SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 43
Supply Chain e Logística
Ref. Bibliográfica: Martins, Petrônio G.
Administração da Produção, Editora Saraiva, 2°Ed., Cap. 6
“Material disponibilizado para livre utilização. Pedimos apenas que
cite os websites abaixo como fonte de referencia.”
www.betagama.com.brwww.dunamath.com
Supply Chain
Conceito de integração da empresa com todas as
demais empresas da cadeia de suprimento.
 Fornecedores, clientes e provedores externos de
meios logísticos compartilham informações e planos
necessários para tornar o canal mais eficiente e
competitivo.
www.betagama.com.brwww.dunamath.com
Estrutura de Supply Chain
Fornece-
dores
Procure-
ment
Manu-
fatura
Distrib.
física
Membros
do canal
Clientes
Fluxo de valor agregado
Fluxo de informações das necessidades
Alianças
com
fornecedores
Integração
logística
interna
Estratégias
clientes /trading
partner
www.betagama.com.brwww.dunamath.com
Exemplo de Supply Chain
Supply Chain Management: práticas de gestão para que
todas as empresas agreguem valor ao cliente.
Estrutura de uma SC
Três dimensões estruturais na SC:
 estrutura horizontal: é o número de camadas da SC;
 estrutura vertical: é o número de empresas em cada camada da
SC;
 foco: é a posição da empresa focal na estrutura da SC;
Classes de membros da SC:
 primários: empresas que executam atividades de agregação
direta de valor; e
 apoio: prestam serviços de apoio às atividades primárias.
fornecedor
fornecedor
fornecedor
fabricação
fabricação
fabricação distrib.
distrib.
distrib.
venda
venda
venda
Consumo
Consumo
Consumo
Estrutura horizontal
Estrutura vertical
Estrutura de uma SC
A SC pode ser dividida em três aninhamentos:
 cadeia interna: é composta pelos fluxos de informações e de
materiais que ocorre dentro do âmbito da empresa focal;
 cadeia imediata: é formada pelos fornecedores e clientes de
conexão imediata com a empresa focal, e que são mais
suscetíveis a negociações e estratégias compartilhadas;
 cadeia total: é formada por todas as cadeias imediatas de um
setor.
Estrutura de uma SC
Estrutura de uma SC
FF
FF
FF
FF
FF
CC
CC
CC
CC
CC
CC
CC
Empresa focal: cadeia
interna
atacado
varejo
consumo
.
.
.
.
.
.
...
...
.
.
.
.
.
.
.
.
.
Logística
de
aquisição
Logística
interna
Logística
de
distribuição
GESTÃO DA CADEIA DE
SUPRIMENTOS fluxo de materiais
fluxo de informações
fornecimento
Compras Fabricação Vendas
Cadeia imediata
Cadeia total
Mas qual a diferença entre a
visão de supply chain e a visão
tradicional das empresas?
Na visão antiga do negócio, cada empresa da cadeia da
produtiva somente enxergava, na melhor das hipóteses, seu
cliente imediato.
Relações entre os atores da supply chain era chamadas de
“relações binárias”.
Sem preocupação com relação entre ponto mais a montante e
ponto mais à jusante da cadeia.
Comum objetivos conflitantes entre diferentes departamentos de
uma mesma empresa.
Evolução da cadeia de fornecimento - Fase 1
 Visão Departamental (..1960)
- Atividades divididas em departamentos
- Estoques para amortecer a falta de sincronização
- Controles departamentais refletindo uma visão local
- Falta de visão de toda a cadeia
- Indicadores de desempenho específicos ao
departamento
- Visão de curto prazo
Fornecedores Desenv. Compras Produção Mk/vendas Distrb. Clientes
Evolução da cadeia de fornecimento - Fase 2
 Visão funcional: (1960 – 1990)
- Atividades aglutinadas visando redução de custos
- Visão de negócio ainda interna
- Baixa visão de toda a cadeia
- Sistemas locais – não integrados
- Indicadores de desempenho específicos à função
- Visão de curto prazo
Fornecedores
Desenv/
aquisição
Produção/
integrada
Comercial/
distribuição Clientes
12
Evolução da cadeia de fornecimento - Fase 3
 Visão da cadeia logística integrada (século XXI)
- Atividades desenhadas visando atender a cadeia
interna
- Integração tática
- Foco em processos eficientes
- Sistemas internos integrados em suas interfaces
- Planejamento de médio prazo
- Decisões baseadas no histórico passado
Fornecedores
Cadeia de
Valor da
empresa
Clientes
Efeito Forrester ou efeito chicote
Pequenas oscilações na demanda final produzem
grandes oscilações nos primeiros estágios das
empresas que formam a supply chain.
(alterações de demanda – unidades produtivas –
cadeia de suprimentos)
Efeito Forrester ou efeito chicote
A supply chain
“ Web - centrada”
Internet
Supply chain
E-business ou “negócio eletrônico
Supply chain dinâmica: e-commerce, e-
procurement; e-collaboration
Estruturas – ERP (enterprise resouse
planning) Sistemas integradaos de Gestão
Comércio Eletrônico
O E-Business possui três aplicações principais:
E-commerce
E-procurement
E-collaboration
O comércio eletrônico
É a realização de transações empresariais por meio
de redes de comunicação eletrônica, sem a presença
física do parceiro comercial;
Pode acontecer entre membros do arranjo logístico,
ou entre a gestão do arranjo e fornecedores ou
consumidores externos;
Se incluir serviços não comerciais (p.ex., assistência
técnica), pode ser chamado de e-business (e-biz).
Classificação quanto à natureza da
aplicação
www.betagama.com.brwww.dunamath.com
Logística e comércio eletrônico
Logística de
suprimento
Logística de
distribuição
FornecedorFornecedor
FabricanteFabricante
AtacadistaAtacadista
VarejistaVarejista
Portal de negóciosPortal de negócios
ConsumidorConsumidor
B2B
B2B
B2B
B2B
B2C
O meio eletrônico
pode automatizar
dois dos três fluxos:
informações
e pagamentos.
www.betagama.com.brwww.dunamath.com
Venda eletrônica
E-commerce: inclui o consumidor final na cadeia
de valor .
Executar os pedidos dos clientes
Comunicação entre as partes
Rastreamento automático e instantâneo de cada
pedido
Testes e diagnósticos remotos de problemas em
qualquer parte da cadeia
Registro de dados e informações relevantes
Compra eletrônica
E-procurement: é o processo de compra de
materiais incluindo procura e seleção de
fornecedores;
Pode usar portal de compras fechado, onde
fornecedores e compradores se relacionam para
negócios e visitas a catálogos eletrônicos;
Reduz custos de processamento de pedidos e tempo
de ciclo e oferece uma comunicação assíncrona e
rápida com fornecedores.
Colaboração eletrônica
E-colaboration: é o processo em que
empresas, clientes, parceiros, instituições e
consultores compartilham informações,
trabalhando on-line;
Pode ser útil em desenvolvimento de novos
produtos, pois cada parte opera em sua base,
porém conectada e atualizada com os avanços dos
parceiros;
Também pode ser útil em produção multi-
estágios (pré-montagens).
A empresa focal: o foco da análise
Ladodoco
Ladodo
Análise à jusanteAnálise à montante
A empresa focal e a TI
Ladodoco
Ladodo
e-
procurement
e- commerce
e-
collaboration
Vantagens:
Acesso rápido e global a todo e qualquer tipo de
informação
Todos os atores envolvidos no processo podem ter
acesso instantâneo a todas as particularidades do
negócio/ clientes/ fornecedores
Desvantagens:
Custos da tecnologia necessária para implantação
dessa integração eletrônica
desconfiança entre os parceiros
TENDÊNCIA: adoção em larga escala da supply chain
eletrônica
LOGÍSTICA
 É o processo de planejamento, implementação e
controle da eficiência, e do custo efetivo relacionado
ao fluxo de matéria-prima, material em processo e
produto acabado; bem como do fluxo de
informações do ponto de origem ao ponto de
consumo com o objetivo de atender o cliente.
(Council of Logistics Management)
OBS: logística não trata-se apenas da distribuição física de produtos.
LOGÍSTICA
 Busca melhorar o fluxo de materiais e
informações (conseqüentemente com redução de
custos) com o uso de:
• Modelos matemáticos.
• Softwares.
• Tecnologia da Informação.
Decisões Logísticas
Estratégicas (longo prazo):
Ex: quantidade e localização de facilidades, tipos de
equipamentos de movimentação e de produção.
Táticas (médio prazo):
Ex: meios de transporte e níveis de estoques.
Operacionais (curto prazo):
Ex: programa diário de produção, alocação de pessoal.
Problemas Clássicos de Logística
Localização de Facilidades.
Roteirização (roteamento) de Veículos.
Problemas de Transporte.
As soluções destes problemas são largamente estudas por
uma área de conhecimento chamada “Pesquisa
Operacional”.
Localização de Facilidades
A localização de serviços é importante, seja para o
escoamento da produção de maneira mais satisfatória; para
atender clientes de uma empresa de maneira mais
satisfatória; para a instalação de antenas celulares, que
tenham uma maior abrangência; para a instalação de
hospitais em regiões que atendam ao maior número possível
de habitantes, dentre outros objetivos a serem cumpridos.
Conhecido o tamanho e a localização da demanda, quantos
centros de distribuição devem ser instalados e onde instalá-
los de modo a minimizar o custo logístico do sistema?
Localização de Facilidades
Localização de Facilidades
Localização de Facilidades
Roteirização de Veículos
Problemas de Roteirização e Programação de Veículos
destacam-se como um daqueles de maior incidência em
empresas de logística, face ao seu caráter altamente
operacional.
− Entrega, em domicílio, de produtos comprados nas lojas de
varejo ou pela internet;
− Distribuição de bebidas em bares e restaurantes;
− Distribuição de dinheiro para caixas eletrônicos de bancos;
− Distribuição de combustíveis para postos de gasolina;
− Coleta de lixo urbano;
− Entrega domiciliar de correspondência;
− Distribuição de produtos dos Centros de Distribuição (CD) de
atacadistas para lojas do varejo.
douglasmiranda@ufmg.br FACE-UFMG 35
D
E se todas as mercadorias não
couberem num único veículo?
Qual rota percorrer? Qual a
seqüência de clientes a
visitar de modo a minimizar a
distância total percorrida?
35
Problema do Caixeiro
Viajante
Objetivo: determinar a rota de
menor caminho (distância, tempo
ou custo) existente entre um ponto
de origem (cidade, endereço,
computador, objeto etc.) e um
ponto de destino.
Parâmetros: demanda de cada cliente, distância entre cada cliente
Variável: números de veículos, rota de cada veículo
Restrições: respeitar capacidade dos veículos, atender integralmente a
demanda
FO: Qual a rota que fornece o menor custo?
Problema de Roteamento de Veículos
Como seria o modelo
matemático deste
problema ?
douglasmiranda@ufmg.br FACE-UFMG 39
E se houver um janela
de tempo em cada
cliente?
E se o objetivo for
minimizar o tempo total
de viagem?
E se o tempo de viagem
entre cada cliente varia?
E se houver mais de 1
depósito?
Modelo Matemático para um PRV
Capacitado
Trata do transporte de alguma carga – um
produto, um material ou insumo, por exemplo – de
diversas fontes até um conjunto de destinos,
procurando minimizar custo ou maximizar lucro
ou receita, respeitando as capacidades de
fornecimento das fontes e de absorção dos
destinos.
Problemas de Transporte
www.betagama.com.brwww.dunamath.com
Problemas de Transporte
ci,j: custo unitário de enviar produto do fornecedor i para cliente j
xi,j: quantidade de produtos a ser enviado de i para j
www.betagama.com.brwww.dunamath.com
Exercícios
www.betagama.com.brwww.dunamath.com
www.betagama.com.br
www.dunamath.com

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados (20)

Gestão por processos
Gestão por processosGestão por processos
Gestão por processos
 
Administração de Operações - Introdução
Administração de Operações - IntroduçãoAdministração de Operações - Introdução
Administração de Operações - Introdução
 
Pcp aula1
Pcp aula1Pcp aula1
Pcp aula1
 
Aula Qualidade - Fluxograma
Aula Qualidade - FluxogramaAula Qualidade - Fluxograma
Aula Qualidade - Fluxograma
 
Mapeamento de Processos
Mapeamento de ProcessosMapeamento de Processos
Mapeamento de Processos
 
Cadeia de suprimentos
Cadeia de suprimentosCadeia de suprimentos
Cadeia de suprimentos
 
Sistema de produção
Sistema de produçãoSistema de produção
Sistema de produção
 
Competitividade
CompetitividadeCompetitividade
Competitividade
 
Aula 3 - Planejamento e Controle da Produção II
Aula 3 - Planejamento e Controle da Produção IIAula 3 - Planejamento e Controle da Produção II
Aula 3 - Planejamento e Controle da Produção II
 
Aula 01 O que é estratégia
Aula 01   O que é estratégiaAula 01   O que é estratégia
Aula 01 O que é estratégia
 
Visão por Processos
Visão por ProcessosVisão por Processos
Visão por Processos
 
Tomada de Decisão e Cenários Revisão
Tomada de Decisão e Cenários RevisãoTomada de Decisão e Cenários Revisão
Tomada de Decisão e Cenários Revisão
 
Logística Reversa
Logística ReversaLogística Reversa
Logística Reversa
 
Aula 1 - Gestão de Projetos
Aula 1 - Gestão de ProjetosAula 1 - Gestão de Projetos
Aula 1 - Gestão de Projetos
 
5w2h
5w2h5w2h
5w2h
 
Scrum
ScrumScrum
Scrum
 
Administração da producao
Administração da producaoAdministração da producao
Administração da producao
 
Aula FUNDAMENTOS DA LOGISTICA
Aula FUNDAMENTOS DA LOGISTICAAula FUNDAMENTOS DA LOGISTICA
Aula FUNDAMENTOS DA LOGISTICA
 
As atividades de apoio da logística
As atividades de apoio da logísticaAs atividades de apoio da logística
As atividades de apoio da logística
 
Fluxos logísticos
Fluxos logísticosFluxos logísticos
Fluxos logísticos
 

Semelhante a Administração da Produção - Supply Chain e Logistica

Aula 7 si_log_S
Aula 7 si_log_SAula 7 si_log_S
Aula 7 si_log_Smifarias
 
Capítulo 08 - Conquistando excelência operacional e intimidade com o cliente:...
Capítulo 08 - Conquistando excelência operacional e intimidade com o cliente:...Capítulo 08 - Conquistando excelência operacional e intimidade com o cliente:...
Capítulo 08 - Conquistando excelência operacional e intimidade com o cliente:...Everton Souza
 
Prointer parcial
Prointer parcialProinter parcial
Prointer parcialAna Paula
 
O brasil e as cadeias globais de valor
O brasil e as cadeias globais de valorO brasil e as cadeias globais de valor
O brasil e as cadeias globais de valorFernando Alcoforado
 
Votorantim Metais e sua trajetória com a Ariba Network [São Paulo]
Votorantim Metais e sua trajetória com a Ariba Network [São Paulo]Votorantim Metais e sua trajetória com a Ariba Network [São Paulo]
Votorantim Metais e sua trajetória com a Ariba Network [São Paulo]SAP Ariba
 
Pro5815 Gestao Da Cadeia De Suprimentos
Pro5815 Gestao Da Cadeia De SuprimentosPro5815 Gestao Da Cadeia De Suprimentos
Pro5815 Gestao Da Cadeia De SuprimentosJoel Soares Anjos, MSc
 
Gestão da Cadeia de Suprimentos - E-Commerce
Gestão da Cadeia de Suprimentos - E-CommerceGestão da Cadeia de Suprimentos - E-Commerce
Gestão da Cadeia de Suprimentos - E-CommerceValdir Junior
 
Sistemas de Gestão FEI
Sistemas de Gestão FEISistemas de Gestão FEI
Sistemas de Gestão FEIBrunomaglione
 
Trabalho sistemas de gestão fei mateus_cozer 2012
Trabalho sistemas de gestão  fei mateus_cozer 2012Trabalho sistemas de gestão  fei mateus_cozer 2012
Trabalho sistemas de gestão fei mateus_cozer 2012z133014
 
Competição entre cadeias de suprimentos
Competição entre cadeias de suprimentosCompetição entre cadeias de suprimentos
Competição entre cadeias de suprimentosRicardo Domingues
 

Semelhante a Administração da Produção - Supply Chain e Logistica (20)

Introdução à SCM
Introdução à SCMIntrodução à SCM
Introdução à SCM
 
Aula 2 - SCM.pdf
Aula 2 - SCM.pdfAula 2 - SCM.pdf
Aula 2 - SCM.pdf
 
Aula 7 si_log_S
Aula 7 si_log_SAula 7 si_log_S
Aula 7 si_log_S
 
PALESTRA ERP
PALESTRA ERPPALESTRA ERP
PALESTRA ERP
 
Capítulo 08 - Conquistando excelência operacional e intimidade com o cliente:...
Capítulo 08 - Conquistando excelência operacional e intimidade com o cliente:...Capítulo 08 - Conquistando excelência operacional e intimidade com o cliente:...
Capítulo 08 - Conquistando excelência operacional e intimidade com o cliente:...
 
Prointer parcial
Prointer parcialProinter parcial
Prointer parcial
 
CPFR lean SCM
CPFR lean SCMCPFR lean SCM
CPFR lean SCM
 
O brasil e as cadeias globais de valor
O brasil e as cadeias globais de valorO brasil e as cadeias globais de valor
O brasil e as cadeias globais de valor
 
Votorantim Metais e sua trajetória com a Ariba Network [São Paulo]
Votorantim Metais e sua trajetória com a Ariba Network [São Paulo]Votorantim Metais e sua trajetória com a Ariba Network [São Paulo]
Votorantim Metais e sua trajetória com a Ariba Network [São Paulo]
 
Pro5815 Gestao Da Cadeia De Suprimentos
Pro5815 Gestao Da Cadeia De SuprimentosPro5815 Gestao Da Cadeia De Suprimentos
Pro5815 Gestao Da Cadeia De Suprimentos
 
Scm
ScmScm
Scm
 
CCD_Empresa_e_Cases_2016
CCD_Empresa_e_Cases_2016CCD_Empresa_e_Cases_2016
CCD_Empresa_e_Cases_2016
 
Gestão da Cadeia de Suprimentos - E-Commerce
Gestão da Cadeia de Suprimentos - E-CommerceGestão da Cadeia de Suprimentos - E-Commerce
Gestão da Cadeia de Suprimentos - E-Commerce
 
Sistemas de Gestão FEI
Sistemas de Gestão FEISistemas de Gestão FEI
Sistemas de Gestão FEI
 
Trabalho sistemas de gestão fei mateus_cozer 2012
Trabalho sistemas de gestão  fei mateus_cozer 2012Trabalho sistemas de gestão  fei mateus_cozer 2012
Trabalho sistemas de gestão fei mateus_cozer 2012
 
Cadeia de suprimentos
Cadeia de suprimentosCadeia de suprimentos
Cadeia de suprimentos
 
si
 si si
si
 
Competição entre cadeias de suprimentos
Competição entre cadeias de suprimentosCompetição entre cadeias de suprimentos
Competição entre cadeias de suprimentos
 
Lean Supply Chain Management
Lean Supply Chain ManagementLean Supply Chain Management
Lean Supply Chain Management
 
Projeto
ProjetoProjeto
Projeto
 

Mais de douglas

TPM - Manutenção Produtiva Total: implementação e melhoria contínua
TPM - Manutenção Produtiva Total: implementação e melhoria contínuaTPM - Manutenção Produtiva Total: implementação e melhoria contínua
TPM - Manutenção Produtiva Total: implementação e melhoria contínuadouglas
 
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 6 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 6 de 6Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 6 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 6 de 6douglas
 
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 5 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 5 de 6Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 5 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 5 de 6douglas
 
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 4 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 4 de 6Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 4 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 4 de 6douglas
 
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 3 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 3 de 6Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 3 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 3 de 6douglas
 
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 2 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 2 de 6Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 2 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 2 de 6douglas
 
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 1 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 1 de 6Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 1 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 1 de 6douglas
 
Administração da Produção - Cronoanalise
Administração da Produção - CronoanaliseAdministração da Produção - Cronoanalise
Administração da Produção - Cronoanalisedouglas
 
Administração da Produção - Projeto da rede e Localização
Administração da Produção - Projeto da rede e LocalizaçãoAdministração da Produção - Projeto da rede e Localização
Administração da Produção - Projeto da rede e Localizaçãodouglas
 
Administração da Produção - Produto
Administração da Produção - ProdutoAdministração da Produção - Produto
Administração da Produção - Produtodouglas
 
Administração da Produção - Previsão de Demanda
Administração da Produção - Previsão de DemandaAdministração da Produção - Previsão de Demanda
Administração da Produção - Previsão de Demandadouglas
 
Administração da Produção - Planejamento e Controle de Capacidade
Administração da Produção - Planejamento e Controle de CapacidadeAdministração da Produção - Planejamento e Controle de Capacidade
Administração da Produção - Planejamento e Controle de Capacidadedouglas
 
Administração da Produção - Planejamento e Controle de Estoques
Administração da Produção - Planejamento e Controle de EstoquesAdministração da Produção - Planejamento e Controle de Estoques
Administração da Produção - Planejamento e Controle de Estoquesdouglas
 
Administração da Produção - Planejamento e Necessidade de Materiais (MRP)
Administração da Produção - Planejamento e Necessidade de Materiais (MRP)Administração da Produção - Planejamento e Necessidade de Materiais (MRP)
Administração da Produção - Planejamento e Necessidade de Materiais (MRP)douglas
 
Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 2 de 2)
Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 2 de 2)Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 2 de 2)
Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 2 de 2)douglas
 
Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 1 de 2)
Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 1 de 2)Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 1 de 2)
Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 1 de 2)douglas
 
Administração de Produção - Layout/Arranjo Fisico
Administração de Produção - Layout/Arranjo FisicoAdministração de Produção - Layout/Arranjo Fisico
Administração de Produção - Layout/Arranjo Fisicodouglas
 
Administração de Produção - Just in Time (JIT)
Administração de Produção - Just in Time (JIT)Administração de Produção - Just in Time (JIT)
Administração de Produção - Just in Time (JIT)douglas
 
Introdução a Administração de Produção e Operações
Introdução a Administração de Produção e OperaçõesIntrodução a Administração de Produção e Operações
Introdução a Administração de Produção e Operaçõesdouglas
 

Mais de douglas (19)

TPM - Manutenção Produtiva Total: implementação e melhoria contínua
TPM - Manutenção Produtiva Total: implementação e melhoria contínuaTPM - Manutenção Produtiva Total: implementação e melhoria contínua
TPM - Manutenção Produtiva Total: implementação e melhoria contínua
 
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 6 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 6 de 6Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 6 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 6 de 6
 
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 5 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 5 de 6Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 5 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 5 de 6
 
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 4 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 4 de 6Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 4 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 4 de 6
 
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 3 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 3 de 6Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 3 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 3 de 6
 
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 2 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 2 de 6Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 2 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 2 de 6
 
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 1 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 1 de 6Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 1 de 6
Curso de Cronoanálise - Tempos e Movimentos - Parte 1 de 6
 
Administração da Produção - Cronoanalise
Administração da Produção - CronoanaliseAdministração da Produção - Cronoanalise
Administração da Produção - Cronoanalise
 
Administração da Produção - Projeto da rede e Localização
Administração da Produção - Projeto da rede e LocalizaçãoAdministração da Produção - Projeto da rede e Localização
Administração da Produção - Projeto da rede e Localização
 
Administração da Produção - Produto
Administração da Produção - ProdutoAdministração da Produção - Produto
Administração da Produção - Produto
 
Administração da Produção - Previsão de Demanda
Administração da Produção - Previsão de DemandaAdministração da Produção - Previsão de Demanda
Administração da Produção - Previsão de Demanda
 
Administração da Produção - Planejamento e Controle de Capacidade
Administração da Produção - Planejamento e Controle de CapacidadeAdministração da Produção - Planejamento e Controle de Capacidade
Administração da Produção - Planejamento e Controle de Capacidade
 
Administração da Produção - Planejamento e Controle de Estoques
Administração da Produção - Planejamento e Controle de EstoquesAdministração da Produção - Planejamento e Controle de Estoques
Administração da Produção - Planejamento e Controle de Estoques
 
Administração da Produção - Planejamento e Necessidade de Materiais (MRP)
Administração da Produção - Planejamento e Necessidade de Materiais (MRP)Administração da Produção - Planejamento e Necessidade de Materiais (MRP)
Administração da Produção - Planejamento e Necessidade de Materiais (MRP)
 
Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 2 de 2)
Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 2 de 2)Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 2 de 2)
Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 2 de 2)
 
Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 1 de 2)
Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 1 de 2)Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 1 de 2)
Melhoria continua - Six Sigma - Melhoria de processos (Parte 1 de 2)
 
Administração de Produção - Layout/Arranjo Fisico
Administração de Produção - Layout/Arranjo FisicoAdministração de Produção - Layout/Arranjo Fisico
Administração de Produção - Layout/Arranjo Fisico
 
Administração de Produção - Just in Time (JIT)
Administração de Produção - Just in Time (JIT)Administração de Produção - Just in Time (JIT)
Administração de Produção - Just in Time (JIT)
 
Introdução a Administração de Produção e Operações
Introdução a Administração de Produção e OperaçõesIntrodução a Administração de Produção e Operações
Introdução a Administração de Produção e Operações
 

Último

DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfDIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfIedaGoethe
 
VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO
VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSOVALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO
VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSOBiatrizGomes1
 
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundogeografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundonialb
 
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chaveAula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chaveaulasgege
 
Habilidades Motoras Básicas e Específicas
Habilidades Motoras Básicas e EspecíficasHabilidades Motoras Básicas e Específicas
Habilidades Motoras Básicas e EspecíficasCassio Meira Jr.
 
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasPrograma de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasCassio Meira Jr.
 
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANO
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANOInvestimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANO
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANOMarcosViniciusLemesL
 
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNASQUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNASEdinardo Aguiar
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdfcartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdfIedaGoethe
 
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxQUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxIsabellaGomes58
 
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptxAs Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptxAlexandreFrana33
 
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptxAula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptxBiancaNogueira42
 
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecasMesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecasRicardo Diniz campos
 
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029Centro Jacques Delors
 
Doutrina Deus filho e Espírito Santo.pptx
Doutrina Deus filho e Espírito Santo.pptxDoutrina Deus filho e Espírito Santo.pptx
Doutrina Deus filho e Espírito Santo.pptxThye Oliver
 

Último (20)

DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdfDIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
DIA DO INDIO - FLIPBOOK PARA IMPRIMIR.pdf
 
VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO
VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSOVALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO
VALORES HUMANOS NA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO
 
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundogeografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
 
Em tempo de Quaresma .
Em tempo de Quaresma                            .Em tempo de Quaresma                            .
Em tempo de Quaresma .
 
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chaveAula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
 
Habilidades Motoras Básicas e Específicas
Habilidades Motoras Básicas e EspecíficasHabilidades Motoras Básicas e Específicas
Habilidades Motoras Básicas e Específicas
 
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasPrograma de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
 
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANO
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANOInvestimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANO
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANO
 
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNASQUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
 
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdfcartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
cartilha-pdi-plano-de-desenvolvimento-individual-do-estudante.pdf
 
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxQUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
 
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptxAs Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
 
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptxAula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
Aula 13 8º Ano Cap.04 Revolução Francesa.pptx
 
XI OLIMPÍADAS DA LÍNGUA PORTUGUESA -
XI OLIMPÍADAS DA LÍNGUA PORTUGUESA      -XI OLIMPÍADAS DA LÍNGUA PORTUGUESA      -
XI OLIMPÍADAS DA LÍNGUA PORTUGUESA -
 
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecasMesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
 
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
 
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
 
Doutrina Deus filho e Espírito Santo.pptx
Doutrina Deus filho e Espírito Santo.pptxDoutrina Deus filho e Espírito Santo.pptx
Doutrina Deus filho e Espírito Santo.pptx
 

Administração da Produção - Supply Chain e Logistica

  • 1. Supply Chain e Logística Ref. Bibliográfica: Martins, Petrônio G. Administração da Produção, Editora Saraiva, 2°Ed., Cap. 6 “Material disponibilizado para livre utilização. Pedimos apenas que cite os websites abaixo como fonte de referencia.” www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 2. Supply Chain Conceito de integração da empresa com todas as demais empresas da cadeia de suprimento.  Fornecedores, clientes e provedores externos de meios logísticos compartilham informações e planos necessários para tornar o canal mais eficiente e competitivo. www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 3. Estrutura de Supply Chain Fornece- dores Procure- ment Manu- fatura Distrib. física Membros do canal Clientes Fluxo de valor agregado Fluxo de informações das necessidades Alianças com fornecedores Integração logística interna Estratégias clientes /trading partner www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 4. Exemplo de Supply Chain Supply Chain Management: práticas de gestão para que todas as empresas agreguem valor ao cliente.
  • 5. Estrutura de uma SC Três dimensões estruturais na SC:  estrutura horizontal: é o número de camadas da SC;  estrutura vertical: é o número de empresas em cada camada da SC;  foco: é a posição da empresa focal na estrutura da SC; Classes de membros da SC:  primários: empresas que executam atividades de agregação direta de valor; e  apoio: prestam serviços de apoio às atividades primárias.
  • 7. A SC pode ser dividida em três aninhamentos:  cadeia interna: é composta pelos fluxos de informações e de materiais que ocorre dentro do âmbito da empresa focal;  cadeia imediata: é formada pelos fornecedores e clientes de conexão imediata com a empresa focal, e que são mais suscetíveis a negociações e estratégias compartilhadas;  cadeia total: é formada por todas as cadeias imediatas de um setor. Estrutura de uma SC
  • 8. Estrutura de uma SC FF FF FF FF FF CC CC CC CC CC CC CC Empresa focal: cadeia interna atacado varejo consumo . . . . . . ... ... . . . . . . . . . Logística de aquisição Logística interna Logística de distribuição GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS fluxo de materiais fluxo de informações fornecimento Compras Fabricação Vendas Cadeia imediata Cadeia total
  • 9. Mas qual a diferença entre a visão de supply chain e a visão tradicional das empresas? Na visão antiga do negócio, cada empresa da cadeia da produtiva somente enxergava, na melhor das hipóteses, seu cliente imediato. Relações entre os atores da supply chain era chamadas de “relações binárias”. Sem preocupação com relação entre ponto mais a montante e ponto mais à jusante da cadeia. Comum objetivos conflitantes entre diferentes departamentos de uma mesma empresa.
  • 10. Evolução da cadeia de fornecimento - Fase 1  Visão Departamental (..1960) - Atividades divididas em departamentos - Estoques para amortecer a falta de sincronização - Controles departamentais refletindo uma visão local - Falta de visão de toda a cadeia - Indicadores de desempenho específicos ao departamento - Visão de curto prazo Fornecedores Desenv. Compras Produção Mk/vendas Distrb. Clientes
  • 11. Evolução da cadeia de fornecimento - Fase 2  Visão funcional: (1960 – 1990) - Atividades aglutinadas visando redução de custos - Visão de negócio ainda interna - Baixa visão de toda a cadeia - Sistemas locais – não integrados - Indicadores de desempenho específicos à função - Visão de curto prazo Fornecedores Desenv/ aquisição Produção/ integrada Comercial/ distribuição Clientes
  • 12. 12 Evolução da cadeia de fornecimento - Fase 3  Visão da cadeia logística integrada (século XXI) - Atividades desenhadas visando atender a cadeia interna - Integração tática - Foco em processos eficientes - Sistemas internos integrados em suas interfaces - Planejamento de médio prazo - Decisões baseadas no histórico passado Fornecedores Cadeia de Valor da empresa Clientes
  • 13. Efeito Forrester ou efeito chicote Pequenas oscilações na demanda final produzem grandes oscilações nos primeiros estágios das empresas que formam a supply chain. (alterações de demanda – unidades produtivas – cadeia de suprimentos)
  • 14. Efeito Forrester ou efeito chicote
  • 15. A supply chain “ Web - centrada” Internet Supply chain E-business ou “negócio eletrônico Supply chain dinâmica: e-commerce, e- procurement; e-collaboration Estruturas – ERP (enterprise resouse planning) Sistemas integradaos de Gestão
  • 16. Comércio Eletrônico O E-Business possui três aplicações principais: E-commerce E-procurement E-collaboration
  • 17. O comércio eletrônico É a realização de transações empresariais por meio de redes de comunicação eletrônica, sem a presença física do parceiro comercial; Pode acontecer entre membros do arranjo logístico, ou entre a gestão do arranjo e fornecedores ou consumidores externos; Se incluir serviços não comerciais (p.ex., assistência técnica), pode ser chamado de e-business (e-biz).
  • 18. Classificação quanto à natureza da aplicação www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 19. Logística e comércio eletrônico Logística de suprimento Logística de distribuição FornecedorFornecedor FabricanteFabricante AtacadistaAtacadista VarejistaVarejista Portal de negóciosPortal de negócios ConsumidorConsumidor B2B B2B B2B B2B B2C O meio eletrônico pode automatizar dois dos três fluxos: informações e pagamentos. www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 20. Venda eletrônica E-commerce: inclui o consumidor final na cadeia de valor . Executar os pedidos dos clientes Comunicação entre as partes Rastreamento automático e instantâneo de cada pedido Testes e diagnósticos remotos de problemas em qualquer parte da cadeia Registro de dados e informações relevantes
  • 21. Compra eletrônica E-procurement: é o processo de compra de materiais incluindo procura e seleção de fornecedores; Pode usar portal de compras fechado, onde fornecedores e compradores se relacionam para negócios e visitas a catálogos eletrônicos; Reduz custos de processamento de pedidos e tempo de ciclo e oferece uma comunicação assíncrona e rápida com fornecedores.
  • 22. Colaboração eletrônica E-colaboration: é o processo em que empresas, clientes, parceiros, instituições e consultores compartilham informações, trabalhando on-line; Pode ser útil em desenvolvimento de novos produtos, pois cada parte opera em sua base, porém conectada e atualizada com os avanços dos parceiros; Também pode ser útil em produção multi- estágios (pré-montagens).
  • 23. A empresa focal: o foco da análise Ladodoco Ladodo Análise à jusanteAnálise à montante
  • 24. A empresa focal e a TI Ladodoco Ladodo e- procurement e- commerce e- collaboration
  • 25. Vantagens: Acesso rápido e global a todo e qualquer tipo de informação Todos os atores envolvidos no processo podem ter acesso instantâneo a todas as particularidades do negócio/ clientes/ fornecedores Desvantagens: Custos da tecnologia necessária para implantação dessa integração eletrônica desconfiança entre os parceiros TENDÊNCIA: adoção em larga escala da supply chain eletrônica
  • 26. LOGÍSTICA  É o processo de planejamento, implementação e controle da eficiência, e do custo efetivo relacionado ao fluxo de matéria-prima, material em processo e produto acabado; bem como do fluxo de informações do ponto de origem ao ponto de consumo com o objetivo de atender o cliente. (Council of Logistics Management) OBS: logística não trata-se apenas da distribuição física de produtos.
  • 27. LOGÍSTICA  Busca melhorar o fluxo de materiais e informações (conseqüentemente com redução de custos) com o uso de: • Modelos matemáticos. • Softwares. • Tecnologia da Informação.
  • 28. Decisões Logísticas Estratégicas (longo prazo): Ex: quantidade e localização de facilidades, tipos de equipamentos de movimentação e de produção. Táticas (médio prazo): Ex: meios de transporte e níveis de estoques. Operacionais (curto prazo): Ex: programa diário de produção, alocação de pessoal.
  • 29. Problemas Clássicos de Logística Localização de Facilidades. Roteirização (roteamento) de Veículos. Problemas de Transporte. As soluções destes problemas são largamente estudas por uma área de conhecimento chamada “Pesquisa Operacional”.
  • 30. Localização de Facilidades A localização de serviços é importante, seja para o escoamento da produção de maneira mais satisfatória; para atender clientes de uma empresa de maneira mais satisfatória; para a instalação de antenas celulares, que tenham uma maior abrangência; para a instalação de hospitais em regiões que atendam ao maior número possível de habitantes, dentre outros objetivos a serem cumpridos. Conhecido o tamanho e a localização da demanda, quantos centros de distribuição devem ser instalados e onde instalá- los de modo a minimizar o custo logístico do sistema?
  • 34. Roteirização de Veículos Problemas de Roteirização e Programação de Veículos destacam-se como um daqueles de maior incidência em empresas de logística, face ao seu caráter altamente operacional. − Entrega, em domicílio, de produtos comprados nas lojas de varejo ou pela internet; − Distribuição de bebidas em bares e restaurantes; − Distribuição de dinheiro para caixas eletrônicos de bancos; − Distribuição de combustíveis para postos de gasolina; − Coleta de lixo urbano; − Entrega domiciliar de correspondência; − Distribuição de produtos dos Centros de Distribuição (CD) de atacadistas para lojas do varejo.
  • 35. douglasmiranda@ufmg.br FACE-UFMG 35 D E se todas as mercadorias não couberem num único veículo? Qual rota percorrer? Qual a seqüência de clientes a visitar de modo a minimizar a distância total percorrida? 35 Problema do Caixeiro Viajante Objetivo: determinar a rota de menor caminho (distância, tempo ou custo) existente entre um ponto de origem (cidade, endereço, computador, objeto etc.) e um ponto de destino.
  • 36. Parâmetros: demanda de cada cliente, distância entre cada cliente Variável: números de veículos, rota de cada veículo Restrições: respeitar capacidade dos veículos, atender integralmente a demanda FO: Qual a rota que fornece o menor custo? Problema de Roteamento de Veículos
  • 37.
  • 38. Como seria o modelo matemático deste problema ?
  • 39. douglasmiranda@ufmg.br FACE-UFMG 39 E se houver um janela de tempo em cada cliente? E se o objetivo for minimizar o tempo total de viagem? E se o tempo de viagem entre cada cliente varia? E se houver mais de 1 depósito? Modelo Matemático para um PRV Capacitado
  • 40. Trata do transporte de alguma carga – um produto, um material ou insumo, por exemplo – de diversas fontes até um conjunto de destinos, procurando minimizar custo ou maximizar lucro ou receita, respeitando as capacidades de fornecimento das fontes e de absorção dos destinos. Problemas de Transporte www.betagama.com.brwww.dunamath.com
  • 41. Problemas de Transporte ci,j: custo unitário de enviar produto do fornecedor i para cliente j xi,j: quantidade de produtos a ser enviado de i para j www.betagama.com.brwww.dunamath.com

Notas do Editor

  1. Clique para adicionar texto
  2. Aumentou de 100 para 110. Estoque rediziu de 100 para 90. E deseja elevar estoque para 110. Portanto, deve produzir 20 a mais, ou seja 120. Outra forma: aumentou de 100 para 110. // Restrição de equilíbrio de estoque
  3. Business; government; customer
  4. 3 interfaces
  5. Não há mais desculpas como: o telefone estava desligado ou “não tivemos acesso ‘a informacao em tempo hábil.
  6. Fornecedores, consumidor, fabricante, depositos