AVALIAÇÃO NOS CURSOS EFA
A Mediadora Pessoal e Social: Dulce Sá Silva
Competência é uma "combinatória de capacidades, conh...
 O portefólio retrata o percurso de aquisição de competências do candidato.
 Os elementos escolhidos devem representar, ...
4. A avaliação deve ser:
a) Processual, porquanto assente numa observação contínua e sistemática do processo
de formação.
...
e) Orientadora, na medida em que fornece informação sobre a progressão das aprendizagens do
adulto, funcionando como facto...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Avaliação nos cursos efa

3.039 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
  • Seja o primeiro a comentar

Avaliação nos cursos efa

  1. 1. AVALIAÇÃO NOS CURSOS EFA A Mediadora Pessoal e Social: Dulce Sá Silva Competência é uma "combinatória de capacidades, conhecimentos, aptidões e atitudes apropriadas a situações específicas, requerendo também ―a disposição para‖ e ―o saber como aprender‖. (Comissão Europeia, 2004) Competências-Chave traduzem-se por "um conjunto articulado, transferível e multifuncional, de conhecimentos, capacidades e atitudes indispensáveis à realização e desenvolvimento individuais, à inclusão social e ao emprego.― (Comissão Europeia, 2004) Critérios de evidência - Organização a partir das três d i m e n s õ e s formuladas por domínio de referência para a acção. 3 Elementos de complexidade: - Identificação - Compreensão - Intervenção  Na componente de formação de base dos percursos S3 – Tipo A, B e C, a certificação está dependente da validação das 4 competências por cada UC/UFCD. (art.º 32º da Portaria 230/2008, de 7 de Março) A avaliação dos formandos assenta essencialmente no Portefólio Reflexivo de Aprendizagens (PRA). Trata-se de uma colecção de vários documentos que revela o desenvolvimento e progresso na aprendizagem, explicitando os esforços realizados para alcançar os objectivos acordados. É, por isso, representativo do processo e do produto de aprendizagem, sendo fruto de uma selecção pessoal.
  2. 2.  O portefólio retrata o percurso de aquisição de competências do candidato.  Os elementos escolhidos devem representar, de forma clara, as competências adquiridas pelo candidato.  Os elementos são escolhidos, de modo regular, a partir de situações significativas de aprendizagem e avaliação.  O candidato produz reflexões e estabelece objectivos, desafios e estratégias.  Existe uma ligação entre os diferentes trabalhos.  A reflexão sobre desafios estabelecidos previamente é obrigatória.  O portefólio é um documento de avaliação em constante reformulação. Avaliação: - Formativa - Construção do portefólio: concertação com o mediador e os formadores, partilha de experiências, reflexões, problematizações, reformulações, relação entre as competências antes adquiridas e as novas competências, evolução. - Reguladora - Acompanhamento contínuo e sistemático na construção do portefólio: análise, anotações, feedback, aconselhamento, orientações, novas oportunidades de aprendizagem. - Sumativa - Produto/resultado final do portefólio: reflexão final, apreciação global, confronto entre o Referencial de Competências-Chave, as competências adquiridas e os créditos obtidos, validação e certificação. Portaria 817/2007, de 27 de Julho Avaliação Objecto e finalidades 1. A avaliação incide sobre as aprendizagens efectuadas e competências adquiridas, de acordo com os referenciais de formação aplicáveis. 2. A avaliação destina-se a: a) Informar o adulto sobre os progressos, as dificuldades e os resultados obtidos no processo formativo. b) Certificar as competências adquiridas pelos formandos à saída dos cursos EFA. 3. A avaliação contribui também para a melhoria da qualidade do sistema, possibilitando a tomada de decisões para o seu aperfeiçoamento e reforço da confiança social no seu funcionamento. Princípios
  3. 3. 4. A avaliação deve ser: a) Processual, porquanto assente numa observação contínua e sistemática do processo de formação. b) Contextualizada, tendo em vista a consistência entre as actividades de avaliação e as actividades de aquisição de saberes e competências. c) Diversificada, através do recurso a múltiplas técnicas e instrumentos de recolha de informação, de acordo com a natureza da formação e dos contextos em que a mesma ocorre. d) Transparente, através da explicitação dos critérios adoptados. e) Orientadora, na medida em que fornece informação sobre a progressão das aprendizagens do adulto, funcionando como factor regulador do processo formativo. f) Qualitativa, concretizando-se numa apreciação descritiva dos desempenhos que promova a consciencialização por parte do adulto do trabalho desenvolvido, servindo de base à tomada de decisões. Modalidades de avaliação O processo de avaliação compreende: a) A avaliação formativa que permite obter informação sobre o desenvolvimento das aprendizagens, com vista à definição e ao ajustamento de processos e estratégias de recuperação e aprofundamento; b) A avaliação sumativa que tem por função servir de base de decisão sobre a certificação final. Avaliação nos Cursos EFA de nível secundário Nos Cursos EFA de nível secundário, a avaliação formativa ocorre, preferencialmente, no âmbito da área de PRA, a partir da qual se revela a consolidação das aprendizagens efectuadas pelo adulto ao longo do curso. Nestes cursos, a avaliação traduz-se ainda na atribuição de créditos, de acordo com o referencial de competências-chave de nível secundário, com efeitos na certificação dos formandos. Portaria n.º 230/2008 de 7 de Março Artigo 27.º Objecto e finalidades 1 — A avaliação incide sobre as aprendizagens efectuadas e competências adquiridas, de acordo com os referenciais de formação aplicáveis. 2 — A avaliação destina -se a: a) Informar o adulto sobre os progressos, as dificuldades e os resultados obtidos no processo formativo; b) Certificar as competências adquiridas pelos formandos à saída dos Cursos EFA. 3 — A avaliação contribui também para a melhoria da qualidade do sistema, possibilitando a tomada de decisões para o seu aperfeiçoamento e reforço da confiança social no seu funcionamento. Artigo 28.º Princípios A avaliação deve ser: a) Processual, porquanto assente numa observação contínua e sistemática do processo de formação; b) Contextualizada, tendo em vista a consistência entre as actividades de avaliação e as actividades de aquisição de saberes e competências; c) Diversificada, através do recurso a múltiplas técnicas e instrumentos de recolha de informação, de acordo com a natureza da formação e dos contextos em que a mesma ocorre; d) Transparente, através da explicitação dos critérios adoptados;
  4. 4. e) Orientadora, na medida em que fornece informação sobre a progressão das aprendizagens do adulto, funcionando como factor regulador do processo formativo; f) Qualitativa, concretizando -se numa apreciação descritiva dos desempenhos que promova a consciencialização por parte do adulto do trabalho desenvolvido, servindo de base à tomada de decisões. Artigo 29.º Modalidades de avaliação O processo de avaliação compreende: a) A avaliação formativa, que permite obter informação sobre o desenvolvimento das aprendizagens, com vista à definição e ao ajustamento de processos e estratégias de recuperação e aprofundamento; b) A avaliação sumativa, que tem por função servir de base de decisão sobre a certificação final. Artigo 30.º Avaliação nos Cursos EFA de nível secundário 1 — Sem prejuízo do que se dispõe nos artigos anteriores, nos Cursos EFA de nível secundário, a avaliação formativa ocorre, preferencialmente, no âmbito da área de PRA, a partir da qual se revela a consolidação das aprendizagens efectuadas pelo adulto ao longo do curso. 2 — No âmbito dos Cursos EFA de nível secundário, a avaliação traduz -se ainda na atribuição de créditos, de acordo com o referencial de competências -chave de nível secundário, com efeitos na certificação dos formandos. Indicadores para os objectivos operacionais: - eficácia, - eficiência e - qualidade

×