Diz Jornal Edição 168

196 visualizações

Publicada em

Jornal da cidade de Niterói, abordamos temas desde saúde e educação até política, games e internet.

Publicada em: Notícias e política
1 comentário
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Li a respeito do Estádio do Maracanã e até divulguei. Mas pergunto, porque não completa a denúncia sobre Lula que você diz que é um bandido do naipe do Sergio Cabral. Este último preso, porque encontraram motivos para tal. No caso do Lula, todo o esforço do Procurador Moro de Curitiba foram inúteis para encontrar uma só prova de mal feito do Ex Presidente Lula. Seja sério! Acuse, mas apresente a prova ou cai na lama da maledicência!
       Responder 
    Tem certeza que deseja  Sim  Não
    Insira sua mensagem aqui
Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
196
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
0
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
1
Comentários
1
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Diz Jornal Edição 168

  1. 1. Niterói 23/01/17 a 11/02/17 www.dizjornal.com Diretor Responsável: Edgard Fonseca Circula por 15 dias Diz: Todo Mundo Gosta IngridyAraújo‐cabelo&maquiagem:RoseMelo–estilo:JanainaBoechat–acessórios:FernandaLouback‐foto:JulioCerino Edição Online Para Um Milhão e Oitocentos Mil Leitores Zona Sul, Oceânica e Centro de Niterói16 Mil Exemplares Impressos 2ª Quinzena Nº 168 de Janeiro Ano 09 de 2016 Amores Mágicos e Encontros Virtuais Página 03
  2. 2. Niterói 23/01/17 a 11/02/17 www.dizjornal.com - No evento “Deuses e Deusas da Cultura”, no Praia Clube São Francisco, a homenagem a este colunista. E também a presença dos escritores da ANL, Sávio Soares de Sousa e PRCecchetti, e os artistas plásticos Bernardii e Helenice Dornelles. 2 Cultura Paulo Roberto Cecchetti cecchettipaulo@gmail.com annaperet@gmail.com DIZ pra mim... (que eu conto) Anna Carolina Peret Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Roteiro N asce, cresce, reproduz e morre. Eu, assim como muitas crianças da minha geração, decoramos, dessa forma, o ciclo da vida. Como se pudésse- mos resumir, sistemática ou tecnicamente, a existência em quatro palavras. Tal qual uma peça de teatro em quatro atos, depois dos quais, simplesmente, fecham-se as cortinas. Você até pode pular umas etapas do jogo e desencarnar brevemente. Porém, em geral, são estas as quatro etapas que enfrenta- mos. Entretanto, olhando agora, depois de mais de vinte anos das minhas aulinhas de Ciência, percebo o quão falho e primitivo é ver a vida desta forma. Afinal, o importante não deveria ser cumprir um destino traçado e padronizado para todos. Não somos ro- bôs. Temos a chance singular de escrever o roteiro original da nossa própria história. E, com isso, aprender que no meio destas eta- pas, quando você menos esperar, maravi- lhas poderão acontecer. Precisamos apenas ter a consciência de que não existe um ca- minho “certo” e outro “errado”. Nós é que determinamos, munidos de muita coragem, a forma que vamos encarar a caminhada. E, acredite: isso muda tudo! Fatalmente, alguns de nós será demitido, perderá um amigo, repetirá de ano, ficará doente, será abando- nado por um grande amor, enfim, haverá percalços. A questão não é a dimensão do abismo em que você se encontra. O essen- cial é conseguir vis- lumbrar a beleza que lá existe. Não, eu não fiquei louca! Percebam que, quando perdemos o emprego, temos a chance de conseguir um melhor. Ou, ainda, de abrir nosso próprio negócio. De “empre- gado” a “empresário”. Pode ser que quando repetir de ano, você descubra que um amigo seu é “realmente” seu amigo e te ajude a estudar. Ao ficar doente – ou ter alguém de nossa convi- vência enfermo – enfrenta-se um momento delicadíssimo. E é nele que conhecemos a preciosidade do milagre da vida. Não que a gente não dê valor à nossa existência. Contudo, é em momentos impactantes como este, que desconfiguram o “roteiro original”, que percebemos o quão breve é o tempo que temos aqui na Terra e como precisamos nos esforçar para fazer o nosso melhor, sempre! Após todo este discurso inflamado em prol de uma nova perspectiva para a nossa jor- nada, gostaria de sugerir um filme: “Beleza Oculta”. Imagine um homem inteligente e bem sucedido. Este senhor acaba de perder sua filha ainda criança e entra em depres- são. Recorre a grupos de autoajuda, po- rém, não consegue sucesso no tratamento. É quando ele decide escrever cartas. No entanto, não ende- reça as mesmas para pessoas. Ele escreve para três coisas: a Morte, o Tempo e o Amor. Will Smith dá vida ao personagem principal que, transtornado, recebe as respostas de seus destinatários, que são perso- nificados nas figuras de Helen Mirren (a Morte), Jacob Lati- more (o Tempo) e Keira Kni- ghtley (o Amor). Em belíssimos encontros com essas três figu- ras, Smith aprende que existe muito mais do que um clico de vida a ser vivido. Obviamente, é muito difícil enxergar algo de bom na morte, mas é necessário. A revol- ta não nos trará nossos entes queridos de volta. O que nos faz permanecer próximos de quem amamos não é a vida, é o amor. Afinal, para quem ama de verdade, a vida acaba, mas o amor continua. E é este senti- mento lindo que deve permanecer em nós. A intensidade do amor transforma segun- dos em eternidade. E é o fato de termos amado intensamente que faz a vida valer a pena. Independente do roteiro! - Na retrospectiva 2016 registramos alguns destaques da cultura niteroiense: 1) A exposição dos irmãos Lu e Carlos Valença (foto) na Sala Leila Diniz; 2) A escolha, pelas institui- ções culturais de Niterói, do Intelectual do Ano, na figu- ra da mestra Matilde Carone Slabi Conti; 3) A comemoração dos 8 anos dos ‘Escritores ao ar Livro’, na Praça Getúlio Vargas, em Icaraí ; 4) Os belíssimos eventos cultu- rais comandados pela Profª Aidyl Preis (foto) na AspUff. 5) O lançamento do “Rei do Li- vro”, do acadêmico Aníbal Bra- gança, na Livraria Eduff; 6) Os 100 anos da Academia Fluminense de Letras/AFL, hoje presidida pelo Dr. Waldenir de Bragança; 7) A posse de José Hadadd na Academia Fluminense de Letras/AFL;
  3. 3. Niterói 23/01/17 a 11/02/17 www.dizjornal.com 3 Documento dizjornal@hotmail.com Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Amores Mágicos e Encontros Virtuais Q uem teve a sorte de reencon- trar umas dessas pessoas, fruto daquele encontro má- gico, tem duas chances ob- jetivas: ou desmontam aquele sentimento cheio de magia e mistério, ou descobre que o “encontro era mágico” verdade, e ali passa a resgatar um tempo perdido ou usufrui da oportunidade de viver uma grande amor. Tudo depende do ângulo que se faz a leitura do fato. No passado estes novos encontros eram muito dificultados, pois a vida sendo dinâmica (e muitas vezes) e os fatos são impulsionados para as mais diferentes direções, permitindo que a ge- ografia seja o grande complicador para reencontrar aquela pessoa do encontro mágico. Entretanto, nos dias atuais, com tan- ta tecnologia, internet e ferramentas de busca como Google, tudo ficou mais fá- cil. Pode-se tentar uma busca, se dispu- ser de mínimos elementos, como nome completo, uma referência, parentes, país, estado, etc. As redes sociais também aju- dam muito. Pode fazer esta busca e até bisbilhotar um pouco, saber detalhes, como estado civil, quantos filhos tem, e até netos, quem sabe. Tudo depende do interregno de tempo. Este hiato de tem- po é que vai dar à tônica da trama. Nas redes sociais -Facebook e Instagram- estes encontros acontecem muitas vezes casualmente, se é que se pode afirmar que coincidências existem. Tudo depen- de da crença individual. Mas, as chances se multiplicam quando nos aproximamos de pessoas conhecidas na mesma época. A grande pergunta que nos fazemos é: porque só agora? Vivi toda uma vida, com todos os meus elementos de construção e agruras, mas guardei comigo esta gra- ta lembrança por tantos anos de forma Quem nunca teve um encontro fortuito, numa viagem, numa noite de carnaval, ou inesperadamente na rua? Estes eventos podem ser muito fortes, e com a mesma intensidade que apa- recem, também desaparecem. São as nossas melhores e mais intrigantes lembranças, pois não se definem. Não têm dados de vivência constante e nem desgaste. São apenas momentos oní- mansa e disciplinada. É uma espécie de conto de fadas numa prateleira da memó- ria. Não nos machuca, nem maldizemos a sua existência, e quase sempre nos aca- lenta como um feixe de luz que nos con- templa. Está ali, nos gratificando como um veludo no pensamento, sem nada nos cobrar, e servindo de referência afetiva nos nossos momentos de solidão. São como amores de existência dupla. Existe, mas, não é palpável, não é real. Apenas nós mesmos os alimentamos como um desejo comum do ser humano na busca da perfeição. Uma espécie de imaculado amor. Livre de arestas, de competições e vaidades pessoais, disputas e de uma cumplicidade exemplar, com deve ser aos parceiros e casais eternos. Mas, nas redes sociais também reside o risco da desconstrução. Assim, como os namorados da adolescência, muitas vezes separados por um simples acidente ne- cessário, como estudar em outro lugar, mudança de cidade ou simplesmente a presença de outra pessoa que causa divisão. Mas, guardam-se boas lem- branças, e nos momentos mais adultos e sofridos recorre-se a estas lembranças com espécie de modelo de amor sem sofrimento. Quantas pessoas buscam estes parceiros “quase perfeitos” no momento da primeira crise conjugal. A decepção é quase certa, pois no tempo tudo mudou e já não falamos mais com a “mesma pessoa”. Mas, assim mesmo, tanta gente insiste, e por que não ten- tar? Nunca se vai saber se não tentar. A verdade é que nos serve de alento sempre. Ainda que não se concretize, alguns desses encontros presenciais, sa- ídos do virtual valem a pena. Muitas ve- zes encontramos uma pessoa madura, vivida, com um passado e uma história e invariavelmente cheia de responsa- bilidades e compromissos. Em grande parte não é possível “resgatá-la” para nosso convívio constante para nossa vida, também repleta de fatos e emara- nhados. Mas, é gratificante e enriquece- dor, como uma espécie de mérito par- ticipativo, num sentimento mais onírico ainda que diga: fui parte da sua estória de sucesso. Parabéns! Que sejas bem fe- liz, eternamente. ricos, cheios de romantismo e beleza e permanecem intocáveis pela própria natureza da sua existência. Num passado recente, muitos viraram estórias contadas em prosa e verso, quando não foram musicadas e fazem parte do cancioneiro popular e da his- toria literária de muitos autores. A grande maioria, simplesmen- te habita a memória, e muito raramente tornaram a reaparecer.
  4. 4. Niterói 23/01/17 a 11/02/17 www.dizjornal.com 4 Informes Expediente Edgard Fonseca Comunicação Ltda. R Otavio Carneiro 143/704 - Niterói/RJ. Diretor/Editor: Edgard Fonseca Registro Profíssional MT 29931/RJ Distribuição, circulação e logística: Ernesto Guadelupe Diagramação: Eri Alencar Impressão: Tribuna | Tiragem 16.000 exemplares Redação do Diz R. Cônsul Francisco Cruz, nº 3 Centro - Niterói, RJ - Tel: 3628-0552 |9613-8634 CEP 24.020-270 dizjornal@hotmail.com www.dizjornal.com Os artigos assinados são de integral e absoluta responsabilidade dos autores. D! Nutrição clara.petrucci@dizjornal.com | Instagram: Clara PetrucciEdição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Distribuidora Guadalupe 25 Anos de bons serviços Jornais Alternativos - Revistas - Folhetos - Encartes Demonstração de Placas Sinalizadoras Entrega de Encomendas e Entregas Seletivas Niterói - Rio de Janeiro - São Gonçalo - Itaboraí - Magé - Rio Bonito - Maricá - Macaé eguada@ar.microlink.com.br guada@ar.microlink.com.br 99625-5929 | 98111-0289 3027-3281 | 2711-0386 (sec.elet. 7867-9235 ID 10*73448 DG Os Nutrientes em Altas Temperaturas U ma pergunta é muito frequente quando tratamos da conservação de ali- mentos no verão. Altas temperaturas são capazes de alterar o valor nutri- tivo ou mesmo mudar a natureza química de um alimento? Pode influen- ciar em outros aspectos, como a perda parcial dos nutrientes ou até mesmo a sua potencialização? Na verdade, temperaturas muito elevadas são capa- zes de produzir perda de vitaminas acima de 100º. Mas, de modo geral, as vitami- nas são sensíveis ao calor. O cozimento em altas temperaturas não influencia na absor- ção dos nutrientes, entretanto alimentos cozidos podem apresentar nutrientes mais biodisponíveis (ou seja, melhor absorvidos e utilizados pelo organismo) que alimentos crus”. Por outro lado, existem temperaturas de congelamento, especialmente aquelas abaixo dos 30º C negativos que não sofrem qualquer alteração, nem mesmo vitaminas. Mas, temperaturas usadas em geladeiras levam a perdas de nutrientes, mesmo que em quantidade pequena. Atualmente existe esta preocupação, inclusive algumas indús- trias estão trabalhando a fim de “agredir” o mínimo possível, para que os alimentos mantenham sua carga nutricional. Embora, processamentos utilizados em exposição à luz e ao oxigênio e altas temperaturas assim como imersão em água, pode levar à per- da de nutrientes, especialmente vitaminas e, em menor proporção, de minerais. Existem outros casos em que os alimentos necessitam de processamentos para libe- rar nutrientes. Quando eliminamos fatores antinutricionais, aumentamos a absorção e biodisponibilidade (utilização pelo organis- mo). Assim, processamentos térmicos – baixas ou altas temperaturas – nem sempre dão prejuízo. Importante é que para perder a menor quantidade possível de nutrientes, aconselhamos dar preferência a técnicas com tempo de cozimento reduzido e pouca água para o armazenamento; quanto mais baixa a temperatura, melhor. Missa do Irmão Amadeu No dia 24 próximo, terça-feira, às 18h na Capela do Abel, ocorrerá a missa de 30º dia do falecimento do querido Irmão Lassalista Amadeu. Após a Missa, os ex-alunos e mestres,farão uma homenagem entregando uma carta ao Ir. Marcelo Piantkoski, diretor do Co- légio La Salle ABEL (Instituto ABEL), e ao Ir. Jardelino Menegat, reitor da Unilasalle. O trecho de abertura da carta diz: “É comum, nos dias de hoje, encontrarmos em tantos sítios de empresas e instituições um acesso “Quem somos”. Assim sendo, iniciamos dizendo: Somos Lassalistas!” O Irmão Amadeu. O Perfume da Palavra Estão abertas as inscrições para partici- pação na antologia “O Perfume da Pa- lavra”! Para maiores informações sobre a forma- tação dos textos, conheça o regulamento completo em nosso site: Regulamento (se o link não funcionar copie e cole www.edi- toramuiraquita.com/regulamento.html no seu browser). Cada autor pode participar com 2 (duas) até 12 (doze) páginas, podendo adquirir até duas cotas de 6 (seis) páginas, sendo a participação mínima de 2 (duas) páginas. Todos os participantes receberão uma pá- gina de bônus para a inclusão da sua bio- grafia, apresentação dos textos e fotografia. Contra Desabamentos Moradores do Morro do Estado foram à Prefeitura de Niterói para reivindicar obras emergenciais na localidade. O objetivo é prevenir uma tragédia diante da proximida- de da temporada de chuvas e da situação de risco verificada em diversos pontos das favelas do Estado, Chácara e Arroz. Uma comissão de moradores foi recebida por representantes da Secretaria Executiva, Mariane Thamsten, e da Defesa Civil, o subsecretário Wallace Medeiros, aos quais foi entregue um relatório com os problemas existentes nessas comunidades. Os representantes da Prefeitura assumiram o compromisso de fornecer informações sobre o plano de obras da Prefeitura, com a previsão da data de início das obras emergenciais. Uma nova reunião na Prefeitura, com a participação dos moradores, foi marcada para 30/1, às 16h. todos os textos de natureza social, política ou religiosa considerados ofensivos, esta- rão automaticamente eliminados. Você pode enviar seus textos para avalia- ção para o email faleconosco@editoramui- raquita.com ou pode usar o formulário de inscrição e já entregar, além dos textos para publicação, a apresentação dos mesmos, sua fotografia e biografia (lembre-se de que para os dois últimos pedimos que os textos tenham no máximo 750 caracteres, incluindo espaços em branco - vide regula- mento). Link para o formulário Formulário de Inscrição .O prazo final para inscrição é: 24/02/2017. Bianca Buzin, Pedro Rodrigues, Camila e Luis Paulo Kayser Paulo Lemos, Bruno Lessa, Comte Bittencourt e Paulo Jucá
  5. 5. Niterói 23/01/17 a 11/02/17 www.dizjornal.com 5 InternetLaio Brenner - dizjornal@hotmail.com ORAÇÃOASANTO EXPEDITO Festa 19 de abril. Comemora-se todo dia 19 Se vc. está com algum , precisa de , peça a Santo Expedito. Ele é o Santo dos Negócios que precisam de pronta solução e cuja invocação nunca é tardia. Problema Difícil e aparentemente sem Solução Ajuda Urgente ORAÇÃO Obrigado. : Meu Santo Expedito da Causas Justas e Urgentes, socorrei-me nesta hora de aflição e desespero. Intercedei junto ao Nosso Senhor Jesus Cristo! Vós que sois o Santo dos Aflitos, Vós que sois o Santo das Causas Urgentes, protegei-me, ajudai-me, Dai-me Força, Coragem e Serenidade. Atendei o meu pedido: (fazer o pedido) Ajudai-me a superar estas Horas Difíceis, protegei-me de todos que possam me prejudicar; Protegei minha família, atendei o meu pedido com urgência. Devolvei-me a Paz a Tranqüilidade Serei grato pelo resto da minha vida e levarei seu nome a todos que têm fé. Rezar 1 Padre Nosso,1 Ave Maria e Fazer o sinal da cruz. “para que os pedidos sejam atendidos é necessário que sejam justos”. Agradeço a Santo Expedito a Graça Alcançada.Santo Expedito Dr. Helder Machado Urologia Tratamentode Cálculo Renal a Raio Laser Rua Dr. Celestino, 26 Centro - Niterói. Tels:2620-2084 /2613-1747 Clínica Atendemos UNIMED eParticular Atendimento24Hpelo tels: 8840-0001e9956-1620 A Ameaça Voltou O s internautas entraram em estado de alerta após o ministro da Ciência, Tec- nologia, Inovação e Comunicações Gilberto Kassab afirmar que a par- tir do segundo semestre desse ano a internet fixa seria limitada e que isso é inevitável (?). As retaliações começaram rapidamente, inclusive os dados pessoais do Ministro foram raqueados pelo grupo Anonymous e disponibilizados na internet. A Anatel se manifestou dizendo que não pretende reabrir o debate sobre a limitação da internet fixa. Vale lem- brar que nove meses atrás a Anatel proibiu que as operadoras limitas- sem o acesso, algo parecido com o que acontece atualmente com os celulares. Após toda a repercussão negativa, o ministro veio a público alegando que tudo não passava de um mal enten- dido. Que a limitação não acontece- rá e que será feito um estudo para uma melhoria significativa na pres- tação do serviço. Afirmando que o governo vai atuar para que o direito dos consumidores seja respeitado. Essa não é a primeira vez que o go- verno tenta limitar o acesso da popu- lação a internet e consequentemente as informações. Em 2016 quando a empresa vivo anunciou que adotaria um limite para download, o então presidente da Anatel chegou a afir- mar que a era da banda larga ilimita- da estava no fim. Pois, praticamente todos os países desenvolvidos tem sua internet limitada. A grande questão é que no Brasil não podemos seguir esse modelo de internet, visto que o preço pago pelos brasileiros e um dos mais altos do mundo em contrapartida o ser- viço oferecido é um dos piores do planeta. E a “justificativa” que ao li- mitar as operadoras ofereceriam um serviço melhor não ilude mais nin- guém, afinal a internet móvel conti- nua péssima. É imoral essa tentativa do governo de enganar os brasileiros. Não po- demos abaixar a guarda, pois o car- naval está aí e não me surpreende- ria nada se na calada da noite eles aprovassem alguma medida lesiva ao povo. Já fizeram isso inúmeras vezes com a PEC dos gastos, com a refor- ma do ensino médio, o pacote com as medidas anticorrupção etc. Fique atento, pois temos um gover- no que trabalha para prejudicar a população e isso já ficou provado. Até a próxima!
  6. 6. Niterói 23/01/17 a 11/02/17 www.dizjornal.com 6 Edgard Fonseca edgardfonseca22@hotmail.com Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores O Mercado da Fé N este país a única coisa que está dando lucro realmen- te são as igrejas. Mas, aí nos perguntamos: igreja dando lucro? Basta olhar os canais de TV. Os canais evangélicos são cada vez mais poderosos. E aquelas igrejas que não possuem canal, com- pram em outras emissoras, como o é caso da TV Bandeirantes que vende esses horários para estas fábricas de dinheiro fácil. Também... Igrejas não pagam impostos, os funcionários são “voluntários”, que eles denominam de obreiros, embora também são pa- gos. Mas, não acumulam problemas trabalhistas, não recolhem FGTS, PIS, PASEP. É uma maravilha ter uma “em- presa igreja”. Este é o ideal de todos que querem ficar ricos. Mas, se pensam que são apenas os evangélicos, se enganam. Existem as igrejas católicas que possuem canais de TV e vão muito bem, obrigado. Estão aí, a Canção Nova, Viva e ou- tros menores. Este tributo da fé é poderoso, E basta ver a programação de algumas emis- soras. É o dia inteiro exibindo aqueles embustes de exorcismo, promessas de riqueza fácil, resoluções de emprego, amores perdidos e outras picareta- gens. E eles não admitem ser contestados. Judicializam imediatamente. Isso para intimidar quem fale das suas mazelas. Mas, já passou da hora de por ordem nessas excrescências. Não é por acaso que um desequilibra- do foi, e deu uma facada no pescoço do “pastor Valdomiro”, que com seu jeito rude de cowboy nordestino, vai faturando em nome de Deus, e está cada vez mais rico. E nós pobres pecadores é que temos que pagar impostos? Estes “mensagei- ros de Deus” são isentos! Com eles não tem crise. Aliás, quanto mais crise houver, mais eles se bene- ficiam da dificuldade. Tem pastor que tem a coragem e a falta de humanidade de pedir que depositem “na conta de Deus”, (e é claro na conta da sua igre- ja) um aluguel ou prestação da casa, que já pagam com imensa dificuldade. Dizem que Deus resolverá o proble- ma de moradia. Ou vai comprar casa própria ou vai pagar integralmente a que está pagando. É de uma cara de pau tão grande, que o povo desespe- rado pela falta de dinheiro, crê nestas enganações, por desespero e absoluta falta de conhecimento e educação. O pior de tudo é que a exploração recai sobre os mais pobres e desinforma- dos, endividados e emocionalmente debilitados. Isso é exploração da mi- séria alheia. Deus é esta figura merce- nária que só resolve os problemas das pessoas que pagarem. Que coisa... O pior que se dizem tementes a Deus... Não sei que temor é este... Enga- nam em seu nome, mercantilizam e se aproveitam de tudo que podem. O deus deles é um deus muito mal, que além de tudo, se não pagar o pedágio fará com que amarguem na pobreza e na infelicidade até o resto dos dias. Isto tem que ser criminalizado e há que se criarem normas éticas e disci- plinares para conter estes picaretas da fé. São mais desumanos que qualquer Satã que eles tanto falam mal. O parâ- metro moral é o mesmo: trabalham na linha de fraqueza e necessidade das pessoas. Diante disso só posso crer que sejam falsos profetas, agentes do mal disfar- çados com pele do cordeiro. Os filhos de Satã. Para mim isso é caso de polícia. Canal de TV é concessão e o governo pode- ria impedir esta mercantilização da fé. Está na hora de pelo menos pagarem impostos e serem fiscalizados. Um país que se lava dinheiro o tempo todo...! Estas instituições são canais perfeitos! E somos nós, pobres mor- tais, é que vamos pagar a conta? Nos poupe! Imersão na Fotografia Jornalística O professor e fotógrafo Alcyr Cavalcanti fará workshop Fotojornalismo no dia 04 de fevereiro, às 09h, na Sociedade Fluminense de Fotografia-SFF, à Rua Doutor Celestino 115, Niterói, Centro. Será “Uma Imersão na Fotografia Jornalística”. Informações: 26201848 - 30269271-36291898 Festival de Verão O Circuito das Artes de Niterói apresenta nos dias 4 e 5 de Fe- vereiro um grande Festival de Verão Cervejeiro somado de moda, gas- tronomia , música, sarau e intervenções artísticas. Tudo isso, das 12h às 22h com entrada franca. Será em novo endereço: Praça Nilo Peça- nha – ao lado do restaurante Jambeiro, na Boa Viagem. Na programação, shows de MPB, Rock, Blues e bloco carnavalesco com o grupo Olodum Maré para fechar o evento. Além da movimentação artística, o Circuito recebe a feira de produtos artesanais. Confira:#VempraPraça #CircuitodasArtesNiterói.
  7. 7. Niterói 23/01/17 a 11/02/17 www.dizjornal.com 7 Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Maracanã: Terra de Ninguém O estádio do Maracanã é o retrato da nossa desor- dem jurídica, da impuni- dade, do desrespeito ao povo brasileiro além da procrastinação de provi- dências emergenciais para evitar que o dano se am- plie. As obras superfatura- das do Maracanã, na sua última reforma, custaram um bilhão e trezentos mi- lhões de reais. Uma cifra astronômica, que merece dura resposta aos exe- cutores da obra, ao seu maior responsável, o ex governador Sergio Ca- bral, aos empreiteiros, aos membros do Tribunal de Contas e até mesmo aos deputados estaduais, da comissão que deveria fiscalizar este tipo de obra, principalmente envol- vendo um imenso volume de recursos públicos. O pretexto da obra foi a Olimpíada. Entretanto, neste estado falido (e não era para menos...) esta importância daria para construir 22mil casas popu- lares, ou 55 hospitais, ou ainda 250 escolas. Depois dessa farra financeira obtida especialmente pela Odebrecht, foi entregue ao Comitê Olímpico, que alega ainda ter feito obras e reparos complementares, que usou e deve- ria ter reparado os eventuais danos e desgastes do uso. Não fez, embo- ra alegue que fez isso e muito mais. A administradora da concessão é um grupo com a liderança da Odebrecht, que se negou a receber de volta o es- tádio, alegando danos não reparados e já comunicou ao governo do Estado a intenção de devolver o Maracanã. Abandonou tudo completamente, o estádio foi depredado, furtado em muitos utensílios, as instalações estão em estado tão precário, que é difícil acreditar. Além disso, a Odebrecht ainda cria obstáculos para que outros interessados assumam o estádio. Quer uma “indenização” de 60 milhões, para devolver aquilo que deixou apo- drecer. É a tal da nossa insegurança jurídica. Já era tempo da justiça no- mear um gestor emergencial, multar e confiscar bens desses implicados nes- ta horrível transação, investigar a fun- do esta roubalheira e punir a todos. O foco deve ser principalmente Sergio Cabral, o maior responsável, que está preso, e deveria ser responsabilizado financeiramente por este prejuízo, so- lidariamente com a Odebrecth. Que se aperte o Sergio Cabral e os seus cúm- plices! Tem muito dinheiro escondido que precisa aparecer... Muito mesmo! O que ele roubou do povo do Rio tem que ser devolvido, com juros e cor- reção. Além da pena aumentada por ser um traidor. A responsabilidade de um governante é maior do que de um empresário. A Odebrecht tem muito a devolver, mas, um governante deve ter a sua pena triplicada pelo cri- me de traição a uma delegação de confiança e poder que lhe foi entre- gue. Dos bandidos dessa estória, o Sergio Cabral (em conjunto com sua quadrilha) é os pior. Perverso, arrogante, impiedoso, prepotente e cínico. Ele é parelho para o Lula. O barro malfazejo é o mesmo! Se esses bandidos se forem postos de joelhos nos caroços de milho por cem anos é muito pouco. Tem que tomar tudo deles. Este será o maior castigo. Ladrão pobre, impo- tente e preso é a maior desgraça para este tipo de meliante sujo! E Bangu para eles é hotel. Deveriam ser mandados para Alcaçuz, no Rio Grande do Norte. O perigo é eles fazerem mal os presos de lá. Canções Inesquecíveis D ia 08 de fevereiro, (quarta feira) é dia de ouvir coisas muito boas da canção. Na AABB, (Rua Hélio da Silva Carneiro, 78- São Francisco, Niterói) às 17h, have- rá uma apresentação intitulada “ Canções Inesquecíveis”, na voz da não menos inesquecível Tereza Mazeli. Esta menina canta ao meu coração. É uma interpretação rica de lampejos e emocionada, por esta flautinha humana. Amo de paixão e recomendo. In- formações: 2611.3155. Tereza Mazeli
  8. 8. Niterói 23/01/17 a 11/02/17 www.dizjornal.com 8 Renda Fina Aniversariantes da Edição Rosana Ghessa Emanoel Sader Renata Deux Giuliano Lara Claudia Tostes Oberlaender Helena Tavares Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Ecos de 2016 – Destaques na Cidade Edmo Muniz, Bruno Lessa e Silvio Lessa Elvia e Aristeu Pessanha e Lecyr Lobo Karin Toledo, Andrea Frias, Ana Carolina, Juliana Donadel e Luciana Ferreira Matilde Slabi Conti, Emerson Rios (em pé), Wanderlino TLNetto, Márcia Pessanha, Paulo Roberto Cecchetti Pietro Acceta, Jussara Freitas e José Raymundo Martins Romeo Bianca Buzin, Pedro Rodrigues, Camila e Luis Paulo Kayser Paulo Lemos, Bruno Lessa, Comte Bittencourt e Paulo JucáJamile Saud Francisco, Haydil de Carvalho Preis e Lucia MolinaFlavia e Daniel Lessa Fotos Jornal Diz
  9. 9. Niterói 23/01/17 a 11/02/17 www.dizjornal.com 9 Conexões erialencar.arte@gmail.com E! Games dizjornal@hotmail.com Jêronimo Falconi O Novo Videogame da Nintendo A no passado a Nintendo anunciou sua mais nova aposta no mundo dos games: O Nintendo Switch (NX), que é um videogame híbrido que funciona tanto ligado a televisão quanto em uma ver- são portátil e sem fios. O anuncio afirmou que o console será lançado em março. Em Casa ou na Rua O Switch funciona ao mesmo tempo como um sucessor do portátil Nintendo 3DS e do videogame de mesa Wii U. O aparelho é composto por uma base, uma tela de alta resolução sensível ao toque e dois contro- les. Quando a tela estiver dentro da base, o Switch funciona como um videogame convencional e mostra as imagens do jogo no televisor. Mas se o display é retirado da base, o Switch ativa seu estado móvel e as imagens são jogadas para a tela portátil. Os controles, por sua vez, podem ser desmontados e acoplados ao display, formando um joystick que lembra o Gamepad do Wii U. Também é possível deixar soltas as partes do controle; assim até duas pessoas podem disputar uma partida. Portabilidade A Nintendo trata o novo console como um "con- ceito totalmente novo", cuja portabilidade é uma de suas características mais importan- tes. O trailer do Switch mostra o videogame sendo usado em uma quadra de basquete, durante um passeio de carro e até dentro do avião. Jogos Os games do Switch vêm no formato de cartões chamados Game Cards, algo muito útil para os gamers visto que os jogos di- gitais costumar ser pesados e ocupar mui- to espaço no HD. Outra critica dos fã da poderosa japonesa é quanto a escassez de jogos em seus consoles, porém prometeu que seu novo console terá muitos games, dentre eles: "The Legend of Zelda: Breath of The Wild" e "Just Dance 2017", "Splato- on", "The Elder Scrolls V: Skyrim", "Mario Kart", "Super Mario" entre outros. Povo de Rua na Moreira Cesar É preocupante e dá dó ver essa gente na rua. O “povo de rua” está crescendo e as autoridades públicas não estão dando resposta e atenção a um problema tão sério. A Rua Moreira César está viran- do depósito de gente que não tem onde morar... Soube que começaram a apertar estes moradores no Centro da cidade e eles estão vindo aos montes para Icaraí. Será que a Prefeitura não tem um órgão responsável por estas questões. Resposta do DIZ: Existe uma secretaria Municipal para estes assuntos. Entretanto, desde a gestão passada, se mostra insuficiente em relação à demanda das ruas. Sobre a Rua Dos Gatos Li neste jornal a matéria sobre a “Rua doa Gatos”. Sou defensora da causa animal e reconheço que há necessidade de cuidar melhor da questão, inclusive pela saúde plena desses animais. O que me causou espanto foi a declaração do chefe do CCZ, sr. Fran- cisco, que diz que “não tem intenção de prejudicar os animais, mas que vai colocar a questão em ordem”. Ou o DIZ não se expressou bem ou este moço não pode estar neste lugar. Na minha concepção, o CCZ tem e deve cuidar do bem estar dos animais. Tem que estar aliado à causa, e não contra. Digo contra, pois ele fala como se os animais estives- sem errados e mais errados ainda que cuida piedosamente destes abandonados. Mandar a CLIN retirar as casinhas dos animais é deixa-los mais expostos e sem proteção. Quanto a castração é uma medida correta para regulação dessas populações. Cabe ao estado e a prefeitura fazerem esta operação. Inauguração Meia Boca Não sei se esse prefeito de Niterói está brincan- do com a população ou se ele realmente acha que somos fáceis de convencer com suas ma- nobras exibicionistas. Fez uma inauguração do Tunel Cafubá – Charitas sem terminar as obras de acesso. Como Inaugurar algo que não está pronto? Ele disse no Facebook que estava inau- gurando as galerias. O restante seria depois. Está querendo dar satisfações sobre o atraso da obra ou tem esta mania, absurdamente doentia, de capitalizar tudo? Será que ele não tem uma assessoria de comunicação e marketing para dizer para ele que estes comportamentos só trabalham contra a sua imagem? O cara acabou de assumir o segundo mandato e já está em campanha eleitoral novamente? Vai pra onde?
  10. 10. Niterói 23/01/17 a 11/02/17 www.dizjornal.com 10 Fernando Mello - fmelloadv@gmail.com Fernando de Farias Mello ATENÇÃO PARAA MUDANÇA Novos e-mails do Jornal Diz Redação dizjornal@hotmail.com | contato@dizjornal.com Editoria edgardfonseca22@hotmail.com Fernando Mello, Advogado www.fariasmelloberanger.com.br e-mail: fmelloadv@gmail.com Alerj. Aqui você tem poder. Baixe na Chegou o aplicativo Carteirada do Bem. As leis daAlerj servem para quem tem sede de justiça. Ou só sede, mesmo. Lei Estadual 2424/95: “Bares e restaurantes estão obrigados a oferecer água filtrada de graça quando solicitada pelo cliente.” Bandido que Mata Bandido Há um silêncio não muito constran- gedor rondando todos os cantos do Brasil. Afinal, um país que se acha po- deroso no futebol, na música, na corrupção e em diversas e mais espúrias áreas da vivência social, não consegue manter sob rígido con- trole, um monte de assassinos e traficantes que, em motim, vêm dando as cartas da vio- lência, ceifando vidas e mais vidas dentro dos presídios. Há um coro da imprensa, principalmente tele- visiva, culpando exclusivamente o Estado pe- las mortes. Considero um erro. Estão tratan- do os bandidos como vítimas da sociedade, quando entendo que eles são também vítimas deles mesmos. Não sei a quem a imprensa televisiva quer agradar. Mas acho que é um sintoma de fra- queza. A TV chama de “sistema perverso”, um ente abstrato e sem personalidade que, por não existir, acaba culpando quem mais de- veria ter poder: a sociedade de bem. Sempre inventam a culpa de um terceiro e que desá- gua na sociedade de bem. Antes que os politicamente corretos (cá entre nós, são uns chatos de galocha) venham achar que sou a favor de mortes e execuções su- márias, adianto que não. Lamento as mortes dos assassinos. Mas, não venham culpar toda a sociedade pelo assassinato mútuo de bandi- dos por bandidos; de assassinos que matam assassinos; de traficantes e estupradores que matam estupradores e traficantes. Ora, não consigo pensar nas vítimas desses bandidos assassinos. Não consigo esquecer as famílias das pessoas de bem que eles eli- minaram friamente. Não consigo esquecer de cada jovem mergulhado nas drogas, sem saída e destruindo a estrutura. É impossível deixar de lembrar dos policiais que impedidos de reagir com firmeza pelas “forças politicamente corretas” e que acabam morrendo, torturados, abatidos ou simples- mente assassinado na frentes dos seus filhos e esposa, quando em qualquer assalto são reconhecidos. A memória de todos precisa dobrar as esqui- nas da vida e seguir adiante e lembrar do que acontece fora das prisões. Há um bandido pronto a matar você por R$ 50,00; Ou um menor que mata sem medo e sem culpa. Mata porque será elogiado pelos comparsas. Elogiar o sistema prisional brasileiro seria uma verdadeira loucura. Há falhas, faltas de vagas por conta dos Códigos Penal e de Processo Penal absolutamente ultrapassados e que en- chem os presídios com “presos provisórios”. Na minha opinião não adianta ficar nos gabi- netes dos ministros do STF tentando resolver a questão. O problema está na primeira ins- tância, com poucos juízes e muitos processos, por conta do Código de Processo Penal absolutamente defasado. Se foram mortos uns 190 condenados acho que, por outro lado, muitas vidas de cidadãos inocentes foram poupados das mãos desses presidiários. Os presidiários estão no fundo do poço da existência humana. Pelos atos de car- nificina perpetrados contra seus “colegas” de prisão, como o esquartejamento de vários deles e decapitações de deixar o Estado Islâmi- co apreensivo e humilhado, acho que nada mais presta do que o poder, esse velho companheiro nefasto da humanidade. Há muito tempo não vejo imagem de um pre- sidiário grisalho ou idoso. Parece que a es- magadora maioria acaba morrendo jovem e pelos seus próprios méritos. A vida na prisão não precisa ser horrível como é hoje. Mas não tem que ser pior do a do brasileiro trabalhador, que ganha um salário mínimo e sustenta a sua família com extrema dificuldade. É esse trabalhador esforçado que o Estado deveria proteger, dar educação, saúde e con- dições dignas de moradia. Indenizar e susten- tar as famílias de bandidos e que recebem do Estado porque seu parente está preso parece correto? Mas está acontecendo uma terrível inversão na sociedade brasileira, que valoriza muito mais a vida do presidiário e sua família do que a do brasileiro honesto e trabalhador. Insisto: nada disso quer dizer que as mortes nos presídios foram justas. Mas, afirmo que deveremos valorizar as pessoas de bem, os policiais do bem, os juízes do bem, os milita- res do bem... Seremos mais justos se olharmos para as fa- mílias dos policiais de bem mortos em ser- viço. Eles estão lá, dando a vida por salários baixís- simos e enfrentando fuzis com pistolas. São tão heróis quanto os professores, enfer- meiros, lixeiros, taxistas, militares, empresá- rios e etc. O trabalho, a honestidade e a vida são os bens que devem ser valorizados. Não culpem ou maltratem toda a sociedade. Vidas ainda podem ser salvas.
  11. 11. Niterói 23/01/17 a 11/02/17 www.dizjornal.com Pela Cidade 11 Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Abandono a 50 Metros da Prefeitura Os problemas de falta de controle e omissão da Secre- taria Municipal de Assistência Social e Direitos Hu- manos, da prefeitura de Niterói (que tem como secretária a vereadora Verônica Lima), aumentam e é fácil constatar nas ruas o quadro de expansão do número de moradores de rua. Eles estão por toda cidade, incluindo Icaraí, com famílias que se agrupam e permanecem na Rua Moreira Cesar e na Praça Getúlio Vargas (Praça da reitoria na Praia de Icaraí). O caso mais emblemático é um morador de rua que se Insegurança na Praia Ainsegurança na cidade de Niterói é evidente. Ninguém está seguro em lugar algum. Entretanto, alguns focos evidentes poderiam ser combatidos imediatamente ao seu surgimento, o que não tem acontecido. Na Praia de Icaraí e Praia das Flexas é comum encontrarmos grupos de pive- tes, acompanhados de maiores, inclusive com uma garota no meio deles, perambulando de um lado para outro. Eles ameaçam idosos e crianças, e praticam furtos de cordões, celulares e bolsas (quando aparecem). O mais estarrecedor, é que eles não se intimidam e tam- bém não recebem combate; nem da Policia Militar e nem da Guarda Municipal. Eles continuam acintosamente a ca- minhar de um lado para o outro na certeza da impunida- de. Essa ação de combate e controle pode ser feita com a presença efetiva da Guarda Municipal. Estes bandidos não andam com armas de fogo e podem ser combatidos a cassetetes e algemas. Festa Pop Club 80 No Clube Central Icaraí, será realizado no dia 28 próximo a “Festa Pop Club 80”. A intenção é reviver os anos 80 com o melhor da new wave, rock e disco music, com as bandas Brega é a Mãe, que abrirá o evento, e Boo Beg, além da performance do DJ Paulinho Kalil. Os 100 primei- ros convites estão sendo vendidos por R$ 30,00 cada um, aumentando em seguida para R$ 35,00, a partir do segundo lote até o dia da festa. Sócios do Clube Central e membros da parceria social da Associa- ção dos Clubes de Niterói – ACN pagam o valor de R$ 20,00. Organização de Sandra Vergara e José Calmon e apoio do Clube Central. A classificação é 18 anos. Informações e ingressos: 2619-3387| 2711-0899| 96480-6666| 96485- 5868|98375-2937 instala a 50 metros da sede da prefeitura, (em frente a li- vraria da OAB) onde se localiza a secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos. Quem passa na Rua Visconde de Sepetiba, se espanta com a falta de atenção da secre- taria e a provocação (ou apelo) do morador de rua. Ele está praticamente de frente para a prefeitura. Por sua vez a OAB, também nada faz, visto que o morador ocupa um espaço visível a qualquer advogado que por ali passa. É desejável que a OAB acione o Ministério Público ou cobre da secretaria uma providencia. Batista Filho
  12. 12. Niterói 23/01/17 a 11/02/17 www.dizjornal.com Em Foco 12 Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores “Sabadão Sertanejo” Será no próximo dia 28, às 21h, o “Sabadão Sertanejo” com a dupla Jorge & Davi (foto) na Toca Brasileira. Música sertaneja de qualidade e farto repertório. A Toca fica na Estrada Caetano Monteiro, 40 – no trevo de Maria Paula. O custo do show será de apenas R$8,00. Mais informações pelo tel (21) 98659.1503. Câmara de Vereadores e as Personalidades do Samba ACâmara de Vereadores de Niterói realiza no dia 6 de fevereiro (segunda-feira), {às 17 horas, uma homenagem a personalidades do mundo do samba. O evento, que será presidido pelo vereador Paulo Bagueira é em comemoração aos 100 anos do ritmo genuinamente brasileiro e que ganhou o mundo. Sambistas, compositores, estudiosos e intérpretes do samba estarão no plenário Brígido Tinoco para a entrega do troféu Ismael Silva e do diploma Vereador Carlos Alberto Pinto Magaldi (foto). Esse evento era organizado anualmente pelo saudoso ex vereador Carlos Alberto Magaldi. Sergio Gomes

×