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Diz Jornal Edição 170

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Edição 170 do Diz jornal, 2ª quinzena de fevereiro.
Um jornal plural que aborda temas desde política até saúde, games e internet.

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Diz Jornal Edição 170

  1. 1. Niterói 22/02/17 a 11/03/17 www.dizjornal.com Diretor Responsável: Edgard Fonseca Circula por 15 dias Diz: Todo Mundo GostaThaisCoutinho‐jóias:FernandaLouback‐makeup&hair:WagnerMoraesdoDepilleBeaut‐foto:JulioCerino Edição Online Para Um Milhão e Oitocentos Mil Leitores Zona Sul, Oceânica e Centro de Niterói16 es ImpressosMil Exemplar 2ª Quinzena Nº 170 de Fevereiro Ano 09 de 2017 da Fé Estelionato O Página 03
  2. 2. Niterói 22/02/17 a 11/03/17 www.dizjornal.com 2 Cultura Paulo Roberto Cecchetti cecchettipaulo@gmail.com annaperet@gmail.com DIZ pra mim... (que eu conto) Anna Carolina Peret Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores - Vem aí a 4ª edição de 'Literatura na Varanda', com entrada franca, no Parthenon Centro de Arte e Cultura (Rua General Andrade Neves, nº 40 - Centro), dia 18 de março, sábado, das 16 às 19 h. - A Academia Niteroiense de Letras/ANL promove sessão conjunta com o Cenáculo Flumi- nense de História e Letras/CFHL em homenagem ao centenário da Academia Fluminense de Letras/AFL. - O Centro de Artes UFF (Rua Miguel de Frias, nº 9 - Icaraí) apresenta ‘Cavernália - ar- queologia do traço’, com Adriano Melhem, Lígia Teixeira, Osvaldo Carvalho, entre outros; e no Espaço UFF de Fotografia a exposição ‘O Vizinho’, de Victor Saverio. Ambas com visitação de 2ª a 6ª, das 10 às 21 h; sábados e domingos, das 13 às 21 h. Duração até 26 de março. Vale conferir! - No dia 8 de março, quarta-feira, às 17 horas, na Academia Niteroiense de Letras, haverá sessão conjunta com o Elos Clube de Niterói, com o tema: “Mulheres de destaque na His- tória do Brasil”. Será uma Comemoração do Dia Internacional da Mulher, que terá como palestrante a acadêmica Matilde Slaib Conti. Vaca de Presépio G osto demais de filmes policiais. Sei que não é o estilo mais popular. Per- de de longe, em número de admi- radores, para gêneros como ficção cientifica e comédias rasgadas. Reconheço, inclusive, que, aqui no Brasil, o filme policial clássi- co acabou por adquirir contornos próprios, enveredando pelos mares do thriller social – como em “Tropa de Elite” e “Carandiru” – e símiles, como os conhecidos “favela movies” – nos moldes de “Cidade de Deus” e “Cida- de dos Homens”. A questão é que fico mui- to contente quando assisto a um bom filme policial nacional. Daqueles que não precisou envolver mazelas tipicamente brasileiras para emplacar. É, simplesmente, um filme fantásti- co por suas características principais: história envolvente, bom roteiro, direção competente e elenco de primeira. E encontro-me feliz em dizer que, após anos, posso apontar uma película com essas carac- terísticas: “O Crime da Gávea”. O filme em si é simples, assim como o seu argumento. A questão é como esse pacote de ideias é entregue ao público. Imagine um homem que, após um dia de trabalho, vai para casa, acreditando encontrar sua esposa e filha. De fato, ele encontra. Entretanto, sua mulher acabara de ser assassinada e sua filha, de ape- nas dois anos, está em seu berço, dormindo tranquilamente. O apartamento em que eles moravam, na Gávea, bairro nobre do Rio, está intocado. Sem nenhuma marca de violência, arromba- mento, enfim, nada. Um crime limpo, um homicídio perfeito. E, surge então a per- gunta: quem matou sua esposa? A po- lícia investiga até o próprio marido que, porventura, poderia estar envolvido no crime. Afinal, sua mulher tinha raízes ricas, enquanto ele vinha de origem po- bre. O filme se de- senrola numa sobre- posição ascendente de pistas e investigações infindáveis. Um clássico motim de angustia e suspense, como há muito tempo eu não pre- senciava. Em meio a tantos filmes que só me decepcionam, surge uma luz em meio a uma safra tão fracassada! Salve o cinema brasileiro! Todavia, eu preciso fazer justiça. E, nesse caso, ser correta significa discorrer também sobre uma clássica produção policial, de ori- gem norte-americana e enredo bastante pa- recido com o supracitado, que está sendo lançado concomitantemente. Em “Versões de um Crime” um adolescente é acusado de assassinar o pai rico. E, detalhe: ele é réu confesso. Para defendê-lo, nomeia- -se um advogado que seria, até então, amigo da família. No entanto, na medida em que a investigação avança, descobre-se que a mãe do garoto está ocultando diversos fatos essenciais ao caso. E mais: o garoto não só não demonstra ar- rependimento como parece pouco disposto a colaborar na própria defesa. O filme marca um triunfal retorno da atriz Renée Zellweger, que não protagoni- zava bons filmes desde “A Minha Canção de Amor”, de 2010. Da mesma forma, marca também o renascimento de Keanu Reeves. O ator que se afastou de grandes produções e focou em papeis menores nos últimos anos, retoma as telonas em grande estilo em 2017, protagonizando, também, a aguardada sequ- ência de “De Volta ao Jogo”, com o longa “John Wick: Um Novo Dia Para Matar”. E eu, antes de fechar esse texto, farei propa- ganda de um dos meus atores prediletos. Pois, Ben Affleck assina o roteiro, dirige e estrela a “A Lei da Noite”. E ganha todos os meus aplausos de pé. Dessa vez, este multitalentos e filho de Hollywood encarna um ladrão que acabou por se tornar o maior vendedor de rum do Costa do Golfo, na década de 1920, durante a vigência da Lei Seca americana, ou seja, quando a produção, distribuição e venda de bebidas alcoólicas era inteiramente reprimida. Ben Affleck ficou três anos traba- lhando neste projeto. Todavia, até o presente momento, o filme não alcançou o sucesso es- perado. Publicações internacionais de renome afirmam que a película acumula um prejuízo em torno de 75 milhões de dólares para a Warner Bros. O estúdio esperava, inclusive, que o filme fosse receber indicações para o Oscar, o que poderia atrair mais espectado- res... Só que isso não aconteceu. Como sou uma pessoa controversa – e não tenho medo de dar minha opinião – afirmo que se trata de mais uma película claramente injustiçada! O longa é ótimo e merecia reconhecimento. Enfim, mais uma discordância entre eu e a indústria cinematográfica. E mais uma prova de que eu adoro “ser do contra”, afinal, não nasci para ser Vaca de Presépio.
  3. 3. Niterói 22/02/17 a 11/03/17 www.dizjornal.com 3 Documento dizjornal@hotmail.com Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores O Estelionato da Fé Definitivamente, ficou insuportável a intensa e abusiva programação da TV aberta no Brasil. Os programas “religiosos” tomam quase 70% do tempo de muitas emissoras, e em algumas delas, quase o tempo todo. Sai um “pastor”, entra um “bispo”, e vão se revezando nos múltiplos programas arrecadatórios. Com exceção da TV Globo, as emissoras vivem ou se beneficiam comercialmente das igrejas evangélicas, de diferentes matizes, mas quase todas com o mesmo discurso mercantilista. Mesmo nas programações católicas, ainda que nas mais discretas, existe o “espirito de troca”, temor a Deus, e a mensagens de com- pensações materiais. As palavras do apóstolo Pedro em (II Pe 2:3-4) diz: “e, por avareza, farão de vos negocio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita”... N o íntimo, nas mensagens está a ideia de ganhar dinheiro e cons- truir patrimônio material. Até mesmo as realizações de ordem afetiva e familiar passam por uma lavagem ce- rebral que “Deus” vai oferecer como recompensa o progresso financeiro; e embutido nessas mensagens, o dever da “generosidade dos fiéis” com a igreja, di- rigida aos pastores. É um discurso espú- rio, onde toda “graça” está condiciona- da às doações dos fiéis. Este “Deus” só responde e gratifica a quem paga a sua contribuição. Um “Deus” cruel e merce- nário, equiparado aos exus mais grossei- ros dos terreiros, que “não trabalha de graça”. Além do mais, existem uns pro- gramas que pregam o medo advindo de crendices obscuras, como feitiços, mal- dições e demandas de terceiros, inimigos ocultos, que através de “despachos” fazem mal à vida das pessoas. Coisa de bruxaria da ralé com direito a atores e representa- ções teatrais, “quase convincentes”. E eles sempre capturam o “fiel” desesperado no contrapé, já na descendente. Mas, o que mais impressiona é a capacida- de de se apoderarem de todas as soluções, verdades e dogmas. Somente eles têm a ca- pacidade de “libertar” a todos, desfazer os malefícios e conduzi-los a uma vida plena, abundante e bem estruturada. Desde que estas pessoas “paguem pelo serviço”. Uma deprimente camelotagem da fé, nos tais Congressos da Religiosidade Cega. Isso é exploração da fé e do infortúnio po- pular, podre, desamparado, sem instrução e discernimento da realidade. Estas práticas de sequestro do poder e apropriação indébita, onde todas as respos- tas e soluções universais são, no mínimo, uma “picaretagem mercantil”. E não pas- sam de delitos disfarçados. É uma forma de estelionato, moldado na prostituição dos favores espirituais. Estas práticas teatrais de convencimento misterioso são abusos criminosos com re- quintes na exploração da dificuldade alheia. Se, de modo geral, o povo neste país não teve a oportunidade de instruir-se e vive em conflito e carência (até por este modelo so- cial injusto), e demostra não ter condições de avaliar diferenças nos fatos em questão, cabe ao Ministério Público proteger esta gente. É invocar a figura do incapaz. Se é crime abusar do incapaz, seja ele menor ou com deficiência intelectual e cognitiva, es- sas pessoas carentes e desesperadas podem e devem ser enquadradas como incapazes; o que pressupõe a tutela do Estado. Elas são ludibriadas na sua boa-fé e necessidade de redenção. É um escarnio usar um meio de comunica- ção poderoso como uma emissora de TV, em rede nacional, pregando aberrações, enganações de toda espécie, e se utili- zando da fraqueza desses incapazes para “permutarem” benefícios, mediante ao es- forço hercúleo de quem já está debilitado economicamente (além de emocionalmente instável e rendido às ad- versidades), influenciado e induzido a erro, pela falta de percepção da realidade. É necessária uma mu- dança de paradigma em relação a estes “religio- sos”, e o Ministério Pú- blico poderá fazê-lo. É o caso de forçar a criação de leis adequadas que regulem estas práticas. Lamentavelmente os vendilhões da fé são tão organizados que existe uma influente e numero- sa “bancada evangélica” na Câmara dos Deputa- dos; muitos deles, finan- ciados por estes aparatos, quando não se elegeram por suas permanentes aparições na TV brasileira. Existem pastores de igrejas evangélicas mo- deradas que sabidamente condenam estes comportamentos desabridamente mercanti- listas e sobre tudo baseados na farsa. Es- tes consideram o recolhimento de recursos financeiros natural e necessário, mas, sem estabelecer valores uniformes ou desmedi- dos, mas todas as igrejas vivem de doações e dependem dos fiéis para sobreviverem. Enfrentá-los não é tarefa fácil e ninguém es- pere mudanças sem um árduo litígio. Eles têm muito dinheiro, pagam a grandes ban- cas de advogados, estão na política como arma e defesa e compram a alma e o caráter de muitos poderosos. Existem igrejas que mantém equipes de advogados para pro- cessar, como forma de intimidação, quem os citar. Basta citar. Não é preciso fazer qualquer acusação. Se sentirem qualquer possibilidade de ameaça futura, eles se an- tecipam e litigiam judicialmente, exigindo indenizações milionárias. E esta é mais uma face e forma de faturamento destas orga- nizações mercantilistas. Além de que os políticos temem estas organizações, pois podem fazer contínuas pregações em seus cultos, contra eles. E assim, se submetem e mentem solidariamente. O medo de re- taliação é a tônica do acovardamento e da submissão obsequiosa. Estas organizações praticam crimes de es- telionato abertamente, vendendo de vas- souras mágicas a medicamentos milagrosos e curas de doenças incuráveis, e sem ne- nhuma contenção ou submissão às penali- dades descritas no código de leis. Teatrali- zam o desespero consumado para fazerem a chantagem e intimidação. E os crédulos desesperados, que se danem! Assim caminha o Brasil dos enganados e enganadores. São os negócios eclesiásti- cos. Afinal, é corriqueiro e incorporado ao dia a dia, em nome de Jesus, o comércio da fé. Que os “Senhores Promotores de Direito dos Interesses Individuais Homogêneos, Coletivos e Difusos”, socorram estas pes- soas! Elas, além de infelizes, pobres, sem instrução, entregam aos mercadores da fé tudo que lhes restam. Até suas almas e pudores. Estes arrecadadores desalmados tomam tudo, desde os últimos centavos, até os eletrodomésticos. Campeiam sem lei nem impostos, transbordando de dinheiro fácil. Nesta crise brasileira as únicas empresas que crescem, além de instituições financei- ras e farmácias, são as igrejas. Monumentais projetos, onde cabe cada vez mais crédulos desejosos, massa de manobra e instrumen- to de enriquecimento dos “donos da fé”. Já imaginaram se pagassem impostos (regia- mente fiscalizados), em quanto à saúde e a educação do país seriam beneficiadas?
  4. 4. Niterói 22/02/17 a 11/03/17 www.dizjornal.com 4 Informes Expediente Edgard Fonseca Comunicação Ltda. R Otavio Carneiro 143/704 - Niterói/RJ. Diretor/Editor: Edgard Fonseca Registro Profíssional MT 29931/RJ Distribuição, circulação e logística: Ernesto Guadelupe Diagramação: Eri Alencar Impressão: Tribuna | Tiragem 16.000 exemplares Redação do Diz R. Cônsul Francisco Cruz, nº 3 Centro - Niterói, RJ - Tel: 3628-0552 |9613-8634 CEP 24.020-270 dizjornal@hotmail.com www.dizjornal.com Os artigos assinados são de integral e absoluta responsabilidade dos autores. D! Nutrição clara.petrucci@dizjornal.com | Instagram: Clara PetrucciEdição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Distribuidora Guadalupe 25 Anos de bons serviços Jornais Alternativos - Revistas - Folhetos - Encartes Demonstração de Placas Sinalizadoras Entrega de Encomendas e Entregas Seletivas Niterói - Rio de Janeiro - São Gonçalo - Itaboraí - Magé - Rio Bonito - Maricá - Macaé eguada@ar.microlink.com.br guada@ar.microlink.com.br 99625-5929 | 98111-0289 3027-3281 | 2711-0386 (sec.elet. 7867-9235 ID 10*73448 DG E o Descanso? Tá se Nutrindo Dele? C om a chegada do Carnaval, a animação do brasileiro se multiplica de uma forma que não falta disposição pra nada, principalmente para curtir o feriado todinho! Se divertir é maravilhoso, ficar com os amigos, brindar a vida e ao país lindo que temos, - mesmo com tanta roubalheira e pobreza. Mas será que é só isso que você precisa? Hoje em dia todo mundo malha, trabalha, cuida da casa, tenta seguir uma alimentação saudável, mas esquece de um fator muito impor- tante: o descanso. Se o corpo não desligar ele não recarrega; não dá tempo de processar todas as informa- ções do dia a dia. Descansar é tão importante quanto fazer dieta! Nosso corpo precisa estar em equilíbrio com todos esses fatores- alimentação, atividade física e descanso. Uma prática indispensável e reparadora. Ao invés de querer abraçar o mundo no feriado, aproveite para ler aquele livro que você sempre diz que não tem tempo de ler, assista os filmes que deixou pra assistir quando che- gasse no canal a cabo; descanse o corpo sem despertador, se permita ao “dolce far niente” neste carnaval! Bom descanso, vida que segue, e bem nutrida. Em Busca de Saneamento para Jurujuba Nas palavras da vereadora Talíria Petro- ne, “Niterói é uma cidade que costu- ma se vangloriar de ter 95% de sua popu- lação beneficiada por saneamento básico, mas é inadmissível a condição de vida da parte da população que vive exposta às do- enças provocadas pelo esgoto a céu aberto. A população de Jurujuba, por exemplo, já espera a tempo demais por condições dig- nas de vida”. Baseada nessa realidade, a vereadora mar- cou um encontro com a promotora Luciana Soares Rodrigues, da Promotoria de Tutela Coletiva de Defesa do Meio Ambiente de Flores, da Contenção à Expansão Aartista visual Myriam Glatt usa papelão descartado como matéria-prima para as colagens em grandes escalas que ela cria em for- mas orgânicas a partir de um olhar da série flores. Estes trabalhos po- dem ser vistos, a partir do dia 18 de março, na abertura da exposição “Flores, da Contenção à Expansão”, que ocupa duas salas no Espaço Cultural Correios - Niterói, com curadoria de Isabel Portella, até o dia 6 de maio. Além dos oito rele- vos – como ela gosta de chamar as composições em papelão -, a artista vai expor dez pinturas em acrílica sobre tela, todas batizadas com no- mes de mulheres. Myriam Glatt é arquiteta e cenógra- fa, formada pela Santa Ursula - RJ, e pós graduada em arte filosofia pela PUC/ RJ. Fez aulas de pintura e teorias de arte na EAV Parque Lage e já fez cinco exposi- ções individuais e mais oito coletivas. A visitação será de 20 de março a 6 de maio de 2017, de segunda a sábado, das 11h às 18h, e não abre aos feriados. O Espaço Cultural Correios – Niterói e fica na Avenida Visconde do Rio Branco 481, Centro, Niterói. A entrada é franca e a classificação é livre. Niterói, a líder comunitária Sônia Helena Marqui e a ambientalista Laura França, para buscar soluções. Como resultado desse encontro, a promo- tora vai marcar, para o mais brevemente possível, uma nova reunião com represen- tantes dos diversos órgãos responsáveis pelo atendimento da demanda dos mora- dores do bairro por obras de infraestrutura. Além disso, será realizada uma audiência pública, organizada por Talíria Petrone, para o debate público sobre a necessidade da elaboração e execução de um Plano Mu- nicipal de Saneamento.
  5. 5. Niterói 22/02/17 a 11/03/17 www.dizjornal.com 5 Conexões erialencar.arte@gmail.com E! Games dizjornal@hotmail.com Jêronimo Falconi 2ª Geração GO! D emorou, mas chegou. A desenvol- vedora Niantic finalmente liberou a atualização do game Pokémon GO com o “pacote completo” da segunda ge- ração dos monstrinhos de bolso mais famo- sos do mundo. A liberação das mais de 80 novas criaturas estava prevista para o fim de semana, porém foi antecipado e já estão disponíveis os amados Chikorita, Totodile, Cyndaquil e muitos outros. Os Pokémons da segunda geração são ori- ginários do continente de Johto, nas ver- sões Gold, Silver e Cristal do game da fran- quia original. Isso significa que sua pokedex aumentou significativamente e que ainda há muito que fazer em Pokémon Go. O que mais vai mudar? As evoluções de criaturas da primeira geração já estão disponíveis, como Crobat (que evolui do Golbat), porém outras vão precisar de itens es- peciais para acontecer, é o caso do Seadra que precisa do item Dracon Scale (objetivo nos pokes- tops) para virar Kingdra, por exemplo. A mecânica do game sofreu poucas altera- ções, especialmente na hora em que você encontra uma criatura, com um novo visual de seleção de Pokébolas e Frutas. Além dis- so, a desenvolvedora já disponibilizou mais dois novos tipos de frutas para você utilizar nas capturas. O Nanab Berry que desacele- ra o Pokémon, diminuindo a chance de ele fugir e o Pinap Berry pode dobrar a quan- tidade de doces obtidos em uma captura. Por fim, o sistema de personalização do avatar do treinador foi aprimorado, com mais opções de roupas e troca de visual — assim, nem todos os jogadores vão ser iguais. Vale lembrar que o CEO da Niantic prometeu que ainda em 2017 serão dispo- nibilizadas as atualizações mais esperadas por todos os fãs do game, o tão sonhado sistema de batalha multiplayer e a troca de Pokémon. O que nos resta é esperar por mais informa- ções, a segunda geração já chegou e muita coisa ainda vai mudar em Pokémon Go! VLT Voador Ou eu estou inteiramente desinformado, ou esta obra aqui da Região Oceânica é um engodo. No trecho onde está o entroncamento da Avenida Central, (na praça onde fica o Posto Monza e a Padaria Versalhes) tem um nó que não se explica. Não tem a pista do VLT, não tem obra desta pista e nem espaço para fazê-la. Como o sistema de VLT vai prosseguir? A me- nos que neste local o VLT vá subir num grande viaduto, (que vai levar muito tempo para cons- truir) ou vai sair voando. Não há conexão desse pedaço da estrada com o seguimento que vai para o Engenho do Mato, Bairro Peixoto, Itacoatiara e Itaipu. Existem muitos imóveis nas laterais, e uma desapropriação agora, convenhamos, é praticamente impossível. A estrada fica estreita para os carros, que dirá para passar um VLT. Vai ficar uma obra incompleta? Ou não houve planejamento e quebraram a cara, ou a intenção era enganar mesmo. Depois desse sufoco todo que estamos passado com esta obra... Agora vão dizer que é uma meia-sola de VLT...? Não posso me conformar. Alguém aí pode publicar alguma coisa sobre isso? Insegurança Gratificada Oprefeito de Niterói instituiu uma gratificação de 3.500 reais para policiais militares, civis e guardas do Estado. Uma clara tentativa de “adoçar” os policiais para ver se melhora a insegurança na cidade, que está terrível. Tudo isso, que vai para mais de 2.500 policiais, significa um dispêndio de alguns milhões de reais, enquanto falta muita coisa nos Postos de Saúde e outras necessidades nas outras secretarias. Cortesia com os nossos impostos para ta- par buraco deixado pelo governo do Estado. Estamos pagando duplamente por essa corrupção destruidora. É preocupante a prática dessas atitudes, principalmente sendo usadas para fazer política de imagem do prefeito que faz questão de entregar os cheques pessoalmente, numa clara atitude eleitoral. Ele mal acabou de assumir a prefeitura e já está em campanha para o senado ou para governador do Estado. A decisão dessa escolha vai ficar para o futuro, segundo a sua conveniência naquele momento. E todas essas manobras aprovadas e legalizadas pelos vereadores da cidade. Lamentável... Vai Bater Feio Já falei até com o pessoal da obra. Já comuniquei à prefeitura de Ni- terói. Entretanto, parece que nem me ouviram e o problema continua. Na esquina, de quem sai da Aveni- da Central, em Itaipu, para a Aveni- da Francisco da Cruz Nunes, existe uma divisão de pista, feita de con- creto, sem qualquer sinalização. De dia ainda é possível visualizar, apesar da necessidade de atenção. Mas, à noite, o risco é muito grande. Não há a menor visi- bilidade e realmente torna-se uma armadilha. Só ainda não aconteceu um grave acidente por sorte; e a maioria das pessoas que ali transitam mora no lugar e conhecem o problema, que foi visto e reconhecido de dia. Mas, a qualquer hora, um motorista de fora, pode subir naquele monte de concreto, com riscos de capotagem ou colisão com outro veículo. Estou publicamente denunciando o fato para chamar a atenção da autoridade competente para que tome providências imediatas, e também para avisar a quem por ali passa. É claro que aqui fica o registro do fato, para que em caso de acidente possa ser usado como prova da negligên- cia do Sistema Viário da Prefeitura de Niterói.
  6. 6. Niterói 22/02/17 a 11/03/17 www.dizjornal.com 6 Fernando Mello - fmelloadv@gmail.com Fernando de Farias Mello ATENÇÃO PARAA MUDANÇA Novos e-mails do Jornal Diz Redação dizjornal@hotmail.com | contato@dizjornal.com Editoria edgardfonseca22@hotmail.com Fernando Mello, Advogado www.fariasmelloberanger.com.br e-mail: fmelloadv@gmail.com Alerj. Aqui você tem poder. Baixe na Chegou o aplicativo Carteirada do Bem. As leis daAlerj servem para quem tem sede de justiça. Ou só sede, mesmo. Lei Estadual 2424/95: “Bares e restaurantes estão obrigados a oferecer água filtrada de graça quando solicitada pelo cliente.” Felicidade e Lucro N o início do ano, li muitos comen- tários nas redes sociais sobre a desnecessidade de se fazer a fes- ta do Réveillon no Rio e etc, sob o argu- mento de que diante da crise deveriam aplicar o dinheiro investido na festa em projetos sociais. Agora, o ataque da vez é o Carnaval. Muitos atacam afirmando que o brasileiro é alienado mesmo porque se diverte dian- te da crise. Funcionário público estadual com salários atrasados, aposentados so- frendo para viver o dia-a-dia, a saúde um verdadeiro filme de terror e etc. Perguntam nas redes sociais como o bra- sileiro se une aos milhões para brincar nos blocos de carnaval, mas não se reúne para protestar e etc. “Povo alienado”, gri- tavam em letras maiúsculas no Facebook. Mas, prezados leitores, temos que fazer alguns simples cálculos matemáticos. Ora, o Réveillon em Copacabana e o Car- naval trazem uma verdadeira multidão de turistas de todos os cantos do mundo. É uma festa que está enraizada no calen- dário cultural da cidade e do Esta- do. Traz muita, mas muita receita e que, claro, pode ser revertida para os programas sociais devidos. O Carnaval é uma festa que nos úl- timos anos abandonou os clubes e está nas ruas, nos mais alucinados blocos e com milhões de foliões. Muita baderna e sujeira, claro. Mas também tem muita alegria e propor- ciona ganhos para várias atividades que vão dos músicos eventualmente contratados, às fantasias compradas, vendedores de cerveja, refrigerantes e água. O comércio agregado (bares e res- taurantes), também tem a sua par- cela de lucro. Hotéis ficam cheios no Carnaval e não é apenas para as- sistir os lindos desfiles das Escolas de Samba, mas para curtir as praias do Rio, Niterói, Angra, Cabo Frio e Búzios. As cidades faturam com os impos- tos. Mas, a exibição do Rio e do Brasil fica muito me- lhorada. São festas tradi- cionais. Agora, vamos aos reais problemas? O que a ci- dade do Rio faz com esse dinheiro deixado pelos tu- ristas no Carnaval é onde está o problema. Nossos governantes são verdadei- ras pedras no sapato da democracia e do bem-es- tar social. Poderiam desti- nar esse dinheiro para os programas de emprego ou de melhoria de hospitais municipais, por exemplo. Também não responsabilizamos nenhum político. Talvez o Pezão seja o único tra- gado pelo ralo da corrupção e dos deva- neios com dinheiro público, perdendo o cargo por improbidade. Portanto, não considero uma alienação da população carioca e fluminense a cur- tição das festas de Réveillon e Carnaval. O problema está na hora do voto. É lá que estão os candidatos que na verdade foram escolhidos pela grande imprensa, influenciando partidos políticos e direcio- nando o eleitor em matérias que só falam o que dá certo e o que é do seu interesse. Lembrem-se: ficamos anos recebendo mensagens de que o governo do estado estava fazendo isso e aquilo. Que o Eike Batista estava investindo bilhões, contra- tando pessoas e abrindo as empresas X. Tudo empurrado goela abaixo pela gran- de e interessada mídia e que agora se vê às voltas com as prisões de Sérgio Cabral e “amigos”. O mundo dá voltas e até mesmo o Car- naval resiste a esses golpes de corrupção. O povo pode até parecer desligado nes- ses dias. Mas é a ignorância do povo du- rante o resto do ano e na hora de votar é que realmente nos preocupa. Porém, sabemos que isso não acontece. O dinheiro pega uma via desconhecida e desaparece nos corredores escuros. A cidade e sua população não são benefi- ciados. É o nosso problema. Gastamos mal, jo- gamos fora de forma criminosa o dinheiro proveniente do pagamento dos impostos.
  7. 7. Niterói 22/02/17 a 11/03/17 www.dizjornal.com 7 Edgard Fonseca edgardfonseca22@hotmail.com O País do Escárnio É realmente um escárnio o que estão fazendo os deputados federais, em comum acordo com o senado. A iniciativa é para criar uma anistia para o perdão total de todos. Os crimes de cai- xa dois, evasão de divisas, sonegação fis- cal, descaminho, formação de quadrilha, peculato, falsidade ideológica, omissão de informação tributária, fraudar a fiscalização e documentos, lavagem de dinheiro e este- lionato eleitoral, serão perdoados até a data atual. A intenção é impetrar a impunidade total, não importando o delito, as conse- quências e o que pensam os eleitores. Ou seja, serão inatingíveis, não importando o que tenham feito. Com isso, muitos réus condenados na Lavajato terão a possibilida- de de livrarem-se das condenações, total ou em parte. E desmoralizam de vez as regras mínimas de condutas republicanas. E essas bestas ainda tem o recurso absurdo da pro- teção do “Foro Privilegiado”. O deputado Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, como o seu perfil inseguro e subserviente, é o representante do governo Temer na Câmara. Está ali para servir. Já foi citado nas delações, e pelo jei- to tem pressa, pois receia por um resultado imprevisível, incluindo ir para cadeia, assim como outros políticos e empresários pode- rosos. Renan Calheiros preservou-se até aqui, ainda que esteja comprometido com uma dúzia de inquéritos. O atual presidente do senado, Eunicio Oliveira, também está comprometidíssimo e poderá cair. Há uma absoluta tensão no Congresso, pois a grande maioria não vai escapar de uma forma ou de outra. Com raríssimas exce- ções, todo Congresso está envolvido em delitos, de gravidades diversas, mas quase todos estão na mira da justiça. Fechar o Congresso não é mais uma realidade absur- da. Vai cair tanta gente, que se não existis- sem os suplentes, a Câmara não teria como funcionar. E o Senado idem, representado emblematicamente por Romero Jucá, ou vulgo “Caju”, que já mostra sinais de de- sespero. Ao mesmo tempo, o governo Temer vive na corda bamba, sem legitimidade, e a única perspectiva que tem é tentar ganhar tempo para chegar ao final do mandato. Mas, com este Ministério comprometido (e podemos incluir o presidente), o futuro da república é sombrio. É uma situação vexatória: se o governo cair, seja por corrupção ou por cassação do mandato pelo TRE (que é menos provável), a eleição será indireta. Ou seja, quem irá eleger o novo presidente serão os congres- sistas, atolados em sujeira até o pescoço. Ou a sociedade se organiza para exigir elei- ções diretas, ou vamos ficar repetindo os mesmo erros, com os mesmos políticos, com as mesmas safadezas, ad eternum. A Sífilis Voltou A quilo que parecia esquecido no pas- sado e muitos jovens nem tinham ouvido falar, está de volta e precisa ser combatido seriamente, pois causa danos irreversíveis. Sexualmente transmissível a sí- filis necessita de prevenção e ações efetivas de saúde pública. A Secretaria Municipal de Saúde de Niterói, em parceria com o Setor de DST da UFF, prepara um dia de testagem da sífilis, no Dia Internacional da Mulher, 08 de março, das 8h às 17h, no Instituto de Matemática da UFF, no Campus do Valonguinho e na rede básica de saúde do Município de Niterói. As mulheres, sobretudo as grávidas, devem comparecer a um posto para serem testadas. Apenas 15 minutos são necessários para saber se a pessoa está infectada. A Sífilis é com- batida com doses adequadas de penicilina e as gestantes que contraíram a doença devem receber penicilina com 30 dias de antecedência do parto. Caso não o faça, o feto pode contrair a doença e pode até não sobreviver. Na Hora do Sim ZAPS... ...De 19 de abril a 17 de maio estarão abertas inscrições para a Cadeira 09, patro- nímica de Lúcio de Mendonça, anteriormente ocupada por Aloysio Tavares Picanço. Os interessados deverão enviar correspondência dirigida à presidente da Academia, escritora Márcia Maria de Jesus Pessanha, manifestando o desejo de concorrer à elei- ção, anexando currículo e comprovantes de atuação literária (livros editados, artigos publicados em jornais e revistas, etc.). Será cobrada taxa de inscrição no valor de R$120,00 (cento e vinte reais). As inscrições são feitas na sede da ANL (Rua Visconde do Uruguai, 456) às quartas-feiras, das 17 às 18 horas. Poderão concorrer escritores que residam em Niterói ou, não sendo assim, participem comprovadamente do movi- mento literário do município. Casamento de Jessé Duarte e Isabele Rodrigues Raquel&JulioCerino Deputado Rodrigo Maia e ex-deputado Eduardo Cunha
  8. 8. Niterói 22/02/17 a 11/03/17 www.dizjornal.com Renda Fina 8 Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores InternetLaio Brenner - dizjornal@hotmail.com Aniversariantes da Edição Gabriel Petrucci da Fonseca Malu Tavares Comte Bittencourt Matilde Carone Slaibi Conti Sergio Marcolini Claudia Monteiro O Sucesso Subiu a Cabeça? P ewDiePie é o nome artístico do you- tuber mais famoso do mundo. Um sueco de 27 anos que ficou famoso por vídeos jogando videogame, fazendo piadas e dando sua opinião sobre os mais variados assuntos. Assim ele conquistou mais de 53 milhões de seguidores e mais de 14 bilhões de visualizações, um número que não é igualado por nenhum outro canal do site. Porém, nem tudo são flores na vida de PewDiePie, e parece que o sucesso lhe subiu a cabeça. Recentemente ele perdeu um de seus con- tratos mais vantajosos, com a Disney, sob a acusação de apologia ao nazismo e antis- semitismo devido ao conteúdo ofensivo em diversos vídeos. Em sua defesa, o youtuber concordou que o conteúdo dos clipes é ofensivo, mas afirmou não ter apoiado "ne- nhum tipo de atitude de ódio". Desde 2012, o youtuber era um dos contratados da Maker Studios que promove, produz e distribui vídeos de youtubers famosos e ge- ram receita milionária pela publici- dade veiculada em seus canais. O contrato lhe dava independência editorial, porém, a empresa afir- mou que apesar de ter conquistado fãs sendo provocador e irreveren- te, ele claramente foi longe demais. Suástica e Hitler A polêmica aumentou após o jor- nal "The Wall Street Journal" fazer um le- vantamento e mostrar que nove vídeos de PewDiePie tinham referências nazistas ou antissemitas. Em um deles, dois indianos seguram um cartaz em que se lê "Morte a todos os judeus". Ao ser questionado pelo jornal, ele removeu três vídeos do ar. Em um deles, um homem vestido como Jesus Cristo dizia que "Hitler não havia feito nada de errado". Em resposta, ele disse estar mostrando o quanto o mundo moderno é maluco, e que as pessoas fazem qualquer coisa por cinco dólares. Debochando da crítica que afirma que ele apoia a mensagem passada, e con- firma que não foi sua intenção, mas entende que as piadas foram ofensivas. Em outro vídeo, ele fez piadas com uma su- ástica desenhada por um fã, tocou o hino do Partido Nazista e fez uma breve sauda- ção a Hitler - tudo brincadeira. Será? Não é a primeira vez que PewDiePie se en- volve em polêmicas, no ano passado, sua conta no Twitter foi suspensa temporaria- mente após fazer piadas com o grupo ex- tremista Estado Islâmico. Será que a máscara do youtuber mais bem pago do mundo caiu? Claudio Vianna e Marcelo Cruz Marcelo Cruz, presidente da AFAT e Marcello Oliveira, presidente da CAARJ Inauguração da Sala da AFAT Ulisses FranceschiFoi inaugurada a nova sede da Associação Fluminense de Advogados Trabalhistas

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