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ADIMENSÃODISCURSIVA
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Formação presencial 07/06
Leitura Deleite
Leitura Deleite
Leitura Deleite
Relembrando o último encontro
 No último encontro falamos sobre :
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Um cientista descobriu no Pólo Norte um animal pré-histórico que
denominou Oricterope. Por não ter sido possível fotografar o
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mundo:
“Cabeça alongada, língua extensível, focinho em forma
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curtos e atarracados, unhas pontiagudas, cauda larga na base e
afilada na extremidade. Sua cor é esverdeada e tem pêlos
esparsos ao longo do corpo”.
Análise das produções
• O que eu entendo do texto do aluno?
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• O que o aluno demonstra saber sobre a língua?
Divididos em grupos
A dimensão discursiva no
processo de alfabetização
“A alfabetização implica, desde sua gênese, a constituição de
sentidos. Desse modo, implica mais profundamente, numa
forma de interação com o outro pelo trabalho com a escritura.
Smolka
Para quem eu escrevo? O que eu escrevo? Por que eu escrevo?
Esse aprender significa fazer, usar, praticar, conhecer. Enquanto escreve, a
criança aprende a escrever e aprende sobre a escrita. Isso traz para as
implicações pedagógicas os seus aspectos sociais e políticos.
Pedagogicamente, as perguntas que se colocam então são:
A criança aprende
a ouvir, a
entender o outro
pela leitura.
A criança
aprende a falar e
a dizer o que
quer pela escrita.
Processo Discursivo
• As crianças podem falar o que pensam na escola?
• Podem escrever o que falam?
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• Quando? Por quê?
Luria
Luria investigou os momentos mais primitivos da
atividade gráfica, ou seja, a pré-história da escrita pois
acreditava que
“[...] a história da escrita na criança começa muito antes
da primeira vez em que o professor coloca um lápis em
sua mão e lhe mostra como formar letras” (1998, p.143)
Objetivo do estudo: investigar as condições que
possibilitam o surgimento de escritas expressivas, ou
seja, o percurso que leva à utilização de sinais, marcas,
pontos, desenhos, etc. como signo, como apoio às
funções psicológicas superiores
Estágio dos rabiscos ou fase dos atos imitativos
Isto quer dizer que neste estágio a criança tenta imitar a escrita dos
adultos fazendo rabiscos sem significado funcional, por isso a relação da
criança com os rabiscos é puramente externa, ela não tem consciência
que os rabiscos podem ajudá-la a lembrar-se o que foi dito para escrever.
Vídeo – Escrevendo para a mamãe.
Estágio da escrita não diferenciada - topográfica
A criança utiliza os rabiscos não para ler, mas para lembrar-se do que lhe
foi dito, por isso, é uma fase instável como instrumento auxiliar de
memória e a criança depois de algum tempo pode esquecer o significado
do que registrou.
Vídeo – A garota que esqueceu.
Estágio da escrita diferenciada
Nesta fase a escrita da criança ainda é confusa, mas a ideia de usar
desenhos enquanto registra pode ser um meio que ela encontra para
lembrar-se do que escreveu. É um estágio em que a criança descobre sua
própria maneira de registrar.
I – O passarinho voava no
céu.
II – Olha, isso é chuva.
III – Ah, é as balas! Olha,
duas balas.
IV - A formiga é pequena.
Bem pequenininha.
Estágio da escrita pictográfica
Durante o estágio da escrita diferenciada o uso de fatores como
quantidades e formas distintas é que permitem que a criança avance para a
pictografia. Por sua vez, o desenho começa a convergir para uma atividade
intelectual complexa. O estágio pictográfico apresenta-se desenvolvido
principalmente em crianças de 5 à 6 anos, representando a experiência que
a criança tem com os desenhos infantis. A princípio pode representar
brincadeiras e depois se torna um meio de registro.
Estágio da escrita simbólica
Nesse estágio a relação da criança com a escrita é puramente externa. A
criança sabe que pode usar os signos que lhe foram ensinados pelo
professor (as letras do alfabeto para escrever qualquer coisa, mas ainda
não sabe usá-los). Nesse estágio, a criança é solicitada a escrever algo,
pode registrar letras que conhece sem que essas letras tenham significado
com o que lhe foi ditado. A criança ainda não aprendeu a função, assimilou
os quadros linguísticos puramente externa, sem entender o sentido e o
mecanismo do uso das marcas simbólicas.
Piaget x Vygotsky
QUADRO COMPARATIVO
AUTOR JEAN PIAGET VIGOTSKY
PERÍODO 1896 – 1980 1897-1934
PESQUISADOR Yves de La Taille Marta Kohl Oliveira
PALAVRAS - CHAVE CONSTRUÇÃO DO
CONHECIMENTO
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já domina e o que faz com
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PERFIL DO ALUNO Participante do processo de construção de conhecimento,
coautor, ativo, questionador
Discussão texto Ludmila
Cinco espaços discursivos
Voz do aluno • Ter o que dizer
• Escrita na Interlocução
• Aprender gêneros de fala
Escrita espontânea
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Formação presencial discute os cinco espaços discursivos de Ludmila Thomé

  • 1. Equipe Escolas em Foco EPF / GEF /GED 4ª CRE ADIMENSÃODISCURSIVA NOPROCESSODE ALFABETIZAÇÃO2016 Formação presencial 07/06
  • 5. Relembrando o último encontro  No último encontro falamos sobre : • Oralidade, leitura, escrita e análise linguística; • Consciência fonológica e fonética; • Discutimos o texto da prof Iza Locatelli.  Para o encontro de hoje pedimos: • A leitura prévia do texto da professora Ludmila Thomé – Os cinco espaços discursivos/ Os novos passos discursivos na escola.
  • 6. Dinâmica Oricterope Um cientista descobriu no Pólo Norte um animal pré-histórico que denominou Oricterope. Por não ter sido possível fotografar o animal, enviou por e-mail a descrição para os principais jornais do mundo: “Cabeça alongada, língua extensível, focinho em forma de disco, orelhas pontudas, pescoço curto e forte, membros curtos e atarracados, unhas pontiagudas, cauda larga na base e afilada na extremidade. Sua cor é esverdeada e tem pêlos esparsos ao longo do corpo”.
  • 7. Análise das produções • O que eu entendo do texto do aluno? • Ele atendeu à proposta feita pelo professor? • O que o aluno demonstra saber sobre a língua? Divididos em grupos
  • 8. A dimensão discursiva no processo de alfabetização “A alfabetização implica, desde sua gênese, a constituição de sentidos. Desse modo, implica mais profundamente, numa forma de interação com o outro pelo trabalho com a escritura. Smolka Para quem eu escrevo? O que eu escrevo? Por que eu escrevo?
  • 9. Esse aprender significa fazer, usar, praticar, conhecer. Enquanto escreve, a criança aprende a escrever e aprende sobre a escrita. Isso traz para as implicações pedagógicas os seus aspectos sociais e políticos. Pedagogicamente, as perguntas que se colocam então são: A criança aprende a ouvir, a entender o outro pela leitura. A criança aprende a falar e a dizer o que quer pela escrita. Processo Discursivo • As crianças podem falar o que pensam na escola? • Podem escrever o que falam? • Podem escrever como falam? • Quando? Por quê?
  • 10. Luria Luria investigou os momentos mais primitivos da atividade gráfica, ou seja, a pré-história da escrita pois acreditava que “[...] a história da escrita na criança começa muito antes da primeira vez em que o professor coloca um lápis em sua mão e lhe mostra como formar letras” (1998, p.143) Objetivo do estudo: investigar as condições que possibilitam o surgimento de escritas expressivas, ou seja, o percurso que leva à utilização de sinais, marcas, pontos, desenhos, etc. como signo, como apoio às funções psicológicas superiores
  • 11.
  • 12. Estágio dos rabiscos ou fase dos atos imitativos Isto quer dizer que neste estágio a criança tenta imitar a escrita dos adultos fazendo rabiscos sem significado funcional, por isso a relação da criança com os rabiscos é puramente externa, ela não tem consciência que os rabiscos podem ajudá-la a lembrar-se o que foi dito para escrever.
  • 13. Vídeo – Escrevendo para a mamãe.
  • 14. Estágio da escrita não diferenciada - topográfica A criança utiliza os rabiscos não para ler, mas para lembrar-se do que lhe foi dito, por isso, é uma fase instável como instrumento auxiliar de memória e a criança depois de algum tempo pode esquecer o significado do que registrou.
  • 15. Vídeo – A garota que esqueceu.
  • 16. Estágio da escrita diferenciada Nesta fase a escrita da criança ainda é confusa, mas a ideia de usar desenhos enquanto registra pode ser um meio que ela encontra para lembrar-se do que escreveu. É um estágio em que a criança descobre sua própria maneira de registrar. I – O passarinho voava no céu. II – Olha, isso é chuva. III – Ah, é as balas! Olha, duas balas. IV - A formiga é pequena. Bem pequenininha.
  • 17. Estágio da escrita pictográfica Durante o estágio da escrita diferenciada o uso de fatores como quantidades e formas distintas é que permitem que a criança avance para a pictografia. Por sua vez, o desenho começa a convergir para uma atividade intelectual complexa. O estágio pictográfico apresenta-se desenvolvido principalmente em crianças de 5 à 6 anos, representando a experiência que a criança tem com os desenhos infantis. A princípio pode representar brincadeiras e depois se torna um meio de registro.
  • 18. Estágio da escrita simbólica Nesse estágio a relação da criança com a escrita é puramente externa. A criança sabe que pode usar os signos que lhe foram ensinados pelo professor (as letras do alfabeto para escrever qualquer coisa, mas ainda não sabe usá-los). Nesse estágio, a criança é solicitada a escrever algo, pode registrar letras que conhece sem que essas letras tenham significado com o que lhe foi ditado. A criança ainda não aprendeu a função, assimilou os quadros linguísticos puramente externa, sem entender o sentido e o mecanismo do uso das marcas simbólicas.
  • 19. Piaget x Vygotsky QUADRO COMPARATIVO AUTOR JEAN PIAGET VIGOTSKY PERÍODO 1896 – 1980 1897-1934 PESQUISADOR Yves de La Taille Marta Kohl Oliveira PALAVRAS - CHAVE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO INTERAÇÃO SOCIAL EIXOS DA TEORIA PRINCIPAIS CONCEITOS Assimilação / Acomodação Esquema / equilibração Estágios do desenvolvimento Mediação Simbólica: Instrumentos e signos Zona de Desenvolvimento Proximal RELAÇÃO DO INDIVÍDUO COM O MUNDO Adaptação (Conhecimentos Prévios) Da parte para o todo: Processo de socialização (Relação com o mundo) PAPEL DO PROFESSOR/ESCOLA “Desequilibrar” os esquemas dos alunos a partir de seus conhecimentos prévios “Intervir” na Z.D.P., ou seja, na distância entre o que o aluno já domina e o que faz com ajuda PERFIL DO ALUNO Participante do processo de construção de conhecimento, coautor, ativo, questionador
  • 20. Discussão texto Ludmila Cinco espaços discursivos Voz do aluno • Ter o que dizer • Escrita na Interlocução • Aprender gêneros de fala Escrita espontânea • Construção de uma postura escritora • Escrita como prática de criação Negociação de sentidos • Falar sobre as produções linguísticas Refacção do texto • Rever o texto • Escuta do outro • Possibilidades de reelaboração Publicação • Circulação do texto
  • 21. Voz do aluno • Momento coletivo • Escuta = interlocução • Os silêncios da sala de aula = disciplina ou trabalho? • Gêneros conversacionais – turnos da fala • Trabalho escolar partindo da bagagem dos alunos de conhecimento de mundo Voz do aluno • Ter o que dizer • Escrita na Interlocução • Aprender gêneros de fala
  • 22. Escrita espontânea • Momento individual • Razão para escrever – leituras anteriores, experiências vividas coletivamente. • O sujeito que escreve, se diz, expressa constrói-se pela ação de produzir linguagem, uma ação de comunicação por meio da escrita. Escrita espontânea • Construção de uma postura escritora • Escrita como prática de criação
  • 23. Negociação de sentidos • Colocar seu texto na berlinda: grandes grupos, duplas, trios • Formar escreventes autores: discussão da leitura, interpretação de textos escritos sem respostas fechadas. • Sujeitos críticos = sujeitos interpretativos. Negociação de sentidos • Falar sobre as produções linguísticas
  • 24. Revisão e refacção • Visão romântica do ofício dos escritores. Inserções, deslocamentos, apagamentos... • Trabalho com rascunho. • Ajuste dos sentidos: situação, coletivo. O autor, individualmente toma decisões. Refacção do texto • Rever o texto • Escuta do outro • Possibilidades de reelaboração
  • 25. Publicação/ circulação • Atores implicados no espaço escolar. Diretor, pais, funcionários se apropriando do texto produzido. • Extrapolar os muros da escola, dar funcionalidade à produção. • Novas interlocuções para fora do espaço escolar. Publicação • Circulação do texto
  • 26.
  • 28. Criar atividades em sequência didática relacionadas ao livro “Fogo no céu” que contemplem os cinco espaços discursivos de Ludmila Thomé, englobando atividades de oralidade, leitura e escrita. Momento prático - livro
  • 29. Mais sugestões juninas Leitura informativa – Origem das comemorações, danças típicas, comidas, lendas, brincadeiras. http://pt.slideshare.net/comidamateira/livro-festas-juninas
  • 30. Tarefa para o próximo encontro Leituras: • Fascículo 5 do Pró Letramento – O lúdico na sala de aula: Projetos e jogos • Unidade 4 PNAIC/2013 – Ludicidade na sala de aula (Ano1, ano2 e ano 3)
  • 32. OBRIGADA PELA SUA PRESENÇA! Equipe Dyone Andrade e Ana Paula Simões.