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ADULTÉRIO CONJUGAL
ADULTÉRIO
Relacionamento sexual entre duas pessoas de sexo oposto; e que um, ou
ambos, sejam casados com outro cônjuge, segundo a Palavra de Deus:
“Respondeu-lhe Jesus: Não tendes lido que o Criador os fez desde o
princípio homem e mulher, e que ordenou: Por isso deixará o homem pai e
mãe, e unir-se-á a sua mulher; e serão os dois uma só carne? Assim já não
são mais dois, mas uma só carne. Portanto o que Deus ajuntou, não o separe
o homem” (Mateus 19:4-6). “Não adulterarás” (Gênesis 20:14). “O homem
que adulterar com a mulher de outro, sim, aquele que adulterar com a
mulher do seu próximo, certamente será morto, tanto o adúltero, como a
adúltera” (Levítico 20:10). “Mas, quanto aos medrosos, e aos incrédulos, e
aos abomináveis, e aos homicidas, e aos adúlteros, e aos feiticeiros, e aos
idólatras, e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago ardente de fogo
e enxofre, que é a segunda morte” (Apocalipse 21:8).
OBS: Não se constitui em adultério o relacionamento sexual entre duas
pessoas solteiras, viúvas ou homossexuais. Estes relacionamentos são
classificados de: Fornicação, prostituição (se houver pagamento pelo ato) e
abominação. “Se um homem se deitar com outro homem, como se fosse com
mulher, ambos terão praticado abominação; certamente serão mortos; o seu
sangue será sobre eles.” (Levítico 20:13).
Há adultérios que podem ser vistos pelos homens: “disseram-lhe: Mestre,
esta mulher foi apanhada em flagrante adultério” (João 8:4). Mas o
adultério mental não pode ser visto: “Ouvistes que foi dito: Não adulterarás.
Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a
cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela” (Mateus 5:27,28).
Eu posso ver o meu irmão olhar para uma mulher, mas saber se ele a
cobiçou em seu coração, não! “Perguntou-me o Senhor: Que vês tu, Amós?
Respondi: Um prumo. Então disse o Senhor: Eis que eu porei o prumo no meio
do meu povo Israel; nunca mais passarei por ele” (Amós 7:8). A Palavra de
Deus é como um prumo. É a medida do padrão de qualidade usada por nosso
Senhor para “ver” quem está em pé ou caído.
Infelizmente há muitos adúlteros "legalizados" no meio da igreja, não por
vontade de Deus, mas dos homens; e a maioria deles ocupando cargos de
grande influência. Os argumentos mais usados por esses, como justificativa,
para que uma pessoa divorciada e casada pela segunda vez permaneça unida
ao seu novo cônjuge, são:
1º - Ela não sabia, não conhecia o Evangelho da salvação antes de se casar.
Mas agora, como aceitou a Jesus Cristo como Salvador, e pelo seu sangue
derramado na cruz do calvário, dizem eles citando as Escrituras: “Pelo que,
se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis
que tudo se fez novo” (II Coríntios 5:17).
2º - Nasceram-lhes filhos; os quais são usados como motivo justificado
para anular a Palavra de Deus que diz: “O homem que adulterar com a mulher
de outro, sim, aquele que adulterar com a mulher do seu próximo,
certamente será morto, tanto o adúltero, como a adúltera” (Levítico 20:10).
“Assim será o que entrar à mulher do seu próximo; não ficará inocente quem
a tocar” (Provérbio 6:29).
3º - Se o primeiro cônjuge foi infiel, cometendo adultério ou prostituição,
segundo eles, em Mateus 19:9, quando Jesus disse: “Eu vos digo porém, que
qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de infidelidade, e
casar com outra, comete adultério”; Ele estava permitindo um segundo,
terceiro ou quantos casamentos desejasse um cônjuge traído várias vezes.
4º - Deus, que é amor, não ia querer que a parte fiel "sofresse" uma vida
de solidão matrimonial, pois isso seria uma "injustiça".
Finalmente, agindo assim, esses fazem os seus próprios "milagres",
transformando o que antes era adultério, em casamento lícito, orientado e
aprovado pelo Senhor.
João, o batista, foi decapitado por ter repreendido um adúltero, pois
João disse a Herodes: "Não te é lícito ter a mulher de teu irmão." (Marcos
6:18). Por que João disse tal coisa a Herodes? Era um costume para os
judeus casar-se com a mulher do irmão falecido para lhe suscitar herdeiros;
e que o nome do irmão pudesse prosseguir para as gerações futuras. “Então
disse Judá a Onã: Toma a mulher de teu irmão, e cumprindo-lhe o dever de
cunhado, suscita descendência a teu irmão.” (Gênesis 38:8). A resposta é
simples: o irmão de Herodes ainda estava vivo, portanto, eles estavam na
prática do adultério.
Imaginemos o seguinte caso: Um ladrão com vários anos de “carreira”
tinha, como seria de esperar, muitos objetos roubados em sua casa. E ao
ouvir o Evangelho crê, e é batizado. Pelo fato de ter crido e sido batizado,
fará com que os objetos roubados passem a ser legitimamente seu? “Agora,
pois, restitui a mulher a seu marido, porque ele é profeta, e intercederá por
ti, e viverás; se, porém, não lha restituíres, sabe que certamente morrerás,
tu e tudo o que é teu” (Gênesis 20:7).
Jesus permitiu, e creio que Ele determina, a separação de um casal por
permanência de um dos cônjuges no adultério, para que a parte fiel não se
contamine com a infiel. Mas Jesus não permitiu um segundo casamento
baseado na infidelidade, pois a lei, a do matrimônio, só acaba com a morte
de um dos cônjuges. “Porque a mulher casada está ligada pela lei a seu
marido enquanto ele viver; mas, se ele morrer, ela está livre da lei do
marido. De sorte que, enquanto viver o marido, será chamada adúltera, se
for de outro homem; mas, se ele morrer, ela está livre da lei, e assim não
será adúltera se for de outro marido” (Romanos 7:2,3). A separação por
infidelidade não é permanente, caso o cônjuge infiel se arrependa e peça
perdão a Deus e ao seu cônjuge que permaneceu fiel. Este, por sua vez, deve
perdoar. “Então Pedro, aproximando-se dele, lhe perguntou: Senhor, até
quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu hei de perdoar? Até sete?
Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete; mas até setenta vezes
sete” (Mateus 18:21,22). “Porque, se perdoardes aos homens as suas
ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; se, porém, não
perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai perdoará vossas ofensas”
(Mateus 6:14,15). “se, porém, se apartar, que fique sem casar, ou se
reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher” (I Coríntios
7:11). “Eles dizem: Se um homem despedir sua mulher, e ela se desligar dele,
e se ajuntar a outro homem, porventura tornará ele mais para ela? Não se
poluiria de todo aquela terra? Ora, tu te maculaste com muitos amantes;
mas ainda assim, torna para mim, diz o Senhor” (Jeremias 3:1). Só perdoa
quem ama, não me refiro ao amor carnal, mas ao amor de Deus que habita
nos corações daqueles que verdadeiramente o servem.
E disse Jesus:
"Portanto o que Deus ajuntou, não o separe o
homem"
Deus te abençoe.
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Adultério conjugal

  • 1. ADULTÉRIO CONJUGAL ADULTÉRIO Relacionamento sexual entre duas pessoas de sexo oposto; e que um, ou ambos, sejam casados com outro cônjuge, segundo a Palavra de Deus: “Respondeu-lhe Jesus: Não tendes lido que o Criador os fez desde o princípio homem e mulher, e que ordenou: Por isso deixará o homem pai e mãe, e unir-se-á a sua mulher; e serão os dois uma só carne? Assim já não são mais dois, mas uma só carne. Portanto o que Deus ajuntou, não o separe o homem” (Mateus 19:4-6). “Não adulterarás” (Gênesis 20:14). “O homem que adulterar com a mulher de outro, sim, aquele que adulterar com a mulher do seu próximo, certamente será morto, tanto o adúltero, como a adúltera” (Levítico 20:10). “Mas, quanto aos medrosos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos adúlteros, e aos feiticeiros, e aos idólatras, e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago ardente de fogo e enxofre, que é a segunda morte” (Apocalipse 21:8). OBS: Não se constitui em adultério o relacionamento sexual entre duas pessoas solteiras, viúvas ou homossexuais. Estes relacionamentos são classificados de: Fornicação, prostituição (se houver pagamento pelo ato) e abominação. “Se um homem se deitar com outro homem, como se fosse com mulher, ambos terão praticado abominação; certamente serão mortos; o seu sangue será sobre eles.” (Levítico 20:13). Há adultérios que podem ser vistos pelos homens: “disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante adultério” (João 8:4). Mas o adultério mental não pode ser visto: “Ouvistes que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela” (Mateus 5:27,28). Eu posso ver o meu irmão olhar para uma mulher, mas saber se ele a cobiçou em seu coração, não! “Perguntou-me o Senhor: Que vês tu, Amós? Respondi: Um prumo. Então disse o Senhor: Eis que eu porei o prumo no meio do meu povo Israel; nunca mais passarei por ele” (Amós 7:8). A Palavra de Deus é como um prumo. É a medida do padrão de qualidade usada por nosso Senhor para “ver” quem está em pé ou caído. Infelizmente há muitos adúlteros "legalizados" no meio da igreja, não por vontade de Deus, mas dos homens; e a maioria deles ocupando cargos de grande influência. Os argumentos mais usados por esses, como justificativa, para que uma pessoa divorciada e casada pela segunda vez permaneça unida ao seu novo cônjuge, são:
  • 2. 1º - Ela não sabia, não conhecia o Evangelho da salvação antes de se casar. Mas agora, como aceitou a Jesus Cristo como Salvador, e pelo seu sangue derramado na cruz do calvário, dizem eles citando as Escrituras: “Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (II Coríntios 5:17). 2º - Nasceram-lhes filhos; os quais são usados como motivo justificado para anular a Palavra de Deus que diz: “O homem que adulterar com a mulher de outro, sim, aquele que adulterar com a mulher do seu próximo, certamente será morto, tanto o adúltero, como a adúltera” (Levítico 20:10). “Assim será o que entrar à mulher do seu próximo; não ficará inocente quem a tocar” (Provérbio 6:29). 3º - Se o primeiro cônjuge foi infiel, cometendo adultério ou prostituição, segundo eles, em Mateus 19:9, quando Jesus disse: “Eu vos digo porém, que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de infidelidade, e casar com outra, comete adultério”; Ele estava permitindo um segundo, terceiro ou quantos casamentos desejasse um cônjuge traído várias vezes. 4º - Deus, que é amor, não ia querer que a parte fiel "sofresse" uma vida de solidão matrimonial, pois isso seria uma "injustiça". Finalmente, agindo assim, esses fazem os seus próprios "milagres", transformando o que antes era adultério, em casamento lícito, orientado e aprovado pelo Senhor. João, o batista, foi decapitado por ter repreendido um adúltero, pois João disse a Herodes: "Não te é lícito ter a mulher de teu irmão." (Marcos 6:18). Por que João disse tal coisa a Herodes? Era um costume para os judeus casar-se com a mulher do irmão falecido para lhe suscitar herdeiros; e que o nome do irmão pudesse prosseguir para as gerações futuras. “Então disse Judá a Onã: Toma a mulher de teu irmão, e cumprindo-lhe o dever de cunhado, suscita descendência a teu irmão.” (Gênesis 38:8). A resposta é simples: o irmão de Herodes ainda estava vivo, portanto, eles estavam na prática do adultério. Imaginemos o seguinte caso: Um ladrão com vários anos de “carreira” tinha, como seria de esperar, muitos objetos roubados em sua casa. E ao ouvir o Evangelho crê, e é batizado. Pelo fato de ter crido e sido batizado, fará com que os objetos roubados passem a ser legitimamente seu? “Agora, pois, restitui a mulher a seu marido, porque ele é profeta, e intercederá por
  • 3. ti, e viverás; se, porém, não lha restituíres, sabe que certamente morrerás, tu e tudo o que é teu” (Gênesis 20:7). Jesus permitiu, e creio que Ele determina, a separação de um casal por permanência de um dos cônjuges no adultério, para que a parte fiel não se contamine com a infiel. Mas Jesus não permitiu um segundo casamento baseado na infidelidade, pois a lei, a do matrimônio, só acaba com a morte de um dos cônjuges. “Porque a mulher casada está ligada pela lei a seu marido enquanto ele viver; mas, se ele morrer, ela está livre da lei do marido. De sorte que, enquanto viver o marido, será chamada adúltera, se for de outro homem; mas, se ele morrer, ela está livre da lei, e assim não será adúltera se for de outro marido” (Romanos 7:2,3). A separação por infidelidade não é permanente, caso o cônjuge infiel se arrependa e peça perdão a Deus e ao seu cônjuge que permaneceu fiel. Este, por sua vez, deve perdoar. “Então Pedro, aproximando-se dele, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu hei de perdoar? Até sete? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete; mas até setenta vezes sete” (Mateus 18:21,22). “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; se, porém, não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai perdoará vossas ofensas” (Mateus 6:14,15). “se, porém, se apartar, que fique sem casar, ou se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher” (I Coríntios 7:11). “Eles dizem: Se um homem despedir sua mulher, e ela se desligar dele, e se ajuntar a outro homem, porventura tornará ele mais para ela? Não se poluiria de todo aquela terra? Ora, tu te maculaste com muitos amantes; mas ainda assim, torna para mim, diz o Senhor” (Jeremias 3:1). Só perdoa quem ama, não me refiro ao amor carnal, mas ao amor de Deus que habita nos corações daqueles que verdadeiramente o servem. E disse Jesus: "Portanto o que Deus ajuntou, não o separe o homem" Deus te abençoe. André M. dos Santos