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Parte 4 - Palestra CAF

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Parte 4 - Palestra CAF

  1. 1. Epidemiologia e Controle
  2. 2. Por que a ferrugem ocorre ? Vari áveis ambientais afetam diferentes processos do ciclo de uma epidemia ferrugem patógeno é virulento Ambiente favorável Fatores climáticos plantas Cultivares são vulneráveis
  3. 3. <ul><li>Disseminação pelo vento </li></ul><ul><li>Não há transmissão por semente </li></ul><ul><li>Parasita biotrófico: não sobrevive em restos de cultura e/ou na ausência de hospedeiro </li></ul><ul><li>Sobrevivência na entressafra em hospedeiros alternativos, plantas voluntárias, cultivos de soja com irrigação </li></ul>Epidemiologia da Ferrugem
  4. 4. Ciclo da Ferrugem Asiática Deposição Liberação Dispersão Infecção Colonização Reprodução
  5. 5. Hospedeiros alternativos Adaptado de Tschanz, 1982 e Ono et al., 1992 Nome científico Nome comum Nome científico Nome comum Sobrevivência M. speciosus espécie de trevo Mucuna cochinchinesis mucuna Neonotonia wightii soja perene Pachyrhizus erosus jacatupé Phaseolus lunatus feijão-lima P. vulgaris feijão comum Pueraria lobata kudzu P. phaseoloides kudzu tropical Rhynchosia minima Sesbania exaltata sesbania S. vesicaria Trigonella foenum-graecum feno grego Vicia dasycarpa espécie de ervilhaca Vigna unguiculata caupi, feijão-miúdo Alysicarpus glumaceus e spécie de trevo Cajanus cajan guandu Centrosema pubescens centrosema Crotalaria anagyroides manduvira Delonix regia flamboyant Desmodium sp. carrapicho Glycine clandestina espécie de soja G. Falcata espécie de soja G. tabacina espécie de soja G. tabacina var. latifolia espécie de soja Lablab purpureus labe labe Lotus americana cornichão Lupinus hirsutus tremoço Macroptilium atropurpureum siratro Macrotyloma axillare macrotiloma Medicago arborea alfafa gigante Melilotus officinalis trevo cheiroso
  6. 6. Anileira Crotalaria alanceolata Mucuna preta Universidade de Rio Verde FESURV Hospedeiros alternativos Sobrevivência Desmodium
  7. 7. Universidade de Rio Verde FESURV Crotalaria incana Fedegoso Guandu Sobrevivência Hospedeiros alternativos
  8. 8. Jacatupé Pachyrhizus erosus M.F. Ito Hospedeiros alternativos Sobrevivência
  9. 9. Kudzu ( Pueraria lobata ) Feijão ( Phaseolus vulgaris ) Embrapa Sobrevivência Hospedeiros alternativos
  10. 10. Hospedeiros com boa produção de uredosporos Hospedeiros com pouca produção de uredosporos <ul><li>Pueraria lobata (kudzu) </li></ul><ul><li>Phaseolus vulgaris (feijão) </li></ul><ul><li>Neonotonia wightii (soja perene) </li></ul><ul><li>Calopogonium mucunoides </li></ul><ul><li>Desmodium tortuosum </li></ul><ul><li>Pueraria phaseoloides </li></ul><ul><li>Pisum sativum </li></ul><ul><li>Lablab purpureus (lab lab) </li></ul><ul><li>Cajanus cajan (guandu) </li></ul>Fonte: Kato, M., 2006 (Jircas/Embrapa Soja) Sobrevivência Hospedeiros alternativos
  11. 11. J.T. Yorinori Plantas de soja voluntárias J.T. Yorinori Sobrevivência
  12. 12. Ponte verde Sobrevivência Primavera do Leste, MT – 01/07/2003 – J.T. Yorinori
  13. 13. Esporos liberados das lesões Sobrevivência
  14. 14. Germinação de esporos de P. pachyrhizi após coleta Fonte: Embrapa Soja Sobrevivência
  15. 15. Germinação de esporos de ferrugem armazenados em diferentes ambientes Germinação inicial 84% Fonte: Embrapa Soja Sobrevivência
  16. 16. 0 1 2 14 20 30 Fonte: Embrapa Soja Sobrevivência
  17. 17. <ul><li>Máximo: 55 dias em folhas jovens infectadas armazenadas na sombra (15-20 o C) </li></ul><ul><li>Mínimo: 10 dias folhas secas armazenadas em condições abertas (28-30 o C) </li></ul>Fonte: Patil et al., 1997 Viabilidade de uredosporos: Sobrevivência

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