Duratex - Resultados do 1º Trimestre de 2009

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Apresentação dos Resultados do 1º Trimestre de 2009

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Duratex - Resultados do 1º Trimestre de 2009

  1. 1. Divulgação de Resultado 1 1º Trimestre 2009 maio / 2009 1
  2. 2. Vantagens Competitivas Madeira • Marca; • Escala de produção: • Design;  maior produtor nacional; •C b t Cobertura nacional: i l •MMenor custo d madeira posto t da d i t  mercado, distribuição e fábrica entre os players; assistência técnica; • Proximidade dos mais importantes • Ampla linha de produtos voltados centros consumidores; aos diferentes segmentos de • Alto grau de verticalização: consumo:  madeira madeira,  alta, média e baixa renda;  linhas de revestimento e • Escala de produção;  resina, a partir do final de 2009; • Liderança. • Ampla linha de produtos e padrões. 2
  3. 3. Vantagem Competitiva Divisão Madeira MDF & Piso Laminado Agudos - SP MDP Itapetininga - SP 100% de florestas localizadas no MDF & Chapa de Fibra Estado de São Paulo Botucatu - SP 3
  4. 4. Vantagem Competitiva Metais - São Paulo Divisão Deca Metais & Louças - Jundiaí Louças Cabo de Sto Agostinho - PE Louças Queimados - RJ Louças São Leopoldo - RS Louças Jundiaí - SP 4
  5. 5. Cenário Favorável Setor da Construção Civil Plano de incentivo à construção: Go e o Federal a o ce t o co st ução Governo ede a •Aumento do limite de financiamento, através do FGTS, de R$350 mil para R$500 mil; • Desoneração tributária para materiais de construção (redução do IPI); • Construção 1.000.000 de habitações; • Crédito subsidiado a famílias de baixa renda; • Total do Programa R$ 34 bilhões. 5
  6. 6. Cenário Favorável Consumo per capita de painéis no Brasil 13,6 13,5 MDP 10,7 11,9 11 9 11,4 11,7 11 7 (em m3 / ano) 2003 2004 2005 2006 2007 2008 (Fontes: ABIPA e IBGE) 10,8 11,3 MDF 9,8 (em m3 / ano) 7,6 7,6 5,7 (Fontes: ABIPA e IBGE) 2003 2004 2005 2006 2007 2008 6
  7. 7. Cenário Favorável Consumo per capita de painéis no mundo (em m3 / ano) 47 20 17 19 16 8 Europa 46 EUA China 22 13 11 Austrália Brasil MDF MDP 2007 – EUROPA, 2008 (Previsão) – EUA, BRASIL,CHINA e AUSTRÁLIA. Fontes: EPF, Abipa e Wikipedia 7
  8. 8. Cenário Favorável Segmentos Atendidos Vendas em 2008 por segmento Construção Outros 46% 21,5% 21 5% Construção 44,7% Móveis 33,8% Ciclo médio de construção 6 meses 12 meses 6 meses 8
  9. 9. Plano de Aplicações de Recursos PAR (em R$ milhões)  Atualização tecnológica; 673,4  Liderança em segmentos de atuação que apresentam grande potencial de 2.089,9 crescimento e vantagens competitivas; 303,5  Verticalização de processos com foco na 222,3 222 3 172,8 redução d custos: d ã de t 138,9 139,4 136,8 108,4 105,4 89,0 • aquisição de terras, • linhas de revestimento e • fábrica de resina, dentre outros.  Baixo endividamento líquido (R$ 542,0 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09 20 20 20 20 20 20 20 20 20 1T milhões, equivalente a 1,44 vez o EBITDA). 9
  10. 10. Plano de Aplicações de Recursos MDF Expansão em andamento no site de Agudos – SP: • MDF: 800.000 m3/ano com equipamentos em fase final de montagem: - 125% de crescimento sobre capacidade atual de MDF. • Linha de revestimento em BP: 10,2 milhões de m2 capacidade; • Fábrica de resina; • Compra de terras e plantio de florestas. 10
  11. 11. Comunicado ao Mercado 09.04.2009: Desativação da unidade de Chapa de Fibra em Jundiaí Informamos que a partir do mês de abril deste ano serão desativadas as 3 linhas de produção de chapas finas de fibra de madeira prensada, localizadas na unidade industrial de Jundiaí – S.P.. A capacidade em conjunto destas linhas é de 150 mil m3/ano. Estas linhas foram instaladas durante as décadas de 50 e 60, estando ultrapassadas em relação às linhas atuais, que permitem uma grande redução de custos operacionais e possuem uma produtividade muito maior. Além disso, devido a sua localização, o site industrial de Jundiaí implica em maiores custos operacionais e de suprimento de madeira. O momento desta desativação coincide com a entrada em operação da nova linha que está ç p ç q sendo instalada em Agudos, e, deverá agregar 800 mil m3/ano de capacidade de produção. Desta forma, a produção de painéis finos das linhas a serem desativadas, será suprida pelas unidades de fabricação de MDF – HDF – SDF da empresa, localizadas nos municípios de ç p , p Botucatu e Agudos, em São Paulo, cuja tecnologia em estado de arte, possibilitará relevantes ganhos de produtividade e de redução de custos. 11
  12. 12. Comunicado ao Mercado 09.04.2009: Desativação da unidade de Chapa de Fibra em Jundiaí Os desembolsos com a desativação das 3 linhas de Jundiaí será de aproximadamente R$ 8 milhões e os ganhos de produtividade e de redução de custos são estimados em R$ 23 milhões por ano. Esta medida faz parte do processo estratégico da Duratex visando aumentar suas vantagens competitivas, gerando valor em suas operações. 12
  13. 13. Comunicado ao Mercado 13.04.2009: Postergamento por prazo indeterminado da expansão de MDP A Duratex, empresa líder no segmento de Painéis de Madeira, Metais e Louças Sanitárias, informa que sua Administração decidiu postergar, por tempo indeterminado, os investimentos para a expansão da capacidade de produção de Painéis de MDP (Medium Density Particleboard), Particleboard) objeto do Fato Relevante publicado em 7 de maio de 2008 2008. Esta expansão, orçada em aproximadamente R$ 1,0 bilhão, com previsão inicial de conclusão para o 2º semestre de 2010, já havia sido postergada anteriormente através de Anúncio ao Mercado de 10 de outubro de 2008 A decisão de adiamento naquele momento havia sido 2008. tomada com o objetivo de aguardar os desdobramentos da crise econômica mundial e avaliar o melhor momento para se dar continuidade ao investimento, preservando a liquidez da empresa. A persistência das incertezas quanto a duração e intensidade da crise a necessidade de se crise, manter uma posição financeira confortável para o seu enfrentamento e preservação dos patamares adequados de rentabilidade e performance, levou à decisão objeto deste Comunicado. Desta forma, a Administração da Duratex acredita que esta medida reforça o comprometimento em garantir a sustentabilidade das operações da empresa, com criação de valor aos acionistas. 13
  14. 14. Estrutura Financeira Equilibrada 2005 2006 2007 2008 1T09 Destaques Financeiros (em R$ milhões) Caixa 234,0 , 574,6 , 752,7 , 598,1 , 442,9 , Ativo Circulante 726,7 1.138,9 1.355,9 1.321,8 1.127,6 Realizável a Longo Prazo 39,1 33,6 64,5 144,4 137,6 Ativo Total 1.947,1 2.375,2 2.750,5 3.373,4 3.239,7 Endividamento Curto Prazo E di id C P 151,5 151 5 359,4 359 4 246,2 246 2 435,1 435 1 438,4 438 4 Passivo Circulante 318,7 601,0 563,3 832,8 779,4 Endividamento Longo-Prazo 439,6 258,8 424,6 649,4 546,6 Exigível a Longo Prazo 565,5 565 5 377,8 377 8 630,0 630 0 808,5 808 5 700,3 700 3 Participação Minoritária 12,0 0,6 0,6 0,6 0,2 Patrimônio Líquido 1.050,9 1.395,8 1.556,5 1.731,5 1.758,5 Indicadores de Risco Liquidez Corrente 2,28 1,90 2,41 1,59 1,45 PL / Ativo Total 54% 59% 57% 51% 54% Dívida / Dívida + PL 36% 31% 30% 39% 36% Dívida Líquida 357,1 43,6 -81,9 486,4 542,1 Dívida Líquida / PL 0,34 0,03 (0,05) 0,28 0,31 Dívida Líquida / EBITDA 0,98 0,10 (0,15) 0,87 1,44 * anualizado 14
  15. 15. Estrutura Financeira Equilibrada Perfil do endividamento Moeda Moeda Nacional R$ 984,9 M Estrangeira 100% Hedge 55% 45% 438 Vencimento da dívida (em R$ milhões) Financiamentos no 1T2009: Longo- Prazo g 251 . Ingressos: R$ 68,1M, 68 1M 55,5% . Amortizações: R$160,0M. 86 34 43 43 48 42 Curto-Prazo 44,5% 12 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 e meses após 15
  16. 16. Desempenho Origem da Receita 1T09 Receita líquida consolidada Chapa de Fibra 15,4% MDP 12,6% Metais Sanitários R$ 393,8 M 24,7% MDF/HDF/SDF/ Piso Laminado 30,2% 30 2% Louças Sanitárias 17,1% Distribuição geográfica das vendas Mercado Interno 91,3% 91 3% Mercado Externo 8,7% 16
  17. 17. Desempenho Receita Líquida no mercado interno Por região geográfica 1T09 10,5% R$ 393,8 M 6,5% 83,0% Segmentação das vendas Outros Atacadista 2,4% Indústria , 6,7% Moveleira 58,0% Outros 4,3% Madeira Home Center Revenda 58,2% 16,3% 55,0% Vendas 41,8% 41 8% Técnicas 2,6% Construtoras Revenda Construção 19,6% 30,0% Civil 5,10% 17
  18. 18. Desempenho Eventos não recorrentes (em R$ milhões) 1T08 2T08 3T08 4T08 2008 1T09 EBITDA RECLASSIFICADO LEI 11.638 127,8 160,3 141,7 129,5 559,3 94,2 ITENS NÃO RECORRENTES 0,0 20,5 (8,7) (8,4) 3,4 (7,6) . Recuperação COFINS - 24,0 - - 24,0 - . Despesas processo de aquisição IS e CMC - (3,5) (3 5) (1,9) (1 9) - (5,4) (5 4) - . Pgto. antecipado fornecimento futuro energia - - (6,8) (6,8) (13,6) - . Desativação Jundiaí - - (1,6) (1,6) (7,6) EBITDA RECORRENTE 127,8 139,8 150,4 137,9 555,9 101,8 LUCRO LÍQ. RECLASSIFICADO LEI 11.638 72,2 75,9 98,2 67,6 313,9 46,9 ITENS NÃO RECORRENTES 0,0 12,8 9,6 (5,2) 17,2 (4,8) . Recuperação COFINS - 15,0 - - 15,0 - . Despesas processo de aquisição IS e CMC - (2,2) (2 2) (1,2) (1 2) - (3,4) (3 4) - . Pgto. antecipado fornecimento futuro energia - - (4,2) (4,2) (8,4) - . Desativação Jundiaí - - - (1,0) (1,0) (4,8) . Venda de imobilizado (fazenda) - - 15,0 - 15,0 - LUCRO LÌQUIDO RECORRENTE 72,2 63,1 88,6 72,8 296,7 51,7 . Stock options (Lei 11.638) (5,4) (7,7) (3,5) (3,5) (20,1) (3,5) LUCRO LÌQ. RECORRENTE APÓS OPÇÕES 77,6 70,8 92,1 76,3 316,8 55,2 18
  19. 19. Desempenho Desempenho recorrente e re-classificado pela Lei 11.638 Rec.Líq.(R$ milhão) & Marg. Bruta (%) EBITDA (R$ milhão) & Margem (%) 40,3% 40,1% 40,6% 40,2% 37,7% 29,9% 29,5% 29,1% 27,8% 25,9% 517,4 495,2 , 473,5 150,4 137,9 127 8 139,8 127,8 , 427,4 101,8 393,8 1T08 2T08 3T08 4T08 1T09 1T08 2T08 3T08 4T08 1T09 Lucro Líquido (R$ milhão) PL (R$ milhão) & ROE (%) 21,2% 21 2% 23,9% , 18,7% 19,0% 13,3% 1.701,3 1.731,5 1.758,5 1.596,5 1.645,0 77,6 77 6 92,1 92 1 70,8 76,3 76 3 55,2 1T08 2T08 3T08 4T08 1T09 1T08 2T08 3T08 4T08 1T09 19
  20. 20. Desempenho Reclassificado pela Lei 11.638 Rec.Líq.(R$ milhão) & Marg. Bruta (%) EBITDA (R$ milhão) & Margem (%) 40,3% 40,1% 40,6% 39,9% 33,9% 29,9% 35,7% 27,4% 26,1% 517,4 23,9% 495,2 160,3 141,7 , 473,5 127,8 127 8 129,5 427,4 94,2 393,8 1T08 2T08 3T08 4T08 1T09 1T08 2T08 3T08 4T08 1T09 Lucro Líquido (R$ milhão) PL (R$ milhão) & ROE (% ªª) 25,6% , 19,6% 20,1% 20 1% 16,7% 11,2% 1.701,3 1.731,5 1.758,5 1.596,5 1.645,0 98,2 72,2 22 75,9 75 9 67,6 46,9 1T08 2T08 3T08 4T08 1T09 1T08 2T08 3T08 4T08 1T09 20
  21. 21. Desempenho Madeira Desempenho recorrente e re classificado pela Lei 11 638 re-classificado 11.638 Volume Expedido (‘000 m³) Rec. Líq. (R$ M) & M. Bruta % EBITDA (R$ M) & Margem % 47,0% 39,5% 38,7% 37,8% 37,1% 1.275,9 1.292,3 1.215,0 30,1% 30,3% 1.104,5 28,2% -16,1% -18,3% 410,1 366,1 -23,9% 291,7 244,7 280,5 229,3 84,9 64,6 2007 2008 1T08 1T09 2007 2008 1T08 1T09 2007 2008 1T08 1T09 21
  22. 22. Desempenho Madeira Desempenho recorrente e re classificado pela Lei 11 638 re-classificado 11.638 Receita Líquida (R$ milhão) & Margem Bruta (%) EBITDA (R$ milhão) & Margem (%) 38,7% 40,8% 39,7% 39,1% 37,8% 325,8 325 8 309,0 30,2% 31,1% 30,4% 28,8% 30 2% 31 1% 30 4% 28 8% 28,2% 280,5 299,7 229,3 108,8 98,9 89,1 84,7 64,6 1T08 2T08 3T08 4T08 1T09 1T08 2T08 3T08 4T08 1T09 22
  23. 23. Desempenho Desempenho recorrente e re classificado pela Lei 11 638 re-classificado 11.638 Volume Expedido (‘000 peças) Rec. Líq. (R$ M) & M. Bruta (%) EBITDA (R$ M) & Margem (%) 17.563 41,5% 43,2% 15.041 40,9% 37,5% 698,6 27,2% 26,0% 29,2% 566,0 22,7% +14,9 +14 9 +12,0 3.689 4.239 -13,1% 146,9 164,5 148,1 189,8 42,9 37,3 2007 2008 1T08 1T09 2007 2008 1T08 1T09 2007 2008 1T08 1T09 23
  24. 24. Desempenho Desempenho recorrente e re classificado pela Lei 11 638 re-classificado 11.638 Receita Líquida (R$ milhão) & Margem Bruta (%) EBITDA (R$ milhão) & Margem (%) 43,2% 38,8% 42,2% 41,9% 37,5% 29,2% 26,8% 26,9% 26,2% 191,7 186,3 22,7% 173,8 , 164,5 , 146,9 42,9 46,5 51,5 48,8 37,3 1T08 2T08 3T08 4T08 1T09 1T08 2T08 3T08 4T08 1T09 24
  25. 25. Criação de Valor (2000 a 2008) Lucro por Ação (LPA)  em R$ 1 Aquisições de terras, plantio de florestas e expansão Deca Expansão em MDF Planta de resina Expansão em MDP Aquisições Deca 2, 44 * CAGR: +20,5% Expansão em MDF 0,55 1,16 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 * EPS pelo lucro recorrente de R$316,8M. Pelo Lucro reportado de R$313,8M, o EPS seria de R$2,42 EBITDA (* recorrente) CAGR: +13,7% Dividendo / JCP 555,9 555 9* (em R$ milhões) CAGR: +22,6% 2007: R$50 milhões em 110,0 dividendos extraordinários 199,4 199 4 2004: R$15,3 milhões em 21,5 dividendos extraordinários 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008* 2009 2010 2011 2012 25
  26. 26. Disclamer A informação aqui contida foi preparada pela Duratex S A e não constitui S.A. material de oferta para a subscrição ou compra de valores mobiliários da empresa. Este material contém informações gerais sobre a empresa e mercados em que se encontra inserida. Nenhuma representação ou garantia, de forma expressa ou inclusa, é feita acerca, e nenhuma confiança deve ser depositada, depositada na exatidão justificação ou totalidade das informações exatidão, apresentadas. A empresa não p p pode dar q q qualquer certeza q quanto a realização das ç expectativas apresentadas. 12 de maio de 2009 26
  27. 27. Divulgação de Resultado 1º Trimestre 2009 maio / 2009 27

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