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O livro das virtudes para crianças
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O livro das virtudes para crianças

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Amizade, Coragem,Responsabilidade,Honestidade,Lealdade,Disciplina,Compaixão,Trabalho, Perseverança e Fé

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O livro das virtudes para crianças

  1. 1. C n _ -- b» ÍV. -R _ i(  ÍNEX. › ' _ , : X à › 'T - c' _ - . . . ~: q; i , 4:4¡ _ v ' ' 4- ~. _.__. í. _. ._. _. , - g3.. - _ _ _ . r : LAIÍ›L'VIL”° C) âLxS - R/ .ÍLÍLTÉÍÇL CñLEÉS @X › jp 'ÇELÍP aãL ZPÍL : ÉLÍLÍL g, aLS -'“ ç) fa. ..? x › ç -' . _ - . #7 *iu /1 . a, 'u _ x w l . i 's c _ W ~ _ _ ; KK . g . A Im_ z x “É L; N, ..- « › _ N' 4 _. J_ L/ gíg- í¡ 72;_ . .4 -_ É _ t a là) ___ x à. -°'°_' * ' j, f 'S', lj" 31:** “i- ' " H' , - “"7'. '* " ': , R» ÍLLLÇI : ZL rn xl , ,_> L I l C1 L Í, í. 4 5' »W l . f.
  2. 2. )_ | ___() l' | ' , Oração de urna Criança () hábito (lu znuçào. counu [()(Í(I~ ns bons cunalulrunx_ «Inn-u scr cu›t~»nlizlad(› quando ainda . santos born ¡rnw-ns. Scnh(›r, ensinahrnc a rezar, IJ. alceilni : n n1inhn oruçínu: Vós, que c-xlnís crn (ndo lugar'. Ouvi IÍl&'lI vnrnçào. Corno us pássaros corn Írnu Quc : rca-lynux vosso alcnlu, EnI rninhzu inocência ¡nfanlil Olhai pur Iniln, scn1prc ulcnln, Ensinaiunu u . xx-gnir o que C- born. Pcrdnai, quando crrar sen¡ : querer: (Ênncç-clcnçlcrrvxç* O ITIBÍOT : Jorn: Scuwnír-vox enquanto viver. t'r. ... |n. ,nn d_- c Lund. .. RxnquvlltrPrlu--n
  3. 3. Tente IVIaiS Llrna Vez Eis aqui o born conselho : rn se . sx-, pzuirz Tente rnais urna vo); Sc no início algo ó difícil cnnscguir, Tento n1nis (11113 Vaz. F. vuni sua ; ton-again aparecer. Nunca treina. não há nada que lenicr. Persevoere e vorá que vai Vcncvr; Tente n1nis unin vez. ¡n-nduçan u. - L-Lnudm K4›qucllc Pinun
  4. 4. Perseverança ›'c. s'¡)o. ~;rn. ~; «crias suja an¡ Portuguüx. Para ¡nfn/ nrnros encontrar as c" ¡zexz-vmzsñrín hai-er dediraçr? ” A/ lulcnuilica ou I-Iialóriu, seja na vit/ a r_ Cunslanlu. () ]')&! .'&'il(. |()l' que puxa¡ a rcclc con) pressa Não lcrn pcixc para a l' -'ru; A criança que fecha o livro depressa Nñçi aprendo n lição inteira. Por issu, criança. .sc qucr lCl' ciência. A l1<›r. ¡ do vstudn prolongue; Nada . se alcança »ein paciência. dcvng. I' sc vai ao longe. (Tlunlug: u› : lu Íjluinllu u. -. ”“ IO
  5. 5. É Possível Pessoas corajnsas caslunra n¡ ru/ ?c-Iir ntuito sobre um n53:: nto, para união pergunta r: "Se-rd que ins lu : fu melhor nianciru P" Os cavar-dns. por ourru lado, scrnprc Y (lizvrn: "É ¡Inpossúvz-I. " Não existe nada mais horrível M Do que gente que diz: "E impossível". Corn sua postura nltivu Rcpruvzini qualquer lenlulivn: Não vêem a menor validade Na História da Humanidaule, Por eles nao haveria invenção O carro, 0 rádio. a televisão, O computador c sua¡ memoria: Vivcrlnnios na pré-história. O mundo seria urn lugar ben¡ sem-graça Sc a gente que diz "Impossível" governassc. 75 ITiunJu. i› . n.- (Lindo: - u. .q. ..-n. -.1-. .n. .›
  6. 6. É Possível Pessoas corainsas coslunrt: n¡ ru/ ?eiir : Muito sobre u n¡ : :xau nto. para cnlâu perguntar: "Se-rd que : as lu : fu nte-lixar ! Manaíra P" Os covardcs', por ourru lado, scnnprc Y (lizvrn: "É ¡Inpossúvz-I. " Não existe nada rnnis horrível M Do que gente qu: : diz: "É. impossível". Con) sua postura ullivu Rcpruvan1 qualquer lenlulivn: Não vêem a n1cnur validade Na História da Humanidade, Por* eles nan haveria invenção O carro, o rádio. a lclcvisñu. O cunnpmntndor c sua mcn1oriau; Viverlumos na pré-história. O mundo seria um lugar burn sem-graça se a gente que diz "Impossível" governassc. . . crmuuw. . : Ir: (Luulla u. .q. ..-au-. r-. nu»
  7. 7. “g2, 4, ¡-: ›-z*. _y, .., _¡(, v 0'59" 2. . r_ -_. -. A Tartaruga e a Lebre E . s o P n Aduilas dtLs rccr›nzpun. su: s (lu vida véu¡ COI! ! o aprunzllz-_udu (lu pr¡ xuvnrunçu c (Íu II'r1Í)12ÍÍl(› bu›n c(»1c1:¡1”(11_› A lebre estava¡ ç; ¡ç«, ›an(l('› da lcrdçva da lartarmlga. A tarlzuiagu m: ul)c. >¡7¡l1l1¡ul n: desafiou a lchrc para urna curridu. A Ich¡ e. cheia de . xi. accitnu n aposta. A raposa¡ lui usculhidn Canin iuiz por sec-r n1uito subida u currclu. A tartaruga não perdeu tcrnpo c curncçuu u sc urrustur. A lcbrc logo ultrapassuu a¡ adversária¡ u, ven-Ju que iu ganhar fácil. resolveu dar urn çucliilu. Acurclou axxualada o correu corno louca. N: : linha¡ do Lthcgada. a tartaruga cspcrzivu u lebre: Inda rnnlentc. Devagar , se val ao longo. VÍIu-Íugin¡ u_- l mu¡ Raul Ma. hum» 19 r'
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  9. 9. n-: :»: ¡›< ›. g~-à. l-zll, ll›. l>I-L --ccoocoooooooooooooooooooooooooooo "Izl-l | *'› | ,| I<› nooooooooo--oooooooocoooooooooccooo *J - (um uwwxx . ' Agi: : = n_ 1;/ I | , l x , í. ~x , í , D / O P e q u e n o ; QI ' . t F r e d "^T'Í^"'v '1“ / W Aqui aprendcnnms a nzaneira curta de ir para a can-za. ' ; à , Tv Quando o Fred. dc pijarna, = Er: : rnandado para u caunu ; PX Ele já sc . adiantnvzu _ / /› [Jlíi hciin na rnan-nãc. prirneirr_›, í / Í F. nutrn no papai. brcjuíro, Buu noilc : I todos desejava. Sen¡ abrir n ben-Ciro. , V. , -' Corno 0.x rncninos rnalrn-irus E sen¡ fazer rná-criação _r [a . subindo as escadas (VF, D: : ÍQrnIa rnnis educada¡ o E nunca csquccia dc fazer sua uraçrnc. ^ (lrnduçnn .1.- (Ilúudlu RcnpJs-ucrPlnln) (- -. “h W< v / QÉ-. l, , _ É T_ VO” "J '*~ rÁ-Í. >'f-1ÍÃ>1 (t, 9
  10. 10. I-Iavía urr1a h/ Ieninínha c't)lll[7t)rl(l »nos Í)r'l11. / Veástv poernzz I'('IYI()S n q¡¡c p()1Í(” ucontvrnr quando não nas Flavia urna rneninlnha C'(›n1 un¡ cacho cnruladinhu Que uniu bcrn nc» rncio d: : xua (esta, Quandt› queria scr educada Era rnuilo bcn1 Cornportndu. ! Vias quando or: : rnai. cru urna¡ pg-. slc, lJrrl di: : >ubiu as escadas Exiquantu seus punx. ocupados. Bla cozinha preparavam": cnnapés, Li sc pfw¡ a planlanr bannnciru Na rncç-xu dc cabeceira. Balcndc› paln1n> corn os pés, Sua rnúc. ouvindo a alnnznrra. ' _ " ' v r Pcnsrnr "São os rncninos, dc farra, ' a i A › r A b¡ (vias. quando chcguu lá ctn cirnu Ii viu . '15 artes du Cktrolinu. ' L ' “ . _ 1 DcuJhe urn pilc› c a pós dc castigo. ' -_ z ' ^ ' › ' ncur dc guerra cnn¡ os ; uruguai , , 'r , u, .. u1'. ..u. .._. -.. :ir clmuim x. ... u.-xn. -rn-. ... ...
  11. 11. Respeito aos Anirnals Dever-nos scnnpre respeitar todos os seres, do maior ao nxenor deles. Ó criança. nunca Tiras Aquila que vive e respira: Guarda um pouco de farelo Para o pássaro. com zelo, Pois a tua refclçao Pagará com uma canção. Não cspanles a lebre afoita A espiar lá da Inoita. Que cln venha. ao Fim do dia. Brincar no qulnlal. com alegria. E a andorinha que ancla Num céu de altas janelas Voar corn asa ligeira, Cantando à primavera. Deixa que cante, livre! E. ama a tudo que vive. (Tnuluçlu a. cuudm nnquuu-v-¡nun 65'**
  12. 12. IVIUNTEIRO LKJBATL) (1882«l948) Ao sair do buraco, viu-sc un1 ratinho entre as patas do leão. ' Eslacou. dc pêlos cn¡ pé, paralisado pelo terror. (I leão. pnrérn. não lhc fc? rnal nenhurn. paz. ratinho'. nào lcnhas rncdn dc (eu rei. - Segue en¡ Uru-uu dcscsperadanigànlc. Dias depuis n lcñu caiu nun1a realça. debate-urso. rnua quanto rnais se agiuivn n1ais preso nu laço ligava. Alrznído pcltjs urrua. apareceu o ratinho. - Anínr corn arnur se paga r disse el: : lá consigo. t: pôs-sc- z¡ roer onseguiu ronipcl' urn: : das lY| ilh3S. E Cnrno na ou( ras SC us cnrdas. Nurn instante o rede : :ra das tais que rnrnpida a prin1cira nialha lrouxann pôde n leão dcslindansc v: lugir_ À/ lcuÇs vale paciência pequenina da que arruncns dc leão. - Isso é verdade ~ cunicnluu Narizinho. Não há o que a paciência não consiga. Lã¡ na cacluíutira há urn buraco na pedra leito por lll11 cqZ-lcbrc pingo dágua que cai. cai, cai há séculos. - há urn ditado popular para esse pingo. aiunluu gua niule err¡ pedra dura tanto halc até que fura. - Queira faz os ditados populares. vovó? - L) povo. n-¡inha Íilhu. ()s hunícns vão nbscivando certas. cai_ ou adágk). Pcdrl nl c por firn Íorrriain¡ urn ditado. ou rifào. nu provérbio_ dito. no qual rcsunicrn n que observar-urn. Essc dito do pingo di¡ que lanlu dá nl(- quc fura é n1uitn born V bonilinhn c* corto.
  13. 13. ll( ›. 'l'lñ'"l'll. >.l)l", WI , [". ."[ . [z>. Íí>[", . .['/ .Í>l", O Pasto ROBERT FRosT ljsse puenla nos [212 Ielnhrar quo : HH (cinigu é ulguãn¡ rent¡ qucrn gusltnnos de' esta: : Eu vou lirnpar a nascente do pasto; Juntar ns. folhas todas dc uma vez. (li vcr a àgua clarear. talvez). Eu nãu dcrnoro 7 Você vem? Vou até lá vcr n pequona res Junto da mãe, c tão recém-nanscida Quc carnbnlcin quandu é launbidu. !iu nãn dcrnnrn 7 Vucê vein? llrnduçnn m- mmnn. . n. ... ..-. ¡.-. »¡. ... ..
  14. 14. (Ds Brinquedos do lvlenino Eucr-_NE FIELD ("JS Í)r'Íl¡qll('1Ír›s (Iv iutiãncia são alguns' (Ie nossos arrngus : nais antigos o: fíz'l>. Que todas pussannrs aprender u _ser ! do / Írvnes na [cu/ dudu quanto 11s pequenos conzpanhcrrus dest: - IIIL'YIIPILI, C) cãozinho dc Ihadciríl. coberto dc: poeira. Ainda¡ está dc pé. Ílrrnq: c forte. Corn u ¡n/ ul crnbolorudo. c: : Coitado do soldudç) Não levas : s ¡Tucslna sul-lc C) cã<. ›z. inhr› iá Í<›i novo, un¡ dia, E. até niesrnn n soldadinhu reluzia; lira quando o rncnino c». be 1-; nu cslunlv? do quarto os gunrdav "Não sc niexarn até cu vullur; E. não quero saber dc fulgucdos! " E dciluvu n: : Carminha dc urinar. A sonhar L'(›l11 seus lindos brinquodns. !Vias cnquunlo dnrrnin. un1a : música linda Dos céus vinda. o fez dcspcrl. r Os brinquedos. amigos. o esperan": ainda: E tudo foi (anln lernpo atrás! Fin. s' ao rncnincn. cnni rnuila esperança. Cada qual no Icnñanl err¡ quc foi ru, ›sln. SCJTIÍIBIT¡ C()l1| n ¡Tlacicz dc sua : não dc criança E corn o sorriam a ilurninar seu rosto. E na pocirzl, enquanto passarn os unos. Porguntan1. de s¡ para si. Por onde and'. 2'¡ o n1cnino risonha) Desde o dia cn¡ que os guardou ali. cTr-. ..n. ... ... u. ; (Lnuhn u. ... ..~n. ~zp. ..u. ›
  15. 15. r. ? L L1 a 'll-nte ¡Vluis urna Vc¡ - Pcrscvt-Itnnçu 0 É. P(). _NÍVI. 'Í O L) Pcqucno Herói d: : lltüunda A TLI'Í. '.AI'IJQ›'_JI c ; n Lebre - As Estrelas do (íéu - C) Pequeno Fred Flavia. - urna¡ Nlcnininha O Put Favor - Prccisavsc dc un¡ Nic-nino 14% Longe na Cznnping¡ - A Galinha¡ Ruiva - L) Rc¡ c u F¡| l(:5u_› O lrlérculcs c u Carreiro São Jnrgc c o Dragno o Oração dc urna Criança O Rcspcílí) ; ums Anhnuis Scrrnào nos Pássurvns o Alguén1 Está Vcndu V(›c0 - C) Discípulo lloncsto (D Pcquunu Rsniu dc Sol - C) Lg-: un u u Ratinho - A luend: : da¡ (lancha O [Kusta o Gctujzt- VV-_tshington c ; a Cctt-jciru Senhor. Fuzci dc ! Vlirn unia Luv O (Cinderela Indlp-, e-na - Os Brinquodns dn ! Vic-nino C) ¡Vlcnino qu: : ! Vlcnli o C) Lcnhadrn' lÍc›r| L°s't(› o C) S: qx› l' : n Cubn¡ à : carro-A uovA ¡nunvztln n» . .uu um ao. : Anvnu

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