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OBJETIVOS <ul><li>Chamar a atenção do professor para: </li></ul><ul><li>a) compreender a avaliação como um processo perman...
METODOLOGIA <ul><li>Para este trabalho ser escrito foram necessárias variadas leituras de renomados autores nacionais e in...
RESUMO <ul><li>Está evidentemente claro que a prática avaliativa fundamentada no modo tradicional, classifica, exclui e at...
AVALIAÇÃO <ul><li>Avaliar  é atribuir um valor a fatos, objetos e desempenhos. Avaliar em educação é, segundo Luckesi (200...
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<ul><li>Sofrendo influência do tecnicismo que visava à racionalização do trabalho, nas décadas de 60 e 70, o olhar da aval...
<ul><li>A partir da segunda metade da década de 80, a  necessidade de contextualizar a avaliação no sistema educacional e ...
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<ul><li>É absolutamente importante que o estudante tenha confiança daquilo que aprendeu. A avaliação tem essa finalidade, ...
O TIPO DE AVALIAÇÃO QUE SE TEM  NA MAIORIA DAS ESCOLAS <ul><li>De acordo com Vasconcellos (2001), o tipo de avaliação que ...
EFEITO DA AVALIAÇÃO CLASSIFICATÓRIA NA VIDA DAS PESSOAS <ul><li>Esse tipo de avaliação tem efeito marginalizador, perverso...
<ul><li>Grande parte dos professores não aceita essa verdade, pelo fato de ainda não ter percebido que os alunos não nasce...
<ul><li>Olhando-se pelo lado econômico, o estrago provocado pela a avaliação classificatória, pode ser ainda maior. Imagin...
<ul><li>Vasconcelos (2001), pergunta:  </li></ul><ul><li>Por que se faz isto? O argumento muito freqüente dos professores ...
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM COMO PROCESSO CONSTRUTIVO DE UM NOVO SABER <ul><li>Infelizmente, a maioria das escolas ainda não...
O QUE PRECISA MUDAR NA AVALIAÇÃO <ul><li>A avaliação precisa torna-se realidade na perspectiva libertadora, superadora das...
POR ONDE COMEÇAR O PROCESSO DE MUDANÇA <ul><li>(...) não tem mais nota, só parecer descritivo. Muito bom, é ótimo isto. De...
QUAL O PAPEL DO ALUNO <ul><li>Uma mudança da avaliação não pode ser feita sem a participação dos alunos. Quando a escola d...
PROFESSOR: PROTAGONISTA PRINCIPAL <ul><li>O professor, por sua vez precisa assumir um comprometimento libertador com os al...
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CONCLUSÃO <ul><li>A avaliação que avalia para aprovar ou reprovar, emitir a nota para satisfazer a secretaria da instituiç...
AGRADECIMENTOS <ul><li>Sou eternamente grato a Deus e à minha família pela conclusão deste curso. E de forma especial aos ...
Graças à Deus e a ITEC venci os professores excludentes. Talvez, tarde de mais! Mas eles, apesar de tudo que fizeram comig...
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A AVALIAÇÃO QUE PROMOVE O APRENDENTE PARA A VIDA

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Slides usados pelo formando Dorjival Silva na apresentação da Monografia para obtenção da graduação de Licenciatura Plena em Pedagogia pela Faculdade de Educação de Tangará da Serra -MT.

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A AVALIAÇÃO QUE PROMOVE O APRENDENTE PARA A VIDA

  1. 1. INSTITUIÇÃO TANGARAENSE DE ENSINO E CULTURA Curso de PEDAGOGIA A AVALIAÇÃO QUE PROMOVE O APRENDENTE PARA A VIDA Acadêmico: Dorjival Silva Professora orientadora: Elizabete de Oliveira Professora avaliadora: Dosolina Rebeca
  2. 2. OBJETIVOS <ul><li>Chamar a atenção do professor para: </li></ul><ul><li>a) compreender a avaliação como um processo permanente de aprendizagem, dinâmico e transformador do contexto social, político, econômico e cultural, para com isso podermos construir uma educação mais democrática e igualitária; </li></ul><ul><li>b) conscientizar-se que uma avaliação realizada de forma incorreta (tradicional), contribui para o fracasso escolar e conseqüentemente com as relações do contexto social. A avaliação deve ser um processo de mediação na construção do conhecimento; </li></ul><ul><li>c) vê que há como avaliar o aprendente livrando-o da exclusão e muitas vezes da discriminação que ainda impera atingindo, principalmente, os alunos de classes menos favorecidas. A avaliação precisa respeitar o educando em todos os aspectos, físico, social e econômico, não podendo haver qualquer espécie de discriminação. </li></ul>
  3. 3. METODOLOGIA <ul><li>Para este trabalho ser escrito foram necessárias variadas leituras de renomados autores nacionais e internacionais nas ciências da Educação. </li></ul><ul><li>O autor alicerça sua obra em pesquisas bibliográficas e na Web. </li></ul>
  4. 4. RESUMO <ul><li>Está evidentemente claro que a prática avaliativa fundamentada no modo tradicional, classifica, exclui e atrapalhar o aluno no processo ensino-aprendizagem. </li></ul><ul><li>Diferente do modo progressista que vê o aluno como um cidadão digno de ser inserido no contexto sócio-cultural de seu tempo. </li></ul><ul><li>O tipo de avaliação que se tem nas escolas e faculdades não serve mais para o presente. É ultrapassado, cheio de preconceitos e marginalizador. </li></ul>
  5. 5. AVALIAÇÃO <ul><li>Avaliar é atribuir um valor a fatos, objetos e desempenhos. Avaliar em educação é, segundo Luckesi (2002): &quot;julgar dados relevantes para tomar uma decisão&quot;. </li></ul><ul><li>O problema é que nessa “decisão”, historicamente, os alunos sempre saíram derrotados. </li></ul><ul><li>O “sistema educacional” no quesito da avaliação, tem atuado de maneiras excludente e nociva, prejudicando muito mais os aprendentes que os auxiliando no processo ensino-aprendizagem. </li></ul>
  6. 6. EVOLUÇÃO DA AVALIAÇÃO <ul><li>Ao fazer uma breve revisão bibliográfica o pesquisador percebe sem muito esforço que a temática da avaliação vem sofrendo algumas alterações ao longo do tempo. Souza (1995) aponta um panorama das tendências no campo da avaliação mediante um estudo feito no Brasil entre 1930 a 1980, usando como fonte dissertações e teses. </li></ul><ul><li>De acordo com a autora, a avaliação sofreu forte influência da Psicologia até a década de 50. Nesse período, a problemática da educação era analisada de forma individual, explicando-se as diferenças no plano biopiscológico. A avaliação era entendida como mensuração das capacidades individuais utilizando-se para tal os testes. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Sofrendo influência do tecnicismo que visava à racionalização do trabalho, nas décadas de 60 e 70, o olhar da avaliação está direcionado para o planejamento. Esperava-se com isso, a garantia da produtividade escolar. Recebendo ainda influências de Tyler, a avaliação buscava objetivos, concepção amplamente disseminada no campo da educação do Brasil. </li></ul><ul><li>Chegam os anos 80, trazendo em seu bojo novas discussões, preconizadas pelas teorias crítico-reprodutivistas. Uma avaliação que compreendesse como fenômeno da educação muito além da escola, passou à pauta das travadas discussões teóricas. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>A partir da segunda metade da década de 80, a necessidade de contextualizar a avaliação no sistema educacional e social propicia um movimento em busca da construção de referenciais que contemplassem esses dois aspectos. A ponta a necessidade de romper com uma avaliação pautada em um paradigma classificatório e excludente, em favor de uma avaliação de caráter diagnóstico e da investigação do processo educacional. (CABRERA, 2006) </li></ul>
  9. 9. <ul><li>De acordo com Cabrera (2006) as denúncias feitas pelos intelectuais, com base nas teorias crítico-reprodutivistas, àquela visão de uma avaliação que se limitava às dimensões técnicas, passou a ser revista e discutida. Tomou-se como mais adequadas as avaliações nas dimensões culturais, socioeconômicas e político-filosóficas. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>A pedagoga Magda Regina Ribeiro Braga (2006) em artigo publicado no Portal Terra diz: </li></ul><ul><li>Toda e qualquer produção por parte dos alunos é significativa, uma vez que reflete um determinado estágio de desenvolvimento dos conhecimentos, desde que haja entendimento por parte do professor de como o aluno elaborou determinadas respostas ou soluções, para definir então, quais intervenções e atividades coletivas e ou individuais deverão ser realizadas visando dar continuidade ao processo de desenvolvimento. Os problemas da prática mais comum, portanto, poderão levantar questões de estudo para a formação do professor. </li></ul>
  11. 11. <ul><li>É lamentável que mesmo os professores e escolas tendo ciência das variadas maneiras de avaliar e avaliar bem o aluno, ainda permanecem presos aos modelos tradicionais. Esses profissionais e instituições não fugindo muito da prática corriqueira do modelo de mercado “do vale quem tem mais” trabalham dolosamente visando atingir as pontuações e notas altas dos alunos como único meio para promoção de ano letivo. Na ânsia pela nota que “precisam” registrar em seus diários de classe, se esquecem do mais importante: um aprendizado profundo e verdadeiro. </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Para que serve a nota na escola? Óbvio responderá muito – a nota serve para indicar o quanto o aluno aprendeu! Desta forma, promoverá aqueles que estiverem preparados para exercer sua profissão e reterá os que não estiverem aptos. (...) Esta obviedade, porém, é contestada diariamente pela prática escolar em que os alunos aprovados demonstram, a seguir, que não aprenderam o que sua nota faz pressupor. (VASCONCELLOS, 1994) </li></ul>
  13. 13. <ul><li>A que se lamentar também que muitos professores parecem ainda não ter atentado para o fato de que avaliação e nota não são a mesma coisa. Isso seria algo primário e conceitual de mais. Caso o fossem, onde ficaria a possibilidade que os alunos têm de refletir? A avaliação não pode andar divorciada da mais profunda reflexão como que deve existir, embora, muitos professores e escolas desprezem esse entendimento. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>Há que se distinguir, inicialmente, 'Avaliação e Nota'. Avaliação é um processo abrangente da existência humana, que implica uma reflexão crítica sobre a prática, no sentido de captar seus avanços, suas resistências, suas dificuldades e possibilitar uma tomada de decisão sobre o que fazer para superar os obstáculos. A nota, seja na forma de número, conceito ou menção, é uma exigência formal do sistema educacional. Podemos imaginar um dia em que não haja mais nota na escola – ou qualquer tipo de reprovação -, mas certamente haverá necessidade de continuar existindo avaliação, para poder se acompanhar o desenvolvimento dos educandos e ajudá-los em suas eventuais dificuldades. (VASCONCELLOS, 1994) </li></ul>
  15. 15. <ul><li>É absolutamente importante que o estudante tenha confiança daquilo que aprendeu. A avaliação tem essa finalidade, e não outra, como insistem muitos professores e escolas brasileiras. Não há como a avaliação passar segurança plena para o aluno, mas esta pode estimar proporcionalmente o que ele conseguiu aprender levando-se em consideração o que sabia quando iniciou a aprendizagem de tal assunto. A atuação desse aluno deve ser vista de maneira especial, enquanto sujeito que cresceu ou precisa de orientação para alcançar seus objetivos. </li></ul>
  16. 16. O TIPO DE AVALIAÇÃO QUE SE TEM NA MAIORIA DAS ESCOLAS <ul><li>De acordo com Vasconcellos (2001), o tipo de avaliação que lamentavelmente se observa ainda hoje na escola, é um tipo tradicional, autoritário, com aquele cunho de apenas constatar e não intervir para mudar absolutamente nada. </li></ul><ul><li>Isso é grave, à medida que, para acontecer uma mudança por pequena que seja, é por via de imposição das mantenedoras. A reação contrária por parte dos professores é forte, uma vez que se sentem atingidos, desrespeitados, perdendo o poder e a autoridade. No sistema público é ainda mais complicado, emplacar qualquer mudança. </li></ul><ul><li>Embora a “rocha” do tradicionalismo ainda permaneça longe de ser explodida, um fato dever ser comemorado: Nunca se falou tanto de avaliação como nesse momento. </li></ul>
  17. 17. EFEITO DA AVALIAÇÃO CLASSIFICATÓRIA NA VIDA DAS PESSOAS <ul><li>Esse tipo de avaliação tem efeito marginalizador, perverso, portanto, em todos as áreas da vida humana. Do ponto de vista estritamente pedagógico, ele provoca a não-aprendizagem, porque o (a) aluno (a) fica mais preocupado (a) em tirar nota, do que em aprender. </li></ul>
  18. 18. <ul><li>Grande parte dos professores não aceita essa verdade, pelo fato de ainda não ter percebido que os alunos não nasceram para tal submissão. Quando eles estudavam nas séries iniciais tinham o maior prazer de ir para a escola porque naquele momento sequer pensava-se em nota. </li></ul><ul><li>O problema é que agora, esses alunos foram dolosamente ensinados pela própria escola que é preciso tirar nota. Assim, quando atingem as séries mais elevadas, todos (a) ficam condicionados. </li></ul><ul><li>Vasconcelos (2001) diz que há criança que se sente feliz ao ver alguns coleguinhas indo mal. O problema é que está sendo incutido nocivamente no novo aluno um sentimento de competição, igualmente ao do sistema econômico vigente. </li></ul>
  19. 19. <ul><li>Olhando-se pelo lado econômico, o estrago provocado pela a avaliação classificatória, pode ser ainda maior. Imagine-se o dinheiro que é gasto com as reprovações e evasões! Esses recursos poderiam ser investidos na educação de inúmeras crianças (diga-se, de Tangará da Serra) que ainda estão fora da sala de aula. </li></ul><ul><li>Há também o efeito político nisso tudo. Ao classificar para reprovar, o professor está assumindo diretamente posição discriminatória. Demonstrando claramente estar trabalhando a favor de uma elite que se imagina como única capaz de assumir as posições mais desejáveis da sociedade. </li></ul><ul><li>Como haverá mudança social se os professores, geralmente de origem humilde, se posicionam contra o crescimento de sua própria classe? </li></ul>
  20. 20. <ul><li>Vasconcelos (2001), pergunta: </li></ul><ul><li>Por que se faz isto? O argumento muito freqüente dos professores classificadores, excludentes, que parecem sentir prazer em lançar o aluno (principalmente o de classe mais humilde) para fora da sala de aula é este: “estou lhe reprovando hoje, mas um dia você vai me agradecer”. Então, o drama é este: o professor cheio de boa vontade, fazendo um esforço enorme, corrigindo provas, para classificar o aluno e esta classificação é para a exclusão. </li></ul>
  21. 21. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM COMO PROCESSO CONSTRUTIVO DE UM NOVO SABER <ul><li>Infelizmente, a maioria das escolas ainda não encontrou uma forma de agir de maneira isenta. Permanecem prescrevendo ao invés de descrevendo. Pré-julgando o trabalho dos alunos. A conseqüência mais grave é que essa arrogância não permite o aperfeiçoamento do processo de ensino e aprendizagem. E este é o grande dilema da avaliação da aprendizagem. </li></ul><ul><li>O entendimento da avaliação, como sendo a medida dos ganhos da aprendizagem pelo aluno – é denunciada há décadas, desde que as teorias da educação escolar recolocaram a questão no âmbito da cognição. O correto seria substituir a avaliação de resultados por uma avaliação de processo, indicando a possibilidade de realizar-se na prática pela descrição e não pela prescrição da aprendizagem. </li></ul>
  22. 22. O QUE PRECISA MUDAR NA AVALIAÇÃO <ul><li>A avaliação precisa torna-se realidade na perspectiva libertadora, superadora das situações ditas impossíveis do processo de aprendizagem. Não dá mais para o professor passar o final de semana corrigindo provas. Chegar à segunda-feira, entregar as notas na secretária e ir para a sala de aula. Mudar a página do diário e iniciar nova aula, como se tudo estivesse partindo da estaca zero. Esse tipo de avaliação só serviu para gerar uma nota para satisfação da secretaria da instituição de ensino e nada mais. </li></ul>
  23. 23. POR ONDE COMEÇAR O PROCESSO DE MUDANÇA <ul><li>(...) não tem mais nota, só parecer descritivo. Muito bom, é ótimo isto. De fato, a nota é uma coisa muito limitante, relativa, frágil. Só que não adianta querer mudar a forma de expressar, se não muda a intencionalidade . Eu posso prejudicar o (a) aluno (a) com a nota 4.0; ou prejudicar com o parecer descritivo, todo cheio de preconceitos, dizendo que é preguiçoso (a), que é relapso (a). Nesse caso, a intenção continua a mesma: constatar, classificar. (VASCONCELLOS, 2001) </li></ul>
  24. 24. QUAL O PAPEL DO ALUNO <ul><li>Uma mudança da avaliação não pode ser feita sem a participação dos alunos. Quando a escola deixa o aluno de fora, e muda, a leitura que o aluno faz é: liberou geral, a escola afrouxou. E não é isso. A escola deixou de ter uma exigência autoritária, formal, mas ela passa a ter uma exigência muito maior que é o compromisso, a construção do conhecimento, a responsabilidade. E é importante que o aluno entenda isso. </li></ul>
  25. 25. PROFESSOR: PROTAGONISTA PRINCIPAL <ul><li>O professor, por sua vez precisa assumir um comprometimento libertador com os alunos, na condição de sujeito também responsável com a alteração da lógica social vigente. Agindo de forma seletiva, classificatória, excludente, no interior da instituição de ensino, fazendo aquela prova sistemática e antiquada, em que este professor estará contribuindo para as mudanças sócio-político-cultural mesmo que esteja cheio de boas intenções? </li></ul>
  26. 26. <ul><li>É certo que quando o professor quer mudar sua prática ele precisa se fortalecer. Para isso, sua participação em trabalhos coletivos, reuniões pedagógicas semanais e a busca por uma formação contínua, são fundamentais. Isso o ajudará a perceber as contradições dele, a contradição daquilo que ele pensa e aquilo que está fazendo. Talvez seja esse o começo do processo de reformulação do professor aguardado em futuro bem próximo </li></ul>
  27. 27. CONCLUSÃO <ul><li>A avaliação que avalia para aprovar ou reprovar, emitir a nota para satisfazer a secretaria da instituição educacional torna-se um fim em si mesmo. Distanciada e sem relação alguma com as situações da aprendizagem, esse tipo de avaliação não deve ser mais usada visando o bem dos alunos. Mesmo porque os novos paradigmas da educação devem contemplar o qualitativo, a essência e a totalidade do processo educativo. </li></ul><ul><li>Assim, não há mais motivos para retardamos nossa concepção com relação às novas práticas de avaliação. É preciso, com urgência, que haja um brusco rompimento com os padrões estabelecidos pela própria história de uma sociedade elitista e desigual. </li></ul><ul><li>Como nos diz Perrenoud (1993), que mudar a avaliação significa provavelmente mudar a escola. Pois que seja assim mesmo. Que haja mudança automática! Haja também mudança em nossas práticas habituais. Não podemos mais permanecer formando pessoas inseguras e angustiadas, nem tampouco ser obstáculos negativos para os alunos e a comunidade escolar onde atuamos. </li></ul>
  28. 28. AGRADECIMENTOS <ul><li>Sou eternamente grato a Deus e à minha família pela conclusão deste curso. E de forma especial aos docentes: Vera Quadros, Elizabete de Oliveira, Cida Lima, Adílcima Scardini, Carlos Edinei, Antonio Márcio e demais. A Cleonice Brito. E as acadêmicas: Glória, Cida, Idalina, Robércia e Margarida. Aos colegas de todos os semestres por onde perambulei nos últimos três anos pagando disciplinas para agora concluir Pedagogia. OBRIDADO! </li></ul>
  29. 29. Graças à Deus e a ITEC venci os professores excludentes. Talvez, tarde de mais! Mas eles, apesar de tudo que fizeram comigo, não conseguiram barrar minha vontade de estudar. Aos 42 anos chego ao magistério ainda com muita força para denunciar o quanto me prejudicaram e continuam prejudicando milhões de crianças deste País. Excluir nunca, incluir sempre!

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