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  1. 1. Niterói 08/08 a 15/08/13 www.dizjornal.com Edição Online Para Um Milhão e Duzentos Mil LeitoresDiz: Todo Mundo Gosta Zona Sul, Oceânica e Centro de Niterói 16 Mil Exemplares Impressos 2ª Semana Nº 110 de Agosto D i r e t o r R e s p o n s á v e l: E d g a r d F o n s e c a JaneToledo*Beleza:WagnerRaiol*Photo:JulioCerino Página 03 Honra. Eleição X
  2. 2. Niterói 08/08 a 15/08/13 www.dizjornal.com 2 Cultura Paulo Roberto Cecchetti prcecchetti@ig.com.br annaperet@gmail.com DIZ pra mim... (que eu conto) Anna Carolina Peret Eu passei minha infân- cia assistindo à “Ju- rassic Park” e o tenho como um dos meus filmes prediletos. A conclusão obvia é que estou animadíssima com a chegada do quarto filme da série: “Jurassic Park IV: O Mundo Jurássico” (“Ju- rassic World”, no origi- nal). Com lançamento previsto para meados de 2015, e está sen- do dirigido por Colin Trevorrow, que mes- mo sem currículo muito extenso, fez um belo trabalho ao dirigir o romance “Sem Segurança Nenhuma” (“Safety Not Gua- ranteed”). Chris Pratt (“A Hora Mais Escu- ra”) protagoniza o filme e, provavelmente, arrancará suspiro de suas fãs nas cenas de suspense. As primeiras informações são de que esta continuação será sobre a construção de um novo parque sobre os destroços da atração do primeiro filme, de mais de duas décadas atrás. Sucesso garantido de bilheteria! Walt Disney Pictures já começou a rodar “Alice no País das Maravilhas 2” (“Alice in C ansei! Cansei de ligar a televisão e ver sangue. De ir à banca de jor- nal e ver menos informação e mais censura. Cansei dos problemas de outrora que persistem na atualidade. Cansei das promessas passadas que não passaram de ladainha. Cansei das mentiras e das ilusões! E é por isso que faço essa semana um texto um pouquinho diferente! Vou falar de ci- nema, só que apenas do futuro... E de um futuro bom! Apenas informação boa, leve e light. Alegria, meus senhores, mesmo que o tempo não seja de paz! Pra começar, vou falar de um dos meus ato- res prediletos: Denzel Washington (“O Co- lecionador de Ossos”). Pois, foi divulgado, esta semana, o primeiro pôster do seu novo filme “O Protetor” (“The Equalizer”, no original). Dirigido por Antoine Fuqua, (“Ati- rador”) que já trabalhou com Washington em “Dia de Treinamento”. O longa conta ainda com Chloë Grace Moretz (“Carrie - A Estranha”) e Melissa Leo (“O Vencedor” e “O Mordomo da Casa Branca”). O Protetor” é uma adaptação da série ame- ricana homônima, da década de 80, que conta a história de um homem comum que ao defender prostituta, acaba sendo perse- guido por mafiosos russos. A película tem data de estreia apenas para o final de se- tembro, mas eu já estou ansiosa esperando! Wonderland: Through the Looking Glass”, no original).Esta sequência da adaptação dos livros de Lewis Carroll, porém, não será dirigida pelo mestre Tim Burton (“A Noiva Cadáver”). A missão passa a ser de James Bobin, responsável pelos recen- tes filmes dos Muppets. Não há nenhuma grande mudança no elenco, que volta a ser protagonizado por Mia Wasikowska, como Alice, e por Johnny Depp, como Chapeleiro Maluco. A Disney anunciou a previsão de lançamento para maio de 2016. Há quem duvide, mas eu acredito que a adaptação de “Cinquenta Tons de Cinza” (“Fifty Shades of Grey”, no original) será um fenômeno em termos de bilhe- teria. Se o filme será bom ou não, enfim, essa discussão não vem ao caso. Afinal, há uma legião de fãs, porém, a trilogia guarda incontáveis desafetos. Verdade seja dita: se o ci- nema atual quer lucro, provavelmen- te, este longa arrecadará cifras eleva- das. Os livros venderam mais de 90 milhões de cópias em todo o mundo, tornando-se uma das séries literárias mais rapidamente vendida de todos os tempos. Para ter-se ideia da pro- porção do sucesso, o recém-lançado trailer da adaptação já é o mais visu- alizado do ano. Entretanto, ainda é preciso esperar um pouquinho para curtir a produção na íntegra, que só será lançada em fevereiro de 2015. Pronto! Já estou aqui esperando para que estes e tantos outros lançamentos bacanas cheguem logo ao cinema. Pode ser que nem tudo o que nos aguarda pela frente seja bom... Temos tantas dúvidas na vida, não é mesmo? Porém, pelo menos a sétima arte ainda nos garantirá muitas surpresas boas! Afinal, todos nós, em algum momen- to, acabamos por concordar com a letra da banda Jota Quest, quando a mesma afirma que precisamos “ouvir palavras... Palavras de um futuro bom!”. Palavras de Um Futuro Bom - Vem aí o novo livro do jornalista e trovador Sávio So- ares de Sousa, “O Saxofone do Vizinho”, com desenho de capa da fotógrafa e aquarelista Ana Maria Ribeiro. O lançamento será dia 17 de agosto, a partir das 10 horas, dentro do projeto cultural “Escritores ao ar Livro”. - “Haicai do Brasil” é a antologia ilustrada pela cantora e compositora Adriana Calcanhoto. O livro, com inúmeros autores selecionados, traz haicais deste colunista. - A AFL-Academia Fluminense de Letras promoveu so- lenidade comemorativa pelo centenário do acadêmico e imortal, o saudoso José Cândido de Carvalho, no dia 07 de agosto, na sede da instituição cultural. - O “Livro de avarias e desva- rios “, de Marco Valença foi lança- do dia 6 de agosto, no Gracioso Café Bistrô, no Gragoatá.  - A Galeria de Arte La Salle (Rua Gastão Gonçalves, nº 42 - Santa Rosa) promove obras dos artistas Ana Sobral, Robson Martins e Luiz Hazediaz sob o tema “Sustentabilidade”. Vernis- sage dia 19 de agosto, às 18 horas. Visitação gratuita até 12 de setembro. Registro: O imortal acadêmico Sávio Soares de Sousa, das academias Niteroiense (Casa de Horácio Pacheco) e Fluminense de Letras, propõe a ideia de dar nome à AFL. Passará a chamar-se “Casa de Lacerda Noguei- ra”, imortal acadêmico que muito fez pela AFL, nos deixando um legado impresso de estimado valor para os anais dessa instituição cultural. - A exposição “Artesanato do Japão - tradições e técnicas”, no Museu Histórico Nacional (Praça Marechal Âncora, s/nº - Praça XV - Rio de Janeiro) tem visitação até 24 de agosto, nos seguintes horários: 3ª a 6ª, das 10h às 17h30; sábado, domingo e feriado, das 14h às 18h. Vale conferir! Edição na internet para Hum milhão e 200 mil leitores
  3. 3. Niterói 08/08 a 15/08/13 www.dizjornal.com 3 Documento dizjornal@gmail.com Edição na internet para Hum milhão e 200 mil leitores Eleição X Honra Em toda história brasileira jamais tivemos uma eleição com comportamento tão atípico como esta de 2014. Muitos fatores foram deter- minantes neste momento, onde já no mês de agosto, faltando menos de sessenta dias para a realização do pleito, ainda estão indefinidas muitas associações e candidatos não dispararam efetivamente suas campanhas; e há quem não tenha feito um impresso ao menos. Que novo Brasil é este e que perfil tem o eleitor da atualidade, seja veterano ou um jovem que vota pela primeira vez? Estão de certa forma “reciclados” para uma nova forma de enfrentamento? M uitos eleitores brasileiros, por des- crença ou por falta de politização e, principalmente, informação, pa- recem imunes ao noticiário e às tendências eleitorais. É desejável que todo brasileiro se preocupe com o seu voto como uma con- tribuição que pode parecer insignificante ao montante, mas é uma pequena fração que po- derá mudar a história, determinará mais sofri- mento ou a perspectiva de mudança. É claro que pelos desmandos e escândalos da política, especialmente nos últimos doze anos, onde assistimos todo tipo de perversão e dissimulação da verdade, muitos perderam a crença na transformação e desvalorizam a eleição com algo apenas repetitivo, inconsis- tente e inútil. É como se fosse para constar e validar a mesma desordem institucional. Entretanto, é preciso que todos tenham cons- ciência que anular o voto ou não fazer qual- quer escolha (voto em branco) significa forta- lecer quem está no poder e assim prolongar por mais quatro anos mesma inércia e declínio que nos encontramos. Necessitamos da alternância do poder, ainda que saibamos que os gestores que virão en- contrarão um país destroçado, principalmente quando o véu do disfarce e da mentira que mantém imune os atuais governantes vier à tona. Muito ainda teremos a enfrentar e di- ficuldades não faltarão. As escolhas podem promover a sucumbência total das nossas possibilidades de reação e transformação. Esta eleição caracteriza-se pelas inusitadas alianças e a desconfiança que transita em toda classe política, pela inédita forma de negociar a alternância e a manutenção de alguns no poder. Acreditamos que do ponto de vista po- lítico, tudo tem início nos municípios, onde a proximidade das relações identifica os atores e propicia a base de alianças estaduais com possibilidades de expansão nacional. Vamos tomar por base o município de Nite- rói, a segunda cidade mais importante do Es- tado do Rio de Janeiro e uma das rendas mais elevadas do país. Nessa cidade onde o nível de escolaridade é alto, o patamar de informa- ção e participação é maior. Pode não aparen- tar, pois não se encontra em confronto com outras cidades, mas o nível de exigência do niteroiense é um dos mais rígidos e politiza- dos do país. Naturalmente, nas rodas sociais e até nas redes, o tema é a política, com foco nos políticos. O padrão do niteroiense difere de outros na medida em que o desencanto não o inibe ou provoca abandono. A cidade questiona, discute, aplaude ou execra. Mui- tos políticos deverão ser “crucificados” nesta eleição vindoura. Esta característica marcante se observa de eleição em eleição. Quem fez bom mandato é agraciado com mais votos. Quem está em questão é avaliado e realocado em outro patamar, que se distingue pelo me- nor número de votos. Se o voto fosse distrital muitos não teriam futuro. A válvula de escape é buscar em outros municípios os votos perdi- dos pela observação exigente do niteroiense. Muita gente não sabe, mas, Niterói funciona para alguns como uma espécie de laboratório de avaliação de políticos. Quantos vereado- res foram “aposentados da prática política” por não corresponderem aos anseios de seus eleitores e subestimaram esta compreensão? Esta realidade está cada vez mais patente. O aposentado de Niterói, na grande maioria, lê jornais, assiste TV regularmente, com foco no cotidiano e nos fatos relativos a ética e a moral. É uma constatação do exercí- cio da cidadania. É um município de muitos jovens universitários e com participação na vida da cidade. Este eleitor é tipicamente um modelo a ser seguido no Brasil, pois sabe re- conhecer as diferenças, aprovar ou rejeitar as conversas sazonais e in- consistentes daqueles que aparecem somente a cada quatro anos. Niterói amadureceu e endureceu. Não adianta mais vir com a sedução provinciana de que as famílias se co- nhecem há tantos anos, ou um pa- rentesco distante e ausente, como se fosse um passaporte para a conquista ou confisco do voto distraído. Aca- bou o compadrio eleitoral e alguns políticos perceberam a transforma- ção. A cidade sabe reconhecer valores e condutas. Podemos citar o caso re- cente e emblemático do deputado niteroiense Felipe Peixoto, que foi vítima de interesses pouco explicáveis e o seu comportamento apresentado na condução e reação ao fato serviu de exemplo para muita gente, Ele é cria da terra. Desde criança montava comitês eleitorais infantis no bairro do Pé Pequeno, onde cresceu e ainda reside. Pas- sou por vitoriosos mandatos como vereador, elegeu-se deputado Estadual, foi convidado pelo governador a assumir a secretaria de Abastecimento e Pesca, onde apresentou ex- celente gestão. Candidatou-se a prefeito do seu município, perdendo por diferença insig- nificante. Seguiu desprovido solitário numa eleição contra o poder do PT, acolhido pelo governo Federal em 2012. Para essas elei- ções de 2014, preparou-se para concorrer a deputado Federal, articulando-se numa parce- ria regional com o deputado estadual Comte Bittencourt. Por desejo e apelo do governa- dor Luiz Fernando Pezão, aceitou concorrer na chapa sendo candidato a vice-governador. Trabalhou e articulou um novo processo elei- toral, apoiando e honrando os acordos ante- riores e ainda, na condição de candidato a vice-governador começou a apoiar e promo- ver também candidatos a deputado Federal. Sem que tivesse qualquer responsabilidade pelas atitudes incompatíveis impostas pelo presidente do seu partido, o PDT, foi desfeita a coligação com o PMDB e outros partidos, e ele não mais pode ser candidato a vice- go- vernador. Carlos Lupi, presidente do PDT, forçou uma situação inconciliável como can- didato avulso ao senado, quando só é possí- vel uma vaga, que já estava ocupada. O go- vernador tentou todas as possibilidades para demover o Carlos Lupi da sua desmedida e intencional intolerância. Aí, sem chance de trocar de partido, sem lu- gar na chapa do Pezão, todos imaginaram que Felipe Peixoto voltaria a se candidatar, ou a deputado Estadual, onde conseguiria uma fá- cil reeleição, ou a federal como era o projeto anterior. Mas, apresentou-se com coerência e dignidade, não aceitando uma nova can- didatura. Se colocasse o nome para o pleito Estadual, colidiria com o aliado Comte Bit- tencourt. Preferiu honrar o acordo. Se fosse candidato a Federal iria ferir os muitos com- panheiros, inclusive de outros partidos, que havia se proposto a orientar e apoiar. Também preferiu honrar os tratos. Colocou-se à disposição do governador Pe- zão para ajudar a elegê-lo como um soldado no campo de batalha. O governador, reconhe- cendo a magnitude do gesto, entregou-lhe uma coordenação estadual da sua campanha. Felipe ficará temporariamente sem mandato, por coerência e dando exemplo de que mes- mo nesta política onde muitos traem outros tantos, mostrou que tem um lado e uma escolha. Com esse gesto cristalizou a sua liderança e o obsequioso respeito de todos. Sem qualquer movimento solidificou-se como a principal alternativa na concorrência ao cargo de prefeito de Niterói nas eleições de 2016. A maior afirmação veio no sábado passado durante a inauguração de um comitê elei- toral de Comte Bittencourt. Foram ouvidas muitas falas, incluindo uma empolgada e veemente do vereador Bruno Lessa. Felipe Peixoto chegou quando as falas já haviam começado. Tomou a palavra e fez um bre- ve discurso, singelo e honesto. Foi o mais aplaudido de todos, mostrando que a sua liderança se solidificou. A admiração de todos foi declarada em forma de aplausos. Isso prova que apesar dos desvios e as perfí- dias da política é possível ser correto e con- tar com o respeito e o carinho do eleitorado. O que o povo quer é respeito e confiança. Vai vencer sempre os leais e verdadeiros, a despeito da pretensa gramatura dos falsos papéis. O governador Pezão apoia Felipe Peixoto
  4. 4. Niterói 08/08 a 15/08/13 www.dizjornal.com 4 Informes Expediente Edgard Fonseca Comunicação Ltda. Rua Otavio Carneiro 143/704 Niterói/RJ. Diretor Responsável: Edgard Fonseca Editor: Edgard Fonseca Registro Profíssional MT 29931/RJ Distribuição e circulação: Ernesto Guadelupe Diagramação: Erisvelton Santana Impressão: Tribuna RJ Tiragem 16.000 exemplares Redação do Diz End: Rua Cônsul Francisco Cruz, nº 3 Centro - Niterói, RJ Tel: 3628-0552 | 36285252 | 9613-8634 Correspondência para Administração Rua Cônsul Francisco Cruz, nº 3 Centro - Niterói, - CEP 24.020-270 dizjornal@gmail.com www.dizjornal.com Os artigos assinados são de integral e absoluta responsabilidade dos autores. D! Nutrição clara.petrucci@dizjornal.com | Instagram: Clara PetrucciEdição na internet para Hum milhão e 200 mil leitores Lançamento de Cratscá Nesta semana, foi lançado o segundo livro da série "Tô Chegando" de Sylvia Paes e Carmen Eugênia Sampaio, com ilustração de Alício Gomes, em Campos dos Goitacazes. A obra apresenta o Indiozinho Cratscá que fala do indígena goitacá e das matas de restinga. Seu nome vem do barulho de um galho quebrado. Quando ele começou a engatinhar, um sagui subiu em um galho para ver o acontecimento, mas o galho se partiu em um barulho cratscá e o macaquinho caiu sobre a sua cabeça. Desde então, o mico e Cratscá não se separaram. Brincavam próxima a mata de restinga sombreada pelas altas e solenes aroeiras. Ele dialoga com o macaquinho, que lhe passa infor- mações sobre os índios goitacás e a terra em que viviam. Para adquirir o livro, entrar em contato com as autoras: Sylvia Paes – (22) 9.9702-9751 e Carmen Sampaio (22) 9.9837-4644. Carlos Ruas em Exposição Ofotógrafo e colunista social Carlos Ruas inaugura na segunda-feira, dia 11, uma exposição na Câmara dos Vereadores de Niterói com mais de 200 fotos, de gente e da cidade de Niterói. Os grandes eventos políticos, locais históricos e pitorescos de Ni- terói e agitos dos salões elegantes são o centro do tema. As novidades, moda, pessoas que marcaram as décadas de 50, 60 e 70. Tudo isso poderá ser visto na exposição “Carlos Ruas: fotos & acervo”. Estará aberta à visitação pública entre 11 e 30 de agosto, das 11 às 18 horas, no saguão da Câmara de Vereadores. A exposição será aberta durante as comemorações pelos 195 anos do Legis- lativo niteroiense e marcando os 60 anos de jornalismo do autor. A Entrada é gratuita e o endereço é: Avenida Amaral Peixoto, 625 – Centro – Niterói. Um Piano nas Escolas Ocompositor Itajara Dias, pianista do Theatro Munici- pal do Rio de Janeiro, e seu filho, o pianista Vinnicius Dias, farão re- citais de piano dentro do projeto’ "Um Piano na Escolas", em esco- las públicas e particulares do Rio de Janeiro, Niterói e São Gonçalo. A atividade do projeto visa pro- porcionar momentos de arte e la- zer aos alunos de escolas públicas e privadas. Durante as apresenta- ções são fornecidas informações referentes aos aspectos técnicos do piano e da vida e obra dos compositores. O objetivo do pro- jeto é incentivar crianças e adoles- centes ao hábito de ouvir a música clássica. Os Recitais serão apresentados em várias escolas, entre elas, no Liceu Nilo Peçanha, dia 19 de agosto - terça feira, às 16h. Avenida Amaral Peixoto, 707 – Centro – Niterói. A Clássica Batata Doce M uitos atletas, "pseudoma- rombeiros", veganos, pesso- as que procuram levar uma vida saudável comem a querida batata doce "porque é bom". Mas é bom por quê? É saborosa? É boa pra saúde? Quais são os reais benefícios da ba- tata doce? Hoje meu objetivo é apenas explicar num simples texto, alguns benefícios da batata doce. Ela é uma boa fonte de carboidrato (fonte de energia), rica em fibras e baixo índice glicêmico( relembrando o índice glicêmico: capacidade do ali- mento trazer um pico de "açúcar" no sangue), por ser assim, não traz gran- des volumes de insulina para corrente sanguínea, desta forma a energia é li- berada gradualmente, sendo utilizada de forma lenta não permitindo acúmu- lo de energia, que depois se transfor- ma em gordura. Então, apesar de ser um carboidrato, ajuda a não ocorrer o acúmulo de gordura, mas em doses adequadas né? Essa querida batata ainda é rica em vitamina A, C, E, B6 e ainda contri- bui para a pele, sistema imunológico, reduz caimbras, melhora  a manuten- ção de tecidos e ossos, e é delicio- sa, podendo ser preparada de muitas formas: cozida, chips, em purê, com canela para dar uma turbinada no me- tabolismo.... Crie da sua forma! Mas agora você já sabe os benefícios dessa batata!
  5. 5. Niterói 08/08 a 15/08/13 www.dizjornal.com 5 InternetJuliana Demier - juliana.demier@gmail.com ORAÇÃOASANTO EXPEDITO Festa 19 de abril. Comemora-se todo dia 19 Se vc. está com algum , precisa de , peça a Santo Expedito. Ele é o Santo dos Negócios que precisam de pronta solução e cuja invocação nunca é tardia. Problema Difícil e aparentemente sem Solução Ajuda Urgente ORAÇÃO Obrigado. : Meu Santo Expedito da Causas Justas e Urgentes, socorrei-me nesta hora de aflição e desespero. Intercedei junto ao Nosso Senhor Jesus Cristo! Vós que sois o Santo dos Aflitos, Vós que sois o Santo das Causas Urgentes, protegei-me, ajudai-me, Dai-me Força, Coragem e Serenidade. Atendei o meu pedido: (fazer o pedido) Ajudai-me a superar estas Horas Difíceis, protegei-me de todos que possam me prejudicar; Protegei minha família, atendei o meu pedido com urgência. Devolvei-me a Paz a Tranqüilidade Serei grato pelo resto da minha vida e levarei seu nome a todos que têm fé. Rezar 1 Padre Nosso,1 Ave Maria e Fazer o sinal da cruz. “para que os pedidos sejam atendidos é necessário que sejam justos”. Agradeço a Santo Expedito a Graça Alcançada.Santo Expedito Arede social Pinterest, que era restrita ao compar- tilhamento de imagens, anunciou nesta semana o lança- mento de um novo serviço de mensagem, que poderá ser com- partilhada por escrito com uma pessoa ou com um grupo de até dez usuários. A Plataforma de imagens Pinte- rest foi elaborada para ajudar a planejar e organizar diversos tipos de projetos, - como jan- tares, viagens ou a reforma do apartamento -, esse novo servi- ço aumentará as possibilidades dos usuários de compartilhar descobertas ou novas ideias com outras pessoas. A rede social recordou o lança- mento da opção que possibilita a troca de “pins” (imagens) entre usuários com afinidades simila- res, introduzida no ano passa- A Novidade na Rede Social Pinterest do e que rapidamente tornou-se muito popular. De acordo com os dados da empresa, mais de 2 milhões de “pins” são enviados todos os dias em mais de 750 milhões de tabuleiros. O novo serviço de mensagens funcionará de maneira similar à troca de “pin”: após abrir a notificação de comunicação, o usuário pode responder e esta- belecer uma conversa, que ficará armazenada na seção dos alertas e junto às notificações. Na atualidade, o Pinterest apa- rece como uma das principais redes sociais do mundo e, se- gundo os dados do serviço de marketing digital Experian, apa- rece como a terceira maior nos Estados Unidos, ficando atrás apenas do Facebook e Twitter. A “pinterest” vai abrir escritório no Brasil Até!!! Interino Laio Brenner
  6. 6. Niterói 08/08 a 15/08/13 www.dizjornal.com 6 Edgard Fonseca edgard.fonseca22@gmail.com Edição na internet para Hum milhão e 200 mil leitores O Mané Fogueteiro L i um artigo do jornalista, doutor em Filosofia e laureado escritor perua- no Mario Vargas Llosa, prêmio No- bel de Literatura de 2010, onde fez uma comparação dramática entre a situação política brasileira e a vergonhosa derrota de 7 X 1, da seleção brasileira, contra a Alemanha. Em trechos que grifei estão: “Não houve nenhum milagre nos anos de Lula, e sim uma miragem que agora co- meça a se dissipar... A verdade é que não houve nenhum milagre naqueles anos, e sim uma miragem que só agora começa a se esvair, como ocorreu com o futebol brasileiro. Uma política populista como a que Lula praticou durante seus governos pôde produzir a ilusão de um progresso social e econômico que nada mais era do que um fugaz fogo de artifício. O en- dividamento que financiava os custosos programas sociais era, com frequência, uma cortina de fumaça para tráficos de- lituosos que levaram muitos ministros e altos funcionários daqueles anos (e dos atuais) à prisão e ao banco dos réus... O governo brasileiro disse que não havia di- nheiro público nos 13 bilhões que inves- tiria na Copa do Mundo. Era mentira. O BNDES (Banco Brasileiro de Desenvol- vimento Econômico e Social) financiou quase todas as empresas que receberam os contratos para obras de infraestrutu- ra e, todas elas, subsidiavam o Partido dos Trabalhadores, atualmente no poder. (Calcula-se que para cada dólar doado tenham obtido entre 15 e 30 em con- tratos). As obras da Copa foram um caso flagran- te de delírio e irresponsabilidade... As ci- fras que os órgãos internacionais, como o Banco Mundial, dá na atualidade sobre o futuro imediato do país são bastante alar- mantes...” Ele ainda aponta que uma reeleição da presidente Dilma será a ruína definitiva do país, que vive de maquiagens financeiras, gastando mais do que pode e aumentan- do impostos imoderadamente para suprir a demanda sem feios que eles mesmos provocam com obras faraônicas e super- faturadas. Concordo com tudo, em gênero e núme- ro e mais ainda com a imagem usada para definir as “façanhas” do Lula que não pas- savam de miragens e ilusões como fogos de artifício. Diante da perfeita imagem proposta, doravante poderemos denomi- na-lo de “Mané Fogueteiro”. Representa a síntese do PT. Muita conversa, alardes, folguedos (com dinheiro público) e men- tiras. Falsas promessas na crueldade de um marketing repetitivo e criminoso que produz a luz enganosa e resulta na pere- ne escuridão. Pura propaganda ofuscante como faziam os nazifascistas e a falência moral e ética. Ainda que nos livremos deles hoje, nos- sos filhos e netos ainda irão pagar por muitos anos o imenso prejuízo do grande engodo eleitoral; um projeto de poder que esta organização (PT) implantou na entranhas das instituições nacionais. La- mentavelmente... C omo se não bastasse o es- tado policiales- co e violento que te- mos, outras vertentes de violência se incor- poram ao nosso coti- diano. Uma das mais abomináveis, com viés de intimidação, são os não rotuláveis ativistas dos movimentos, ditos sociais, mas que são antissociais na sua filo- sofia e prática. Compreendemos e apoiamos qualquer movimento reivindica- tório das classes trabalhadoras e o direito de expressão e descontentamento. Seja de que seguimento for. Protestar e assumir posições são direitos inalienáveis de qual- quer cidadão. Entretanto, o que temos vis- to é a má utilização e distorção da prática. Não podemos compactuar com atos de violência, especialmente contra jornalistas que se apresentam nessas situações, sim- plesmente para trabalhar! A imprensa é a portadora da informação e inclusive da difusão dos desejos e insatis- fações populares. É a expressão do direito vivo. Está sempre do lado do fato, da ver- dade que se mostra e que pode e deve ser questionada; mas, jamais agredida, vilipen- diada e abusivamente oprimida. É inacei- tável que um grupo de ativistas presos ao saírem da prisão, em Bangu, se dirija aos jornalistas como se fossem inimigos e parta para beligerância física; que inclusive atin- giu pessoas que não eram jornalistas, es- tavam presentes e tiveram a infeliz ideia de se expressarem contra o feito. Tornaram-se vítimas agregadas. É o sistema da inconsciência vingativa e inegociável. Os ativistas partiram para por- rada, não importando contra quem. Este Inadmissíveis Agressões mesmo grupo de pessoas, que se arvora a serem os proprietários da verdade e do inconformismo anárquico, é o mesmo que protagonizou a lamentável cena da armadi- lha que caiu o Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro. Pela informação que temos, a intenção da direção do Sindicato foi a de dar voz e au- dição aos manifestantes presos, aliados e parentes num encontro para dialogar sobre as questões em pauta. No decorrer do en- contro, os manifestantes tomaram o rumo do protesto agressivo dirigindo a sua fúria contra os próprios jornalistas que os aco- lhiam e escutavam. Uma nova sessão de agressões verbais que poderiam se encami- nhar para a porrada explícita. Ameaças do tipo: “nós vamos pegar vocês”! Sabemos apenas que o pior animal é aquele que morde a mão de quem o alimenta... Nós, jornalistas, contamos fatos e alguns fazem análises e formam opinião. Discordar do texto é direito de todos. Mas, responder com agressões físicas é o fim da linha. Des- respeito e desapreço. Não há mais nada no campo das ideias, desconstrói-se o direito e perde-se o senso de urbanidade e cidada- nia. Desta maneira, não há o que argumen- tar nem defender. Contra absurdos como estes não há o que dizer. Que se aplique a lei! E “dura lex sed lex.“ “São Tander” Quando vemos um banco estrangeiro, como o Santander, alertar clientes para as possi- bilidades financeiras negativas se o atual governo que aí se encontra permanecer, nos solta aos olhos o tamanho do perigo existente que nos ronda. Não importa se as reações e repressões do poder tenham feito o Banco demitir funcioná- rios e ter que se retratar publicamente. Essa imposição do governo central apenas fortalece e ratifica a fragilidade e desencontro que se encontra. A diferença entre um apedeuta e um intelectual
  7. 7. Niterói 08/08 a 15/08/13 www.dizjornal.com Acidade de Campos estará comemorando o centenário de Hervé Salgado Rodri- gues, um dos ícones do jornalismo campista e do interior fluminense. Ele foi jornalista, advogado, editor, proprietário de jornal (A Notícia), professor, teatrólogo, sindicalista, escritor e boêmio. O Conselho Municipal de Cultura-Concultura/Campos, fará uma série de eventos em conjunto com a Academia Campista de Letras, Associação de Imprensa Campista e a Câmara Municipal. 7 Dr. Helder Machado Urologia Tratamento de Cálculo Renal a Raio Laser Rua Dr. Celestino, 26 Centro - Niterói. Tels:2620-2084 /2613-1747 Clínica Atendemos UNIMED eParticular Atendimento 24H pelo tels: 8840-0001e9956-1620 Edição na internet para Hum milhão e 200 mil leitores Ficamos todos desalentados com a evi- dente e crescente desqualificação dos serviços dos bancos públicos. No passado, ter uma conta no Banco do Brasil era uma espécie de meta das empresas e dos profis- sionais liberais. O serviço era de primeiro mundo. Nos últimos tempos, especialmen- te nos quatro anos do governo Dilma, hou- ve um retrocesso brutal na qualidade dos serviços. E a Caixa Econômica Federal? Esta decaiu; e está pior do que o Banco do Brasil. É como se tivessem trocado todos os funcionários e a direção é inteiramente confusa e inabi- litada. As informações são desencontradas, uma absoluta falta de liderança e atenden- tes que falam um português eivado de erros e vícios. “Nós vai e nois faiz” é inadmissí- vel, desde que existe uma exigência de 2º Retrocesso da Qualidade grau para exercício da função. Antigamente era motivo de orgulho trabalhar na Caixa e no Banco do Brasil. Os antigos funcionários (bons funcionários) devem estar passando um aperto e um constrangimento imenso com tantos “funcionários Cumpanhêros” Já presenciei situação em que o gerente dava um comando e o caixa desconsidera- va a ordem dada e dizia: “está errado! Eles não sabem nada!” O aparelhamento federal está em todas as instituições, em todos os níveis; as regras para o exercício da função foram jogadas no lixo e os critérios de concurso são os do compadrio e indicações de outros “sin- dicalistas”. Um Brasil de ponta cabeça. É como viver numa Bolívia piorada. O governador Geraldo Alkimim ao ser questionado sobre a violência em São Paulo respondeu que a maior dificuldade está nas ações do governo Federal que não policia as suas fronteiras, permitindo a lavagem de dinheiro e o tráfico de drogas pesadas como o crack e cocaína. Ele disse: “aqui produzimos soja, milho, carne, etc... Se não produzimos drogas pesadas, como é que entra?” A sua expectativa está na vitória do candidato do seu partido senador Aécio Neves, para que possa estabelecer um diálogo com o planalto visando melhorar as questões de segu- rança nas fronteiras e reduzir grande parte dos crimes em são Paulo. Fronteiras Abertas Foram cancelados em Niterói em torno de 66 mil títulos de eleitores. Entretanto, soman- do os novos e transferidos existe algo em torno de 25 mil. Ou seja: saem 66mil antigos e que conhecem as pessoas e entram 25 mil entre novatos e “estrangeiros”. Para os antigos políticos foi um mau negócio. Pelo menos, 41 mil votos se perderam e ainda vão enfrentar um eleitorado que não os conhece e nem fazem questão de conhecê- los. E neste marasmo de campanha!!! Ficou ruim... Menos Eleitores Medalha José Cândido de Carvalho A escritora Belvedere Bruno recebeu a medalha José Cândido de Carvalho na Câmara de Vereadores de Niterói por iniciativa do vereador Bruno Lessa. Na foto, Belverede ladeada pelo acadêmico, escritor e poeta Luiz Antonio Pimentel. Centenário de Hervé Salgado
  8. 8. Niterói 08/08 a 15/08/13 www.dizjornal.com 8 Renda Fina Aniversariantes da Edição Sonia Andradelima Luiz Jourdan Amora Glória Diuana Paulo Lemos Claudinier Barbosa Edição na internet para Hum milhão e 200 mil leitores Aniversário de Mario de Sousa Continentino Porto, Mario de Sousa, Ana e Sergio Caldieri Silvio Lessa, Mario de Sousa e Marlene Nasser Bruno Lessa, Thatiana Cunha e Mario de Sousa Fotos Sergio Caldieri e Marlene Nasser
  9. 9. Niterói 08/08 a 15/08/13 www.dizjornal.com 9 Terapeuta Holística thatiana.ncunha@gmail.com T! News contato@erisveltonsantana.com erisveltonsantana.com E! Games Rua Miguel de Frias, 40 - Icaraí, Niterói - (21) 2717-9117 Acupuntura, Yoga, Meditação, Shiatsu, Reiki, RPG Respiração e Drenagem Linfática Um Anel Para a Todos Governar T udo começou com a forjatura dos grandes anéis: 3 foram dados aos elfos, imortais e os sábios e juntos de todos os seres; 7 aos senhores dos anões, grandes mineradores e artesãos dos sagãos das montanhas; e 9 nove para a raça dos homens, que acima de tudo desejavam o poder... Poucos autores foram tão completos quanto J.R.R Tolkien (o Senhor dos Anéis" e de "O Hobbit etc.), o mundo e descrito em detalhes através de obras acabadas e inacabadas e foi essa informação usada para criar o novo game “Middle-Earth: Shadow of Mordor” que se passa entre os eventos de "O Hobbit", e "O Senhor dos Anéis", durante o reaparecimento de Sauron e sua retomada de Mordor. A terra negra foi purificada e por dois mil anos protegida por guardiões. Talion, pro- tagonista do game, é um desses guardiões, um soldado que voltou dos mortos e ago- ra divide o corpo com um espectro, sendo imortal. A identidade do espectro e seus objetivos são misteriosos. Se seus poderes ajudam a combater os servos de Sauron, parece ób- vio imaginar que a entidade é “do bem”, mas, como ensinam as obras de Tolkien, o Bem e o Mal dividem es- paço dentro de cada um. Ainda que cheio de po- deres, Talion é apenas um contra todo o exército de Sauron. Isso significa que ele não pode simples- mente sacar sua espada e sair decapitando orcs. Às vezes, é preciso agir de forma planejada, cau- telosa, se movendo pelas sombras, como um assas- sino. Toda interface de “Sha- dow of Mordor”, um jogo de aventura em terceira pessoa, lembra muito a série "Assassin’s Creed". Mas, não se pode redu- zir o game a uma cópia de outro, seria le- viano. O jogo traz, novidades promissoras. A maior delas é o revolucionário Nemesis System, que dá um pano de fundo rico a diversos inimigos de Talion. O sistema cria um organograma dos exér- citos de Mordor, com orcs e goblins rece- bendo patentes diversas, características de combate únicas e objetivos e propósitos ex- clusivos. Conforme Talion vai encontrando com eles durante o jogo, esses NPCs vão se tornando inimigos ou arqui-inimigos com histórias próprias. Ainda sem data de lançamento, "Middle- Earth: Shadow of Mordor" será lançado para PC, Xbox One e PS4. Versões de PS3 e Xbox 360 também chegarão às lojas, mas com certas limitações, como a ausência do Nemesis System. Cromoterapia L i com alegria essa semana sobre a ope- ração do menino Die- go. A história ganhou no- toriedade nas redes sociais após a criação da página “Ajudem a operar o Diego” pelos amigos da família, além da criação da campa- nha para arrecadar doações com a venda das camisas “Juntos somos invencíveis". O pequeno Diego foi diag- nosticado com um câncer no dia 24 maio, quando ele torceu a boca por dez segundos e fa- lou embolado quando um exame identificou um tumor. Após a segunda operação, que retirou praticamente todo o restante do tu- mor, não retirado totalmente no primeiro procedimento cirúrgico, uma biópsia ainda no centro cirúrgico revelou o que os pais não esperavam, o tumor era de grau III, de uma escala até V. Por conta dessa mudança o pequeno terá que passar por 30 sessões de radioterapia para eliminar qualquer cé- lula que possa desenvolver um novo tumor. Uma corrente de vibrações positivas desde a descoberta da doença tem ajudado na re- cuperação do pequeno. Além disso, os pais de Diego estão recorrendo a uma ajuda que julgo de extrema importância: a espirituali- dade e a tratamentos alternativos, como a cromoterapia e o reiki. Sempre disse da importância em termos um alicerce fora do plano físico para nos apoiarmos. Ga- nharmos força. A fé é importante. É nela que nos res- tabelecemos emo- cionalmente, muita das vezes. E quanto ao trata- mento com a cro- moterapia, para quem não conhece, ela é a ciência que utiliza as cores do Espectro Solar para restaurar o equilíbrio físico-energético em áreas do corpo huma- no atingidas por alguma disfunção. A Cromoterapia traz benefícios aos por- tadores de qualquer disfunção, começando por aliviar as dores e finalmente pela recu- peração dos pacientes, na maioria das do- enças. A Cromoterapia faz o equilíbrio do fluxo energético e trata a causa física, eliminando a dor e restabelecendo a saúde após uma série de aplicações, numa média de dez a quinze. A Cromoterapia consta na relação das prin- cipais terapias alternativas ou complemen- tares reconhecidas pela Organização Mun- dial de Saúde em 1976. Que os benefícios da cromoterapia possa ajudar a todos que a ela recorrer. Força Diego! Namastê!
  10. 10. Niterói 08/08 a 15/08/13 www.dizjornal.com 10 Fernando Mello - fmelloadv@gmail.com Fernando de Farias Mello Capitanias Hereditárias N osso país possui um dos maiores emaranhados jurídicos do mundo. Emaranhado que mais parece um daqueles postes de rua, tortos e com fios às centenas indo e vindo de todas as direções possíveis. É assim que entendo a quantida- de de leis que existem em nosso país e a própria situação do Judiciário. Mas, o amigo leitor deve estar pensando: isso não é novidade nenhuma! Está certo! Mas o porquê das coisas e das inúmeras leis, decretos, portarias, atos etc, ninguém sabe ao certo o que é certo. Leis foram feitas para serem cumpridas. Uma afirmativa na enorme parcela das na- ções desenvolvidas. Infelizmente esse con- ceito não acontece em nosso país. Vejam que primeiro você discute a todo tempo como é que se aplica a tal Lei recém criada. Depois acham necessário criar uma nova lei, chamada de “reguladora”, para dizer como aplicar uma Lei. É difícil até de escrever, tamanha (desculpe a palavra) bo- çalidade. Leis que explicam Leis e que se- rão discutidas nos bares, nas esquinas, nos processos judiciais, até chegarem à instân- cia superior e alguém decidir que a Lei que regulamenta a Lei é legal! Por isso e sem pessimismo afirmo que o nosso Brasil não tem jeito no curto e médio prazo. Esse processo complica- do, e muitas vezes com ausência de inteligên- cia, vem lá de longe. E tem mais de 500 anos, quando foram criadas as chamadas Capitanias He- reditárias. Todo mundo sabe que foram criadas faixas de terra a partir do oeste do Brasil, no limite do Tra- tado de Tordesilhas até o oceano Atlântico. Essas terras foram distribuídas aos amigos da nobreza de Portugal. Coisa de amigo para amigo, sem nenhum comprometi- mento de mercado ou social, ou até mesmo de cunho colonizador, pois não houve um crité- rio sério, mas sim, para agradar os amigos. A pi- lhagem e o ôba-ôba co- meçaram já no início de nossa curta história. Deu tudo errado, claro. O que é de graça tem pouco valor, ideia que até hoje vinga. E o Brasil deu no que deu: um país cujo fu- turo vem sendo prometido à gerações, por séculos à fio. Eu mesmo escutei na escola que o “Brasil é o país do futuro”. Eu era apenas um garoto quando ouvi essa frase e saí da escola com a mente viajando e pensando que o nosso país seria igual ao Japão e que em pouco tempo teríamos até o nosso National Kid tropical. Tudo uma balela, pois o futuro do meu Brasil foi um Golpe Militar antes e tor- turas para todos os lados depois. Por fim, os milicos criaram os A-I, atos institucionais, que nada mais foram que textinhos feitos pelos golpistas, mas que mudavam a nossa Constituição e a nossa vida. Simples. Um grupelho resolve mudar a Carta Magna, a principal Lei do nosso país, do dia para a noite. Bem simples. Então, e como se sabe, o National Kid tro- pical jamais se tornou realidade, claro. Mas, as Capitanias Hereditárias continuaram e continuam até os dias de hoje. O Brasil é loteado pelo Poder Executivo em busca de vantagens eleitorais. Ou, o que você acha que o José Sarney é? Ele é o imperador do Maranhão! São incontáveis os prédios pú- blicos, ruas, pontes, praças no Maranhão com o nome dos Sarney. Assim como nas Capitanias Hereditárias dos anos 1500, as atuais são iguais: só os “donos” saem ga- nhando. O povo e o Brasil só perdem. No tempo gasto por você na leitura deste artigo, dezenas de Portarias e Regulamen- tos foram criadas. E o Deputado Tiririca, não conseguiu contar o seu volumoso salá- rio, por falta de tempo. Fernando Mello, Advogado www.fariasmelloberanger.com.br e-mail: fmelloadv@gmail.com PALÁCIO TIRADENTES: LUGAR DE MEMÓRIA DO PARLAMENTO BRASILEIRO. E Vamos Roubar... E Fica Tudo Igual... Só para Quem Rouba!
  11. 11. Niterói 08/08 a 15/08/13 www.dizjornal.com Pela Cidade 11 Edição na internet para Hum milhão e 200 mil leitores Câmara Comemora Aniversário A Câmara de Vere- adores de Niterói comemora os 195 anos de sua fundação nes- ta segunda feira, dia 11, com a participação de 40 instituições públicas e pri- vadas, oferecendo aten- dimento gratuito para a comunidade, num grande encontro de Ação Social. Este será o quinto ano consecutivo que o Legis- lativo de Niterói organiza um evento social para comemorar o aniversário da Casa. A partir das 9 horas e até às 17 horas, voluntários das instituições que participam da ação social vão oferecer serviços como emissão de segunda via de documentos como carteira de identidade, trabalho e certidão de nascimento; medição da pressão arterial e testes de glicemia além de atendimentos odontológicos para profilaxia e aplicação de flúor. Também serão oferecidas consultas jurídicas sobre diversas áreas do direito, informações sobre defesa do consumidor, doações de medula óssea e de economia de energia elétrica. O Presidente Paulo Bagueira, responsável pela criação das festividades comemorativas pelo aniversário da Câmara disse:”o objetivo é abrir o legislativo à população, para que possam conhecer melhor o trabalho da Casa e acompanhar o mandato dos vereadores, ampliando a participação popular e a transparência de nossas ações”. Dona Saudade em Cartaz C om direção de Camila Amado, estreou no dia 17 de julho a peça teatral “Dona Saudade” de autoria de Bernardo Florim. O espetáculo está em cartaz no Centro Cultural do Banco do Brasil. Rua Primeiro de Março, 66, no Centro do Rio de Janeiro. No elenco: Ivone Hoffman,Brígida Menegatti, Jaderson Fialho, Fábio Cardoso e Isabela Dionísio. Bernardo Florim é um jovem autor de 21 anos, cria da Faculdade de Cinema da UFF. Deputado Felipe Peixoto Solicita Obras O s deputados Feli- pe Peixoto (PDT) e Comte Bittencourt (Solidariedade) ingressaram na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, na última quar- ta-feira, dia 6, com indicações solicitando ao Governo do Estado obras de recuperação e modernização no Estádio Caio Martins e no Horto do Fonseca. Pontos tradicionais e de grande importância para o segmento de esporte e lazer em Niterói, os dois complexos estão há anos sem receber melhorias. Os parlamentares decidiram fazer juntos a indicação das obras por entenderem que se trata de dois espaços públicos que precisam ser disponibilizados para a população. Atualmente, o Caio Martins funciona em situação precária, e precisando de reformas estruturais como um todo, e mais ainda no telhado do ginásio e nas salas internas. Felipe Peixoto lembra que recuperar o espaço é um antigo desejo seu: “A ideia é transformar o complexo em um parque para toda a família, com áreas para atividades de lazer e de esportes gratuitas para todas as idades, e ampla infraestrutura com vestiários, acesso à internet, pistas de skate e diversas quadras. Defendo a recuperação do Caio Martins há anos, e inclusive evidenciei isso em 2012, quando concorri à Prefeitura de Niterói. Agora, com o governador Pezão, poderemos restaurar este espaço que é, por direito, dos niteroienses, disse”. P elo modelo espúrio brasileiro, con- cessionárias de serviços públicos como a Ampla, se esquecem que estão prestando um serviço à população por concessão e, contraditoriamente, comportam-se de forma autoritária e de- sigual. É sabido que para se fazer o corte de energia de algum cliente inadimplente é preciso primeiro notificá-lo, dar um pra- zo, mínimo que seja, para após executar o corte em caso do não pagamento. Ultima- mente recebemos algumas reclamações de que a Ampla tem executado o corte sem o devido tempo de prazo. O pior foi o caso de um cliente que nesta semana teve sua conta cortada por acusarem a inadimplência de uma conta de sete meses passados. É inverossímil que a Ampla com seu “corte afiado” fosse esperar sete meses para corta o fornecimento de energia, e o pior, sem notificar o cidadão. Daí, resulta um ganho adicional que são as taxas de religação e a provável incapacidade do cidadão de provar que pagou a conta, pois muita gente não guarda contas com mais de três meses, visto que seria impossível ter energia após três meses de inadimplência. O constrangimento e o prejuízo do cidadão deveria ser regiamente indenizado. A justiça é o único caminho contra os ”Senhores Donos da Luz”. Se houvesse seriedade nas nos- sas práticas institucionais, não teríamos concessionários públicos se comportando como donos do bem público. Afrontas da Ampla Deputado Felipe Peixoto e governador Pezão
  12. 12. Niterói 08/08 a 15/08/13 www.dizjornal.com Em Foco dizjornal@gmail.com 12 Edição na internet para Hum milhão e 200 mil leitores Suspeitas, Falácias e Medos Vivemos num país de incertezas e com um nível de corrupção acima do limi- te e num “vai e não vai desalentador”. Naturalmente, num clima assim é compre- ensível que boatos se espalhem, suspeitas se projetem até para pessoas aparentemente insuspeitas, e a insegurança jurídica gere um medo, quase terrorista. É preciso falar das fa- lácias como medida de reflexão e anteparo e alerta contra malfeitores. Quando colocamos possibilidades, até então tidas como secretas expomos a nossa contestação antecipada. Se for apenas uma falácia, se perderá no lastro de outros fatos. Mas, se for uma verdade en- coberta, desnudamos o golpe, alertamos os parceiros possíveis de reação e dizemos ao inimigo que vamos enfrentá-lo, ainda que de- sarmados. Este terrorismo de informações que percorre as redes sociais, e muitas sugestões tortas nas entre linhas das notícias geram medo. O me- lhor a fazer é desmistificar e encarar. O que mais ouvimos neste momento é a pos- sibilidade de fraude nas urnas eletrônicas. É possível existir, mas temos que nos precaver e criar mecanismos de defesa. Já que o Tribunal não aceitou imprimir o voto dado eletronica- mente (como existe na Índia) - e que é posto em outra urna-, com argumento que deixa- ria de existir o “voto secreto”, sugerimos que cada eleitor envie por email a declaração do seu voto. Vamos disponibilizar um email do jornal para abrigar essas informações. Fa- remos comparações e a partir de amostragens podermos aferir em que patamar existe ou não fraudes. Não va- lerá juridicamente como prova, mas será uma informação que iremos divulgar pondo em cheque os possíveis fraudadores. Sugerimos que muitas coletas como essas sejam feitas por outros jornais, empresas e pessoas físicas. A outra falácia é que essa é a eleição que vai ser decidida na compra de votos. Daí, os po- líticos endinheirados estão poupando nume- rários, retardando os anúncios de campanha para sobrar mais dinheiro para explícita, de- sonesta e criminosamente, comprarem suas vagas através do voto vendido. Desde já alertamos que aquele político, mais ou menos desconhecido ou decadente que não fizer campanha e aparecer eleito, deverá ser alvo de graves suspeitas. Quanto mais o povo observa e participa, mais inibe a campanha suja e venal. Militantes do PT disseminam falações que não vão aceitar a derrota e que vão fazer de tudo para que a situação se mantenha como está. Mas como assim? Vão decompor a ordem ins- titucional com algum tipo de golpe? Não acreditamos nesta ameaça intimidadora e útil para ganhar eleição na base do grito. Dizem também se Aécio Neves vencer, no dia da sua posse será deflagrada uma greve na- cional patrocinada pelos sindicatos dos “cum- panhêros”, paralisando o país. É possível que reajam e tentem boicotar o próximo gover- nante, e não vão querer entregar os “cargos” que possuem nesta imensa máquina emper- rada e aparelhada sordidamente, mas, outros sindicatos estão alinhados com o candidato Aécio Neves e o apoiarão. Discute-se insistentemente que a campanha para o desarmamento foi uma grande mano- bra para fragilizar a nação em caso de uma reação popular. Entretanto, as fronteiras es- tão abertas para todo tipo de armas que os bandidos ostentam , aterrorizam e matam. Suspeitas imigrações também nos rondam e ameaçam. Precisamos ter bom senso e não nos perdermos em discussões banais, mas trocar informações, ainda que não compro- vadas como uma forma de proteção. O país quer que seu povo lute para não ser escravo de ditadores cruéis, onde a igualdade na po- breza existe só para o povo, Eles vivem como grandes faraós da modernidade. Tudo ao rei e miséria ao povo. Viva!

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