Bíblia Dake Novo Testamento PDF

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Bíblia Dake em PDF Novo testamento

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  1. 1. £i - ioiaçoes 9 ls baço •; ^-Keferenctas ALMEIDA REVISTA E CORRIGIDA Lançamento: http://gospel-book.blogspot.com
  2. 2. B I B L I A d e e s t u d o DAKEAnotações • Esboços • Referências FINIS JENNINGS DAKE V E R S Ã O A L M E I D A R E V I S T A E C O R R I G I D A E D I Ç Ã O D E 1995
  3. 3. O EVANGELHO SEGUNDO M ateus H istória de Jesus Cristo — O s apóstolos — A nova aliança — Cristianismo — Sermões Promessas — Profecias — O Evangelho do Rei e do Reino — Cristo e apresentado com o o Rei de Jeová — “Eis que o teu rei virá a ti” (Zc 9.9) SUMARIO D ata e local: escrito na Judéia, tradicionalmente, em 37 d.C. Autor: Mateus, chamado de Levi, filho de Alfeu e irmão de Tiago (nota, Lc 6.16). U m publicano e um dos 12 apóstolos (Mt 9.9; 10.3; Mc 2.14,15; 3.18; Lc 5.27-29; 6.12-16; At 1.13). Supostamente, pregou na Judéia durante 15 anos, indo posteriormente para a Etiópia e outros locais (At 2.43). Ele não sofreu martírio. Tema: Jesus Cristo é o Rei de Jeová dos judeus e Salvador do mundo. Esse é o evangelho especial­ mente para Israel. 31 seções que não estão contidas nos outros Evangelhos: 14 eventos na infância: a visita dos sábios (2.1-15); o massacre (2.16-18); a fuga para o Egito (2.13-15); o retorno (2.19-23). 2 10 parábolas: joio (13.24-30); tesouro escondido (13.44); pérola (13.45); rede (13.47); servo impie­ doso (18.23-35); trabalhadores (20.1-16); dois filhos (21.28-32); bodas (22.1-14); as dez virgens (25.1-13); os talentos (25.14-30). 3 2 milagres: 17.24-27; 20.30-34. 4 9 discursos: 5.1-7.29; 11.28-30; 12.36,37; 16.17-19; 18.15-25; 21.43; 23.1-33; 24.1-25.46; 28.18-20. 5 6 eventos de sua paixão: 27.3-11,19,52,53,62-64,65,66; 28.2. Estatísticas: 40° livro da Bíblia; 28 capítulos; 1.071 versículos; 177 perguntas; 25 profecias do AT; 47 novas profecias; 815 versículos de história; 256 versículos de profecias -164 não cumpridos e 92 cumpri­ dos; e 2 mensagens distintas de Deus (3.17 e 17.5). I. Eventos pré-ministeriais (Mc 1.1;Jo 1.1) 1. Concernente aJesus Cristo 1 LIVRO da geração de Jesus Cristo, “Filho de Davi, Filho de Abraão. 2. Concernente aos ancestrais (Lc3.23-38; 1 Cr 1.1-4.23) (1) Catorze gerações laicas 2"Abraão gerou a Isaque, e ^Isaque gerou a Jacó, e Cjacó gerou a ^Judá ea seus irmãos, 3eJudá gerou de 'Tamar a *Perez ea Zerá, e Perez cgerou a Esrom, e Esrom gerou a Arão. 4Arão gerou a Aminadabe, e Aminadabe gerou a Naas- som, e Naassom gerou a Salmom, 5eSalmom gerou de “Raabe a Boaz, eBoaz gerou de Rute a Obede, e Obede gerou aJessé. (2) Catorze gerações reais 6Jessé gerou ao rei 'Davi, eo rei Davi gerou a Salomão da quefoi bmulher de Urias. 1.1 a Filho de Abraão e Davi por descendência direta (w. 2-16; Rm 9.5), e por promessa (Gn 12.1-3; Gl 3.6-22; Is 11.1; Mt 22.41-46; 2 Tm 2.8). “Filho de Davi" é nsadQ-9.vezes em Ma­ teus (1.1; 9.27; 12.23; 15.22; 20.30,31; 21.9,15; 22.42). Davi é mencionado primeiro porque ele era o mais ilustre de seus ancestrais (como rei e profeta), e porque a sua linhagem foi aponta­ da por profetas posteriores como a semente de Abraão através da qual o Messias viria. 1.2a História de Abraão (Gn 11.26-25.11). 1.2b História de isaque (Gn 21.1-35.29). 1.2c História de Jacó (Gn 25.24-50.14). l.2d Génesis 29.16-30.24; 1 Crónicas 2.1-4. 1.3a Existem 4 mulheres nessa_genealogia. Ra- abe e Rute eram gentias; Tamar e Bate-Seba, ju­ dias. Cristo descendia tanto de judeus quanto de gentios. Raabe era uma prostituta (Tg2.25).Tanto Tamar quanto Bate-Seba cometeram adultério (Gn 38; 2 Sm 11.1-5). Rute foi uma mulher pura (Rt 3.11). 1.3b Veja 1 Crónicas 2.4-12; Rute 4.13-22, para referência sobre os nomes de Perez a Jessé. 1.3c Gr.gennao. Quando usado para o pai, sig­ nifica gerar ou produzir. Quando usado para a mãe, significa dar a luz. Traduzido como nascer (1.16); gerar (1.20): dar à luz (Lc 1.13). 1.5a Raabe (Js 2.1*24; 6.25; Tg 2.25). 1.6a A linhagem de Davi em Mateus é a real, através de Salomão. Suê.Mtegem. em llicas 3.23-28 é através de Natã, outro filho (2 Sm 5.14), e Hell, o pai de Maria. As duas linhagens são necessárias no cumprimento da profecia. Deus amaldiçoou Jeconias (Conias ou Joaquim), da linhagem real, e jurou que a sua descendên­ cia nunca mais se assentaria no trono de Davi nem reinaria em Jerusalém (Jr 22.24-30). Deus também jurou a Davi que sua descendência através de Salomão se assentaria para sempre no trono (2 Sm 7). A única forma de essa pro­ messa ser cumprida era que Jesus, o Filho de Davi por intermédio de Natã e Maria, se tornas­ se o herdeiro legitimo do trono de Davi através de José, da linhagem real (Lc 1.32,33; is 9.6,7; Ap 5.5; 22.16).Jesus, sendo por criação filho de José e primogénito da família, se tornou assim o her­ deiro legítimo do trono de Davi através de José. 1.6b Bate-Seba (2 Sm 11; 1 Rs 1.11-31).
  4. 4. 7Salomão gerou a Roboão, c “Roboão gerou a Abias, e*A- bias gerou aAsa, 8e Asa gerou a “Josafá, e Josafá gerou a *Jorão, c Jorão gerou a 'Uzias, eUzias gerou aJotão, e“Jotão gerou a*Acaz, eAcaz gerou aEzequias. ,0“Ezequias gerou aManassés, e^Manassés gerou aAmom, c Amom gerou a cJosias, 11eJosias gerou a“Jeconias ea seus irmãos na deportação para a Babilónia. (3) Catorze gerações laicas 12E, depois da deportação para a Babilónia, Jeconias ge­ rou a“Salatiel, e Salatiel gerou a Zorobabel, 13e Zorobabel gerou a Abiúde, e “Abiúde gerou a Elia- quim, e Eliaquim gerou a Azor, 14e Azor gerou a Sadoque, e Sadoque gerou a Aquim, e Aquim gerou a Eliúde, 15e Eliúde gerou a Eleazar, e Eleazar gerou a Matã, eMatã gerou aJacó, 16eJacó gerou a “José, marido de fcMaria, da qual nasceu JESUS, que se chama o Cristo. (4) Resumo dos ancestraisjudeus: de Abraão aJesus Cristo (cf. Lc 3.23-38) ,7“De sorte que todas as gerações, desde Abraão até Davi, são catorze gerações; e, desde Davi até a deportação para a Babilónia, catorze gerações; e, desde a deportação para a Babilónia até Cristo, catorze gerações. 3. Concernente aJesus Cristo: sua concepção virginal (Gn 3.15; Is 7.14; 9.6,7; Lc 1.26-56; 2.1-39;Jo 1.14; Rm 8.3; G14.4; 1 Tm 3.16; Hb 1.5,6; 2.6-9,14-18) 18Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, “desposada com José, antes de se ajunta­ rem, achou-se ter concebido *do Espírito Santo. 19Então, José, seu marido, como era “justo e a não queria infamar, intentou cdeixá-la secretamente. 20E, projetando ele isso, eis que, em “sonho, lhe apareceu um ^anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber aMaria, tua mulher, porque o que nela está gerado é do Espírito Santo. ★21“E ela dará à luz um filho, e *lhe porás o nome de 'Jesus, porque ele ^salvará o seu povo dos seus 'pe­ cados. 22Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta, que diz: ★23“Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de EMANUEL. (EMA­ NUEL traduzido é: Deus conosco). 24E José, despertando do sonho, fez como o anjo do Se­ nhor lhe ordenara, c rcccbcu a sua mulher, 25e não a“conheceu até que deu à luz seu filho, bo primo­ génito; e pôs-lhe o nome de JESUS. 4. Concernente aos magos do Oriente (cf. 1 Cr 12.32; Dn 1.17-20; 2.10,11,21-29,47; 4.18-27) 2E, TENDO nascido Jesus “em Belém da Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns ^magos vieram do Oriente aJerusalém, 2e perguntaram: “Onde está aquele que é nascido *rei dos judeus? Porque vimos a sua 'estrela no Oriente e viemos a adorá-lo. 3E o rei “Herodes, ouvindo isso, perturbou-se, c toda a Jerusalém, com ele. 1.7a Roboão (1 RS 11.41-12.24). 1.7b Abias (1 RS 14.31-15.8). 1.8a Jeosafá (1 Rs 15.23,24; 22.2-50). 1.8b Jeorão (2 Rs 8.16-24). 1.8c Azarias ou Uzias (2 Rs 15.1-7). Entre Jeo­ rão e Uzias, três reis não foram mencionados nessa genealogia (Acazias, 2 Rs 8.25,26; Joás, 2 Rs 12.1; e Amazias 2 Rs 14.1,2). Não são neces­ sários todos os nomes numa genealogia real. 1.9a jotão (2 RS 15.32-38). 1.9b Acaz (2 Rs 16.1-20). 1.10a Ezequias (2 Rs 18.1-20.20). 1.10b Manassés (2 Rs 21.1-18). 1.10C Josias (2 RS 22.1-13.30). 1.11a Jeconias ou Joaquim (2 Rs 24.6-16). Entre ele e Josias, existiram mais dois reis que não es­ tão listados aqui (Joacaz e Jeioaquim, 2 Rs 23.31- 24.6). Depois dele, Zedequias reinou, e então o reino de Judá foi destruído (2 Rs 25.6-25.30). 1.12a 1 Crónicas 3.17-19; Esdras 3.2; 5.2. 1.13a Os nove homens daqui até José não são mencionados em nenhum outro lugar da Bíblia. blia: 5 no AT°(Gn 30.24: Nm 13.7: ^Cr 25.2: Ed 10.42; Ne 12.14); e 6 no NT (Mt 1.16; 27.57; Lc 3.24,26,30; At 1.23). 1.16b Maria, esposa de José e mãe de quatro filhos além de Jesus, e de, no mínimo, três fi­ lhas. Veja nota, Lucas 8.19. 1.17a 42 gerações nomeadas, mas algumas nao sao listadas aqui (notas, w. 8,10). 1.18a Q noivado entre os hebreus era a única parte legal do casamento, e não poderia ser des­ feito a não ser por uma carta de divórcio. Nes­ sa parte do processo, todos os documentos já estavam assinados e os contratos completados. Todos os contratos especificavam um período entre os esponseis e o casamento propriamente dito (Gn 29.18; Dt 20). 1.18b Lucas 1.35; João 1.14; Filipenses 2; He­ breus 2. 1.19a Gr. dikaios, justo (v. 19; 13.49). 1.19b Expõ-la à vergonha e à morte públicas, como requerido pela lei (Dt 22.25-28). 1.19c Divorciar-se dela privativamente (Dt 24.1-4). em Mateus (1.20; 2.12,13,19,22; 27.19). 1,20b Gabriel (Lc1.26).4 aparições a José (1.20,24; 2.13,19). prida, v. 25). Próxima, 2.13. de nascer:Ismael (Gn 16.11); Isaaue (Gn 17.19); Salomão (1 Cr 22.9); Josias (325 anos antes do nascimento. 1 Rs 13.2; 2 Rs 22.1); £íeq (175 an­ tes do nascimento, is 44.28-45.1); João Batista (Lc 1.13,60-63); esus (1.21). 1.21c Usado 983 vezes no NT. É o nome terre­ no do Filho de Deus. Como Deus. Ele não era chamado de Jesus ou Cristo. Jesus é a forma grega do heb. Yehoshua (traduzido como Jo­ sué 218 vezes), que significa "Salvador" ou “o Senhor é salvação”. 1.21 d Gr. sozo. Usada 110 vezes no NT oara salvação do pecado (Mt 1.21; Hb 7.25); perigo (Mt .14.30; 27.42); conflito espiritual (Jo 21.27; 1 Tm 4.16); doença (Tg 5.15); inferno (Jo 3.16-18; Mc 16.16); e escravidao (Jd 5). l.21e Gr. hamartia (nota. Jo 1.29). (1.23; is 7.14). Próxima. 2.6. 1.25a Expressão idiomática hebraica para coa­ bitação e procriação (Gn 4.1,17,25; 19.5). 1.25b Ela teve outros filhos (nota. Lc 8.19). 2.1a Cumprindo Miquéias 5.2. Belém ficava 8 km ao sul de Jerusalém. 2.1b Gr. magoi, sábio. Seu número, nacionali­ dade e país são desconhecidos. Eles eram uma casta de sacerdotes que revelavam profecias, explicavam presságios, interpretavam sonhos e praticavam adivinhação (Dn 2.2.48; 4.9). 2.2a Pergunta 1. Próxima, 3.7. 2.2b Tácito e Suetônio testificam que. naquela época, no Oriente, havia a expectativa de que nasceria na Judéia um rei que governaria todo o mundo. Daniel previu que sua vinda e "corte' aconteceriam 483 anos depois do mandamen­ to pós-babilônico de restaurar Jerusalém (Dn 9.24-26). Jesus nasceu para governar e assim fará para sempre após a sua segunda vinda (Lc 1.32.33; JO 18.37; Is 9.6,7; Ap 11.15; 22.1-5). 2.2c Veja Números 24.15-19. 2.3a Herodes. o Grande, filho de Antipater (ur romano) e Cipros (uma árabe). Antipater foi no­ meado procurador da Judéia por Júlio César, err 47 a.C. Herodes se tornou governador da Galilê quando tinha 25 anos e foi nomeado rei da Ju­ déia em 37 a.C Ele reconstruiu o templo judeu (Jo 2.20). Depois da sua morte, em 4 a.C., seu reine foi dividido. Seu filho Herodes Antipas reinou so­ bre a Galiléia e a Peréia de 4 a.C. até 39 d.C. (Lc 3.1,2). Ele matou João Batista (Mt 14.1). Outro fi­ lho, Arquelau. foi nomeado governante da Judéia e de Samaria (Mt 2.22). Ele é chamado de "Filipe' em Mateus 14.3. Filipe foi sucedido por Herooes Agripa I. em 37 d.C Em 40 d.C, ele passou a go­ vernar sobre todo o antigo território de Herodes o Grande. Ele é mencionado em Atos 12. Foi su­ cedido por Herodes Agripa II(At 25.13; 26.32). 2.4a Chefes dos 24 grupos (1 Cr 24) e do conc - lio (gr. synedrion, At 5.21).
  5. 5. 4E, congregados todos os “príncipes dos sacerdotes e os ^escribas do povo, perguntou-lhes onde havia de nascer oCristo. 5E eles lhe disseram: Em Belém da Judéia, porque assim está escrito pelo profeta: ★6“E tu, Belém, terra deJudá, de modo nenhum és a me­ nor entre as capitais de Judá, porque de ti sairá o Guia *que há de apascentar o meu povo de ‘Israel. 7Então, Herodes, chamando secretamente os magos, in­ quiriu exatamente deles acerca do tempo em que a estrela lhes aparecera. 8“E, enviando-os a Belém, disse: Ide, e perguntai diligen­ temente pelo menino, e, quando o achardes, participai- mo, para que também eu vá e o adore. 9E, tendo eles ouvido o rei, partiram; e eis que a estre­ la que tinham visto no Oriente ia adiante deles, até que, chegando, se deteve sobre olugar onde estava o menino. 10E, vendo eles a estrela, alegraram-se muito com grande júbilo. 11E, entrando na“casa, acharam o menino com Maria, sua mãe, e, prostrando-se, o ^adoraram; e, abrindo os seus te­ souros, lhe ofertaram dádivas: ouro, incenso e mirra. 12E, sendo por divina revelação avisados em “sonhos para que não voltassem para junto de Herodes, partiram para a sua terra por outro caminho. 5. Concernente a Jesus Cristo: (1) Fuga para o Egito * 13E, tendo-se eles retirado, eisque o “anjo do Senhor apare­ ceu aJosé em sonhos, dizendo: ^Levanta-te, etoma o menino esuamãe,efogeparao Egito, edemora-teláatéqueeutediga, porque Herodes há deprocuraro menino para o ‘matar. ‘4E, levantando-se ele, tomou o menino e sua mãe, “de noite, c foi para o Egito. ★,5E esteve lá até à morte de Herodes, para que se cum­ prisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta, que diz: “Do Egito chamei o meu Filho. (2 )0 assassinato dos meninos: primeiro plano para matarJesus (Mt 26.3, refs.) 16Então, Herodes, vendo que tinha sido “iludido pelos magos, irritou-se muito e mandou matar todos os meni­ nos que havia em Belém e em todos os seus contornos, de Mois anos para baixo, segundo o tempo que diligente­ mente inquirira dos magos. 17Então, se cumpriu o que foi dito pelo profetaJeremias, que diz: ★18“Em Ramá se ouviu uma voz, lamentação, choro e grande pranto; era Raquel chorando os seus filhos e não querendo ser consolada, porque já não existiam. (3) Retomo do Egito (cf. Lc2.39; Os 11.1) 19Morto, porém, Herodes, eis que “o anjo do Senhor apareceu, num sonho, aJosé, no Egito, 20dizendo: Levanta-te, e toma o menino e sua mãe, e vai para a“terra de Israel, porquejá estão mortos os que pro­ curavam a morte do menino. 21“Então, ele se levantou, e tomou o menino e sua mãe, e foi para a terra de Israel. 22E, ouvindo que Arquelau reinava na Judéia em lugar de Herodes, seu pai, receou ir para lá; mas, avisado em so­ nhos por divina revelação, foi para as regiões “da Galiléia. *23E chegou e habitou numa cidade chamada Nazaré, para que secumprisse o que “fora dito pelos profetas: Ele será chamado Nazareno. Sexta dispensação: Graça Da primeira à segunda vinda de Cristo (Mt 3.1-Ap 19.10; veja outras dispensações: Gn 3.1; 4.1; 8.15; 12.1; Êx 12.37;Ap 19.11) II. Ministério de João Batista (Mt 11.2; Mc 1; Lc 3; Jo 1.6,15,19; 3.23) 1. Mensagem em trêspartes 3E, NAQUELES dias, apareceu “João ^Batista pre­ gando no deserto da Judéia 2.4b Mencionados 120 vezes na Bíblia. Formal­ mente secretariavam os reis (2 Srr 8.17; 20.25; 2 Rs 12.10; 22.3-12). Posteriormente, se torna­ ram os copistas e intérpretes das Escrituras e das leis de Israel, guardiões de todos os escritos; eram os advogados e mestres em Israel (Ed 7.6- 21; Ne 8.1-13; Mt 23.2-34; Mc 9.11; 14.43; 15.1; LC 5.17; 22.66; 23.10; At 4.5; 5.34; 1Tm 1.7). 2.6a 2a profecia do.AL çu mprjda e m m tfiUS (2.6; Mq 5.2). Próxima, v. 15. 2.6b Cristo irá governar sobre Israel e todas as outras nações a partir da sua segunda vinda e por toda a eternidade (is9.6,7; Dn 2.44,45; 7.13,14,27; Zc 14; Lc 1.32,33; Ap 11.15; 20.1-15;22.4,5). 2.6c Israel é composta por 13 tribos, e não somente as 10 tribos chamadas perdidas. Os termos "judeus" e "Israel" são intercambiáveis (nota, At 13.16). 2.8a Ele pensou que os estava enviando, mas eles não foram para lá. Seguiram s estrela, não a profecia, para chegar onde Ele rasceu. A es­ trela os conduziu a Nazaré (nota, v. 11). 2.11a Não o estábulo em Belém, onde Ele nas­ ceu, mas na "casa" em Nazaré, onde vivia des­ de que foi apresentado ao Senhor, 41 dias de­ pois de seu nascimento (Lc 2.7,21-39). Ele tinha cerca de dois anos de idade nessa ocasião. 2.11b A adoração é somente para pessoas di­ vinas (Ap 19.10; 22.8,9; LC 2.13). 2.12a Segundo dos 6 sonhos do NT (Mt 1.10). 2.13a Veja nota, 1.20. 2.13b 2lBEQfgCia dQAT em Mateus (2.13, cum­ prida). Próxima, 3.10. 2.13c Satanás sabia que essa "semente da mulher" esmagaria sua cabeça e restauraria 0 domínio do homem (Gn 3.15; 1 Jo 3.8). Por isso, tentou matá-lo várias vezes antes que Jesus pudesse chegar até a cruz para derrotá-lo (Mt 26.3, ref.; Cl 2.14-17; 1 Pe 2.24). 2.14a indicando pressa, provando que a visita dos magos aconteceu em Nazaré. Se eles esti­ vessem em Belém, a familia não teria ido mo­ rar em Nazaré antes de ir para 0 Egito, como mostra Lucas 2.39. Em nenhum lugar está cscrito que os magos forom a Belém, que obe­ deceram a Herodes. que a visita aconteceu imediatamente após 0 nascimento de Jesus, ou que a estrela os guiou até a manjedoura. Todos esses fatos são tradições. 2.15a 3a profecia c!q.AT cumprida em Mateus (2.15; Os 11.1). Próxima, 2.18. 2.16a Gr. empaidzo, zombar, escarnecer. Outra prova de que eles não obedeceram à ordem de Herodes. Eles 0 enganaram, pois detectaram qual era 0 seu interesse em encontrar 0 me­ nino. A mesma palavra é utilizada em Mateus 27.29-31; Lucas 18.32. 2.16b Os magos encontraram uma pais, uma criança mais velha do que um brephos, 0 bebé recém-nascido que os pastores encontraram havia mais de um ano, no seu nascimento (v. 16; Lc 2.16). 2.18a 4a profecia do AT cumprida em Mateus (2 18; Jr 31.15). Próxima, 2.23. Ramá ficava a 8 km ao norte de Jerusalém, indicando que 0 assassinato de todas as crianças se estendeu por, pelo menos, 16 km ao redor de Belém, in­ cluindo Jerusalém. 2.19a Terceiro dos 4 sonhos angelicais de José (Mt 1.20; 2.13,19). 2.20a usado 2 vezes (w. 20,21). Chamada de "terra dos judeus” (At 10.39), provando assim que judeus e israelitas eram um povo. Todas as tribos ainda eram conhecidas (Mt 19.28; At 26.7; Tg 1.1). 2.21a Sua obediência a todas as ordens de Deus prova que ele era um homem de bom caráter e consagrado a Deus. 2.22a A região norte de Samaria. (2.23). Próxima. 3.3. "Dito", e não escrito pelos profetas, porque nenhum profeta escreveu isso como está apresentado aqui. 3.1a Filho de Zacarias e Isabel (Lc 1.5-20,39-80). 3.1b Literalmente, batizador (Jo 1.31). 3.1c Pregar é uma parte da profecia (1 Co 14.3). João foi 0 maior de todos os profetas nesse aspecto (Mt 11.9-11). Ele também previu certos acontecimentos (w. 2,3,11,12; Jo 1.29- 33; 3.30). João pregou 30 doutrinas: 1 Arrependimento (3.2-8; Mc 1.4). 2 Chegada do reino dos céus (3.2).
  6. 6. • 2e dizendo: Arrependei-vos, porque é chegado o “Rei­ no dos céus. ★3Porque este é o anunciado pelo profeta “Isaías, que disse: *Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas. 2. Sua vida simples (Mc 1.6; cf. M t 11.8) 4E este João tinha a sua veste de “pêlos de camelo e um *cinto de couro em torno de seus lombos ealimentava-se de ‘gafanhotos ede mel silvestre. 3. Seu sucesso (Mc 1.5; Lc3.7-15;Jo 1.19-28) 5Então, ia ter com eleJerusalém, etoda aJudéia, e toda a província adjacente ao Jordão; 6eeram por ele “batizados no rioJordão, confessando os seus pecados. 4. Sua mensagem de trinta tópicos 7E, vendo ele muitos dos “fariseus e dos Caduceus que vinham ao seu batismo, dizia-lhes: ‘Raça de ^víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futura? • 8“Produzi, pois, frutos dignos de ^arrependimento 9 e não presumais de vós mesmos, dizendo: Temos por pai a Abraão; porque eu vos digo que mesmo destas pe­ dras Deus pode suscitar filhos a Abraão. ★10“E também, agora, está posto o machado-à raiz das árvores; *toda árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada e lançada no fogo. a 11 E eu, em verdade, vos batizo com água, “para o ar­ rependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; não sou digno de levar as suas sandálias; ele vos ^batizará com o Espírito Santo e com fogo. 12Em sua mão tem a “pá, e limpará a sua eira, e recolherá no celeiro o seu trigo, e queimará a palha com fogo que nunca se^apagará. III. Preparação final de Jesus para seu ministério 1. Batismo nas águas (Mc 1.9; Lc3.21;Jo 1.31) 15Então, veioJesus da Galiléia ter comJoão junto do Jor­ dão, para ser batizado por ele. 3 Profecia (3.3-12; Jo 1.15-34). 4 Batismo pelas águas (3.11; Jo 1.31). 5 Restituição (3.8; Lc 3.8). 6 Bondade (3.3-10; 14.4). 7 Juízo vindouro (3.7; lc 3). 8 Contra o orgulho (3.9; Lc 3.7). 9 Milagres (3.9; Lc 3.8). 10 Céu e inferno (3.10-12; Lc 3). 11Batismo no Espírito (3.11; Jo 1.33). 12 Primeira vinda (3.11; Jo 1.29). 13 Segunda vinda (3.12; Lc 3.17). 14 julgamento do pecado (3.10; Lc 3). 15 Salvação (Lc3.6; Jo1.29). 16 Amor ao próximo (Lc 3.11). 17 Honestidade no trabalho (Lc 3.13). 18 Justiça absoluta (Lc 3.14). 19 Jesus, Cordeiro de Deus (Jo 1.29). 20 Jesus, aquele que batiza com o Espírito (3.11; Mc 1.8; Lc 3.16; J0 1.33). 21 Jesus, Filho de Deus (Jo 1.34). 22 Jesus, aquele que tira o pecado do mundo (JO 1 29). 23 Indignidade do homem (Jo 1.27). 24 Jesus, o noivo (Jo 3.29). 25 Grandeza de Jesus (Jo 3.30). 26 Jesus, vindo do céu (Jo 3.31-36). 27 Rejeição de Jesus (Jo 3.32). 28 Jesus, a verdade (Jo 3.30-36). 29 Jesus, o ungido (Jo 3.34). 30 Jesus, o herdeiro de Deus (Jo 3.35). 3.2a Veja notas em Mateus 4.17; 13.11. 3.3a primeira.das.2i vezes,em que.aparece no NI (3.3; 4.14; 8.17; 12.17; 13.14; 15.7; Lc 3.4; 4.17; Jo 1.23; 12.38-41; At 8.28-30; 28.25; Rm 9.27-29; 10.16,20; 15.12). 3.3b 6a profecia do a í cumprida em Mateus (3.3; Is 40.3; Ml 3.1). Próxima, 4.14. 3.4a Cf. 2 Reis 1.8. Vestes rústicas eram uma marca dos profetas (Zc 13.4; Mt 11.8). 3.4b Usado somente pelos pobres. Os ricos usavam cintos de seda ou linho, decorados com ouro, prata e pedras preciosas. 3.4c Uma comida limpa (Lv 11.22). Somente os pobres comiam gafanhotos com manteiga ou mel, depois de temperados e secos. 3.6a Gr. baptizo, de bapto, mergulhar (Lc 16.24; Ap 19.13; Jo 13.26); subjugar através do sofri­ mento (Mt 20.22,23; Lc 12.50); sepultar (Rm 6.3-7; Cl 2.12), não importando o elemento usado. Veja nota, Atos 8.38. 7 batismosna.,Bíblia: 1 MtismQ_dsJ.QãQ.nâs_águas (Mt 3; mc 1; lc 3; 7.29,30; JO 1.31-33; 3.23-26; 10.40; At 1.5; 11.16; 19.3). 3 Batismo no sofrimento (Lc 12.50). 4 Batismo na nuvem e no mar (1 Co 10.2). 5 Batismo cristão nas águas (Mt 28.19; Mc 16.16; At 2.38-41; 8.12-16,36-38; 9.18; 10.47,48; 16.15,33; 18.8; 19.5; 22.16; 1 Co 1.13-17; 1 Pe 3.21). 6 Batismo em Cristo e em seu coroo (Rm 6.3-7; 1 Co 12.13; Gl 3.27; Cl 2.12). 7 Batismo no Espírito Santo (Mt 3.11,14; 20.22,23; Mc 1.8; 10.38,39; Lc 3.16; Jo 1.33; 7.37-39; At 1.5; 11.16; 19.2,3). 3 batjsmos para os crentes: 1 Em Cristo ou em seu corpo, através do arre­ pendimento e do novo nascimento (pt. 6, aci­ ma). Chamado de "um batismo" (Ef4.5), porque é o único batismo que salva a alma e traz para o corpo de Cristo. 2 Batismo nas águas, depois de tornar-se salvo (ponto 5, acima; nota, v. 11). 3 Batismo no Espírito, que fornece o poder para o serviço. Pode acontecer antes do batis­ mo das águas (At 10.44-48) ou depois (At 1.4-8, 2.1-11; 8.12-21; 19.1-7). O Espirito Santo é quem batiza em Cristo e em seu coroo (1 Co 12.13). Cristo é quem batiza oQ Espírito Santo (Mt 3.11: Jo 1.31-33); e o ministro é que batiza nas águas (Mt 28.19). 3.7a Uma seita de judeus zelosos e justos aos seus próprios olhos que seguiam estritamente as próprias interpretações das leis e suas tradi­ ções, não importando o fato de elas anularem a Palavra de Deus. Eles eram os inimigos mais ferrenhos de Cristo (Mt 15.2; 23.1-33; Mc 7.8- 13; Lc 11.42; Gl 1.14; Fp 3.4-6). 3.7b Uma seita radical e racionalista que nega­ va o sobrenatural (anjos, demónios e ressurrei­ ções). controlada, em alguns momentos, pelos fariseus (Mc 12.18; At 4.1; 5.15-17; 23.8). 3.7c Pergunta 2. Próxima, v.14. 3.7d Ásoides venenosas, não cobras comuns. Possuem cerca de 10 cm de comprimento e são um pouco mais grossas que um arame. Elas se escondem debaixo de pedras, na areia do deserto, ou nas rachaduras de muros anti­ gos. São muito agressivas e mortais (Gn 49.17; JO 20.16; IS 59.5; At 28.3). 3.8a Uma prova de genuíno arrependimento era requerida para impedir uma religião de apa­ rências (LC 3.8-14; 19.8; 2 Co 5.17; 7.9-11). 3.8b Veja 8 palavras no original para “arre­ pendim ento", p. 1589. 3.10a 3aprofecia do NT (w. 10-12). Próxima, 5.3. Contém 3 partes:julgamento (v. 10;7.15-23); batis­ mo no Espírito (v. 11;At 1.4-8; 2.1-39; 11.14-18); e a segunda vinda (v. 12; 13.30,39-43,49,50; 25.31-46). 3.10b veja notas em Mateus 7.15-20. 3.11a 10 razões oor aue a ÁGUA não concede Bêrdão: 1 Gr. eis, uma preposição traduzida como ba­ tismo Beja (Mt 3.11), e para (por causa de. em virtude de) em Marcos 1.4; Lucas 3.3; Atos 2.38. Eis é traduzida como para (por causa de) 140 vezes; qql 58 vezes; e através de. 25 ve­ zes; aparece como “para que" (Rm 9.17; Cl 4.8); "para isso" (Jo 18.37; 1 Pe 4.6); e "por isto" (At 26.16; 1 Jo 3.8). 2 Em todas as ocasiões, a confissão dos pe­ cados era requerida e devia ser feita antes do batismo (Mt 3.8,11; Mc 1.5; Lc 3.8-14). 3 Os crentes eram batizados após o arrepen­ dimento e fé em Cristo (Mt 28.19; Mc 16.16; At 2.28,41; 8.12,13,37; 16.14,15,31-33; 18.8; 19.1- 7) e, em alguns casos, acÓS receber o Espirito Santo (At 9.17,18; 10.44-48). 4 Cristo, que não pecou, foi batizado. Cristo se submeteu ao batismo por 2 razões: (1) Cumprir toda a justiça (v. 15). (2) Ser manifestado a Israel (Jo 1.31). 5 Lsomente_um ím bp[o da morte, do sepulta- mento e da ressurreição de Cristo (1 Pe 3.21). 6 Não é,.essencial à salvação (1 co 13-21). 7 A fé no sangue de Cristo traz a remissão dos pecados (26.28; Rm 3.24,25; 4.1-25; 5.1-11; 8.2; 10.4-10; 1 Co 15.1-5; Ef 1.7; 2.8,9; Jo 3.16; At 10.43; 13.38,39; 1 Co 1.18-21; 1 Jo 1.9; 5.1). 8 Os santos do AT, incluindo João e todos em Lu­ cas 1.15,41,46,67; 2.25-38 que eram cheios do Espírito, foram salvos sem 0 batismo nas águas. 9 Cristo perdoava os pecados sem 0 batismo (Mt 9.1-7; LC 7.36-50; 18.9-14; 18.9-14; 19.1-9; 23.43; JO4.49-53; 7.31; 8.30,31; 11.45; 12.11,42; At 3.1-11,16; 4.10-12 etc.). 10 Ela não acaba com a imundícia da carne (1 Pe 3.21, nota). 3.11b veja notas em João 7.37-39; Atos 1.4-8. 3.12a Veja nota, Lucas 3.17. 3.12b Mateus 8.12; 13.42-50; 18.8,9; 24.51; 25.41,46; Marcos 9.43-49; Apocalipse 14.9-11; 20.11-15; 21.8; Isaías 66.22-24.
  7. 7. 14Mas Joào opunha-se-lhe, dizendo: “Eu careço de ser batizado por ti, evens tu a mim? 15Jesus, porém, respondendo, disse-lhe: Deixa por agora, porque assim “nos convém cumprir toda a justiça. Então, ele o permitiu. 16E, sendo Jesus batizado, •‘saiu logo da água, eeis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba evindo sobre ele. ■17E eis que uma voz dos céus dizia: 'Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo. 2. Tentação (Mc 1.12; Lc 4.1; Hb 2.9-18; 4.14; 5.9) 4 ENTÃO, foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deser­ to, “para ser tentado pelo diabo. 2E, tendo jejuado “quarenta dias e quarenta noites, depois *teve fome; 3E, chegando-se aele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães. • 4Ele, porém, respondendo, “disse: Está escrito: *Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus. 5Então o diabo o transportou à Cidade Santa, e “colo- cou-o sobre o pináculo do templo, a 6 e disse-lhe: Se tu es o Filho de Deus, lança-te daqui abaixo; porque está escrito: “Aos seus anjos dará ordens a teu respeito, e tomar-te-ão nas mãos, para que nunca tropeces em alguma pedra. • 7Disse-lhe Jesus: Também está escrito: “Não tentarás o Senhor, teu Deus. 8Novamente, o transportou o diabo aum monte muito alto;> emostrou-lhc “todos os reinos do mundo ca glória dclcs. 9 E disse-lhe: Tudo isto te darei se, “prostrado, me ado­ rares. • 1CEntão, disse-lheJesus: Vai-te, Satanás, porque está es­ crito: “Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele servirás. 11Então, o diabo o deixou; e, “eis que chegaram os anjos eo serviram. IV. Ministério e ensinamentos de Jesus (Mt 4.12-26.35; Mc 1.14; Lc 4.14; Jo 1.35) 1. Começo do ministério na Galiléia (Mc 1.14; Lc 4.14) 12Jesus, porém, ouvindo que “João estava preso, voltou para a Galiléia. 2. Rejeitado em Nazaré - dirige-se a Cafamaum (Lc4.28) 13E, deixando Nazaré, foi habitar em “Cafarnaum, cidade marítima, nos confins de Zebulom e Naftali, ★14para que secumprisse o que foi dito pelo profeta Isaías, que diz: 15“A terra de Zebulom e a terra de ^Naftali, junto ao ca­ minho do mar, além do Jordão, a Galiléia das nações, 16o povo que estava assentado cm trevas viu uma grande “luz; e aos que estavam assentados na região e sombra da morte a luz raiou. 3. Começa apregar o reino (Mc 1.15;cf. Mt 4.23; 10.7;24.14) • 17Desde então, começou Jesus a pregar e a dizer: “Arre­ pendei-vos, porque é chegado o *Reino dos céus. 4. O chamado de Pedro eAndré (Mc 1.16; Lc 5; cf.Jo 1.40) 18E Jesus, andando junto ao “mar da Galiléia, viu dois irmãos, Simão, chamado Pedro, e*André, os quais lança­ vam as redes ao mar, porque eram pescadores. 3.14a Pergunta 3. Próxima, 5.13. João desejava a vinda do batismo do Espirito promovido por Cristo (Jo 1.31-34). João estava cheio (Lc 1.15), mas nunca foi batizado com o Espírito, o que nunca aconteceu aifi que Cristo foi glorificado (JO7.37-39; At 1.4-8; 2.33,34; 11.16). 3.15a Ambos foram enviados por Deus e ti­ nham de cumprir o que lhes fora determinado a fazer. 3.16a Frases como "saiu logo da água" (v. 16. Mc 1.10), "desceram ambos à água... quando saíram da água" (At 38-39) e outras expressa­ riam o batismo por imersão ou aspersão? 3.17a Deus chama Jesus de seu Filho (cf. Mt 17.5; Jo 12.28; Hb 1.1-4). 4.1a Para ser testado como Adão (Gn 3.6; 1 Jo 2.15-17,1 CO 15.45). 4.2a Os 40 dias vieram antes dos eventos de João 1.19-21. 1 Moisés (Dt 9.9,18,25; 10.10). 2 Josué (Êx 24.13-18; 32.15-17). 3 Elias (1 RS 19.7-18). 4 Jesus (Mt 4.1-11;LC 1.1-22). 4.2b A fome sempre passa depois de alguns dias de jejum e retorna após um longo jejum de aproximadamente 40 dias, ou quando todas as toxinas são eliminadas do corpo. O hálito nesse momento se torna doce como o de um bebé. Qualquer pessoa saudável pode jejuar todo esse período sem nenhum perigo. A desnutri­ ção só acontece quando a fome retorna em al­ guns casos. Deve-se consumir água em jejuns prolongados e terminar o jejum gradualmente. Veja Jejum e oração, p. 996. 4.4a Primeiras palavras de Cristo desde a sua unção. Existem pelo menos dois grupos de três tentações: as primeiras três, em Lucas 4.1-13, depois das quais Satanás deixa Cristo "por algum tempo": as últimas três, em Mateus 4.1-11, de­ pois das quais Satanás foi dispensado por Cristo para nunca mais apresentar tais tentações. 4.4b Citação de Deuteronômio 8.3. 4.5a A distância entre o pináculo e o vale abai­ xo era de cerca de 215 m. 4.6a Uma citação errónea de Salmos 91.11,12. 4.7a Citação de Deuteronômio 6.16. 4.8a Satanás é o atual usurpador do domínio do homem - o "príncipe" e "deus" do mundo atual (Jo 8.44; 12.31; 14.30; 2 Co 4.4; Ef 2.1-3; 1Jo 5.19). 4.9a Uma expressão de total entrega, submis­ são e adoração. 4.10a Citação de Deuteronômio 6.13. 1 usa teus poderes milagrosos, obedecendo às minhas ordens, para suprir necessidades pes­ soais comuns. 2 Prova que tu és o Filho de Deus com uma demonstração especial da proteçáo dele; sê imprudente e faz uma exibição do teu poder. 3 usa o meu poder, influência, organizações e reinos mundanos para tornar-se grande entre os homens que tu procuras dominar. 4.12a Mateus 11.1-14; 14.1-12, notas. 4.13a Não mencionada no AT (nota, 11.23). 4.15a 7a profecia do AT cumprida em Mateus (4.14-16; is 9.1,2). Próxima, 8.17. 4.15b Génesis 49.21; Josué 19.32. 4.16a Gr.phos, absoluta luz - o oposto de comple­ ta escuridão. Por isso, é usada especialmente para Deus (1Tm 6.16,1 Jo 1.5) e Cristo (Jo 1.4-10). 4.17a O arrependimento é um dos temas prin­ cipais da Bíblia, sendo encontrado 110 vezes de Génesis 6.6 até Apocalipse 16.11. Veja 8 pala­ vras no original para "arrependimento", p. 1589. 4.17b Literalmente, reino dos céus, lidera­ do por Jesus Cristo com o propósito de re- estabelecer o domínio de Deus nessa parte rebelada de seu reino. Só é encontrado em Mateus, porque este é o evangelho do Rei de Jeová. É um termo dispensável e se refere ao reino do Messias na terra. Oferecido tanto por João quanto por Jesus (Mt 3.2; 4.17; 10.7); foi rejeitado e então adiado até que Cristo volte para estabelecê-lo (Mt 11.12,20-24; 27.22-25; Lc 19.11-27; At 1.6,7; 3.19-26). É agora o rei­ no da profissão (Mt 13.11-17,30,38-43,47-50). As parábolas do reino se aplicam à nossa era. No fim dos tempos. Cristo virá e estabelecerá literalmente um reino terreno para sempre (Mt 25.31-46; Ap 11.15; 19.11-20.10; Zc 14; Is 9.6,7; Dn 2.44,45; 7.13-27; Lc 1.32,33). Durante os pri­ meiros 1.000 anos de seu reino eterno, Ele ex­ tinguirá toda rebelião e livrará a terra de todos os rebeldes. Então. Deus se tornará "tudo em todos" como era antes da rebelião (Ap 20.1-10; 21.1-22.5; 1 Co 15.24.28; Ef 1.10). Tudo o que é dito acerca do reino dos céus também pode ser dito a respeito do reino de Deus, porque o primeiro é apenas o aspecto terreno do últi­ mo. Entretanto, há muitas coisas ditas acerca do reino de Deus que não podem se aplicar ao reino dos céus (veja nota, 19.24). 4.18a Um lago de água doce, também chama­ do de mar de Tiberíades, Genesaré e Quinerete (Lc 5.1; jo 21.1; js 12.3; 13.27; Dt 3.17). 4.18b Primeiro do§ disçípuios fe çrisiQ (Jo 1.33-42). Ele retornou à pesca até seu chama­ do com o seu irmão Pedro (Mt 4.18; Mc 1.17). Tornou-se um dos 12 apóstolos (Mt 10.2; Mc 3.18; Lc 6.14; At 1.13). Mencionado em Marcos 1.29; 13.3; João 6.8; 12.22. A tradição diz que ele era da tribo de Rúben, que evangelizou £
  8. 8. a « 19E disse-lhes: •‘Vinde após mim, e eu vos farei pesca­ dores de homens. 20Então, eles, “deixando logo as redes, seguiram-no. 5. O chamado de Tiago eJoão (Mc 1.19; Lc 5.10) 21E, adiantando-se dali, viu outros dois irmãos: •‘Tia­ go, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, num barco com Zebedeu, seu pai, consertando as redes; e cha­ mou-os. 22 Eles, deixando imediatamente o barco e seu pai, segui­ ram-no. 6. Segunda passagem pela Galiléia (Mc 1.38; Lc 4.42; cf. Mt 4.12; 9.35) 23E “percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas suas sinagogas, c pregando o evangelho do Reino, e^curando todas as cenfermidades e moléstias entre o povo. 24E a sua fama correu por toda a “Síria; e traziam-lhe to­ dos os que padeciam acometidos de várias enfermidades etormentos, os ^endemoninhados, os clunáticos eos ^pa­ ralíticos, e ele os curava. 25E seguia-o uma grande multidão da Galiléia, de Decá- polis, de Jerusalém, da Judéia e dalém do Jordão. 7. Sermão do Monte (Mt 5.1-7.29) (1) Introdução 5 JESUS, vendo a amultidão, subiu a um *monte, e, cassentando-se, aproximaram-se dele os seus discí­ pulos; 2 e, abrindo a boca, os ensinava, “dizendo: (2)Oito bem-aventuranças (cf. Lc6.20) ★A3“Bem-aventurados os pobres de espírito, porque Me­ les é o Reino dos céus; A 4 bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados; a 5 bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra; A 6 bem-aventurados os “que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos; A 7 bem-aventurados os misericordiosos, porque eles al­ cançarão misericórdia; a 8 bem-aventurados os “limpos de coração, porque eles verão a Deus; A 9 bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus; a 10bem-aventurados os que sofrem perseguição por cau­ sa da justiça, porque deles é o Reino dos céus; A n bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem, e perseguirem, e, mentindo, disserem todo o mal contra vós, por minha causa. A#*2“Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso ga­ lardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas queforam antes de vós. (3) Comparações dos crentes (Mc 4.21; Lc 8.16; 11.33) 13Vós sois o sal da terra; e, se o “sal for insípido, *com que se há de salgar? Para nada mais presta, senão para se lançar fora e ser pisado pelos homens. 14Vós sois a 4luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; 15nem se acende a “candeia e se coloca debaixo do *al- queire, mas, no ‘velador, e dá luz a todos que estão na casa. #,éAssim resplandeça a vossa luz diante dos homens, “para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus. Cítia (tomando-se o santo patrono da Rússia), e que foi crucificado na Grécia ou na Citia. 4.19a 0 chamado para ganhar as almas é com­ parado à pesca. Vir após é uma expressão idio­ mática para discipulado (2 Rs 6.19). 4.20a 0 deixar tudo para trás é requerido de todos os homens, é uma expressão idiomática vida (Mt 19.27-30; Lc 14.33). 4.21a irmão de João e filho de zebedeu (Mt 4.21; 20.20; MC 1.19; Lc 5.10,11). Um dos 12 apóstolos (Mt 10,2; Mc 3,17; LC 6-14; At 1,13). Um dos três mais íntimos de Jesus (Mc 5.37; Mt 17.1-8; 26.36- 46; veja também Mc 13.3,4; Lc 9.54; Jo 21.1-14). Primeiro mártir entre os apóstolos (At 12.1,2). Segundo a tradição, era da tribo de Levi, por meio de seu pai, e da tribo de Judá, através de sua mãe (era tanto da casa sacerdotal quanto da casa real), e pregou na índia com Pedro, e depois na Espanha, tomando-se o padroeiro da Espanha. 4.23a primeira víagem..ey.angêlisii£a e missio­ nária (cf. Mt 9.35; Mc 6.6). Observe a divisão do seu ministério em três partes quando Ele '•percorria" (nota, 9.35; At 10.38). 4.23b Gr. therapeuo, aliviar o sofrimento, curar de uma doença. Traduzido como curar 38 vezes e como tratar 5 vezes. 4.23c Gr. nosos, traduzido como enfermidades 12 vezes (Mt 4.23,24; 8.17, 9.35; 10.1; Mc 1.34; 3.15; Lc 4.40; 6.17; 7.21; 9.1; At 19.12). Não ma- lakia, moléstia, como em Mateus 4.23; 9.35. 4.24a um distrito com 10 cidades, entre as quais Damasco era a maior. 4.24b Veja Demónios ou espíritos imundos, p. 1004. 4.24c Gr. seleniazomai, de selene, lua; ser "da lua", ou seja. louco. Encontrado apenas aqui e em 17.15. 4.24d Gr. paraiutikos, ser paralitico (v. 24; 8.6; 9.2; MC 2.3-9; Lc 5.24; 5.18; At 8.7; 9.33). 5.1a 0 resultado de um ministério miraculoso e honrado por Deus. Encontrada 16 vezes em Mateus e apenas 7 em outros lugares. 5.1b Não conhecido; então, qualquer especula­ ção sobre qual seria é sem valor. 5.1c Postura dos professores orientais (cf. 9.10; 13.1; 15.29; 18.2,24.3; 26.55; MC 3.32; 4.1; 9.35; 12.41; Jo 6.3; 8.2). Os homens ficavam admira­ dos com as suas palavras graciosas, não com as suas expressões corporais. 5.2a Não é o mesmo sermão de Lucas 6.17-49, que aconteceu numa “planície". 5.3a Bem-aventurado - usado aqui 9 vezes para designar as pessoas que possuem as se­ guintes características: 1 Espírito quebrantado (v. 3; 11.28-30; SI 51.17; is 57.15; 66.2). 2 Espírito penitente (v. 4; is 61.2; Tg 4.9; 2 Co 7.9-11). 3 Espírito controlado, gentil (v. 5; 11.29; SI 37.11; 1 Pe 3.4). 34.10; 42.1-3; 63.1; 84.2; Jo 7.37-39). 5 Espirito çç>mpa$$ivQe misgrjçQrdjQSQ(v.7; 18.27; 1 Pe 3.8). 6 Espirito puro (v. 8; Fp 4.8; 1 Tm 1.5; 3.9; 5.22; 1 Pe 1.22). 7 Espírito de satedoria_e..meditaçâo (v. 9; Rm 14.19; 1 Co 13). 8 &&íntQ_pâ£ieme e .pempador (w. 10-12; 10.16-28; 1 Co 13; 1 Pe 3.14-17; 4.3-19). 5.3b 4*BTQfecia.flQ NT em Mateus (5.3-12). Es­ tão sendo cumpridas 8 promessas proféticas; elas serão completamente cumpridas na se­ gunda vinda de Cristo. Próxima, 5.17. 5.6a Uma expressão Idiomática para fone de- seio (nota, Jo 7.37). 5.8a Gr. katharos. traduzido como limpo (nota, Jo 13.11). isso acontece no novo nascimento (2 Co 5.17; 1 Jo 1.9; 2.29; 3.5-10; 5.1-4,18; Ef 4.24; 2 Tm 2.13). 5.12a Atos 5.41; 16.25; 1 Pedro 4.13. 5.13a o sal tem uma estrutura quimica estável, mas, se deixado sobre a terra ou exposto ao sol, â chuva e ao ar. perde seu sabor e se torna inútil (Cf. MC 9.50; LC 14.34.35). 5.13b Pergunta 4. Próxima. 5.46. 5.14a Os crentes se tornam uma luz de Deus no kosmos. sistema social dos homens. Veja nota, 4.16. 5.15a Gr. luchnos, lamparina, candeia. As velas que possuímos atualmente eram desconhecidas nos tempos bíblicos. As candeias eram feitas de vários materiais - barro, latão, prata, ouro -, com uma ou mais tigelas onde 0 óleo e 0 barbante eram colocados para produzir a luz (Êx 25.31-35; 30.27). O óleo era extraído das oliveiras. Era usa­ do na preparação dos alimentos, como combustí­ vel e como perfume (êx 25.6; 27.20; 29.2,23). 5.15b Gr. modius, com capacidade para cerca de 14 kg. 5.15c Suporte para as lamparinas e para óleo extra. 5.16a O propósito de todas as boas obras en­ tre os homens é glorificar ao Pai Celestial (Jo
  9. 9. (4) Cristo veio para cumprir a lei (Rm 1C.4) ★17“Não cuideis que vim Mestruir a 'lei ou os profetas; não vim ab-rogar, mas ^cumprir. 18Porque em verdade vos digo que, até que o céu e aterra “passem, nem um *jota ou um til seomitirá da lei sem que tudo seja cumprido. (5) Leis do reino (Mt 5.17-6.18) A. Obrigatórias como as leis de Moisés A 19 Qualquer, pois, que violar um destes menores ''man­ damentos e assim ensinar aos homens será chamado o menor no Reino dos céus; aquele, porém, que oscumprir e ensinar será chamado ^grande no cReino dos céus. 20Porque vos digo que, 'se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no Reino dos céus. B. Transcendem a lei de Moisés (Mt 5.21-38) (a) No assassinato • 21Ouvistes que foi dito aos antigos: “Não matarás; *mas qualquer que matar será réu de juízo. A # 22 “Eu, porém, vos digo que qualquer que, ^sem mo­ tivo, se encolerizar contra seu irmão será réu de juízo, e qualquer que chamar a seu irmão de Craca será réu do ^Sinédrio; e qualquer que lhe chamar de flouco será réu do ^fogo do inferno. 14.12-15; 15.7,8; Tt 2.14; Ap 4.11). 15 coisas aue glorificam a Deus: 1 Cura física (Mt 9.8; 15.31; Lc 5.25,26; 13.13; At 4.21). 2 Ressurreição (Jo 11.4). 3 A obra de redenção de Cristo (13.3-32). 4 A oração respondida (Jo 14.13). 5 Dar muitos fritos (Jo 15.8). 6 Completar a obra de Deus (Jo 17.4). 7 Salvação dos gentios (At 13.48). 8 Milagres entre os gentios (At 21.20). 9 Dons ministrados corretamente (1 Pe 4.10,11). 10 Prestar louvor (SI 50.23). 11 Boas obras (Mt 5.16; 1 Pe 2.12). 12 Martírio (Jo 21.19). 13 Corpos limpos (1 Co 3.16,17; 6.19,20). 14 Profissão cristã (2 Co 9.13). 15 Liberalidade (2 Co 9.13). 5.17a 5aprofecia do NT em Mateus (5.17-19; os w. 17,18 estão cumpridos; o v. 19 está sendo cumprido). Próxima, 7.21. 5.17b Demolir, assim como em Mateus 26.61. 5.17c Primeira das 15 vezes que Cristo usou esse termo (5/7,18; 7.12; 11.13; 12.5; 22.40; 23.23; LC 10.26; 16.16,17; 24.44; Jo 7.19-23; 8.17; 10.34; 15.25). 5.i7d Gr. plero, satisfazer, expirar, pôr fim pelo cumprimento, assim como as outras profecias quando cumpridas (Mt 1.22; 2.15,17,23; 4.14; 8.17; 12.17; 13.35). 5.18a Gr. parerchomai, terminar, mudar, ou passar de uma condição para outra. Eles nunca deixarão de exstir, mas serão modificados e purificados pelo fogo, tornando-se renovados (Hb 1.10-12; 12.25-29; 2 Pe 3.10-13; Rm 8.21- 24; Ap 21.1). Eíe? permanecerão para sempre (Ec 1.4; SI 72.17; 89.36,37; 104.5). Irão passar no mesmo sentido em que as coisas velhas passam quando alguém se torna uma nova criatura em Cristo (2 Co 5.17,18). 5.18b "Jota" é a menor letra e “iii" o menor acento colocado em certas letras hebraicas. Cada jota e cada til de toda lei ou aliança do Sinai foram cunpridos, terminados e abolidos (b) Na restituição e na oração (Lc 12.58) 23Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar e aí te lem­ brares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, #24“deixa ali diante do *altar a tua oferta, e vai reconci­ liar-te primeiro com teu irmão, edepois vem, eapresenta a tua oferta. (c) Nas questões civis • 25Concilia-te depressa com o teu “adversário, enquanto estás no caminho com ele, para que não aconteça que o adversário te entregue ao juiz, eo juiz te entregue ao ofi­ cial, e te encerrem na prisão. 26Em verdade te digo que, de maneira nenhuma, sairás dali, enquanto não “pagares o último ceitil. (d) No adultério (Mt 15.19; 19.18; G l 5.19) • 27Ouvistes que foi dito aos antigos: “Não cometerás adultério. • 28Eu porém, vos digo “que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar já em seu coração cometeu adul­ tério com ela. • 29Portanto, se o teu olho direito te “escandalizar, ^arran- ca-o e atira-o para longe de ti, cpois te é melhor que se perca um dos teus membros do que ^todo o teu corpo seja lançado no inferno. • 30E, seatua mãodireitateescandalizar, corta-aeatira-apara fogo" (Mt 8.12; 13.42,50; 22.13; 24.51; 25.30; Lc 3.17); e um lugar de "fogo e tormento" etemo (Mt 25.41,46; Ap 14.9-11; 19.20; 20.10-15; 21.8; is $6.22-24). Veja nota. Lucas 12.5. 5.24a um requerimento cristão (cf. Mt 18/5- 17,21-35). 5.24b Aparece 433 vezes nas Escrituras; 24 vezes no NT. Significa "lugar de sacrifício" ou "lugar de encontro com Deus". Os crentes de­ vem ter um local assim (Mt 5.23,24; Hb 13.10; Rn 12.1-3). 5.25a Oponente pela lei. Sob a lei romana, um adversário poderia forçar seu oponente a com­ parecer perante o juiz (Mt 18.28-30). Se ele fi­ zesse um acordo antes de chegar à presença dc juiz, não poderia mais ser julgado no tribu­ nal (LC 12.58,59). 5.26a No caso de alguma dívida. 5.27a Êxodo 20.14; Deuteronômio 5.18. 5.28a Um olhar contínuo, com a mente plane­ jando consumar o ato. se possível (Tg 1.13-16). isso se torna um estado do coração e é mor­ tal assim como o ato propriamente dito (1 Sm 16.7; Mc 7.19-23). 5.29a Causando uma queda moral e a perda da alma em alguns sentidos. 5.29b Nada será ganho mudando-se o sentido literal. 5.29c Provendo a razão por que arrancar o mem­ bro que traz a ofensa. Não seria melhor fazer isso literalmente do que ter todos os membros e ser lançado no inferno? Jesus está simples­ mente enfatizando o quão terrível é o inferno. Existe um método, dado pelo evangelho, me­ lhor do que este para resolver o problema. Quem se tornar uma nova criatura em Cristo, pelo seu novo nascimento, terá resolvido o pro- blema dos membros que conduzem ao pecado (2 CO 5.17,18; Gl 5.16.26; Rm 6.16-23; 8.1-13; 1 Jo 1.7; 2.29; 3.6-10; 5.1-5,18). Veja Mateus 18.8,9, notas. 5.29d Por 2 vezes, aparece a menção do cor­ po inteiro indo para o Inferno (w. 29,30; 10.28; nota. LC12.5; Ap 20.11-15). em Cristo e "finalizados" por Ele quando fez a nova aliança (2 Co 3.6-15; At 15.5-29: Gl 3.19- 25; 4.21-31; 5.1-5,18; Ef 2.15; Cl 2.14-17; Hb 7.11-28; 8.6-13; 9.1-22; 10.1-18; Rm 10.4). 5.19a As leis e os mandamentos da nova alian­ ça são tào obrigatórios quanto os da antiga aliança (Tg 2.10). Existem 1.050 mandamentos na nova aliança, além de outros ensinamentos não expressos na forma de mandamentos. Veja Os mandamentos do NT, p 2059. 5.19b Veja notas, Lucas 7.28. 5.19c veja nota. 4.17. 5.20a Observe a autojustificação deles em Ma­ teus 12.22-30; 15.1-14; 16.12; 23.1-33; Lucas 11.39-54; 18.9-14; Romanos 10.1-3; Gãlatas 1.14; 2.14; Filipenses 3.2-6. 5.21a Êxodo 20.13; Deuteronômio 5.17. 5.21b Nào é citação de nenhum texto bíblico específico, provavelmente um antigo comentá­ rio. 5.22a Cristo fala com autoridade ao fazer as leis da nova aliança (Mt 7.29; 26.28; Jo 1.17). 5.22b Os homens devem ter motivos justos e corretos para irar-se, e mesmo assim devem manter o temperamento sob controle (Ef 4.26). O fruto co Espírito é temperança ou domínio- próprio (Gl 5.22). 5.22c Uma palavra aramaica de enorme ofensa e escárnio, como ardiloso ou desprezível. 5.22d O Sinédrio, composto dc 71 juizes c pre sidido pelo sumo sacerdote, ou um conselho local de cada sinagoga, composto de 3 ou mais homens. 5.22e Gr. moros, um reprovado moral, destituí­ do de qualquer espiritualidade. 5.22f Gr.gehenna (heb. gay hinnom, vale de Hi- nom), próximo a Jerusalém, onde o fogo ficava aceso ininterruptamente para queimar o lixo e purificar o ar para prevenir doenças (is 30.33, Jr 7.31,32; 19.6-14; 2 Rs 23.10). Usada 12 vezes como inferno, o lugar da punição eterna para os pecadores (Mt 5.22,29,30; 10.28; 18.9; 23.15,33; Mc 9.43-47; Lc 12.5; Tg 3.6). O mesmo que "lago de fogo” (Ap 19.20; 20.11-15; 21.8); "fornalha de
  10. 10. longe de ti, porque teé melhor que um dos teus membros se perca do que todo o teu corpo sejalançado no Jinfcmo. (e) No divórcio e novo casamento (Mt 19.3-9; Lc 16.18) • 31Também foi dito: 'Qualquer que Meixar sua mulher, que lhe dê ‘carta de desquite. • 32Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, -*anão ser por causa de prostituição, faz que ela cometa ^adultério; e qualquer que casar com a repudiada comete adultério. (f) Nosjuramentos (Tg 5.12; Sl 15.4; 76.11) • 33Outrossim, ouvistes que foi dito aos antigos: “Não ^perjurarás, mas cumprirás teus juramentos ao Senhor. • 34Eu, porém, vos digo que, de maneira nenhuma, jureis nem pelo céu, porque é o trono de Deus, 35nem pela terra, porque é o escabelo de seus pés, nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei, 36nem jurarás pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto. • 37Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna. (g) Na retaliação (Mt 18.21; Lc 6.29; 17.1) 38Ouvistes que foi dito: 'Olho por olho edente por dente. • 39*Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer tebater na facedireita, oferece-lhetambém aoutra; •^ e ao que quiser pleitear contigo e tirar-te a vestimenta, larga-lhe também a capa; #41'e, se qualquer te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas. • 42*Dá a quem te pedir enão te desvies daquele que qui­ ser que lhe emprestes. (h) No amor (Lc 6.27;Jo 13.34; 15.9; 17.26) 43 Ouvistes que foi dito: 4Amarás o teu próximo e^abor- recerás o teu inimigo. • 44dEu, porém, vos digo: Amai avossos inimigos, bendi­ zei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem, A 45 para que sejais filhos do Pai que está nos céus; porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons e a chuva desça sobre justos e injustos. 4é4Pois, se amardes os que vos amam, que galardão te­ reis? Não fazem os *publicanos também o mesmo? 47 E, se saudardes unicamente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os publicanos também as­ sim? • 48Sede vós, pois, ■‘perfeitos, como éperfeito o vosso Pai, que está nos céus. (i) Na esmola (M t 5.42; 6.1; 19.21; Lc 11.41; 12.33) 6 #JGUARDAI-VOS de fazer a vossa ^esmola diante dos homens, para serdes vistos por eles; aliás, não te- 5.30a Usada 3 vezes aqui (w. 22,29,30; 18.8,9; MC 9.43-48; IS 66.24). 5.31a Deuteronômio 24.1-4; isafas 50.1; Jere­ mias 3.8. 5.31b Gr. apoluo, soltar (Mt 18.27; At 26.32); lk bertar (Mt 27.15-26); despedir (Lc 14.4; At 15.30; Mt 14.15-23); deixar (Mt 1.19; 5.31); repudiar (Mt 5.32; 19.3-9; MC 10.2-12; LC 16.18). Reoudiar aqui significa divorciar, e assim era aceito pelos jjdeus. Se o divórcio era causado pela fornicação - um pecado que Deus consi­ derava um dos mais sérios -, o ato de repudiar era legal, cristão e sancionado por Cristo. Ele tornava o compromisso nulo, assim como an­ tes do casamento (cf. Dt 24.1-4). 5.31c Um documento legal, dissolvendo os laços matrimoniais. Chamado de "carta de desquite" (v. 31), "carta de divórcio" (Mt 19.7; is 50.1; Jr 3.8; Mc 10.4), e "carta de repúdio" (Dt 24.1-3). Veja notas, 19.1-12; Marcos 10.2-4; 1 Coríntios 7. 5.32a Fornicacão na Bíblia significa: adultério de casados ou solteiros (Mt 5.32; 19.9; 1 Co 7.2; 10.8; 1 Ts 4.3; Ap 9.21); incesto (1 Co 5.1; 10.8); idolatria e adultério em honra aos ídolos pagãos (2 Cr 21.11; Is 23.17; Ez 16.15,26,29; At 15.20,29; 21.25; Ap 2.14-21; 14.8; 17.2-4; 18.3- 9; 19.2); orosrituiçáo física (Jo 8.41; 1 Co 6.13- 18); prostituição esoiritual (Ez 16.15,26,29; Ap 17.2-4; 18.3-9; 19.2); SQdQmja e prostituição masculina (1 Co 6.9-11; Hb 12.16; Jd 6,7; Rm 1.24-29; 2 C0 12.21; Gl 5.19; Ef 5.3; Cl 3.5). Todas essas passagens se aplicam somente aos solteiros? Se não, então a fornicação não se aplica apenas aos solteiros, como alguns ensinam. 5.32b O adultério é um relacionamento ilegal entre homem e mulher, solteiros ou casados. Das 69 vezes em que esse pecado é mencio­ nado nas Escrituras, somente 2 passagens se referem ao adultério espiritual (Jr 3.3-12 Ez 16.37). Esse termo não é utilizado para abran­ ger todas as formas de lascívia, como a fornica­ ção. Todo adultério é fornicação, mas nem toda fornicação é adultério. 5.33a Levítico 19.12; Números 30.2; Deutero­ nômio 2321. 5.33b Gr. epiorkeo. jurar falsamente. Fazer ju­ ramento pelos céus. terra ou qualquer outra coisa que nós não temos o poder de mudar é proibido (W 5.33-37; Tg 5.12), mas fazer jura­ mentos e votos para dizer a verdade é sempre certo (Mt 5.33; Hb 6.16; Gn 22.16; 28.20). 5.38a êxodo 21.24; Levítico 24.20; Deuteronó- mio 19.21. 1 Não retaliar (v. 39; Rm 12.14). 2 Fazer mais do que o requerido (v 40,41). 3 Ser amável e generoso (v. 42). 5.41a uma referência ao costume do serviço compulsório daqueles que fossem abordados por um oficial do rei para tratar dos interesses do rei. Uma recusa era considerada uma ofensa imperdoável contra o rei (Mt 27.32; Mc 15.21). 5.42a O que cada um puder arcar com justiça para as obrigações familiares e pessoais (1 Tm 5.8; Lc 6.38; 2 Co 9.6-8; 1 Jo 3.17). 5.43a Levítico 19.17,18; Mateus 22.39; Lucas 10.27. 5.43b Êxodo 17.14-16; Deuteronômio 7.1,2; 23.3-6. 5.44a 4 mandamentos no v. 44: 1 Ame seus inimigos. 2 Abençoe quem o amaldiçoa. 3 Faça o bem àqueles que o odeiam. 4 Ore pelos seus perseguidores. Esses são 4 dos 1.050 mandamentos do n t que devem ser obedecidos pelos crentes. A impres­ são universal de que no cristianismo existem 10 mandamentos para ser obedecidos está longe da verdade, veja Mandamentos do NT. p. 2059. 5.46a Perguntas 5-8. Próxima. 6.25. 5.46b Coietores de impostos. Usada 17 vezes. Eles eram desprezados pelos judeus, pelo que qualquer referência sobre ser algo menor do que essa classe era a pior coisa que poderia ser dita de qualquer religioso. Eles eram clas­ sificados como pecadores (Mt 9.10.11; 11.19; 21.31,32). Muitos se arrependeram e foram batizados (Lc 3.12; 7.29) Um deles se tornou apóstolo (Lc 5.27-29; 19.1-10). 5.48a Gr. teleios. completo em conformidade com as leis de Deus. 1 Quebrantado de espirito, preocupado com os outros, humilde, faminto por justiça, misericor­ dioso. puro de coração, sábio, paciente, amoro­ so, alegre e gracioso (5.3-12). 2 Sal para preservar e luz para brilhar (5.13-16). 3 Um professor e guardião da verdade (5.17-19). 4 Livre de hipocrisia, egoísmo e rancor (5.20-24). 5 Um pacificador (5.9,25,26) 6 Livre da luxúria (5.27-30). 7 Um homem de família (5.31,32). 8 Verdadeiro (5.31-37). 9 Não-resistente aos maus-tratos (5.38-41). 10 Caridoso, bom vizinho e um reflexo de Deus na sociedade (5.38-47). 1 Do novo nascimento (2 Co 5.17; 1 Jo 2.29; 3.5-10; 5.1-4,18). 2 Do caminhar e viver no Espírito (Rm 8.1-13; Gl 5.16-26). 3 Do uso correto das armas cristãs (2 Co 10.5- 7; Ef 6.10-18; Cl 2.6-10; 3.3-10; 2 Tm 2.21). 6.1a Gr prosecho. prender a mente, prestar extre­ ma atenção a, e aplicar o que observar (At 5.35; 8.6,10; 1Tm 4.1; Lc 21.34; Hb 2.1).A frase é usada 29 vezes no AT e 28 vezes no NT.Veja nota, 11.2 6.1b Esmolas eram atos de caridade e solicita­ das somente pelos desafortunados. 1 Dar esmolas:devia ser feito com simpMdadê (6.1-4:; com liberalidade (Dt 15.11; Rm 12.8); e com alegria (2 Co 9.7). 2 Usufruir (Lv 25.35; Dt 15.7-11; Is 58.7; Mt 5.42; LC 11.41; 2 Co 9.5; 1 Tm 6.18). 3 Recompensa (Dt 14 28.29: 15 10; Mt 10 42; 19.21; LC 12.33). 4 Exemolos (Lc 19.8; At 9.36; 10.2; 2 Co 8-9).
  11. 11. reis ‘galardão junto de vosso Pai, que está nos céus. • 2Quando, pois, deres esmola, não faças tocar trombeta diante de ti, como fazem os 'hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. Em ver­ dade vos digo que hi receberam o seu galardão. #3Mas, quando tu deres esmola, 'não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita, a 4 para que a tua esmola seja dada ocultamente, e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente. (j) Na oração: sozinho com Deus (Lc 11.1; 18.1;Jo 14.12; 15.7) • 5E, 'quando orares, não sejas como os hipócritas, pois se comprazem em orar cm pé nas sinagogas e às esquinas das mas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. a%6Mas tu, quando orares, entra no teu ‘aposento e, fe­ chando a tua porta, ora a*teu Pai, que vê o que está ocul­ to; e teu Pai, que vê o que está oculto, te recompensará. (k) Na oração: a onisciência do Pai (M t 6.25; 11.25; Rm 11.33) • 7E, orando, não useis de vãs repetições, como os gen­ tios, que pensam que, por muito falarem, serão ouvidos. • 8Não vos assemelheis, pois, a eles, 'porque vosso Pai sabe o que vos é necessário antes de vós lho pedirdes. (I) Na oração: a oração modelo (Lc 11.2) • 9'Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome. 10'Venha o teu Reino. *Seja feita a tua vontade, tanto na terra como no céu. 110 pão nosso de cada dia dá-nos hoje. 12Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoa­ mos aos nossos devedores. 13'E nãonosinduzas àtentação, maslivra-nosdomal; porque *teu éo Reino, eo poder, eaglória, para sempre. Amém! (m) Na oração: condições da oração respondida (Mt 7.7; 17.20; 18.18; 21.22; Mc 9.23; 11.22;Jo 15.7) a 14 Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós. 15Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas. (n) No jejum (Mt 9.15; 17.21; Lc 5.33) #16E, quando 'jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas, ^porque desfiguram o rosto, para que aos homens pareça que jejuam. Em verdade vos digo que cjá receberam o seu galardão. • I7Porém tu, quando jejuares, unge a cabeça elava o rosto, A 18 para não pareceres aos homens que jejuas, mas sim a teu Pai, que está oculto; 'e teu Pai, *que vê o que está oculto, te recompensará. (6) Avisos aos crentes (Mt 6.19-7.29) A. Contra a confiança nas riquezas (M l 13.22; 19.16; Lc 12.15; 1 Tm 6.17) • 19Não 'ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferru­ gem tudo consomem, eonde os ladrões minam e roubam. A#20'Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a*traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam, nem roubam. 21'Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração. B.Contra a duplicidade (Lc 16.9; cf. Tg 1.5; Hb 10.38) . 22'A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem *bons, todo o teu corpo terá luz. 23Se, porém, os teus olhos forem 'maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que em ti há são ^trevas, quão grandes serão tais trevas! 24'Ninguém pode servir adois senhores, porque ou há de *odiar um eamar o outro ou sededicará a um edespreza­ rá o outro. rNão podeis servir a Deus e a ^Mamom. 6.1c Terceira das 13 vezes em Mateus. Cada boa otra será recompensada se feita pelos mo­ tivos corretos {Mt 5.12; 6.1,18; 10.41,42; 16.27; MC 9.41; LC 6.23,35; Rm 14.10,11; 1 CO 3.8-15; 9.17,18; 2 Co 5.10; Cl 2.18; 3.24; 2 Tm 4.14; Hb 10.35; 11.26; 2 Pe 2.13; Ap 11.18; 22.12). 6.2a A:ores - atuando sob uma máscara; simu­ lando princípios não adotados e paixões não sentidas (Mt 22.18; 23.28; 24.51; Mc 12.15). Eles literalmente soavam trombetas sob o pretexto de chamar os pobres, apesar de não desejarem nada mais além do que glorificar-se dando es­ molas em público. Veja Jó 27.8. 6.2b Eles já receberam tudo o que lhes é devido. 6.3a Una expressão idiomática para verdadei- 6.5a O caminho para a resposta da oração em segredo (7.7-11). 6.6a Gr. tameion, armazém ou sala para pri­ vacidade e intimidade; câmara secreta (v. 6; 24.26; LC 12.3,24). 6.6b Dar em segredo será honrado publica­ mente poi DeuS(CÍ. 10.40-42). 6.8a Veja 18 fatos sobre Deus em M ateus 5-7, p. 1589. 6.9a Veja 23 elem entos da oração do Pai Nosso. p. 1589. 6.10a A oração dos crentes pelo reino vindou­ ro e pela segunda vinda de Cristo (Zc 14; Ap 11.15; 19.11-20.10; Mt 25.31-46). 6.10b 10 fatos sobre a vontade de Deus: 1 Ore para que ela seja feita na terra (v. 10). 2 Faça-a sua comida (Jo 4.34). 3 Procure-a como Cristo procurou (Jo 5.30). 4 Compreenda-a (Ef 5.17). 5 Faça-a de coração (Ef 6.6). 6 Viva-a (1 Pe 2.11-17). 7 Que todos sejam salvos (1 Tm 2.4; 2 Pe 3.9). 8 Que nào sejam conformados com o mundo (Rm 12.2). 9 Que possua nosso corpo em santidade (1 Ts 4.3,4; 1 Co 3.16,17; 6.19,20). 10 Que você peça o que desejar (Jo 15.7). 6.13a Náo permitir que sejamos dominados pelo mal, mas que nos livre do Diabo. 6.13b Alguns críticos omitem a doxologia, po­ rém de 500 códices que contêm essa oração, apenas 8 a omitem. 6.16a Veja Jejum e oração, p. 996. 6.16b Cobrir suas faces com cinzas. 6.16c O louvor dos homens é o máximo que recebem. 6.18a O segredo da recompensa no jejum (cf. jejum dos hipócritas, Lc 18.11,12). 6.18b veja w. 3,4 e 6. 6.19a No Oriente, tesouros eram roupas finas, armaduras polidas, armas de guerra, ouro e jóias. Traça e ferrugem eram tão destrutíveis para eles quanto os ladrões. 6.20a Ajuntar tesouros no céu é consagrar-se completamente a Deus e ajudar todos aqueles que têm necessidades. Mesmo cada copo de água gelada dado com o espírito correto será recompensado (Mt 10.40-42). 6.20b As mansões e móveis no céu estâo protegidos contra a traça e os cupins; metais estão livres da ferrugem; pedras preciosas estão salvas dos ladrões; e todos os cora­ ções estão livres do medo ou da perda para sempre. 6.21a Razão do conselho em Colossenses 2.1-4. 6.22a Gr. bchnos, lamparina alimentada com óleo, queimando por um tempo e então se apa­ gando. Traduzido como candeia 11 vezes (Mt 5.15; 6.22; MC 4.21; LC 8.16; 11.33,34,36; 12.35; 15.8; Jo 5.35; Ap 18.23); Uiz (2 Pe 1.19): e lâm- Dadâ(Ap 21.23; 22.5). 6.22b Limpos, sadios, não afetados por man­ chas ou catarata. Veja nota, Lucas 11.34. 6.23a Gr. porteros, mau, perverso, doente, cego, como em Mateus 20.15; Marcos 7.21-23; Romanos 1.29-32; Gálatas 5.19-21. Para os ju­ deus, um olho mau denotava um homem mau, invejoso, cobiçador, talvez capaz de "jogar uma maldição" sobre alguém e causar-lhe algum dano. 6.23b João3.16-20; 2 Coríntios 4.4; Efésios 5.11. 6.24a Uma impossibilidade absoluta. 6.24b Odiar nesse versículo é uma expressão idiomática para preferência (nota, Lc 14.26). Se os homens preferem o pecado e Satanás a Deus, então são do Diabo (1 Jo 3.8) e serão en­ viados para o inferno junto com ele (Mt 25.41).
  12. 12. C. Contra a preocupação e a ansiedade (Lc 12.22; cf. Fp 4.6; 1 Pe 5.7) • 25Por isso, vos digo: •‘não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. *Não é a vida mais do que o manti­ mento, e o corpo, mais do que a vestimenta? 26Olhai para as aves do céu, que não semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas? 27E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um *côvado à sua ^estatura? 28E, quanto ao vestuário, porque andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham, nem fiam. 29E eu vos digo que nem mesmo "Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles. 30“Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no frforno, não vos vestirá muito mais a vós, chomens de pequena fé? • 3I Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que co­ meremos ou que beberemos ou com que nos ves­ tiremos? 32 (Porque todas essas -coisas os gentios procuram.) De certo, vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de to­ das essas coisas; A#33jMas buscai primeiro o ^Reino de Deus, e a sua cjustiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas. • 34"Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal. D. Contra a caça aos argueiros (Lc 6.41;Jo 7.24; 8.7) 7 *NAO julgueis, para que não sejais julgados, 2jporque com o juízo com que julgardes sereis julga­ dos, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós. 3*E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão e não vês a trave que está no teu olho? 4Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o “'argueiro do teu olho, estando uma ^trave no teu? • 5'Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e, então, cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão. E. Contra o uso indiscriminado das coisas santas • 6,íNão deis aos *cães as coisas santas, nem deiteis aos ‘porcos as vossas pérolas; para que não as pisem e, voltando-se, vos despedacem. 6.24c A segunda vez que essa impossibilidade é citada nesse versículo. 6.24d Riquezas (notas em Lc 16.9-13). 6.25a Não se preocupar, ficar ansioso, ator­ mentado. 8 razQe.S-Por que nâQ_devemos prgocupar- nos: 1 A vida é mais do que o mantimento (v. 25). 2 0 corpo é mais do que o vestuário (v. 25). 3 O homem tem mais valor do que os bens materiais (v. 25). 4 o homem tem mais valor que as aves do céu, as quais Deus alimenta sem que elas precisem trabalhar (v. 26). 5 A preocupação não consegue mudar o cor­ po (v. 27). 6 Os homens são melhores que as plantas, que não se preocupam com o seu vestuário (VV. 28-30). 7 A providência de Deus está sobre toda a criação, não somente sobre as aves e plan­ tas, que nunca compram, vendem, manufa- turam ou trabalham (w. 26-32). 8 A preocupação é inútil e pecaminosa e não deve ser tolerada (w. 33.34). 1 Pecado e produz medo. 2 Uma doenca que causa outras enfermida­ des. 3 Ajuntar problemas que não poderão ser resolvidos com a preocupação. 4 Especular sobre o que pode não aconte­ cer. 5 Criar problemas, miséria, morte. 6 um fardo emprestado do amanhã e que outros deviam estar carregando. 7 um peso que mata prematuramente. 8 Suicídio físico e mental. 9 um coveiro que não possui nenhuma sim­ patia por você. 10 Desnecessário e perda de tempo e esfor­ ços que deviam ser empregados em coisas que valem a pena. 11 Um ladrão da fé. paz e confiança no nosso Pai celestial infalível. 12 Uma pedra de tropeço para os outros. 13 Uma desgraça para Deus e nunca deveria ser tolerada pelos crentes. e menos ainda amanhã, sob a vista da fé. afligem aqueles que confiam em Deus. 16 Tormento sobre algo que provavelmente se tornará uma bênção se acontecer. 17 Viver como um órfão, sem o Pai celestial. 18 Um citme contra Deus, o homem, a natu­ reza e um melhor julgamento. 19 Crueldade mental contra sí mesmo e os outros. 20 Tolice, pois qualquer coisa que estiver para acontecer não pode ser impedida pela preocupação; e se não acontecer, não existe razão para a preocupação. As adversidades certamente virão, esó seremos vitoriosos se depositarmos nossa confiança em Deus. 6.25b Perguntas 9-12. Próxima, v. 30. Cf. va­ lores contrastantes. Lucas 12.13-34. 6.27a Cerca de 50 cm. Cf. Lucas 12.25. 6.27b Cf. Lucas 2.52; 19.3; Efésios 4.13. 6.29a 1 Reis 9.14-28; 10.10; 2 Crónicas 9.13- 28. 6.30a Perguntas 13-16. Próxima, 7.3. 6.30b Os orientais queimavam grama e palha para aquecer seus fornos (1 Rs 17.10; Sl 58.9). 1 Envolvendo as necessidades da vida (v. 30). 2 Envolvendo o perigo (8.26). 3 Envolvendo a veracidade dos milagres (14.31). 4 Envolvendo a comida (16.6-12). 6.32a 0 estômago e as costas do pecador (o que beber e o que vestir) são seus deuses, e ele os adora na concupiscência da carne, na concupiscência dos olhos e na soberba da vida (1 Jo 2.15-17). 6.33a Caçar ansiosamente, como em Lucas 15.8; 17.33. 6.33b Aparece somente 5 vezes em Mateus (6.33; 12.28; 19.24; 21.31,43), mas “reino dos céus* é usado 33 vezes (veja nota, 4.17). 6.33c Veja justiça. Romanos 3.26. nota. 6.34a Não se atormentar acerca do ama­ nhã, porque cada dia terá o seu próprio mal. Cuidar de cada dia já é o suficiente para do­ minarmos. uma preparação consciente para 0 futuro não é censurada, mas afligír-se por causa disso é condenado, veja nota, 6.25. 7.1a Não procure falhas em ninguém além de si mesmo, senão exporá suas próprias tendências e inclinações ao erro. 7.2a Principal razão para não fazer isso (Gl 6.7,8). 7.3a Perguntas 17-18. Próxima, v. 9. 7.4a Gr. karphos. cisco, palha ou qualquer partícula de poeira (v. 3; Lc 6.41). 7.4b Gr. dokos, uma trave de madeira (v. 3; Lc 6.41). Por que concentrar-se na lasca nos olhos de seu irmão, se você não está enxer­ gando a tora em seus próprios olhos? 7.5a Veja também Lucas 13.15; Jó 20.4,5; 27.8; Provérbios 11.9. 7.6a Não force a verdade sobre os rebeldes que a rejeitam, nem dê coisas espiritualmen­ te preciosas para os levianos. 1 Homossexuais (Dt 23.18). 2 Qualquer um desprezado (1 Sm 17.43; 24.14; 2 Sm 9.8; 16.9; 2 RS 8.13). 3 Poderes satânicos (Sl 22.20). 4 Homens perversos (Sl 22.16; 59.6,14). 5 Falsos profetas (is 56.10; Fp 3.2). 6 Pessoas enganadoras (Mt 7.6; Ap 22.15). 7 Tolos (PV 26.11). 8 Gentios (Mt 15.26,27; MC 7.27,28). 9 Apóstatas (2 Pe 2.20-22). 1 Mulheres indiscretas (Pv 11.22). 2 Pessoas enganadoras (Mt 7.6). 3 Apóstatas (2 Pe 2.20-22).
  13. 13. F. Contra a incredulidade: a paternidade de Deus e a certeza de resposta a oração (M t 6.25; Lc 11.5; 18.1) a 7'Pedi, e dar-se-vos-á; 'buscai e encontrareis; fbatei, e abrir-se-vos-á. a 8Porque 'aquele que pede recebe; eo que busca encon­ tra; e, ao que bate, *se abre. 9'E qual dentre vós é o homem que, pedindo-lhe pão o seu filho, lhe dará uma pedra? 10E, pedindo-lhe peixe, lhe dará uma serpente? A 11 Se, vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, “quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará *bens aos que lhe pedirem? G. Contra o egoísmo: a regra de ouro (Lc 6.31) #12'Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos fa­ çam, fazei-lho também vós, porque estaéalei eos profetas. • 13“Entrai pela aporta estreita, fporque larga é a porta, c espaçoso, o caminho ‘'que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; 14E porque estreita é a porta, e apertado, o caminho 'que leva à vida, epoucos há que a encontrem. H. Contra osfalsosprofetas e enganos (Mt 24.4,24) 5'Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. 16'Por seus frutos os conhecereis. bPorventura} colhem- se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? 17*Assim, toda árvore boa produz bons frutos, e toda ár­ vore má produz frutos maus. 18Não pode a árvore boa dar maus frutos, nem a árvore má dar frutos bons. 19'Toda árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. 20Portanto, pelos seus frutos os conhecereis. 1. Contra a simplesprofissão da salvação (Lc 13.22-30) ★A21'Nem todo o que me diz: ^Senhor, Senhor! entrará no fReino dos céus, mas aquele que faz avontade de meu Pai, que está nos céus. A 22 'Muitos me dirão naquele Dia: ^Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E, cm teu nome, não expulsamos demónios? E, em teu nome, não fizemos muitas maravilhas? a 23E , então, lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade. ]. Contra a insegurança: duasfundações (M t 7.13; Lc 6.47-49) 24Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras 'e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edi­ ficou a sua casa sobre a rocha. 7.7a Gr.a/feo, CêdiKJo 15.7; Mt 21.22; 27.58; MC 11.24; 15.43; LC 1.63; 12.48; 1 CO 1.22; Tg 1.5-8; 1 Pe 3.15; 1 Jo 3.22; 5.14-16). A idéia aqui é de requerer algo que é de direito por família ou redenção. É usada 5 vezes nos vv. 7-11. É da vontade de Deus que peçamos e recebamos o que queremos (SI 23.1; 34.9,10; 83.11; Mc 11.24; Jo 15.7,16). 7.7b A busca deve ser de todo o coração (Dt 4.29; 2 Cr 7.14; 11.16; 15.2; Pv 8.17; Lc 15.8; Cl 3.1; Hb 11.6; Tg 1.5-8; 1 Pe 3.11). 7.7c A terceira forma de conseguir uma res­ posta para a oração (Lc 11.5-13; 18.1-8). Pedir implica querer; buscar implica a perda; bater implica necessidade. Devemos pedir com con­ fiança e humildade, procurar com cuidado e aplicação, e bater com anseio e perseverança (LC 11.4-8). 7.8a Nessa regra, não há exceção para ninguém. Se algo diferente do que está escrito aqui acon­ tece, é por causa da falha em pedir com fé, sem hesitação (Tg 1.5-8), em buscar diligentemente (Hb 11.6), e em bater importunamente (Lc 11.5- 13; 18.1-8). A única razão para uma oração não respondida para o crente é a "incredulidade" (Mt 17.17-21; Tg 1.5-8; Hb 11.6). A incredulidade é causada por ensinamentos errados (Rm 10.17). As promessas são ilimitadas (SI 34.9,10; 84.11; 91.1-12; Mt 17.20; 21.22; Mc 9.23; 11.22-24; Jo 15.7,16), de maneira que, se existe alguma limi­ tação na resposta, é a limitação da fé, não da vontade ou do poder de Deus. 7.8b No Oriente, a porta só é aberta depois que a pessoa que bate é identificada (Lc 11.5-8). Observe a tripla certeza de uma resposta - dar, achar e abrir. 7.9a Perguntas 19-21. Próxima, v. 16. 7.11a Se um pai que é mau procura, com to­ das as suas forças, fazer com que seus filhos recebam o que pediram e que sempre estejam alimentados, vestidos, felizes, prósperos, sadios, protegidos e livres do sofrimento, QUANTO MAJS o Pai celestial fará pelos seus filhos "que pedi­ rem a Ele”. Lucas acrescenta: "dará... o Espírito Santo àqueles que lho pedirem" (Lc 11.13). 7.11b Se livramento dos perigos, proteção con­ tra o mal. cura do corpo e saúde, prosperidade material ou qualquer outra resposta para a ora­ ção é "algo bom", então peça para receber e não questione mais a vontade de Deus sobre esse assunto. É já a vontade divina, ou então o ensinamento dos w. 7-11 é falso. 7.12a um resumo de todos os ensinamentos dos w. 1-12 sobre julgamento, procurar faltas nos outros, desperdiçar coisas santas e respon­ sabilidade paterna. Na verdade, esse é o resumo da lei e dos profetas. 7.13a Cf. Lucas 13.24-27 e observe as razões da entrada pelos dois caminhos (Dt 30.15; 1 Rs 18.21; 2 Pe 2.2,15) Veja também os dois des­ tinos aqui e em Mateus 25.46; Tiago 5.28,29; Gálatas 6.7,8. Até a destruição pela morte física pode ser cancelada através do arrependimento (LC 13.1-5; JO 3.16-20; At 3.19; 1 J0 1.9), e a vida pode ser cancelada pelo pecado (Gn 2.17; Ez 18.4; Rm 8.12,13). 7.13b Uma alusão à estrita observância da re­ gra de ouro do v. 12, do arrependimento e da caminhada no estilo de vida cristão até o fim do caminho estreito. 7.13c uma alusão ao descuidado e pecami­ noso estilo de vida do incrédulo, insinuando que ser vingativo e invejoso e tomar vantagem sobre outros para tornar-se mais rico é mais fácil do que caminhar de acordo com a regra de ouro. 7.13d Esse estilo de vida conduz ã destruição, que, na verdade, não vem até que se chegue ao fim do caminho (Rm *.16-23; 8.12,13; Gl 5.19-21; 6.7,8; Hb 9.27). isso acontece porque essa destruição pode ser cancelada deixando- se de lado o pecado e voltando-se para Deus (At 26.18). 7.14a Esse caminho estreito conduz à vida, mas ela não pode ser considerada um direito já garantido até que se chegue ao fim do caminho (notas em Jo 6.27; 10.1-28; 15.1-8). 7.15a Afaste-se de profetas ou professores fal­ sos (nota, 1 Jo 4.1). 7.16a 7 formas de reconhecer um falso profeta: 1 Pela sua_CQ0duta exterior (v. 15; 5.20; 6.1-24; 13.1-23; 2 Tm 3.5). 2 Pelo seu estado interior (v. 15; 5.22,28; 23.25- 28; MC 7.21-23). 3 Pelo tiPQ de frutos que seu trabalho produz (W. 16-20; 23.1-24; 2 CO 11.13-15; Fp 1.15-17; 3.3,17-19). 4 Pelo tiPQ de frutos da doutrina ensinada (w. 16-20; 12.33-37; 15.1-9; 16.12; 23.1-33; 1 Tm 4.1-6; 6.3-5; 2 Tm 3.1-8; 4.1-4; 2 Pe 2). 5 PQr professar fazer,..mai.nã.Qlaze.r_avjMadê de Deus (v. 21; 5.20; 23.1-33). 6 Pelo apoio satânico (v. 22; 24.24; At 8.9-13; 13.6-13; 16.16-24; 2 Co 11.13-15; 2 Ts 2.8-12; Ap 13.1-18; 16.13-16; 19.20). 7 Pelo seu destino (v. 23; 25.41,46; 2 Co 11.13- 15; Ap 19.20; 20.10-15). 7.16b Pergunta 22. Próxima, v. 22. 7.17a Assim como isso é verdade no plano natural, também o é no espiritual. Um homem não pode ser um santo e um pecador ao mes­ mo tempo (v. 24; Rm 6.16-23; 8.13). 7.19a Que sentença sobre os pretensos pre­ gadores e cristãos que não apresentam bons frutos! (v. 19; Jo 15.1-8). 7.21a 6a profecia do NT em Mateus (7.21-23, não cumprida. Será cumprida no julgamento do grande trono branco, Ap 20.11-15; At 17.31). Pró­ xima, 8.11. 7.21b Nenhuma pessoa que simplesmente con­ fessa sua fé em mim e no meu trabalho de expia­ ção será salva, "mas aquele que faz a vontade de meu Pai" (v. 21; 1 Pe 4.18; Hb 12.14; Tg 1.19-27; Rm 6.16-23; 8.12,13). 7.21c Veja notas, Mateus 4.17; 19.24. 7.22a "Muitos" serão perdidos (w. 13,22; 20.16), e "poucos" serão salvos (v. 14; 22.14; Lc 13.23-30). 7.22b Perguntas 23-25. Próxima. 8.26. Isso é o que alguns irão dizer, para tentar escapar do inferno, mas não está explicitado se eles real­ mente fizeram tais coisas. 7.24a O "praticar" é o verdadeiro teste (nota. v. 21). Observe os dois tipos de pessoas, funda­ ções, construções e resultados numa inundação (w. 24-27).
  14. 14. 25E desceu a chuva, e correram “rios, e assopraram ven­ tos, e combateram aquela casa, e nâo caiu, porque estava edificada sobre a rocha. 26E aquele que ouve estas minhas palavras e as não cum­ pre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia. 27E desceu achuva, ecorreram "rios, eassopraramventos, e combateram aquela casa, ecaiu, efoi grande a sua queda. 28E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou da sua doutrina, 29porquanto os ensinava com autoridade e não como os '‘escribas. 8. Jesus cura o leproso (Mc 1.40; Lc 5.12) 8E, DESCENDO cie do monte, seguiu-o uma ‘‘grande multidão. 2E eis que veio 'um leproso e o ^adorou, dizendo: Pe­ nhor, áse quiseres, podes tornar-me limpo. 3E Jesus, estendendo a mão, “tocou-o, dizendo: *Quero; sc limpo. CE logo ficou purificado da lepra. 4Disse-lhe, então, Jesus: Olha, •‘não o digas a alguém, mas vai, mostra-te ao sacerdote e apresenta a oferta que ^Moisés determinou, para lhes servir de testemunho. 9. A cura do servo do centurião (Lc 7.1-10) 5E, entrando Jesus em Cafarnaum, chegoujunto dele um ■‘centurião, rogando-lhe 6e dizendo: Senhor, o meu criado jaz em casa “paralítico e^violentamente atormentado. 7E Jesus lhe disse: Eu irei e lhe darei saúde. 8E o centurião, respondendo, disse: Senhor, não sou digno de que entres debaixo do meu telhado, “mas dize somente uma palavra, e o meu criado sarará, 9pois cambém eu sou homem sob autoridade e tenho soldados às minhas ordens; e digo a este: vai, e ele vai; e a outro: vem, e ele vem; e ao meu criado: faze isto, e ele o faz. 10E “maravilhou-se Jesus, ouvindo isso, e disse aos que o seguiam: Em verdade vos digo que nem mesmo em *Isra- el encontrei tanta fé. ★A11 Mas eu vos digo “que muitos virão do Oriente e do Ocidente e assentar-se-ão à mesa com Abraão, e Isaque, eJacó, no ^Reino dos céus; a 12E o s “filhos do Reino serão lançados nas ^trevas exte­ riores; ali, haverá pranto e ranger de dentes. 13Então, disse Jesus ao centurião: Vai, “e como creste te seja feito. E, naquela mesma hora, o seu criado sarou. 10. A cura da sogra de Pedro (Mc 1.29; Lc 4.38) 14E Jesus, entrando na “casa de Pedro, viu a sogra deste jazendo com febre. 15E “tocou-lhe na mão, e a febre a deixou; e levantou-se e serviu-os. 11. Demónios expulsos: muitos são curados (Mc 1.32; Lc 4.40) 16E, chegada a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoni­ nhados, eele, com a sua palavra, expulsou deles os espíri­ tos e curou “todos os que estavam enfermos, ★ A17“para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta 7.25a Monções do Oriente, inundações e ventos causam grandes estragos a casas resistentes e destroem completamente algumas outras. 7.27a Gr. potamos. inundação (w. 25-27; Ap 12.15,16); río (Jo 7.38; Ap 22.1,2); e enchente (Lc 6.48,49). Veja catadupas (nota, Sl 42.7), para "ondas". 7.29a Veja escribas. 2.4, nota. 8.1a Normal para homens com poder vindo de Deus. 8.2a Veja nota sobre iepra (Êx 4.6). 8.2b Cristo aceita a adoração (nota, 15.25). 8.2c Primeira das 133 vezes nos Evangelhos, 84 vezes em Atos, e 150 vezes no restante do NT. Jesus é chamado de Senhor. Jesus se proclama Senhor (Mt 7.21,22; 21.3), assim como os profetas (Is 40.3 com Mt 3.3 e Ml 3.1 com Mc 1.2; Lc 2.27); ajijQS (Lc 2.11); e Deus e o Espirito Santo (Sl 110.1-5; Mt 22.43-45; Ml 3.1; At 2.36). Dois Senhores são mencio­ nados sentando-se lado a lado (Sl 110.1-5; Mt 22.43-45). 8.2d O constante questionamento da vonta­ de de Deus a cada vez que se ora é o maior impedimento à resposta para a oração. Todos os homens que acreditam em Deus crèem que Ele pode fazer todas as coisas, mas poucos acreditam que Ele irá fazer. É sempre da von­ tade de Deus que cada filho seu alcance o que deseja (Mt 7.7-11; 17.20; 21.22; Mc 9.23; 11.22- 24; Jo 15.7,16; Hb 11.6; Tg 1.5-8; 1 Jo 3.20-22; 5.13,14). veja Lucas 5.12. cou para promover a cura (w. 3,15; 9.29:17.7; 20.34; Mc 1.41; 7.33; Lc 5.13; 7.14; 22.51). Mui­ tos outros o tocaram e foram curados (Mt 9.21; 14.36; MC 3.10; 5.28; 6.56; 8.22; LC 6.19). 8.3b Deus nunca diz “não" a ninguém que vai até Ele com fé (Mt 7.7-11; 17.20; 21.22; Mc 9.23; 11.22-24; Jo 14.1-15; 15.7,16; Tg 1.5-8). 8.3c Nenhuma cura gradual é descrita na vida de Jesus. Alguns usam João 4.52 e Marcos 8-23-25 como desculpa para não crer nisso e como prova de uma cura gradual, mas em ambos os casos as pessoas foram curadas em menos de uma hora. 1 Ele não queria apresentar sua reivindicação de messianidade tão cedo em seu ministério e apressar a controvérsia que sabia que suas obras iriam causar. Mesmo depois, proibiu seus discípulos de tomar isso conhecido (Mt 16.13- 20). Ele não fez nenhuma reivindicação pública disso a princípio, somente realizou as obras que os profetas predisseram que o Messias iria fazer (Mt 11.1-6). 2 Ele queria que as pessoas cumprissem a lei e oferecessem o testemunho que Moisés mandou em tais casos (Lv 14.4,10,21,22). Em cada caso, a forma como a pessoa se tomou limpa tinha de ser levada ao conhecimento dos sacerdotes, e isso seria suficiente para provar sua messianidade aos sacerdotes. Os rabinos judeus ensinavam-que a limpeza dos leprosos seria uma característica do Messias, de manei­ ra que as suas obras provaram isso antes que Ele fosse forçado por seus opositores a fazer tal declaração. 3 Ele queria evitar a popularidade, a aclamação humana e os efeitos maléficos do clamor da multidão para tomá-lo Rei. Quando isso real­ mente aconteceu. Ele se retirou deles (Jo 6.15- 21). Depois dessa vez, Jesus sabia que era a hora de decJarar para as pessoas. Então, nunca mais disse: "Não o digas a alguém", como em Mateus 8.4; Marcos 8.26,30; Lucas 5.14; 8.56; 9.21. 4 Jesus estabeleceu um exemplo de fazer a cura passar por um teste antes que um teste­ munho sobre ela fosse feito. Qualquer cura real irá passar em qualquer tipo de teste. Qualquer pessoa que se proclama curada através de um milagre, quando não é, não é bíblico. 8.4b Primeira de 80 vezes em que Moisés é mencionado no NT. Essa é a prova de que ele escreveu Levítico. Veja Levítico 14.4-32. 8.5a Capitão de 100 homens, 60a parte de uma legião romana. 8.6a Um paralítico (nota, 4.24). 8.6b Gr. deinos, excessivamente, terrivelmente (LC 11.53). 8.8a Expressando fé absoluta no poder de Cris­ to. Eu tenho autoridade sobre 100 homens que têm de obedecer a qualquer coisa que eu diga. Você tem autoridade sobre os demónios e uma palavra sua será o suficiente para curar o meu servo. Quanta fé! sas: 1 Da fé desse gentio (v. 10). 2 Da incredulidade dos judeus (Mc 6.6). 8.10b Eles eram judeus (Mt 10.5). não cumprida, mas será cumprida no Milénio, Mt 25.31-46). Próxima. 9.15. 8.11b veja notas, Mateus 4.17; 19.24. 8.12a O reino foi primeiramente prometido para os judeus (nota. Jo 17.12). 8.12b Veja nota, 13.42. 8.13a A lei da fé (8.13; 9.29; Tg 1.5-8; Hb 11.6; Mc 11.22-24). 8.14a Pedro era um homem que tinha uma família, pelo que não poderia ter começado o celibato na igreja Católica (1 Co 9.5). 8.15a veja nota, 8.3. 8.16a veja nota, 13.58. 8.17a (8.17; is 53.4). Próxima, 11.10.
  15. 15. Isaías, que diz: Ele *tomou sobre si as nossas 'enfermi­ dades e levou as nossas ^doenças. 12. O discipulado é testado (cf. M t 10.37; 16.24, refs.) 18E Jesus, vendo em torno de si uma grande multidão, ordenou que passassem para a outra margem. 19E, aproximando-se dele um escriba, disse: Mestre, aonde quer que fores, eu te seguirei. 20E disse Jesus: As raposas têm covis, e as aves do céu têm ninhos, mas o “Filho do Homem não tem onde re­ clinar a cabeça. 21E outro de seus discípulos lhe disse: Senhor, permite- me que, primeiramente, ‘vá sepultar meu pai. #22Jesus, porém, disse-lhe: Segue-me e deixa aos “mor­ tos sepultar os seus mortos. 13. Jesus acalma a tempestade (cf. Lc 8.22; Mc 4.35) 23 E, entrando ele no barco, seus discípulos o segui­ ram. 24E eis que, no mar, se levantou uma “tempestade tão grande, que o *barco era coberto pelas ondas; ele, po­ rém, estava dormindo. 25 E os seus discípulos, aproximando-se, o desperta­ ram, dizendo: Senhor, salva-nos, que perecemos. 26E ele “disse-lhes: Por que temeis, homens de peque­ na fé? Então, levantando-se, repreendeu os ventos e o mar, e seguiu-se uma grande bonança. 27 E aqueles homens se maravilharam, dizendo: Que homem é este, que até os “ventos e o mar lhe obede­ cem? 14. Os endemoninhados gadarenos (cf. Mc 5.1-16; Lc 8.26-36) 28E, tendo chegado à “outra margem, à província dos *ga- darenos, saíram-lhe ao encontro dois endemoninhados, vindos dos fsepulcros; tão ferozes eram, que ninguém podia passar por aquele caminho. E eis que clamaram, dizendo: “Que temos nós contigo, Jesus, Filho de Deus? Vieste aqui atormentar-nos antes do tempo? 30E andava pastando distante deles uma manada de mui­ tos porcos. 31E os demónios rogaram-lhe, dizendo: Se nos expulsas, permite-nos que entremos naquela manada de porcos. 32E ele lhes disse: Ide. E, saindo eles, se introduziram na manada dos porcos; e eis que toda aquela manada de “porcos se precipitou no mar por um despenhadeiro, e morreram nas águas. 33Os porqueiros fugiram e, chegando à cidade, divulga­ ram tudo o que acontecera aos endemoninhados. 34E eis que “toda aquela cidade saiu ao encontro de Jesus, e, vendo-o, rogaram-lhe que seretirasse do seu território. 15. Retomo a Cafarnaum: a cura de um paralítico (Mc 2.1; Lc 5.17; cf.Jo 2.12) 9 E, EN TRAN DO no barco, passou para a outra mar­ gem, e chegou à asua cidade. E eis que lhe trouxeram um bparalítico deitado numa Ccama. 2 E Jesus, “vendo a fé deles, disse ao paralítico: Filho, tem bom ânimo; ^perdoados te são os teus pecados. 3E eis que alguns dos escribas diziam entre si: Ele blasfema. 8.17b Ambas palavras gregas - lambano, pe­ gar com a intenção de carregar remover (v. 17; 5.40), e bastazo. carregar ou levantar com a idéia de remoção (v. 17; Lc 7.14) - basicamen­ te significam o mesmo que a palavra hebraica nasa. carregar, levar sobre si a conta do pecado e da doença de alguém como se fosse sua (is 53.4; Lv 5.1,17; 16.22; 20.19,20; 24.15). O que foi que Ele pegou e tomou sobre si? Nesse caso específico, não são nossos pecados, mas nossas aflições (doenças) e sofrimentos (dores, is 53.4; Mt 8.17). Ele não os tomou sobre si so­ mente para compartilhar dos nossos sofrimen­ tos, mas para livrar-nos deles. Para Jesus, seria inútil carregá-los em nosso lugar se não fosse capaz de livrar-nos deles. Naturalmente, os pe­ cados foram carregados, mas também todas as doenças, enfermidades e todo o mal que o pe­ cado trouxe ao mundo (Rm 8.17-24; 1 Pe 2.24). Tais enfermidades não são apenas alguns tipos de doenças espirituais, como alguns ensinam, mas doenças físicas carregadas por Cristo jun­ tamente com o pecado. A redenção definitiva pela expiação não é somente remover todos os pecados, mas também todas as doenças, com a completa redenção do corpo como também da alma (Rm 8.11,17-24; Fp 3.21; Ef 5.27). Se Deus trata do pecado agora, Ele também trata das do­ enças. como é claramente revelado na verdade completa (Is 6.10; 61.1; Mt 13.15; Jo 10.10). “ Eêz las suas pisaduras fomos sarados" (Is 53.5; Mt 8.17; 1 Pe 2.24). 8.17c Debilidade do corpo e da mente, enfer­ midade, fragilidade, moléstia, doença, fraqueza. Cristo carregou tudo isso na cruz, cumprindo Isaías 53. Nem toda enfermidade é uma doen­ ça. mas todas as doenças são enfermidades (Lc 5.15; 7.21; 8.2; 13.11,12; Jo 5.5). Sacerdotes ti­ nham fraquezas (Hb 5.2; 7.28), mas não doenças ou imperfeições físicas, porque precisavam ser perfeitos fisicamente para o serviço (Lv 21.17- 24). Todos os santos tiveram enfermidades ou fraquezas sob várias formas (Rm 8.26), mas não necessariamente doenças (Rm 14.1,2). Paulo tinha enfermidades ou fraquezas no corpo por causa do sofrimento de 2 Coríntios 11.24-30; 12.5-10; Gálatas 4.13, mas não existe nenhuma indicação de que tivesse alguma doença que Cristo tinha carregado por ele na cruz. Seu "êS: pinho" era "um mensageiro (anjo) de Satanás" que causava essa surra, essa debilidade (2 Co 12.7). Qualquer fraqueza no corpo, alma, espí­ rito, fé, habilidade etc. é uma enfermidade. A palavra grega astheneia é traduzida tanto como enfermidade quanto como fraqueza (Rm 6.19; 8.26; 1 Co 2.3; 15.43; 2 Co 11.30; 12.9; 13.4; Hb 4.15; 5.2; 7.28; 11.34). 8.i7d usada 2 vezes referindo-se a uma do­ ença do corpo (Dt 29.22; Mt 8.17) e uma vez a uma enfermidade maligna e duradoura (Dt 28.59). A palavra "doença” é usada 20 vezes e "doente" 88 vezes, sendo que dessas nenhuma vez para se referir a doenças espirituais, como é sustentado por professores modernos. Veja notas em Mateus 4.23,24. 8.20a Veja nota, João 1.51. 8.21a Uma desculpa fraca, porque os mortos eram enterrados no mesmo dia da morte e nin­ guém estaria seguindo um mestre nesse dia. 8.22a Os espiritualmente mortos (Ef 2.1; 1 Tm 5.6), enterrando os fisicamente mortos. 8.24a Gr. seismos, terremoto, traduzida des­ sa forma em todas as outras passagens (Mt 24.7; 27.54; 28.2; Mc 13.8; LC 21.11; At 16.26; Ap 6.12; 8.5; 11.13,19; 16.18). A palavra costu­ meira para tempestade é lailaps (Mc 4.37; Lc 8.23; 2 Pe 2.17). 8.24b indicando uma embarcação com con­ vés, não um barco aberto. 8.26a Pergunta 26. Próxima, v. 29 (Mt 6.30). 8.27a Ela deve ter sido causada por Satanás para tentar matar Cristo (Ef 2.2). Cristo não te­ ria repreendido Deus se Ele tivesse mandado essa tempestade. Observe as duas grandes coisas contidas aqui (w. 24,26). 8.28a Lado oposto a Cafarnaum (w. 5,18,28). 8.28b Não é Gadara, onde Ele curou somente um endemoninhado antes de chamar os doze (MC 5.1-20; LC 8.26-40). 8.28c Muitos sepulcros eram cortados em penhascos e serviam de refúgio para vários proscritos. 8.29a Perguntas 27-28. Próxima, 9.4. Demónios conheciam Jesus e o seu destino através dele (At 19.15). Veja Demónios ou espíritos im un­ dos, p. 1004. 8.32a Veja nota sobre porcos. Lucas 8.32. 8.34a Primeira cidade (talvez Gergesa) que re­ jeita completamente a Jesus (cf. Mt 11.20-24; 23.37-39). Rejeitaram-no pelos porcos, animais imundos proibidos em sua lei (Lv 11.1-8). Afinal, nenhum homem rejeita a Deus em favor de coi­ sas limpas e justas (Jo 3.18-20). 9.1a Seu quartel-general (Mt 4.13; 8.5). 9.1b um paralítico (Mt 4.24, nota). 9.1c Uma maca portátil, que poderia ser enro­ lada e carregada por um homem (Mc 2.3; Lc 5.18; JO 5.8-12; At 5.15). 9.2a A fé pode ser vista (v. 2; Mc 2.5; Lc 5.20; At 14.9), como também a incredulidade (Mc 6.6; 16.14). 9.2b O primeiro cumprimento de Mateus 1.21 registrado. Esse e outros vários casos de remis­ são de pecados foram antes e sem o batismo nas águas e outros rituais exigidos por alguns mestres modernos (w. 2,22; Mc 5.34; 10.52; Lc 7.36-50; 8.48; 18.9-14; 19.1-9; 23.43; JO 4.49.53;

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