i 'c é” lr . l I. r I. 4 n. .94 Ann' -_- . . ÍâejíiLíiéjíminrar “7
  7. 7. Luhrs : u *~? J.! .t. =.< . irrf-Tua area: : mama» _ifnjikr-Ifiãiàghika, = ;L$~1i'n. 'níu ele. : '9Z-â, §|. iÍl! -I@| !.I . ilus- : invite ¡Jnr-Lríia 'aí-_Itlfur-: isw $161 H= _4IÂF-. lc-IicI. i.I= ..I-íl<« CiPlIÍlIJ milan. 5!. i=; nik1_kcn. u aih! iimitutiirfhn . dit-F i-. ,ijlj_ifn, l=iijij, iiie'bí @fina §I. f“r'c-. -1.I! r_«f, , wra, ueí, h,u “um jifngr. .iià. .. çI_'r'«t? IeÍ_li, l”(Í~: ¡-*í . .gi-: :í-: i¡iv: i-'1~Nr. .. _Ilhíivr fllê-IIÍIJ Í-_Iiiít-râa» aiiiaiiaíiafr r-. i . oí. l_l_iar'áaíus; rr. fi efilirailrnilr. .tiis a _ifnaert-Lrsfiíéiàxiia ; dia ç-nçrruçrrl. *C i-: ;u¡. ¡=; jnír¡ie; ›.~. 'gIfr"í. I9ÍJ, !_lÍ. ¡l~: ?;¡; « ; mm ; falÍ-lf-_li -: « -ji-. ru r-. n.1l. ínfn. i.= ijn_¡i= ~ . ak-*íílílflftlckà Hí1lÍIÍll= slÍI1iiij~, , ~ Íifiià-tiiiiíã* efuraiursílç» ç-içIIÍi. I'; alfIÍI; I+: i?§I an; 1lÍÍÍIÍiJ'§lÍilÍí; '›§¡ : me ziçajrrazezli"írafiíiinfiç›ç; ;rearçilnrçg 11115.11:: srzizlrtàiãiílsaljà. .. 'M519' : f-. .lil§. J.i, i.Ít§l, i_ll_§L; jprsifcsan. ;rr-. lÍ-, rafr' m: .§l-fiÍIi§l. i'll_§íl? › '§'l_gl'e= :l| ”I~ x *ilâiniaiivs“i; um ãlíillÍ-xckf» 'eáillifufniíe-'xicmt @jura Í? CI"r'-= .lfI7I]I ¡Iillhrálazivgwa . Em @Lwieeh u es, . Bizu, 'Hi1 r-'ât-'ÍÍÍÍÊÊÊ @lu "-. .|. n,'. lÍl, l=§lfI: ÍL('ãFÍ für: , Jl*kfll= ,llei, lf~igê›*›~*i 'a t3! w: - _píailñ= .i9-li. I_Ii_I~: ›:- citei 'i': J.'r'Ír". =ÂL. . l_'líêí-fl_i. ”l_liçl? ~« fura "ilçiílàtfkiií -. .t~= ..-= ¡ rg, n- . rt: _iaiwnuarfzi: .. sil, .l, Í-kfiiiiílllili. lii= sw lixar-imensas' . n u: :r7- , rfiitazcu u F? :jlliflínjíàfrí¡hliiáiei sit! .liÍlF-fíáicíi: : 'iii ! ¡.i= ._l. !.Í¡°“r5-i : msn . I “Iwjlnrw m: : - ›: r: : 'c c. ;a l_ wiífl-fííl. i“! .lg: r'Íl'ê› raia . ¡19'. I:. íi: r Eãfiñ: a 1 'u ruin_ . rx v u r. -. m: *íir-: x-jíiçirt. _mia plàâkflcàlfllílilíêíê ; him-c u ' run. . n «uu-cru -= I“r= u›:1;= '-= >w 'M' -- › : u, , .lv-lhiy_kv"Íl ! All _r: ›;. :1.4r: lII. . z «mil J” 2V* 1 ! jà-ils _“'f; Ij: ›;*f-_it; .guiará a J HJ'7,Í"Í, J ÍZíÉLÊiLÍKVJ rãiifrz. : i-? !E= l.Íl. ÍIÍI§IÍCf§~? °%. l!. liÉ! Vê! Í?. , _ixçi. i.'n. r.ajnfn_n aflflfily v» 91119. : m-Ii. r=. n : ter: _grçi-: ikçkrtfe- a p“n; .«: ›¡n. v._rç«›; ›
  8. 8. ;É Os venenos e adubos são pedacinhos construídos em laboratório, dos quais a natureza não tem a receita para montar ou desmontar. Os pedacinhos de adubo são conhecidos da natureza, mas são utilizados, na maioria das vezes, em quantidades maiores que aquelas que a natureza pode processar. Assim, eles acabam agindo como se fossem venenos para a Terra. Já os venenos, são utilizados para controlar o ataque dos insetos e das pragas e que destroem as lavouras. Esses, a natureza não conhece e não consegue desmontar. Os pedacinhos de venenos, então, são carregados pelas águas e pelos ventos, matam insetos, se unem à pedacinhos que serão utilizados para construir as plantas, os animais e os insetos e geram defeitos nas receitas. Também são respirados através do ar, passando a estar no sangue de pessoas e animais. Como esses pedaços não podem ser desmontados pela natureza, eles acabam passeando de um ser ao outro através da alimentação. Para que não seja preciso utilizar os adubos e venenos, é necessário que as sobras, que nós chamamos de lixo, voltem para o lugar de onde saíram, alimentando todos os seres e cumprindo os seus ciclos naturais e reposição. CJ_“-r/3 Projeto Transforma a Terra n/ Egy» 07
  9. 9. ' , . . , . _. rParaJenteTndermos aI-imp-ortânbia dã- alimFantílção para B! ser'es vii/ os, precisamos colnhec| er um' pouíquinho das receitasida Viga e dos sieus _ pledacitihos, que são I s ingredientes dessa receita! s pl¡ ntas I recolhem os minerais do solo parattran -formlãã-loiem folhasEgalhos, frutbs, fl res raízes. A água é utilizada par# lev› r esses p daços, a| travé| de utos! , ou veias! , par I os dlemais pecãlaçosi da pllanta. A! s fol as colhem o gás carbônízo d ar, ue através da ÍJJZ, s' triãnsfolrrma 'em açúcar; que! é o alimento qilie irá? prenãitir qíue o nutrientes se tra'nsfo| rmerr| i em _pedaços das pl› ntas. Assim, o alilment qua? é o ¡açúcar e os nutrientes quie sã os minerais e a f s . . - . I . I I , - materia org lnica, se oÃganizam formando as ce ulas, que ao s _PÉÉÊIÍÍTTFCTSÍÉTÍSIÉHÍÉT “matéria” rg“â"rí| i'c'a'é ? sofram eres que morreriam e que foram desmontãdos atrav| és da alimentação dle ou¡tros : eres. Só as plantasiprodpzem o alimentio, nós utililzamos esse alirnentolquando nos alimentamos das plantas oiii da carne de _ animais ue s'e alirilient 'ram cilessaE plantas. Mas nós rios ' alimentamos e caine de animais por não sabermos que as plantas . , I I I I. I i , I . . ja trlazem todo os pedacinhos defue nos precisamos para constrir I c , . . I . o noss vrpo. Essa e a diferença que existe entre a necessidade e I J J , I I a von-tvadbode co'mer. Nosso co po e montado, desd'e o npsso nascimentbbdos pedacinh s do alim| entos e n trien'tes que nós ° ° it¡ l 'l' p": I ' 'IRIII 7*¡ ' 'J 08 Projeto Transforma a Terra -- Edson Silva l
  10. 10. 7' N o dila seguinte, aina pen ando na pesquisa que havia feito com a so. am-ãero-menino-correu-Éara-a-crozinha-da-esc I'a. -A ozintreira-ja in'cieiva a preparaçã da refeição da criançada. as para a surpres'a dozg rotoíniãb-era ó'u'mañoozi*n'h'e'i'ra7m'a's'tam“ 'm-era-professora, e a ém de ter formação pora poder ensinar, preferira i ozinhar, o o u era uma paixão rece ida de herança dos -eus p| ais e avós. O ga oto quis sobrerlo motixEo dela gostar tanto d: e cozinha, ao pont de/ n'"o querer lecio ar. E el logo completou os pontos da pésquis qu fdra iniciada nos livros com . sua mãe. Parà ela, tdos os ser v' »os são a uilo que come . A nossa relação com a n tureza é qu - molda' a estr tura qiie nos plermite estar vivos. O que nÊs vemos d 's se'¡res vivos . ão orgaiinizações celulares, (Egon/ ia . 4J vivos que form _mpsiecidosoárgãos e_membr_ de qmssosjcor , _mas_n_o'_s rrrliesmos somos ap. nas en rgias, g habkãmíêsseís ? jõíe que ãçimoizre¡ , _m. a.s_ . i.i: c.ul. a.r. r|Ldezfo. rma¡et r "Ena natureza. ssiriLh s. pre uma 'nterligjção de udo, energia, éria õi/ gânca, inerais ág a e ar om tud . A Vi mo bela, L A55
  11. 11. < oAísisíiÍmi cormexgaaíitan «an 'alÍ/ Elillfülliat célfozsi mtemíifmozsa da! ejstcidlhg» -Sfei miau miaituireza: ÉIJJIEZIÍWSIQi liQaMas. czamíhiiezcerelísw ligêtçiõfeis= QXLÍÍSÍLGÍHIÃÍBIS* e›-c: emo›elfaisl› sa'. c:c: ›:m1tfe: c:: íifa. m» era». um». mísíS¡. lÊ)ÍÍ. l¡Í(âlàÍdÍe* real). míã“o~s: c:›: meniteatínawêsa dfa» “leituras, mtas eller-forma'comCreLfa! §fe: ~ai m: a_'f. ui__r›e-. :›Ça_rf; 'a”z-i, . poirsíi! S16), tozcélfaísa »à's›, |i*§ia: ç:õfe: s= @wie permitem! a». eiLslfêmíeifai cãlfzai Í/ iifelà" exseudêsgsxeimoís: . __ . . r . '4›'b›r: ~b U «ü ; ft- -- _ › v4 " - a ›v~. _ . na ê? .?›°?9.i9*9»9§= ~s ?9'?9.5'**~°Í'?5. '°. ?“? i "abwm e'ê, fafi? ^ ? têxteis l_i_ga, ç,o. e.sa¡a, l.! *,. ert9do. s,, po. deniami ç. on, hie. c.e' las, Assim, o . garqtoinciouil * 'as IQEÍIHÍIFÍÍÍHQÍS? ações. , lrõedindólêlú¡ 'p: ajísi< i ãsaifejengaisêcanipnças ciñige ' prai_i. zc: dmis: e_gggi; nam, tambcíneísif - P - . a - - › . i - . . i 7 aiudãsísiem: de exibiu ma for-ma_Ê. .,/ X_| ,g, u.mslsi. _ Í o zefgla“i'jjajr~_cfaz. es'õola se“par'.5a“~. 7r“ai.7a; s_i+j, _i; ›jllí1_; a's iuierwãnnia did QhíãÊÇÍ, “ai «da mexnenicjg* os? ._ píÉQLfÉ-z-ssores ajudavam na pesquisa egaaidifiretbíiíiãí-ialÉúráIÊneÍaT” E a : pfairag iniciar essa grande aventura do dÍeÍscZoIlàjriÍmíemÇtÍo~ da¡ Í/ iiícgllar. . coíztilühefira separa as sobras da prepara , Leg , g ' lj, i_ -. na _MM 'É 1 , Exa, fo” ¡Íú F . Qxç g¡ 5 &É; , _g2 N¡ 'Pandjíeto T"r¡~a*m; §:iiõfr-mía a Têílili s -- Edison Silva 110
  12. 12. Se o lixo. , depositado no lota¡ certo, deixa de ser lixo, tudoo que/ asi pessoas prec, .i. suaya. m aprender era como fazertc-om , que esse/ lixo , tivesse , um destino de acordo com , aquilo quera natureza( pede. Assim, todas as manhãs, omenino colocava as folhas eas sobras da preparação da merenda dentro do tambor. Lá _el/ e sabia que, se havendo água, um pouco de ar e "os alimentos necessários, as bactérias começariam a desmontaraqfuele lixo e o transformaria em adubo. Se tudo isso funciona-se, o lixo . deixaria de ser lixo, voltando à ser alimento. Mas para que tudo pudesse ser perfeito, o menino precisaria ensinarÃomo/ tudo acontecia, e _embora ele fossemuito entendido cre/ computadores, asua sabedoria quanto a todo aquele processoera pequeno, e assim. , ele precisaria de alguém para sajudÊI/ o. Como sabia que na natureza todos ajudam à todos, a função de expliíar a magia das transformações ficou à cargo da garáa, cuja( notas eram alitãífsi-Írinir qfãitêtifdiz respeito as ciências da naíuirevzéai_ / // ' K , / / _V r r x/ 'a / f  › V , J V / '/ , /v / Ó/ À/À/ . ¡u! 11 V V , / N/ / _ ' f'. 'x i / J / l i xx_ i K PYFQÍÍQÍIO Tíraznesfzozrmaé¡ ai Terra -- Edson Silfva 1;1 i
  13. 13. à A gíaretía pazssetu: a avprezmzdrezr eezme ais eeizsas areezmtezeiêam mta mzatuzneza_ e eemze qílllíaísieÍ t-. uzde tiulmzeitemramai. . Srabíiêa qtuze hraMiFa: varizes seres quiet eram tãp-pze: qguiezmzo: s, ae _pente d: e feznmiar uma grnazmtle eoílbtmziêa em Luzmza» pezqiuema gzetiaa d: e ã: giuiía. . Elle» tamtbnâím aipznezmgdrezu, qLue os aflliímzetmrtos tãêtm uma ginatnzdie. q: u:›aimit*i: dta: d:e d: e áquetge qmue fíaverezeer a mzenaela desses seres. , ewqLure e ar qLuIe _neszpilnamxors ealnnegíal, em, Sil, uma ginafnrcslte: qttamjtitdadíe: diessszezs pzezqmuezmzozs stenezs. llmzsretos tamtbéím são atraaítdíyozs [gravatas Iteeaíizs aemzdte existe a: b:u: m:d, 'â: n*f. e:iêa die alliímermtesxet ; se alIÊÍÍÍÍÍÍÍIGÍMVÍtLaÍÍÍÍÍÍ' dàazs slelblliaês' d: e eremtitdeg, d: e braetémziíaasde d: e out-mas atmiimzalizs. Qturazmelzo hzá uzmza ginatmxzle qruaantildíadte d: e azlíilm: e:m; tze'› em» um» Izeeazll, eezmme m: o^*: t~a'nn: b:o: r em qtuze : o m: emlilm: o estam/ za» depxvxsliítawmxelíe es rezszíídtuxazs; e cart-re Çjêá màãe erram mzaíiís lliéxe aiprezmzaes. , a met-tureza se. ezmeeannegíarja d: e flbznmiar as eezmellkçiõtes m: e:e; e:s%s&á'niEa: s_prgnamal . m1uIlItíiIpxlli; §~: _a_; ç§ã; or dia; Vífitdfa nzetsese ires-ral. .. ; Aszsíiím sie te: r_; _rn: aíri'›'a-, aiii, um mini sistema vivo, ndao_q'u'a'-leeelrevgycas ezmzsíiimzafná r r *Í maisno próximdlivreto, _ ç f, x _ , ~ a_ e '°~">xx 1 ç/ e e . a @ç t, , _ o xr** w 1¡ / ' _ 7 r « x / l 7 /7 7 7 í/ ç/ ' ' t' XN V e a . J x_ V? i 7 VJ , f x / _à X / / / 7 x>t '/ f 1 r Í r / f / . _ , V 4,/ “c” â- a ~ / '' , / U; _ _ Qxry : f »3/ / ' K” à? ) / xx ~ / /~” A. _ Ã/ ' x, i _ 7 / X , _ / x 'Projeto TransfoTña a_T erra -- Edson Sihñ e o o e a _.12 *
  14. 14. 1:» f;1:4ih¡»fofljtlviirvn» »ítà ÍlÍÍIlhI_ÍÍl*Í_l*ÍA. -j mcnsrrooftímo-¡i-. .l a c. : : roxa-a: sit: oíte-itr-Imnnratoitcl . ..cmtir-xoíl¡¡t= i¡¡t»: » 'w . L Í-lill : tptlto-ratgyífto» 'no jgiraro-rt-s-mi-z» oítra UÍÍTA-FT-IiHIÇIlYÍIIiKf-I¡IÍÇ= oíte ! rum V l _ ilhrüihtita_ , cite iíçtrtftm «emigrante 919111¡ : t: gxarçiplaalltãvu» ! Êta Li . l ? IÉIO a âüiiáfljgjrílr» oil: !rm , F'-l3l, l¡lÍ'-. ,HÍC= ÊÍÍÍIYIICJFIÍÍÍL, ü ! Ím ¡tao-Iiittaiiitz» cite ¡illlit-Ztoi. , citar: r-o-ritvittrtmtç» @tr- owonrçttrutgsíuo» oitz» nrzttãftal. :m: gmmtlt; ptçlihfñlt 1.¡ àlfktiífãitdkn oite travian: : null: a! L;1t;4¡¡t-. .toít: .t. ;rm malta¡ -u ntqlttçn aáurlllforrt-ç aqui¡ mate» : Int-Frankie 7-» açmu u; !Wêlñêkfi-ñü? @tt- wlontntogrítç» citar; ;Listão-lies a. . : :ou o-«çxipaçxçturãivxo-rtzt, site» plrãlplñe» 'gllf-. lilákl luar. : Ytlílihl que at; ziíoijrton; 0th: ?Jíl! l!<l'= .l'fll? ¡?»'ãl§| 'l! '1ͧ1ihlila. ;um t-s-: ipluo-Iklt. at; 'anexar-d: e o-Ifhntgrtç. . Hom¡ vft-ritat; 5.¡ 'Ííll açnr-ridTãntãtzrt' Êhliiul; ;que @kl namo-nl : Ligia-ata HUIi_I_LI_I_'-X9'ÍÍOÍÍ= _L. oito» "plklilf-Íht, migraram: it: otuo-Ivilmir» u: :HLglHu-ítvr: 'Êta «onpitrutgyftc» sit: : “volt-int, N71 vtuvoítatoita. juin» . grãlilírãlill-r» o» ojllralto» eita» vaquinha-tar_ oíta : L-atrtoítatr» a ¡oranrlpn-. Itarn, oil: HGIiIIQIlP-P-Iilihli' u: :it-. mx-. mton oumntucxn. oita- : kvlcizruo-nlr : I avIo¡lI. l;3í't»'= e oil: - : lvlrltlflr : Jul ucnúuilte» o-tcllll itcxikl 1.! :kiíliültllrel terra-fúria. :¡; ir: .¡¡iojtr. rn'nto›: :q: itçkfllllçlilklr lllçllílñlllíFt. -_». ranttcnlñuks- um rr-xo-lrftvÍr-Jkw. . «mir nov/ rar: moita-atirar: a otevmr. nnltãmrc. . oii» H9lIlLnlf-I917-lI'| I0I~? - ! um : :unltd-nl : tam: cita» ras-rule¡ att: : “titan, ;i'm altar: :: agr-H e mui: ;Iinmñztt-R. , 'nas avsntiniitçw» sit: Itominforzl : Eita: ': ¡§J! l!lHIr7-. l : me 'me ! Ílf-kflrlglillilçl; oítan 'Farm Íglllçldf-_lilitsi e : Í!| _'ll__| f:l9* ; me um; :Íãll @Etoile ; mu oitauar_ 'El ; ivçwítrtal &Lág- oito; imune» àí-fkriilri, ?if-ralllitailta, :J-Zllto-raliínteiç» : l Ilikfkffíl ; Huíla-índia guru-ant; :Jill : Íllllfltü titan àzgpltolmtgxftcl_ aaja» at: : vtrtoitrfto-rzt, oiíuhuanzrl. aunfofomt. Ylêkjlêihl/ Ll aaçmifmnmt. 'lol! l'l'll'íolo'llf-. oto--o» üê» 2mm : l àzoggitrimtgyftoü* 'iültot-. .rniua vo: QIHÊÊIÀÍHÍICW» oíte» mtmoitcl_ c» uomttuoilittuilto» citar: :um: ftíraugsãmr. .. «the llnhiklitarr» :4 gmnxalfoilrtojtztojtm» ojta : nt-mtu : ml pwoxuuito» oit: : Wtojhri' E_ _gnliliralllt«i›r» o» ojhrluitc» vit: !lHlkAtíutcu-. u tirar: !Elo aoliltalilta : I'm jplrfolíuñto» pirírgiftel_ 'gl»; l'l~; '»'-_l›-Í1~Í“, I'llÚIll9¡'-Í't» ¡F-. HIIÍOISJIIL, 9» @lavrar oíte az-: tunçñtcr-l_ it: piroxvftoílrtmoftal cite . axa-usamos : m: oitr-Imart; H9liLT| “'l! lÍ'Il| (f-R» @taxa-on 'i“:4rr*= .t. FE» «çmitçxo-Ililtulikow» ; iuilto-Itaoitçw» ou» lilljllítc' ; raw atua 'pI-. Ltxrrarnuokñ ? zuar : Itau: oílltarçmta iktáulltr ! me êkikliiul; :it-. rgtçntojtçt Poroitçtinço; ;aoítttoor-. ir il: 'otçxrsçrzte HFhlitgr-J; ;meu ! um ! Hill swit! t_o~n”jt»: l_, 41H11¡ , pxçnrmrr e azçpitçietftç» ihl : Íslrilnl Hçllitç» $I§~ll. l›-7f= .li¡ul›? » “or-Jia, ;um ílà-fiflflldlfltâ* e 9:: ál1¡r_, oãt»: »=.1prs4¡r: ›:. . ~» aquí-raves¡totçmintco; :tua estátuas» ! ÉFÍÊÍÊLQIÊ-Íifügkn ! me vtlvlaftfntos c» 4 » “r-_lÍ-Ita ; u 'na 'Ikari-Tim ntontianto» a» ; tua- ¡ríu 'lllcllllf-liliükí 'II›UYI»: ›:» o-lilauttlilítoa, wtf: : act-new» «sw- 'pxu-ítatoilfnttur» oito: mufot-itol_ salutar: Ílâkfi-*là onrgrartrtufnfnto» nrartorr¡ vamu -. » : tm H-Iikiíhlili: wlcllltgf-Ztet. ñcltllcw. , klnlÍIF-Itlt, Hclihimlftitcm it: Hílhlhbr. , it: 'pmoitauo-¡lntiou oíta cantinas «Sit-them ¡NI-ítcis* íntimos. , tcznsñtõnftoe» a sort-alto: - , _› Kf-ÍÍ! lr'i'Il! It= .lg_-P5Íl! * @tr-Intro @kl íf-'Hf-IÍÍ? ! sit: mm-: itruggríto: oíta¡ “Varal, oito: JÍÚÚHIÀÚÉÇL *Elite 'El nã: 'plêlikwalriitçk- CR» Hcnlitsu-lliiiailtsrã» : toítçttllftoítvknl : t: pxçkmilãllltdtztoítw. :a : t: lmhihlilêkf› atua_ ao» ~Í1f-l! | ! l-Íiü_ iuoleluhmtos. , *Latim 7-. : nã». rt-ktipxontitar : Im: - "grçxoíltoítew ! me 'El 'Vanity im; 72m n: : VÍLÉÉIQ* vita ! me ; o-ñtm ; mr rm : tcxoitçruuço: r-uoitntmir : t: IEF-Third? o-ifknuye : num a» Ylàihl ; irao-nene a 7-» ivílli! lr'*= _t, ou¡ , HÉHW Em arauto» ill! ? ülifu. d! ? Noir-I'ma Tñlil-ÍÍÍCIHIIHI 1.» *Farm Bit-tmn ; TIM-au 'I'd
  15. 15. ,A1 7ta1_¡1u; _:= a, : J Í amv-ai_ o; cart-atum trauma. torre-Litera: 7-» ›c': tfàl›-fíç1": lÍclr'c-' ar; ;caras "Í-Fltiírãlãrf-R» a¡ k “É, cratriitr citar; - ÊcI7r'l7l, II<_>cratcí, ta471Jr»*a, rl-f» 7-* ccrcriiirlilitz» ! lili- cÍtar-ãàJILrYI/ ÇIrYIe c-Iclíifnil *ff nraxiç» amrfcrftanrta a 912111¡ cr; gerar; e-znirrilitcüintas. . 'Fart; vtr-nrcitardtae» " l' : rêÍrru cr; gxaadtat-«úfclitcw» sit: -mlÍox: -l, r'= rr. v_ qtua : rêÍrm rctmitatoitcw, cacnrcitfrilfctcítcu. , accntoiltoe» a qt! t7~r;1lt›: n¡raroitc›; o : radical amenities-ra cjtf-rêvrãtaa muito» muitu. , a» : Iria cita¡ ÍllYlêkfirbhlf-ÍKG* tar-ol grarñitocílgrargrírc» oiltraatal m» grrvoxccrar-mtco» : it: citar-tcaanruçrtrnicraacitc» @tal c-irkrrrwtfçnrroit: a» fowicro-raroitçrlrel a» a» íraliiÍtar-: itãl cc-: nrritrccnrírç: tctgcõrÇtar-: ct-r-à» cita 'Iêlrcítalcítt-r-n. c-rarcíta» "ÊLÍ nralicnrae. . &citar; ?kit-ÉS tngxaitar-ttae. , gtatnalkãtç» cíttrrctcítas» 7a ctltarailitçncramramtçra, c-rcnritaxccltcictamtçs» e ¡rcvtae : Iplñf-Iitcíllzéãulêllrzñ. ami-Ione itáiltnlcitcrâ» cocnItxaac-nrcxaccitc» @tá-uretra iüitct. arinoíta» accllllitccraljncrcs» ar; fnrçrçroàrar; ciftaclciirgrair; 72¡ clfcxaccitltilttcítail eita grarcílfãéxar; a çtctifcilgIclrhttitaciltcrç. , kcontamoitmr-r; oitcr; Htliliruc-lliiluiitcrt» reuniram. :ml traziam» oitar; wagner: ;roxo-iram a- : cair: cÍt= r.~I'tg; |f¡íIÍ<*-1» curar» aunrgm argtcntatau. . . llitaucignutarmont u: :falhar-rar: humana-winner; :rm 'Íllilgjítol sit: r»t1l1¡r= .te. _ c»¡Éor. -itrcn'uoítc» oramrtcrtrcp, -. » o-irtaicroitc» »escutaram-fran ; me crer; hrcñt-alrcr. “k-ÍIHOR* citar; prrvorfcrtalicrart» arsr-ffkfiftcítcr; 'nal artcrarrtoitaroíta 'lrcrlirtorann otta íalliraw» ; rx-: t-itarcrtae» : :arma ; irritante acoitcxo-raro-rtcrorarl cura- girar-inn: nralt; “Iircíltoqags -_- ilÍIÍIKHHCR» cite» cm: 'plür-Ã-Úíñlãt. »Narallrciamta illlilralirar; ; cnc-Itaccítarcíta aitcrarl 'grau-mae : se ; mr ccargrara: cita- »ilulírílt 91?» gwõxgnrtce» irafrfcñtcra. ¡ran- ; oaar cralcrarg; cita ; irlgmr ç» braírçitccc citar; 'ctacccrar-txitcitatcitas» citar; 'gI»§1'2I! ltal9:IÉIf-r: » cita» “armar -. ~ citar; ;corri-e HOll'IÍ| .I'IÍÍ°Ír'-_l<Íͧ-Ir? » amlfcrtaacitarb. , llltar; t-ktsewal ; rçxc-ttaxcítíarojta í» c-ralgraig: cita itawcxrraxçcaxr 'I'IlI. l0Ír7=. l'rlgcrar? t, grama: ar; íitlttlriar; ;cnc-itaacitarojtrasr, acrcataacitarát; ›; ! lite ; r-#Fi-Ítc» ; cant-ih iÍçlfiiñlihik» : tar: ;kjHçlkLÊÉl ítattiítararital' oítc» acllfctcw» qu! ? icrõrç. , ! I'm cíltar, tatmfcrinil ítaI¡i¡rar;1tarr¡, r:r; .. 41?» giruoclt-fraliicrm «cicclgrwuuititur gruta, :an: amjtuir: rcrcirriucitcrr. , itõr: arrrrarrcrcrr. . : trr-. uoatcrarrrron. 41:11' ocnlpnuàrr» cita oitutzcarr cut: arzrarar; HTrkIily-, FT iHlãkínclilàlllt, glclr* ; il prwõrglfhkr, »ar; ;1=ccr; aolilitow» a ar: arsrccftucítatcítar: cm: - actar; ctgtairaicm gralrtan iigltclrçl_ ; me c-Iç1¡r.5it'r'! r;| 'rc¡ cralrclicrirçren. ?tramita a¡ raralftoítatcaite cura citar; artecrritcanl na» «encarar-al U nlllircítc» iñtc» 'ar-ft-fililt» Hunt-ç» crê: : c» 'glllifhlilllêFta tirar; ar; 'crçr-tr-trar; cccrucítclfrar: cutaiiralnr-: iitonmraml ar; ?rar-aan dtêhft-Íi? .ÍJ_| !Í, 'IJ! I_ÍQL_ Arts-din» granrrrancrcw» fvkfkffêl grufonltcrargyírçl_ «um fcrarçra ira: arltccraaiiftarfroi_ ¡tarocarmitoitanoita Ícrístitccral cita ctcrartctctar ; ii-Ji vnuaantal c-Ilftal dllálglckáltgcñío: à plêlir-ftatcírai grata» 'crartctwatan a cítac wtcmjcjcral a» ; iugnrijz ai¡ íitêlillrãllliril grama: ar; chuteira-is» HçltÍIl! _l7il7lcíta1cít; r; 7a cita- ÍÍQlIÍiÍlEJ WJUÓEUIHL. cxocivuoilitancror; ilha. animam; cita HCIiIÍlHO-ÍÍIlIHiIÍO cita: : motta: : oitcr: : altalijnláiltort. , 'gl»1ík1-'1=. l]lll»: r=: ÊU/ Clíuüát «r oomriru-fttrrucrtol_ cílal _rnaLcrta. » ! me extract: fIr-_l rtuuañta¡ rita uonrvliritlgcríto» at. . 'l'»»^"ttãt= .r. Ftaulonrucaur a¡ omziirztccltílitccfrat = ar; aljglrtuilcílkztatgtuirr. ¡rcccct-r-: r-rraumrç. grarrsan al argiltcratga-irn ottawa; c-xçnciiraco-nrcraantc cita» 'ÍÇIHIIEI oilliamacrtçt, nrart; :icróitqcrtírvtarl : a rir-aura; citasitrciltrtat, Eirrçacraricrcra. aílrtcítat. ibama¡ actamramtçs» cralcrauas» cita» givçrvtçxcrau gxaarrtcarrvan. , arggfxar; a citar-natas» cíllílaracorccltarcãtçet, c» c'tuarçiitcnvuirai¡matccitc~ citar; ¡t»; »r;1;rar; - gljñaíiitccrar; e citcs» Jcrç»›; c;1»: r;» rank-mos, !Iilr-. I 'liiirolcílltçgrítc~ ator; cccicitacltoitçr; crua» ar-rrgxarrrarccrcr; ;mr migram-rc; cite ÍÍf-kñf-lIF'»'9lrV'-. lr_ -iÍHIiiH-t» citc» cura ? cri t-urcccrltç» grana» c» Matata» 7-» crua- ? lniitç-liltalrrít, 51a 'gxokzrgwixlatl íffczlfr_ ar; acciiltgaríxakr» iilcitlilcrtairç. . Profláíto» “Fraicrt-¡ítcnrrnrau 7.! "Favre 31h71m» êiltua¡ »pl
  16. 16. ,A , .sagas . g-' LJíI-í" a, allljifiilainyiimgív: » _llliçii _ÁWL1ÃIÍI, I.tl' lÍiçijiika. . pimjnjuiçxggãnç» oil: @If-Ri? lnlléllllllftlêl¡Ji! r :19<9l_i_lí1ifI. lÍ9-u+ 949l. i_lil_l'_›(: li_¡, '(a 949111¡ “ã at; ,uaaaçariloílo= ._ni. taç ! ils agulillfnne- Hdftftl : s: _i_l%I! 'l%l›-Tl›-TlÍil§, l9Íl? -l›? « : :le - _oilçmagivleiltlfljjuçmken il! lfIfI_t_= ._l[IJ9' a zijuíul. fsliçi; n.ifizl_l. _a . uniu ele: : flÍltí_| Í!l[Ilf-l? 1,. . ' . É l Yacuuçí "'”'› 'Fi ! Ílê-KÚEIÍÍEF? !Íhiiiíl! to= .ll~fiel! -llêlélf. lêla. êill-tíiêliihlillllihlila. êlpulklílil i 1 ' ; Jim mau; gulue-llàiiei; ,ilellafiêiíolihllít-EI. oxwlnfu; e» iii-kiê-lllll9lltílioiolêlIii! 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'guxilêllftletà 'glçlikttãlr' q» : biquini-tie §| !lt= .li¡lT-Íl§_l§le si; traçar-turu; eugminaeu : mimo-tie: .gratos. ;uençpngllr-. Ljoíízçgi. 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