Novas Tecnologias no Ensino de Línguas Estrangeiras

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Disciplina ministrada na Pós em Línguas Estrangeiras do CEFET/RJ.

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Novas Tecnologias no Ensino de Línguas Estrangeiras

  1. 1. Novas Tecnologias para o Ensino de Línguas Estrangeiras Adriana María Ramos Oliveira CEFET/RJ – Pós-graduação em Línguas Estrangeiras dridi.ramos@gmail.com
  2. 2. Novas Tecnologias e Inclusão Digital
  3. 3. A Evolução da Internet • Web 1.0: o usuário só recebe informações; • Web 2.0: o usuário también produz/fornece informações; • Web 3.0: participação mais rápida e mais ativa; • Web 4.0: futuro, complexo sistema de inteligência artificial.
  4. 4. A Evolução da Internet
  5. 5. Desvantagens no uso da Internet • Medo e frustração por parte do aluno e do professor iniciantes; • Aluno isolado e desmotivado; • Sobrecarga de informações, • Obrigatoriedade de acesso à internet e posse de hardware adequado; • Investimento constante por parte das instituições; • Desconfiança, medo, descrédito gerado.
  6. 6. O que é importante aprender? “Hoje, porque informações e conhecimentos estão disponíveis em qualquer equipamento conectado à Internet, é bem menos importante o que você sabe que o que você sabe fazer com as informações e os conhecimentos disponíveis” (Thomas Friedman)
  7. 7. Introdução à Web 2.0
  8. 8. Web 2.0 para docentes
  9. 9. Web 2.0: definição e aplicações • O termo Web 2.0 refere-se a uma 2ª geração de comunidades na Internet e serviços –blogs, redes sociais, wikis, espaços multimídia, etiquetado social, etc. – que se caracterizam fundamentalmente, e de forma muito geral, por permitir a participação e a comunicação entre os usuários. • Trata-se de uma evolução das aplicações tradicionais para aplicações web, de uso mais simples e intuitivo e enfocadas aos usuários, protagonistas e verdadeiros artífices do desenvolvimento da nova rede.
  10. 10. Web 2.0: definição e aplicações • Esta "segunda geração" de webs, baseadas na criação de conteúdos multimídia, produzidos e compartilhados pelos próprios usuários não deve o seu desenvolvimento a avanços tecnológicos específicos (a tecnologia que suporta a web 2.0 já existia anteriormente), mas sim ao avanço de uma nova atitude que cede o protagonismo da rede aos usuários de Internet. • Muitas destas aplicações, como YouTube, Facebook ou Blogger, alcançaram tamanha popularidade que no transcurso de apenas uns anos revolucionaram completamente, não só a Internet, mas também o conjunto dos canais de informação e comunicação, o que supôs profundas repercussões na economia na sociedade atual.
  11. 11. A Web 2.0 na educação • A Web 2.0 supõe a ruptura da relação vertical e unidirecional do esquema: emissor único-múltiplos receptores, de forma que os usuários deixam de ser meros espectadores passivos e se transformam em pró-consumidores (produtores da informação que eles mesmos consomem) e em criadores de conteúdo. • As consequências da aparição da nova rede foram as de uma autêntica revolução do pensamento na sociedade, e muito especialmente nos setores vinculados com a informação, a comunicação e a educação. • No campo da educação tudo isso supõe uma mudança de paradigma baseada em um maior controle e autonomia do próprio processo de aprendizagem e na interação professores-alunos. • As aplicações da Web 2.0 estão compostas por uma rede de serviços de dados cooperativos nos quais a nova consigna poderia resumir-se em "colaborar, não controlar".
  12. 12. A Web 2.0 na educação • É o que se conhece como elearning 2.0, um conceito desenvolvido, entre outros, por Stephen Downes em 2005, e que pode ser definido de maneira simples como a aplicação da Web 2.0 à aprendizagem e à formação. • Parte das seguintes ideias chave: – Utilização de aplicações Web 2.0 para a formação – Fomento da aprendizagem informal – Trabalho com comunidades de prática – O conectivismo como teoria de aprendizagem – Utilização de ambientes pessoais de aprendizagem (PLE) centrados no usuário • Neste novo ambiente, os estudantes criam conteúdos de forma distribuída, colaboram entre eles mediante blogs, wikis, fóruns, RSS, etc., utilizam-se de várias fontes de informação agregadas, utilizam e combinam várias ferramentas da Web 2.0, trabalha-se mais com fontes de comunicação (blogs, etc.) que com conteúdos tradicionais (livros, manuais, CD’s...). As ferramentas de aprendizagem estão centradas no aluno, que é quem constrói a sua própria aprendizagem.
  13. 13. A Web 2.0 na educação
  14. 14. Como evoluiu a tecnologia educativa? • Tecnología analógica: desde os anos 80 os professores podiam usar a fita cassete, o vídeo, o gravador e o retroprojetor. Tecnologia monomídia nada participativa. • Tecnologia digital: nos anos 90, começam a aparecer os formatos digitais como o CD e a web. Tecnologia multimídia pouco colaborativa. • Web 2.0: neste momento há muitas ferramentas on line que permitem usos educativos nas redes sociais, por exemplo, com um alto grau de participação dos alunos.
  15. 15. Que tecnologia devemos levar para a sala de aula? Só a que realmente facilite o processo de aprendizagem!!
  16. 16. Nativos Digitais Quem são? Como competir? Marc Prensky: Os estudantes de hoje representam a primeira geração que cresceu com toda esta tecnologia. Os video-games, e-mail, internet, celulares e torpedos são uma parte integral das
  17. 17. Blogs: aprendizagem reflexiva • Sem dúvida nenhuma, o fenômeno blog é o símbolo da "revolução 2.0", e as suas aplicações são tantas que ele foi comparado a um canivete multiuso. Hoje, graças ao sistema blog, a web dispõe de uma rede de informação e de opinião ilimitada como nunca tinha sido vista antes. • O sucesso colhido reside na simplicidade do seu formato, na extrema facilidade de uso e na sua idoneidade para a expressão de ideias, opiniões ou qualquer tipo de informação com toda a liberdade. • Em uma página web "comum", a informação se organiza de maneira hierárquica e poucas vezes admite a participação dos leitores na criação de conteúdos. Os blogs permitem que o usuário médio disponha de uma presença profissional na rede, de fácil criação e manutenção em apenas uns minutos. • Um blog (também conhecido como weblog), é uma página web “pré-fabricada” na qual os autores publicam, de forma mais ou menos periódica, artigos, notícias ou textos sobre temas de seu interesse, a modo de diário. O termo blog procede de weblog, síntese de web+log (em inglês, “diário”) e foi expressado como tal a finais de 1997 por Jorn Barrer. • Tecnicamente, os blogs são aplicações CSS (Content Management System), ou seja, gestores de conteúdos sobre base de dados, nos quais o conteúdo se separa da forma, que vem aplicada de forma automática por um modelo.
  18. 18. Blogs: os novos quadros- negros • Os blogs educativos (ou edublogs), não são um tipo especial de aplicação, e sim blogs dirigidos ao uso na educação. De acordo com a definição de Tíscar Lara, “os edublogs são blogs cujo principal objetivo é apoiar um processo de ensino/aprendizagem em um contexto educativo” (T. Lara, 2005). • Desde o ponto de vista da aprendizagem, por tanto, podemos considerar o blog como um ambiente virtual de ensino/aprendizagem que pode servir de apoio tanto para os alunos quanto para os docentes. Servem de núcleo central para a expressão dos estudantes, de organizadores de dados e conteúdo multimídia, de canal de comunicação e de recurso para a cooperação. • O uso dos edublogs se difundiu tanto e em tão pouco tempo que já existem numerosas comunidades de “blogfessores” (professores que utilizam os blogs como ferramenta de trabalho) e inclusive se criou o termo “pedablogia” para definir o uso pedagógico do blog. • Os blogs são absolutamente compatíveis com as atividades mais conhecidas que utilizam Internet como recurso educativo (webquest, caça ao tesouro, inserção de atividades criadas com ferramentas de autor, como HotPotatoes, JotForm, etc.) e permitem a realização das atividades que se propõem cotidianamente na sala de aula, como pequenas traduções, expressão de opiniões, etc.
  19. 19. Blogs: os novos quadros- negros • É importante ressaltar duas importantes características dos blogs que fazem com que eles sejam especialmente idôneos para uso educativo: são programas de lecto-escrita e possuem a capacidade de incorporar materiais multimídia. • Isto lhes permite superar as limitações da web estática, onde as únicas possibilidades se encontravam na comunicação via email ou nos fóruns e permite fazer deles uma extensão da sala de aula para reforçar fora dela os conteúdos trabalhados. • Os blogs supõem também um meio de atenção à diversidade dos alunos, seja ela cultural, de nível de educação formal, de capacidades ou disposições para a aprendizagem ou qualquer outra, já que possibilitam um amplo leque de atividades que utilizam distintos canais e códigos de comunicação. • Mas os blogs não são só um meio, mas também um fim em si mesmos, já que supõem uma mostra real da identidade digital dos nossos estudantes.
  20. 20. Blogs: aprendizagem reflexiva • Apesar do reduzido número de docentes que hoje em dia utiliza esta ferramenta, já há uma grande variedade de atividades disponíveis para todas as matérias. • Para citar só algumas das possibilidades mais comuns dos blogs, podemos fazer referência a: – Escrever, de forma pública ou privada. – Ler, procurar, recolher ou comunicar informação textual e multimídia. – Oferecer recursos de interesse disponíveis na Internet, ordenados e comentados. – Expressar conhecimentos, opiniões e emoções. – Comentar os artigos de outros. – Elaborar novos conteúdos, gerar formas distintas de transmitir, organizar ou reformular. – Desenvolver e sintetizar conteúdos. – Formular questões, situações problemáticas, casos práticos, discussões acadêmicas… – Seguir um comentário entre vários blogs individuais seguindo links ou etiquetas. – Trabalhar em grupo pesquisando, analisando e propondo soluções.
  21. 21. Características de um Blog • Organização feita de maneira cronologicamente inversa; • Pode ser usado para aulas EaD (chat, e- mail, fóruns, etc.); • Pode funcionar como roteiro e complemento para as aulas; • Permite a inserção de vários elementos: vídeos, áudios, slides, formulários, links, imagens, etc.
  22. 22. As partes de um Blog Enlaces Proyecto MALTED ITE Experimentación e Innovación Wikididáctica Agrega Formación en red eTwinning OAPEE RED SOCIAL MALTED • O cabeçalho do blog. Aqui aparecem as informações sobre o nome e geralmente dados extras com relação ao tema do qual se ocupa o blog e o autor ou autores que o mantém. • Os links. A vantagem da web é que vai se criando um tecido de inter- conexões com outros blogs ou com páginas relacionadas com o mesmo tema que tratam. Isto é o que se chama blogroll.
  23. 23. As partes de um Blog • Os artigos ou posts. Se organizam, como em um diário clássico, por dias. O critério é o da novidade: o primeiro que aparece é o último que foi publicado. O blog permite a consulta por datas ou por categorias. • Os comentários. Uma das vantagens do blog é que os leitores podem publicar as suas opiniões sobre a postagem principal. Para fazer isto, basta ir ao final do post e acrescentá-los. Podem ser feitos de forma anônima ou pessoal.
  24. 24. As partes de um Blog
  25. 25. Vantagens do uso dos Blogs • Facilidade de uso; • Versatilidade; • Interatividade; • Versatilidade na administração dos conteúdos; • Pode-se voltar a um conteúdo quantas vezes quiser.
  26. 26. Onde editar um Blog? • A ferramenta mais utilizada é Blogger, disponível em www.blogger.com • Esta é a comunidade de blogs mais difundida na rede por sua facilidade de manejo, mas também podem ser criados em muitas outras como wordpress ou gmail. • Blogger é ideal para principiantes ou para aqueles que não querem complicar-se muito com a tarefa de editar um “diário”.
  27. 27. Mãos à obra: criando nosso Blog!
  28. 28. Wikis: Aprendizagem colaborativa• Um wiki (palavra havaiana que significa "rápido", devido precisamente a sua rapidez de uso e edição) é uma página web que pode ser editada facilmente por qualquer pessoa (geralmente sem passagem prévia de censura ou controle). Nelas faz-se uma espécie de coletânea de informações oferecidas por uma série de colaboradores, geralmente anônimos, que contribuem com seus conhecimentos sobre determinados temas. • As páginas wiki podem ser modificadas por qualquer pessoa de maneira simples através do seu navegador web. Os wikis conservam uma cópia de distintas versões do documento, o que permite recuperar versões anteriores do mesmo, caso alguém tenha apagado os arquivos. • Um wiki está emoldurado dentro do que se denomina "software social" (desenhado para criar páginas webs que permitam a participação e a colaboração social) e se baseia em um dos princípios fundamentais da web 2.0: o aproveitamento da inteligência coletiva dos usuários. Na sua arquitetura e desenho primam a simplicidade e o conteúdo sobre o formato. • No entanto, o wiki não tem que ser necessariamente coletivo: utilizado como espaço de organização de informação pessoal é uma ferramenta potente e versátil (é muito interessante neste sentido a aplicação wiki de Zoho ou a página de Wikispaces).
  29. 29. O que é propriamente um Wiki? • Resumindo, a definição mais simples de wiki é que se trata de um texto colaborativo editado na rede e que pode ser visitado e modificado por todo mundo que tiver permissão para tal, a qualquer momento.
  30. 30. Como podemos usá-los? Criar nossos próprios wikis na sala de aula é uma atividade que dá muito bons resultados. Podemos trabalhar desta maneira em qualquer disciplina. Não vamos usar os computadores o tempo todo. Haverá momentos para falar e escrever de forma tradicional.
  31. 31. Como podemos usá-los? Desenvolver o trabalho colaborativo. Os alunos não conseguem ficar impassíveis. Elaborar trabalhos em grupo de maneira que a informação possa ser aceita, editada ou recusada. Refletir a partir do que leem, veem o escutam para motivar um maior comprometimento e uma aprendizagem por compreensão.
  32. 32. Wikis na sala de aula Como trabalhar com wikis na sala de aula? • A turma deverá construir “o livro da disciplina”. Escrever um glossário com as principais definições relacionadas com o vocabulário visto nas aulas. • Buscar dados na rede sobre estes termos. • Fazer um rascunho por grupos e corrigi-lo entre todos. • O professor deverá atribuir responsabilidades e o tempo estipulado para alcançar os objetivos da tarefa. • Redação final em uma plataforma de criação de wikis ou no wiki da turma (se já tiver sido criado).
  33. 33. Wikis na sala aula Por que utilizar wikis? Porque osPorque os estudantesestudantes sentem quesentem que realmenterealmente estão criandoestão criando conhecimentoconhecimento ee não só para sinão só para si mesmos masmesmos mas tambémtambém parapara compartilhá-locompartilhá-lo com os outros.com os outros. Porque oPorque o resultado destaresultado desta atividade estáatividade está aa sua disposiçãosua disposição em qualquerem qualquer momento emomento e desde qualquerdesde qualquer lugar.lugar. Porque estamos criando wikisPorque estamos criando wikis educativas para conseguireducativas para conseguir umauma rede de colaboração didáticarede de colaboração didática mais completa.mais completa.
  34. 34. Redes Sociais • As redes sociais são espaços que permitem criar páginas pessoais nas quais definir nosso perfil, compartilhar recursos (fotos, vídeos, etc.), e conectar-se com outras pessoas às que definimos como “amigos” dentro do nosso perfil. • Nas redes sociais de interesse profissional como Xing podemos estabelecer contato com outros profissionais e assim criar comunidades temáticas específicas. Para a educação, um dos portais de software livre mais avançados atualmente é Eduspaces, baseado no programa Elgg. • Como no caso de qualquer outro tipo de aplicação social, a estrutura deste tipo de redes permite aproveitar o que se denomina "inteligência coletiva", para adaptar aplicações ou serviços às características dos usuários das mesmas.
  35. 35. Redes Sociais • Neste princípio se baseia a própria Web 2.0 para melhorar aplicações mediante as experiências dos usuários (e se vê isso também em aplicações comerciais de empresas como Amazon, que recomenda produtos baseados não só nos nossos gostos, mas também no que outros compradores de gostos similares adquiriram). • No terreno da educação e a aprendizagem, esta nova perspectiva substitui a mera “transmissão”, pela exploração ativa e a construção pessoal de conhecimentos, promovendo o papel dos usuários como criadores de conhecimento e está conduzindo a uma inovação nos modelos de aprendizagem em direção a novas linhas pedagógicas, baseadas em ambientes virtuais de colaboração, nos quais o conhecimento permita um intercâmbio e possa ser compartilhado.
  36. 36. Uso das Redes Sociais na Educação
  37. 37. Uso das Redes Sociais na Educação
  38. 38. Uso das Redes Sociais na Educação
  39. 39. Uso das Redes Sociais na Educação
  40. 40. Uso das Redes Sociais na Educação
  41. 41. Uso das Redes Sociais na Educação
  42. 42. Uso das Redes Sociais na Educação
  43. 43. Uso das Redes Sociais na Educação
  44. 44. Facebook na Escola
  45. 45. Facebook na Escola
  46. 46. Facebook na Escola
  47. 47. Facebook na Escola
  48. 48. Facebook na Escola
  49. 49. Facebook na Escola
  50. 50. Facebook na Escola
  51. 51. Facebook na Escola
  52. 52. Facebook na Escola
  53. 53. Facebook na Escola
  54. 54. Facebook na Escola
  55. 55. Facebook na Escola
  56. 56. Facebook na Escola
  57. 57. Exemplos de EduRedes Sociais www.edu20.org www.livemocha.com https://www.edmodo.com/?language=pt-br http://passeidireto.com/
  58. 58. Outros elementos: Imagens • A utilização de imagens é um dos recursos mais utilizados nas aulas como apoio ao discurso verbal. • Praticamente não existe manual que não inclua imagens e nem profissional que não as utilize em maior ou menor medida para o desenvolvimento dos seus cursos, entre outros usos: – como recurso para introduzir uma situação comunicativa; – para exemplificar expressões, vocabulário, situações, etc. de especial complexidade; – como base de tarefas para exercitar outras destrezas; – para estimular a expressão oral e escrita; – como apoio à memória verbal através da memória visual; – para contar historias a partir de uma imagem, praticando aspectos gramaticais ou comunicativos; – para trabalhar com descrições de pessoas, lugares ou sensações; – para procurar imagens de apoio a outras atividades usando os tags ou etiquetas; – como atividade de pré-aquecimento;
  59. 59. Uso de Imagens na Educação
  60. 60. Uso de Imagens na Educação
  61. 61. Uso de Imagens na Educação
  62. 62. Uso de Imagens na Educação • Desde o princípio, a internet foi percebida como um enorme depósito de imagens prontas para serem baixadas e usadas na sala de aula. No entanto, na rede interativa, na nova web social, os recursos baseados em imagens ampliaram consideravelmente o seu potencial permitindo a criação de galerias temáticas (a maior galeria de imagens gratuitas, etiquetadas por categorias e com licenças de uso livre, encontra-se atualmente em iStock), a possibilidade de participar mediante comentários, a inclusão das imagens nos blogs e outros espaços web, etc. • Não podemos esquecer que o uso de imagens nos blogs educativos constitui um excelente recurso, e podem ser utilizadas, por exemplo, para apresentar sua visão de aspectos culturais, sociais ou da atualidade. • A página mais conhecida para compartilhar imagens é Flickr, um espaço gratuito no qual armazenar e compartilhar fotografias com outras pessoas, comentá-las, etiquetá-las, etc.
  63. 63. Uso de Imagens na Educação • Algumas das opções que Flickr permite são: – Criar uma conta e definir um perfil. – Subir fotos à conta, armazená-las e criar galerias. – Título, descrição e etiquetas (permite buscá-las mediante as etiquetas e visualizá-las em “nuvem” de etiquetas). – As fotos publicadas podem receber comentários dos visitantes e destacar zonas da imagem. – Localizar fotografias no mapa (geo-etiquetagem). – Criar redes de contatos e grupos de usuários. – Estabelecer o grau de privacidade das fotografias e o tipo de licença. – Assinar diferentes canais RSS de cada etiqueta, de cada pessoa, etc. – Você pode pesquisar sobre todas as opções de Flickr em: http://www.flickr.com/tour
  64. 64. Propostas de Atividades com Imagens: FlicktionaryFlicktionary siestasiesta
  65. 65. Propostas de Atividades com Imagens: WordleWordle
  66. 66. Outros elementos: audio, podcast… Pod…. O que? Podcasting vem de iPod, o aparelho da Apple que se usa para escutar música em formato digital. Na verdade, o podcast é a propagação de qualquer arquivo de áudio (normalmente MP3) através da rede. A tecnologia permite que a gravação e a difusão deles seja muito simples e esteja ao alcance de qualquer que tenha um computador e acesso à Internet.
  67. 67. O Áudio na Sala de Aula • A primeira e mais evidente aplicação é a utilização destes programas como parte do input para estudantes de segundas línguas. Neste sentido, o podcast permite a aprendizagem significativa já que os estudantes podem escolher o tema que for mais conveniente dentro dos seus interesses pessoais. • A gravação de um áudio como tarefa, permitirá a prática de uma série de habilidades e destrezas em todas as fases do seu desenvolvimento: – preparação, negociação; – recolhida, seleção e elaboração de materiais; – criação de um roteiro; – atribuição de tarefas; – gravação; – publicação na rede. • Os materiais criados desta maneira tem como característica mais destacada, o fato de serem realmente publicados na rede e colocados à disposição de qualquer internauta, o que favorece a interação com os ouvintes de forma escrita ou oral.
  68. 68. O Áudio na Sala de Aula • O podcasting consiste em criar arquivos de som (em formato comprimido) e de vídeo (vídeocast) e publicá-los na Internet ou distribui-los mediante um sistema (RSS) que permita a assinatura, e que nos avise cada vez que haja uma nova emissão, de forma que o ouvinte possa baixá-lo e dispor dele para escutá-lo quando quiser. • O podcast extendeu-se, em parte, graças à popularidade dos blogs, mesmo que ainda não sejam tão utilizados quanto eles. Há várias razões que explicam este menor desenvolvimento e expansão. Em primeiro lugar está sem dúvida nenhuma o fato de que, em comparação com o blog, requer um trabalho maior de edição e preparação. • É destacável o fato de que há cada vez mais podcasts criados para a aprendizagem.
  69. 69. O que é necessário para fazer um podcast?
  70. 70. Para gravar um podcast...
  71. 71. Propostas de Atividades com Áudio • Realização de programas pelos alunos a partir de temas determinados como se fosse um programa de rádio; • Explicação de conteúdos oralmente que podem ser usados com alunos portadores de deficiência visual e/ou com dificuldades na aprendizagem de determinados conteúdos; • Produção de uma rádio novela com os alunos unindo vários temas de forma interdisciplinar; • Criação de um mapa da cidade com narração de curiosidades e história dos principais pontos turísticos;
  72. 72. Propuestas de actividades con audio, podcasting: • Tradução de músicas, interpretações e até leitura de poesia e textos produzidos pelos alunos; • Produção de um programa com curiosidades das disciplinas, criado por professores e alunos, etc. • Se a atividade for feita em grupo, é importante gravar o áudio em diferentes arquivos e repetir até que tudo fique bom. • Depois, trabalhar a parte técnica e misturar a gravação com músicas, por exemplo. • Passar tudo a MP3 e postá-lo na web.
  73. 73. Outros elementos: Vídeo Como material para o ensino e a aprendizagem, o vídeo na Internet: • Contextualiza situações de comunicação e mostra atitudes e padrões de interação. • Dota o discente de um mostruário comunicativo no qual é possível apreciar de forma contextualizada os elementos de comunicação verbal e não verbal da língua: gestos, entonação, pausas, etc. • Desenvolve a compreensão ao mostrar o discurso apoiado pelos elementos mencionados anteriormente, e facilita o avanço na comunicação e na inserção dos estudantes na própria cultura e na aprendida. • Serve como mostra de espaços, lugares, costumes, fatos, atitudes e valores éticos e estéticos pertencentes a um povo, permitindo levar para a sala de aula amostras da vida real. • É um elemento que introduz variedade nas aulas e um suporte muito próximo aos alunos, educados fundamentalmente na atual cultura áudio-visual. • Proporciona uma metragem de curta duração, ideal para ser aplicado nas aulas. • Se o vídeo estiver em uma língua estrangeira, pode ser legendado mediante um editor local ou com aplicações na Internet como DotSub
  74. 74. Outros elementos: Vídeo • O acesso a material de vídeo através da Internet solucionou de maneira satisfatória os problemas derivados tanto da necessidade de levá-los para a sala quanto da possibilidade de criar e armazenar trabalhos realizados pelos próprios estudantes. • Os vídeos na rede não foram criados, salvo escassas exceções, para serem utilizados na sala de aula. Isto pode supor uma limitação na hora de trabalhar com este material, mas supõe também um material real, sem as ataduras que frequentemente sofrem nos materiais didáticos criados para este fim. • É imprescindível, antes de passar a explorá-los nas aulas: – delimitar o nível do grupo e os objetivos que queremos alcançar; – o tipo de vídeo que vamos trabalhar (conteúdos culturais, compreensão, amostras da língua, atualidade, história, música, cultura, etc.), – estabelecer quais as destrezas e as estratégias pretendemos desenvolver.
  75. 75. O Vídeo como SENSIBILIZAÇÃO • Um bom vídeo é interessantíssimo para introduzir um novo assunto, para despertar a curiosidade, a motivação para novos temas. Isso facilitará o desejo de pesquisa nos alunos para aprofundar o assunto do vídeo e da matéria.
  76. 76. O Vídeo como ILUSTRAÇÃO • O vídeo muitas vezes ajuda a mostrar o que se fala em aula, a compor cenários desconhecidos dos alunos. • Por exemplo, um vídeo que exemplifica como eram os romanos na época de Júlio César ou Nero, mesmo que não seja totalmente fiel, ajuda a situar os alunos no tempo histórico. • Um vídeo traz para a sala de aula realidades distantes dos alunos, como por exemplo a Amazônia ou a África. • A vida se aproxima da escola através do vídeo.
  77. 77. O Vídeo como SIMULAÇÃO • É uma espécie de ilustração mais sofisticada. • O vídeo pode simular experiências de química que seriam perigosas em laboratório ou que exigiriam muito tempo e recursos. • Um vídeo pode mostrar o crescimento acelerado de uma planta, de uma árvore -da semente até a maturidade- em poucos segundos
  78. 78. O Vídeo como CONTEÚDO DE ENSINO É um vídeo que mostra determinado assunto, de forma direta ou indireta. De forma direta, quando informa sobre um tema específico orientando a sua interpretação. De forma indireta, quando mostra um tema, permitindo abordagens múltiplas, interdisciplinares.
  79. 79. O Vídeo como PRODUÇÃO Como documentação, registro de eventos, de aulas, de estudos do meio, de experiências, de entrevistas, depoimentos. Isto facilita o trabalho do professor, dos alunos e dos futuros alunos. O professor deve poder documentar o que é mais importante para o seu trabalho, ter o seu próprio material de vídeo assim como tem os seus livros e apostilas para preparar as suas aulas.
  80. 80. O Vídeo como PRODUÇÃO Como intervenção: interferir, modificar um determinado programa, um material audiovisual, acrescentando uma nova trilha sonora ou editando o material de forma compacta ou introduzindo novas cenas com novos significados. O professor precisa perder o medo, o respeito ao vídeo assim como ele interfere num texto escrito, modificando- o, acrescentando novos dados, novas interpretações, contextos mais próximos do aluno.
  81. 81. O Vídeo como PRODUÇÃO Vídeo como expressão, como nova forma de comunicação, adaptada à sensibilidade principalmente das crianças e dos jovens. As crianças adoram fazer vídeos e a escola precisa incentivar o máximo possível a produção de pesquisas em vídeo pelos alunos. A produção em vídeo tem uma dimensão moderna e lúdica. Moderna, como um meio contemporâneo, novo e que integra linguagens. Lúdica, pela miniaturização da câmera, que permite brincar com a realidade, levá- la junto para qualquer lugar.
  82. 82. O Vídeo como PRODUÇÃO • Filmar é uma das experiências mais envolventes tanto para as crianças como para os adultos. • Os alunos podem ser incentivados a produzir dentro de uma determinada matéria, ou dentro de um trabalho interdisciplinar.
  83. 83. O Vídeo como PRODUÇÃO • E também produzir programas informativos, feitos por eles mesmos e colocá- los em lugares visíveis dentro da escola e em horários onde muitos colegas possam assisti- los.
  84. 84. Outros elementos: Vídeo • A partir da sua compra por Google, a empresa que começou sendo um buscador e acabou se transformando em um gigante de novas aplicações da Internet, estar no YouTube já não é só uma opção. Praticamente todos os canais de televisão já tem os seus canais neste espaço, numa clara tentativa de se adequar aos novos tempos e à nova demanda por informação. • Paralelamente, o YouTube se transformou em um potente espaço para apoiar determinadas estratégias de marketing. Nestes casos, a atenção se concentra, como nos buscadores, em criar as melhores etiquetas de índice de conteúdos, de maneira que os vídeos promocionais sejam encontrados nas primeiras posições de procura e, inclusive, podem ser vistos antes de vários vídeos. • No entanto, este não é o único lugar onde encontrar e armazenar vídeo na Internet. Outros importantes espaços são: – Yahoo Vídeo – TeacherTube – Vimeo – Metacafe – BlipTV
  85. 85. Propostas de Atividades com Vídeo: • Público: Alunos de ensino médio; • Metodologia: oficina com vídeo; • Discutir questões relacionadas com a língua portuguesa; • Atividades: mobilização, leitura e produção textual; • Vídeo: A revolta da vogal “i”
  86. 86. O significado das mudanças Você sabia? •Conteúdo cada vez mais abundante e disponível (Não há desculpa para não aprender, quando alguém quer aprender). •Cursos cada vez mais interessantes para os alunos que podem fazê-los com pouca ou nenhuma tutoria. •Todos podem ser “professores” (os alunos escolhem professores). •Crianças e jovens querem participar, compartilhar, contribuir (se são motivados). •A maior parte das pessoas pode aprender mais pela ação-reflexão do que só pela transmissão •Professores cada vez tem que ser mais interessantes e relevantes
  87. 87. O significado das mudanças • Nossas escolas, educadores e sistemas educacionais públicos e privados precisam repensar o currículo, as metodologias, a formação, a avaliação para responder às necessidades de crianças e jovens num mundo mais complexo e conectado. • Currículos mais personalizados, blended, baseados em desafios, atividades, competências, com conteúdo situado (quando necessário), com plataformas adaptativas, aplicativos colaborativos, ênfase na coautoria. • Equilíbrio entre personalização e colaboração. • Educação cada vez mais aberta em todos os sentidos e possibilidades.
  88. 88. O significado das mudanças  Conteúdos e atividades fundamentais nos ambientes virtuais.  Atividades de aprofundamento nos encontros presenciais ou online (audiovisuais interativos).  Propostas criativas de flipped learning (aprendizagem invertida).
  89. 89. O significado das mudanças • O blended será o modelo predominante de educação, que unirá o presencial e o EAD (principalmente no ensino superior). • A educação presencial será toda híbrida (blended). A EAD parte do modelo blended até a oferta de cursos totalmente online, de acordo com a necessidade e a demanda. • O que é cada vez mais importante são educadores e gestores acolhedores, confiáveis, competentes e atentos a tantas possibilidades que se abrem no mundo para aprender e ensinar.
  90. 90. “Na sociedade da informação todos estamos reaprendendo a conhecer, a comunicar-nos, a ensinar e a aprender; a integrar o humano e o tecnológico; a integrar o individual, o grupal e o social.” (José Manuel Moran)
  91. 91. A aprendizagem por meio das novas tecnologias • A aprendizagem através do computador faz com que o sujeito se insira numa experiência de elaboração do conhecimento. • As teorias construtivistas de Piaget, Vygotsky e outros, consideram o conhecimento não transmissível, mas construído pelo indivíduo, de modo único. Cada indivíduo reconstrói o conhecimento do mundo físico, partindo de suas experiências com objetos no espaço e no tempo. • Segundo Davenport e Prusak (1998), “o conhecimento é uma mistura fluida de experiência estruturada, valores e informações contextuais e discernimento técnicos que proporciona uma referência para avaliar e incorporar novas experiências e informações”.
  92. 92. A aprendizagem por meio das novas tecnologias • Chiavenato (2004) diz “que conhecimento é um recurso diferente, não ocupa espaço físico, ele é intangível”. • Para Luckesi (1996), “o conhecimento é explicação/elucidação da realidade e decorre de um esforço de investigação para descobrir aquilo que esta oculto, que não está compreendido ainda. Só depois de compreendido em seu modo de ser é que um objeto pode ser considerado conhecido”. • Com as novas tecnologias da informação abrem-se novas possibilidades à educação, exigindo uma nova postura do educador. Ressaltando que a inclusão de novas tecnologias na formação de professores esbarra em muitas dificuldades, mas o intuito é levar o docente a explorar essa ferramenta na aquisição do conhecimento.
  93. 93. A aprendizagem por meio das novas tecnologias • “Para inovações novos instrumentos e utensílios serão necessários, entre eles as estradas da comunicação como a Internet e a capacitação docente para o domínio das novas tecnologias. Formar professores, neste contexto, exige: – Mudanças na forma de conceber o trabalho docente, na flexibilização dos currículos das escolas, e nas responsabilidades da escola no processo de formação do cidadão; – Socialização do acesso à informação e produção de conhecimento para todos; – Mudança de concepção do ato de ensinar em relação aos novos modos de conceber o processo de aprender e de acessar e adquirir conhecimento; – Mudanças nos modelos/marcos interpretativos de aprendizagem, passando do modelo educacional predominante instrucionista, para o modelo construtivista;
  94. 94. A aprendizagem por meio das novas tecnologias – Construção de uma nova configuração educacional que integre novos espaços de conhecimentos em uma proposta de inovação da escola, na qual o conhecimento não está centrado no professor e nem no espaço físico e tempo escolar, mas visto como processo permanente de transição, progressivamente construído, conforme os novos paradigmas; – Desenvolvimento dos processos interativos que ocorrem no ambiente telemático, “sob a perspectiva do trabalho cooperativo” (Leopoldo, p.19, 20). • Com o avanço tecnológico busca-se um novo perfil de educador alguém aberto à mudanças, comprometido com as transformações, que percebe o conhecimento de forma interdisciplinar.
  95. 95. O papel docente • A sociedade do conhecimento exige um novo perfil de educador, ou seja, alguém: – Comprometido - com as transformações sociais e políticas; com o projeto político-pedagógico assumido com e pela escola; – Competente - evidenciando uma sólida cultura geral que lhe possibilite uma prática interdisciplinar e contextualizada, dominando novas tecnologias educacionais. Um profissional reflexivo, crítico, competente no âmbito da sua própria disciplina, capacitado, para exercer a docência e realizar atividades de investigação; – Crítico - que revele, através da sua postura suas convicções, os seus valores, a sua epistemologia e a sua utopia, fruto de uma formação permanente; seja um intelectual que desenvolve uma atividade docente crítica, comprometida com a ideia do potencial do papel dos estudantes na transformação e melhoria da sociedade em que se encontram inseridos;
  96. 96. O papel docente • Aberto a mudanças - ao novo, ao diálogo, à ação cooperativa; que contribua para que o conhecimento das aulas seja relevantes para à vida teórica e prática dos estudantes; • Exigente - que promova um ensino exigente, realizando intervenções pertinentes, desestabilizando, e desafiando os alunos para que desencadeie a sua ação reequilibradora; que ajude os alunos a avançarem de forma autônoma em seus processos de estudos, e interpretarem criticamente o conhecimento e a sociedade de seu tempo; • Interativo - que concorra para a autonomia intelectual e moral dos seus alunos trocando conhecimentos com profissionais da próprias área e com os alunos, no ambiente escolar, construindo produzindo conhecimento em equipe, promovendo a educação integral, de qualidade, possibilitando ao aluno desenvolver-se em todas as dimensões: “cognitiva, afetiva, social, moral, física, estética” (Leopoldo, p.3,4)
  97. 97. O papel docente • A partir do que vimos até agora, podemos dizer que a utilização da informática como recurso didático condiciona situações favoráveis à formação, mas em contra partida lança desafios que alteram o trabalho docente, apontando para mudanças necessárias no processo educativo. • Ressalta-se que a tecnologia em si não existe como entidade autônoma e desvinculada de vontades políticas, humanas e sociais. Por essa razão, ela não pode ser classificada como boa ou como ruim, mas é fundamental que os docentes estejam antenados com o que acontece.
  98. 98. Outros Recursos Multimídia. • Além das ferramentas apresentadas anteriormente, também podemos destacar outras ferramentas disponíveis na rede bem interessantes para os docentes. • As necessidades de buscar/encontrar recursos que favoreçam os processos de aprendizagem e ensino são diferentes dependendo da disciplina, área, espaço curricular, nível, grupo de estudantes e de outros fatores. • Como os recursos educativos digitais são materiais compostos por meios digitais e produzidos com a finalidade de facilitar o desenvolvimento das atividades de aprendizagem, vai depender de cada docente a escolha e o uso das várias opções disponíveis na rede.
  99. 99. Windows Live Movie Maker • Windows Live Movie Maker é um programa de edição de vídeo que o Windows incorpora ao seu sistema operacional. A principal vantagem que este programa oferece, é a sua simplicidade, tanto de uso quanto de conceito e, por isso, constitui uma boa opção para começar a se familiarizar com o processo de montagem de vídeo. • Além disso, permite trabalhar com múltiplos formatos de vídeo, o que em alguns casos pode supor uma importante economia da memória RAM e de espaço no hardware. • Por esse motivo, o seu uso não requer uma grande infraestrutura tecnológica e, portanto, é altamente recomendável para quem quiser iniciar-se na edição de vídeos. • Tutorial
  100. 100. Atube Catcher • Atube Catcher é um aplicativo simples e gratuito: uma espécie de gestor de downloads que ajuda a realizar cópias de segurança de vídeos que estão em YouTube, Vimeo, BlipTv, etc. para reproduzi-los off-line e exportá-los a diversos formatos (MPG, AVI, MP4, 3GP, 3G2, WMV, PSP, MOV, FLV) com a qualidade escolhida. • Está disponível para download em http://atube- catcher.softonic.com.br/download e o seu símbolo é uma luva de beisebol.
  101. 101. Skype • Skype é um programa para vídeo-conferência on line e oferece um serviço gratuito para um máximo de 25 participantes. • É muito fácil de usar e está disponível para download em http://skype.softonic.com.br/.
  102. 102. • Toondoo: página web muito divertida que permite criar historietas a partir de um conteúdo pré-existente e com muita variedade. Também oferece espaço para divulgar os cómics criados e a possibilidade de receber comentários sobre os mesmos. • Além disso, dá a possibilidade de criar os próprios “avatares” e que as historietas sejam públicas ou privadas. • O Login gratuito oferece uma gama muito ampla de possibilidades e costuma fazer muito sucesso entre professores e alunos. • Tutorial Toondoo
  103. 103. • GoogleDrive: É a evolução do GoogleDocs e é uma página na qual é possível criar, editar e subir arquivos rapidamente. Também podemos importar documentos e diversos arquivos em excel, pdf, etc. criados anteriormente ou desde zero. • Edita desde qualquer lugar e permite que você compartilhe as mudanças em tempo real e convide outros usuários para que construam o documento com você: modificando, criando, editando, etc. Inclusive ao mesmo tempo! É gratuito. • Como está integrado ao Google, não é necessário criar uma nova conta de usuário e este serviço faz parte do mesmo ambiente virtual de Gmail, por exemplo. • Além de não consumir espaço nenhum, a interface é muito simples, completa e tão fácil de configurar como os outros serviços de Google. Google Drive
  104. 104. Delicious • Delicious (antigamente del.icio.us) significa delicioso e é um serviço de gestão de marcadores sociais na web. • Permite agregar os marcadores que classicamente eram guardados nos próprios navegadores como “favoritos”. • Delicious categoriza os links com um sistema de etiquetagem denominado folcsonomias (tags). • Ele não só armazena páginas web, como também permite compartilhá-las com outros usuários e determinar quantas pessoas têm o mesmo link guardado nos seus marcadores. Além disso, pode ser acessado desde qualquer computador com conexão à internet.
  105. 105. Slideshare • Permite guardar uma grande quantidade de apresentações de forma gratuita. • As apresentações podem ser editadas ou eliminadas a qualquer momento para manter o espaço disponível. • O único problema é que as animações feitas nas apresentações não são reproduzidas pelo Slideshare. • Também disponibiliza milhões de apresentações públicas que podem ser acessadas, guardadas, incorporadas ou compartilhadas. • Podemos ter uma conta na qual contamos com o nosso próprio arquivo de apresentações e na versão paga, é possível determinar o tipo de acesso ao nosso material.
  106. 106. Jotform • O JotForm é um site muito completo, onde é possível criar formulários simples ou robustos, como: formulário para envio de currículos; orçamentos; formulário de pagamento on-line; registro de eventos etc. • O site também disponibiliza vários templates, onde você pode editar qualquer tipo de formulário, mudando apenas os campos. • Tutorial
  107. 107. Prezi • O Prezi permite que você crie apresentações de alto impacto através do conceito de apresentações de zoom. O Prezi utiliza o mesmo conceito do Google Maps para reduzir e ampliar imagens e textos de uma forma cativante que causa um alto impacto na audiência. • As apresentações criadas no Prezi são auto- explicativas e extremamente cativantes. • Uma apresentação Prezi é como um mapa mental ilustrado.
  108. 108. Voki • Voki é uma ferramenta muito interessante, principalmente para as aulas de idiomas. • Trata-se de um “widget” gratuito que produz um “voki” (avatar animado e com voz) que se move e fala tudo que inserirmos. • Este “voki” pode ser incrustado em blogs, wikis, etc. ou enviado por e-mail ou celular.
  109. 109. A avaliação por meio de ferramentas digitais • Ao incluir ferramentas web na aula como um meio de aprendizagem, os clássicos métodos de avaliação também devem adaptar-se aos novos ambientes de trabalho. • A utilização de ferramentas 2.0 deveria ser entendida como um apoio de ajuda suplementar e não como um novo obstáculo que o aluno deve aprender a superar. • O blog do aluno, por exemplo, se for o caso, poderia ser avaliado e funcionar como ajuda ou apoio à aprendizagem. • O portfolio (um instrumento que não tem de ser necessariamente ligado à aprendizagem de línguas), nos permite ter todos os nossos trabalhos ou documentos selecionados e classificadas de acordo com os rótulos ou categorias que consideremos necessárias.
  110. 110. A avaliação por meio de ferramentas digitais • O eportfolio, ou portfolio eletrônico, é uma versão do portfolio em formato digital. Embora, ao princípio, eram guardados e distribuídos em um CD, atualmente, o “depósito” mais comum é a própria web e, mais comumente, no blog formato. • Naturalmente, isto exige uma maior qualidade no processo de redação e elaboração ao publicar uma informação online. Suas funções básicas podem ser resumidas como: – Instrumento de comprovação: Prova a competência do seu criador em uma determinada área frente a outros, como por exemplo, os responsáveis para uma empresa. – Vitrine: Mostra o que seus autores querem destacar como relevante, seja sobre si mesmos ou seu trabalho. – Expoente de uma trajetória: Coleta, que serve para registrar e planejar a trajetória e aperfeiçoamento do seu autor com relação a uma área concreta. – Elemento de reflexão: avaliação e autorreflexão sobre os desafios em relação aos seus objetivos..
  111. 111. A avaliação por meio de ferramentas digitais • Os eportafolios ou eportfolios (portfolios eletrônicos) aplicados à educação partem do conceito do "longlife learning" (aprendizado durante toda a vida) e se aplicam a qualquer campo profissional ou de estudo em qualquer disciplina. Podem ser desenhados no Google Sites e costumam incluir: – Apresentação: onde explicamos com mais ou menos detalhes quem somos e o que fazemos. – Trabalhos realizados: lista, de preferência com uma pequena explicação introdutória, com os trabalhos que queremos expor, classificados por etiquetas para ordenar todos os elementos de forma clara e visível. – Biblioteca de obras consultados: é uma listagem dos trabalhos que consultamos. Podemos também acrescentar alguns comentários e até uma avaliação de qualidade. O que pode ser muito útil para outras pessoas que, como nós, estejam procurando informações similares. O trabalho que fazemos hoje pode ser válido para outro amanhã. – Impressões e reflexões pessoais: Reflexões, dúvidas que temos, experiências que tivemos nas aulas, como resolvemos os problemas, ou os desafios que pretendemos enfrentar no futuro. Esta parte é totalmente aberta, e pode ou não aparecem no eportfolio; embora sempre é bom ter este tipo de seção. – Links: Nos links podemos acrescentar todos os URL que consultamos frequentemente ou que achamos que poderia ser de interesse especial para as pessoas visitem o eportfolio. Pode estar relacionado com o nosso campo profissional.
  112. 112. Rubistar • O docente também pode fazer uso das ferramentas digitais para ajudá-lo na hora de avaliar os seus alunos na aula, por exemplo criando rúbricas de avalição. • Uma das páginas mais utilizadas para isto é RubiStar. Nesta página, podemos fazer rúbricas completas com descritores de avaliação para quase todos os temas. • O importante é que, para estar sempre antenado com todas as mudanças que se produzem tanto na forma de aprender como na maneira de ensinar, os professores precisam ter o que se conhece como atitude Web 2.0.
  113. 113. Avaliação Olá pessoal, Em primeiro lugar, quero parabenizar a todos pelo interesse e pelo esforço em realizar as atividades!! Tudo bem que isso também faz parte da avaliação, mas é bom pensar que vocês "quebrarão" a cabeça muitas vezes, mas continuarão tentando... E no âmbito das Tecnologias, a ideia é essa!! Ou seja: experimentar, aprender e depois compartilhar o que foi aprendido. Bom, a avaliação das duas disciplinas consistirá em desenhar um Plano de Aula usando alguma ferramenta multimídia que vocês aprenderam ao longo do curso. Este Plano de Aula precisa ser publicado no blog de vocês, ok? Fácil, né? Não esqueçam de me mandar um convite para acessar o blog ou o endereço do mesmo para que eu possa visualizar a tarefa! Um grande abraço e até a próxima ;-) Adriana Ramos
  114. 114. http://www.scielo.org http://www.dominiopublico.gov.br/ http://objetoseducacionais2.mec.gov.br http://www.periodicos.capes.gov.br http://www.lynn.pro.br/producoes.php http://www.ieml.org/spip.php?rubrique51&lang=en http://www.eca.usp.br/prof/moran/ http://www.ted.com http://joaojacomel.blogspot.com.br http://www.educationworld.com/a_tech/webquest0 51.shtm Navegue
  115. 115. Bibliografia • MORAN, J.M; MASETTO, M.T; BEHRENS,M.A. Novas tecnologias e mediações pedagógicas. 6°ed. Campinas: Papirus, 2002, 173 p. • SANCHO, J. M; HERNANDEZ, F. Tecnologias para transformar a educação. Tradução: Valério Campos. Porto Alegre: Artmed, 2006. 200p. • PAPERT,S.A: A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática. Porto Alegre: Artmed, 2006, 200p. • LEOPOLDO, L. P. M, Novas tecnologias da educação: reflexão sobre a prática. (org).- Macéio: EDUFAL, 2002, 220p. • Revista Espaço Acadêmico,n°85,junho de 2008. • http://espacoacademico.com.br/085/85rocha.pdf • http://www.scielo.br • http://www.eca.usp.br/prof.jose/manuel/moran
  116. 116. Bibliografia • BOHN, V.C.R. How the web 2.0 can help teachers in English language teaching: some suggestions. 2007. 36 f. Monografia (Bacharelado em Língua Inglesa). Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2007. • Downes, Stephen (2005). E-learning 2.0. In: eLearn Magazine: http://elearnmag.org/subpage.cfm? section=articles&article=29-1 • Lara, Tíscar (2005). Comunicación y educación en la era digital. In: http://tiscar.com/ • Villatoro, Javier (2009). La web 2.0 aplicada a la enseñanza de ELE. Curso On line de Formación de Profesores. Alcalá de Henares: Madrid
  117. 117. Muito Obrigada!

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