Exer 6.2 gepit

199 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
199
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
2
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Exer 6.2 gepit

  1. 1. Exer. 6.2 – Apresentação do modelode negócio para sua empresa.CURSO DE GERENCIAMENTO E EXECUÇÃO DE PROJETOSDE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA EM EMPRESAS (GEPIT)Realização: AUSPIN/USP e FIESP/CIESP11/05/2013ERIK MARQUES REZENDE – Nº 177
  2. 2. MODELO DE NEGÓCIOQuanto ao MODELO DE NEGÓCIO utilizaremos ambos os tipos (de causação oude efetuação), já que para alguns projetos poderemos ter parceiros específicos,principalmente clientes, ou a busca de uma inovação para o mercado em queatuamos ou na busca de um novo mercado.Em seguida os 10 projetos de inovação propostos para o comitê de inovação eaprovado para um plano de pelo menos dois anos seguindo a orientação dadaque foi a seguinte:•5 projetos de baixo risco;•3 projetos de risco médio;•2 projetos de alto risco.A título de informação o grupo para o qual trabalho é composto de duasempresas diferentes, mas que em alguns pontos podem atuar como parceirasou complementares em determinados projetos, ou individualmente. Portanto osprojetos podem se tratar de uma das empresas sozinha, ou delas em conjunto.
  3. 3. PROJETO 1 – BAIXO RISCO – MONTAR EQUIPEDEDICADA PARA OS PROJETOS DE INOVAÇÃO• OBJETIVO PRINCIPAL – Garantir a existência, durante pelo menos os próximos doisanos, a existência dessa equipe dedicada na empresa, cuja única responsabilidadeseja tocar os projetos de inovação.• OBJETIVOS SECUNDÁRIOS – definir os componentes da equipe; verificar as atuaisresponsabilidades da futura equipe de inovação e como elas serão redistribuídasnos próximos dois anos; treinar equipe.• ESCOPO DO PROBLEMA E DA SOLUÇÃO PROPOSTA – O certo é que diretamente amáquina de desempenho não será afetada pelo trabalho da equipe, isso numprimeiro momento. Depois sim, será diretamente afetada devendo participarativamente.• ANÁLISE DE RISCO E PLANO DE CONTINGÊNCIA – O risco desse projeto é muitobaixo, já que nossa empresa é muito carente de projetos inovadores e são essesprojetos que não dão possibilidade de trabalhar em mercados tão competitivos,como por exemplo o mercado calçadista.
  4. 4. PROJETO 2 – BAIXO RISCO – DESTINAÇÃO DOSRESÍDUOS DE TECIDO E ESPUMA DA JR DUBLAGENS.• OBJETIVO PRINCIPAL – destinar o resíduo de tecido e espuma dublados que hoje são descartados eenviados a aterros industriais.• OBJETIVOS SECUNDÁRIOS – minimizar o impacto ambiental causado por esse resíduo, diminuircustos, já que esse resíduo, para ser descartado há pagamento para seu descarte.• ESCOPO DO PROBLEMA E DA SOLUÇÃO PROPOSTA – o resíduo em questão é o resíduo provenienteda dublagem (acoplagem) de camadas de espuma de poliuretano e tecidos (normalmente depoliéster) que são produzidos por conta do processo produtivo (principalmente no refilamentodesses materiais). O volume desse resíduo é realmente muito grande (em torno de 3 ton/mês).Para a solução do problema vamos desenvolver um possível cliente para esses resíduos.Buscaremos em fabricantes de bicho de pelúcia, travesseiros, estofados, mercado de pet, etc.Conseguindo esse cliente poderemos até vender esse resíduo e o que hoje é um gasto para aempresa pode se tornar um ganho.• ANÁLISE DE RISCO E PLANO DE CONTINGÊNCIA – o risco vislumbrado é zero, já que não afetará amáquina de desempenho no processo de busca desse cliente. O que poderá acontecer é que o quehoje acontece não sofrer modificação. Não havendo esse parceiro buscaremos uma nova aplicaçãoa esse resíduo.
  5. 5. PROJETO 3 – BAIXO RISCO – CABEDAL CORTE ÚNICO• OBJETIVO PRINCIPAL – desenvolver um produto com o qual o fabricante decalçado economize diversos processos produtivos.• OBJETIVOS SECUNDÁRIOS – acelerar o processo do fabricante de calçado; ganharnovos clientes no mercado; criar uma demanda; patentear o produto.• ESCOPO DO PROBLEMA E DA SOLUÇÃO PROPOSTA – o problema se dá na empresafabricante de calçados. Por se tratar de uma indústria manufatureira demandamuita mão de obra. Com o produto em voga tem-se a expectativa de seeconomizar até 7 processos produtivos para o fabricante de calçados.• ANÁLISE DE RISCO E PLANO DE CONTINGÊNCIA – O risco pode estar no custo doproduto; outra situação é a restrição a certos modelos de calçados.A contingência para o primeiro caso é a substituição do “recheio” do produto, jáque se trata de um produto de várias camadas acopladas; para o segundo será odesenvolvimento de alternativas através de outros materiais.
  6. 6. PROJETO 4 – BAIXO RISCO – ESTAMPARIA PARAFORRO E CABEDAL ATRAVÉS DA SUBLIMAÇÃO.• OBJETIVO PRINCIPAL – passar a atender uma demanda que parece crescente nomercado calçadista que é a utilização de estampas, tanto para cabedal, como paraforração.• OBJETIVOS SECUNDÁRIOS – crescimento de mercado através da atuação na moda(que hoje praticamente inexiste na empresa) e a busca de know-how para crescernesse mercado gradativamente.• ESCOPO DO PROBLEMA E DA SOLUÇÃO PROPOSTA – o problema é interno, já quea empresa não oferece produtos de moda e o mercado solicita esse tipo deproduto e atendimento. A solução será nos adequar e atender essa necessidade,sob pena de perdermos o bonde do mercado.• ANÁLISE DE RISCO E PLANO DE CONTINGÊNCIA – risco baixo, já que o mercadoestá solicitando esse atendimento / produto. Se aumentada a demanda demaneira na não se conseguir atender com sublimação (que é um processo lento ecaro, mas atende pequenos volumes) a solução será a busca de um equipamentode impressão direta, cujo rendimento é muitas vezes maior do que a sublimação.
  7. 7. PROJETO 5 – BAIXO RISCO – UNIDADE DEDISTRIBUIÇÃO EM FRANCA• OBJETIVO PRINCIPAL – colocar uma unidade de distribuição em Franca.• OBJETIVOS SECUNDÁRIOS – alem de atender Franca, a unidade atenderiatambém Jaú e Nova Serrana. Divulgação das empresas de maneira maisprofunda.• ESCOPO DO PROBLEMA E DA SOLUÇÃO PROPOSTA – hoje temos entregasemanal para Franca e Jaú e às vezes o cliente solicita entregas maisurgentes e mais de uma vez na semana. Com a distribuição em Franca,além do atendimento diário neste polo, também abriríamos uma linhapara atender Nova Serrana (que hoje não existe), além de Jaú.• ANÁLISE DE RISCO E PLANO DE CONTINGÊNCIA – risco baixo, já que omercado em Franca está praticamente consolidado por nossa equipe.
  8. 8. PROJETO 6 – RISCO MÉDIO – DUBLAGEM DE COURO• OBJETIVO PRINCIPAL – Entrar no mercado automotivo e apresentar outras dublagens.• OBJETIVOS SECUNDÁRIOS – A própria dublagem do couro em si; conhecer melhor o mercadoautomotivo, que hoje é uma de nossas principais buscas; fazer relacionamento.• ESCOPO DO PROBLEMA E DA SOLUÇÃO PROPOSTA – O problema da dublagem de couro se dáprincipalmente pela irregularidade das peles e mais a dublagem através de calandras. Um novoequipamento nosso dá a possibilidade da dublagem sem o tracionamento de calandras cilíndricas.Quanto ao mercado nos é absolutamente desconhecido.• ANÁLISE DE RISCO E PLANO DE CONTINGÊNCIA – Corremos o risco de, através da apresentação daempresa e do processo, servirmos de laboratório aos sistemistas. Fazer um trabalho sem terexperiência no setor e acabar fazendo bobagem.Para o primeiro caso teremos de arriscar com relação às empresas que não abrem mão deconhecer a nossa planta, mas tentar esconder ao máximo a maneira de se trabalhar. Quanto àexperiência, contratar representantes que tenha experiência no setor para nos orientar.
  9. 9. PROJETO 7 – RISCO MÉDIO – EXPORTAÇÃO• OBJETIVO PRINCIPAL – Passar a exportar.• OBJETIVOS SECUNDÁRIOS – expandir o mercado calçadista, já que no Brasil anoapós ano este mercado vem encolhendo.• ESCOPO DO PROBLEMA E DA SOLUÇÃO PROPOSTA – desconhecimento do que sejaexportação; falta de parceiros comerciais; desconhecimento das culturasenvolvidas. A solução proposta é a parceria com associações que tenhamexperiência nos mercados desejados; a busca de um representante ou escritóriode representação que já atue nesse mercado alvo• ANÁLISE DE RISCO E PLANO DE CONTINGÊNCIA – Os riscos são vários, já queexportação significa contato com outra cultura, outra língua e um certodesconhecimento de como funciona essa outra nação em diversos aspectos.Quanto ao plano de contingência – busca de novos parceiros, adequação doproduto ao novo mercado, trabalho in loco.
  10. 10. PROJETO 8 – RISCO MÉDIO – RECICLAGEM DELAMINADO DE PU DO GRUPO MOVE• OBJETIVO PRINCIPAL – Reutilização total dos resíduos de PU na fabricação de couraça e/oucontraforte para a reutilização no processo produtivo do calçado.• OBJETIVOS SECUNDÁRIOS – acessar grandes empresas que hoje não conseguimos com nossosmateriais correntes cuja concorrência, com mais tempo de existência, nos impede de entrar.• ESCOPO DO PROBLEMA E DA SOLUÇÃO PROPOSTA – O processo de fabricação de laminados de PUgera muito resíduo, que hoje, pelo que nos consta, não tem destinação diferente que não o aterroindustrial.O GRUPO MOVE é um grupo formado pelos maiores fabricantes de calçado esportivo do Brasil(intermediado pela ASSINTECAL) e que foi formado para buscar fornecedores que atendessem suasdemandas internamente, sem precisar importar certos insumos.Uma das demandas foi a reutilização dos laminados de PU e a solução proposta é a utilização desseresíduo na fabricação de outro componente para que se alcance o objetivo.• ANÁLISE DE RISCO E PLANO DE CONTINGÊNCIA – A dificuldade maior será o próprio envolvimentodas empresas calçadistas. Operacionais terão de ser analisados com o decorrer do processo. Nãohavendo disposição das empresas em acompanhar o processo a empresa tenderá a tocar o projetoindependente de parceiros certos para o produto final realizado pelo projeto.
  11. 11. PROJETO 9 – ALTO RISCO – RECICLAGEM DE CALÇADOS ESPORTIVOS PARAAPLICAÇÃO DO RESULTADO COMO MATÉRIA PRIMA PARA UM NOVOCOMPONENTE PARA NOVOS CALÇADOS• OBJETIVO PRINCIPAL – O presente projeto temcomo objetivo geral desenvolver novos produtosatravés do estudo do processo de reciclagem decalçados esportivos e de resíduos destes geradospela indústria calçadista e de componentes eavaliar os novos produtos desenvolvidos atravésdestes processos. A divulgação dos resultadosdeste projeto permitirá a aplicação deste estudoem outros materiais, ajudando a diminuir e oimpacto sobre o meio ambiente.
  12. 12. PROJETO 9 – ALTO RISCO – RECICLAGEM DE CALÇADOS ESPORTIVOS PARAAPLICAÇÃO DO RESULTADO COMO MATÉRIA PRIMA PARA UM NOVOCOMPONENTE PARA NOVOS CALÇADOS• OBJETIVOS SECUNDÁRIOS – acessar grandesempresas que hoje não conseguimos com nossosmateriais correntes cuja concorrência, com maistempo de existência, nos impede de entrar.Desenvolver um processo de reciclagem deresíduos gerados pela indústria de calçados ecomponentes. Desenvolver novos componentescom o processo de reciclagem validado. Publicare apresentar os resultados em revistas econgressos internacionais de alto nível.
  13. 13. PROJETO 9 – ALTO RISCO – RECICLAGEM DE CALÇADOS ESPORTIVOS PARAAPLICAÇÃO DO RESULTADO COMO MATÉRIA PRIMA PARA UM NOVOCOMPONENTE PARA NOVOS CALÇADOS• ESCOPO DO PROBLEMA E DA SOLUÇÃO PROPOSTA – A fabricação de calçados utiliza uma grandevariedade de componentes fabricados com materiais obtidos de diversas fontes. A junção destesmateriais para a fabricação de calçados esportivos aliado ao processo de fabricação para aobtenção destes torna difícil a sua desmontagem para consequente reaproveitamento e/oureciclagem. Em 2011, no Brasil foram fabricados 81,2 milhões de pares de calçados esportivos(ABICALCADOS, 2013), onde, após o seu tempo de vida útil, os mesmos são descartados e vãoparar em aterros domésticos e/ou em lixões a céu aberto. O estudo para a reciclagem destescalçados permitirá que os mesmos possam ser processados e transformados em novos compósitospara o desenvolvimento de componentes para novos calçados e desta forma tornar o ciclo destesfechado, ou seja, aproveitando os calçados descartados continuamente, minimizando o impactoambiental. Os processos de reciclagem mecânica são os mais utilizados para o reprocessamento demateriais termoplásticos e termofixos, pois necessitam de menores investimentos e adisponibilidade de equipamentos é mais abundante, facilitando o acesso a esta tecnologia. Nestesentido a busca por alternativas para o reaproveitamento dos mesmos, como a reciclagem, é desuma importância. Este projeto de pesquisa pretende desenvolver um processo de reciclagem decalçados esportivos com o objetivo de desenvolver componentes que serão empregados nopróprio setor. Os materiais serão feitos a partir do processamento dos resíduos destes calçados eprocessados em moinho, micronizador, reômetro de torque, prensa, extrusora monorrosca,resfriador, picotador, secadora e laminadora. Os componentes obtidos serão avaliados frente assuas propriedades físico-mecânicas para se adequarem a estes novos componentes. Espera-sediminuir a quantidade de resíduos depositados em aterros industriais e/ou domésticos e dematéria-prima virgem para a fabricação de novos componentes para calçados.
  14. 14. PROJETO 9 – ALTO RISCO – RECICLAGEM DE CALÇADOS ESPORTIVOS PARAAPLICAÇÃO DO RESULTADO COMO MATÉRIA PRIMA PARA UM NOVOCOMPONENTE PARA NOVOS CALÇADOS• ANÁLISE DE RISCO E PLANO DE CONTINGÊNCIA –Teremos de testar o comportamento do produto datrituração desses calçados e ver como se comportarána blenda. Inicialmente se tentará a utilização emcouraças e contrafortes. Não havendo sucessopartiremos para a fabricação de palmilhas demontagem.Há possibilidade de o projeto ser inviabilizado pelaquestão da logística reversa, quando tratarmos doscalçados usados e descartados pela população emgeral. Nesse caso os esforços serão dirigidos aosmontantes descartados pela própria indústria (seurejeitos por falta de qualidade, defeitos, etc.).
  15. 15. PROJETO 10 – ALTO RISCO – NOVO PROCESSO DE ACOPLAGEM DE PLACASDE ARAMIDA PARA COLETES A PROVA DE BALAS E BLINDAGEMAUTOMOTIVA E RESIDENCIAL.• OBJETIVO PRINCIPAL – Substituir o processo hoje aplicado na acoplagem das placas de aramidaque é bastante lento para um processo de dublagem muito mais rápido e eficiente.• OBJETIVOS SECUNDÁRIOS – Busca de uma inovação radical de processo, possibilitandobarateamento do produto; patente do produto.• ESCOPO DO PROBLEMA E DA SOLUÇÃO PROPOSTA – Hoje o processo de acoplagem das camadasde aramida se dá através de um processo muito lento, chamado vulcanização. Como a novaproposta saímos de um processo que levaria de 15 a 20 minutos para uma colagem instantânea,possibilitando ainda o enrolamento do material, coisa que, pelo que consta, hoje não é possível.• ANÁLISE DE RISCO E PLANO DE CONTINGÊNCIA – O risco é mais financeiro, já que as provas e testessão muito dispendiosos. Quanto à questão segurança acreditamos que não seja fator complicadorjá que todo e qualquer produto desse mercado (balística) tem de ser homologado pelo ExércitoBrasileiro.O plano de contingência para o caso financeiro será a busca de financiamento atreves das agenciasde fomento e seus editais.
  16. 16. CURSO DE GERENCIAMENTO E EXECUÇÃO DE PROJETOS DEINOVAÇÃO TECNOLÓGICA EM EMPRESAS (GEPIT)Fim do exercício 6.2 – ERIK MARQUES REZENDE – 177ebirigui@gmail.com

×