Lutas.

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Lutas.

  1. 1. ESCOLA DE REFERÊNCIA EM ENSINO MÉDIOESCOLA DE REFERÊNCIA EM ENSINO MÉDIO DE GRAVATÁDE GRAVATÁ LUTAS -LUTAS - principais filosofias eprincipais filosofias e características técnicascaracterísticas técnicas
  2. 2. BOXEBOXE
  3. 3. BOXE - ConceitoBOXE - Conceito  OO boxeboxe ouou pugilismopugilismo é uma arte marcialé uma arte marcial que usa apenas os punhos, tanto para aque usa apenas os punhos, tanto para a defesa como para o ataque.defesa como para o ataque.  A palavra deriva do inglês, "A palavra deriva do inglês, "to boxto box", que", que significa "significa "baterbater", ou "", ou "pugilismopugilismo" ("" ("baterbater com os punhoscom os punhos"), expressão utilizada na"), expressão utilizada na Inglaterra entre 1000 e 1850.Inglaterra entre 1000 e 1850.
  4. 4. BOXE - HistóricoBOXE - Histórico  Populares na Inglaterra nos séculos XVIII ePopulares na Inglaterra nos séculos XVIII e XIX, as lutas de boxe com as mãosXIX, as lutas de boxe com as mãos descobertas eram brutais.descobertas eram brutais.  O desporto foi reformado em 1867, com asO desporto foi reformado em 1867, com as regras de Queensberry, que previam roundsregras de Queensberry, que previam rounds de três minutos e o uso de luvas. Entraramde três minutos e o uso de luvas. Entraram em vigor em 1872.em vigor em 1872.  O boxe foi incluído como demonstração naO boxe foi incluído como demonstração na Olimpíada de 1912 em Estocolmo (Suécia),Olimpíada de 1912 em Estocolmo (Suécia), só se tornando um desporto olímpicosó se tornando um desporto olímpico moderno na Olimpíada de 1920 emmoderno na Olimpíada de 1920 em Antuérpia (Bélgica).Antuérpia (Bélgica).
  5. 5. O BOXE no BrasilO BOXE no Brasil  Como decorrência da colonizaçãoComo decorrência da colonização portuguesa, até o início do sec. XX, aportuguesa, até o início do sec. XX, a prática desportiva era quaseprática desportiva era quase totalmente desconhecida no Brasil;totalmente desconhecida no Brasil;  As primeiras exibições de boxe emAs primeiras exibições de boxe em solo brasileiro foram feita lá porsolo brasileiro foram feita lá por cerca de 1910 exibições feitas porcerca de 1910 exibições feitas por marinheiros europeus.marinheiros europeus.
  6. 6. BOXE - GolpesBOXE - Golpes  JABJAB: Golpe frontal: Golpe frontal com o punho que estácom o punho que está a frente na guarda.a frente na guarda. Embora sejaEmbora seja geralmente usado parageralmente usado para afastar o oponente ouafastar o oponente ou para medir a distancia,para medir a distancia, ele pode nocautear.ele pode nocautear.
  7. 7. BOXE - GolpesBOXE - Golpes  DIRETODIRETO: Golpe: Golpe frontal com o punhofrontal com o punho que está atrás naque está atrás na guarda. É um golpeguarda. É um golpe muito rápido e forte.muito rápido e forte.
  8. 8. BOXE - GolpesBOXE - Golpes  CRUZADOCRUZADO (Cross):(Cross): Tão potente quanto oTão potente quanto o Direto, porém o alvo éDireto, porém o alvo é a lateral da cabeça doa lateral da cabeça do adversário. O cruzadoadversário. O cruzado termina seu movimetotermina seu movimeto com o braço esticado.com o braço esticado.
  9. 9. BOXE - GolpesBOXE - Golpes  UPPERUPPER: Desferido de: Desferido de baixo para cimabaixo para cima visando atingir ovisando atingir o queixo do oponente.queixo do oponente.
  10. 10. BOXE - GolpesBOXE - Golpes  GANCHOGANCHO (Hook):(Hook): Golpe desferido emGolpe desferido em movimento curvo domovimento curvo do punho, atingindopunho, atingindo lateralmente; élateralmente; é aplicado, próximo eaplicado, próximo e contornando a guardacontornando a guarda adversária.adversária.
  11. 11. BOXE - RegrasBOXE - Regras  As lutas profissionais possuem, no máximoAs lutas profissionais possuem, no máximo 12 assaltos com 3 minutos cada. Porém,12 assaltos com 3 minutos cada. Porém, em determinadas competições o númeroem determinadas competições o número de assaltos pode ser menor.de assaltos pode ser menor.  Nas Olimpíadas, por exemplo, são 3Nas Olimpíadas, por exemplo, são 3 rounds de 3 minutos cada.rounds de 3 minutos cada.  No final de cada assalto, os lutadoresNo final de cada assalto, os lutadores ganham pontos, que são atribuídos porganham pontos, que são atribuídos por cinco jurados da luta.cinco jurados da luta.
  12. 12. BOXE - RegrasBOXE - Regras  Estes pontos, definidos por golpes eEstes pontos, definidos por golpes e defesas, servem para definir o ganhadordefesas, servem para definir o ganhador em caso da luta chegar até o fim.em caso da luta chegar até o fim.  Quando um lutador consegue derrubar oQuando um lutador consegue derrubar o adversário e este permanece por 10adversário e este permanece por 10 segundos no chão ou não apresentarsegundos no chão ou não apresentar condições de continuidade na luta, elacondições de continuidade na luta, ela termina por nocaute.termina por nocaute.  Não são permitidos golpes baixos (na linhaNão são permitidos golpes baixos (na linha da cintura ou abaixo dela).da cintura ou abaixo dela).
  13. 13. BOXE - EquipamentosBOXE - Equipamentos  Luvas;Luvas;  Calção;Calção;  Sapatos;Sapatos;  Máscara;Máscara;  Protetor Bucal.Protetor Bucal.
  14. 14. MUAY THAIMUAY THAI
  15. 15. MUAY THAI - ConceitoMUAY THAI - Conceito  É uma luta originária da Tailândia, tambémÉ uma luta originária da Tailândia, também conhecido como Boxe tailandês ou Thai Boxing.conhecido como Boxe tailandês ou Thai Boxing.  É o esporte nacional da Tailândia. Arte marcialÉ o esporte nacional da Tailândia. Arte marcial com mais de dois mil anos de existência criadacom mais de dois mil anos de existência criada pelo povo tailandês como forma de defesa naspelo povo tailandês como forma de defesa nas suas guerras e para obter uma boa saúde.suas guerras e para obter uma boa saúde.  Na Tailândia o Muay Thai também é conhecidoNa Tailândia o Muay Thai também é conhecido ""Luta da LiberdadeLuta da Liberdade" ou "" ou "Arte dos LivresArte dos Livres", pois", pois foi com o Muay Thai que se protegiam dos povosfoi com o Muay Thai que se protegiam dos povos opressores que tentavam conquistar seuopressores que tentavam conquistar seu território.território.
  16. 16. MUAY THAI - HistóricoMUAY THAI - Histórico  A história de Boxe tailandês caminha ladoA história de Boxe tailandês caminha lado a lado com a história do povo tailandês —a lado com a história do povo tailandês — a origem de ambos é, portanto, difícil dea origem de ambos é, portanto, difícil de se descobrir.se descobrir.  A origem de seu povo é a província deA origem de seu povo é a província de Yunnam, nas margens do rio Yang Tsé naYunnam, nas margens do rio Yang Tsé na China Central. Muitas gerações atrás elesChina Central. Muitas gerações atrás eles migraram da China para o local ondemigraram da China para o local onde atualmente é a Tailândia em busca deatualmente é a Tailândia em busca de liberdade e de terras férteis paraliberdade e de terras férteis para agricultura.agricultura.
  17. 17. MUAY THAI - HistóricoMUAY THAI - Histórico  Do seu local de origem, aDo seu local de origem, a China, até o seu destino, osChina, até o seu destino, os tailandeses foramtailandeses foram constantemente hostilizadosconstantemente hostilizados e sofreram muitos ataques dee sofreram muitos ataques de bandidos, de senhores dabandidos, de senhores da guerra, de animais, eguerra, de animais, e também foram acometidostambém foram acometidos de muitas doenças. Parade muitas doenças. Para protegerem-se e manterem aprotegerem-se e manterem a saúde, eles criaram umsaúde, eles criaram um método de luta chamadométodo de luta chamado "Chupasart"."Chupasart".
  18. 18. MUAY THAI - CaracterísticasMUAY THAI - Características  É conhecida mundialmente como "A ArteÉ conhecida mundialmente como "A Arte das 08 Armas", pois se caracteriza pelodas 08 Armas", pois se caracteriza pelo uso de: punhos, cotovelos, joelhos e pés.uso de: punhos, cotovelos, joelhos e pés.  Todo golpe do Muay Thai tem o objetivoTodo golpe do Muay Thai tem o objetivo de acabar com a luta (knock out).de acabar com a luta (knock out).  As combinações de golpes do Muay ThaiAs combinações de golpes do Muay Thai são certeiras e raramente se pode versão certeiras e raramente se pode ver uma luta que chegue ao 5º round, poisuma luta que chegue ao 5º round, pois geralmente o nocaute vem antes.geralmente o nocaute vem antes.
  19. 19. MUAY THAI - TécnicasMUAY THAI - Técnicas  As técnicas básicas do Muay Thai sãoAs técnicas básicas do Muay Thai são os socos, chutes, joelhadas eos socos, chutes, joelhadas e cotoveladas.cotoveladas.  São usadas também técnicas deSão usadas também técnicas de clinch e arremesso.clinch e arremesso.  O Muay Thai é uma arte de combateO Muay Thai é uma arte de combate de contato, onde a troca de golpesde contato, onde a troca de golpes dos lutadores é constante.dos lutadores é constante.
  20. 20. MUAY THAI - TécnicasMUAY THAI - Técnicas  PUNHOSPUNHOS (Mhad)(Mhad)
  21. 21. MUAY THAI - TécnicasMUAY THAI - Técnicas  CHUTESCHUTES (Dteh): Os(Dteh): Os chutes circulares e oschutes circulares e os chutes frontais são oschutes frontais são os dois chutes maisdois chutes mais comuns no Muay Thai.comuns no Muay Thai.
  22. 22. MUAY THAI - TécnicasMUAY THAI - Técnicas  JOELHADAJOELHADA (Kao): No Muay(Kao): No Muay Thai são usadas diversosThai são usadas diversos tipos de joelhadas, joelhadastipos de joelhadas, joelhadas "frontais", joelhadas"frontais", joelhadas "laterais", joelhadas"laterais", joelhadas saltando, joelhadas na coxa,saltando, joelhadas na coxa, joelhadas em clinch, etc.joelhadas em clinch, etc.
  23. 23. MUAY THAI - TécnicasMUAY THAI - Técnicas  CLINCHECLINCHE (plan):é(plan):é aplicado prendendo-seaplicado prendendo-se o oponente em tornoo oponente em torno do pescoço ou emdo pescoço ou em torno do corpo, elestorno do corpo, eles não são separados e anão são separados e a luta continua comluta continua com troca de joelhadas etroca de joelhadas e cotoveladas.cotoveladas.
  24. 24. MUAY THAI - RegrasMUAY THAI - Regras  Tempo de luta valido pelo cinturão: 5 roundTempo de luta valido pelo cinturão: 5 round de 3 minutos por 1 de descansode 3 minutos por 1 de descanso  Movimentos válidos: Socos, chutes eMovimentos válidos: Socos, chutes e JoelhadasJoelhadas  Movimentos proibidos: CotoveladasMovimentos proibidos: Cotoveladas  Staff no córner: Somente três pessoasStaff no córner: Somente três pessoas podem ficar no córnerpodem ficar no córner
  25. 25. MUAY THAI – EquipamentosMUAY THAI – Equipamentos  Capacete;Capacete;  Luvas;Luvas;  Calção;Calção;  Caneleira;Caneleira;  Protetor bucal eProtetor bucal e genital;genital;
  26. 26. CapoeiraCapoeira
  27. 27. CAPOEIRA - HistóricoCAPOEIRA - Histórico  A capoeira é umaA capoeira é uma expressão culturalexpressão cultural brasileira que misturabrasileira que mistura lutaluta, dança, cultura, dança, cultura popular, músicapopular, música  Desenvolvida noDesenvolvida no BrasilBrasil porpor escravosescravos africanosafricanos e seus descendentes, ée seus descendentes, é caracterizada por golpescaracterizada por golpes e movimentos ágeis ee movimentos ágeis e complexos, utilizando oscomplexos, utilizando os pés, as mãos, a cabeça,pés, as mãos, a cabeça, os joelhos, cotovelosos joelhos, cotovelos (etc.)(etc.)
  28. 28. CAPOEIRA - CaracterísticasCAPOEIRA - Características  A música é umA música é um componentecomponente fundamental dafundamental da capoeira;capoeira;  Ela determina o ritmoEla determina o ritmo e o estilo do jogo quee o estilo do jogo que é jogado durante aé jogado durante a roda de capoeiraroda de capoeira;;  Toques;Toques;
  29. 29. CAPOEIRA - InstrumentosCAPOEIRA - Instrumentos  BerimbauBerimbau
  30. 30. CAPOEIRA - InstrumentosCAPOEIRA - Instrumentos  Atabaque;Atabaque;  Pandeiro;Pandeiro;  Reco-reco;Reco-reco;  Agogô.Agogô.
  31. 31. CAPOEIRA - ESTILOSCAPOEIRA - ESTILOS Capoeira de AngolaCapoeira de Angola  A Angola é o estilo maisA Angola é o estilo mais próximo de como ospróximo de como os negrosnegros escravosescravos jogavam a Capoeira.jogavam a Capoeira.  Mais lenta, movimentosMais lenta, movimentos executados junto aoexecutados junto ao solo.solo.  Mestre Pastinha.Mestre Pastinha.
  32. 32. CAPOEIRA - EstilosCAPOEIRA - Estilos Capoeira RegionalCapoeira Regional  Criada por Mestre Bimba.Criada por Mestre Bimba. Ele a chamava deEle a chamava de “Capoeira regional da“Capoeira regional da Bahia”.Bahia”.  Possui elementos fortes dePossui elementos fortes de artes-marciais em seuartes-marciais em seu jogo;jogo;  Os jogos e toques sãoOs jogos e toques são executados de forma maisexecutados de forma mais rápida.rápida.
  33. 33. JUDÔJUDÔ
  34. 34. JU JUTSU ---> JUDÔJU JUTSU ---> JUDÔ  Akiyama Shirobei cria o JU JUTSU (Técnica suave), com o intuito de fazer com que pessoas de pouco porte físico conseguissem enfrentar e vencer adversários fisicamente superiores;  Cerejeira (Forte) x Salgueiro (Flexível);  Princípio: “Ceder para Vencer”.
  35. 35. JU JUTSUJU JUTSU MELHORFASE (MELHORFASE (1603 A 1867)1603 A 1867)  MAIORES PRATICANTES OS SAMURAISMAIORES PRATICANTES OS SAMURAIS (("AQUELE QUE SERVE”)"AQUELE QUE SERVE”)  GUERREIROS TREINADOS NA ARTE DAGUERREIROS TREINADOS NA ARTE DA LUTA DE ESPADAS (KENJUTSU )LUTA DE ESPADAS (KENJUTSU )  AS DISPUTAS ENVOLVENDO AAS DISPUTAS ENVOLVENDO A DEMARCAÇÃO DAS TERRAS E ASDEMARCAÇÃO DAS TERRAS E AS BRIGAS PELO PODER ACONTECIAM NOBRIGAS PELO PODER ACONTECIAM NO DIA-A-DIA.DIA-A-DIA.
  36. 36. A FILOSOFIA DOS SAMURAISA FILOSOFIA DOS SAMURAIS  ZEN BUDISMO E O CONFUCIONISMOZEN BUDISMO E O CONFUCIONISMO CHEGARAM AO JAPÃO E SECHEGARAM AO JAPÃO E SE MISTURARAMAO XINTOÍSMOMISTURARAMAO XINTOÍSMO  O XINTOÍSMO: PREGAVA OO XINTOÍSMO: PREGAVA O AMOR ÀAMOR À PÁTRIA E À FAMÍLIAPÁTRIA E À FAMÍLIA  O BUDISMO: PROPUNHA AO BUDISMO: PROPUNHA A AUTO-AUTO- ANÁLISEANÁLISE E A BUSCA DO CAMINHOE A BUSCA DO CAMINHO DO MEIODO MEIO  OCONFUCIONISMO: ESTABELECIAOCONFUCIONISMO: ESTABELECIA OSOS PADRÕES DE VIDAPADRÕES DE VIDA EMEM SOCIEDADE.SOCIEDADE.
  37. 37. ““BUSHIDO” CÓDIGO DE ÉTICABUSHIDO” CÓDIGO DE ÉTICA  FOI ELABORADO A PARTIR DAFOI ELABORADO A PARTIR DA FUSÃODAS TRÊS RELIGIÕESFUSÃODAS TRÊS RELIGIÕES  OS SAMURAIS  VIVERAM O SEUOS SAMURAIS  VIVERAM O SEU AUGE E TAMBÉM A SUAAUGE E TAMBÉM A SUA DECADÊNCIA NO TERCEIRODECADÊNCIA NO TERCEIRO XOGUNATO. (TOKUGAWA).XOGUNATO. (TOKUGAWA).  O JAPÃO FINALMENTE FOIO JAPÃO FINALMENTE FOI UNIFICADO EM1867.UNIFICADO EM1867.  A CONCENTRAÇÃO DO PODERA CONCENTRAÇÃO DO PODER DESLOCA-SE PARA A FAMÍLIADESLOCA-SE PARA A FAMÍLIA IMPERIAL. (A ERA DO MEIJI, 1867 –IMPERIAL. (A ERA DO MEIJI, 1867 – 1912).1912).  O GOVERNO PROIBIU QUE ASO GOVERNO PROIBIU QUE AS PESSOAS ANDASSEM COM ESPADASPESSOAS ANDASSEM COM ESPADAS NA RUA.NA RUA.
  38. 38. JU JUTSU - PROBLEMASJU JUTSU - PROBLEMAS  Não havia padronização das técnicas:Não havia padronização das técnicas: imobilização, lançamento,etc;imobilização, lançamento,etc;  Não era considerado um esporte;Não era considerado um esporte;  Não havia regra tratada pedagogicamente;Não havia regra tratada pedagogicamente;  Ensino de golpesEnsino de golpes mortais às crianças.mortais às crianças.
  39. 39. JUDÔ - CONCEITOSJUDÔ - CONCEITOS  É um desporto praticado como arteÉ um desporto praticado como arte marcial, fundado por Jigoro Kano emmarcial, fundado por Jigoro Kano em 1882.1882.  Os seus principais objetivos são fortalecerOs seus principais objetivos são fortalecer o físico , a mente e o espírito de formao físico , a mente e o espírito de forma integrada.integrada.  Sua técnica utiliza basicamente a força eSua técnica utiliza basicamente a força e peso do oponente contra ele.peso do oponente contra ele.  ““Arte em que se usa ao máximo a forçaArte em que se usa ao máximo a força física e espiritual” (Jigoro Kano) .física e espiritual” (Jigoro Kano) .
  40. 40. JUDÔ – OrigemJUDÔ – Origem  Em 1882Em 1882 JIGOROJIGORO KANOKANO MODIFICA OMODIFICA O JU JUTSU, criandoJU JUTSU, criando assim oassim o JUDÔJUDÔ (Caminho Suave).(Caminho Suave).
  41. 41. JIGORO KANOJIGORO KANO BREVE CURRICULUMBREVE CURRICULUM  Formação na área de educaçãoFormação na área de educação  Licenciado em letrasLicenciado em letras  Estudos em ciências estéticas e moraisEstudos em ciências estéticas e morais  Professor, vice presidente e reitor do Colégio dosProfessor, vice presidente e reitor do Colégio dos NobresNobres  Conselheiro do Ministro da Educação NacionalConselheiro do Ministro da Educação Nacional  Diretor da Escola Normal SuperiorDiretor da Escola Normal Superior  Diretor da Educação Primária no Ministério da EducaçãoDiretor da Educação Primária no Ministério da Educação NacionalNacional  Adido ao Palácio ImperialAdido ao Palácio Imperial  Primeiro japonês a fazer parte do Comitê OlímpicoPrimeiro japonês a fazer parte do Comitê Olímpico InternacionalInternacional  Considerado o pai da Educação Física no JapãoConsiderado o pai da Educação Física no Japão
  42. 42. MODIFICAÇÕES IMPLEMENTADASMODIFICAÇÕES IMPLEMENTADAS PORJIGORO KANOPORJIGORO KANO  Seleciona as melhores técnicas;Seleciona as melhores técnicas;  Normas para o confronto direto;Normas para o confronto direto;  Normas para o aprendizado;Normas para o aprendizado;  Muda o nome de JUJUTSU para JUDÔ;Muda o nome de JUJUTSU para JUDÔ;  Muda o objetivo (uma atividade física deveriaMuda o objetivo (uma atividade física deveria servir em primeiro lugar para a educação deservir em primeiro lugar para a educação de seus praticantes);seus praticantes);  Desvincula as técnicas desenvolvidas no Judô,Desvincula as técnicas desenvolvidas no Judô, do seu objetivo aparente (superar outrodo seu objetivo aparente (superar outro adversário);adversário);  Destaca outros objetivos (superar a si mesmo eDestaca outros objetivos (superar a si mesmo e governar-se com sabedoria).governar-se com sabedoria).
  43. 43. JUDÔ - FILOSOFIAJUDÔ - FILOSOFIA  Fixa as raízes do judô nasFixa as raízes do judô nas quatro escolas dequatro escolas de pensamentos ético-religiosos orientais:pensamentos ético-religiosos orientais: TAOISMOTAOISMO SHINTOISMOSHINTOISMO BUDISMOBUDISMO CONFUCIONISMOCONFUCIONISMO
  44. 44. JUDÔ - FILOSOFIAJUDÔ - FILOSOFIA EmEm 1922, Jigoro Kano institui1922, Jigoro Kano institui mais dois princípios:mais dois princípios:  ““SERYOKU ZEN YO”SERYOKU ZEN YO” (Máxima eficácia);(Máxima eficácia);  ““JITA KYOEI”JITA KYOEI” (Prosperidade e benefícios(Prosperidade e benefícios mútuos).mútuos).
  45. 45. JUDÔ NO BRASILJUDÔ NO BRASIL (1917 /1925)(1917 /1925) Duas hipóteses:Duas hipóteses:  MITSUYO MAEDA (CONDE COMA)MITSUYO MAEDA (CONDE COMA) (entra na Kodokan em 1894, mais de(entra na Kodokan em 1894, mais de mil confrontos, para depois fixarmil confrontos, para depois fixar residência em Belém do Pará);residência em Belém do Pará);  IMIGRANTES JAPONESESIMIGRANTES JAPONESES
  46. 46. REFLEXÕESREFLEXÕES• • •• • •  CEDER PARA VENCER;  UMA ATIVIDADE FÍSICA DEVE SERVIR PARA EDUCAÇÃO DE SEUS PARTICIPANTES;  SUPERAR A SI MESMO;  GOVERNAR-SE COM SABEDORIA;  MÁXIMA EFICÁCIA;  PROSPERIDADE E BENEFÍCIOS MÚTUOS;
  47. 47. JUDÔ - TERMOS TÉCNICOSJUDÔ - TERMOS TÉCNICOS  DOJO LUGAR ONDE SEDOJO LUGAR ONDE SE ESTUDAESTUDA  TATAMI COLCHÃOTATAMI COLCHÃO  TORI QUE ATACATORI QUE ATACA  UKE QUE CAIUKE QUE CAI  JUDOGI ROUPA,KIMONOJUDOGI ROUPA,KIMONO  USHIRO ATRÁSUSHIRO ATRÁS  YOKO LADOYOKO LADO  MAE ANTES, FRENTEMAE ANTES, FRENTE  WAZA TÉCNICAWAZA TÉCNICA  TE MÃO, BRAÇOTE MÃO, BRAÇO  ASHI PERNAASHI PERNA  KOSHI QUADRISKOSHI QUADRIS  GOSHI QUADRISGOSHI QUADRIS  NAGE PROJEÇÃONAGE PROJEÇÃO  TATI EM PÉTATI EM PÉ  NE NO CHÃONE NO CHÃO  O GRANDEO GRANDE  KO PEQUENOKO PEQUENO  SOTO FORASOTO FORA  UCHI DENTROUCHI DENTRO  GARI VARRERGARI VARRER  DE AVANÇADODE AVANÇADO  HARAI VARRERHARAI VARRER  UKI FLUTUARUKI FLUTUAR  GURUMA ROTAÇÃOGURUMA ROTAÇÃO  IPPON UM PONTOIPPON UM PONTO  SEOI OMBROSEOI OMBRO  MOROTE COM DUASMOROTE COM DUAS MÃOSMÃOS
  48. 48. JUDÔ - DIVISÃO TÉCNICA  Ukemi Waza - TÉCNICA DE QUEDA  Nage Waza - TÉCNICA DE PROJEÇÃO  Katame Waza -TÉCNICA DE CONTROLE  Atemi Waza - TÉCNICA DE DEFESA
  49. 49. JUDÔ - DIVISÃO TÉCNICA  Ukemi WazaUkemi Waza – Técnica de Queda– Técnica de Queda • Ushiro UkemiUshiro Ukemi (Queda para traz);(Queda para traz); • Mae UkemiMae Ukemi (Queda para frente);(Queda para frente); • Yoko UkemiYoko Ukemi (Queda para o lado);(Queda para o lado); • Zenppon Kaiten UkemiZenppon Kaiten Ukemi (Rolamentos)(Rolamentos)..
  50. 50. JUDÔ - DIVISÃO TÉCNICAJUDÔ - DIVISÃO TÉCNICA  Nage WazaNage Waza – Técnicas de Projeção– Técnicas de Projeção • Ashi-WazaAshi-Waza (técnicas de perna);(técnicas de perna); • Koshi-WazaKoshi-Waza (técnicas de quadril);(técnicas de quadril); • Te-WazaTe-Waza (técnicas de braço).(técnicas de braço). • Sutemi-WazaSutemi-Waza (técnicas de sacrifício).(técnicas de sacrifício).
  51. 51. JUDÔ - DIVISÃO TÉCNICAJUDÔ - DIVISÃO TÉCNICA  Katame WazaKatame Waza – Técnica de Controle– Técnica de Controle • Ossaekomi-WazaOssaekomi-Waza (técnicas de imobilização);(técnicas de imobilização); • Shime-WazaShime-Waza (técnicas de estrangulamento);(técnicas de estrangulamento); • Kansetsu-WazaKansetsu-Waza (técnicas de luxação).(técnicas de luxação).
  52. 52. JUDÔ - DIVISÃO TÉCNICAJUDÔ - DIVISÃO TÉCNICA  Atemi WazaAtemi Waza – Técnica de Defesa Pessoal– Técnica de Defesa Pessoal
  53. 53. As lutas de judô são praticadas num tatame de formato quadrado (de 14 a 16 metros de lado). Cada luta dura até 5 minutos. Vence quem conquistar o ippon primeiro. Proibições: No judô não são permitidos golpes no rosto ou que possam provocar lesões no pescoço ou vértebras. Quando estes golpes são praticados, o lutador é penalizado e, em caso de reincidência, pode ser desclassificado. JUDÔ - REGRASJUDÔ - REGRAS
  54. 54. JUDÔ - PONTUAÇÃOJUDÔ - PONTUAÇÃO  IpponIppon (1 Ponto):(1 Ponto): O ippon é conquistado quandoO ippon é conquistado quando um judoca consegue derrubar o adversário comum judoca consegue derrubar o adversário com as costas no chão ou imobilizando-o durante 25as costas no chão ou imobilizando-o durante 25 segundos ou estrangulamento ou chave desegundos ou estrangulamento ou chave de articulação.articulação.  Wazari (1/2 Ponto):Wazari (1/2 Ponto): adversário cai sem ficaradversário cai sem ficar com os dois ombros no tatame ou imobilizar ocom os dois ombros no tatame ou imobilizar o oponente por 20 à 24 segundos.oponente por 20 à 24 segundos.  Yuko (1/3 Ponto):Yuko (1/3 Ponto): Quando o adversário vai aoQuando o adversário vai ao solo de lado ou quando é imobilizado por 15solo de lado ou quando é imobilizado por 15 segundos.segundos.
  55. 55. JUDÔ - GraduaçãoJUDÔ - Graduação Aqui estão as faixas em ordemAqui estão as faixas em ordem crescente:crescente: 1.1. Faixa Branca - 8º KyuFaixa Branca - 8º Kyu 2.2. Faixa Cinza - 7º KyuFaixa Cinza - 7º Kyu 3.3. Faixa Azul - 6º KyuFaixa Azul - 6º Kyu 4.4. Faixa Amarela - 5º KyuFaixa Amarela - 5º Kyu 5.5. Faixa Alaranjada - 4º KyuFaixa Alaranjada - 4º Kyu 6.6. Faixa Verde - 3º KyuFaixa Verde - 3º Kyu 7.7. Faixa Roxa - 2º KyuFaixa Roxa - 2º Kyu 8.8. Faixa Marrom - 1º KyuFaixa Marrom - 1º Kyu 9.9. Faixa Preta - 1º DanFaixa Preta - 1º Dan 10.10. Faixa Preta - 2º DanFaixa Preta - 2º Dan 11.11. Faixa Preta - 3º DanFaixa Preta - 3º Dan 12.12. Faixa Preta - 4º DanFaixa Preta - 4º Dan 13.13. Faixa Preta - 5º DanFaixa Preta - 5º Dan 14.14. Faixa Vermelha e Branca - 6º DanFaixa Vermelha e Branca - 6º Dan 15.15. Faixa Vermelha e Branca - 7º DanFaixa Vermelha e Branca - 7º Dan 16.16. Faixa Vermelha e Branca - 8º DanFaixa Vermelha e Branca - 8º Dan 17.17. Faixa Vermelha - 9º DanFaixa Vermelha - 9º Dan 18.18. Faixa Vermelha – 10º DanFaixa Vermelha – 10º Dan
  56. 56. JUDÔ - EquipamentosJUDÔ - Equipamentos  Judogi (Kimono);Judogi (Kimono);  Faixas (graduação);Faixas (graduação);
  57. 57. UKEMI WAZA TÉCNICA DE QUEDA Mae Ukemi – QUEDA PARA FRENTE Ushiro Ukemi – QUEDA PARA TRÁS Zenppon Kaiten Ukemi - ROLAMENTO Yoko Ukemi – QUEDA PARA O LADO UKEMI WAZA (TÉCNICA DE QUEDA)
  58. 58. NAGE WAZA TÉCNICA DE PROJEÇÃO Tati Waza – TÉCNICA EM PÉ Sutemi Waza – TÉCNICA DE SACRIFÍCIO NAGE WAZA (TÉCNICA DE PROJEÇÃO)
  59. 59. TE WAZA – TÉCNICA COM A MÃO OU BRAÇO TATI WAZA TÉCNICA EM PÉ ASHI WAZA – TÉCNICA COM PÉ OU PERNA KOSHI WAZA – TÉCNICA COM QUADRIL TATI WAZA (TÉCNICA EM PÉ)
  60. 60. MA SUTEMI – SACRIFÍCIO NA MESMA DIREÇÃO (COSTAS) SUTEMI WAZA TÉCNICA DE SACRIFÍCIO YOKO SUTEMI – SACRIFÍCIO PARA O LADO SUTEMI WAZA (TÉCNICA DE SACRIFÍCIO)
  61. 61. KATAME WAZA TÉCNICA DE CONTROLE OSAE KOMI WAZA – TÉCNICA DE IMOBILIZAÇÃO SHIME WAZA – TÉCNICA DE ESTRANGULAMENTO KANSETSU WAZA – TÉCNICA DE ARTICULAÇÃO KATAME WAZA (TÉCNICA DE CONTROLE)
  62. 62. OBRIGADO!!!OBRIGADO!!!

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