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FUNDAMENTOS DO
  DESIGN INSTRUCIONAL



Robson Santos da Silva
www.eadamazon.com
Nesta apresentação, teremos a
oportunidade de conhecer os
fundamentos da autoria e do
design     instrucional,    ação
fundamental para a criação de
cursos na modalidade a distância.
Na área de EAD, temos indicadores,
mas, como em tudo na área de
ciências humanas, não há certezas.
Neste    caso,   o   planejamento,
certamente, ampliará a margem de
acerto.
Design Instrucional
Desenho ou Design Instrucional designa
a ação sistemática que envolve o
planejamento, o desenvolvimento e a
utilização de peculiaridades didáticas
que facilitem a aprendizagem. De sua
ação resultam condições adequadas
para a aprendizagem e materiais
didáticos que apóiam essa ação.
Design Instrucional

  Na sua forma mais simples, o DI é uma metodologia
  de planejamento educacional, uma referência para
  produzir uma variedade de materiais educativos
  adequados às necessidades dos alunos e capazes
  de garantir a qualidade da aprendizagem.
O processo Design Instrucional

 Podemos dizer que ....o design instrucional é uma ação
 intencional e sistemática de ensino que o envolve:

                             Planejamento

   Produtos educacionais em                        Desenvolvimento
situações didáticas específicas
                                                     de materiais


                                                   Produtos educacionais
     Atividades e eventos

                                   O desenvolvimento e
                                  aplicação de métodos e
                                          técnicas
Entendi...

             Apesar da nomenclatura design
             instrucional ser a mais utilizada,
             observa-se que essa designação
             pode induzir o leitor a crer que
             essa forma de planejar atividades
             educacionais a distância esteja
             baseada em princípios tradicionais
             ou em teorias comportamentais.
             Assim, muitas pessoas preferem
             utilizar a    expressão   design
             educacional.
Essa aparente discordância é, na realidade, um
problema semântico, uma vez que tal termo vem da
língua inglesa e seu uso em expressão original não
traduz seu real significado.
Você observará que cada
curso possui público-alvo e,
consequentemente, objetivos
específicos. Desta forma, o
DI apresenta modelos para
cada uma dessas situações.
TIPOS DE
DESIGN INSTRUCIONAL

 A partir de determinadas variantes, podemos
 considerar a existência de três modelos de DI.


           DI Fixo

           DI Aberto

           DI Contextualizado
DI Fixo

•Fundamenta-se no planejamento criterioso e antecipado
de cada um dos componentes do DI antecipadamente à
ação de aprendizagem.

•As decisões sobre como cada atividade se desenvolverá
não poderão ser alteradas no decorrer do curso.

•As interações sociais, caso ocorram, já serão pré-
definidas.
DI Fixo

•Em geral, o resultado deste DI é rico em conteúdos
bem estruturados, mídias selecionadas e feedbacks
automatizados.

•Normalmente, dispensa a ação do educador sendo
dirigido à educação de massa.
DI Aberto


- Neste tipo de DI, privilegia-se mais   os processos de
aprendizagem do que os produtos.

- Permite que os conteúdos de estudo sejam refinados ou
modificados durante a execução do processo de ensino-
aprendizagem.
DI Aberto

- Normalmente, os educadores realizam o seu trabalho a
partir de um AVA com um conjunto de opções pré-
configuradas ao mesmo tempo em que mantêm a liberdade
para reconfigurar as ações a partir do feedback obtido junto
aos alunos.

- Privilegia a personalização e a contextualização.
DI Contextualizado


- Busca o equilíbrio entre a automação dos processos de
planejamento, a personalização e a contextualização a partir do
uso de ferramentas web 2.0.

- Aproxima-se do DI aberto, porém não exclui a possibilidade de
utilização de unidades fixas e pré-programadas.
Além dos modelos, devemos observar o que nos
indica a Commonwealth of Learning que considera
que as ações em DI devem se pautar em alguns
princípios.


     São eles....
Adequado estabelecimento de        metas     e    objetivos   de
programas, projetos e cursos.

Contextualização e interdisciplinaridade com           uso    de
construções hipertextuais e utilização agradável.

Interatividade e interação, permitindo avaliações             e
comentários ao estudante sobre seu progresso.

Possibilidade de desenvolvimento        da       pesquisa,    do
pensamento crítico e uso da empatia.

Construções em conformidade com as necessidades dos
alunos.
Ao mesmo tempo, a Commonwealth identifica que o design
instrucional é resultado direto de diferentes teorias educacionais.



  Do comportamentalismo, por exemplo, destaca que são
  aproveitados, além das ideias básicas de se aprender
  fazendo, os seguintes princípios: uso das taxonomias e
  objetivos, fornecimento de condições de aprendizagem,
  foco nos resultados, decomposição das tarefas com
  possibilidade de pequenos e sucessivos sucessos,
  fornecimento de feedback e elaboração de diagnósticos.



               A partir do cognitivismo, observa-se que o
               processamento da informação está relacionado à
               motivação e a movimentos cíclicos de constante
               construção e reconstrução do pensamento.
Na prática, o DI é um trabalho
      de planejamento composto por
      diferentes processos e que
      requer a ação de diferentes
      profissionais.




Deve-se ressaltar, no entanto, que a
quantidade e grau de especialização de cada
profissional envolvido no DI dependerá dos
resultados que se deseja alcançar.
Coordenador
                de Projetos                   AUTORES
  Revisor de                    Designer
  Qualidade                    Instrucional
               DI e Produção
                 de Cursos



Revisor de                          Web
  Texto                            Designer



       Programador
                          Ilustrador
       Scorm / Flash
ATRIBUIÇÕES



               • Manter o foco do curso em seus
Coordenador      objetivos gerais e específicos, mantendo
de Projetos      sua coerência em relação às condições
                 e diretrizes da política institucional




               • Primar pelas diretrizes didáticas do
Designer         curso, sendo assim o grande
                 responsável por criar e manter as
Instrucional     condições       adequadas         de
                 construção do curso.
Designer
Instrucional


  Especialista  em    educação    que   orienta    o
  pensamento pedagógico dos autores e corpo técnico-
  pedagógico na formulação ou reformulação de cada
  um dos elementos necessários para a concepção
  de um curso on-line, bem como garantir a
  produção, implementação e execução adequada dos
  cursos.
ATRIBUIÇÕES



Web          • Dar vida ao curso partir de programas
               adequados ao uso na internet ou
Designer       mesmo em outras tecnologias.




             • Criar   personagens,    cenários   e
Ilustrador     situações gráficas.
ATRIBUIÇÕES



              • Criar programações e conversão para
Programador     Scorm ou outros padrões.




              • Manter a qualidade final dos cursos:
                uso correto da língua, verificação de
 Revisores      gráficos, textos e mídias estão
                funcionando de forma adequada e
                correta.
ATRIBUIÇÕES



        • Criar ou organizar os conteúdos e

Autor     conhecimentos que deverão se
          analisados e aprendidos pelos
          alunos.
Para refletir...



            Que resultados uma ação
            de DI, já incluída a ação de
            autoria, deverá produzir?
São estes os resultados do DI:

Recursos – Mídias -            Didática
Tecnologias
                                          Metodologia


APRENDIZAGEM                        Materiais Didáticos




              Módulo Instrucional
Módulo Instrucional

Um módulo é um material didático que
contém todos os elementos que são
necessários para a aprendizagem de
conceitos e habilidades no ritmo do
aluno ainda que sem a presença
contínua do professor. Podemos dizer
que este seja o principal produto
resultante do DI!
Para refletir...




 Compreendeu quais
 são os objetivos e
 resultados do DI

O mapa a seguir irá lhe ajudar a reforçar
os conhecimentos.
DI – da concepção à
prática.

  Atualmente, dois modelos prevalecem quando
  se deseja colocar o DI em prática. São eles:


                    IMS Learning
                      Design


                         ADDIE
IMS Learning
                  Design

A proposta do IMS Learning Design não é
servir como uma abordagem específica de DI,
mas sim possibilitar que o trabalho seja
realizado a partir da composição entre
diferentes abordagens pedagógicas.
IMS Learning
                          Design
A idéia central é a de que o processo de ensino-
aprendizagem       ocorre     quando       objetivos     de
aprendizagem definem adequadamente as atividades a
serem realizadas pelos aprendizes. Apesar de
interessante, na prática, a sua utilização ainda é restrita,
pois requer excessiva capacitação dos profissionais
para a compreensão e utilização de seus fundamentos.
ADDIE


Atualmente, o Modelo ADDIE vem
obtendo excelentes resultados. Por
isso, tem prevalecido face a outras
opções. Sua execução se dá em cinco
fases.
ADDIE
  Assess        Analisar
  Design        Design
 Develop      Desenvolver
Implement     Implementar
 Evaluate       Avaliar
Compreendeu?

O mapa a seguir mostra em detalhes
o Modelo ADDIE que utilizamos para
produzir este curso. Observe na
legenda de cores e na linha de
desenvolvimento como o trabalho se
processou.

     Observe-o com bastante atenção!
ANÁLISE

Durante a análise, serão realizados os levantamentos que
fornecerão as bases para o sucesso do projeto. Nesse
contexto, caberão particularmente os procedimentos visando
identificar as necessidades daqueles a quem os recursos se
destinam. Para tanto, a caracterização do público-alvo,
incluindo-se as formas como seus integrantes aprendem e
como lidam com as mídias e tecnologias com as quais
manterão contato, deverá ser minuciosamente considerada.
Observe o esquema
Antes de iniciarem seus trabalhos, bons
designers consideram:



O levantamento de necessidades e as reuniões pedagógicas são
fundamentais para o sucesso do projeto, pois permitem:

                   • as capacidades prováveis dos
                     respectivos alunos

                   • o nível de instrução dos alunos


                   • enquadramento social e cultural


                   • a motivação e interesse que manifestam
INDAGAÇÕES QUE CARACTERIZAM
A ANÁLISE.


• Qual é o problema para o qual o DI está sendo
proposto?
• Quais são as possíveis soluções?
• Quais os conteúdos atendem à necessidade?
• Que métodos e técnicas são adequados?
• De que forma a aprendizagem será avaliada?
• O que os alunos já sabem?
• O que precisam saber?
• Em que situação aplicarão a aprendizagem?
• Qual o orçamento e tempo disponíveis?s os
profissionais necessários?
• Quais as possíveis ameaças?
DESIGN

Caracteriza-se pelo estabelecimento dos objetivos de
aprendizagem     e,    a   partir  dele,   como     serão
disponibilizados os conteúdos, as formas de interação,
granularidade, atividades, feedback, formas de avaliação,
escolha das mídias e tecnologias. Estabelecidos esses
parâmetros, chega-se à fase de operacionalização da
criação.
Observe o esquema



                    - Concepção Pedagógica
                    - Tipo de DI
A fase do Design, em nosso mapa
             também denominada Planejamento, é
             fundamental para o sucesso do curso.
             Neste contexto, seu principal produto
             é a Matriz de Design Instrucional.



Trata-se de um documento que irá detalhar
como não só cada objetivo será atingido, mas
também os pontos fundamentais para que isso
ocorra.
Matriz de Design Instrucional


                                           Duração e Ferramenta
     Unidade Objetivos Papéis Atividades                        Conteúdos Avaliação
                                           Período   s



1.

                                                                          Mecanismos
2.                                                 Serviços
                                                                          e critérios
                                                   utilizados Objetos de
             O que se Quem faz o quê p/ carga                             para
                                                   durantes aprendizagem,
             espera da que se alcance o horária e             arquivos, verificar se
                                                   as
3.           unidade objetivo           calendário                        os obj
                                                   atividades URLs
                                                                          foram
                                                   e apoio
                                                                          alcançados
Matriz de Design Instrucional


                                   Atividades



             Fluxo
                                                 Papéis



     Conteúdos                 Objetivos




                 Ferramentas
                                      Ambiente            Avaliação
Matriz de Design Instrucional


 Objetivos        Papéis         Atividades       Fluxo


-Uma unidade visa a um ou mais objetivos.

- Para alcançar objetivos, as pessoas assumem um ou mais
papéis no processo de ensino-aprendizagem.

- Cada papel desempenha uma ou mais atividades.

- As atividades seguem um fluxo, têm duração e são
realizadas em um período de tempo determinado.

Conteúdos       Ferramentas       Ambiente        Avaliação
Matriz de Design Instrucional


 Objetivos       Papéis          Atividades   Fluxo



- As atividades são apoiadas em conteúdos, ferramentas
(incluindo mídias e tecnologias).


- Os conteúdos e ferramentas são organizados em um
ambiente.

- A avaliação verifica se os objetivos da unidade foram
alcançados.

Conteúdos      Ferramentas        Ambiente    Avaliação
Matriz de Design Instrucional

          Exemplo:



     Unidade   Objetivos   Papéis     Atividades Fluxo Ferramentas Conteúdos     Avaliação




1.

                                       Julgar o
                          Aluno –
                                       papel dos
             Identificar Avalia e                    1hora
                                       gêneros                       Tarefas 4,5
   Tipos e a              defende sua
                                       discursivos                   e 6 (arquivo Discussões
2. gêneros pluralidade posição.                       3ª     Fórum
                                       e de outros                   no formato no fórum
   textuais. de gêneros                              sema
                                       fatores na                    pdf)
             discursivos. Docente –                  na
                                       escolha de
                          dá suporte .
                                       textos.
Com a prática, você observará que alguns pontos
têm importância ainda maior na Matriz. Neste
contexto, podemos destacar: a escolha correta
dos verbos (base das unidades de aprendizagem),
as atividades e as mídias e tecnologias do curso.
ATIVIDADES




Lembre-se ainda que o processamento da
aprendizagem requer estratégias e atividades.

                           Estratégias




              Atividades
ATIVIDADES




                  Estratégias



                                COOPERAÇÃO

RECORDAÇÃO
                          ORGANIZAÇÃO

             ELABORAÇÃO


CRIATIVIDADE              PENSAMENTO CRÍTICO
ATIVIDADES




   Atividades
• Recordar um fato.
• Listar os passos de um procedimento.
• Descrever um fato ou objeto.
• Estabelecer um elo entre idéias e imagens.
• Formação de siglas, rimas, palavras.
• Estudar / elaborar mapas conceituais.
• Estruturar um tema sob a forma de perguntas e
respostas.
• Categorizar itens em grupos.
• Sequenciar objetos ou idéias no tempo ou no espaço.
• Expor idéias livremente para a busca de soluções.
Atividades
• Pensar metaforicamente.
• Elaborar histórias completas.
• Elaborar resumos.
• Redigir boletins informativos.
• Preparar charges.
• Criar enigmas.
• Manter diários.
• Simular aspectos da realidade, permitindo a tomada de
decisões.
• Desenvolver projetos colaborativos.
ATIVIDADES



                                          Atividades
• Minute paper (debate via chat, mensag. instantâneas
sobre determinado tema proposto)
• Fórum
• Webquest
• Jogos
• Questionários
• Resolução de problemas
Fundamentos da atividade




            Introdução   Processo




             Avaliação   Conclusão
Fundamentos das atividades


Introdução
    Ativar a atenção do aluno.
    Informar os objetivos a alcançar.
    Apresentar a visão geral da atividade.


      Processo
         Recuperar os conhecimentos prévios.
          Apresentar informações e exemplos.
          Focar a atenção.
          Usar a estratégia de aprendizagem e a atividade
         em si.
          Fornecer feedback
Fundamentos das atividades


Conclusão
  Revisar e sintetizar.
  Transferir a aprendizagem.
  Motivar e encerrar.



    Avaliação
      Avaliar a aprendizagem.
      Fornecer feedback.
      Possibilidade de oferta de atividades
      complementares.
SELEÇÃO DE MÍDIAS E
   TECNOLOGIAS



     Durante o design, algumas dúvidas bastante
     interessantes irão surgir.

            Afinal... Que mídias e
            tecnologias devem ser
            utilizadas para desenvolver
            o curso?
                   Impressos?
            CD / DVD?
                   Podcasting?
            Rádio?
                   TV?
            Será utilizado um ambiente
            virtual de aprendizagem?
Atualmente, dois meios prevalecem na EAD,
normalmente,      empregados       de     forma
complementar: impressos e ambientes virtuais de
aprendizagem (por exemplo, o Moodle). No
entanto, não se pode escolhê-los, simplesmente,
porque são os mais utilizados.




Nossa dica para você
escolher corretamente? A
resposta é o método
                       ACTIONS
MODELO ACTIONS DE
SELEÇÃO DAS MÍDIAS



          Acesso: Onde é que os alunos irão aprender –
          em casa, no trabalho, em centros locais? “A”
          também significa “availability” (disponibilidade) e
          “affordability” (compatível em termos de custo).


          Custos: Quais são os custos de capital e
          recorrentes? Quais os custos fixos e variáveis?


          Teaching Functions (funções de ensino):
          Quais são os requisitos de apresentação do
          tema? Que abordagens de ensino e
          aprendizagem são necessárias?
MODELO ACTIONS DE
SELEÇÃO DAS MÍDIAS



        Interação e facilidade de utilização: Será que os alunos e os
        professores precisam de muita formação para poderem utilizar
        esta tecnologia?



        Organização: Que alterações serão necessárias na organização
        para facilitar a utilização de uma determinada tecnologia?


        Novidade: Em que medida é que a “moda” da utilização desta
        tecnologia irá estimular o financiamento e a inovação? Em que
        medida é que a utilização desta tecnologia irá suscitar o interesse
        e a motivação do aluno?

        Speed (velocidade): Em que medida é que os materiais poderão
        ser atualizados e alterados, rápida e facilmente? Com que
        rapidez é que esta tecnologia permite produzir novos cursos?
Matriz de Design Instrucional




                      CURIOSIDADE...



                  Face à sua íntima ligação com as
                  chamadas unidades de aprendizagem,
                  elementos essenciais na estruturação do
                  curso, as Matriz de DI é também conhecida
                  como      Matriz    das     Unidades   de
                  Aprendizagem.
DESENVOLVIMENTO

Consiste em criar, a partir das considerações realizadas
nas etapas anteriores e dos softwares adequados, os
materiais didáticos.
- Impresso
- Online
INDAGAÇÕES QUE CARACTERIZAM
O DESENVOLVIMENTO.




• Como os objetivos serão alcançados?
• Que métodos e técnicas melhor se ajustam
a esses objetivos?
• Como o conteúdo é mapeado, estruturado
e seqüenciado?
• Em que sequência o conteúdo será
apresentado?
INDAGAÇÕES QUE CARACTERIZAM
O DESENVOLVIMENTO.


• Quais as mídias mais apropriadas à
apresentação?
• Que produtos e atividades devem ser
preparados e produzidos?
• Qual o grau de interação?
• Qual o design gráfico?
• Que nível de suporte instrucional e
tecnológico será oferecido?
Desenvolver um curso é uma ação que
requer cuidados, preparação prévia e
especial    atenção     às    teorias
pedagógicas. Neste contexto, cabe
destacar alguns pontos essenciais do
CONSTRUTIVISMO.
A maior parte dos documentos que
abordam o design instrucional menciona
métodos objetivos que se prendem,
principalmente,  à     transmissão   de
conhecimentos e facilitação do processo
de aprendizagem desses conhecimentos.
Por sua vez, os métodos construtivistas
 de desenho instrucional colocam os
 alunos e os conhecimentos que eles
 trazem à situação de aprendizagem no
 centro do desenho instrucional.


Agora, vamos recordar
juntos alguns pontos
que vimos na Unidade 1.
Estes métodos se baseiam nos
princípios seguintes:




     Os alunos são uma fonte legítima de conhecimentos.
     Os alunos são encorajados a aprender a confiar neles
     próprios e nos respectivos conhecimentos.




     A aprendizagem não é um exercício passivo de
     absorção     de     conhecimentos       (informações)
     desenvolvidos e transmitidos por “peritos”. Os alunos
     são encorajados a tomarem o controlo e a iniciarem a
     própria aprendizagem.
Estes métodos baseiam-se nos
princípios seguintes:


    A ambiguidade e a contradição não constituem
    problema. Podem ser úteis para incitar uma
    aproximação em termos de resolução e de
    colocação de problemas na aprendizagem.




    Uma reflexão sistemática constitui uma
    atividade essencial para que a experiência
    facilite uma compreensão mais profunda.
Assim, na prática, pode-se deduzir que o DI eficaz de
um curso é identificado pelas seguintes características:

                 objetivos de aprendizagem claros e
                 apropriados
                 conhecimento do público-alvo
                  sequenciamento e segmentação
                  apropriados
                 interatividade
                 feedback
                 motivação
                  possibilidade de transferência dos
                  conhecimentos
                 mídias apropriadas
                 avaliação formal e informal
Será que existe um modelo a ser
seguido? Um padrão que nos auxilie?
Há um jeito especial para fazer
impressos, cursos on-line?




Não... Não existe! Você já verificou, ao
construir a Matriz, que cada caso é único!
O que existem, na verdade, são
orientações como,por exemplo, as
da Commonwealth of Learning as
quais passaremos a apresentar a
partir de agora.
Neste contexto, as orientações irão se
particularizar basicamente para dois tipos
de produção: IMPRESSOS E CURSOS
ON-LINE. Isso deve ao fato de ambos,
seja    isoladamente    ou    de    forma
combinada, serem os mais utilizados
para a criação de cursos a distância, o
que não isenta o DI e sua equipe de
analisar, detalhadamente, a escolha de
mídias (ACTIONS ).
ESTRUTURA DE UM CURSO



Normalmente, os cursos são estruturados com o
seguinte desenho básico:



                          •Curso
                          •Módulos (Capítulos)
                          •Unidade
                          •Introdução ou perspectiva geral
                          •Seções
                          •Sumário e conclusões
                          •Glossário
                          •Referências
                          •Auxiliares visuais e sinalização
ESTRUTURA DE UM CURSO




                MÓDULO   UNIDADE   SEÇÃO
MÓDULOS


  Os módulos são grupos de unidades que são de alguma
  forma, coerentes em torno de um determinado tópico ou
  tema.

  Por exemplo, pode fazer sentido dividir um curso sobre
  ensino a distância, que tem dezesseis unidades, em
  quatro blocos de quatro unidades: introdução ao ensino
  distância,  padrões   e   variações,   expectativas  e
  desempenho, e problemas e questões.

  Cada bloco contém uma breve introdução para orientar os
  alunos relativamente ao que se vai seguir. Este
  agrupamento de unidades fornece aos alunos alvos
  significativos. Assim, por exemplo, a conclusão de um
  bloco do curso acima mencionado significa completar um
  quarto do curso.
MÓDULOS




          A subdivisão em módulos só
          faz sentido se as unidades
          forem coerentes entre elas de
          alguma maneira significativa.


           Isso nos permite concluir que as
           Unidades são a base do curso.
UNIDADES

  Utilizamos o termo unidade para descrever uma
  parte de um texto de EAD que é distinta das outras
  partes. As unidades podem ser separadas por
  tópicos, ou pelo tempo atribuído para o estudo dos
  materiais, ou por uma combinação de ambos.



      Seja qual for o tipo de distinção utilizada, cada
      unidade deve ser autônoma e deve conter:

      •orientações para o aluno
      •explicações acerca dos tópicos abrangidos
      •exercícios e atividades.
•Introdução ou
                   perspectiva geral
                   • Elementos de
                   Estudo
                   • Resultados da
                   aprendizagem
                   •Seções
                   •Sumário e
                   conclusões
                   •Glossário
                   •Referências
                   •Auxiliares visuais e
                   sinalização




MÓDULO   UNIDADE        SEÇÃO
ESTRUTURAÇÃO DO CONTEÚDO




A estruturação adequada do conteúdo é um elemento
essencial para o sucesso de um curso. Neste contexto, cinco
fatores merecem destaque:
    RELEVÂNCIA / MOTIVAÇÃO
                                    ESTILO REDACIONAL


DENSIDADE DA
INFORMAÇÃO




                                   APRESENTAÇÃO VISUAL
          MEIOS GRÁFICOS
ESTRUTURAÇÃO DO CONTEÚDO


 DENSIDADE DA INFORMAÇÃO




    DENSIDADE DA INFORMAÇÃO
 Vá do conhecido para o desconhecido.

 Introduza, cuidadosamente, os novos conceitos e
 palavras.

 Acrescente um glossário no fim de cada unidade.

 Concretize todos os conceitos através de exemplos
 específicos.
ESTRUTURAÇÃO DO CONTEÚDO


 RELEVÂNCIA / MOTIVAÇÃO




  Enfatize o que deve ser aprendido.

  Evite afastar-se das questões essenciais.

  Torne o texto relevante.

  Utilize e exemplos motivadores.

  Acrescente perguntas que exijam reflexão e o
  desenvolvimento de atividades.
ESTRUTURAÇÃO DO CONTEÚDO


     ESTILO REDACIONAL


Quando se redige materiais para EAD, deve-se
incorporar importantes características estilísticas.

     Utilize um estilo dialogante.
     Fale com os seus alunos através do
     seu estilo.
     Seja amigável e encorajador.

     Faça-os dialogar consigo.

     Envolva-os em argumentos.
ESTRUTURAÇÃO DO CONTEÚDO


      MEIOS GRÁFICOS

Meios gráficos e imagens enriquecem o conteúdo.
Desta forma, podemos observar o seguinte:

                   Deve-se destacar pontos especiais e
                   essenciais do texto.
                    A utilização de mapas e diagramas
                    aumentam o entendimento do texto.
                   Símbolos e ícones fornecem dicas
                   especiais.
                   Margens, texturas, sublinhados e
                   letras diferentes de pontos especiais.
ESTRUTURAÇÃO DO CONTEÚDO


   APRESENTAÇÃO VISUAL

   Utilize páginas ou telas compatíveis com o
   conteúdo a ser apresentado.


   Evite o excesso de figuras evitando-se assim
   que a atenção possa ser dispersa.


   Letras com cores adequadas e dimensão
   correta são mais agradáveis à leitura.


   Utilize negritos, sublinhados e destaques
   com atenção e critério.
Vejamos alguns exemplos de cursos
prontos e disponibilizados em um ambiente
virtual de aprendizagem.
Ferramentas
IMPLEMENTAÇÃO




 Trata-se da fase em que o material é
 disponibilizado para utilização efetiva
 por uma amostra que represente
 adequadamente o público-alvo a
 quem ele se destina.
INDAGAÇÕES QUE CARACTERIZAM
A IMPLEMENTAÇÃ0




• Alunos e professores precisam ser treinados
para o uso dos materiais e tecnologias?
• Há pré-requisitos para realizar o curso?
• Qual o tempo necessário para compreensão do
funcionamento do sistema?
• Em que local / forma ocorrem as situações de
aprendizagem?
• Como a aprendizagem é avaliada?
• Como se dá o feedback?
• Qual o design gráfico?
AVALIAÇÃO

Para validar todo o modelo, inicia-se a fase da avaliação
cujo processo deverá ocorrer em dois níveis: do sistema e
da aprendizagem. Para realizá-la, é preciso que sejam
definidos os seus critérios, ou seja, deve-se estabelecer o
quê e como avaliar.


Testes, questionários, enquetes, pesquisas e observação
compõem um portfólio de instrumentos que devem ser
devidamente confeccionados para que seus objetivos
avaliativos sejam alcançados.
INDAGAÇÕES QUE CARACTERIZAM
A AVALIAÇÃ0


 . Como o design será avaliado?
 . Quem fará essa avaliação?
 . Quais foram os problemas detectados na
 implementação?
 . Que erros podem ser corrigidos?
 . Em que medida o DI pode ser aperfeiçoado?
 . Que ações podem ser tomadas para possibilitar a
 continuidade do projeto ou novas edições?
Lembramos que, nesta apresentação,
estudamos:



1   Conceitos e princípios do DI


2   Modelos de DI


3   ADDIE


4   Estruturação de conteúdos
DICA DE LEITURA



Para saber mais sobre o Moodle
e suas possibilidades para a
criação de cursos, nossa dica é o
livro Moodle para autores e
tutores: educação a distância na
web 2.0 – de Robson Santos da
Silva – Editora Novatec.
DICA DE LEITURA


Para saber mais sobre o
Objetos de Aprendizagem,
nossa dica é o livro Objetos de
aprendizagem para educação
a   distância.–    de   Robson
Santos da Silva – Editora
Novatec.
Autoria e Design Instrucional da Unidade

Robson Santos                  Suporte:
      da Silva                 www.eadamazon.com

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Fundamentos do Design Instrucional

  • 1. FUNDAMENTOS DO DESIGN INSTRUCIONAL Robson Santos da Silva www.eadamazon.com
  • 2. Nesta apresentação, teremos a oportunidade de conhecer os fundamentos da autoria e do design instrucional, ação fundamental para a criação de cursos na modalidade a distância.
  • 3. Na área de EAD, temos indicadores, mas, como em tudo na área de ciências humanas, não há certezas. Neste caso, o planejamento, certamente, ampliará a margem de acerto.
  • 5. Desenho ou Design Instrucional designa a ação sistemática que envolve o planejamento, o desenvolvimento e a utilização de peculiaridades didáticas que facilitem a aprendizagem. De sua ação resultam condições adequadas para a aprendizagem e materiais didáticos que apóiam essa ação.
  • 6. Design Instrucional Na sua forma mais simples, o DI é uma metodologia de planejamento educacional, uma referência para produzir uma variedade de materiais educativos adequados às necessidades dos alunos e capazes de garantir a qualidade da aprendizagem.
  • 7. O processo Design Instrucional Podemos dizer que ....o design instrucional é uma ação intencional e sistemática de ensino que o envolve: Planejamento Produtos educacionais em Desenvolvimento situações didáticas específicas de materiais Produtos educacionais Atividades e eventos O desenvolvimento e aplicação de métodos e técnicas
  • 8. Entendi... Apesar da nomenclatura design instrucional ser a mais utilizada, observa-se que essa designação pode induzir o leitor a crer que essa forma de planejar atividades educacionais a distância esteja baseada em princípios tradicionais ou em teorias comportamentais. Assim, muitas pessoas preferem utilizar a expressão design educacional.
  • 9. Essa aparente discordância é, na realidade, um problema semântico, uma vez que tal termo vem da língua inglesa e seu uso em expressão original não traduz seu real significado.
  • 10. Você observará que cada curso possui público-alvo e, consequentemente, objetivos específicos. Desta forma, o DI apresenta modelos para cada uma dessas situações.
  • 11. TIPOS DE DESIGN INSTRUCIONAL A partir de determinadas variantes, podemos considerar a existência de três modelos de DI. DI Fixo DI Aberto DI Contextualizado
  • 12. DI Fixo •Fundamenta-se no planejamento criterioso e antecipado de cada um dos componentes do DI antecipadamente à ação de aprendizagem. •As decisões sobre como cada atividade se desenvolverá não poderão ser alteradas no decorrer do curso. •As interações sociais, caso ocorram, já serão pré- definidas.
  • 13. DI Fixo •Em geral, o resultado deste DI é rico em conteúdos bem estruturados, mídias selecionadas e feedbacks automatizados. •Normalmente, dispensa a ação do educador sendo dirigido à educação de massa.
  • 14. DI Aberto - Neste tipo de DI, privilegia-se mais os processos de aprendizagem do que os produtos. - Permite que os conteúdos de estudo sejam refinados ou modificados durante a execução do processo de ensino- aprendizagem.
  • 15. DI Aberto - Normalmente, os educadores realizam o seu trabalho a partir de um AVA com um conjunto de opções pré- configuradas ao mesmo tempo em que mantêm a liberdade para reconfigurar as ações a partir do feedback obtido junto aos alunos. - Privilegia a personalização e a contextualização.
  • 16. DI Contextualizado - Busca o equilíbrio entre a automação dos processos de planejamento, a personalização e a contextualização a partir do uso de ferramentas web 2.0. - Aproxima-se do DI aberto, porém não exclui a possibilidade de utilização de unidades fixas e pré-programadas.
  • 17. Além dos modelos, devemos observar o que nos indica a Commonwealth of Learning que considera que as ações em DI devem se pautar em alguns princípios. São eles....
  • 18. Adequado estabelecimento de metas e objetivos de programas, projetos e cursos. Contextualização e interdisciplinaridade com uso de construções hipertextuais e utilização agradável. Interatividade e interação, permitindo avaliações e comentários ao estudante sobre seu progresso. Possibilidade de desenvolvimento da pesquisa, do pensamento crítico e uso da empatia. Construções em conformidade com as necessidades dos alunos.
  • 19. Ao mesmo tempo, a Commonwealth identifica que o design instrucional é resultado direto de diferentes teorias educacionais. Do comportamentalismo, por exemplo, destaca que são aproveitados, além das ideias básicas de se aprender fazendo, os seguintes princípios: uso das taxonomias e objetivos, fornecimento de condições de aprendizagem, foco nos resultados, decomposição das tarefas com possibilidade de pequenos e sucessivos sucessos, fornecimento de feedback e elaboração de diagnósticos. A partir do cognitivismo, observa-se que o processamento da informação está relacionado à motivação e a movimentos cíclicos de constante construção e reconstrução do pensamento.
  • 20. Na prática, o DI é um trabalho de planejamento composto por diferentes processos e que requer a ação de diferentes profissionais. Deve-se ressaltar, no entanto, que a quantidade e grau de especialização de cada profissional envolvido no DI dependerá dos resultados que se deseja alcançar.
  • 21.
  • 22. Coordenador de Projetos AUTORES Revisor de Designer Qualidade Instrucional DI e Produção de Cursos Revisor de Web Texto Designer Programador Ilustrador Scorm / Flash
  • 23. ATRIBUIÇÕES • Manter o foco do curso em seus Coordenador objetivos gerais e específicos, mantendo de Projetos sua coerência em relação às condições e diretrizes da política institucional • Primar pelas diretrizes didáticas do Designer curso, sendo assim o grande responsável por criar e manter as Instrucional condições adequadas de construção do curso.
  • 24. Designer Instrucional Especialista em educação que orienta o pensamento pedagógico dos autores e corpo técnico- pedagógico na formulação ou reformulação de cada um dos elementos necessários para a concepção de um curso on-line, bem como garantir a produção, implementação e execução adequada dos cursos.
  • 25. ATRIBUIÇÕES Web • Dar vida ao curso partir de programas adequados ao uso na internet ou Designer mesmo em outras tecnologias. • Criar personagens, cenários e Ilustrador situações gráficas.
  • 26. ATRIBUIÇÕES • Criar programações e conversão para Programador Scorm ou outros padrões. • Manter a qualidade final dos cursos: uso correto da língua, verificação de Revisores gráficos, textos e mídias estão funcionando de forma adequada e correta.
  • 27. ATRIBUIÇÕES • Criar ou organizar os conteúdos e Autor conhecimentos que deverão se analisados e aprendidos pelos alunos.
  • 28. Para refletir... Que resultados uma ação de DI, já incluída a ação de autoria, deverá produzir?
  • 29. São estes os resultados do DI: Recursos – Mídias - Didática Tecnologias Metodologia APRENDIZAGEM Materiais Didáticos Módulo Instrucional
  • 30. Módulo Instrucional Um módulo é um material didático que contém todos os elementos que são necessários para a aprendizagem de conceitos e habilidades no ritmo do aluno ainda que sem a presença contínua do professor. Podemos dizer que este seja o principal produto resultante do DI!
  • 31. Para refletir... Compreendeu quais são os objetivos e resultados do DI O mapa a seguir irá lhe ajudar a reforçar os conhecimentos.
  • 32.
  • 33. DI – da concepção à prática. Atualmente, dois modelos prevalecem quando se deseja colocar o DI em prática. São eles: IMS Learning Design ADDIE
  • 34. IMS Learning Design A proposta do IMS Learning Design não é servir como uma abordagem específica de DI, mas sim possibilitar que o trabalho seja realizado a partir da composição entre diferentes abordagens pedagógicas.
  • 35. IMS Learning Design A idéia central é a de que o processo de ensino- aprendizagem ocorre quando objetivos de aprendizagem definem adequadamente as atividades a serem realizadas pelos aprendizes. Apesar de interessante, na prática, a sua utilização ainda é restrita, pois requer excessiva capacitação dos profissionais para a compreensão e utilização de seus fundamentos.
  • 36. ADDIE Atualmente, o Modelo ADDIE vem obtendo excelentes resultados. Por isso, tem prevalecido face a outras opções. Sua execução se dá em cinco fases.
  • 37. ADDIE Assess Analisar Design Design Develop Desenvolver Implement Implementar Evaluate Avaliar
  • 38. Compreendeu? O mapa a seguir mostra em detalhes o Modelo ADDIE que utilizamos para produzir este curso. Observe na legenda de cores e na linha de desenvolvimento como o trabalho se processou. Observe-o com bastante atenção!
  • 39.
  • 40. ANÁLISE Durante a análise, serão realizados os levantamentos que fornecerão as bases para o sucesso do projeto. Nesse contexto, caberão particularmente os procedimentos visando identificar as necessidades daqueles a quem os recursos se destinam. Para tanto, a caracterização do público-alvo, incluindo-se as formas como seus integrantes aprendem e como lidam com as mídias e tecnologias com as quais manterão contato, deverá ser minuciosamente considerada.
  • 42. Antes de iniciarem seus trabalhos, bons designers consideram: O levantamento de necessidades e as reuniões pedagógicas são fundamentais para o sucesso do projeto, pois permitem: • as capacidades prováveis dos respectivos alunos • o nível de instrução dos alunos • enquadramento social e cultural • a motivação e interesse que manifestam
  • 43. INDAGAÇÕES QUE CARACTERIZAM A ANÁLISE. • Qual é o problema para o qual o DI está sendo proposto? • Quais são as possíveis soluções? • Quais os conteúdos atendem à necessidade? • Que métodos e técnicas são adequados? • De que forma a aprendizagem será avaliada? • O que os alunos já sabem? • O que precisam saber? • Em que situação aplicarão a aprendizagem? • Qual o orçamento e tempo disponíveis?s os profissionais necessários? • Quais as possíveis ameaças?
  • 44. DESIGN Caracteriza-se pelo estabelecimento dos objetivos de aprendizagem e, a partir dele, como serão disponibilizados os conteúdos, as formas de interação, granularidade, atividades, feedback, formas de avaliação, escolha das mídias e tecnologias. Estabelecidos esses parâmetros, chega-se à fase de operacionalização da criação.
  • 45. Observe o esquema - Concepção Pedagógica - Tipo de DI
  • 46. A fase do Design, em nosso mapa também denominada Planejamento, é fundamental para o sucesso do curso. Neste contexto, seu principal produto é a Matriz de Design Instrucional. Trata-se de um documento que irá detalhar como não só cada objetivo será atingido, mas também os pontos fundamentais para que isso ocorra.
  • 47. Matriz de Design Instrucional Duração e Ferramenta Unidade Objetivos Papéis Atividades Conteúdos Avaliação Período s 1. Mecanismos 2. Serviços e critérios utilizados Objetos de O que se Quem faz o quê p/ carga para durantes aprendizagem, espera da que se alcance o horária e arquivos, verificar se as 3. unidade objetivo calendário os obj atividades URLs foram e apoio alcançados
  • 48. Matriz de Design Instrucional Atividades Fluxo Papéis Conteúdos Objetivos Ferramentas Ambiente Avaliação
  • 49. Matriz de Design Instrucional Objetivos Papéis Atividades Fluxo -Uma unidade visa a um ou mais objetivos. - Para alcançar objetivos, as pessoas assumem um ou mais papéis no processo de ensino-aprendizagem. - Cada papel desempenha uma ou mais atividades. - As atividades seguem um fluxo, têm duração e são realizadas em um período de tempo determinado. Conteúdos Ferramentas Ambiente Avaliação
  • 50. Matriz de Design Instrucional Objetivos Papéis Atividades Fluxo - As atividades são apoiadas em conteúdos, ferramentas (incluindo mídias e tecnologias). - Os conteúdos e ferramentas são organizados em um ambiente. - A avaliação verifica se os objetivos da unidade foram alcançados. Conteúdos Ferramentas Ambiente Avaliação
  • 51. Matriz de Design Instrucional Exemplo: Unidade Objetivos Papéis Atividades Fluxo Ferramentas Conteúdos Avaliação 1. Julgar o Aluno – papel dos Identificar Avalia e 1hora gêneros Tarefas 4,5 Tipos e a defende sua discursivos e 6 (arquivo Discussões 2. gêneros pluralidade posição. 3ª Fórum e de outros no formato no fórum textuais. de gêneros sema fatores na pdf) discursivos. Docente – na escolha de dá suporte . textos.
  • 52. Com a prática, você observará que alguns pontos têm importância ainda maior na Matriz. Neste contexto, podemos destacar: a escolha correta dos verbos (base das unidades de aprendizagem), as atividades e as mídias e tecnologias do curso.
  • 53. ATIVIDADES Lembre-se ainda que o processamento da aprendizagem requer estratégias e atividades. Estratégias Atividades
  • 54. ATIVIDADES Estratégias COOPERAÇÃO RECORDAÇÃO ORGANIZAÇÃO ELABORAÇÃO CRIATIVIDADE PENSAMENTO CRÍTICO
  • 55. ATIVIDADES Atividades • Recordar um fato. • Listar os passos de um procedimento. • Descrever um fato ou objeto. • Estabelecer um elo entre idéias e imagens. • Formação de siglas, rimas, palavras. • Estudar / elaborar mapas conceituais. • Estruturar um tema sob a forma de perguntas e respostas. • Categorizar itens em grupos. • Sequenciar objetos ou idéias no tempo ou no espaço. • Expor idéias livremente para a busca de soluções.
  • 56. Atividades • Pensar metaforicamente. • Elaborar histórias completas. • Elaborar resumos. • Redigir boletins informativos. • Preparar charges. • Criar enigmas. • Manter diários. • Simular aspectos da realidade, permitindo a tomada de decisões. • Desenvolver projetos colaborativos.
  • 57. ATIVIDADES Atividades • Minute paper (debate via chat, mensag. instantâneas sobre determinado tema proposto) • Fórum • Webquest • Jogos • Questionários • Resolução de problemas
  • 58. Fundamentos da atividade Introdução Processo Avaliação Conclusão
  • 59. Fundamentos das atividades Introdução Ativar a atenção do aluno. Informar os objetivos a alcançar. Apresentar a visão geral da atividade. Processo Recuperar os conhecimentos prévios. Apresentar informações e exemplos. Focar a atenção. Usar a estratégia de aprendizagem e a atividade em si. Fornecer feedback
  • 60. Fundamentos das atividades Conclusão Revisar e sintetizar. Transferir a aprendizagem. Motivar e encerrar. Avaliação Avaliar a aprendizagem. Fornecer feedback. Possibilidade de oferta de atividades complementares.
  • 61. SELEÇÃO DE MÍDIAS E TECNOLOGIAS Durante o design, algumas dúvidas bastante interessantes irão surgir. Afinal... Que mídias e tecnologias devem ser utilizadas para desenvolver o curso? Impressos? CD / DVD? Podcasting? Rádio? TV? Será utilizado um ambiente virtual de aprendizagem?
  • 62. Atualmente, dois meios prevalecem na EAD, normalmente, empregados de forma complementar: impressos e ambientes virtuais de aprendizagem (por exemplo, o Moodle). No entanto, não se pode escolhê-los, simplesmente, porque são os mais utilizados. Nossa dica para você escolher corretamente? A resposta é o método ACTIONS
  • 63. MODELO ACTIONS DE SELEÇÃO DAS MÍDIAS Acesso: Onde é que os alunos irão aprender – em casa, no trabalho, em centros locais? “A” também significa “availability” (disponibilidade) e “affordability” (compatível em termos de custo). Custos: Quais são os custos de capital e recorrentes? Quais os custos fixos e variáveis? Teaching Functions (funções de ensino): Quais são os requisitos de apresentação do tema? Que abordagens de ensino e aprendizagem são necessárias?
  • 64. MODELO ACTIONS DE SELEÇÃO DAS MÍDIAS Interação e facilidade de utilização: Será que os alunos e os professores precisam de muita formação para poderem utilizar esta tecnologia? Organização: Que alterações serão necessárias na organização para facilitar a utilização de uma determinada tecnologia? Novidade: Em que medida é que a “moda” da utilização desta tecnologia irá estimular o financiamento e a inovação? Em que medida é que a utilização desta tecnologia irá suscitar o interesse e a motivação do aluno? Speed (velocidade): Em que medida é que os materiais poderão ser atualizados e alterados, rápida e facilmente? Com que rapidez é que esta tecnologia permite produzir novos cursos?
  • 65. Matriz de Design Instrucional CURIOSIDADE... Face à sua íntima ligação com as chamadas unidades de aprendizagem, elementos essenciais na estruturação do curso, as Matriz de DI é também conhecida como Matriz das Unidades de Aprendizagem.
  • 66. DESENVOLVIMENTO Consiste em criar, a partir das considerações realizadas nas etapas anteriores e dos softwares adequados, os materiais didáticos.
  • 68. INDAGAÇÕES QUE CARACTERIZAM O DESENVOLVIMENTO. • Como os objetivos serão alcançados? • Que métodos e técnicas melhor se ajustam a esses objetivos? • Como o conteúdo é mapeado, estruturado e seqüenciado? • Em que sequência o conteúdo será apresentado?
  • 69. INDAGAÇÕES QUE CARACTERIZAM O DESENVOLVIMENTO. • Quais as mídias mais apropriadas à apresentação? • Que produtos e atividades devem ser preparados e produzidos? • Qual o grau de interação? • Qual o design gráfico? • Que nível de suporte instrucional e tecnológico será oferecido?
  • 70. Desenvolver um curso é uma ação que requer cuidados, preparação prévia e especial atenção às teorias pedagógicas. Neste contexto, cabe destacar alguns pontos essenciais do CONSTRUTIVISMO.
  • 71. A maior parte dos documentos que abordam o design instrucional menciona métodos objetivos que se prendem, principalmente, à transmissão de conhecimentos e facilitação do processo de aprendizagem desses conhecimentos.
  • 72. Por sua vez, os métodos construtivistas de desenho instrucional colocam os alunos e os conhecimentos que eles trazem à situação de aprendizagem no centro do desenho instrucional. Agora, vamos recordar juntos alguns pontos que vimos na Unidade 1.
  • 73. Estes métodos se baseiam nos princípios seguintes: Os alunos são uma fonte legítima de conhecimentos. Os alunos são encorajados a aprender a confiar neles próprios e nos respectivos conhecimentos. A aprendizagem não é um exercício passivo de absorção de conhecimentos (informações) desenvolvidos e transmitidos por “peritos”. Os alunos são encorajados a tomarem o controlo e a iniciarem a própria aprendizagem.
  • 74. Estes métodos baseiam-se nos princípios seguintes: A ambiguidade e a contradição não constituem problema. Podem ser úteis para incitar uma aproximação em termos de resolução e de colocação de problemas na aprendizagem. Uma reflexão sistemática constitui uma atividade essencial para que a experiência facilite uma compreensão mais profunda.
  • 75. Assim, na prática, pode-se deduzir que o DI eficaz de um curso é identificado pelas seguintes características: objetivos de aprendizagem claros e apropriados conhecimento do público-alvo sequenciamento e segmentação apropriados interatividade feedback motivação possibilidade de transferência dos conhecimentos mídias apropriadas avaliação formal e informal
  • 76. Será que existe um modelo a ser seguido? Um padrão que nos auxilie? Há um jeito especial para fazer impressos, cursos on-line? Não... Não existe! Você já verificou, ao construir a Matriz, que cada caso é único!
  • 77. O que existem, na verdade, são orientações como,por exemplo, as da Commonwealth of Learning as quais passaremos a apresentar a partir de agora.
  • 78. Neste contexto, as orientações irão se particularizar basicamente para dois tipos de produção: IMPRESSOS E CURSOS ON-LINE. Isso deve ao fato de ambos, seja isoladamente ou de forma combinada, serem os mais utilizados para a criação de cursos a distância, o que não isenta o DI e sua equipe de analisar, detalhadamente, a escolha de mídias (ACTIONS ).
  • 79. ESTRUTURA DE UM CURSO Normalmente, os cursos são estruturados com o seguinte desenho básico: •Curso •Módulos (Capítulos) •Unidade •Introdução ou perspectiva geral •Seções •Sumário e conclusões •Glossário •Referências •Auxiliares visuais e sinalização
  • 80. ESTRUTURA DE UM CURSO MÓDULO UNIDADE SEÇÃO
  • 81. MÓDULOS Os módulos são grupos de unidades que são de alguma forma, coerentes em torno de um determinado tópico ou tema. Por exemplo, pode fazer sentido dividir um curso sobre ensino a distância, que tem dezesseis unidades, em quatro blocos de quatro unidades: introdução ao ensino distância, padrões e variações, expectativas e desempenho, e problemas e questões. Cada bloco contém uma breve introdução para orientar os alunos relativamente ao que se vai seguir. Este agrupamento de unidades fornece aos alunos alvos significativos. Assim, por exemplo, a conclusão de um bloco do curso acima mencionado significa completar um quarto do curso.
  • 82. MÓDULOS A subdivisão em módulos só faz sentido se as unidades forem coerentes entre elas de alguma maneira significativa. Isso nos permite concluir que as Unidades são a base do curso.
  • 83. UNIDADES Utilizamos o termo unidade para descrever uma parte de um texto de EAD que é distinta das outras partes. As unidades podem ser separadas por tópicos, ou pelo tempo atribuído para o estudo dos materiais, ou por uma combinação de ambos. Seja qual for o tipo de distinção utilizada, cada unidade deve ser autônoma e deve conter: •orientações para o aluno •explicações acerca dos tópicos abrangidos •exercícios e atividades.
  • 84. •Introdução ou perspectiva geral • Elementos de Estudo • Resultados da aprendizagem •Seções •Sumário e conclusões •Glossário •Referências •Auxiliares visuais e sinalização MÓDULO UNIDADE SEÇÃO
  • 85. ESTRUTURAÇÃO DO CONTEÚDO A estruturação adequada do conteúdo é um elemento essencial para o sucesso de um curso. Neste contexto, cinco fatores merecem destaque: RELEVÂNCIA / MOTIVAÇÃO ESTILO REDACIONAL DENSIDADE DA INFORMAÇÃO APRESENTAÇÃO VISUAL MEIOS GRÁFICOS
  • 86. ESTRUTURAÇÃO DO CONTEÚDO DENSIDADE DA INFORMAÇÃO DENSIDADE DA INFORMAÇÃO Vá do conhecido para o desconhecido. Introduza, cuidadosamente, os novos conceitos e palavras. Acrescente um glossário no fim de cada unidade. Concretize todos os conceitos através de exemplos específicos.
  • 87. ESTRUTURAÇÃO DO CONTEÚDO RELEVÂNCIA / MOTIVAÇÃO Enfatize o que deve ser aprendido. Evite afastar-se das questões essenciais. Torne o texto relevante. Utilize e exemplos motivadores. Acrescente perguntas que exijam reflexão e o desenvolvimento de atividades.
  • 88. ESTRUTURAÇÃO DO CONTEÚDO ESTILO REDACIONAL Quando se redige materiais para EAD, deve-se incorporar importantes características estilísticas. Utilize um estilo dialogante. Fale com os seus alunos através do seu estilo. Seja amigável e encorajador. Faça-os dialogar consigo. Envolva-os em argumentos.
  • 89. ESTRUTURAÇÃO DO CONTEÚDO MEIOS GRÁFICOS Meios gráficos e imagens enriquecem o conteúdo. Desta forma, podemos observar o seguinte: Deve-se destacar pontos especiais e essenciais do texto. A utilização de mapas e diagramas aumentam o entendimento do texto. Símbolos e ícones fornecem dicas especiais. Margens, texturas, sublinhados e letras diferentes de pontos especiais.
  • 90. ESTRUTURAÇÃO DO CONTEÚDO APRESENTAÇÃO VISUAL Utilize páginas ou telas compatíveis com o conteúdo a ser apresentado. Evite o excesso de figuras evitando-se assim que a atenção possa ser dispersa. Letras com cores adequadas e dimensão correta são mais agradáveis à leitura. Utilize negritos, sublinhados e destaques com atenção e critério.
  • 91. Vejamos alguns exemplos de cursos prontos e disponibilizados em um ambiente virtual de aprendizagem.
  • 92.
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  • 94.
  • 96. IMPLEMENTAÇÃO Trata-se da fase em que o material é disponibilizado para utilização efetiva por uma amostra que represente adequadamente o público-alvo a quem ele se destina.
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  • 98. INDAGAÇÕES QUE CARACTERIZAM A IMPLEMENTAÇÃ0 • Alunos e professores precisam ser treinados para o uso dos materiais e tecnologias? • Há pré-requisitos para realizar o curso? • Qual o tempo necessário para compreensão do funcionamento do sistema? • Em que local / forma ocorrem as situações de aprendizagem? • Como a aprendizagem é avaliada? • Como se dá o feedback? • Qual o design gráfico?
  • 99. AVALIAÇÃO Para validar todo o modelo, inicia-se a fase da avaliação cujo processo deverá ocorrer em dois níveis: do sistema e da aprendizagem. Para realizá-la, é preciso que sejam definidos os seus critérios, ou seja, deve-se estabelecer o quê e como avaliar. Testes, questionários, enquetes, pesquisas e observação compõem um portfólio de instrumentos que devem ser devidamente confeccionados para que seus objetivos avaliativos sejam alcançados.
  • 100.
  • 101. INDAGAÇÕES QUE CARACTERIZAM A AVALIAÇÃ0 . Como o design será avaliado? . Quem fará essa avaliação? . Quais foram os problemas detectados na implementação? . Que erros podem ser corrigidos? . Em que medida o DI pode ser aperfeiçoado? . Que ações podem ser tomadas para possibilitar a continuidade do projeto ou novas edições?
  • 102. Lembramos que, nesta apresentação, estudamos: 1 Conceitos e princípios do DI 2 Modelos de DI 3 ADDIE 4 Estruturação de conteúdos
  • 103. DICA DE LEITURA Para saber mais sobre o Moodle e suas possibilidades para a criação de cursos, nossa dica é o livro Moodle para autores e tutores: educação a distância na web 2.0 – de Robson Santos da Silva – Editora Novatec.
  • 104. DICA DE LEITURA Para saber mais sobre o Objetos de Aprendizagem, nossa dica é o livro Objetos de aprendizagem para educação a distância.– de Robson Santos da Silva – Editora Novatec.
  • 105. Autoria e Design Instrucional da Unidade Robson Santos Suporte: da Silva www.eadamazon.com