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Em 1992, a escola passa pelo piormomento de sua história, quandoum incêndio destruiu seu barracão,fazendo com que a escola...
Com problemas no desfile, acabou estourando o tempo e sendo rebaixada em 2007, ganhando o Grupo B em 2008, e garantindo   ...
O Convento de Nossa Senhora da Penha é um dos santuáriosmais antigos do Brasil. Data de 1558. Foi fundado por Frei PedroPa...
Em 1750, o convento foi                                     remodelado e completado,                                  fica...
Vila Velha é um município do Espírito Santo que em sua quasetotalidade detém áreas planas com exceção de alguns pontos mai...
A Festa da Penha que hoje traz milhares de fiéisaté o Parque da Prainha e ao Convento se iniciou depois que Pedro Palácios...
Falaremos aqui um pouco sobre acultura dos catraieiros, cultura quepoderíamos dizer que é uma das maisantigas do município...
A década de 1960 foi o auge dos catraieiros e depois com o tempo             os governantes foram incluindo junto à Bahia ...
A comemoração realizada por esse grupo  seleto se confunde muito com a Festa da Penha. Teve um período quase de 100 anosqu...
Hoje para uma pessoa ser   catraieiro, ele tem que     passar um período  probatório de dois anosaté ele se formar catraie...
Ao analisarmos as culturas apresentadas podemos relacioná-  las em alguns momentos representados também no mapa a         ...
Antigamente os catraieiroseram os responsáveis delevar a imagem da NossaSenhora de barco de Vitóriaaté a Prainha onde desc...
Nas relações apresentadas pelos     catraieiros com o congo e o  samba e congo com o Samba,      respectivamente, podemos ...
Entrevistas com os Representantes Culturais e com Corpo Docente                            de Vila Velha:                 ...
“[...] o maior problema de trabalhar                       “[...] precisamos trabalhar essa    a cultura de canela-verde é...
Trabalho de Conclusão de Curso de Licenciatura em Tópicos               Especiais de Ensino de Geografia III              ...
•   ALMEIDA, Rosângela. Cartografia escolar. São Paulo: Contexto, 2007.•   ARAÚJO, Luiz César G. de. Organização, Sistemas...
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  1. 1. Este material pretende divulgar umpouco da cultura do município de Vila Velha ao mostrar algumas das suas principais manifestações culturais. Aqui contará com fotos,a história de cada manifestação e entrevistas dos representantes culturais. As manifestações que serão abordadassão: Congo, Samba, Festa da Penha e Catraieiros respectivamente.
  2. 2. HISTÓRIA O Congo na Barra do Jucu teria surgido por volta doinício da década de 1940. O precursor local dessa manifestação cultural foi Mestre Honório, que juntamente com seus amigos se reuniam para brincadeira de congo, roda de congo. Os participantes nessas rodas na sua maioria eram de bairros vizinhos, como Ponta da Fruta, Itapuera, entre outros.
  3. 3. O congo no seu início não era valorizado, nas primeiras reuniões o número de pessoas participando era aproximadamente dez, e nãoexistia público. O congo da Barra começou a se destacar no cenário nacional após a música deMartinho da Villa em 1988, intitulada Madalena,onde fazia menção ao Congo da Barra do Jucu.A partir desse momento os públicos nacionais e estaduais começaram a querer saber sobre talmanifestação e onde ocorria, o que fez com quea Barra do Jucu começasse a ter notoriedade no cenário cultural do Estado e no Brasil.A preservação dessa tradição hoje acontece por meio da herança familiar, a passagem de pai para filho.
  4. 4. Conta-se a história que “ um No entanto na navio naufragou e os escravos Barra a fincada é se agarraram ao mastro e se realizada em salvaram e prestaram essa frente uma igreja, homenagem ao santo fincando que era a única esse mastro do navio na praia”. que existia na região, a Igreja de NossaO Congo tem três Senhora damomentos específicos de Glória.comemoração: o primeiroé a fincada do mastro, emque é homenageado SãoBenedito. Acontece noúltimo sábado dedezembro, depois do natal,para não coincidir comoutra festa municipal.
  5. 5. O segundo momento é aretirada deste mastro, já queeste não pode ficar lá o anotodo. O mastro é retirado dia20 de janeiro, dia de SãoSebastião. O terceiro e último momento é quando se retorna da quaresma e quando voltam a tocar. Vale lembrar que não são todas as bandas que tem esse costume, esta parada na quaresma se refere a banda Mestre Honório, já outras bandas continuam realizando suas atividades nesse período. Há uma homenagem à Nossa Senhora da Penha nesse 3º momento. Há uma apresentação tradicional de carnaval de Congo de Máscaras em Roda D‘Água neste momento ao qual acontece em outras regiões.
  6. 6. HISTÓRIAO Samba apresentado nesta cartilha será representado pela Mocidade Unida da Glória, a qual é uma das primeiras escolas de Samba fundadas nomunicípio de Vila Velha, perdendo só para a Independentes de São Torquato a qual surgiu do antigo bloco Caveira, fundado no inicio dos anos 50. A escola Independentes de São Torquato foi criada no ano de 1974 após tersido campeã do concurso oficial de blocos de Vitória, quanto o de Vila Velha, em sua trajetória como escola de samba deixou seu nome na história docarnaval de Vitória. Já a MUG, Mocidade Unida da Glória, escola de samba de Vila Velha, foi fundada em 09 de agosto de 1980, originada de um bloco carnavalesco denominado “Calção Vermelho”, cujos componentes desfilavam do bairro da Glória até o centro da cidade de Vila Velha, usando somente de calções vermelhos e sem camisa. Dentre os principais fundadores, destaca-se Ivan Ferreira, já falecido.
  7. 7. Já como escola de samba desfilou emVila Velha, sendo contemplada com otetracampeonato entre os anos de 1981 e1984. No mesmo ano de 1984, desfilouem Vitória com o enredo “No Reino OndeChorar é Proibido”. Em 1985, com oenredo “Raízes da história de umacivilização” caiu para o segundo grupo.Em 1986, venceu o segundo grupo com“Quem te viu, TV”, voltando novamentepara o primeiro grupo em 1987. Nos anos seguintes, a MUG firmou seu nome entre as grandes escolas do Carnaval Capixaba com os enredos “Amazonas, Lendas e Cobiças” (1987), “Quem viver verá! O Arauto da Liberdade” (1988) e “O Sonho de Ícaro” (1989). Em 1990, com o enredo “Do Sonho à Fantasia” a MUG fez um brilhante desfile e conquistou o vice-campeonato, seu melhor resultado até então. No ano seguinte, desfila com o enredo “O encantamento de Soboadan”.
  8. 8. Em 1992, a escola passa pelo piormomento de sua história, quandoum incêndio destruiu seu barracão,fazendo com que a escola nãopudesse desfilar. Seis anos depois,quando algumas escolas voltaram,a diretoria da MUG se recusou adesfilar, alegando que só voltariaquando o desfile se tornasse O retorno só ocorreu 10 anos depoiscompetitivo. do último carnaval. A escola retornou em 2002, junto com retorno do desfile competitivo, e fez uma apresentação exuberante. Com o enredo “O Renascer da Cinzas”, a MUG contou sua trajetória e se consagrou de vez como uma das grandes escolas do Carnaval Capixaba. Mas os jurados lhe deram apenas o vice-campeonato e o tão sonhado título só veio em 2003 com o enredo “De Passo a Passo, Faço os Passos de Anchieta”, um desfile belíssimo que foi aplaudido de pé por grande parte do público que lotava as dependências do Sambão do Povo.
  9. 9. Com problemas no desfile, acabou estourando o tempo e sendo rebaixada em 2007, ganhando o Grupo B em 2008, e garantindo assim vaga novamente no Grupo A para 2009.Em 2009, desfilando com 3000 componentes, 23 alas e 6 alegorias,a MUG foi a Vice-Campeã, com o enredo “Do eldorado africano ao berço selvagem e fascinante da Vila São Matheus”. A escolasofreu com a ação de vândalos, que após o carnaval incendiaram uma alegoria da agremiação. Em 2010, ao falar sobre o cinquentenário de Brasília, a MUG terminou mais uma vez na 2º colocação.
  10. 10. O Convento de Nossa Senhora da Penha é um dos santuáriosmais antigos do Brasil. Data de 1558. Foi fundado por Frei PedroPalácios, frade franciscano espanhol que veio para o Brasil comos portugueses. Estabeleceu-se na capitania do Espírito Santo,em Vila Velha. Frei Pedro não construiu o Convento. No início morava numa gruta, ao pé do morro, onde existe uma placa indicando o local. Pouco tempo depois, construiu uma capela dedicada a São Francisco de Assis, num largo, em cima do morro, ao pé duma rocha, onde colocou um painel de Nossa Senhora das Alegrias que trouxe de Portugal. Este painel ainda se conserva no Santuário do Convento. Em 1568, Frei Pedro mandou vir de Portugal uma imagem de Nossa Senhora das Alegrias.Esta ele a colocou no altar da capela quemandou edificar no cume da rocha, já em 1570.Fez uma festa de entronização da imagem.Depois desta festa, Frei Pedro veio a falecer,junto ao altar da capelinha de São Francisco.Foi sepultado no alpendre de Nossa Senhora.
  11. 11. Em 1750, o convento foi remodelado e completado, ficando como o encontramos hoje. No decorrer dos anos, muitas reformas e reconstruções foram executadas, pois, açoitado pelos ventos e maresia, sofreu muitos danos. Até hoje este convento está bem conservado.Em 1643, foi calçada a Recebe milhares de romeiros,ladeira da penitência. Tem especialmente, durante a Festa de Nossa Senhora da Penha.sete voltas, lembrando assete alegrias de Nossa O convento também éSenhora. Em 1644, chamado de Santuário doconstruíram o corpo da Perdão e da Graça,igreja, transformando a porque é nesta casa, ondecapela existente em capela muitos se encontram com Deus e consigo mesmos.mor. Em 1651, anexo à Encontram a misericórdiacapela, no topo da rocha, de Deus no perdão dedeu-se início à construção seus pecados. Foi dado odo convento. Era pequeno, nome de Convento de Nossa Senhora da Penhaservindo apenas para alguns porque está situado nomoradores. topo de uma rocha.
  12. 12. Vila Velha é um município do Espírito Santo que em sua quasetotalidade detém áreas planas com exceção de alguns pontos mais elevados, como por exemplo, onde está localizado o Convento da Penha, no bairro da Prainha. Local este que acontece a Festa da Penha, uma das mais importantes festas religiosas e culturais doEstado. Esta festa é dedicada a Nossa Senhora da Penha, padroeira oficial do Estado.
  13. 13. A Festa da Penha que hoje traz milhares de fiéisaté o Parque da Prainha e ao Convento se iniciou depois que Pedro Palácios construiu a primeiraparte da capela. A Festa como dito, teve inicio noano de 1570 e se estendeu até os dias atuais. Ela sempre começa após a páscoa, na semana seguinte, com o inicio do oitavário. Oencerramento da festa acontece no oitavo dia da páscoa, numa segunda - feira.
  14. 14. Falaremos aqui um pouco sobre acultura dos catraieiros, cultura quepoderíamos dizer que é uma das maisantigas do município de Vila Velha.De acordo com a Associação dosCatraieiros, a história das catraias(termo utilizado antigamente) e dospróprios catraieiros se confunde coma história do município de Vila Velha eVitória. As catraias eram utilizadasdesde o descobrimento do povocanela-verde, era o único meio detransporte da época, hoje esse termoé pouco utilizado, mas começarampelos pescadores que seclassificavam na época comocatraieiros.catraieiros
  15. 15. A década de 1960 foi o auge dos catraieiros e depois com o tempo os governantes foram incluindo junto à Bahia de Vitória os transportes motorizados. Primeiro ouve o auge e com o tempo ouve também o declínio dessa manifestação. Não houve um investimento nos catraieiros. Na época, a pessoa que estava a frente deles, não soube ajudar a acompanhar esse ritmo de desenvolvimento. Hoje, estão brigando junto às empresas privadas, ao setor publico, para que haja a restauração, o surgimento de novas catraias.Teve um período da década de 1990 foi um períodonegro para os catraieiros, sofreram bastante. Nosúltimos anos, tiveram uma nova visão, começou apleitear custos, pleitear junto às secretarias queenvolvem a cultura capixaba na restauração doscatraieiros, já que hoje estavam um pouco esquecidos,tanto do lado dos governantes e das instituiçõesprivadas.
  16. 16. A comemoração realizada por esse grupo seleto se confunde muito com a Festa da Penha. Teve um período quase de 100 anosque os catraieiros participavam da Festa da Penha na responsabilidade de levar aimagem da Nossa Senhora da Ilha de Vitóriaà Vila Velha pelas catraias. Anteriormente, otrajeto também das pessoas para a festa ou era de cavalo, ou de balsa ou junto com os catraieiros.
  17. 17. Hoje para uma pessoa ser catraieiro, ele tem que passar um período probatório de dois anosaté ele se formar catraieiro. Ele tem que conhecer como funciona o sistema da catraia, tem que sabercomo remar, como pescar também já que a maior parte dos catraieiros são pescadores. Esse procedimento é para deixar bem segura a sua cultura.
  18. 18. Ao analisarmos as culturas apresentadas podemos relacioná- las em alguns momentos representados também no mapa a seguir:Em relação ao Convento daPenha, existe uma última O samba relaciona-se com o congo naetapa da festa do congo que parte da sua cultura sendo parceiroseles fazem referência à Nossa na questão histórica. Assim como oSenhora da Penha. congo, o samba aqui no estado não era valorizado no principio, na sua“.O terceiro momento é formação da escola, no caso da MUG.quando retornamos aquaresma e voltamos a tocar.Onde fazemos uma O congo por sua vez, também não erahomenagem a Nossa Senhora valorizado até o momento em queda Penha, que também tem Martinho da Villa lançou em 1988, abandas que ela é padroeira emoutros municípios. E vamos música “Madalena” a qual falava dopedir a benção da Nossa Congo da Barra do Jucu e em decorrerSenhora para nossas disso, ouve um estouro em cimaapresentações durante o ano, dessa cultura. Anteriormente a isso asonde começa nossocalendário com nossas duas manifestações sempre seapresentações de congo.” apoiaram na conquista de território
  19. 19. Antigamente os catraieiroseram os responsáveis delevar a imagem da NossaSenhora de barco de Vitóriaaté a Prainha onde desciamcom a imagem e levavam,junto com um grupo defiéis, para o Convento. Temtambém a questão demuitos participarem daFesta da Penha na romariados homens.
  20. 20. Nas relações apresentadas pelos catraieiros com o congo e o samba e congo com o Samba, respectivamente, podemos dizer que têm, uma semelhança com a dependência de verba externa, seja do governo ou seja de pessoas que se agregam, investem na causa do grupo podendo assim, ajudá- los.
  21. 21. Entrevistas com os Representantes Culturais e com Corpo Docente de Vila Velha: “ [...] tem que dar mais realce, mais“[...] tem aluno que nem idéia do valor, mais brilho para que ela que é um canela-verde no possa se expandir mais, levar município que ele estuda, irradiação através da TV, por mora [...].” Fala da Pedagoga Lucineide G. Macedo quando exemplo, você atinge não só operguntada da importância de abordar sobre o município municí estado, mas o Brasil inteiro e até dentro do âmbito escolar. Entrevista em 04/05/2010 para fora. Essa irradiação que é importante, levar a fé para as “[...] a idade dos catraieiros é bastante pessoas [...] ” avançada, não está tendo uma Fala do Frei Pedro Engel, representante da Festa da renovação, os jovens não estão Penha, quando perguntado da importância da querendo mais continuar a cultura, continuação dessa cultura Entrevista em continuaç 05/05/2010. estão querendo facilidade. Estamos trabalhando em cima disso tentando tirar essa idéia um pouco da cabeça dessa nova geração, porque manter nossa cultura viva é uma coisa Fala do Jefferson Castro, representante Cultural dos maravilhosa [...].” Catraieiros, quando perguntado da importância da preservação dessa cultura. Entrevista em 13/05/2010. preservaç
  22. 22. “[...] o maior problema de trabalhar “[...] precisamos trabalhar essa a cultura de canela-verde é a abordagem, essa identidade falta de material [...]. Quando dá cultural. Vila velha é composta para incluir cultura de vila velha em sua maioria por pessoas de nas aulas agente inclui. O fora, agora que está surgindo a Aluno tem que ter o subsidio população típica de vila velha nas aulas, material que [...]. Vale a pena abordar essa comprovem o que falamos [...] ” questão da formação do povo Fala do professor Vitor de Geografia quando perguntado das dificuldades encontradas ao Vila Velhence[...]. ” trabalhar a cultura do município. Entrevista em municí Fala do professor Vitor de Geografia quando 05/05/2010. perguntado qual é a parte importante da cultura canela – verde que deve ser“[...] a cultura deveria ser apresentada trabalhado dentro do âmbito escolar.nem que fosse duas vezes por ano Entrevista em 05/05/2010.dentro de alguma data [...] É comovocê ver a apresentação de mestre “[...] muitas pessoas chamam assala e porta bandeira [...] uma bandas de congo para falar sobre oencenação teatral [...]. Porque o samba costume para as crianças e elas seé o maior teatro a céu aberto. Ele tá ali interessam [...] podemospara apresentar para as pessoas desenvolver um projeto de introduziraquela cultura [...] as escolas deveriam bandas de congo com ritmos de Vilalevar essa apresentação cultural aos Velha dentro das escolas de Vilaalunos [...].” Velha [...].” Fala do Robertinho da MUG, representante cultural do Fala da Beatriz S. Rego, representante cultural do Samba, quando perguntado se seria bom se fosse Congo, quando perguntada da aplicação do costume aplicaç incentivado nas escolas o aprendizado dessa cultura. nas escolas. Entrevista em 19/05/2010. Entrevista em 06/05/2010.
  23. 23. Trabalho de Conclusão de Curso de Licenciatura em Tópicos Especiais de Ensino de Geografia III em “Geografando a Cultura de Vila Velha – Espírito Santo”GRUPO: Renata Emerich Moraes Miranda Wesley Cornelio Dias Huderlan Bragança ZordanORIENTADORA: Prof. Dra. Marisa Valladares
  24. 24. • ALMEIDA, Rosângela. Cartografia escolar. São Paulo: Contexto, 2007.• ARAÚJO, Luiz César G. de. Organização, Sistemas e Métodos e as modernas ferramentas de gestão organizacional: arquitetura, benchmarking, empowerment, gestão pela qualidade total, reengenharia, São Paulo: Atlas, 2001.• BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: introdução. Secretaria da Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF: 1999a.• ______. Parâmetros Curriculares Nacionais: história e geografia. Secretaria da Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF: 1999b.• CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1994.• CLAVAL, Paul. A geografia cultural. 2 ed. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2001.• CORRÊA, R. L.; ROSENDAHL, Z. Introdução à Geografia Cultural. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003.• CURY, Antônio. Análise administrativa. In: Organizações e métodos: uma visão holística perspectiva comportamental e abordagem contingencial. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2000. Cap. 9, p. 273-302.• DAOLIO, Jocimar. Educação Física e o conceito de Cultura: polêmicas do nosso tempo. Campinas: Autores Associados, 2004.• Entrevistas com os manifestantes culturais do Congo, Samba, Convento da Penha e Catraieiros, e com o corpo docente , professor e pedagoga.• FERRAÇO, C. E. Eu, caçador de mim. In: Garcia, L.R. (org.) Método: pesquisa com o cotidiano. Rio de Janeiro: DP&A, 2003. p. 157-175.• ______. Currículo, formação continuada de professores e cotidiano escolar: fragmentos de complexidade das redes vividas. In:______. Cotidiano escolar, formação de professores(as) e currículo (org.). Cortez, São Paulo: 2005, p. 15-42.• FERRÃO, Romário Gava. Metodologia Científica: para iniciantes em pesquisa. Linhares, ES: Unilinhares/Incaper, 2003.• GALVÊAS, Homero Bonadiman. A História da Barra do Jucu: “Gênese da Cultura Capixaba. Desenvolvimento Sócio Cultural da Grande Vitória”, Barra do Jucu, 2005.• GEERTZ, C. A interpretação das Culturas. Rio de Janeiro, Editora Zahar, 1978.• GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1999.• HALL, Stuart. Tradução Tomaz Tadeu da Silva, Guaracira Lopes Louro. A identidade cultural na pós-modenidade. 11. ed. Rio de Janeiro, DP&A Editora, 2006.• LIMA, Márcia Helena de.; VLACH, Vânia Rúbia. Caminhos de Geografia - Revista On Line; Programa de Pós-Graduação em Geografia-Instituto de Geografia, LUfu. 2002.• MACRUZ, Fernanda. Folclore: Uma proposta pedagógica em conceitos atualizados. São Paulo: FDE, 1989.• MCDOWELL, L. A transformação da Geografia Cultural. In: GREGORY, D. (Org.) Geografia Humana: Sociedade, Espaço e Ciência Social. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1996.• MIRANDA, Antonio. Sociedade da informação: globalização, identidade cultural e conteúdos. Ci. Inf. vol.29 n.2 Brasília May/Aug. 2000.• MOREIRA, Antônio Flávio Barbosa; SILVA Tomaz Tadeu da. Currículo, Cultura e Sociedade. 3 ed. Editora Cortez, São Paulo: 1999.• MOTA, Carlos Ramos; BARBOSA, Najla Veloso Sampaio. Currículo para além das grades: construindo uma escola em sintonia com o seu tempo. 2002. Salto Para oaFuturo.aDisponívelaem:<http://www.redebrasil.tv.br/salto/boletins2004/cp/tetxt1.htm>. Acesso em: 10 jul 2010.• OLIVEIRA, Inês Barbosa. Criação curricular, autoformação e formação continuada no cotidiano escolar. In: FERRAÇO, Carlos Eduardo. Cotidiano escolar, formação de professores(as) e currículo (org.). Cortez, São Paulo: 2005, p. 43-68.• ROQUE, Izabel Cristina de Oliveira. A “Educação de Ponta” da rede municipal de ensino de Vitória: Que “Sucesso” é Esse? Uma Análise dessa Educação. 2004. 165 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Programa de Pós-Graduação em Educação, Vitória, 2004.• RUIZ, João Álvaro. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 4.ed. São Paulo: Atlas, 1996.• SANTOS, José L. dos. O que é Cultura. 4. ed.São Paulo: Brasiliense, 1994.• SAUER, C. O. “Geografia Cultural”, in CORRÊA, R. L.; ROSENDAHL, Z. (org) Introdução à Geografia Cultural, Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 2007, p. 19-26.• SILVA, Gustavo Henrique de Abreu; MARTINS, Josimone Maria Batista. A história oral como conhecimento aplicado na pesquisa em geografia cultural.a2010.aDisponívelaem:a<http://www.geografia.ufpr.br/neer/NEER-2/Trabalhos_NEER/Ordemalfabetica/Microsoft%20Word%20- %20GustavoHenriqueAbreuSilva.ED3IV.pdf>. Acesso em: 12 jun 2010.• VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e Relatório de Pesquisa em Administração. 3.ed. Atlas: São Paulo, 2000.

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