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CADERNO DO ALUNO
1a
SÉRIE
ENSINO MÉDIO
Volume2
QUÍMICA
Ciências da Natureza
Validade:2014–2017
MATERIAL DE APOIO AO
CURRÍCULO DO ESTADO DE SÃO PAULO
CADERNO DO ALUNO
QUÍMICA
ENSINO MÉDIO
1a
SÉRIE
VOLUME 2
Nova edição
2014-2017
governo do estado de são paulo
secretaria da educação
São Paulo
QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 1 09/04/14 09:09
Governo do Estado de São Paulo
Governador
Geraldo Alckmin
Vice-Governador
Guilherme Afif Domingos
Secretário da Educação
Herman Voorwald
Secretária-Adjunta
Cleide Bauab Eid Bochixio
Chefe de Gabinete
Fernando Padula Novaes
Subsecretária de Articulação Regional
Rosania Morales Morroni
Coordenadora da Escola de Formação e
Aperfeiçoamento dos Professores – EFAP
Silvia Andrade da Cunha Galletta
Coordenadora de Gestão da
Educação Básica
Maria Elizabete da Costa
Coordenadora de Gestão de
Recursos Humanos
Cleide Bauab Eid Bochixio
Coordenadora de Informação,
Monitoramento e Avaliação
Educacional
Ione Cristina Ribeiro de Assunção
Coordenadora de Infraestrutura e
Serviços Escolares
Dione Whitehurst Di Pietro
Coordenadora de Orçamento e
Finanças
Claudia Chiaroni Afuso
Presidente da Fundação para o
Desenvolvimento da Educação – FDE
Barjas Negri
QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 2 09/04/14 09:09
Caro(a) aluno(a),
Na história da humanidade, a manipulação do metal simboliza, de certa forma, o desenvolvimento do
homem. É praticamente impossível pensar no nosso modo de vida sem o uso dos metais. Utilizamos vários
tipos em nossa vida diária: muitos objetos são feitos ou contêm metal (portões, latas de óleo, latas de leite em
pó, fios de eletricidade, panelas, pregos, bijuterias, bolsas etc.). Neste Caderno, você estudará os metais e terá
oportunidade de entrar em contato com conhecimentos científicos e tecnológicos relacionados à obtenção,
à produção e ao uso desses elementos.
Você também conhecerá aspectos relacionados à transformação química, como símbolos e constituição
da matéria. Esses conhecimentos permitirão que você use a linguagem química de forma mais precisa.
Ainda será discutida a produção do ferro e do cobre, metais importantes na nossa sociedade, já que deles
dependem muitos avanços tecnológicos, a sobrevivência e o desenvolvimento da humanidade. Aprofundan-
do seu conhecimento sobre o conceito de quantidade de matéria a partir do estudo de sua unidade (o mol),
você poderá compreender a importância da estequiometria para o sistema produtivo: prever as quantidades
envolvidas nas transformações químicas permite reduzir desperdícios. Ao estudar as relações proporcionais
entre as quantidades de reagentes e de produtos nos processos de produção do ferro e do cobre, você apren-
derá como é possível definir previamente essas quantidades.
A extração e o beneficiamento de metais produzem quantidades significativas de resíduos e subprodutos,
por isso serão abordados a extração do ferro e o uso do carvão nesse processo. Assim, você poderá verificar
quais são os impactos ambientais gerados por esses processos. Com base na produção do ferro e do cobre,
você aprenderá conteúdos indispensáveis para entender como podemos obter outros metais e quais os im-
pactos socioambientais envolvidos na extração de minérios.
Bom estudo!
Equipe Curricular de Química
Área de Ciências da Natureza
Coordenadoria de Gestão da Educação Básica – CGEB
Secretaria da Educação do Estado de São Paulo
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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1
A LINGUAGEM QUÍMICA E A CONSTRUÇÃO
HISTÓRICA DA TABELA PERIÓDICA
Antes de iniciarmos o estudo dos metais e de seus usos, vamos conhecer um pouco mais a
linguagem química por meio de seus símbolos e fórmulas. Além disso, saberemos como alguns
cientistas propuseram diferentes formas de organização dos elementos químicos e, principalmente,
qual foi a contribuição de Mendeleev para a chamada Lei Periódica e para o que se conhece hoje
como tabela periódica dos elementos químicos.
Atividade 1 – Representação das substâncias químicas: uso de símbolos e fórmulas
Para a realização desta Situação de Aprendizagem, é importante que você relembre as ideias de Dalton.
Exercícios em sala de aula
1.		 Faça um resumo das ideias de Dalton sobre constituição da matéria e elemento químico.
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Química – 1a
série – Volume 2
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As substâncias são representadas por meio dos símbolos dos diferentes elementos químicos
que as compõem; cada elemento é acompanhado de um índice, que indica quantos átomos desse
elemento formam a partícula de uma determinada substância. Essas representações são chamadas
fórmulas das substâncias. Assim, podemos agora interpretar algumas fórmulas apresentadas ante-
riormente, por exemplo:
2.		 Escreva o que representa cada uma das fórmulas a seguir, que correspondem às substâncias
HCl (cloreto de hidrogênio), NaOH (hidróxido de sódio), Ca(OH)2
(hidróxido de cálcio),
Mg (magnésio) e Zn (zinco).
HCl
NaOH
Ca(OH)2
Mg
representa três partículas de gás oxigênio, cada uma formada por dois átomos
do elemento oxigênio.
3O2
representa a substância oxigênio;
representa uma partícula de gás oxigênio, formada por dois átomos do elemento oxigênio.
O2
representa o elemento ferro;
representa a substância ferro;
representa uma partícula de ferro, formada por um átomo do elemento ferro.
Fe
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1.		Procure em livros de Química ou em páginas da internet as fórmulas das seguintes substâncias
e interprete-as em termos de átomos constituintes:
Zn
3.		 Substância simples é aquela formada por átomos de um único elemento e substância composta
é aquela formada por átomos de mais de um elemento. Das substâncias anteriores, indique
quais são substâncias simples e quais são substâncias compostas.
4.		 Quantos átomos de cada elemento formam as partículas das seguintes substâncias: H2
O2
(peróxido de hidrogênio, conhecido comumente como água oxigenada); C2
H6
O (álcool etí-
lico ou etanol); CaCO3
(carbonato de cálcio); Ca(HCO3
)2
(hidrogenocarbonato de cálcio ou
bicarbonato de cálcio); e SO2
(dióxido de enxofre)?
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série – Volume 2
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a)	 sulfato de chumbo II;
		 b)	 ácido sulfúrico;
		 c)	 nitrato de sódio;
		 d)	 cloreto de cálcio;
		e)	ozônio.
Atividade 2 – Classificação periódica dos elementos: uma atividade didática com
abordagem histórica
Nesta atividade, vamos conhecer diferentes formas de organização dos elementos químicos
propostas por alguns cientistas. Para compreender melhor como elas foram elaboradas, confeccione
um cartão para cada elemento apresentado na tabela da próxima página, reproduzindo nele as
informações listadas no box a seguir. O uso dos cartões facilitará a próxima etapa da atividade, que
consiste no agrupamento dos elementos químicos segundo os critérios que você verá mais adiante.
Exercício em sala de aula
1.		 Na próxima página são apresentadas as seguintes informações sobre vários elementos químicos:
•	 nome do elemento;
•	 símbolo do elemento;
•	 massa atômica (MA);
•	 temperatura de fusão da substância simples a 1 atm (TF);
•	 temperatura de ebulição da substância simples a 1 atm (TE);
•	 fórmula da substância simples;
•	 fórmula da substância formada com o elemento hidrogênio;
•	 fórmula da substância formada com o elemento oxigênio.
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Elemento Sódio Lítio Potássio
Símbolo Na Li K
MA 23 u 7 u 39 u
TF (1 atm) 97,8 o
C 180,5 o
C 63,6 o
C
TE (1 atm) 882,9 o
C 1347 o
C 774 o
C
Subst. simples Na Li K
Subst. com hidrogênio NaH LiH KH
Subst. com oxigênio Na2
O Li2
O K2
O
Elemento Magnésio Cálcio Carbono
Símbolo Mg Ca C
MA 24 u 40 u 12 u
TF (1 atm) 648,8 o
C 839 o
C 3367 o
C
TE (1 atm) 2970 o
C 1484 o
C 4827 o
C
Subst. simples Mg Ca C
Subst. com hidrogênio MgH2
CaH2
CH4
Subst. com oxigênio MgO CaO CO2
Elemento Silício Flúor Cloro
Símbolo Si F Cl
MA 28 u 19 u 35 u
TF (1 atm) 1410 o
C –219,6 o
C –100 o
C
TE (1 atm) 2355 o
C –188 o
C –34,6 o
C
Subst. simples Si F2
Cl2
Subst. com hidrogênio SiH4
HF HCl
Subst. com oxigênio SiO2
OF2
Cl2
O
		 Procure organizar os elementos em diferentes conjuntos, conforme as sugestões a seguir.
		 a) Agrupe-os de acordo com as semelhanças entre as temperaturas de fusão e as de ebulição,
justificando os critérios para esses agrupamentos:
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•	 temperatura de fusão da substância simples;
	 	 •	 temperatura de ebulição da substância simples.
		 b)	Agrupe-os de acordo com as semelhanças entre as fórmulas das substâncias citadas, justifi-
cando os critérios para esses agrupamentos:
	 	 •	 substâncias simples (a 1 atm de pressão);
	 	 •	 substâncias formadas com o elemento hidrogênio;
	 	 •	 substâncias formadas com o elemento oxigênio.
		 c)	Analisando as propriedades e os compostos formados, procure organizar os elementos em
quatro grupos, explicando quais critérios foram utilizados para essa organização.
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A tabela de Mendeleev
Muitos cientistas se preocuparam em criar uma classificação para os elementos químicos a fim
de melhor estudá-los. Um deles foi Mendeleev.
Veja a seguir a tabela de Mendeleev conforme ele a organizou.
Extraída de: PETRIANOV, I. V.; TRIFONOV, D. N. A lei grandiosa. Tradução de Maria Helena
Fortunato. Moscou: Mir, 1987. p. 15.
Esclarecimentos sobre os pontos de interrogação que aparecem na tabela: (a) quando eles apare-
cem junto aos símbolos dos elementos ou junto aos valores de massa atômica, Mendeleev tinha dúvida
sobre os valores das massas atômicas; (b) quando eles aparecem antes do sinal de igualdade, Mendeleev
acreditava que deveria haver um elemento com essa massa que ainda não havia sido descoberto.
Podem-se destacar dois fatores que contribuíram para que Mendeleev propusesse sua organiza-
ção dos elementos químicos, atualmente conhecida como tabela periódica:
• na época, eram conhecidos muitos elementos químicos (mais de 60);
• as propriedades das substâncias simples formadas por esses elementos eram bastante conhecidas.
A tabela periódica atual
Veja a seguir a tabela periódica atual. Atente para as seguintes informações:
• símbolo do elemento;
• nome do elemento;
• massa atômica do elemento.
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Seguindo as orientações de seu professor, pesquise mais detalhes da história da tabela periódica
ou da classificação dos elementos químicos. Essas informações podem ser encontradas em livros di-
dáticos do Ensino Médio e em diversas páginas da internet. Destaque as principais informações
pesquisadas e apresente-as para a turma.
©ClaudioRipinskas/R2Editorial
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Química – 1a
série – Volume 2
Produção do aço e do cobre
Muitos metais são obtidos por meio de transformações químicas dos minerais
que os contêm, como é o caso do ferro (Fe), que pode ser extraído do Fe2
O3
(óxido de
ferro III), principal componente do minério hematita. Para que essa transformação
química ocorra, é necessário o forne-
cimento de energia. Nas siderúrgicas,
essa energia é proveniente da queima
do carvão (C). Essa transformação
é realizada em grandes fornos – os
altos-fornos. A queima do carvão,
além de liberar energia térmica que
provoca aumento de temperatura até
aproximadamente 1 500 o
C, fundin-
do o minério, também produz o rea-
gente monóxido de carbono (CO),
que vai interagir com o minério e
formar o ferro. Este sai líquido do
alto-forno e é chamado de ferro-gusa
ou ferro de primeira fusão.
As matérias-primas utilizadas para
a produção do aço são o minério de
ferro, o carvão e o calcário (CaCO3
).
Este último reage com impurezas do
minério, como a sílica (SiO2
), for-
mando a escória (CaSiO3
), que pode
ser usada como matéria-prima para a
fabricação de cimento.
SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2
PROCESSOS DE OBTENÇÃO DO FERRO E DO COBRE:
INTERPRETAÇÃO DAS REAÇÕES QUÍMICAS
Atividade 1 – Produção do ferro e do cobre
Você saberia dizer o nome de alguns materiais fabricados com o ferro? E com o cobre? Como
esses metais são obtidos?
Lendo o texto a seguir, você conhecerá um pouco sobre a produção do ferro, do aço e do cobre.
Leitura e análise de texto
alimentação
minério de ferro
carvão
calcário
saída de gases
entrada
principal de ar
passagem de ar
saída
de ferro
saída de
escória
1500 ˚C
Esquema de operação de um alto-forno
Fonte: GEPEQ (Grupo de Ensino e Pesquisa em Educação Química).
Interações e transformações I: elaborando conceitos sobre transformações
químicas. GEPEQ/IQUSP. 9. ed. revista e ampliada. São Paulo: Editora
da Universidade de São Paulo, 2005. p. 151.
©ClaudioRipinskas/R2Criações
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O ferro-gusa é levado para a aciaria ainda em estado líquido, para ser transformado em
aço mediante a retirada de impurezas e a adição de outras substâncias.
O aço é utilizado na produção de materiais siderúrgicos empregados pela indústria de
transformação, como chapas grossas e finas, bobinas, vergalhões, arames, barras etc.
Além do ferro, um metal muito utilizado na indústria é o cobre, para a produção de
fios, cabos elétricos e ligas metálicas, como o latão e o bronze.
A calcosita (composta principalmente de Cu2
S) e a calcopirita (composta principalmente
de CuFeS2
) são minérios utilizados na produção do cobre metálico. Ao utilizar-se a calco-
pirita (CuFeS2
), as transformações químicas envolvem a produção de sulfeto de cobre I
(Cu2
S), que é aquecido na presença de oxigênio, produzindo o cobre metálico.
O processo é trabalhoso, pois envolve a separação do CuFeS2
do minério, a reação com
o gás oxigênio (O2
) para obter o Cu2
S, a retirada das impurezas – como ferro, resíduos de
enxofre e metais preciosos – e o aquecimento em presença de oxigênio para a obtenção do
cobre metálico (Cu), ainda impuro. Para obter o cobre puríssimo, exigido pela indústria
elétrica, torna-se necessária uma refinação, feita pela eletrólise do produto obtido. Após
esse longo ciclo produtivo, o cobre puro pode ser utilizado pelas indústrias.
Vocabulário
•	 Aciaria: usina ou parte de uma siderúrgica destinada à produção do aço.
Elaborado por Denilse Morais Zambom, Fabio Luiz de Souza e Luciane Hiromi Akahoshi
especialmente para o São Paulo faz escola.
Questões para análise do texto
1.		 Descreva cada situação apresentada a seguir, referente à transformação do minério de ferro em
aço, indicando como ela ocorre e qual a sua finalidade:
		 a)	 queima do carvão;
		 b)	 utilização do calcário;
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c)	 minério de ferro + energia + produto obtido da queima do carvão;
		 d)	 produção de chapas de aço.
2.		 Identifique semelhanças e diferenças entre a produção do ferro e a do cobre.
Atividade 2 – Combustão completa e incompleta e balanceamento de
equações químicas
A combustão do carvão fornece energia para as transformações que ocorrem no processo
de obtenção do ferro. Além da energia, é importante conhecer as substâncias produzidas nessas
combustões. Nesta atividade, vamos estudar esses processos e representá-los por meio de equações
químicas balanceadas.
Exercícios em sala de aula
1.		 Na queima do carvão, representado por C, ocorre a interação com o gás oxigênio (O2
). Represente
essa transformação quando há:
		 a)	 excesso de gás oxigênio (combustão completa);
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b)	 falta de gás oxigênio (combustão incompleta).
2.		 Qual era a concepção de Dalton sobre as transformações químicas? Os átomos são os mesmos
após a transformação ou se modificam? Responda utilizando a representação da combustão
completa do carvão.
3.		 A concepção de Dalton sobre as transformações químicas pode ser aplicada na combustão
incompleta. Será que todos os átomos se reorganizam para formar novas substâncias? Como
representar a equação de acordo com as ideias de Dalton?
4.		 Muitos combustíveis são formados pelo elemento carbono (C) e pelo elemento hidrogênio (H),
como a gasolina (mistura de substâncias na qual o C8
H18
é o principal componente). Outros
combustíveis possuem oxigênio (O) em sua composição, como é o caso do etanol (C2
H6
O),
também chamado de álcool combustível. A combustão do etanol pode ser representada da se-
guinte maneira:
		 Combustão completa:
		C2
H6
O(g) + O2
(g) CO2
(g) + H2
O(g) + energia
		 Combustão incompleta:
		C2
H6
O(g) + O2
(g) CO(g) + H2
O(g) + energia
		 a)	 Reescreva essas equações de acordo com as ideias de Dalton, ou seja, balanceadas.
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b)	 Indique as semelhanças e as diferenças entre as duas equações.
1.		 Se os motores de automóveis não estiverem bem regulados, poderá ocorrer a combustão incom-
pleta da gasolina (formada principalmente por C8
H18
). Essa combustão poluirá o ar atmosférico
com:
		 a)	 gás carbônico (CO2
).
		 b)	 gás hidrogênio (H2
).
		 c)	 gás monóxido de carbono (CO).
		 d)	 gás oxigênio (O2
).
		 e)	 vapor-d'água (H2
O).
2.		 Das representações de transformações a seguir, escolha aquela que não representa uma reação
química corretamente. Justifique.
		 a)	 Ca(s) + 2 H2
O(l) Ca(OH)2
(aq) + H2
(g).
		b)	SO3
(g) + H2
O(l) H2
SO4
(aq).
		 c)	 Fe(s) + 2 HCl(aq) FeCl2
(aq) + H2
(g).
		 d)	 2 HgO(s) 2 Hg(l) + O2
(g).
		 e)	 CaO(s) + CO2
(g) CO(g).
3.		 Um aluno fez o esquema a seguir para representar a mistura dos gases nitrogênio (N2
) e cloro
(Cl2
) nas condições ambientais. Indique qual foi o erro do aluno.
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N Cl
Atividade 3 – Transformações químicas no processo de obtenção do ferro e do cobre
Discutiremos agora as transformações que ocorrem na produção do ferro e do cobre.
Exercícios em sala de aula
1.		 Represente as transformações a seguir, devidamente balanceadas:
		 a)	nas indústrias siderúrgicas, o gás monóxido de carbono (CO), formado na combustão
incompleta do carvão, reagirá com o óxido de ferro III (Fe2
O3
) extraído do minério de ferro
e terá como produtos o ferro líquido (Fe) e o gás dióxido de carbono (CO2
);
		 b)	a remoção das impurezas do minério de ferro é realizada pela adição de calcário (CaCO3
), cuja
interação com o SiO2
leva à formação de escória (CaSiO3
) e de dióxido de carbono (CO2
).
2.		 Observe as equações químicas da produção do cobre a partir do minério e indique se há con-
servação de átomos nessas transformações:
		 a)	interação do minério de cobre (CuFeS2
) com gás oxigênio (O2
), ocorrendo a formação de
sulfeto de cobre I (Cu2
S), óxido de ferro III (Fe2
O3
) e gás dióxido de enxofre (SO2
):
			 4 CuFeS2
(s) + 9 O2
(g) 2 Cu2
S(s) + 2 Fe2
O3
(s) + 6 SO2
(g)
©ClaudioRipinskas/R2Criações
18
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b)	aquecimento do sulfeto de cobre I (Cu2
S), em presença de oxigênio (O2
), com formação de
gás dióxido de enxofre (SO2
) e de cobre metálico (Cu):
			 Cu2
S(s) + O2
(g) 2 Cu(l) + SO2
(g)
Faça uma pesquisa sobre dois dos principais metais produzidos no Brasil, os nomes dos
minérios dos quais são obtidos e a utilização desses metais pela sociedade.
19
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série – Volume 2
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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3
COMO PREVER AS QUANTIDADES IDEAIS DE
REAGENTES E PRODUTOS ENVOLVIDOS NUMA
TRANSFORMAÇÃO QUÍMICA?
Seria possível fazer previsões teóricas das quantidades de materiais que podem ser obtidos em
uma transformação química? E prever a quantidade de energia envolvida nesse processo? Essas
questões serão respondidas ao longo desta Situação de Aprendizagem ao estudarmos as propor-
ções existentes entre reagentes, produtos e energia nas transformações químicas.
Atividade 1 – Quantidade de partículas envolvidas em uma transformação química
Como foi visto, o cobre pode ser produzido pela ustulação da calcosita, minério de cobre cons-
tituído basicamente por sulfeto de cobre I (Cu2
S). A ustulação consiste no processo de aquecimento
de um minério na presença do oxigênio ou de corrente de ar. A equação química que representa a
ustulação da calcosita pode ser escrita e interpretada da seguinte forma:
1 partícula de
sulfeto de cobre I
1 partícula
de gás oxigênio
2 partículas
de cobre
1 partícula de
dióxido de enxofre
A partir dessas ideias, responda às questões a seguir.
Exercícios em sala de aula
1.		 Quantas partículas de gás oxigênio (O2
) são necessárias para interagir com duas partículas de
sulfeto de cobre I (Cu2
S)?
2.		 Quantas partículas de cobre (Cu) podem ser formadas a partir de duas partículas de sulfeto de
cobre I?
!
?
20
Química – 1a
série – Volume 2
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3.		 Que quantidade de partículas de reagentes deve ser usada na produção de 684 partículas de cobre?
4.		 Que quantidade de partículas de cobre e de dióxido de enxofre pode ser produzida a partir de
cinco partículas de Cu2
S e dez partículas de O2
? Explique sua resposta.
Algumas transformações químicas discutidas anteriormente no nível macroscópico podem ser
reinterpretadas, agora, em nível microscópico, com base no exemplo da quantidade de partículas
utilizadas na produção do cobre.
5.		 Faça o balanceamento das equações químicas a seguir e interprete-as citando as quantidades de
partículas envolvidas:
		 a)	 hidratação da cal viva: CaO(s) + H2
O(l) Ca(OH)2
(aq).
		 b)	 queima de gás natural: CH4
(g) + O2
(g) CO2
(g) + H2
O(g).
21
Química – 1a
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1.		 Considere a equação química que representa a combustão do gás metano (CH4
), principal
componente do gás natural: CH4
(g) + 2 O2
(g) CO2
(g) + 2 H2
O(g).
		 a)	Na combustão de 15 partículas de metano são consumidas quantas partículas de gás
oxigênio (O2
)?
		 b)	Os produtos da combustão de certa quantidade de metano foram coletados, resfriados e,
assim, separados, obtendo-se uma pequena quantidade de água no estado líquido. Sabe-se
que essa quantidade continha 6  1022
partículas de água. Quantas partículas de metano
devem ter sido queimadas nesse caso?
Atividade 2 – Massas atômicas e massas moleculares
É possível também interpretar as equações químicas em termos de massa, considerando que
cada elemento químico tem uma massa atômica determinada e que as massas das partículas que
formam as substâncias são dadas pelo somatório das massas dos átomos que as compõem.
Exercícios em sala de aula
1.		 Qual é a massa de uma partícula de água, sabendo-se que cada átomo de hidrogênio tem massa
atômica 1 u e que os átomos de oxigênio têm massa 16 u?
22
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série – Volume 2
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2.		 Qual a massa de uma partícula de gás oxigênio (O2
)? E de uma partícula de gás hidrogênio (H2
)?
3.		 Escolha três substâncias entre as que são apresentadas a seguir e calcule a massa de uma partícula
de cada uma delas (consulte a tabela periódica para isso):
Óxido de
cálcio: CaO
Hidróxido
de cálcio:
Ca(OH)2
Dióxido
de carbono:
CO2
Sulfeto
de cobre I:
Cu2
S
Óxido
de ferro III:
Fe2
O3
Metano:
CH4
Equação química
Número de partículas
Massa de uma partícula
Massas das partículas
envolvidas nessa reação
4.		 Represente a equação química balanceada da decomposição da água em gás hidrogênio e gás
oxigênio e complete a tabela a seguir.
23
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Equação química 2 H2
O(l) 2 H2
(g) + O2
(g)
Número de partículas
2 partículas
de água
produzem
2 partículas
de gás
hidrogênio
e
1 partícula
de gás oxigênio
Massa das partículas 36 u produzem 4 u e 32 u
Exemplos de massas
mensuráveis que
guardam a mesma
proporção
36 g produzem 4 g e 32 g
9,0 kg produzem 1,0 kg e 8,0 kg
2,7 g produzem 0,3 g e 2,4 g
Atividade 3 – Previsões das massas de reagentes e produtos
As massas das partículas envolvidas numa transformação química, expressas em unidades de
massa atômica, podem ser relacionadas às massas mensuráveis dessas substâncias em qualquer
unidade de massa, mantendo-se a proporcionalidade entre elas.
A tabela a seguir ilustra essa ideia.
Na decomposição da água, percebe-se que a proporção entre a massa de água decomposta e a mas-
sa de hidrogênio formada é a mesma, seja em unidades de massa atômica, seja em gramas, seja em
quilogramas.
36 u 36 g 9,0 kg 2,7 g 9massa de água
4 u 4 g 1,0 kg 0,3 g 1massa de hidrogênio
Dessa forma, é possível obter uma proporção em unidade de massa atômica para qualquer
transformação química, desde que se conheçam sua equação química balanceada e as massas
moleculares dos reagentes e produtos envolvidos. Essa proporção em unidade de massa atômica
de uma transformação química pode ser usada para prever massas mensuráveis dos reagentes
e produtos.
Exercícios em sala de aula
1.		 A partir das informações da tabela anterior, sobre a decomposição da água, que massas de gás
oxigênio e de gás hidrogênio podem ser produzidas, aproximadamente, na decomposição de
100 g de água?
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2.		 Que massa de ferro pode ser obtida a partir de 1280 kg de óxido de ferro III (Fe2
O3
), tendo
carvão (C) e oxigênio (O2
) suficientes para consumir todo esse minério de ferro? Considere que
essa transformação pode ser representada pela seguinte equação química:
		 2 Fe2
O3
(s) + 6 C(s) + 3 O2
(g) 4 Fe(l) + 6 CO2
(g).
		 Dados – massas atômicas: Fe = 56,0 u; O = 16,0 u; C = 12,0 u.
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1.		 A combustão de magnésio (Mg), um sólido de cor prateada, é uma reação química muito utiliza-
da em demonstrações durante aulas de Química por ser acompanhada de intensa emissão de luz
branca. O único produto formado nessa reação química é o óxido de magnésio (MgO), um sólido
branco. A respeito dessa reação, pede-se:
		 a)	 represente a equação química balanceada dessa transformação química;
		 b)	calcule as massas moleculares dos reagentes e produtos (considere as seguintes massas
atômicas: Mg = 24 u; O = 16 u);
		 c)	calcule a massa de óxido de magnésio que pode ser obtida a partir da combustão de
96 g de magnésio.
Atividade 4 – Previsões das quantidades de energia envolvida nas transfor-
mações químicas
Além das relações de proporcionalidade existentes entre as massas de reagentes e produtos, ou-
tro aspecto importante que deve ser discutido são as relações entre as massas de reagentes e produtos
e a energia envolvida nas transformações químicas.
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2.		 Considere a equação química que representa a combustão do etanol:
		C2
H6
O(g) + 3 O2
(g) 2 CO2
(g) + 3 H2
O(g).
		 Dado – a combustão de 1 g de etanol libera aproximadamente 27 kJ.
		 a)	Consulte a tabela periódica e calcule as massas moleculares dos reagentes e produtos envol-
vidos nessa transformação química.
		 b)	Calcule a massa de etanol que é consumida quando, em sua combustão, formam-se 88 g
de CO2
.
		 c)	Que quantidade de energia pode ser liberada quando há formação de 88 g de CO2
na
queima de etanol?
Exercícios em sala de aula
1.		 Dê um exemplo de como a energia e as massas de reagentes e produtos estão relacionadas em uma
transformação química. Você pode usar esquemas, equações e textos para demonstrar essa relação.
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1.		 Que massa de cobre pode ser obtida a partir de 15,9 kg de sulfeto de cobre I (Cu2
S), tendo
oxigênio suficiente para essa reação?
		 Dados – massas atômicas: Cu = 63,5 u; S = 32,0 u; O = 16,0 u.
		 Equação química não balanceada: Cu2
S(s) + O2
(g) Cu(l) + SO2
(g).
2.		 Complete as lacunas na tabela a seguir, sabendo que são necessárias 2,90 kcal para decompor
1,00 g de calcário.
		 Dados – massas atômicas: Ca = 40,0 u; C = 12,0 u; O = 16,0 u.
CaCO3
(s) + energia CaO(s) + CO2
(g)
100 u u u
g kcal 56,0 g g
1,00 g 2,90 kcal g g
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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 4
METAIS E O SISTEMA PRODUTIVO
Nesta Situação de Aprendizagem, a compreensão do tema “Metais” será ampliada a partir da
discussão de aspectos relacionados à sua produção e aos seus usos.
Atividade 1 – Metais no cotidiano
Há alguns milhares de anos, os metais começaram a ser usados pela humanidade até se torna-
rem materiais indispensáveis para as mais diversas atividades do nosso cotidiano. Você já percebeu
quantos metais diferentes estão presentes em nosso dia a dia? Mas por que usamos um metal para
certo fim, e não outro? O que determina o uso de um metal em lugar de outro?
O texto a seguir apresenta a constituição de uma lâmpada incandescente. Perceba que nesse
objeto tão comum são utilizados diversos metais e que a função de cada um está diretamente ligada
às suas propriedades.
De que é feita uma lâmpada?
Alâmpadaelétricaincandescenteéumdosobjetosmais
comuns na maioria das residências brasileiras. Inventada
por Thomas Alva Edison, em 1879, esse pequeno aparato
tecnológico sofreu algumas mudanças até chegar à forma e
à composição como a conhecemos hoje.
Inicialmente, a luz era produzida quando a corrente elétrica passava por um bastão de
carvão, em vez do filamento de tungstênio que se usa atualmente, tornando-o incandescen-
te. Mas esse sistema tinha pouca durabilidade (algumas horas apenas). Esse problema levou
Edison a pesquisar outros materiais que pudessem substituir o carvão. Nessa busca foram
testados diversos metais e ligas metálicas até se chegar ao filamento de tungstênio (W).
Esse metal possui condutibilidade elétrica moderada (aproximadamente 340 vezes
menor do que a da prata, que é considerada um excelente condutor elétrico); por isso,
oferece resistência à passagem da corrente elétrica, gerando calor a ponto de se tornar
incandescente e emitir luz. Apresenta também elevada temperatura de fusão (3 410 o
C),
resistindo a altas temperaturas sem sofrer fusão. Essa última propriedade é especialmente
importante, visto que o filamento da lâmpada pode alcançar impressionantes 3 000 o
C
durante seu funcionamento.
Leitura e análise de texto Tungstênio
Ferro e níquel
Cobre
Zinco
Chumbo, estanho
e antimônio
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Poucos metais resistiriam sem fundir a tão elevada temperatura.
Além do tungstênio, outros metais são empregados na confecção de uma lâmpada elétrica
incandescente:
•	 Haste de ferro (Fe) e níquel (Ni): essa liga metálica apresenta elevada resistência mecâ-
nica (não entorta facilmente) e suporta altas temperaturas sem fundir (aproximadamente
1500 o
C), sendo um material ideal para sustentar o filamento da lâmpada.
•	 Fios de cobre (Cu): metal com boa condutibilidade elétrica e alta temperatura de fusão.
•	 Rosca de zinco (Zn): metal maleável (fácil de moldar), que suporta temperaturas mode-
radas sem fundir (420 o
C) e possui boa condutibilidade elétrica.
•	 Ponto de contato de chumbo (Pb), estanho (Sn) e antimônio (Sb): essa liga metálica
é útil para fazer soldagem porque seus componentes apresentam temperaturas de fusão
relativamente baixas (327 o
C, 232 o
C e 631 o
C, respectivamente). Consequentemente,
a própria liga também tem baixa temperatura de fusão. O antimônio é misturado ao
chumbo e ao estanho para que a liga suporte temperaturas um pouco maiores sem fundir
e tenha maior dureza.
Os metais, quando submetidos a temperaturas elevadas, podem facilmente sofrer oxidação se
estiverem em contato com o oxigênio do ar. Por esse motivo, o interior das lâmpadas é preenchido
com gases inertes (que dificilmente reagem com outros materiais), como nitrogênio (N2
), criptô-
nio (Kr) e, principalmente, argônio (Ar).
Elaborado por Fabio Luiz de Souza especialmente para o São Paulo faz escola.
Exercícios em sala de aula
1.		 Comente a importância do conhecimento das propriedades dos metais para a construção de
uma lâmpada elétrica incandescente. Dê exemplos que ilustrem seus argumentos.
2.		 Zinco, ferro e níquel são metais de mais fácil obtenção do que o tungstênio. Seria possível substi-
tuir o filamento de tungstênio da lâmpada elétrica por um desses metais? Explique sua resposta.
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Objeto
Metal ou liga que
compõe o objeto
Relação entre
propriedades e aplicação
Brasil
Reserva de minério Extração de minério Produção de ferro-gusa Produção de aço
17%
(2o
no mundo)
13%
(3o
no mundo)
2%
(6o
no mundo)
2%
(6o
no mundo)
Estados Unidos
Reserva de minério Extração de minério Produção de ferro-gusa Produção de aço
4%
(6o
no mundo)
2%
(6o
no mundo)
3%
(5o
no mundo)
6%
(3o
no mundo)
Rússia
Reserva de minério Extração de minério Produção de ferro-gusa Produção de aço
15%
(3o
no mundo)
3%
(5o
no mundo)
5%
(3o
no mundo)
5%
(4o
no mundo)
3.		 Complete a tabela a seguir com três exemplos de objetos metálicos (ou que contenham metais)
presentes em sua casa ou na escola. Cite os metais que constituem esses objetos e estabeleça uma
relação entre suas propriedades e aplicações.
Atividade 2 – Produção de ferro no mundo: do minério ao aço
O ferro é o metal produzido em maior quantidade no mundo. Por sua dureza, maleabilidade
e elevada temperatura de fusão, além de outras propriedades, ele é também o metal mais utilizado
pela humanidade há mais de 6 mil anos. De armas a utensílios domésticos e vergalhões para a cons-
trução civil, o ferro é amplamente utilizado em todos os lugares do mundo. Entretanto, as reservas
de minério de ferro e a produção de ferro e de aço estão concentradas em alguns países.
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China
Reserva de minério Extração de minério Produção de ferro-gusa Produção de aço
14%
(4o
no mundo)
43%
(1o
no mundo)
61%
(1o
no mundo)
48%
(1o
no mundo)
Japão
Reserva de minério Extração de minério Produção de ferro-gusa Produção de aço
0% 0%
7%
(2o
no mundo)
7%
(2o
no mundo)
Ucrânia
Reserva de minério Extração de minério Produção de ferro-gusa Produção de aço
4%
(5o
no mundo)
3%
(5o
no mundo)
3%
(5o
no mundo)
2%
(6o
no mundo)
Fonte dos dados: U.S. GEOLOGICAL SURVEY. Mineral Commodity Summaries 2013. Disponível em: http://minerals.usgs.gov/
minerals/pubs/mcs/. Acesso em: 27 jan. 2014.
Exercícios em sala de aula
Escolha um dos países apresentados na tabela e responda às questões propostas a seguir.
1.		 Comente os seguintes aspectos referentes ao país escolhido:
		 a)	 geografia física;
		 b)	 desenvolvimento socioeconômico;
		 c)	 desenvolvimento tecnológico.
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2.		 Compare os valores de reserva com os de extração de minério de ferro nesse país. Esses valores
são compatíveis entre si? Se não forem compatíveis, como explicar o fato?
3.		 Compare os valores de extração de minério de ferro com os da produção de ferro-gusa e de aço
nesse país. Esses valores são compatíveis entre si? Se não forem compatíveis, como explicar o
fato?
4.		 Elabore uma síntese que relacione os aspectos gerais desse país, abordados na questão 1, e a
produção de ferro, analisada nas questões 2 e 3.
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Atividade 3 – Visita a um ferro-velho
Os ferros-velhos e as cooperativas são instituições que participam do processo de reciclagem/reutili-
zação de muitos materiais importantes para nossa sociedade, incluindo metais, plásticos e vidro.
Nesta atividade, conheceremos um pouco das características de empresas que participam do
processo de reciclagem. Siga as orientações do seu professor para a realização da pesquisa de campo
e para a apresentação dos resultados. Sugere-se a ficha a seguir para a organização das informações
obtidas.
Dados gerais sobre o ferro-velho
1.		 Nome e localização:
2.		 Número de pessoas que trabalham no local (funcionários, cooperados, catadores etc.)
e condições de trabalho desses profissionais:
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3.		 Descrição física do local (área ocupada, organização etc.):
4. Materiais comercializados
Material
Objetos mais
comuns
Preço médio de
compra e venda
Destino do
material
5.		 Problemas identificados:
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1.		 Faça o balanceamento da equação química que representa a produção de cobre a partir de
calcosita e complete a tabela a seguir com dados sobre a quantidade de partículas e de massa.
		 Dados – massas atômicas: Cu = 63,5 u; S = 32,0 u; O = 16,0 u.
Calcosita Oxigênio Cobre Dióxido de enxofre
Cu2
S(s) + O2
(g) Cu(l) + SO2
(g)
Em partículas
Em massa (u)
Aplicações Metais/ligas
A – Trilhos de trem, lataria de automóveis, ferramentas ( ) Alumínio
B – Soldas, latas de alimentos ( ) Ferro/aço
C – Fios elétricos, panelas, tubulações de água quente ( ) Estanho
D – Fios elétricos, latas de bebidas, esquadrias ( ) Cobre
2.		 Relacione as duas colunas a seguir:
6.		 Outras informações:
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3.		 Reveja suas anotações sobre os problemas ambientais relacionados à queima de combustíveis (vo-
lume 1) e assinale a alternativa que apresenta os problemas ambientais que podem ser agravados
com a emissão na atmosfera dos gases provenientes da produção de cobre e de ferro.
		 a)	 Aquecimento global e chuva ácida, respectivamente.
		 b)	 Aquecimento global e intoxicação por monóxido de carbono, respectivamente.
		 c)	 Buraco na camada de ozônio e chuva ácida, respectivamente.
		 d)	 Chuva ácida e aquecimento global, respectivamente.
		 e)	 Intoxicação por monóxido de carbono e buraco na camada de ozônio, respectivamente.
4.		 Uma embalagem de alimento orgânico apresenta a frase “Produto sem elementos químicos”.
Sobre essa afirmação, é correto afirmar que:
		 a)	a frase está errada porque toda matéria é formada por substâncias compostas de elementos 	
químicos, inclusive os alimentos orgânicos.
		 b)	a frase está correta porque produtos orgânicos são naturais e, portanto, não contêm
elementos químicos.
		 c)	a frase está errada; o correto seria dizer que “os produtos orgânicos não contêm subs-
tâncias químicas”.
		 d)	a frase está correta porque os alimentos orgânicos são produzidos sem a adição de substân-
cias químicas, tais como fertilizantes industrializados e agrotóxicos.
5.		 A figura a seguir representa:
a) uma mistura de duas substâncias formadas
por três elementos químicos.
b) uma substância formada por dois elementos
químicos.
c) uma mistura de três substâncias formadas
por dois elementos químicos.
d) uma substância formada por três elementos
químicos.
6.		 O titânio é produzido a partir de um minério chamado ilmenita, formado de um óxido de ferro
magnético (FeO) e de dióxido de titânio (TiO2
). A produção do metal pode ser dividida em
quatro etapas:
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1a
etapa – separação magnética do FeO usando um ímã;
		2a
etapa – reação entre óxido de titânio sólido, carvão (C) e gás cloro (Cl2
), que produz dióxido
de carbono gasoso (CO2
) e cloreto de titânio líquido (TiCl4
);
		3a
etapa – destilação do cloreto de titânio (temperatura de ebulição = 136 o
C);
		4a
etapa – reação entre cloreto de titânio líquido e magnésio líquido (Mg), produzindo titânio
sólido e cloreto de magnésio líquido.
		 a)	 Quais dessas etapas envolvem transformações químicas? Explique sua resposta.
		 b)	 Represente as equações químicas balanceadas envolvidas na produção do titânio.
7.		 Calcule a quantidade de partículas de óxido de alumínio (Al2
O3
) que se combinam com seis
partículas de carbono (C) durante a produção de alumínio (Al), de acordo com a equação
química não balanceada a seguir:
		Al2
O3
(s) + C(s) Al(l) + CO2
(g).
		a)	2.
		b)	4.
		c)	6.
		d)	8.
		e)	10.
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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 5
QUANTIDADE DE MATÉRIA E SUA UNIDADE (MOL)
Neste volume, continuaremos estudando as transformações químicas e aprofundaremos os co-
nhecimentos sobre o tema “Metais”. Introduziremos novos conceitos que possibilitem prever as
quantidades de reagentes e produtos envolvidos na produção de ferro e de cobre e também em
outros processos.
Cada grupo de alunos realizará uma pesquisa sobre um dos metais indicados pelo professor (alu-
mínio, manganês, estanho, zinco, níquel, ouro, cromo ou chumbo). O professor determinará também
a forma de apresentação e avaliação dos resultados. A seguir são apresentados alguns tópicos que po-
dem ser pesquisados para uma compreensão mais rica desse tema:
●● principais minérios dos quais se pode obter esse metal (se ele não ocorrer na forma nativa);
●● localização das principais jazidas desses minérios no Brasil e no mundo;
●● transformações químicas envolvidas no processo de obtenção desse metal;
●● aplicações desse metal na indústria e no cotidiano;
●● dados mundiais e nacionais da extração de minérios e da produção do metal;
●● impactos socioambientais na extração do minério e na produção e no descarte do metal;
●● formas de reciclagem do metal.
Atividade 1 – Contando grãos
É comum criarmos unidades de medida para facilitar a contagem de grandes quantidades de
objetos, como as unidades resma, dúzia, cento e grosa (consulte um dicionário para conhecer o
significado de cada uma dessas unidades).
Nesta atividade, você poderá criar uma unidade de medida e usá-la para contar grandes quan-
tidades de grãos de arroz, feijão e milho.
!
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Exercícios em sala de aula
Considere os dados de massas médias de alguns grãos apresentados na tabela a seguir e responda
às questões propostas.
Alimentos Massa média de 1 grão (g)
Arroz 0,020
Feijão 0,400
Milho 0,150
1.	 Com base nos dados da tabela, calcule o número de grãos de arroz contidos em 1 kg desse ali-
mento. Admita que todos os grãos de arroz sejam iguais.
2.	 Adote o número calculado de grãos em 1 kg de arroz como sua unidade de quantidade de grãos.
Crie um nome e um símbolo para essa unidade.
	 Nome da unidade: Símbolo:
3.	Complete a frase: “Assim como em uma dúzia (1dz) temos 12 unidades, em um(a)
(1 ) temos grãos”.
4.	 Com base nos resultados das questões anteriores, determine a quantidade de grãos (na unidade
criada) contida em 5 kg de arroz. Essa quantidade equivale a quantos grãos de arroz?
5.	 Qual é a massa de 10 (unidade criada) de arroz?
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6.	 Complete a tabela a seguir:
Número de grãos
Quantidade de grãos na
unidade criada ( )
Massa de arroz
50000 1 1000 g
10 kg
2
5000
12
	 A unidade criada inicialmente para contar grãos de arroz pode ser aplicada na quantificação
de outros tipos de grão, como feijão ou milho, ou mesmo de qualquer outro objeto. Assim
como pode-se dizer “uma dúzia de laranjas”, “uma dúzia de bananas” ou “uma dúzia de para-
fusos”, também pode-se aplicar a unidade criada para definir um conjunto de 50000 grãos de
feijão ou 50000 pregos ou porcas. Considerando essa ideia, responda às questões que seguem.
7.	 Quantos grãos há em 3 ( ) de feijão?
8.	 Qual é a massa de 5 ( ) de grãos de milho?
9.	 O que tem maior massa: 2 ( ) de feijão ou 5 ( ) de milho?
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Atividade 2 – Unidade de quantidade de matéria
De acordo com a atividade anterior, o uso de unidades apropriadas para representar grandes
quantidades pode facilitar cálculos e tornar mais simples as representações. Por exemplo, é mais
conveniente dizer que em um pacote com 5 kg de arroz há 5 (unidade de quantidade de
grãos) do que dizer que nesse pacote de arroz há 250000 grãos.
Em Química, o uso de unidades convenientes para representar as quantidades de partículas é
ainda mais significativo, visto que em pequenas porções de matéria há quantidades quase inimagi-
náveis de partículas. Como exemplo, em uma única gota de água, com aproximadamente 0,050 g,
há a incrível quantidade de 1,7  1021
partículas de água!
Exercícios em sala de aula
1.	 Elabore um resumo sobre a unidade de quantidade de matéria que aborde os seguintes pontos:
●● o que é o mol;
●● a quantidade de partículas que o mol representa;
●● para que o mol pode ser usado.
2.	 Na atividade 1, foi adotada a quantidade de grãos existente em 1 kg de arroz como a unidade de
quantidade de grãos, a qual equivale a 50000 grãos ou 5  104
grãos. Essa unidade foi usada para
contar não apenas grãos de arroz, mas também grãos de milho e de feijão. De forma análoga,
pode-se considerar que a unidade de quantidade de matéria (mol) foi adotada tendo como
padrão a quantidade de átomos existentes em 12,0 g de carbono, a qual equivale a aproxima-
damente 6,0  1023
partículas, que podem ser átomos ou outras espécies químicas. Complete a
tabela a seguir estabelecendo uma relação entre a unidade que você criou e o mol.
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Unidade de quantidade
de grãos
Unidade de quantidade
de matéria
Nome da unidade
Símbolo da unidade
Massa de matéria
estabelecida como padrão
Número de partículas nessa
porção de matéria
3.	 Sabendo que a massa molar de uma substância é a massa de 1 mol de partículas dessa substância
e que esse valor é numericamente igual à massa molecular da substância, siga os exemplos apre-
sentados a seguir e complete o esquema proposto.
Dados – massas atômicas (u): Ca = 40,0; C = 12,0; O = 16,0; Fe = 56,0; Na = 23,0; Cl = 35,5; H = 1,0.
Fórmula da
substância
Massa molecular
(massa de 1
partícula da
substância)
Massa molar
(massa de 1 mol
de partículas da
substância)
Massa de diferentes
quantidades de
matéria
CaCO3
40 + 12 + (3  16)
= 100 u
100 g  mol-1
2 mol = 200 g
Fe2
O3
(2  56) + (3  16)
= 160 u
160 g  mol-1
0,5 mol = 80 g
NaCl 4 mol =
CH4
0,1 mol =
C2
H6
O 20 mol =
43
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4.	 Tanto na atividade anterior, em que discutimos a unidade criada para contar grãos, quanto nesta
atividade, na qual discute-se a unidade de quantidade de matéria adotada pela ciência (o mol),
foram estabelecidas relações entre três grandezas: número de partículas, unidade de quantidade
de partículas e massa. Complete a tabela apresentada a seguir estabelecendo relações entre essas
grandezas para as substâncias O2
(gás oxigênio), C (carbono) e Fe (ferro).
Número de partículas
Quantidade de matéria
(mol)
Massa (g)
6,0  1023
1 mol de O2
32 g
2 mol de O2
2 mol de C
18,0  1023
mol de C
mol de Fe 112 g
1.	 Sabendo-se que a massa molecular da água é 18 u, qual é sua massa molar? Qual é a diferença
de significado entre esses dois valores?
2.	 A massa atômica do ferro (Fe) é 56 u. Quantos átomos de Fe existem em 56 g de ferro?
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3. Quantos átomos de Fe existem, aproximadamente, em um prego de massa 2,8 g? Suponha queQuantos átomos de Fe existem, aproximadamente, em um prego de massa 2,8 g? Suponha queQ
o prego seja feito somente de ferro.
4. Que quantidade de matéria de dióxido de carbono está presente em 22 g desse material? IssoQue quantidade de matéria de dióxido de carbono está presente em 22 g desse material? IssoQ
equivale a quantos átomos de carbono e de oxigênio, respectivamente?
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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 6
PREVISÃO DAS QUANTIDADES DE REAGENTES E DE
PRODUTOS NAS TRANSFORMAÇÕES QUÍMICAS
Nesta Situação de Aprendizagem, você terá condições de prever, nas transformações químicas,
as quantidades de reagentes a ser utilizadas e as de produtos a ser obtidas. Nas indústrias, esse cál-
culo é essencial para não haver desperdício de matéria-prima e para prever quanto será produzido
na transformação.
Atividade 1 – Prevendo quantidades envolvidas nas transformações químicas:
relação entre massa e quantidade de matéria
Exercícios em sala de aula
1.	 Observe a representação da combustão do gás hidrogênio (H2
) e complete a tabela, indicando o
nome das substâncias e a quantidade de matéria, em mol, de cada uma delas.
2 H2
(g) + O2
(g) → 2 H2
O(g)
Nome das substâncias
Quantidade de matéria em mol 2 mol
2.	Observe novamente a equação anterior, considerando a proporção entre reagentes e produtos, e
responda:
a)	 Se pretendermos obter 8 mol de água, qual deverá ser a quantidade de matéria utilizada,
em mol, de gás hidrogênio? E a de gás oxigênio?
b)	 Ao utilizarmos 6 mol de gás hidrogênio, qual será a quantidade de matéria necessária,
em mol, de gás oxigênio? Que quantidade de matéria, em mol, de água será formada?
!
?
46
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c)	 Calcule a massa de água formada na situação descrita no item anterior.
	 Dados – massa molar da água: 18,0 g  mol–1
.
3.	 A tabela a seguir apresenta a equação representativa da combustão completa do carvão (C):
C(s) + O2
(g) → CO2
(g)
Quantidade
de matéria
em mol
1 mol 1 mol 1 mol
0,5 mol
a)	 Se for produzido 0,5 mol de CO2
, qual será a quantidade de matéria, em mol, de carvão
queimada?
b)	Sabendo que a massa molar do C é 12 g  mol-1
, calcule a massa de carvão consumida na situa-
ção descrita no item a.
Análise de resultados do experimento
Veja, agora, os dados referentes ao experimento “Decomposição térmica do hidrogenocarbo-
nato de sódio (bicarbonato de sódio)”. Seu professor poderá orientar você na realização do experi-
mento ou demonstrá-lo e relatá-lo.
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Objetivo: usar os conhecimentos de estequiometria para determinar o produto sólido
formado pela decomposição térmica do hidrogenocarbonato de sódio.
Materiais e reagentes
●● 1 béquer de 150 mL;
●● 1 tubo de ensaio termorresistente (16 mm × 180 mm);
●● 1 balança com precisão de 0,1 g;
●● 1 pinça de madeira;
●● hidrogenocarbonato de sódio (NaHCO3
);
●● lamparina a álcool.
Procedimento
1.	 Apoie o tubo de ensaio no béquer e pese-os. Anote o valor.
2.	 Adicione, aproximadamente, 1,5 g de hidrogenocarbonato de sódio ao tubo de ensaio. Pese
novamente o sistema e anote a massa exata de hidrogenocarbonato encontrada.
3.	 Aqueça o tubo de ensaio com o hidrogenocarbonato por aproximadamente 5 minutos
(use a pinça de madeira para segurar o tubo). Observe e anote.
4.	 Continue o aquecimento do tubo para eliminar o líquido formado. Aguarde o resfria-
mento do tubo apoiando-o no béquer (aproximadamente 2 minutos) e depois pese-os.
5.	 Aqueça por mais 1 minuto. Espere o resfriamento do sistema e verifique se a massa se
mantém a mesma. Repita essa operação até a massa ficar constante.
6.	 Determine a massa do sólido formado e faça a previsão da reação de decomposição.
Experimento adaptado de: COCH, Juan A.; FIGUEIRA, Álvaro R.; ZEPKA, Marilene.
Ensinando a Química através de experiências nos cursos de 2o
grau. Rio Grande, RS: FURG, 1988.
Decomposição térmica do hidrogenocarbonato de sódio (bicarbonato de sódio)
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Resultados possíveis
Durante a realização do experimento, observaram-se:
●● o embaçamento do tubo de ensaio e a permanência da cor do sólido após o aquecimento;
●● que a massa do sólido branco formado foi de, aproximadamente, 0,9 g.
São três as transformações químicas que podem ter ocorrido:
1a
)	NaHCO3
(s) + energia térmica → NaOH(s) + CO2
(g).
2a
)	2 NaHCO3
(s) + energia térmica → Na2
CO3
(s) + CO2
(g) + H2
O(g).
3a
)	2 NaHCO3
(s) + energia térmica → Na2
O(s) + 2 CO2
(g) + H2
O(g).
Questões para análise do experimento
1.	 Sabendo-se que o embaçamento observado no tubo é decorrência do vapor de água formado na
transformação, alguma das três possibilidades pode ser descartada? Justifique.
2.	 Admitindo-se que a equação que representa a decomposição do hidrogenocarbonato de sódio
seja a segunda possibilidade, responda aos itens a, b e c e insira os dados na tabela a seguir.
2a
possibilidade de reação
2 NaHCO3
(s) → Na2
CO3
(s) + CO2
(g) + H2
O(g)
a
b e c
a)	 Qual é a proporção, em mol, existente entre o hidrogenocarbonato de sódio (NaHCO3
) e o
carbonato de sódio (Na2
CO3
)?
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b)	 Qual é a quantidade de matéria, em mol, existente no 1,5 g de NaHCO3
utilizado?
Dado – massa molar do NaHCO3
= 84,0 g  mol1
.
c)	 Calcule a quantidade de matéria, em mol, de Na2
CO3
que se formaria pela decomposição da
quantidade de matéria de NaHCO3
calculada no item b, admitindo que todo o NaHCO3
adicionado tenha reagido.
3.	 Admitindo-se que a equação que representa a decomposição do hidrogenocarbonato de sódio
seja a terceira possibilidade, responda aos itens a, b e c e insira os dados na tabela a seguir:
3a
possibilidade de reação
2 NaHCO3
(s) → Na2
O(s) + 2 CO2
(g) + H2
O(g)
a
b e c
a)	 Qual é a proporção, em mol, existente entre o hidrogenocarbonato de sódio (NaHCO3
) e o
óxido de sódio (Na2
O)?
b)	 Qual é a quantidade de matéria, em mol, existente no 1,5 g de NaHCO3
utilizado?
Dado – massa molar do NaHCO3
= 84,0 g  mol1
.
50
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c)	 Calcule a quantidade de matéria, em mol, de Na2
O que se formaria pela decomposição da
quantidade de matéria calculada de NaHCO3
no item b, admitindo que todo o NaHCO3
adicionado tenha reagido.
4.	 Transforme em massa os valores calculados no item c das questões 2 e 3, referentes à quantidade
de matéria do produto sólido formado, e compare-os com a massa obtida experimentalmente.
Qual deve ser o produto da decomposição térmica do hidrogenocarbonato de sódio? Justifique.
Dados – massas molares: Na2
CO3
= 106,0 g  mol-1
; Na2
O = 62,0 g  mol–1
.
Atividade 2 – Prevendo quantidades envolvidas no processo de obtenção de ferro
e de cobre
Nas indústrias siderúrgicas, é importante prever as quantidades de reagentes que serão utili-
zadas na obtenção de certas quantidades de produtos. Essa previsão é necessária para dimensionar
equipamentos a ser utilizados, evitar desperdício de matéria-prima e fazer estimativas de produção
final, o que pode definir se o processo é economicamente viável ou não. Por exemplo, as quanti-
dades de carvão e de minério de ferro que são colocadas no alto-forno não são aleatórias, ou seja,
devem ser calculadas previamente. Essa previsão das quantidades de materiais envolvidos em uma
transformação química é chamada de cálculo estequiométrico.
Exercícios em sala de aula
1.	 Nos altos-fornos das indústrias siderúrgicas, qual deve ser a massa de carvão (considerando
que o carvão contenha apenas átomos do elemento carbono) necessária para obter 1 t (tone-
lada) de ferro?
O preenchimento da tabela a seguir o ajudará a responder à questão.
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2 Fe2
O3
(s) + 6 C(s) + 3 O2
(g) → 4 Fe(l) + 6 CO2
(g)
Óxido de
ferro III
Carvão Oxigênio Ferro
Dióxido de
carbono
Proporção
em mol
entre
C e Fe
Proporção
em massa
entre
C e Fe
Massa de
C necessária
para
produzir
1 t de Fe
1,0 t
2.	 Nas siderúrgicas, a quantidade de carvão empregada é maior do que a prevista pela estequiome-
tria, conforme você calculou no exercício anterior. Por exemplo, sabe-se que, nas siderúrgicas,
é utilizada 0,71 t de carvão vegetal para produzir 1,00 t de ferro, um valor bem maior do que o
previsto pela estequiometria. Como você explicaria esse fato?
52
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3.	 Uma das etapas de produção de cobre metálico a partir da calcosita (Cu2
S) consiste em aquecê-la
na presença de oxigênio. Se forem utilizados 318 g de minério calcosita, quais serão a massa de
cobre e a de SO2
produzidas?
Cu2
S(s) + O2
(g) → 2 Cu(l) + SO2
(g)
Proporção em mol
Proporção em massa
Massa de Cu e massa de SO2
formadas a partir de 318 g de
calcosita
318 g
Substâncias Massa molar (g  mol1
)
O2
32,0
Cu2
S 159,0
Cu 63,5
SO2
64,0
1.	 A cal viva (CaO) é obtida pela decomposição do carbonato de cálcio segundo a equação:
CaCO3
(s) → CaO(s) + CO2
(g).
Dados – massas molares em g  mol–1
: Ca = 40,0; C = 12,0; O = 16,0.
Que massa de cal viva é obtida de 300 g de carbonato de cálcio?
2.	 O papel sulfite tem esse nome porque na sua clarificação emprega-se o sulfito de sódio (Na2
SO3
).
Este reage com o ácido clorídrico, havendo produção de SO2
. A equação que representa essa
transformação é:
Na2
SO3
(s) + 2 HCl(aq) → 2 NaCl(aq) + H2
O(l) + SO2
(g).
Dados:
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a)	 Qual é a quantidade de matéria, em mol, de SO2
produzida quando é utilizado 0,60 mol
de Na2
SO3
na reação?
b)	 Calcule o número de partículas de SO2
correspondente à quantidade em mol obtida na
situação descrita no item anterior.
Em grupo, faça a previsão de quantas toneladas de carvão (valor teórico e valor real) e de
minério (óxido de ferro III) são utilizadas em uma indústria siderúrgica por dia, sabendo-se
que essa siderúrgica produz diariamente 1,35  104
t de ferro-gusa.
Atenção: o valor real consta nesta Situação de Aprendizagem, na atividade 2, questão 2
dos Exercícios em sala de aula.
Desafio!
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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 7
ENERGIA LIBERADA OU ABSORVIDA NAS
TRANSFORMAÇÕES QUÍMICAS
A queima de um combustível é uma transformação exotérmica; já o cozimento de um alimento
é uma transformação endotérmica. As quantidades de energia liberada ou absorvida nas transfor-
mações podem ser medidas experimentalmente ou calculadas por relações conhecidas entre massa e
energia ou quantidade de matéria e energia, como será visto nesta Situação de Aprendizagem.
Como prever a energia envolvida nas transformações químicas?
Para prever a energia liberada ou absorvida em uma transformação química, será realizado o ex-
perimento “Reação entre alumínio e solução de hidróxido de sódio”. Seu professor poderá orientar
você na realização do experimento ou demonstrá-lo e relatá-lo.
Materiais e reagentes
●● 1 tubo de ensaio (20 mm × 150 mm);
●● hidróxido de sódio (4 mol  L-1
);
●● 1 pedaço de papel-alumínio (2,0 cm × 15,0 cm);
●● 1 termômetro (de –10 ºC a 110 ºC);
●● 1 proveta de 10 mL;
●● 1 balança;
●● 1 bastão de vidro.
Procedimento
1. Recorte um retângulo de papel-alumínio (2,0 cm × 15,0 cm), que equivale a 0,09 g,
e corte-o em pedaços pequenos.
2. Pese o tubo de ensaio e anote sua massa.
Reação entre alumínio e solução de hidróxido de sódio
!
?
55
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3. Meça 10,0 mL de solução de hidróxido de sódio em uma proveta, coloque no tubo de
ensaio e meça a temperatura inicial com o termômetro.
4. Coloque os pedaços de papel-alumínio no tubo de ensaio contendo a solução de hidróxido
de sódio e agite-o cuidadosamente com a ajuda do bastão de vidro.
5. Quando perceber que não há mais reação entre o papel-alumínio e a solução de hi-
dróxido de sódio, introduza o termômetro no tubo de ensaio e meça a temperatura do
líquido resultante.
6. Anote a maior temperatura atingida e outras observações.
Cuidados
●● Evite o contato da soda cáustica ou solução de hidróxido de sódio com a pele e os olhos,
pois pode provocar queimaduras. É aconselhável o uso de óculos de segurança e luvas.
●● Não realize essa atividade perto de fogo, pois o gás hidrogênio formado é inflamável e
explosivo.
Dados sobre o experimento e observações
●● Massa do tubo de ensaio: 20,00 g.
●● Massa do papel-alumínio: 0,09 g.
●● Densidade da solução: d = 1,20 g  mL1
.
●● Variação da temperatura observada: 20 ºC (Tinicial
= 25 ºC; Tfinal
= 45 ºC).
●● Evidências perceptíveis dessa transformação química: aquecimento e liberação de gases.
Elaborado por Denilse Morais Zambom, Fabio Luiz de Souza e Luciane Hiromi Akahoshi especialmente para o São Paulo faz escola.
Questões para análise do experimento
1.	 Considerando a variação de temperatura observada no experimento, essa transformação pode
ser classificada como endotérmica ou exotérmica? Explique.
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2.	Sabendo-se que a representação da transformação que ocorre é: 2 NaOH(aq) + 2 Al(s) +
+ 6 H2
O(l) → 2 NaAl(OH)4
(aq) + 3 H2
(g), qual foi o gás formado nessa transformação?
3.	 O volume de solução utilizado no experimento foi de 10,0 mL e permaneceu praticamente
constante durante a transformação. Qual é a massa dessa solução, sabendo-se que sua densidade
é de 1,2 g  mL1
? (Esse valor de massa será utilizado na resolução do item b da questão 4.)
4.	 A energia térmica liberada na reação aqueceu o líquido contido no tubo de ensaio.
a)	 Considere que para aumentar a temperatura de 1 g de solução em 1 ºC é necessária a libe-
ração de 1 cal na transformação química. Que quantidade de energia deve ser liberada na
transformação química para que 1 g de solução tenha o aumento de temperatura observado
no experimento?
b)	 Que quantidade de energia deve ser liberada na transformação química para que toda a so-
lução tenha a variação de temperatura observada no experimento? (Utilize o valor de massa
calculado na questão 3.)
5.	 A energia liberada também aqueceu o vidro do tubo de ensaio. Como o vidro e o líquido entram
em equilíbrio térmico, o aumento de temperatura do vidro é o mesmo do líquido (20 ºC).
a)	 Sabe-se que para aumentar a temperatura de 1 g de vidro em 1 ºC é necessária a liberação
de 0,2 cal na transformação química. Que quantidade de energia deve ser liberada na trans-
formação química para que 1 g de vidro tenha o aumento de temperatura observado no
experimento?
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b)	 Que quantidade de energia deve ser liberada na transformação química para que o tubo de
ensaio tenha a variação de temperatura observada no experimento?
6.	 Qual é a energia liberada pela reação de 0,09 g de alumínio com 10 mL de solução de hidróxido
de sódio? Considere que parte da energia liberada pela transformação química é absorvida pela
solução e outra parte é absorvida pelo tubo de ensaio, desprezando as perdas de energia para o
ambiente.
7.	 Sabendo que a massa molar do alumínio (Al) é de 27 g  mol1
, calcule a energia liberada na
reação quando for utilizado 1 mol de alumínio.
1.	 Considerando o experimento realizado anteriormente, qual será a energia liberada na reação se
forem utilizados 4 mol de átomos de alumínio e quantidade de NaOH(aq) suficiente para que
todo o alumínio reaja?
2.	 Que massa de alumínio deveria ser utilizada para liberar 32 kcal de energia?
3.	 A soda cáustica (hidróxido de sódio) pode ser guardada em recipiente de alumínio? Explique.
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Pode-se medir a quantidade de energia em caloria (cal) ou em joule (J), sendo a relação
entre essas grandezas: 1 cal = 4,18 J ou 1000 cal (1 kcal) = 4,18  1000 J (4,18 kJ).
Procure em rótulos de embalagens de leite a informação nutricional sobre a quantidade de
energia obtida quando os nutrientes presentes em um copo de leite (200 mL) são transforma-
dos em nosso organismo. Indique os valores em caloria e em joule.
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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 8
IMPACTOS SOCIAIS E AMBIENTAIS DECORRENTES DA
EXTRAÇÃO DE MATÉRIAS-PRIMAS E DA PRODUÇÃO DE
FERRO, COBRE E OUTROS METAIS
Atividade 1 – Impactos socioambientais da produção de ferro e cobre
A seguir, leia um texto sobre a produção de ferro e cobre. O texto também aborda alguns pro-
blemas socioambientais relacionados a essa produção.
Ferro e cobre: impactos socioambientais
Os metais e as ligas metálicas são essenciais para a agricultura, a geração de energia, a me-
dicina, os transportes e inúmeras outras atividades atualmente indispensáveis. A Organização
das Nações Unidas (ONU) estima que, até o ano 2050, a população mundial crescerá em
3 bilhões de pessoas, o que implicará aumento no consumo de metais, principalmente nos
países desenvolvidos.
Emrelaçãoaocobre,porexemplo,acombinaçãodesuaspropriedades(maleabilidade,ducti-
bilidade, temperatura de fusão e condutividade elétrica e térmica) determina sua ampla apli-
cação em ligas, fios, utensílios de cozinha, tubulações industriais e domésticas e componentes
eletroeletrônicos, sendo essa última aplicação responsável por 65% de seu consumo no mundo.
A necessidade mundial de cobre, que hoje é algo próximo de 15  106
t/ano, sendo 1/3 dela
suprido pela reciclagem do próprio metal, deverá duplicar até 2050.
Para obtenção dos metais ferro e cobre é necessário que seus minérios sejam extraídos do
meio em que se encontram, ou seja, de jazidas minerais (lavras ou minas) que possam fornecê-los
em larga escala. Nas minas, o minério é extraído com auxílio de explosivos, máquinas escava-
doras e caminhões de grande porte, que retiram enormes quantidades do material, provocando
emissão de muita poeira, gases e ruídos. A mineração a céu aberto altera paisagens inteiras,
podendo destruir a cobertura vegetal e alterar relevos. Os detritos provenientes dessa extração
podem provocar o assoreamento dos rios, alterando as características físicas e químicas dos
cursos de água.
Em relação ao carvão utilizado na produção do ferro, o desastre ambiental pode ser ainda
maior, com a possibilidade de devastação de florestas, caso seja empregado o carvão vegetal
em vez do mineral. Nas minas de carvão mineral, existe o perigo de explosões provocadas por
!
?
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material particulado (pó de carvão, principalmente), que é formado naturalmente na extração
do carvão; essas explosões podem ocasionar inúmeros casos de acidentes fatais.
Outro aspecto problemático é a produção de resíduos ácidos nas áreas mineradoras, espe-
cialmente nas que exploram minerais compostos de sulfetos, como a calcopirita. Esses resíduos
de mineração, em contato com a água, formam uma solução ácida que precisa ser drenada para
fora das minas, processo definido como drenagem ácida de minas (DAM), formando grandes
lagoas ácidas. Essas lagoas são consideradas um dos problemas ambientais mais graves asso-
ciados à mineração, pois essa solução acidificada dissolve e arrasta alguns minerais presentes
no solo (processo de lixiviação). O produto da lixiviação, ao entrar em contato com as águas
subterrâneas, pode provocar contaminação de rios e solos.
O processo de mineração pode acarretar diversos problemas de saúde, como as pneumo-
conioses, doenças pulmonares que os mineradores desenvolvem em decorrência do contato
prolongado com o acúmulo de poeira. Entre as pneumoconioses, destaca-se a silicose, moléstia
irreversível causada pela inalação da poeira de sílica (partículas cristalinas do dióxido de silício),
que danifica os tecidos pulmonares, podendo levar à insuficiência respiratória. Essa forma de
pneumoconiose é mais recorrente na extração de carvão e minério de ferro. A Organização
Mundial da Saúde (OMS) estima que, no Brasil, exista pelo menos meio milhão de pessoas
com esse problema.
Na etapa pós-mineração, destacam-se os impactos ambientais provenientes da produção
de gases. O dióxido de enxofre (SO2
), produzido em larga escala na ustulação dos minérios
de cobre, é aproveitado como matéria-prima para produção de ácido sulfúrico. Entretanto,
quando mal acondicionado, esse gás pode ser liberado para a atmosfera e, em contato com
a água da chuva, provocar a formação de chuvas ácidas. Estas, ao longo de poucos anos, po-
dem destruir florestas e a vida em ambientes aquáticos. Já na produção do ferro, a emissão
de grandes quantidades de CO2
pode contribuir para o aumento do efeito estufa e também
da chuva ácida.
Os impactos ambientais causados pela produção de ferro e de cobre só não são maiores em
virtude da reciclagem de parte desses metais. No caso do cobre, por exemplo, os países desen-
volvidos chegam a reciclar aproximadamente 40% de todo o material produzido.
Os impactos sociais e ambientais da exploração dos metais ferro e cobre são os mais di-
versos possíveis; contudo, é importante salientar que todos os problemas que envolvem sua
produção, desde a obtenção dos minérios até o descarte, podem ser minimizados, caso as
autoridades competentes, as indústrias mineradoras e a população em geral adotem meios de
exploração sustentável, gestão responsável no setor e padrões de consumo mais conscientes.
Elaborado por Denilse Morais Zambom, Fabio Luiz de Souza e Luciane Hiromi Akahoshi
especialmente para o São Paulo faz escola.
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Questão para análise do texto
1.		Complete os esquemas com informações sobre os possíveis impactos socioambientais rela-
cionados a cada uma das substâncias representadas na equação química.
a)	 Para a produção do ferro:
b)	 Para a produção do cobre:
A seguir, apresentamos um poema de Carlos Drummond de Andrade, publicado em 1979, que
retrata o impacto ambiental causado pela exploração do ferro em Itabira (MG), cidade do poeta.
O poema faz referência à destruição do Pico do Cauê. Ao longo de quase meio século, a base do
pico sofreu sucessivas escavações para a exploração do minério de ferro, gerando sérias alterações no
relevo, conforme as fotos apresentadas após o poema.
2 Fe2
O3
(s) + 6 C(s) + 3 O2
(g) → 4 Fe(l) + 6 CO2
(g)
4 CuFeS2
(s) + 11 O2
(g) → 4 Cu(l) + 2 Fe2
O3
(s) + 8 SO2
(g)
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Exploração de ferro em Itabira (MG). Pico do Cauê nos primeiros anos de extração do minério em
Presidente Vargas, atual Itabira, 1942-45.
A montanha pulverizada
©DouglasLynch/Tyba
©JosefáPaulaPenna(1981)/ArquivoPúblico
Mineiro/AssociaçãoCultural
1.	 Após a leitura do poema e a observação das fotos, procure interpretá-lo e relacioná-lo com o que
você aprendeu até o momento.
Chego à sacada e vejo a minha serra, Esta manhã acordo e
a serra de meu pai e meu avô, não a encontro.
de todos os Andrades que passaram Britada em bilhões de lascas
e passarão, a serra que não passa. deslizando em correia transportadora
entupindo 150 vagões
Era coisa dos índios e a tomamos no trem-monstro de 5 locomotivas
para enfeitar e presidir a vida – o trem maior do mundo, tomem nota –
neste vale soturno onde a riqueza foge minha serra, vai
maior é sua vista e contemplá-la. deixando no meu corpo e na paisagem
mísero pó de ferro, e este não passa.
De longe nos revela o perfil grave.
A cada volta de caminho aponta
uma forma de ser, em ferro, eterna,
e sopra eternidade na fluência.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Boitempo: esquecer
para lembrar. São Paulo: com futuro lançamento pela Com-
panhia das Letras. Carlos Drummond de Andrade © Graña
Drummond. www.carlosdrummond.com.br.
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2.	 Localize em um mapa a região citada no poema e busque informações a respeito da produção de
minério de ferro nessa região.
Atividade 2 – Impactos socioambientais da produção de outros metais
Foi proposta, na Situação de Aprendizagem 5, uma pesquisa sobre os aspectos científico-tecno-
lógicos, econômicos e socioambientais do processo de mineração e de produção de diversos metais
para ampliar o estudo do tema. Neste momento, a pesquisa servirá de base para uma discussão sobre
alguns desses aspectos na produção de metais.
1.	 Segundo dados da Cetesb sobre a qualidade do ar, deve ser decretado estado de alerta quando é
atingida a concentração de 3,4  10–2
g de monóxido de carbono (CO) por metro cúbico de ar; nessa
situação, fica impedida a circulação de veículos na área atingida, no período das 6 às 21 horas. Ao
se decretar o estado de alerta, a quantidade de matéria, em mol, de CO por metro cúbico de ar é:
Dados – massas molares em g  mol1
: C = 12,0; O = 16,0.
a) 28.   b) 1,0.   c) 1,2  10–3
.   d) 7,2  1020
.   e) 6,02  1023
.
2.	 O alumínio é obtido da alumina (Al2
O3
), extraída do minério bauxita pela reação com carbono,
segundo a equação:
2 Al2
O3
(s) + 3 C(s) → 3 CO2
(g) + 4 Al(l).
a)	 Determine qual é a quantidade de matéria (mol) de CO2
produzida a partir de 408 g de
Al2
O3
.
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b)	 Qual é a massa de Al obtida na reação de 816 g de Al2
O3
com carbono?
Dados – massas molares em g  mol-1
: Al = 27,0; O = 16,0; C = 12,0.
3.	 A combustão do etanol (álcool combustível) libera 326 kcal  mol1
de etanol, como mostra a
equação química:
C2
H6
O(g) + 3 O2
(g) → 2 CO2
(g) + 3 H2
O(g) + 326 kcal  mol1
.
Dados – massa molar em g · mol1
: C2
H6
O = 46,0 g  mol1
.
A energia liberada na queima de 552 g desse combustível é igual a aproximadamente:
a)	3,2  102
kcal.		 b)  1,7 kcal.		 c)  6,0  1023
kcal.
d)	2,0  103
kcal.		 e)  3,9  103
kcal.
4.	 (Fuvest – 1994) O Brasil produz, por ano, aproximadamente, 5,0  106
toneladas de ácido sul-
fúrico, 1,2  106
toneladas de amônia e 1,0  106
toneladas de soda cáustica. Transformando-se
toneladas em mols, a ordem decrescente de produção dessas substâncias será:
Dados – massas molares em g  mol1
: H2
SO4
= 98,0; NaOH = 40,0; NH3
= 17,0.
a)	H2
SO4
 NH3
 NaOH.	 b)  H2
SO4
 NaOH  NH3
.	 c) NH3
 H2
SO4
 NaOH.
d)	NH3
 NaOH  H2
SO4
.	 e)  NaOH  NH3
 H2
SO4
.
5.	 (Fuvest – 1994) Uma das maneiras de impedir que o SO2
, um dos responsáveis pela “chuva áci-
da”, seja liberado para a atmosfera é tratá-lo previamente com óxido de magnésio, em presença
de ar, como equacionado a seguir:
MgO(s) + SO2
(g) + ½ O2
(g) → MgSO4
(s).
Quantas toneladas de óxido de magnésio são consumidas no tratamento de 9,6  103
toneladas de SO2
?
Dados – massas molares em g  mol1
: MgO = 40,0; SO2
= 64,0.
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a)	1,5  102
.		 b) 3,0  102
.		 c) 1,0  103
.
d)	6,0  103
.		 e) 2,5  104
.
6.	 (Fuvest – 1993) Nas estações de tratamento de água, eliminam-se as impurezas sólidas em sus-
pensão através do arraste por flóculos de hidróxido de alumínio, produzidos na reação represen-
tada por:
Al2
(SO4
)3
+ 3 Ca(OH)2
→ 2 Al(OH)3
+ 3 CaSO4
Para tratar 1,0  106
m3
de água foram adicionadas 17 toneladas de Al2
(SO4
)3
. Qual a massa de
Ca(OH)2
necessária para reagir completamente com esse sal?
Dados – massas molares em g · mol1
: Al2
(SO4
)3
= 342,0; Ca(OH)2
= 74,0.
a)	 150 quilogramas.		 b)  300 quilogramas.		 c)  1,0 tonelada.
d)	 11 toneladas.			 e)  30 toneladas.
7.	 (Fuvest – 1992) Duas das reações que ocorrem na produção do ferro são representadas por:
2 C(s) + O2
(g) → 2 CO(g);
Fe2
O3
(s) + 3 CO(g) → 2 Fe(l) + 3 CO2
(g).
	 O monóxido de carbono formado na primeira reação é consumido na segunda reação. Consi-
derando apenas essas duas etapas do processo, calcule a massa aproximada, em quilograma, de
carvão consumido na produção de 1,0 t de ferro.
Dados – massas atômicas em g · mol–1
: Fe = 56,0; C = 12,0; O = 16,0.
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8.	 A combustão completa do propano (C3
H8
), um dos principais componentes do gás de cozinha,
produz CO2
e água.
a)	 Escreva a equação balanceada dessa reação.
b)	 Qual é a quantidade de água, em mol, formada pela combustão de 4 mol de propano? Essa
quantidade de água corresponde a que valor de massa?
		Dado – massa molar em g · mol1
: H2
O = 18,0.
c)	 Sabendo-se que a massa molar do CO2
é 44 g  mol1
, qual é a massa de CO2
formada
quando são utilizadas 12,0  1023
partículas de propano?
9.	 Conhecendo a reação de produção do ferro, qual seria a massa de ferro obtida quando 100 kg
de óxido de ferro III são adicionados no alto-forno para interagir com os outros reagentes exis-
tentes nas quantidades necessárias?
10.	No experimento realizado entre solução de hidróxido de sódio e alumínio, inclua o valor da
energia na representação da transformação química ocorrida.
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Livros
●● BELTRAN, N. O.; CISCATO, C. A. M. Química. São Paulo: Cortez, 1991. p. 133-160.
(Magistério). Esse livro apresenta alguns textos que discutem a construção histórica da
tabela periódica, com enfoque no trabalho desenvolvido por Mendeleev em sua busca por
uma lei periódica.
●● CANTO, E. L. Minerais, minérios, metais: de onde vêm? Para onde vão? São Paulo: Mo-
derna, 1997. Apresenta informações sobre a obtenção de diferentes metais a partir de
seus minérios, sua importância econômica e alguns impactos ambientais causados por sua
exploração.
●● ESPERIDIÃO, Y. M.; NÓBREGA, O. Os metais e o homem. São Paulo: Ática, 2002. Traz
informações sobre a importância de metais e de ligas metálicas para o ser humano, alguns
exemplos de sua utilização e atividades que podem ser trabalhadas com os alunos.
●● STRATHERN, P. O sonho de Mendeleiev. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. O autor
narra diversos aspectos históricos ligados à construção do conceito de elemento químico,
às descobertas de diversos elementos e às tentativas de organizá-los de acordo com suas
características e propriedades, até chegar à proposta de Mendeleev.
●● VAITSMAN, D. S.; AFONSO, J. C.; DUTRA, P. B. Para que servem os elementos quími-
cos. Rio de Janeiro: Interciência, 2001. O livro traz informações básicas sobre os elementos
químicos, tais como propriedades físicas e químicas, data em que cada um foi descoberto,
abundância na natureza e usos mais comuns.
Sites
●● CETEM. Centro de Tecnologia Mineral. Disponível em: http://www.cetem.gov.br.
Acesso em: 11 nov. 2013. Apresenta dados de produção nacional de diversos metais e de
exploração dos minérios.
●● DEPARTAMENTO Nacional de Produção Mineral. Disponível em: http://www.dnpm.
gov.br. Acesso em: 11 nov. 2013. Apresenta dados de produção nacional de diversos me-
tais e de exploração dos minérios.
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●● PNEUMOCONIOSES. Disponível em: http://anatpat.unicamp.br/tapneumocon.
html. Acesso em: 11 nov. 2013. Traz informações sobre diversas doenças pulmonares,
algumas provocadas pelo processo de mineração.
●● PROCOBRE. Disponível em: http://procobre.org/pt/. Acesso em: 11 nov. 2013. Essa
página da internet apresenta informações gerais relacionadas ao cobre, como dados de pro-
dução, história do cobre, aplicações, reciclagem, atualidades sobre a indústria etc.
●● SUMÁRIO MINERAL 2013. Disponível em: http://www.dnpm.gov.br/conteudo.
asp?IDSecao=68IDPagina=3165. Acesso em: 26 mar. 2014. Essa página da internet
apresenta informações gerais sobre a produção mineral brasileira e a compara com a pro-
dução mundial em diversos anos.
Tabela periódica
©ClaudioRipinskas/R2Editorial
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Química – 1a
série – Volume 2
70
CONCEPÇÃO E COORDENAÇÃO GERAL
NOVA EDIÇÃO 2014-2017
COORDENADORIA DE GESTÃO DA
EDUCAÇÃO BÁSICA – CGEB
Coordenadora
Maria Elizabete da Costa
Diretor do Departamento de Desenvolvimento
Curricular de Gestão da Educação Básica
João Freitas da Silva
Diretora do Centro de Ensino Fundamental
dos Anos Finais, Ensino Médio e Educação
Profissional – CEFAF
Valéria Tarantello de Georgel
Coordenadora Geral do Programa São Paulo
faz escola
Valéria Tarantello de Georgel
Coordenação Técnica
Roberto Canossa
Roberto Liberato
Suely Cristina de Albuquerque Bomfim
EQUIPES CURRICULARES
Área de Linguagens
Arte: Ana Cristina dos Santos Siqueira, Carlos
Eduardo Povinha, Kátia Lucila Bueno e Roseli
Ventrella.
Educação Física: Marcelo Ortega Amorim, Maria
Elisa Kobs Zacarias, Mirna Leia Violin Brandt,
Rosângela Aparecida de Paiva e Sergio Roberto
Silveira.
Língua Estrangeira Moderna (Inglês e
Espanhol): Ana Beatriz Pereira Franco, Ana Paula
de Oliveira Lopes, Marina Tsunokawa Shimabukuro
e Neide Ferreira Gaspar.
Língua Portuguesa e Literatura: Angela Maria
Baltieri Souza, Claricia Akemi Eguti, Idê Moraes dos
Santos, João Mário Santana, Kátia Regina Pessoa,
Mara Lúcia David, Marcos Rodrigues Ferreira, Roseli
Cordeiro Cardoso e Rozeli Frasca Bueno Alves.
Área de Matemática
Matemática: Carlos Tadeu da Graça Barros,
Ivan Castilho, João dos Santos, Otavio Yoshio
Yamanaka, Rosana Jorge Monteiro, Sandra Maira
Zen Zacarias e Vanderley Aparecido Cornatione.
Área de Ciências da Natureza
Biologia: Aparecida Kida Sanches, Elizabeth
Reymi Rodrigues, Juliana Pavani de Paula Bueno e
Rodrigo Ponce.
Ciências: Eleuza Vania Maria Lagos Guazzelli,
Gisele Nanini Mathias, Herbert Gomes da Silva e
Maria da Graça de Jesus Mendes.
Física: Anderson Jacomini Brandão, Carolina dos
Santos Batista, Fábio Bresighello Beig, Renata
Cristina de Andrade Oliveira e Tatiana Souza da
Luz Stroeymeyte.
Química: Ana Joaquina Simões S. de Mattos
Carvalho, Jeronimo da Silva Barbosa Filho, João
Batista Santos Junior, Natalina de Fátima Mateus e
Roseli Gomes de Araujo da Silva.
Área de Ciências Humanas
Filosofia: Emerson Costa, Tânia Gonçalves e
Teônia de Abreu Ferreira.
Geografia: Andréia Cristina Barroso Cardoso,
Débora Regina Aversan e Sérgio Luiz Damiati.
História: Cynthia Moreira Marcucci, Maria
Margarete dos Santos Benedicto e Walter Nicolas
Otheguy Fernandez.
Sociologia: Alan Vitor Corrêa, Carlos Fernando de
Almeida e Tony Shigueki Nakatani.
PROFESSORES COORDENADORES DO NÚCLEO
PEDAGÓGICO
Área de Linguagens
Educação Física: Ana Lucia Steidle, Eliana Cristine
Budiski de Lima, Fabiana Oliveira da Silva, Isabel
Cristina Albergoni, Karina Xavier, Katia Mendes
e Silva, Liliane Renata Tank Gullo, Marcia Magali
Rodrigues dos Santos, Mônica Antonia Cucatto da
Silva, Patrícia Pinto Santiago, Regina Maria Lopes,
Sandra Pereira Mendes, Sebastiana Gonçalves
Ferreira Viscardi, Silvana Alves Muniz.
Língua Estrangeira Moderna (Inglês): Célia
Regina Teixeira da Costa, Cleide Antunes Silva,
Ednéa Boso, Edney Couto de Souza, Elana
Simone Schiavo Caramano, Eliane Graciela
dos Santos Santana, Elisabeth Pacheco Lomba
Kozokoski, Fabiola Maciel Saldão, Isabel Cristina
dos Santos Dias, Juliana Munhoz dos Santos,
Kátia Vitorian Gellers, Lídia Maria Batista
Bomfim, Lindomar Alves de Oliveira, Lúcia
Aparecida Arantes, Mauro Celso de Souza,
Neusa A. Abrunhosa Tápias, Patrícia Helena
Passos, Renata Motta Chicoli Belchior, Renato
José de Souza, Sandra Regina Teixeira Batista de
Campos e Silmara Santade Masiero.
Língua Portuguesa: Andrea Righeto, Edilene
Bachega R. Viveiros, Eliane Cristina Gonçalves
Ramos, Graciana B. Ignacio Cunha, Letícia M.
de Barros L. Viviani, Luciana de Paula Diniz,
Márcia Regina Xavier Gardenal, Maria Cristina
Cunha Riondet Costa, Maria José de Miranda
Nascimento, Maria Márcia Zamprônio Pedroso,
Patrícia Fernanda Morande Roveri, Ronaldo Cesar
Alexandre Formici, Selma Rodrigues e
Sílvia Regina Peres.
Área de Matemática
Matemática: Carlos Alexandre Emídio, Clóvis
Antonio de Lima, Delizabeth Evanir Malavazzi,
Edinei Pereira de Sousa, Eduardo Granado Garcia,
Evaristo Glória, Everaldo José Machado de Lima,
Fabio Augusto Trevisan, Inês Chiarelli Dias, Ivan
Castilho, José Maria Sales Júnior, Luciana Moraes
Funada, Luciana Vanessa de Almeida Buranello,
Mário José Pagotto, Paula Pereira Guanais, Regina
Helena de Oliveira Rodrigues, Robson Rossi,
Rodrigo Soares de Sá, Rosana Jorge Monteiro,
Rosângela Teodoro Gonçalves, Roseli Soares
Jacomini, Silvia Ignês Peruquetti Bortolatto e Zilda
Meira de Aguiar Gomes.
Área de Ciências da Natureza
Biologia: Aureli Martins Sartori de Toledo, Evandro
Rodrigues Vargas Silvério, Fernanda Rezende
Pedroza, Regiani Braguim Chioderoli e Rosimara
Santana da Silva Alves.
Ciências: Davi Andrade Pacheco, Franklin Julio
de Melo, Liamara P. Rocha da Silva, Marceline
de Lima, Paulo Garcez Fernandes, Paulo Roberto
Orlandi Valdastri, Rosimeire da Cunha e Wilson
Luís Prati.
Física: Ana Claudia Cossini Martins, Ana Paula
Vieira Costa, André Henrique Ghelfi Rufino,
Cristiane Gislene Bezerra, Fabiana Hernandes
M. Garcia, Leandro dos Reis Marques, Marcio
Bortoletto Fessel, Marta Ferreira Mafra, Rafael
Plana Simões e Rui Buosi.
Química: Armenak Bolean, Cátia Lunardi, Cirila
Tacconi, Daniel B. Nascimento, Elizandra C. S.
Lopes, Gerson N. Silva, Idma A. C. Ferreira, Laura
C. A. Xavier, Marcos Antônio Gimenes, Massuko
S. Warigoda, Roza K. Morikawa, Sílvia H. M.
Fernandes, Valdir P. Berti e Willian G. Jesus.
Área de Ciências Humanas
Filosofia: Álex Roberto Genelhu Soares, Anderson
Gomes de Paiva, Anderson Luiz Pereira, Claudio
Nitsch Medeiros e José Aparecido Vidal.
Geografia: Ana Helena Veneziani Vitor, Célio
Batista da Silva, Edison Luiz Barbosa de Souza,
Edivaldo Bezerra Viana, Elizete Buranello Perez,
Márcio Luiz Verni, Milton Paulo dos Santos,
Mônica Estevan, Regina Célia Batista, Rita de
Cássia Araujo, Rosinei Aparecida Ribeiro Libório,
Sandra Raquel Scassola Dias, Selma Marli Trivellato
e Sonia Maria M. Romano.
História: Aparecida de Fátima dos Santos
Pereira, Carla Flaitt Valentini, Claudia Elisabete
Silva, Cristiane Gonçalves de Campos, Cristina
de Lima Cardoso Leme, Ellen Claudia Cardoso
Doretto, Ester Galesi Gryga, Karin Sant’Ana
Kossling, Marcia Aparecida Ferrari Salgado de
Barros, Mercia Albertina de Lima Camargo,
Priscila Lourenço, Rogerio Sicchieri, Sandra Maria
Fodra e Walter Garcia de Carvalho Vilas Boas.
Sociologia: Anselmo Luis Fernandes Gonçalves,
Celso Francisco do Ó, Lucila Conceição Pereira e
Tânia Fetchir.
Apoio:
Fundação para o Desenvolvimento da Educação
- FDE
CTP, Impressão e acabamento
Gráfica e Editora Posigraf
QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 71 09/04/14 09:09
A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo autoriza a reprodução do conteúdo do material de sua titularidade pelas demais secretarias de educação do país, desde que mantida a integri-
dade da obra e dos créditos, ressaltando que direitos autorais protegidos*deverão ser diretamente negociados com seus próprios titulares, sob pena de infração aos artigos da Lei no
9.610/98.
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Direitos Autorais.
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Todos esses endereços eletrônicos foram checados. No entanto, como a internet é um meio dinâmico e sujeito a mudanças, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo não garante que os sites
indicados permaneçam acessíveis ou inalterados.
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(escala, legenda e rosa dos ventos).
Ciências Humanas
Coordenador de área: Paulo Miceli.
Filosofia: Paulo Miceli, Luiza Christov, Adilton Luís
Martins e Renê José Trentin Silveira.
Geografia: Angela Corrêa da Silva, Jaime Tadeu Oliva,
Raul Borges Guimarães, Regina Araujo e Sérgio Adas.
História: Paulo Miceli, Diego López Silva,
Glaydson José da Silva, Mônica Lungov Bugelli e
Raquel dos Santos Funari.
Sociologia: Heloisa Helena Teixeira de Souza Martins,
Marcelo Santos Masset Lacombe, Melissa de Mattos
Pimenta e Stella Christina Schrijnemaekers.
Ciências da Natureza
Coordenador de área: Luis Carlos de Menezes.
Biologia: Ghisleine Trigo Silveira, Fabíola Bovo
Mendonça, Felipe Bandoni de Oliveira, Lucilene
Aparecida Esperante Limp, Maria Augusta
Querubim Rodrigues Pereira, Olga Aguilar Santana,
Paulo Roberto da Cunha, Rodrigo Venturoso
Mendes da Silveira e Solange Soares de Camargo.
Ciências: Ghisleine Trigo Silveira, Cristina Leite,
João Carlos Miguel Tomaz Micheletti Neto,
Julio Cézar Foschini Lisbôa, Lucilene Aparecida
Esperante Limp, Maíra Batistoni e Silva, Maria
Augusta Querubim Rodrigues Pereira, Paulo
Rogério Miranda Correia, Renata Alves Ribeiro,
Ricardo Rechi Aguiar, Rosana dos Santos Jordão,
Simone Jaconetti Ydi e Yassuko Hosoume.
Física: Luis Carlos de Menezes, Estevam Rouxinol,
Guilherme Brockington, Ivã Gurgel, Luís Paulo
de Carvalho Piassi, Marcelo de Carvalho Bonetti,
Maurício Pietrocola Pinto de Oliveira, Maxwell
Roger da Purificação Siqueira, Sonia Salem e
Yassuko Hosoume.
Química: Maria Eunice Ribeiro Marcondes, Denilse
Morais Zambom, Fabio Luiz de Souza, Hebe
Ribeiro da Cruz Peixoto, Isis Valença de Sousa
Santos, Luciane Hiromi Akahoshi, Maria Fernanda
Penteado Lamas e Yvone Mussa Esperidião.
Caderno do Gestor
Lino de Macedo, Maria Eliza Fini e Zuleika de
Felice Murrie.
GESTÃO DO PROCESSO DE PRODUÇÃO
EDITORIAL 2014-2017
FUNDAÇÃO CARLOS ALBERTO VANZOLINI
Presidente da Diretoria Executiva
Mauro de Mesquita Spínola
GESTÃO DE TECNOLOGIAS APLICADAS
À EDUCAÇÃO
Direção da Área
Guilherme Ary Plonski
Coordenação Executiva do Projeto
Angela Sprenger e Beatriz Scavazza
Gestão Editorial
Denise Blanes
Equipe de Produção
Editorial: Amarilis L. Maciel, Ana Paula S. Bezerra,
Angélica dos Santos Angelo, Bóris Fatigati da Silva,
Bruno Reis, Carina Carvalho, Carolina H. Mestriner,
Carolina Pedro Soares, Cíntia Leitão, Eloiza Lopes,
Érika Domingues do Nascimento, Flávia Medeiros,
Giovanna Petrólio Marcondes, Gisele Manoel,
Jean Xavier, Karinna Alessandra Carvalho Taddeo,
Leslie Sandes, Mainã Greeb Vicente, Maíra de
Freitas Bechtold, Marina Murphy, Michelangelo
Russo, Natália S. Moreira, Olivia Frade Zambone,
Paula Felix Palma, Pietro Ferrari, Priscila Risso,
Regiane Monteiro Pimentel Barboza, Renata
Regina Buset, Rodolfo Marinho, Stella Assumpção
Mendes Mesquita, Tatiana F. Souza e Tiago Jonas
de Almeida.
Direitos autorais e iconografia: Beatriz Fonseca
Micsik, Dayse de Castro Novaes Bueno, Érica
Marques, José Carlos Augusto, Juliana Prado da
Silva, Marcus Ecclissi, Maria Aparecida Acunzo
Forli, Maria Magalhães de Alencastro, Vanessa
Bianco e Vanessa Leite Rios.
Edição e Produção editorial: Jairo Souza Design
Gráfico e Occy Design (projeto gráfico).
CONCEPÇÃO DO PROGRAMA E ELABORAÇÃO DOS
CONTEÚDOS ORIGINAIS
COORDENAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO
DOS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS DOS
CADERNOS DOS PROFESSORES E DOS
CADERNOS DOS ALUNOS
Ghisleine Trigo Silveira
CONCEPÇÃO
Guiomar Namo de Mello, Lino de Macedo,
Luis Carlos de Menezes, Maria Inês Fini
(coordenadora) e Ruy Berger (em memória).
AUTORES
Linguagens
Coordenador de área: Alice Vieira.
Arte: Gisa Picosque, Mirian Celeste Martins,
Geraldo de Oliveira Suzigan, Jéssica Mami
Makino e Sayonara Pereira.
Educação Física: Adalberto dos Santos Souza,
Carla de Meira Leite, Jocimar Daolio, Luciana
Venâncio, Luiz Sanches Neto, Mauro Betti,
Renata Elsa Stark e Sérgio Roberto Silveira.
LEM – Inglês: Adriana Ranelli Weigel Borges,
Alzira da Silva Shimoura, Lívia de Araújo Donnini
Rodrigues, Priscila Mayumi Hayama e Sueli Salles
Fidalgo.
LEM – Espanhol: Ana Maria López Ramírez, Isabel
Gretel María Eres Fernández, Ivan Rodrigues
Martin, Margareth dos Santos e Neide T. Maia
González.
Língua Portuguesa: Alice Vieira, Débora Mallet
Pezarim de Angelo, Eliane Aparecida de Aguiar,
José Luís Marques López Landeira e João
Henrique Nogueira Mateos.
Matemática
Coordenador de área: Nílson José Machado.
Matemática: Nílson José Machado, Carlos
Eduardo de Souza Campos Granja, José Luiz
Pastore Mello, Roberto Perides Moisés, Rogério
Ferreira da Fonseca, Ruy César Pietropaolo e
Walter Spinelli.
QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 72 09/04/14 09:09
Nome:
Escola:
Nome:
EscEscEsola:cola:c
CADERNO DO ALUNO
1a
SÉRIE
ENSINO MÉDIO
Volume2
QUÍMICA
Ciências da Natureza
Validade:2014–2017

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Classificação Periódica

  • 1. Nome: Escola: Nome: EscEscEsola:cola:c CADERNO DO ALUNO 1a SÉRIE ENSINO MÉDIO Volume2 QUÍMICA Ciências da Natureza Validade:2014–2017
  • 2. MATERIAL DE APOIO AO CURRÍCULO DO ESTADO DE SÃO PAULO CADERNO DO ALUNO QUÍMICA ENSINO MÉDIO 1a SÉRIE VOLUME 2 Nova edição 2014-2017 governo do estado de são paulo secretaria da educação São Paulo QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 1 09/04/14 09:09
  • 3. Governo do Estado de São Paulo Governador Geraldo Alckmin Vice-Governador Guilherme Afif Domingos Secretário da Educação Herman Voorwald Secretária-Adjunta Cleide Bauab Eid Bochixio Chefe de Gabinete Fernando Padula Novaes Subsecretária de Articulação Regional Rosania Morales Morroni Coordenadora da Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Professores – EFAP Silvia Andrade da Cunha Galletta Coordenadora de Gestão da Educação Básica Maria Elizabete da Costa Coordenadora de Gestão de Recursos Humanos Cleide Bauab Eid Bochixio Coordenadora de Informação, Monitoramento e Avaliação Educacional Ione Cristina Ribeiro de Assunção Coordenadora de Infraestrutura e Serviços Escolares Dione Whitehurst Di Pietro Coordenadora de Orçamento e Finanças Claudia Chiaroni Afuso Presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação – FDE Barjas Negri QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 2 09/04/14 09:09
  • 4. Caro(a) aluno(a), Na história da humanidade, a manipulação do metal simboliza, de certa forma, o desenvolvimento do homem. É praticamente impossível pensar no nosso modo de vida sem o uso dos metais. Utilizamos vários tipos em nossa vida diária: muitos objetos são feitos ou contêm metal (portões, latas de óleo, latas de leite em pó, fios de eletricidade, panelas, pregos, bijuterias, bolsas etc.). Neste Caderno, você estudará os metais e terá oportunidade de entrar em contato com conhecimentos científicos e tecnológicos relacionados à obtenção, à produção e ao uso desses elementos. Você também conhecerá aspectos relacionados à transformação química, como símbolos e constituição da matéria. Esses conhecimentos permitirão que você use a linguagem química de forma mais precisa. Ainda será discutida a produção do ferro e do cobre, metais importantes na nossa sociedade, já que deles dependem muitos avanços tecnológicos, a sobrevivência e o desenvolvimento da humanidade. Aprofundan- do seu conhecimento sobre o conceito de quantidade de matéria a partir do estudo de sua unidade (o mol), você poderá compreender a importância da estequiometria para o sistema produtivo: prever as quantidades envolvidas nas transformações químicas permite reduzir desperdícios. Ao estudar as relações proporcionais entre as quantidades de reagentes e de produtos nos processos de produção do ferro e do cobre, você apren- derá como é possível definir previamente essas quantidades. A extração e o beneficiamento de metais produzem quantidades significativas de resíduos e subprodutos, por isso serão abordados a extração do ferro e o uso do carvão nesse processo. Assim, você poderá verificar quais são os impactos ambientais gerados por esses processos. Com base na produção do ferro e do cobre, você aprenderá conteúdos indispensáveis para entender como podemos obter outros metais e quais os im- pactos socioambientais envolvidos na extração de minérios. Bom estudo! Equipe Curricular de Química Área de Ciências da Natureza Coordenadoria de Gestão da Educação Básica – CGEB Secretaria da Educação do Estado de São Paulo QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 3 09/04/14 09:09
  • 6. SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1 A LINGUAGEM QUÍMICA E A CONSTRUÇÃO HISTÓRICA DA TABELA PERIÓDICA Antes de iniciarmos o estudo dos metais e de seus usos, vamos conhecer um pouco mais a linguagem química por meio de seus símbolos e fórmulas. Além disso, saberemos como alguns cientistas propuseram diferentes formas de organização dos elementos químicos e, principalmente, qual foi a contribuição de Mendeleev para a chamada Lei Periódica e para o que se conhece hoje como tabela periódica dos elementos químicos. Atividade 1 – Representação das substâncias químicas: uso de símbolos e fórmulas Para a realização desta Situação de Aprendizagem, é importante que você relembre as ideias de Dalton. Exercícios em sala de aula 1. Faça um resumo das ideias de Dalton sobre constituição da matéria e elemento químico. ! ? 5 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 5 09/04/14 09:09
  • 7. As substâncias são representadas por meio dos símbolos dos diferentes elementos químicos que as compõem; cada elemento é acompanhado de um índice, que indica quantos átomos desse elemento formam a partícula de uma determinada substância. Essas representações são chamadas fórmulas das substâncias. Assim, podemos agora interpretar algumas fórmulas apresentadas ante- riormente, por exemplo: 2. Escreva o que representa cada uma das fórmulas a seguir, que correspondem às substâncias HCl (cloreto de hidrogênio), NaOH (hidróxido de sódio), Ca(OH)2 (hidróxido de cálcio), Mg (magnésio) e Zn (zinco). HCl NaOH Ca(OH)2 Mg representa três partículas de gás oxigênio, cada uma formada por dois átomos do elemento oxigênio. 3O2 representa a substância oxigênio; representa uma partícula de gás oxigênio, formada por dois átomos do elemento oxigênio. O2 representa o elemento ferro; representa a substância ferro; representa uma partícula de ferro, formada por um átomo do elemento ferro. Fe 6 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 6 09/04/14 09:09
  • 8. 1. Procure em livros de Química ou em páginas da internet as fórmulas das seguintes substâncias e interprete-as em termos de átomos constituintes: Zn 3. Substância simples é aquela formada por átomos de um único elemento e substância composta é aquela formada por átomos de mais de um elemento. Das substâncias anteriores, indique quais são substâncias simples e quais são substâncias compostas. 4. Quantos átomos de cada elemento formam as partículas das seguintes substâncias: H2 O2 (peróxido de hidrogênio, conhecido comumente como água oxigenada); C2 H6 O (álcool etí- lico ou etanol); CaCO3 (carbonato de cálcio); Ca(HCO3 )2 (hidrogenocarbonato de cálcio ou bicarbonato de cálcio); e SO2 (dióxido de enxofre)? 7 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 7 09/04/14 09:09
  • 9. a) sulfato de chumbo II; b) ácido sulfúrico; c) nitrato de sódio; d) cloreto de cálcio; e) ozônio. Atividade 2 – Classificação periódica dos elementos: uma atividade didática com abordagem histórica Nesta atividade, vamos conhecer diferentes formas de organização dos elementos químicos propostas por alguns cientistas. Para compreender melhor como elas foram elaboradas, confeccione um cartão para cada elemento apresentado na tabela da próxima página, reproduzindo nele as informações listadas no box a seguir. O uso dos cartões facilitará a próxima etapa da atividade, que consiste no agrupamento dos elementos químicos segundo os critérios que você verá mais adiante. Exercício em sala de aula 1. Na próxima página são apresentadas as seguintes informações sobre vários elementos químicos: • nome do elemento; • símbolo do elemento; • massa atômica (MA); • temperatura de fusão da substância simples a 1 atm (TF); • temperatura de ebulição da substância simples a 1 atm (TE); • fórmula da substância simples; • fórmula da substância formada com o elemento hidrogênio; • fórmula da substância formada com o elemento oxigênio. 8 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 8 09/04/14 09:09
  • 10. Elemento Sódio Lítio Potássio Símbolo Na Li K MA 23 u 7 u 39 u TF (1 atm) 97,8 o C 180,5 o C 63,6 o C TE (1 atm) 882,9 o C 1347 o C 774 o C Subst. simples Na Li K Subst. com hidrogênio NaH LiH KH Subst. com oxigênio Na2 O Li2 O K2 O Elemento Magnésio Cálcio Carbono Símbolo Mg Ca C MA 24 u 40 u 12 u TF (1 atm) 648,8 o C 839 o C 3367 o C TE (1 atm) 2970 o C 1484 o C 4827 o C Subst. simples Mg Ca C Subst. com hidrogênio MgH2 CaH2 CH4 Subst. com oxigênio MgO CaO CO2 Elemento Silício Flúor Cloro Símbolo Si F Cl MA 28 u 19 u 35 u TF (1 atm) 1410 o C –219,6 o C –100 o C TE (1 atm) 2355 o C –188 o C –34,6 o C Subst. simples Si F2 Cl2 Subst. com hidrogênio SiH4 HF HCl Subst. com oxigênio SiO2 OF2 Cl2 O Procure organizar os elementos em diferentes conjuntos, conforme as sugestões a seguir. a) Agrupe-os de acordo com as semelhanças entre as temperaturas de fusão e as de ebulição, justificando os critérios para esses agrupamentos: 9 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 9 09/04/14 09:09
  • 11. • temperatura de fusão da substância simples; • temperatura de ebulição da substância simples. b) Agrupe-os de acordo com as semelhanças entre as fórmulas das substâncias citadas, justifi- cando os critérios para esses agrupamentos: • substâncias simples (a 1 atm de pressão); • substâncias formadas com o elemento hidrogênio; • substâncias formadas com o elemento oxigênio. c) Analisando as propriedades e os compostos formados, procure organizar os elementos em quatro grupos, explicando quais critérios foram utilizados para essa organização. 10 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 10 09/04/14 09:09
  • 12. A tabela de Mendeleev Muitos cientistas se preocuparam em criar uma classificação para os elementos químicos a fim de melhor estudá-los. Um deles foi Mendeleev. Veja a seguir a tabela de Mendeleev conforme ele a organizou. Extraída de: PETRIANOV, I. V.; TRIFONOV, D. N. A lei grandiosa. Tradução de Maria Helena Fortunato. Moscou: Mir, 1987. p. 15. Esclarecimentos sobre os pontos de interrogação que aparecem na tabela: (a) quando eles apare- cem junto aos símbolos dos elementos ou junto aos valores de massa atômica, Mendeleev tinha dúvida sobre os valores das massas atômicas; (b) quando eles aparecem antes do sinal de igualdade, Mendeleev acreditava que deveria haver um elemento com essa massa que ainda não havia sido descoberto. Podem-se destacar dois fatores que contribuíram para que Mendeleev propusesse sua organiza- ção dos elementos químicos, atualmente conhecida como tabela periódica: • na época, eram conhecidos muitos elementos químicos (mais de 60); • as propriedades das substâncias simples formadas por esses elementos eram bastante conhecidas. A tabela periódica atual Veja a seguir a tabela periódica atual. Atente para as seguintes informações: • símbolo do elemento; • nome do elemento; • massa atômica do elemento. 11 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 11 09/04/14 09:09
  • 13. Seguindo as orientações de seu professor, pesquise mais detalhes da história da tabela periódica ou da classificação dos elementos químicos. Essas informações podem ser encontradas em livros di- dáticos do Ensino Médio e em diversas páginas da internet. Destaque as principais informações pesquisadas e apresente-as para a turma. ©ClaudioRipinskas/R2Editorial 12 Química – 1a série – Volume 2
  • 14. Produção do aço e do cobre Muitos metais são obtidos por meio de transformações químicas dos minerais que os contêm, como é o caso do ferro (Fe), que pode ser extraído do Fe2 O3 (óxido de ferro III), principal componente do minério hematita. Para que essa transformação química ocorra, é necessário o forne- cimento de energia. Nas siderúrgicas, essa energia é proveniente da queima do carvão (C). Essa transformação é realizada em grandes fornos – os altos-fornos. A queima do carvão, além de liberar energia térmica que provoca aumento de temperatura até aproximadamente 1 500 o C, fundin- do o minério, também produz o rea- gente monóxido de carbono (CO), que vai interagir com o minério e formar o ferro. Este sai líquido do alto-forno e é chamado de ferro-gusa ou ferro de primeira fusão. As matérias-primas utilizadas para a produção do aço são o minério de ferro, o carvão e o calcário (CaCO3 ). Este último reage com impurezas do minério, como a sílica (SiO2 ), for- mando a escória (CaSiO3 ), que pode ser usada como matéria-prima para a fabricação de cimento. SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2 PROCESSOS DE OBTENÇÃO DO FERRO E DO COBRE: INTERPRETAÇÃO DAS REAÇÕES QUÍMICAS Atividade 1 – Produção do ferro e do cobre Você saberia dizer o nome de alguns materiais fabricados com o ferro? E com o cobre? Como esses metais são obtidos? Lendo o texto a seguir, você conhecerá um pouco sobre a produção do ferro, do aço e do cobre. Leitura e análise de texto alimentação minério de ferro carvão calcário saída de gases entrada principal de ar passagem de ar saída de ferro saída de escória 1500 ˚C Esquema de operação de um alto-forno Fonte: GEPEQ (Grupo de Ensino e Pesquisa em Educação Química). Interações e transformações I: elaborando conceitos sobre transformações químicas. GEPEQ/IQUSP. 9. ed. revista e ampliada. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2005. p. 151. ©ClaudioRipinskas/R2Criações ! ? 13 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 13 09/04/14 09:09
  • 15. O ferro-gusa é levado para a aciaria ainda em estado líquido, para ser transformado em aço mediante a retirada de impurezas e a adição de outras substâncias. O aço é utilizado na produção de materiais siderúrgicos empregados pela indústria de transformação, como chapas grossas e finas, bobinas, vergalhões, arames, barras etc. Além do ferro, um metal muito utilizado na indústria é o cobre, para a produção de fios, cabos elétricos e ligas metálicas, como o latão e o bronze. A calcosita (composta principalmente de Cu2 S) e a calcopirita (composta principalmente de CuFeS2 ) são minérios utilizados na produção do cobre metálico. Ao utilizar-se a calco- pirita (CuFeS2 ), as transformações químicas envolvem a produção de sulfeto de cobre I (Cu2 S), que é aquecido na presença de oxigênio, produzindo o cobre metálico. O processo é trabalhoso, pois envolve a separação do CuFeS2 do minério, a reação com o gás oxigênio (O2 ) para obter o Cu2 S, a retirada das impurezas – como ferro, resíduos de enxofre e metais preciosos – e o aquecimento em presença de oxigênio para a obtenção do cobre metálico (Cu), ainda impuro. Para obter o cobre puríssimo, exigido pela indústria elétrica, torna-se necessária uma refinação, feita pela eletrólise do produto obtido. Após esse longo ciclo produtivo, o cobre puro pode ser utilizado pelas indústrias. Vocabulário • Aciaria: usina ou parte de uma siderúrgica destinada à produção do aço. Elaborado por Denilse Morais Zambom, Fabio Luiz de Souza e Luciane Hiromi Akahoshi especialmente para o São Paulo faz escola. Questões para análise do texto 1. Descreva cada situação apresentada a seguir, referente à transformação do minério de ferro em aço, indicando como ela ocorre e qual a sua finalidade: a) queima do carvão; b) utilização do calcário; 14 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 14 09/04/14 09:09
  • 16. c) minério de ferro + energia + produto obtido da queima do carvão; d) produção de chapas de aço. 2. Identifique semelhanças e diferenças entre a produção do ferro e a do cobre. Atividade 2 – Combustão completa e incompleta e balanceamento de equações químicas A combustão do carvão fornece energia para as transformações que ocorrem no processo de obtenção do ferro. Além da energia, é importante conhecer as substâncias produzidas nessas combustões. Nesta atividade, vamos estudar esses processos e representá-los por meio de equações químicas balanceadas. Exercícios em sala de aula 1. Na queima do carvão, representado por C, ocorre a interação com o gás oxigênio (O2 ). Represente essa transformação quando há: a) excesso de gás oxigênio (combustão completa); 15 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 15 09/04/14 09:09
  • 17. b) falta de gás oxigênio (combustão incompleta). 2. Qual era a concepção de Dalton sobre as transformações químicas? Os átomos são os mesmos após a transformação ou se modificam? Responda utilizando a representação da combustão completa do carvão. 3. A concepção de Dalton sobre as transformações químicas pode ser aplicada na combustão incompleta. Será que todos os átomos se reorganizam para formar novas substâncias? Como representar a equação de acordo com as ideias de Dalton? 4. Muitos combustíveis são formados pelo elemento carbono (C) e pelo elemento hidrogênio (H), como a gasolina (mistura de substâncias na qual o C8 H18 é o principal componente). Outros combustíveis possuem oxigênio (O) em sua composição, como é o caso do etanol (C2 H6 O), também chamado de álcool combustível. A combustão do etanol pode ser representada da se- guinte maneira: Combustão completa: C2 H6 O(g) + O2 (g) CO2 (g) + H2 O(g) + energia Combustão incompleta: C2 H6 O(g) + O2 (g) CO(g) + H2 O(g) + energia a) Reescreva essas equações de acordo com as ideias de Dalton, ou seja, balanceadas. 16 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 16 09/04/14 09:09
  • 18. b) Indique as semelhanças e as diferenças entre as duas equações. 1. Se os motores de automóveis não estiverem bem regulados, poderá ocorrer a combustão incom- pleta da gasolina (formada principalmente por C8 H18 ). Essa combustão poluirá o ar atmosférico com: a) gás carbônico (CO2 ). b) gás hidrogênio (H2 ). c) gás monóxido de carbono (CO). d) gás oxigênio (O2 ). e) vapor-d'água (H2 O). 2. Das representações de transformações a seguir, escolha aquela que não representa uma reação química corretamente. Justifique. a) Ca(s) + 2 H2 O(l) Ca(OH)2 (aq) + H2 (g). b) SO3 (g) + H2 O(l) H2 SO4 (aq). c) Fe(s) + 2 HCl(aq) FeCl2 (aq) + H2 (g). d) 2 HgO(s) 2 Hg(l) + O2 (g). e) CaO(s) + CO2 (g) CO(g). 3. Um aluno fez o esquema a seguir para representar a mistura dos gases nitrogênio (N2 ) e cloro (Cl2 ) nas condições ambientais. Indique qual foi o erro do aluno. 17 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 17 09/04/14 09:09
  • 19. N Cl Atividade 3 – Transformações químicas no processo de obtenção do ferro e do cobre Discutiremos agora as transformações que ocorrem na produção do ferro e do cobre. Exercícios em sala de aula 1. Represente as transformações a seguir, devidamente balanceadas: a) nas indústrias siderúrgicas, o gás monóxido de carbono (CO), formado na combustão incompleta do carvão, reagirá com o óxido de ferro III (Fe2 O3 ) extraído do minério de ferro e terá como produtos o ferro líquido (Fe) e o gás dióxido de carbono (CO2 ); b) a remoção das impurezas do minério de ferro é realizada pela adição de calcário (CaCO3 ), cuja interação com o SiO2 leva à formação de escória (CaSiO3 ) e de dióxido de carbono (CO2 ). 2. Observe as equações químicas da produção do cobre a partir do minério e indique se há con- servação de átomos nessas transformações: a) interação do minério de cobre (CuFeS2 ) com gás oxigênio (O2 ), ocorrendo a formação de sulfeto de cobre I (Cu2 S), óxido de ferro III (Fe2 O3 ) e gás dióxido de enxofre (SO2 ): 4 CuFeS2 (s) + 9 O2 (g) 2 Cu2 S(s) + 2 Fe2 O3 (s) + 6 SO2 (g) ©ClaudioRipinskas/R2Criações 18 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 18 09/04/14 09:09
  • 20. b) aquecimento do sulfeto de cobre I (Cu2 S), em presença de oxigênio (O2 ), com formação de gás dióxido de enxofre (SO2 ) e de cobre metálico (Cu): Cu2 S(s) + O2 (g) 2 Cu(l) + SO2 (g) Faça uma pesquisa sobre dois dos principais metais produzidos no Brasil, os nomes dos minérios dos quais são obtidos e a utilização desses metais pela sociedade. 19 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 19 09/04/14 09:09
  • 21. SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3 COMO PREVER AS QUANTIDADES IDEAIS DE REAGENTES E PRODUTOS ENVOLVIDOS NUMA TRANSFORMAÇÃO QUÍMICA? Seria possível fazer previsões teóricas das quantidades de materiais que podem ser obtidos em uma transformação química? E prever a quantidade de energia envolvida nesse processo? Essas questões serão respondidas ao longo desta Situação de Aprendizagem ao estudarmos as propor- ções existentes entre reagentes, produtos e energia nas transformações químicas. Atividade 1 – Quantidade de partículas envolvidas em uma transformação química Como foi visto, o cobre pode ser produzido pela ustulação da calcosita, minério de cobre cons- tituído basicamente por sulfeto de cobre I (Cu2 S). A ustulação consiste no processo de aquecimento de um minério na presença do oxigênio ou de corrente de ar. A equação química que representa a ustulação da calcosita pode ser escrita e interpretada da seguinte forma: 1 partícula de sulfeto de cobre I 1 partícula de gás oxigênio 2 partículas de cobre 1 partícula de dióxido de enxofre A partir dessas ideias, responda às questões a seguir. Exercícios em sala de aula 1. Quantas partículas de gás oxigênio (O2 ) são necessárias para interagir com duas partículas de sulfeto de cobre I (Cu2 S)? 2. Quantas partículas de cobre (Cu) podem ser formadas a partir de duas partículas de sulfeto de cobre I? ! ? 20 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 20 09/04/14 09:09
  • 22. 3. Que quantidade de partículas de reagentes deve ser usada na produção de 684 partículas de cobre? 4. Que quantidade de partículas de cobre e de dióxido de enxofre pode ser produzida a partir de cinco partículas de Cu2 S e dez partículas de O2 ? Explique sua resposta. Algumas transformações químicas discutidas anteriormente no nível macroscópico podem ser reinterpretadas, agora, em nível microscópico, com base no exemplo da quantidade de partículas utilizadas na produção do cobre. 5. Faça o balanceamento das equações químicas a seguir e interprete-as citando as quantidades de partículas envolvidas: a) hidratação da cal viva: CaO(s) + H2 O(l) Ca(OH)2 (aq). b) queima de gás natural: CH4 (g) + O2 (g) CO2 (g) + H2 O(g). 21 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 21 09/04/14 09:09
  • 23. 1. Considere a equação química que representa a combustão do gás metano (CH4 ), principal componente do gás natural: CH4 (g) + 2 O2 (g) CO2 (g) + 2 H2 O(g). a) Na combustão de 15 partículas de metano são consumidas quantas partículas de gás oxigênio (O2 )? b) Os produtos da combustão de certa quantidade de metano foram coletados, resfriados e, assim, separados, obtendo-se uma pequena quantidade de água no estado líquido. Sabe-se que essa quantidade continha 6  1022 partículas de água. Quantas partículas de metano devem ter sido queimadas nesse caso? Atividade 2 – Massas atômicas e massas moleculares É possível também interpretar as equações químicas em termos de massa, considerando que cada elemento químico tem uma massa atômica determinada e que as massas das partículas que formam as substâncias são dadas pelo somatório das massas dos átomos que as compõem. Exercícios em sala de aula 1. Qual é a massa de uma partícula de água, sabendo-se que cada átomo de hidrogênio tem massa atômica 1 u e que os átomos de oxigênio têm massa 16 u? 22 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 22 09/04/14 09:09
  • 24. 2. Qual a massa de uma partícula de gás oxigênio (O2 )? E de uma partícula de gás hidrogênio (H2 )? 3. Escolha três substâncias entre as que são apresentadas a seguir e calcule a massa de uma partícula de cada uma delas (consulte a tabela periódica para isso): Óxido de cálcio: CaO Hidróxido de cálcio: Ca(OH)2 Dióxido de carbono: CO2 Sulfeto de cobre I: Cu2 S Óxido de ferro III: Fe2 O3 Metano: CH4 Equação química Número de partículas Massa de uma partícula Massas das partículas envolvidas nessa reação 4. Represente a equação química balanceada da decomposição da água em gás hidrogênio e gás oxigênio e complete a tabela a seguir. 23 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 23 09/04/14 09:09
  • 25. Equação química 2 H2 O(l) 2 H2 (g) + O2 (g) Número de partículas 2 partículas de água produzem 2 partículas de gás hidrogênio e 1 partícula de gás oxigênio Massa das partículas 36 u produzem 4 u e 32 u Exemplos de massas mensuráveis que guardam a mesma proporção 36 g produzem 4 g e 32 g 9,0 kg produzem 1,0 kg e 8,0 kg 2,7 g produzem 0,3 g e 2,4 g Atividade 3 – Previsões das massas de reagentes e produtos As massas das partículas envolvidas numa transformação química, expressas em unidades de massa atômica, podem ser relacionadas às massas mensuráveis dessas substâncias em qualquer unidade de massa, mantendo-se a proporcionalidade entre elas. A tabela a seguir ilustra essa ideia. Na decomposição da água, percebe-se que a proporção entre a massa de água decomposta e a mas- sa de hidrogênio formada é a mesma, seja em unidades de massa atômica, seja em gramas, seja em quilogramas. 36 u 36 g 9,0 kg 2,7 g 9massa de água 4 u 4 g 1,0 kg 0,3 g 1massa de hidrogênio Dessa forma, é possível obter uma proporção em unidade de massa atômica para qualquer transformação química, desde que se conheçam sua equação química balanceada e as massas moleculares dos reagentes e produtos envolvidos. Essa proporção em unidade de massa atômica de uma transformação química pode ser usada para prever massas mensuráveis dos reagentes e produtos. Exercícios em sala de aula 1. A partir das informações da tabela anterior, sobre a decomposição da água, que massas de gás oxigênio e de gás hidrogênio podem ser produzidas, aproximadamente, na decomposição de 100 g de água? 24 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 24 09/04/14 09:09
  • 26. 2. Que massa de ferro pode ser obtida a partir de 1280 kg de óxido de ferro III (Fe2 O3 ), tendo carvão (C) e oxigênio (O2 ) suficientes para consumir todo esse minério de ferro? Considere que essa transformação pode ser representada pela seguinte equação química: 2 Fe2 O3 (s) + 6 C(s) + 3 O2 (g) 4 Fe(l) + 6 CO2 (g). Dados – massas atômicas: Fe = 56,0 u; O = 16,0 u; C = 12,0 u. 25 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 25 09/04/14 09:09
  • 27. 1. A combustão de magnésio (Mg), um sólido de cor prateada, é uma reação química muito utiliza- da em demonstrações durante aulas de Química por ser acompanhada de intensa emissão de luz branca. O único produto formado nessa reação química é o óxido de magnésio (MgO), um sólido branco. A respeito dessa reação, pede-se: a) represente a equação química balanceada dessa transformação química; b) calcule as massas moleculares dos reagentes e produtos (considere as seguintes massas atômicas: Mg = 24 u; O = 16 u); c) calcule a massa de óxido de magnésio que pode ser obtida a partir da combustão de 96 g de magnésio. Atividade 4 – Previsões das quantidades de energia envolvida nas transfor- mações químicas Além das relações de proporcionalidade existentes entre as massas de reagentes e produtos, ou- tro aspecto importante que deve ser discutido são as relações entre as massas de reagentes e produtos e a energia envolvida nas transformações químicas. 26 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 26 09/04/14 09:09
  • 28. 2. Considere a equação química que representa a combustão do etanol: C2 H6 O(g) + 3 O2 (g) 2 CO2 (g) + 3 H2 O(g). Dado – a combustão de 1 g de etanol libera aproximadamente 27 kJ. a) Consulte a tabela periódica e calcule as massas moleculares dos reagentes e produtos envol- vidos nessa transformação química. b) Calcule a massa de etanol que é consumida quando, em sua combustão, formam-se 88 g de CO2 . c) Que quantidade de energia pode ser liberada quando há formação de 88 g de CO2 na queima de etanol? Exercícios em sala de aula 1. Dê um exemplo de como a energia e as massas de reagentes e produtos estão relacionadas em uma transformação química. Você pode usar esquemas, equações e textos para demonstrar essa relação. 27 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 27 09/04/14 09:09
  • 29. 1. Que massa de cobre pode ser obtida a partir de 15,9 kg de sulfeto de cobre I (Cu2 S), tendo oxigênio suficiente para essa reação? Dados – massas atômicas: Cu = 63,5 u; S = 32,0 u; O = 16,0 u. Equação química não balanceada: Cu2 S(s) + O2 (g) Cu(l) + SO2 (g). 2. Complete as lacunas na tabela a seguir, sabendo que são necessárias 2,90 kcal para decompor 1,00 g de calcário. Dados – massas atômicas: Ca = 40,0 u; C = 12,0 u; O = 16,0 u. CaCO3 (s) + energia CaO(s) + CO2 (g) 100 u u u g kcal 56,0 g g 1,00 g 2,90 kcal g g 28 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 28 09/04/14 09:09
  • 30. SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 4 METAIS E O SISTEMA PRODUTIVO Nesta Situação de Aprendizagem, a compreensão do tema “Metais” será ampliada a partir da discussão de aspectos relacionados à sua produção e aos seus usos. Atividade 1 – Metais no cotidiano Há alguns milhares de anos, os metais começaram a ser usados pela humanidade até se torna- rem materiais indispensáveis para as mais diversas atividades do nosso cotidiano. Você já percebeu quantos metais diferentes estão presentes em nosso dia a dia? Mas por que usamos um metal para certo fim, e não outro? O que determina o uso de um metal em lugar de outro? O texto a seguir apresenta a constituição de uma lâmpada incandescente. Perceba que nesse objeto tão comum são utilizados diversos metais e que a função de cada um está diretamente ligada às suas propriedades. De que é feita uma lâmpada? Alâmpadaelétricaincandescenteéumdosobjetosmais comuns na maioria das residências brasileiras. Inventada por Thomas Alva Edison, em 1879, esse pequeno aparato tecnológico sofreu algumas mudanças até chegar à forma e à composição como a conhecemos hoje. Inicialmente, a luz era produzida quando a corrente elétrica passava por um bastão de carvão, em vez do filamento de tungstênio que se usa atualmente, tornando-o incandescen- te. Mas esse sistema tinha pouca durabilidade (algumas horas apenas). Esse problema levou Edison a pesquisar outros materiais que pudessem substituir o carvão. Nessa busca foram testados diversos metais e ligas metálicas até se chegar ao filamento de tungstênio (W). Esse metal possui condutibilidade elétrica moderada (aproximadamente 340 vezes menor do que a da prata, que é considerada um excelente condutor elétrico); por isso, oferece resistência à passagem da corrente elétrica, gerando calor a ponto de se tornar incandescente e emitir luz. Apresenta também elevada temperatura de fusão (3 410 o C), resistindo a altas temperaturas sem sofrer fusão. Essa última propriedade é especialmente importante, visto que o filamento da lâmpada pode alcançar impressionantes 3 000 o C durante seu funcionamento. Leitura e análise de texto Tungstênio Ferro e níquel Cobre Zinco Chumbo, estanho e antimônio ©ClaudioRipinskas/R2Criações ! ? 29 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 29QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 29QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 29QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 29QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 29QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 29QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 29QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 29QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 29QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 29QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 29 09/04/14 09:0909/04/14 09:0909/04/14 09:0909/04/14 09:0909/04/14 09:09
  • 31. Poucos metais resistiriam sem fundir a tão elevada temperatura. Além do tungstênio, outros metais são empregados na confecção de uma lâmpada elétrica incandescente: • Haste de ferro (Fe) e níquel (Ni): essa liga metálica apresenta elevada resistência mecâ- nica (não entorta facilmente) e suporta altas temperaturas sem fundir (aproximadamente 1500 o C), sendo um material ideal para sustentar o filamento da lâmpada. • Fios de cobre (Cu): metal com boa condutibilidade elétrica e alta temperatura de fusão. • Rosca de zinco (Zn): metal maleável (fácil de moldar), que suporta temperaturas mode- radas sem fundir (420 o C) e possui boa condutibilidade elétrica. • Ponto de contato de chumbo (Pb), estanho (Sn) e antimônio (Sb): essa liga metálica é útil para fazer soldagem porque seus componentes apresentam temperaturas de fusão relativamente baixas (327 o C, 232 o C e 631 o C, respectivamente). Consequentemente, a própria liga também tem baixa temperatura de fusão. O antimônio é misturado ao chumbo e ao estanho para que a liga suporte temperaturas um pouco maiores sem fundir e tenha maior dureza. Os metais, quando submetidos a temperaturas elevadas, podem facilmente sofrer oxidação se estiverem em contato com o oxigênio do ar. Por esse motivo, o interior das lâmpadas é preenchido com gases inertes (que dificilmente reagem com outros materiais), como nitrogênio (N2 ), criptô- nio (Kr) e, principalmente, argônio (Ar). Elaborado por Fabio Luiz de Souza especialmente para o São Paulo faz escola. Exercícios em sala de aula 1. Comente a importância do conhecimento das propriedades dos metais para a construção de uma lâmpada elétrica incandescente. Dê exemplos que ilustrem seus argumentos. 2. Zinco, ferro e níquel são metais de mais fácil obtenção do que o tungstênio. Seria possível substi- tuir o filamento de tungstênio da lâmpada elétrica por um desses metais? Explique sua resposta. 30 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 30 09/04/14 09:09
  • 32. Objeto Metal ou liga que compõe o objeto Relação entre propriedades e aplicação Brasil Reserva de minério Extração de minério Produção de ferro-gusa Produção de aço 17% (2o no mundo) 13% (3o no mundo) 2% (6o no mundo) 2% (6o no mundo) Estados Unidos Reserva de minério Extração de minério Produção de ferro-gusa Produção de aço 4% (6o no mundo) 2% (6o no mundo) 3% (5o no mundo) 6% (3o no mundo) Rússia Reserva de minério Extração de minério Produção de ferro-gusa Produção de aço 15% (3o no mundo) 3% (5o no mundo) 5% (3o no mundo) 5% (4o no mundo) 3. Complete a tabela a seguir com três exemplos de objetos metálicos (ou que contenham metais) presentes em sua casa ou na escola. Cite os metais que constituem esses objetos e estabeleça uma relação entre suas propriedades e aplicações. Atividade 2 – Produção de ferro no mundo: do minério ao aço O ferro é o metal produzido em maior quantidade no mundo. Por sua dureza, maleabilidade e elevada temperatura de fusão, além de outras propriedades, ele é também o metal mais utilizado pela humanidade há mais de 6 mil anos. De armas a utensílios domésticos e vergalhões para a cons- trução civil, o ferro é amplamente utilizado em todos os lugares do mundo. Entretanto, as reservas de minério de ferro e a produção de ferro e de aço estão concentradas em alguns países. 31 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 31 09/04/14 09:09
  • 33. China Reserva de minério Extração de minério Produção de ferro-gusa Produção de aço 14% (4o no mundo) 43% (1o no mundo) 61% (1o no mundo) 48% (1o no mundo) Japão Reserva de minério Extração de minério Produção de ferro-gusa Produção de aço 0% 0% 7% (2o no mundo) 7% (2o no mundo) Ucrânia Reserva de minério Extração de minério Produção de ferro-gusa Produção de aço 4% (5o no mundo) 3% (5o no mundo) 3% (5o no mundo) 2% (6o no mundo) Fonte dos dados: U.S. GEOLOGICAL SURVEY. Mineral Commodity Summaries 2013. Disponível em: http://minerals.usgs.gov/ minerals/pubs/mcs/. Acesso em: 27 jan. 2014. Exercícios em sala de aula Escolha um dos países apresentados na tabela e responda às questões propostas a seguir. 1. Comente os seguintes aspectos referentes ao país escolhido: a) geografia física; b) desenvolvimento socioeconômico; c) desenvolvimento tecnológico. 32 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 32 09/04/14 09:09
  • 34. 2. Compare os valores de reserva com os de extração de minério de ferro nesse país. Esses valores são compatíveis entre si? Se não forem compatíveis, como explicar o fato? 3. Compare os valores de extração de minério de ferro com os da produção de ferro-gusa e de aço nesse país. Esses valores são compatíveis entre si? Se não forem compatíveis, como explicar o fato? 4. Elabore uma síntese que relacione os aspectos gerais desse país, abordados na questão 1, e a produção de ferro, analisada nas questões 2 e 3. 33 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 33 09/04/14 09:09
  • 35. Atividade 3 – Visita a um ferro-velho Os ferros-velhos e as cooperativas são instituições que participam do processo de reciclagem/reutili- zação de muitos materiais importantes para nossa sociedade, incluindo metais, plásticos e vidro. Nesta atividade, conheceremos um pouco das características de empresas que participam do processo de reciclagem. Siga as orientações do seu professor para a realização da pesquisa de campo e para a apresentação dos resultados. Sugere-se a ficha a seguir para a organização das informações obtidas. Dados gerais sobre o ferro-velho 1. Nome e localização: 2. Número de pessoas que trabalham no local (funcionários, cooperados, catadores etc.) e condições de trabalho desses profissionais: 34 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 34 09/04/14 09:09
  • 36. 3. Descrição física do local (área ocupada, organização etc.): 4. Materiais comercializados Material Objetos mais comuns Preço médio de compra e venda Destino do material 5. Problemas identificados: 35 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 35 09/04/14 09:09
  • 37. 1. Faça o balanceamento da equação química que representa a produção de cobre a partir de calcosita e complete a tabela a seguir com dados sobre a quantidade de partículas e de massa. Dados – massas atômicas: Cu = 63,5 u; S = 32,0 u; O = 16,0 u. Calcosita Oxigênio Cobre Dióxido de enxofre Cu2 S(s) + O2 (g) Cu(l) + SO2 (g) Em partículas Em massa (u) Aplicações Metais/ligas A – Trilhos de trem, lataria de automóveis, ferramentas ( ) Alumínio B – Soldas, latas de alimentos ( ) Ferro/aço C – Fios elétricos, panelas, tubulações de água quente ( ) Estanho D – Fios elétricos, latas de bebidas, esquadrias ( ) Cobre 2. Relacione as duas colunas a seguir: 6. Outras informações: 36 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 36 09/04/14 09:09
  • 38. 3. Reveja suas anotações sobre os problemas ambientais relacionados à queima de combustíveis (vo- lume 1) e assinale a alternativa que apresenta os problemas ambientais que podem ser agravados com a emissão na atmosfera dos gases provenientes da produção de cobre e de ferro. a) Aquecimento global e chuva ácida, respectivamente. b) Aquecimento global e intoxicação por monóxido de carbono, respectivamente. c) Buraco na camada de ozônio e chuva ácida, respectivamente. d) Chuva ácida e aquecimento global, respectivamente. e) Intoxicação por monóxido de carbono e buraco na camada de ozônio, respectivamente. 4. Uma embalagem de alimento orgânico apresenta a frase “Produto sem elementos químicos”. Sobre essa afirmação, é correto afirmar que: a) a frase está errada porque toda matéria é formada por substâncias compostas de elementos químicos, inclusive os alimentos orgânicos. b) a frase está correta porque produtos orgânicos são naturais e, portanto, não contêm elementos químicos. c) a frase está errada; o correto seria dizer que “os produtos orgânicos não contêm subs- tâncias químicas”. d) a frase está correta porque os alimentos orgânicos são produzidos sem a adição de substân- cias químicas, tais como fertilizantes industrializados e agrotóxicos. 5. A figura a seguir representa: a) uma mistura de duas substâncias formadas por três elementos químicos. b) uma substância formada por dois elementos químicos. c) uma mistura de três substâncias formadas por dois elementos químicos. d) uma substância formada por três elementos químicos. 6. O titânio é produzido a partir de um minério chamado ilmenita, formado de um óxido de ferro magnético (FeO) e de dióxido de titânio (TiO2 ). A produção do metal pode ser dividida em quatro etapas: ©ClaudioRipinskas/R2Criações 37 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 37 09/04/14 09:09
  • 39. 1a etapa – separação magnética do FeO usando um ímã; 2a etapa – reação entre óxido de titânio sólido, carvão (C) e gás cloro (Cl2 ), que produz dióxido de carbono gasoso (CO2 ) e cloreto de titânio líquido (TiCl4 ); 3a etapa – destilação do cloreto de titânio (temperatura de ebulição = 136 o C); 4a etapa – reação entre cloreto de titânio líquido e magnésio líquido (Mg), produzindo titânio sólido e cloreto de magnésio líquido. a) Quais dessas etapas envolvem transformações químicas? Explique sua resposta. b) Represente as equações químicas balanceadas envolvidas na produção do titânio. 7. Calcule a quantidade de partículas de óxido de alumínio (Al2 O3 ) que se combinam com seis partículas de carbono (C) durante a produção de alumínio (Al), de acordo com a equação química não balanceada a seguir: Al2 O3 (s) + C(s) Al(l) + CO2 (g). a) 2. b) 4. c) 6. d) 8. e) 10. 38 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 38 09/04/14 09:09
  • 40. SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 5 QUANTIDADE DE MATÉRIA E SUA UNIDADE (MOL) Neste volume, continuaremos estudando as transformações químicas e aprofundaremos os co- nhecimentos sobre o tema “Metais”. Introduziremos novos conceitos que possibilitem prever as quantidades de reagentes e produtos envolvidos na produção de ferro e de cobre e também em outros processos. Cada grupo de alunos realizará uma pesquisa sobre um dos metais indicados pelo professor (alu- mínio, manganês, estanho, zinco, níquel, ouro, cromo ou chumbo). O professor determinará também a forma de apresentação e avaliação dos resultados. A seguir são apresentados alguns tópicos que po- dem ser pesquisados para uma compreensão mais rica desse tema: ●● principais minérios dos quais se pode obter esse metal (se ele não ocorrer na forma nativa); ●● localização das principais jazidas desses minérios no Brasil e no mundo; ●● transformações químicas envolvidas no processo de obtenção desse metal; ●● aplicações desse metal na indústria e no cotidiano; ●● dados mundiais e nacionais da extração de minérios e da produção do metal; ●● impactos socioambientais na extração do minério e na produção e no descarte do metal; ●● formas de reciclagem do metal. Atividade 1 – Contando grãos É comum criarmos unidades de medida para facilitar a contagem de grandes quantidades de objetos, como as unidades resma, dúzia, cento e grosa (consulte um dicionário para conhecer o significado de cada uma dessas unidades). Nesta atividade, você poderá criar uma unidade de medida e usá-la para contar grandes quan- tidades de grãos de arroz, feijão e milho. ! ? 39 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 39 09/04/14 09:09
  • 41. Exercícios em sala de aula Considere os dados de massas médias de alguns grãos apresentados na tabela a seguir e responda às questões propostas. Alimentos Massa média de 1 grão (g) Arroz 0,020 Feijão 0,400 Milho 0,150 1. Com base nos dados da tabela, calcule o número de grãos de arroz contidos em 1 kg desse ali- mento. Admita que todos os grãos de arroz sejam iguais. 2. Adote o número calculado de grãos em 1 kg de arroz como sua unidade de quantidade de grãos. Crie um nome e um símbolo para essa unidade. Nome da unidade: Símbolo: 3. Complete a frase: “Assim como em uma dúzia (1dz) temos 12 unidades, em um(a) (1 ) temos grãos”. 4. Com base nos resultados das questões anteriores, determine a quantidade de grãos (na unidade criada) contida em 5 kg de arroz. Essa quantidade equivale a quantos grãos de arroz? 5. Qual é a massa de 10 (unidade criada) de arroz? 40 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 40 09/04/14 09:09
  • 42. 6. Complete a tabela a seguir: Número de grãos Quantidade de grãos na unidade criada ( ) Massa de arroz 50000 1 1000 g 10 kg 2 5000 12 A unidade criada inicialmente para contar grãos de arroz pode ser aplicada na quantificação de outros tipos de grão, como feijão ou milho, ou mesmo de qualquer outro objeto. Assim como pode-se dizer “uma dúzia de laranjas”, “uma dúzia de bananas” ou “uma dúzia de para- fusos”, também pode-se aplicar a unidade criada para definir um conjunto de 50000 grãos de feijão ou 50000 pregos ou porcas. Considerando essa ideia, responda às questões que seguem. 7. Quantos grãos há em 3 ( ) de feijão? 8. Qual é a massa de 5 ( ) de grãos de milho? 9. O que tem maior massa: 2 ( ) de feijão ou 5 ( ) de milho? 41 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 41 09/04/14 09:09
  • 43. Atividade 2 – Unidade de quantidade de matéria De acordo com a atividade anterior, o uso de unidades apropriadas para representar grandes quantidades pode facilitar cálculos e tornar mais simples as representações. Por exemplo, é mais conveniente dizer que em um pacote com 5 kg de arroz há 5 (unidade de quantidade de grãos) do que dizer que nesse pacote de arroz há 250000 grãos. Em Química, o uso de unidades convenientes para representar as quantidades de partículas é ainda mais significativo, visto que em pequenas porções de matéria há quantidades quase inimagi- náveis de partículas. Como exemplo, em uma única gota de água, com aproximadamente 0,050 g, há a incrível quantidade de 1,7  1021 partículas de água! Exercícios em sala de aula 1. Elabore um resumo sobre a unidade de quantidade de matéria que aborde os seguintes pontos: ●● o que é o mol; ●● a quantidade de partículas que o mol representa; ●● para que o mol pode ser usado. 2. Na atividade 1, foi adotada a quantidade de grãos existente em 1 kg de arroz como a unidade de quantidade de grãos, a qual equivale a 50000 grãos ou 5  104 grãos. Essa unidade foi usada para contar não apenas grãos de arroz, mas também grãos de milho e de feijão. De forma análoga, pode-se considerar que a unidade de quantidade de matéria (mol) foi adotada tendo como padrão a quantidade de átomos existentes em 12,0 g de carbono, a qual equivale a aproxima- damente 6,0  1023 partículas, que podem ser átomos ou outras espécies químicas. Complete a tabela a seguir estabelecendo uma relação entre a unidade que você criou e o mol. 42 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 42 09/04/14 09:09
  • 44. Unidade de quantidade de grãos Unidade de quantidade de matéria Nome da unidade Símbolo da unidade Massa de matéria estabelecida como padrão Número de partículas nessa porção de matéria 3. Sabendo que a massa molar de uma substância é a massa de 1 mol de partículas dessa substância e que esse valor é numericamente igual à massa molecular da substância, siga os exemplos apre- sentados a seguir e complete o esquema proposto. Dados – massas atômicas (u): Ca = 40,0; C = 12,0; O = 16,0; Fe = 56,0; Na = 23,0; Cl = 35,5; H = 1,0. Fórmula da substância Massa molecular (massa de 1 partícula da substância) Massa molar (massa de 1 mol de partículas da substância) Massa de diferentes quantidades de matéria CaCO3 40 + 12 + (3  16) = 100 u 100 g  mol-1 2 mol = 200 g Fe2 O3 (2  56) + (3  16) = 160 u 160 g  mol-1 0,5 mol = 80 g NaCl 4 mol = CH4 0,1 mol = C2 H6 O 20 mol = 43 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 43 09/04/14 09:09
  • 45. 4. Tanto na atividade anterior, em que discutimos a unidade criada para contar grãos, quanto nesta atividade, na qual discute-se a unidade de quantidade de matéria adotada pela ciência (o mol), foram estabelecidas relações entre três grandezas: número de partículas, unidade de quantidade de partículas e massa. Complete a tabela apresentada a seguir estabelecendo relações entre essas grandezas para as substâncias O2 (gás oxigênio), C (carbono) e Fe (ferro). Número de partículas Quantidade de matéria (mol) Massa (g) 6,0  1023 1 mol de O2 32 g 2 mol de O2 2 mol de C 18,0  1023 mol de C mol de Fe 112 g 1. Sabendo-se que a massa molecular da água é 18 u, qual é sua massa molar? Qual é a diferença de significado entre esses dois valores? 2. A massa atômica do ferro (Fe) é 56 u. Quantos átomos de Fe existem em 56 g de ferro? 44 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 44 09/04/14 09:09
  • 46. 3. Quantos átomos de Fe existem, aproximadamente, em um prego de massa 2,8 g? Suponha queQuantos átomos de Fe existem, aproximadamente, em um prego de massa 2,8 g? Suponha queQ o prego seja feito somente de ferro. 4. Que quantidade de matéria de dióxido de carbono está presente em 22 g desse material? IssoQue quantidade de matéria de dióxido de carbono está presente em 22 g desse material? IssoQ equivale a quantos átomos de carbono e de oxigênio, respectivamente? 45 Química – 1a série – Volume 2
  • 47. SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 6 PREVISÃO DAS QUANTIDADES DE REAGENTES E DE PRODUTOS NAS TRANSFORMAÇÕES QUÍMICAS Nesta Situação de Aprendizagem, você terá condições de prever, nas transformações químicas, as quantidades de reagentes a ser utilizadas e as de produtos a ser obtidas. Nas indústrias, esse cál- culo é essencial para não haver desperdício de matéria-prima e para prever quanto será produzido na transformação. Atividade 1 – Prevendo quantidades envolvidas nas transformações químicas: relação entre massa e quantidade de matéria Exercícios em sala de aula 1. Observe a representação da combustão do gás hidrogênio (H2 ) e complete a tabela, indicando o nome das substâncias e a quantidade de matéria, em mol, de cada uma delas. 2 H2 (g) + O2 (g) → 2 H2 O(g) Nome das substâncias Quantidade de matéria em mol 2 mol 2. Observe novamente a equação anterior, considerando a proporção entre reagentes e produtos, e responda: a) Se pretendermos obter 8 mol de água, qual deverá ser a quantidade de matéria utilizada, em mol, de gás hidrogênio? E a de gás oxigênio? b) Ao utilizarmos 6 mol de gás hidrogênio, qual será a quantidade de matéria necessária, em mol, de gás oxigênio? Que quantidade de matéria, em mol, de água será formada? ! ? 46 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 46 09/04/14 09:09
  • 48. c) Calcule a massa de água formada na situação descrita no item anterior. Dados – massa molar da água: 18,0 g  mol–1 . 3. A tabela a seguir apresenta a equação representativa da combustão completa do carvão (C): C(s) + O2 (g) → CO2 (g) Quantidade de matéria em mol 1 mol 1 mol 1 mol 0,5 mol a) Se for produzido 0,5 mol de CO2 , qual será a quantidade de matéria, em mol, de carvão queimada? b) Sabendo que a massa molar do C é 12 g  mol-1 , calcule a massa de carvão consumida na situa- ção descrita no item a. Análise de resultados do experimento Veja, agora, os dados referentes ao experimento “Decomposição térmica do hidrogenocarbo- nato de sódio (bicarbonato de sódio)”. Seu professor poderá orientar você na realização do experi- mento ou demonstrá-lo e relatá-lo. 47 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 47 09/04/14 09:09
  • 49. Objetivo: usar os conhecimentos de estequiometria para determinar o produto sólido formado pela decomposição térmica do hidrogenocarbonato de sódio. Materiais e reagentes ●● 1 béquer de 150 mL; ●● 1 tubo de ensaio termorresistente (16 mm × 180 mm); ●● 1 balança com precisão de 0,1 g; ●● 1 pinça de madeira; ●● hidrogenocarbonato de sódio (NaHCO3 ); ●● lamparina a álcool. Procedimento 1. Apoie o tubo de ensaio no béquer e pese-os. Anote o valor. 2. Adicione, aproximadamente, 1,5 g de hidrogenocarbonato de sódio ao tubo de ensaio. Pese novamente o sistema e anote a massa exata de hidrogenocarbonato encontrada. 3. Aqueça o tubo de ensaio com o hidrogenocarbonato por aproximadamente 5 minutos (use a pinça de madeira para segurar o tubo). Observe e anote. 4. Continue o aquecimento do tubo para eliminar o líquido formado. Aguarde o resfria- mento do tubo apoiando-o no béquer (aproximadamente 2 minutos) e depois pese-os. 5. Aqueça por mais 1 minuto. Espere o resfriamento do sistema e verifique se a massa se mantém a mesma. Repita essa operação até a massa ficar constante. 6. Determine a massa do sólido formado e faça a previsão da reação de decomposição. Experimento adaptado de: COCH, Juan A.; FIGUEIRA, Álvaro R.; ZEPKA, Marilene. Ensinando a Química através de experiências nos cursos de 2o grau. Rio Grande, RS: FURG, 1988. Decomposição térmica do hidrogenocarbonato de sódio (bicarbonato de sódio) 48 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 48 09/04/14 09:09
  • 50. Resultados possíveis Durante a realização do experimento, observaram-se: ●● o embaçamento do tubo de ensaio e a permanência da cor do sólido após o aquecimento; ●● que a massa do sólido branco formado foi de, aproximadamente, 0,9 g. São três as transformações químicas que podem ter ocorrido: 1a ) NaHCO3 (s) + energia térmica → NaOH(s) + CO2 (g). 2a ) 2 NaHCO3 (s) + energia térmica → Na2 CO3 (s) + CO2 (g) + H2 O(g). 3a ) 2 NaHCO3 (s) + energia térmica → Na2 O(s) + 2 CO2 (g) + H2 O(g). Questões para análise do experimento 1. Sabendo-se que o embaçamento observado no tubo é decorrência do vapor de água formado na transformação, alguma das três possibilidades pode ser descartada? Justifique. 2. Admitindo-se que a equação que representa a decomposição do hidrogenocarbonato de sódio seja a segunda possibilidade, responda aos itens a, b e c e insira os dados na tabela a seguir. 2a possibilidade de reação 2 NaHCO3 (s) → Na2 CO3 (s) + CO2 (g) + H2 O(g) a b e c a) Qual é a proporção, em mol, existente entre o hidrogenocarbonato de sódio (NaHCO3 ) e o carbonato de sódio (Na2 CO3 )? 49 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 49 09/04/14 09:09
  • 51. b) Qual é a quantidade de matéria, em mol, existente no 1,5 g de NaHCO3 utilizado? Dado – massa molar do NaHCO3 = 84,0 g  mol1 . c) Calcule a quantidade de matéria, em mol, de Na2 CO3 que se formaria pela decomposição da quantidade de matéria de NaHCO3 calculada no item b, admitindo que todo o NaHCO3 adicionado tenha reagido. 3. Admitindo-se que a equação que representa a decomposição do hidrogenocarbonato de sódio seja a terceira possibilidade, responda aos itens a, b e c e insira os dados na tabela a seguir: 3a possibilidade de reação 2 NaHCO3 (s) → Na2 O(s) + 2 CO2 (g) + H2 O(g) a b e c a) Qual é a proporção, em mol, existente entre o hidrogenocarbonato de sódio (NaHCO3 ) e o óxido de sódio (Na2 O)? b) Qual é a quantidade de matéria, em mol, existente no 1,5 g de NaHCO3 utilizado? Dado – massa molar do NaHCO3 = 84,0 g  mol1 . 50 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 50 09/04/14 09:09
  • 52. c) Calcule a quantidade de matéria, em mol, de Na2 O que se formaria pela decomposição da quantidade de matéria calculada de NaHCO3 no item b, admitindo que todo o NaHCO3 adicionado tenha reagido. 4. Transforme em massa os valores calculados no item c das questões 2 e 3, referentes à quantidade de matéria do produto sólido formado, e compare-os com a massa obtida experimentalmente. Qual deve ser o produto da decomposição térmica do hidrogenocarbonato de sódio? Justifique. Dados – massas molares: Na2 CO3 = 106,0 g  mol-1 ; Na2 O = 62,0 g  mol–1 . Atividade 2 – Prevendo quantidades envolvidas no processo de obtenção de ferro e de cobre Nas indústrias siderúrgicas, é importante prever as quantidades de reagentes que serão utili- zadas na obtenção de certas quantidades de produtos. Essa previsão é necessária para dimensionar equipamentos a ser utilizados, evitar desperdício de matéria-prima e fazer estimativas de produção final, o que pode definir se o processo é economicamente viável ou não. Por exemplo, as quanti- dades de carvão e de minério de ferro que são colocadas no alto-forno não são aleatórias, ou seja, devem ser calculadas previamente. Essa previsão das quantidades de materiais envolvidos em uma transformação química é chamada de cálculo estequiométrico. Exercícios em sala de aula 1. Nos altos-fornos das indústrias siderúrgicas, qual deve ser a massa de carvão (considerando que o carvão contenha apenas átomos do elemento carbono) necessária para obter 1 t (tone- lada) de ferro? O preenchimento da tabela a seguir o ajudará a responder à questão. 51 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 51 09/04/14 09:09
  • 53. 2 Fe2 O3 (s) + 6 C(s) + 3 O2 (g) → 4 Fe(l) + 6 CO2 (g) Óxido de ferro III Carvão Oxigênio Ferro Dióxido de carbono Proporção em mol entre C e Fe Proporção em massa entre C e Fe Massa de C necessária para produzir 1 t de Fe 1,0 t 2. Nas siderúrgicas, a quantidade de carvão empregada é maior do que a prevista pela estequiome- tria, conforme você calculou no exercício anterior. Por exemplo, sabe-se que, nas siderúrgicas, é utilizada 0,71 t de carvão vegetal para produzir 1,00 t de ferro, um valor bem maior do que o previsto pela estequiometria. Como você explicaria esse fato? 52 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 52 09/04/14 09:09
  • 54. 3. Uma das etapas de produção de cobre metálico a partir da calcosita (Cu2 S) consiste em aquecê-la na presença de oxigênio. Se forem utilizados 318 g de minério calcosita, quais serão a massa de cobre e a de SO2 produzidas? Cu2 S(s) + O2 (g) → 2 Cu(l) + SO2 (g) Proporção em mol Proporção em massa Massa de Cu e massa de SO2 formadas a partir de 318 g de calcosita 318 g Substâncias Massa molar (g  mol1 ) O2 32,0 Cu2 S 159,0 Cu 63,5 SO2 64,0 1. A cal viva (CaO) é obtida pela decomposição do carbonato de cálcio segundo a equação: CaCO3 (s) → CaO(s) + CO2 (g). Dados – massas molares em g  mol–1 : Ca = 40,0; C = 12,0; O = 16,0. Que massa de cal viva é obtida de 300 g de carbonato de cálcio? 2. O papel sulfite tem esse nome porque na sua clarificação emprega-se o sulfito de sódio (Na2 SO3 ). Este reage com o ácido clorídrico, havendo produção de SO2 . A equação que representa essa transformação é: Na2 SO3 (s) + 2 HCl(aq) → 2 NaCl(aq) + H2 O(l) + SO2 (g). Dados: 53 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 53 09/04/14 09:09
  • 55. a) Qual é a quantidade de matéria, em mol, de SO2 produzida quando é utilizado 0,60 mol de Na2 SO3 na reação? b) Calcule o número de partículas de SO2 correspondente à quantidade em mol obtida na situação descrita no item anterior. Em grupo, faça a previsão de quantas toneladas de carvão (valor teórico e valor real) e de minério (óxido de ferro III) são utilizadas em uma indústria siderúrgica por dia, sabendo-se que essa siderúrgica produz diariamente 1,35  104 t de ferro-gusa. Atenção: o valor real consta nesta Situação de Aprendizagem, na atividade 2, questão 2 dos Exercícios em sala de aula. Desafio! 54 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 54 09/04/14 09:09
  • 56. SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 7 ENERGIA LIBERADA OU ABSORVIDA NAS TRANSFORMAÇÕES QUÍMICAS A queima de um combustível é uma transformação exotérmica; já o cozimento de um alimento é uma transformação endotérmica. As quantidades de energia liberada ou absorvida nas transfor- mações podem ser medidas experimentalmente ou calculadas por relações conhecidas entre massa e energia ou quantidade de matéria e energia, como será visto nesta Situação de Aprendizagem. Como prever a energia envolvida nas transformações químicas? Para prever a energia liberada ou absorvida em uma transformação química, será realizado o ex- perimento “Reação entre alumínio e solução de hidróxido de sódio”. Seu professor poderá orientar você na realização do experimento ou demonstrá-lo e relatá-lo. Materiais e reagentes ●● 1 tubo de ensaio (20 mm × 150 mm); ●● hidróxido de sódio (4 mol  L-1 ); ●● 1 pedaço de papel-alumínio (2,0 cm × 15,0 cm); ●● 1 termômetro (de –10 ºC a 110 ºC); ●● 1 proveta de 10 mL; ●● 1 balança; ●● 1 bastão de vidro. Procedimento 1. Recorte um retângulo de papel-alumínio (2,0 cm × 15,0 cm), que equivale a 0,09 g, e corte-o em pedaços pequenos. 2. Pese o tubo de ensaio e anote sua massa. Reação entre alumínio e solução de hidróxido de sódio ! ? 55 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 55 09/04/14 09:09
  • 57. 3. Meça 10,0 mL de solução de hidróxido de sódio em uma proveta, coloque no tubo de ensaio e meça a temperatura inicial com o termômetro. 4. Coloque os pedaços de papel-alumínio no tubo de ensaio contendo a solução de hidróxido de sódio e agite-o cuidadosamente com a ajuda do bastão de vidro. 5. Quando perceber que não há mais reação entre o papel-alumínio e a solução de hi- dróxido de sódio, introduza o termômetro no tubo de ensaio e meça a temperatura do líquido resultante. 6. Anote a maior temperatura atingida e outras observações. Cuidados ●● Evite o contato da soda cáustica ou solução de hidróxido de sódio com a pele e os olhos, pois pode provocar queimaduras. É aconselhável o uso de óculos de segurança e luvas. ●● Não realize essa atividade perto de fogo, pois o gás hidrogênio formado é inflamável e explosivo. Dados sobre o experimento e observações ●● Massa do tubo de ensaio: 20,00 g. ●● Massa do papel-alumínio: 0,09 g. ●● Densidade da solução: d = 1,20 g  mL1 . ●● Variação da temperatura observada: 20 ºC (Tinicial = 25 ºC; Tfinal = 45 ºC). ●● Evidências perceptíveis dessa transformação química: aquecimento e liberação de gases. Elaborado por Denilse Morais Zambom, Fabio Luiz de Souza e Luciane Hiromi Akahoshi especialmente para o São Paulo faz escola. Questões para análise do experimento 1. Considerando a variação de temperatura observada no experimento, essa transformação pode ser classificada como endotérmica ou exotérmica? Explique. 56 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 56 09/04/14 09:09
  • 58. 2. Sabendo-se que a representação da transformação que ocorre é: 2 NaOH(aq) + 2 Al(s) + + 6 H2 O(l) → 2 NaAl(OH)4 (aq) + 3 H2 (g), qual foi o gás formado nessa transformação? 3. O volume de solução utilizado no experimento foi de 10,0 mL e permaneceu praticamente constante durante a transformação. Qual é a massa dessa solução, sabendo-se que sua densidade é de 1,2 g  mL1 ? (Esse valor de massa será utilizado na resolução do item b da questão 4.) 4. A energia térmica liberada na reação aqueceu o líquido contido no tubo de ensaio. a) Considere que para aumentar a temperatura de 1 g de solução em 1 ºC é necessária a libe- ração de 1 cal na transformação química. Que quantidade de energia deve ser liberada na transformação química para que 1 g de solução tenha o aumento de temperatura observado no experimento? b) Que quantidade de energia deve ser liberada na transformação química para que toda a so- lução tenha a variação de temperatura observada no experimento? (Utilize o valor de massa calculado na questão 3.) 5. A energia liberada também aqueceu o vidro do tubo de ensaio. Como o vidro e o líquido entram em equilíbrio térmico, o aumento de temperatura do vidro é o mesmo do líquido (20 ºC). a) Sabe-se que para aumentar a temperatura de 1 g de vidro em 1 ºC é necessária a liberação de 0,2 cal na transformação química. Que quantidade de energia deve ser liberada na trans- formação química para que 1 g de vidro tenha o aumento de temperatura observado no experimento? 57 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 57 09/04/14 09:09
  • 59. b) Que quantidade de energia deve ser liberada na transformação química para que o tubo de ensaio tenha a variação de temperatura observada no experimento? 6. Qual é a energia liberada pela reação de 0,09 g de alumínio com 10 mL de solução de hidróxido de sódio? Considere que parte da energia liberada pela transformação química é absorvida pela solução e outra parte é absorvida pelo tubo de ensaio, desprezando as perdas de energia para o ambiente. 7. Sabendo que a massa molar do alumínio (Al) é de 27 g  mol1 , calcule a energia liberada na reação quando for utilizado 1 mol de alumínio. 1. Considerando o experimento realizado anteriormente, qual será a energia liberada na reação se forem utilizados 4 mol de átomos de alumínio e quantidade de NaOH(aq) suficiente para que todo o alumínio reaja? 2. Que massa de alumínio deveria ser utilizada para liberar 32 kcal de energia? 3. A soda cáustica (hidróxido de sódio) pode ser guardada em recipiente de alumínio? Explique. 58 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 58 09/04/14 09:09
  • 60. Pode-se medir a quantidade de energia em caloria (cal) ou em joule (J), sendo a relação entre essas grandezas: 1 cal = 4,18 J ou 1000 cal (1 kcal) = 4,18  1000 J (4,18 kJ). Procure em rótulos de embalagens de leite a informação nutricional sobre a quantidade de energia obtida quando os nutrientes presentes em um copo de leite (200 mL) são transforma- dos em nosso organismo. Indique os valores em caloria e em joule. 59 Química – 1a série – Volume 2
  • 61. SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 8 IMPACTOS SOCIAIS E AMBIENTAIS DECORRENTES DA EXTRAÇÃO DE MATÉRIAS-PRIMAS E DA PRODUÇÃO DE FERRO, COBRE E OUTROS METAIS Atividade 1 – Impactos socioambientais da produção de ferro e cobre A seguir, leia um texto sobre a produção de ferro e cobre. O texto também aborda alguns pro- blemas socioambientais relacionados a essa produção. Ferro e cobre: impactos socioambientais Os metais e as ligas metálicas são essenciais para a agricultura, a geração de energia, a me- dicina, os transportes e inúmeras outras atividades atualmente indispensáveis. A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que, até o ano 2050, a população mundial crescerá em 3 bilhões de pessoas, o que implicará aumento no consumo de metais, principalmente nos países desenvolvidos. Emrelaçãoaocobre,porexemplo,acombinaçãodesuaspropriedades(maleabilidade,ducti- bilidade, temperatura de fusão e condutividade elétrica e térmica) determina sua ampla apli- cação em ligas, fios, utensílios de cozinha, tubulações industriais e domésticas e componentes eletroeletrônicos, sendo essa última aplicação responsável por 65% de seu consumo no mundo. A necessidade mundial de cobre, que hoje é algo próximo de 15  106 t/ano, sendo 1/3 dela suprido pela reciclagem do próprio metal, deverá duplicar até 2050. Para obtenção dos metais ferro e cobre é necessário que seus minérios sejam extraídos do meio em que se encontram, ou seja, de jazidas minerais (lavras ou minas) que possam fornecê-los em larga escala. Nas minas, o minério é extraído com auxílio de explosivos, máquinas escava- doras e caminhões de grande porte, que retiram enormes quantidades do material, provocando emissão de muita poeira, gases e ruídos. A mineração a céu aberto altera paisagens inteiras, podendo destruir a cobertura vegetal e alterar relevos. Os detritos provenientes dessa extração podem provocar o assoreamento dos rios, alterando as características físicas e químicas dos cursos de água. Em relação ao carvão utilizado na produção do ferro, o desastre ambiental pode ser ainda maior, com a possibilidade de devastação de florestas, caso seja empregado o carvão vegetal em vez do mineral. Nas minas de carvão mineral, existe o perigo de explosões provocadas por ! ? 60 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 60 09/04/14 09:09
  • 62. material particulado (pó de carvão, principalmente), que é formado naturalmente na extração do carvão; essas explosões podem ocasionar inúmeros casos de acidentes fatais. Outro aspecto problemático é a produção de resíduos ácidos nas áreas mineradoras, espe- cialmente nas que exploram minerais compostos de sulfetos, como a calcopirita. Esses resíduos de mineração, em contato com a água, formam uma solução ácida que precisa ser drenada para fora das minas, processo definido como drenagem ácida de minas (DAM), formando grandes lagoas ácidas. Essas lagoas são consideradas um dos problemas ambientais mais graves asso- ciados à mineração, pois essa solução acidificada dissolve e arrasta alguns minerais presentes no solo (processo de lixiviação). O produto da lixiviação, ao entrar em contato com as águas subterrâneas, pode provocar contaminação de rios e solos. O processo de mineração pode acarretar diversos problemas de saúde, como as pneumo- conioses, doenças pulmonares que os mineradores desenvolvem em decorrência do contato prolongado com o acúmulo de poeira. Entre as pneumoconioses, destaca-se a silicose, moléstia irreversível causada pela inalação da poeira de sílica (partículas cristalinas do dióxido de silício), que danifica os tecidos pulmonares, podendo levar à insuficiência respiratória. Essa forma de pneumoconiose é mais recorrente na extração de carvão e minério de ferro. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, no Brasil, exista pelo menos meio milhão de pessoas com esse problema. Na etapa pós-mineração, destacam-se os impactos ambientais provenientes da produção de gases. O dióxido de enxofre (SO2 ), produzido em larga escala na ustulação dos minérios de cobre, é aproveitado como matéria-prima para produção de ácido sulfúrico. Entretanto, quando mal acondicionado, esse gás pode ser liberado para a atmosfera e, em contato com a água da chuva, provocar a formação de chuvas ácidas. Estas, ao longo de poucos anos, po- dem destruir florestas e a vida em ambientes aquáticos. Já na produção do ferro, a emissão de grandes quantidades de CO2 pode contribuir para o aumento do efeito estufa e também da chuva ácida. Os impactos ambientais causados pela produção de ferro e de cobre só não são maiores em virtude da reciclagem de parte desses metais. No caso do cobre, por exemplo, os países desen- volvidos chegam a reciclar aproximadamente 40% de todo o material produzido. Os impactos sociais e ambientais da exploração dos metais ferro e cobre são os mais di- versos possíveis; contudo, é importante salientar que todos os problemas que envolvem sua produção, desde a obtenção dos minérios até o descarte, podem ser minimizados, caso as autoridades competentes, as indústrias mineradoras e a população em geral adotem meios de exploração sustentável, gestão responsável no setor e padrões de consumo mais conscientes. Elaborado por Denilse Morais Zambom, Fabio Luiz de Souza e Luciane Hiromi Akahoshi especialmente para o São Paulo faz escola. 61 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 61 09/04/14 09:09
  • 63. Questão para análise do texto 1. Complete os esquemas com informações sobre os possíveis impactos socioambientais rela- cionados a cada uma das substâncias representadas na equação química. a) Para a produção do ferro: b) Para a produção do cobre: A seguir, apresentamos um poema de Carlos Drummond de Andrade, publicado em 1979, que retrata o impacto ambiental causado pela exploração do ferro em Itabira (MG), cidade do poeta. O poema faz referência à destruição do Pico do Cauê. Ao longo de quase meio século, a base do pico sofreu sucessivas escavações para a exploração do minério de ferro, gerando sérias alterações no relevo, conforme as fotos apresentadas após o poema. 2 Fe2 O3 (s) + 6 C(s) + 3 O2 (g) → 4 Fe(l) + 6 CO2 (g) 4 CuFeS2 (s) + 11 O2 (g) → 4 Cu(l) + 2 Fe2 O3 (s) + 8 SO2 (g) 62 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 62 09/04/14 09:09
  • 64. Exploração de ferro em Itabira (MG). Pico do Cauê nos primeiros anos de extração do minério em Presidente Vargas, atual Itabira, 1942-45. A montanha pulverizada ©DouglasLynch/Tyba ©JosefáPaulaPenna(1981)/ArquivoPúblico Mineiro/AssociaçãoCultural 1. Após a leitura do poema e a observação das fotos, procure interpretá-lo e relacioná-lo com o que você aprendeu até o momento. Chego à sacada e vejo a minha serra, Esta manhã acordo e a serra de meu pai e meu avô, não a encontro. de todos os Andrades que passaram Britada em bilhões de lascas e passarão, a serra que não passa. deslizando em correia transportadora entupindo 150 vagões Era coisa dos índios e a tomamos no trem-monstro de 5 locomotivas para enfeitar e presidir a vida – o trem maior do mundo, tomem nota – neste vale soturno onde a riqueza foge minha serra, vai maior é sua vista e contemplá-la. deixando no meu corpo e na paisagem mísero pó de ferro, e este não passa. De longe nos revela o perfil grave. A cada volta de caminho aponta uma forma de ser, em ferro, eterna, e sopra eternidade na fluência. ANDRADE, Carlos Drummond de. Boitempo: esquecer para lembrar. São Paulo: com futuro lançamento pela Com- panhia das Letras. Carlos Drummond de Andrade © Graña Drummond. www.carlosdrummond.com.br. 63 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 63 09/04/14 09:09
  • 65. 2. Localize em um mapa a região citada no poema e busque informações a respeito da produção de minério de ferro nessa região. Atividade 2 – Impactos socioambientais da produção de outros metais Foi proposta, na Situação de Aprendizagem 5, uma pesquisa sobre os aspectos científico-tecno- lógicos, econômicos e socioambientais do processo de mineração e de produção de diversos metais para ampliar o estudo do tema. Neste momento, a pesquisa servirá de base para uma discussão sobre alguns desses aspectos na produção de metais. 1. Segundo dados da Cetesb sobre a qualidade do ar, deve ser decretado estado de alerta quando é atingida a concentração de 3,4  10–2 g de monóxido de carbono (CO) por metro cúbico de ar; nessa situação, fica impedida a circulação de veículos na área atingida, no período das 6 às 21 horas. Ao se decretar o estado de alerta, a quantidade de matéria, em mol, de CO por metro cúbico de ar é: Dados – massas molares em g  mol1 : C = 12,0; O = 16,0. a) 28.   b) 1,0.   c) 1,2  10–3 .   d) 7,2  1020 .   e) 6,02  1023 . 2. O alumínio é obtido da alumina (Al2 O3 ), extraída do minério bauxita pela reação com carbono, segundo a equação: 2 Al2 O3 (s) + 3 C(s) → 3 CO2 (g) + 4 Al(l). a) Determine qual é a quantidade de matéria (mol) de CO2 produzida a partir de 408 g de Al2 O3 . 64 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 64 09/04/14 09:09
  • 66. b) Qual é a massa de Al obtida na reação de 816 g de Al2 O3 com carbono? Dados – massas molares em g  mol-1 : Al = 27,0; O = 16,0; C = 12,0. 3. A combustão do etanol (álcool combustível) libera 326 kcal  mol1 de etanol, como mostra a equação química: C2 H6 O(g) + 3 O2 (g) → 2 CO2 (g) + 3 H2 O(g) + 326 kcal  mol1 . Dados – massa molar em g · mol1 : C2 H6 O = 46,0 g  mol1 . A energia liberada na queima de 552 g desse combustível é igual a aproximadamente: a) 3,2  102 kcal. b)  1,7 kcal. c)  6,0  1023 kcal. d) 2,0  103 kcal. e)  3,9  103 kcal. 4. (Fuvest – 1994) O Brasil produz, por ano, aproximadamente, 5,0  106 toneladas de ácido sul- fúrico, 1,2  106 toneladas de amônia e 1,0  106 toneladas de soda cáustica. Transformando-se toneladas em mols, a ordem decrescente de produção dessas substâncias será: Dados – massas molares em g  mol1 : H2 SO4 = 98,0; NaOH = 40,0; NH3 = 17,0. a) H2 SO4 NH3 NaOH. b)  H2 SO4 NaOH NH3 . c) NH3 H2 SO4 NaOH. d) NH3 NaOH H2 SO4 . e)  NaOH NH3 H2 SO4 . 5. (Fuvest – 1994) Uma das maneiras de impedir que o SO2 , um dos responsáveis pela “chuva áci- da”, seja liberado para a atmosfera é tratá-lo previamente com óxido de magnésio, em presença de ar, como equacionado a seguir: MgO(s) + SO2 (g) + ½ O2 (g) → MgSO4 (s). Quantas toneladas de óxido de magnésio são consumidas no tratamento de 9,6  103 toneladas de SO2 ? Dados – massas molares em g  mol1 : MgO = 40,0; SO2 = 64,0. 65 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 65 09/04/14 09:09
  • 67. a) 1,5  102 . b) 3,0  102 . c) 1,0  103 . d) 6,0  103 . e) 2,5  104 . 6. (Fuvest – 1993) Nas estações de tratamento de água, eliminam-se as impurezas sólidas em sus- pensão através do arraste por flóculos de hidróxido de alumínio, produzidos na reação represen- tada por: Al2 (SO4 )3 + 3 Ca(OH)2 → 2 Al(OH)3 + 3 CaSO4 Para tratar 1,0  106 m3 de água foram adicionadas 17 toneladas de Al2 (SO4 )3 . Qual a massa de Ca(OH)2 necessária para reagir completamente com esse sal? Dados – massas molares em g · mol1 : Al2 (SO4 )3 = 342,0; Ca(OH)2 = 74,0. a) 150 quilogramas. b)  300 quilogramas. c)  1,0 tonelada. d) 11 toneladas. e)  30 toneladas. 7. (Fuvest – 1992) Duas das reações que ocorrem na produção do ferro são representadas por: 2 C(s) + O2 (g) → 2 CO(g); Fe2 O3 (s) + 3 CO(g) → 2 Fe(l) + 3 CO2 (g). O monóxido de carbono formado na primeira reação é consumido na segunda reação. Consi- derando apenas essas duas etapas do processo, calcule a massa aproximada, em quilograma, de carvão consumido na produção de 1,0 t de ferro. Dados – massas atômicas em g · mol–1 : Fe = 56,0; C = 12,0; O = 16,0. 66 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 66 09/04/14 09:09
  • 68. 8. A combustão completa do propano (C3 H8 ), um dos principais componentes do gás de cozinha, produz CO2 e água. a) Escreva a equação balanceada dessa reação. b) Qual é a quantidade de água, em mol, formada pela combustão de 4 mol de propano? Essa quantidade de água corresponde a que valor de massa? Dado – massa molar em g · mol1 : H2 O = 18,0. c) Sabendo-se que a massa molar do CO2 é 44 g  mol1 , qual é a massa de CO2 formada quando são utilizadas 12,0  1023 partículas de propano? 9. Conhecendo a reação de produção do ferro, qual seria a massa de ferro obtida quando 100 kg de óxido de ferro III são adicionados no alto-forno para interagir com os outros reagentes exis- tentes nas quantidades necessárias? 10. No experimento realizado entre solução de hidróxido de sódio e alumínio, inclua o valor da energia na representação da transformação química ocorrida. 67 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 67 09/04/14 09:09
  • 69. Livros ●● BELTRAN, N. O.; CISCATO, C. A. M. Química. São Paulo: Cortez, 1991. p. 133-160. (Magistério). Esse livro apresenta alguns textos que discutem a construção histórica da tabela periódica, com enfoque no trabalho desenvolvido por Mendeleev em sua busca por uma lei periódica. ●● CANTO, E. L. Minerais, minérios, metais: de onde vêm? Para onde vão? São Paulo: Mo- derna, 1997. Apresenta informações sobre a obtenção de diferentes metais a partir de seus minérios, sua importância econômica e alguns impactos ambientais causados por sua exploração. ●● ESPERIDIÃO, Y. M.; NÓBREGA, O. Os metais e o homem. São Paulo: Ática, 2002. Traz informações sobre a importância de metais e de ligas metálicas para o ser humano, alguns exemplos de sua utilização e atividades que podem ser trabalhadas com os alunos. ●● STRATHERN, P. O sonho de Mendeleiev. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. O autor narra diversos aspectos históricos ligados à construção do conceito de elemento químico, às descobertas de diversos elementos e às tentativas de organizá-los de acordo com suas características e propriedades, até chegar à proposta de Mendeleev. ●● VAITSMAN, D. S.; AFONSO, J. C.; DUTRA, P. B. Para que servem os elementos quími- cos. Rio de Janeiro: Interciência, 2001. O livro traz informações básicas sobre os elementos químicos, tais como propriedades físicas e químicas, data em que cada um foi descoberto, abundância na natureza e usos mais comuns. Sites ●● CETEM. Centro de Tecnologia Mineral. Disponível em: http://www.cetem.gov.br. Acesso em: 11 nov. 2013. Apresenta dados de produção nacional de diversos metais e de exploração dos minérios. ●● DEPARTAMENTO Nacional de Produção Mineral. Disponível em: http://www.dnpm. gov.br. Acesso em: 11 nov. 2013. Apresenta dados de produção nacional de diversos me- tais e de exploração dos minérios. 68 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 68 09/04/14 09:09
  • 70. ●● PNEUMOCONIOSES. Disponível em: http://anatpat.unicamp.br/tapneumocon. html. Acesso em: 11 nov. 2013. Traz informações sobre diversas doenças pulmonares, algumas provocadas pelo processo de mineração. ●● PROCOBRE. Disponível em: http://procobre.org/pt/. Acesso em: 11 nov. 2013. Essa página da internet apresenta informações gerais relacionadas ao cobre, como dados de pro- dução, história do cobre, aplicações, reciclagem, atualidades sobre a indústria etc. ●● SUMÁRIO MINERAL 2013. Disponível em: http://www.dnpm.gov.br/conteudo. asp?IDSecao=68IDPagina=3165. Acesso em: 26 mar. 2014. Essa página da internet apresenta informações gerais sobre a produção mineral brasileira e a compara com a pro- dução mundial em diversos anos. Tabela periódica ©ClaudioRipinskas/R2Editorial 69 Química – 1a série – Volume 2 QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 69 09/04/14 09:09
  • 71. Química – 1a série – Volume 2 70
  • 72. CONCEPÇÃO E COORDENAÇÃO GERAL NOVA EDIÇÃO 2014-2017 COORDENADORIA DE GESTÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA – CGEB Coordenadora Maria Elizabete da Costa Diretor do Departamento de Desenvolvimento Curricular de Gestão da Educação Básica João Freitas da Silva Diretora do Centro de Ensino Fundamental dos Anos Finais, Ensino Médio e Educação Profissional – CEFAF Valéria Tarantello de Georgel Coordenadora Geral do Programa São Paulo faz escola Valéria Tarantello de Georgel Coordenação Técnica Roberto Canossa Roberto Liberato Suely Cristina de Albuquerque Bomfim EQUIPES CURRICULARES Área de Linguagens Arte: Ana Cristina dos Santos Siqueira, Carlos Eduardo Povinha, Kátia Lucila Bueno e Roseli Ventrella. Educação Física: Marcelo Ortega Amorim, Maria Elisa Kobs Zacarias, Mirna Leia Violin Brandt, Rosângela Aparecida de Paiva e Sergio Roberto Silveira. Língua Estrangeira Moderna (Inglês e Espanhol): Ana Beatriz Pereira Franco, Ana Paula de Oliveira Lopes, Marina Tsunokawa Shimabukuro e Neide Ferreira Gaspar. Língua Portuguesa e Literatura: Angela Maria Baltieri Souza, Claricia Akemi Eguti, Idê Moraes dos Santos, João Mário Santana, Kátia Regina Pessoa, Mara Lúcia David, Marcos Rodrigues Ferreira, Roseli Cordeiro Cardoso e Rozeli Frasca Bueno Alves. Área de Matemática Matemática: Carlos Tadeu da Graça Barros, Ivan Castilho, João dos Santos, Otavio Yoshio Yamanaka, Rosana Jorge Monteiro, Sandra Maira Zen Zacarias e Vanderley Aparecido Cornatione. Área de Ciências da Natureza Biologia: Aparecida Kida Sanches, Elizabeth Reymi Rodrigues, Juliana Pavani de Paula Bueno e Rodrigo Ponce. Ciências: Eleuza Vania Maria Lagos Guazzelli, Gisele Nanini Mathias, Herbert Gomes da Silva e Maria da Graça de Jesus Mendes. Física: Anderson Jacomini Brandão, Carolina dos Santos Batista, Fábio Bresighello Beig, Renata Cristina de Andrade Oliveira e Tatiana Souza da Luz Stroeymeyte. Química: Ana Joaquina Simões S. de Mattos Carvalho, Jeronimo da Silva Barbosa Filho, João Batista Santos Junior, Natalina de Fátima Mateus e Roseli Gomes de Araujo da Silva. Área de Ciências Humanas Filosofia: Emerson Costa, Tânia Gonçalves e Teônia de Abreu Ferreira. Geografia: Andréia Cristina Barroso Cardoso, Débora Regina Aversan e Sérgio Luiz Damiati. História: Cynthia Moreira Marcucci, Maria Margarete dos Santos Benedicto e Walter Nicolas Otheguy Fernandez. Sociologia: Alan Vitor Corrêa, Carlos Fernando de Almeida e Tony Shigueki Nakatani. PROFESSORES COORDENADORES DO NÚCLEO PEDAGÓGICO Área de Linguagens Educação Física: Ana Lucia Steidle, Eliana Cristine Budiski de Lima, Fabiana Oliveira da Silva, Isabel Cristina Albergoni, Karina Xavier, Katia Mendes e Silva, Liliane Renata Tank Gullo, Marcia Magali Rodrigues dos Santos, Mônica Antonia Cucatto da Silva, Patrícia Pinto Santiago, Regina Maria Lopes, Sandra Pereira Mendes, Sebastiana Gonçalves Ferreira Viscardi, Silvana Alves Muniz. Língua Estrangeira Moderna (Inglês): Célia Regina Teixeira da Costa, Cleide Antunes Silva, Ednéa Boso, Edney Couto de Souza, Elana Simone Schiavo Caramano, Eliane Graciela dos Santos Santana, Elisabeth Pacheco Lomba Kozokoski, Fabiola Maciel Saldão, Isabel Cristina dos Santos Dias, Juliana Munhoz dos Santos, Kátia Vitorian Gellers, Lídia Maria Batista Bomfim, Lindomar Alves de Oliveira, Lúcia Aparecida Arantes, Mauro Celso de Souza, Neusa A. Abrunhosa Tápias, Patrícia Helena Passos, Renata Motta Chicoli Belchior, Renato José de Souza, Sandra Regina Teixeira Batista de Campos e Silmara Santade Masiero. Língua Portuguesa: Andrea Righeto, Edilene Bachega R. Viveiros, Eliane Cristina Gonçalves Ramos, Graciana B. Ignacio Cunha, Letícia M. de Barros L. Viviani, Luciana de Paula Diniz, Márcia Regina Xavier Gardenal, Maria Cristina Cunha Riondet Costa, Maria José de Miranda Nascimento, Maria Márcia Zamprônio Pedroso, Patrícia Fernanda Morande Roveri, Ronaldo Cesar Alexandre Formici, Selma Rodrigues e Sílvia Regina Peres. Área de Matemática Matemática: Carlos Alexandre Emídio, Clóvis Antonio de Lima, Delizabeth Evanir Malavazzi, Edinei Pereira de Sousa, Eduardo Granado Garcia, Evaristo Glória, Everaldo José Machado de Lima, Fabio Augusto Trevisan, Inês Chiarelli Dias, Ivan Castilho, José Maria Sales Júnior, Luciana Moraes Funada, Luciana Vanessa de Almeida Buranello, Mário José Pagotto, Paula Pereira Guanais, Regina Helena de Oliveira Rodrigues, Robson Rossi, Rodrigo Soares de Sá, Rosana Jorge Monteiro, Rosângela Teodoro Gonçalves, Roseli Soares Jacomini, Silvia Ignês Peruquetti Bortolatto e Zilda Meira de Aguiar Gomes. Área de Ciências da Natureza Biologia: Aureli Martins Sartori de Toledo, Evandro Rodrigues Vargas Silvério, Fernanda Rezende Pedroza, Regiani Braguim Chioderoli e Rosimara Santana da Silva Alves. Ciências: Davi Andrade Pacheco, Franklin Julio de Melo, Liamara P. Rocha da Silva, Marceline de Lima, Paulo Garcez Fernandes, Paulo Roberto Orlandi Valdastri, Rosimeire da Cunha e Wilson Luís Prati. Física: Ana Claudia Cossini Martins, Ana Paula Vieira Costa, André Henrique Ghelfi Rufino, Cristiane Gislene Bezerra, Fabiana Hernandes M. Garcia, Leandro dos Reis Marques, Marcio Bortoletto Fessel, Marta Ferreira Mafra, Rafael Plana Simões e Rui Buosi. Química: Armenak Bolean, Cátia Lunardi, Cirila Tacconi, Daniel B. Nascimento, Elizandra C. S. Lopes, Gerson N. Silva, Idma A. C. Ferreira, Laura C. A. Xavier, Marcos Antônio Gimenes, Massuko S. Warigoda, Roza K. Morikawa, Sílvia H. M. Fernandes, Valdir P. Berti e Willian G. Jesus. Área de Ciências Humanas Filosofia: Álex Roberto Genelhu Soares, Anderson Gomes de Paiva, Anderson Luiz Pereira, Claudio Nitsch Medeiros e José Aparecido Vidal. Geografia: Ana Helena Veneziani Vitor, Célio Batista da Silva, Edison Luiz Barbosa de Souza, Edivaldo Bezerra Viana, Elizete Buranello Perez, Márcio Luiz Verni, Milton Paulo dos Santos, Mônica Estevan, Regina Célia Batista, Rita de Cássia Araujo, Rosinei Aparecida Ribeiro Libório, Sandra Raquel Scassola Dias, Selma Marli Trivellato e Sonia Maria M. Romano. História: Aparecida de Fátima dos Santos Pereira, Carla Flaitt Valentini, Claudia Elisabete Silva, Cristiane Gonçalves de Campos, Cristina de Lima Cardoso Leme, Ellen Claudia Cardoso Doretto, Ester Galesi Gryga, Karin Sant’Ana Kossling, Marcia Aparecida Ferrari Salgado de Barros, Mercia Albertina de Lima Camargo, Priscila Lourenço, Rogerio Sicchieri, Sandra Maria Fodra e Walter Garcia de Carvalho Vilas Boas. Sociologia: Anselmo Luis Fernandes Gonçalves, Celso Francisco do Ó, Lucila Conceição Pereira e Tânia Fetchir. Apoio: Fundação para o Desenvolvimento da Educação - FDE CTP, Impressão e acabamento Gráfica e Editora Posigraf QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 71 09/04/14 09:09
  • 73. A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo autoriza a reprodução do conteúdo do material de sua titularidade pelas demais secretarias de educação do país, desde que mantida a integri- dade da obra e dos créditos, ressaltando que direitos autorais protegidos*deverão ser diretamente negociados com seus próprios titulares, sob pena de infração aos artigos da Lei no 9.610/98. * Constituem “direitos autorais protegidos” todas e quaisquer obras de terceiros reproduzidas no material da SEE-SP que não estejam em domínio público nos termos do artigo 41 da Lei de Direitos Autorais. * Nos Cadernos do Programa São Paulo faz escola são indicados sites para o aprofundamento de conhecimentos, como fonte de consulta dos conteúdos apresentados e como referências bibliográficas. Todos esses endereços eletrônicos foram checados. No entanto, como a internet é um meio dinâmico e sujeito a mudanças, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo não garante que os sites indicados permaneçam acessíveis ou inalterados. * Os mapas reproduzidos no material são de autoria de terceiros e mantêm as características dos originais, no que diz respeito à grafia adotada e à inclusão e composição dos elementos cartográficos (escala, legenda e rosa dos ventos). Ciências Humanas Coordenador de área: Paulo Miceli. Filosofia: Paulo Miceli, Luiza Christov, Adilton Luís Martins e Renê José Trentin Silveira. Geografia: Angela Corrêa da Silva, Jaime Tadeu Oliva, Raul Borges Guimarães, Regina Araujo e Sérgio Adas. História: Paulo Miceli, Diego López Silva, Glaydson José da Silva, Mônica Lungov Bugelli e Raquel dos Santos Funari. Sociologia: Heloisa Helena Teixeira de Souza Martins, Marcelo Santos Masset Lacombe, Melissa de Mattos Pimenta e Stella Christina Schrijnemaekers. Ciências da Natureza Coordenador de área: Luis Carlos de Menezes. Biologia: Ghisleine Trigo Silveira, Fabíola Bovo Mendonça, Felipe Bandoni de Oliveira, Lucilene Aparecida Esperante Limp, Maria Augusta Querubim Rodrigues Pereira, Olga Aguilar Santana, Paulo Roberto da Cunha, Rodrigo Venturoso Mendes da Silveira e Solange Soares de Camargo. Ciências: Ghisleine Trigo Silveira, Cristina Leite, João Carlos Miguel Tomaz Micheletti Neto, Julio Cézar Foschini Lisbôa, Lucilene Aparecida Esperante Limp, Maíra Batistoni e Silva, Maria Augusta Querubim Rodrigues Pereira, Paulo Rogério Miranda Correia, Renata Alves Ribeiro, Ricardo Rechi Aguiar, Rosana dos Santos Jordão, Simone Jaconetti Ydi e Yassuko Hosoume. Física: Luis Carlos de Menezes, Estevam Rouxinol, Guilherme Brockington, Ivã Gurgel, Luís Paulo de Carvalho Piassi, Marcelo de Carvalho Bonetti, Maurício Pietrocola Pinto de Oliveira, Maxwell Roger da Purificação Siqueira, Sonia Salem e Yassuko Hosoume. Química: Maria Eunice Ribeiro Marcondes, Denilse Morais Zambom, Fabio Luiz de Souza, Hebe Ribeiro da Cruz Peixoto, Isis Valença de Sousa Santos, Luciane Hiromi Akahoshi, Maria Fernanda Penteado Lamas e Yvone Mussa Esperidião. Caderno do Gestor Lino de Macedo, Maria Eliza Fini e Zuleika de Felice Murrie. GESTÃO DO PROCESSO DE PRODUÇÃO EDITORIAL 2014-2017 FUNDAÇÃO CARLOS ALBERTO VANZOLINI Presidente da Diretoria Executiva Mauro de Mesquita Spínola GESTÃO DE TECNOLOGIAS APLICADAS À EDUCAÇÃO Direção da Área Guilherme Ary Plonski Coordenação Executiva do Projeto Angela Sprenger e Beatriz Scavazza Gestão Editorial Denise Blanes Equipe de Produção Editorial: Amarilis L. Maciel, Ana Paula S. Bezerra, Angélica dos Santos Angelo, Bóris Fatigati da Silva, Bruno Reis, Carina Carvalho, Carolina H. Mestriner, Carolina Pedro Soares, Cíntia Leitão, Eloiza Lopes, Érika Domingues do Nascimento, Flávia Medeiros, Giovanna Petrólio Marcondes, Gisele Manoel, Jean Xavier, Karinna Alessandra Carvalho Taddeo, Leslie Sandes, Mainã Greeb Vicente, Maíra de Freitas Bechtold, Marina Murphy, Michelangelo Russo, Natália S. Moreira, Olivia Frade Zambone, Paula Felix Palma, Pietro Ferrari, Priscila Risso, Regiane Monteiro Pimentel Barboza, Renata Regina Buset, Rodolfo Marinho, Stella Assumpção Mendes Mesquita, Tatiana F. Souza e Tiago Jonas de Almeida. Direitos autorais e iconografia: Beatriz Fonseca Micsik, Dayse de Castro Novaes Bueno, Érica Marques, José Carlos Augusto, Juliana Prado da Silva, Marcus Ecclissi, Maria Aparecida Acunzo Forli, Maria Magalhães de Alencastro, Vanessa Bianco e Vanessa Leite Rios. Edição e Produção editorial: Jairo Souza Design Gráfico e Occy Design (projeto gráfico). CONCEPÇÃO DO PROGRAMA E ELABORAÇÃO DOS CONTEÚDOS ORIGINAIS COORDENAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO DOS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS DOS CADERNOS DOS PROFESSORES E DOS CADERNOS DOS ALUNOS Ghisleine Trigo Silveira CONCEPÇÃO Guiomar Namo de Mello, Lino de Macedo, Luis Carlos de Menezes, Maria Inês Fini (coordenadora) e Ruy Berger (em memória). AUTORES Linguagens Coordenador de área: Alice Vieira. Arte: Gisa Picosque, Mirian Celeste Martins, Geraldo de Oliveira Suzigan, Jéssica Mami Makino e Sayonara Pereira. Educação Física: Adalberto dos Santos Souza, Carla de Meira Leite, Jocimar Daolio, Luciana Venâncio, Luiz Sanches Neto, Mauro Betti, Renata Elsa Stark e Sérgio Roberto Silveira. LEM – Inglês: Adriana Ranelli Weigel Borges, Alzira da Silva Shimoura, Lívia de Araújo Donnini Rodrigues, Priscila Mayumi Hayama e Sueli Salles Fidalgo. LEM – Espanhol: Ana Maria López Ramírez, Isabel Gretel María Eres Fernández, Ivan Rodrigues Martin, Margareth dos Santos e Neide T. Maia González. Língua Portuguesa: Alice Vieira, Débora Mallet Pezarim de Angelo, Eliane Aparecida de Aguiar, José Luís Marques López Landeira e João Henrique Nogueira Mateos. Matemática Coordenador de área: Nílson José Machado. Matemática: Nílson José Machado, Carlos Eduardo de Souza Campos Granja, José Luiz Pastore Mello, Roberto Perides Moisés, Rogério Ferreira da Fonseca, Ruy César Pietropaolo e Walter Spinelli. QUIMICA_CAA_1s_V2_2014.indd 72 09/04/14 09:09
  • 74. Nome: Escola: Nome: EscEscEsola:cola:c CADERNO DO ALUNO 1a SÉRIE ENSINO MÉDIO Volume2 QUÍMICA Ciências da Natureza Validade:2014–2017