SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 15
Conhecimento em Rede
O ensino por meio das novas
tecnologias pode possibilitar que o
processo de aprendizagem ocorra
através de redes de conhecimento?
Conhecimento em Rede – uma corrente holística
• O termo “Educação Holística” foi proposto pelo americano R. Miller
(1997) para designar o trabalho de um conjunto heterogêneo de liberais,
de humanistas e de românticos que tem em comum a convicção de que a
personalidade global de cada criança deve ser considerada na educação.
São consideradas todas as facetas da experiência humana, não só o
intelecto racional e as responsabilidades de vocação e cidadania, mas
também os aspectos físicos, emocionais, sociais, estéticos, intuitivos e
espirituais inatos do ser humano.
• O Holistic Education Network descreve a educação holística como um
conjunto de visões da educação que procuram educar completamente a
pessoa. Isso inclui estudos de visões interconectadas do mundo, tais como
as de relações corpo/mente, de inteligência múltiplas, de análises de
conceitos, de espiritualidade e de prática em sala de aula, além de estudos
que abordam, a partir de visões holísticas, as pessoas, as culturas, enfim, o
mundo e o cosmos.
O que é conhecimento em rede?
• Segundo o texto de José Carlos Libâneo, esse
conhecimento se constrói socialmente, não no sentido de
assimilação da cultura anteriormente acumulada, mas no
sentido de que ele emerge nas ações cotidianas, rompendo-se
com a separação entre conhecimento cientifico e conhecimento
cotidiano. Há uma vinculação do conhecimento com a prática
social, que se caracteriza pela multiplicidade e complexidade
de relações em meio das quais se criam e se trocam
conhecimentos, tecendo redes de conhecimentos entre os
sujeitos em interação.
O sentido figurado da palavra “rede”, no dicionário,
é tudo que leva adiante de si e apanha ou arrasta quando
encontra. A ideia do conhecimento em rede seria a de
transmitir e absorver conhecimento, em relações múltiplas
de troca de experiências, vivências e conteúdos.
Conhecimento em Rede – Papel do Educador/ Cooperação
 Por meio das redes o educador pode criar um espaço em que
todos constroem juntos as competências e as aprendizagens sobre
temas e conteúdos diversos.
 Permitem melhorar os meios tradicionais de ensino e
promovem novas oportunidades, comunicação, cooperação e a
construção do conhecimento.
 Em ambientes de aprendizagem, professores e estudantes
deparam-se com muitas realidades diferentes, o que necessita de
uma construção de conhecimento na convivência, exigindo-se
construções de consciências coletivas a partir de um olhar que se
pauta no reconhecimento do outro em seu legítimo outro, nos
princípios de vida, solidariedade e responsabilidade.
Segundo Souza (2008): “os ambientes de
aprendizagem, presenciais ou à distancia,
mediados pela oralidade, pela escrita, pelo
debate e pela cooperação, permitem a criação de
significados e sentidos.”
As novas tecnologias e o impacto na educação
Ainda segundo Libâneo, estamos vivendo um momento que podemos
denominar de “pós-moderno”, em que há - Novas tecnologias da
comunicação e informação, ampliação e difusão da informação, novas
formas de produção, circulação e consumo da cultura, colapso da divisão
entre realidade e imagem, arte e vida.
 O impacto dos avanços tecnológicos
tem provocado nas instituições de
ensino, mudanças em seu
comportamento, passando da
tranquilidade de um sistema educativo
social conservador e estático, para um
sistema educativo dinâmico, onde as
mudanças no ambiente e na tecnologia
obrigam os educadores a obter
conhecimentos gerais e específicos para
fazer frente à nova realidade.
 As instituições de ensino
encontram-se sob elevada pressão em
relação aos avanços tecnológicos.
Assim, no atual contexto tecnológico
em que o mundo se volta
completamente para um sistema
dominado pela tecnologia, é necessário
despertar-se para um modelo
educacional que acompanhe este
sistema.
Uso das tecnologias para construção do conhecimento em Rede
No texto da Edméa Santos (UERJ/ProPEd), “a cibercultura e a educação
em tempos de mobilidade e redes sociais: conversando com os cotidianos”, o
cenário sociotécnico da cibercultura em sua fase atual marcada pela
colaboração e mobilidade pontua novos desafios para a educação. Ela entende
por cibercultura a cultura contemporânea estruturada pelo uso das tecnologias
digitais nas esferas do ciberespaço e das cidades que, atualmente, vem se
caracterizando pela convergência dos dispositivos e redes móveis, como os
laptops, celulares, mídias locativas, e pela emergência dos softwares sociais
que vêm estruturando redes sociais no ciberespaço e nas cidades.
 A internet é muito mais que uma tecnologia, hoje está inserida em
nossos cotidianos como um meio de comunicação, de interação e de
organização social.
 No construção do conhecimento em rede, a internet possibilita que os
indivíduos interajam com conhecimentos e culturas difundidos através
do mundo, seja através da pesquisa ou em tempo real, com outros
indivíduos, numa relação mútua de troca de informações.
Projeto GENTE:
Aplicando o uso de Novas Tecnologias associadas ao
Conhecimento em Rede
A Secretaria Municipal
de Educação do Rio de
Janeiro inaugurou
recentemente, na favela da
Rocinha, o Ginásio
Experimental de Novas
Tecnologias Educacionais
(GENTE).
Visão de Educação do Projeto:
• Educação Interdimensional: “É a educação
que não se limita a trabalhar a racionalidade
(logos) do educando, mas que se abre a outras
dimensões co-constitutivas do humano,
corporeidade (eros), emotividade (pathos) e
espiritualizade (mytho). O termo educação
interdimensional procura mostrar a superação das
disciplinas (enteléquias), apontando para uma
visão mais abrangente do ser humano.”
Prof Antônio Carlos Gomes da Costa
Projeto GENTE:
Aplicando o uso de Novas Tecnologias associadas ao
Conhecimento em Rede
Visão de Educação do Projeto:
• Transdisciplinaridade: “É a interação otimizada
entre as diversas disciplinas, sem que estas percam suas
especificidades. Isso implica uma colaboração para uma
saber comum, o mais completo possível, sem que
necessariamente se crie ou se refira a uma disciplina
única. A consequência de uma postura metodológica
transdisciplinar é a diminuição do aspecto negativo da
individualidade e fechamento das disciplinas em campos
estanques. É uma visão condizente com a
contemporaneidade, em que a pluralidade e a diferença
são a tônica dos encontros culturais”;
Projeto GENTE:
Aplicando o uso de Novas Tecnologias associadas ao
Conhecimento em Rede
Visão de Educação do Projeto:
• Educação para Valores: “Método pedagógico que cria espaços e
condições que possibilitam aos educandos vivenciar, identificar e
incorporar valores positivos às suas vidas, capacitando-os para
analisar situações e tomar decisões diante delas.”
• Pedagogia da Presença: “Relação educador-educando baseada na
abertura, reciprocidade e compromisso, onde o educador dedica ao
educando: tempo, presença, experiência e exemplo.”
• Taxonomia dos Objetivos Educacionais ou Taxonomia de Bloom:
A ideia central da taxonomia é a de que os objetivos educacionais
podem ser arranjados numa hierarquia do mais simples (lembrar) para o
mais complexo (criar).
Projeto GENTE:
Aplicando o uso de Novas Tecnologias associadas ao
Conhecimento em Rede
É a concepção de um novo modelo de escola que se
apropria integralmente de novas tecnologias educacionais,
coloca o aluno no centro do processo de aprendizagem e
pode ganhar escala.
Os principais pilares da proposta são: Ensino
personalizado, Projetos Transdisciplinares, Avaliação
baseada em competências, Uso de Tecnologia Digital e um
Currículo Expandido para a criação do eu e do meio com
habilidades cognitivas e não cognitivas.
O que é o GENTE?
Projeto GENTE:
Aplicando o uso de Novas Tecnologias associadas ao
Conhecimento em Rede
A proposta do GENTE é personalizar a aprendizagem estimulando a
colaboração.
De segunda a quinta-feira, cada aluno segue um itinerário formativo
individual que contém as habilidades que ele deve desenvolver naquela
semana. O itinerário está ligado à Educopédia¹, aos conteúdos selecionados
como importantes para o desenvolvimento daquelas habilidades e a itens
para aferir o desenvolvimento delas. Às sextas-feiras, os alunos que não
conseguiram desenvolver as habilidades previstas naquela semana são
direcionados para aulas de reforço.
Como está funcionando?
1 – Educopédia: é uma plataforma de aulas digitais criadas pela Secretaria
Municipal de Educação com o objetivo de tornar o ensino mais atraente e
mobilizador para os adolescentes e instrumentalizar o professor. O
programa oferece uma opção rápida e fácil de integrar tecnologia aos
estudos dos alunos
Projeto GENTE:
Aplicando o uso de Novas Tecnologias associadas ao
Conhecimento em Rede
 O papel do professor no projeto pedagógico do GENTE não tem o
mesmo significado do que o de uma escola tradicional. “O objetivo é que o
professor passe a atuar de forma mais ampla comparado ao professor
especialista, que tem foco em uma disciplina. O mentor acompanha apenas
um time de alunos ao longo de todo o ano letivo e é responsável por
auxiliar cada aluno no seu processo de aprendizagem”, explica Rafael
Parente, um dos idealizadores do projeto, atualmente assessor do
Movimento Todos pela Educação.
 Na opinião do professor da Universidade Estadual de Campinas
(Unicamp) Luiz Carlos de Freitas, é preciso olhar com cautela para os novos
papéis que são designados aos educadores. “Essas ideias rondam a
educação desde o início do século passado com a formulação da Escola
Nova. A ideia é de transformar o aluno e o professor em pesquisadores.
E o papel do professor?
• Maturana e Varela (1997) afirmam que emergir vivências do processo
de conhecimento é possível, pois esse processo acontece por meio de uma
construção ativa que se faz mediante a relação entre o sujeito e o mundo.
Portanto, saber interagir e saber conviver no ambiente de aprendizagem são
atitudes a serem assumidas entre os sujeitos para que haja construções mais
ativas, suscitadas por climas favoráveis de convivência, para processos de
aprendizagem emocionalmente saudáveis.
• Como consequência dos princípios de inter-relação e de equilíbrio, a
educação através do conhecimento em rede presta especial atenção nas
relações pessoais, incentivando com isso um espírito cooperativo, e na
adoção de decisões coletivas responsáveis. A educação gira em torno das
relações entre os alunos, entre estes e os adultos, de modo que a relação
professor-aluno tenda ser igualitária, aberta, dinâmica e não sujeita as
regras autoritárias, conseguindo, com isso, um sentido de comunidade.
Dentro desse contexto, ao professor não cabe mais o papel
de detentor da verdade absoluta, mas sim de transformador do
espaço da aprendizagem em um ambiente desafiador,
promovendo, assim, o desenvolvimento da autonomia, da
criatividade, da criticidade e da autoestima do aluno, tornando-
se também coautor, coaprendiz e coparticipante de todo o
processo, já que ele também está continuamente em processo
de formação.
O aluno deve, então, ser encarado como alguém pensante,
desejante, participante ativo, crítico e responsável por seus
processos, não mais considerado receptáculo de informações e
conhecimentos. Tornando-se agente da construção de seu
conhecimento, utilizando os recursos disponíveis para buscar,
selecionar e inter-relacionar informações significativas na
exploração, reflexão, representação e depuração de suas ideias.
Referências Bibliográficas:
• LÉVY, Pierre. As Tecnologias da Inteligência: o futuro do pensamento na era da
informática. Tradução: Carlos Irineu da Costa. Rio de Janeiro: Editora 34, 1993;
• HARASIM, Linda (et. al.). Redes de Aprendizagem: Um guia para ensino e
aprendizagem on-line. Tradução de Ibraíma Dafonte Tavares. São Paulo: Editora
SENAC, 2005;
• SOUZA, Amaralina (org.). Comunidade de Trabalho e Aprendizagem em Rede. Bra
sília: Universidade de Brasília, 2009;
• CARDOSO, Clodoaldo Meneguello. A Canção da Inteireza – Uma visão holística da
Educação. São Paulo – SP, Summus Editoral, 1995;
• NOGUEIRA, Nilbo Ribeiro. Pedagogia dos projetos: uma jornada interdisciplinar rumo
ao desenvolvimento das múltiplas inteligências. São Paulo: Érica, 2001;
• Texto base: José Carlos Libâneo – “AS TEORIAS PEDAGÓGICAS MODERNAS
RESIGINIFICADAS PELO DEBATE CONTEMPORÂNEO NA EDUCAÇÃO.”;
• Projeto GENTE:
 http://www.buzzs.com.br/concepcao-inovadora-de-aprendizagem-e-implementada-na-
rocinha/;
 http://gente.rioeduca.net/images/documentos/pressV9carta.pdf;
 http://gente.rioeduca.net/images/documentos/Termo%20de%20Refer%C3%AAncia%20
GENTE.pdf;

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Arroyo, miguel g. oficio de mestre
Arroyo, miguel g.  oficio de mestreArroyo, miguel g.  oficio de mestre
Arroyo, miguel g. oficio de mestremarcaocampos
 
Ler e escrever na escola o real o possivel e o necessario delia lerner
Ler e escrever na escola o real o possivel e o necessario delia lernerLer e escrever na escola o real o possivel e o necessario delia lerner
Ler e escrever na escola o real o possivel e o necessario delia lernerMonica Oliveira
 
CONTRERAS, José. A autonomia de professores. São Paulo: Cortez, 2002.
CONTRERAS, José. A autonomia de professores. São Paulo: Cortez, 2002. CONTRERAS, José. A autonomia de professores. São Paulo: Cortez, 2002.
CONTRERAS, José. A autonomia de professores. São Paulo: Cortez, 2002. Soares Junior
 
Teorias sociocríticas segundo Libâneo
Teorias sociocríticas segundo LibâneoTeorias sociocríticas segundo Libâneo
Teorias sociocríticas segundo LibâneoThaís Razuki
 
Prova como instrumento de avaliação
Prova como instrumento de avaliaçãoProva como instrumento de avaliação
Prova como instrumento de avaliaçãoLeandroFuzaro
 
A importância da leitura
A importância da leitura A importância da leitura
A importância da leitura claudia murta
 
A importância de trabalhar com projetos
A importância de trabalhar com projetosA importância de trabalhar com projetos
A importância de trabalhar com projetosdalvabambil
 
Tendências Pedagógicas
Tendências PedagógicasTendências Pedagógicas
Tendências PedagógicasMarcelo Assis
 
A construção do discurso e da diversidade e as suas práticas
A construção do discurso e da diversidade e as suas práticasA construção do discurso e da diversidade e as suas práticas
A construção do discurso e da diversidade e as suas práticasHugo Antunes
 
O CURRÍCULO ESCOLAR COMO ESPAÇO DE RECONHECIMENTO DE NOSSAS IDENTIDADES CULTU...
O CURRÍCULO ESCOLAR COMO ESPAÇO DE RECONHECIMENTO DE NOSSAS IDENTIDADES CULTU...O CURRÍCULO ESCOLAR COMO ESPAÇO DE RECONHECIMENTO DE NOSSAS IDENTIDADES CULTU...
O CURRÍCULO ESCOLAR COMO ESPAÇO DE RECONHECIMENTO DE NOSSAS IDENTIDADES CULTU...christianceapcursos
 
Becker, fernando educaçao e construcao do conhecimento
Becker, fernando   educaçao e construcao do conhecimentoBecker, fernando   educaçao e construcao do conhecimento
Becker, fernando educaçao e construcao do conhecimentomarcaocampos
 
Organização do trabalho pedagógico
Organização do trabalho pedagógicoOrganização do trabalho pedagógico
Organização do trabalho pedagógicoRenata Peruce
 

Mais procurados (20)

Comenius
ComeniusComenius
Comenius
 
Arroyo, miguel g. oficio de mestre
Arroyo, miguel g.  oficio de mestreArroyo, miguel g.  oficio de mestre
Arroyo, miguel g. oficio de mestre
 
A atuação do pedagogo em espaços não escolares
A atuação do pedagogo em espaços não escolaresA atuação do pedagogo em espaços não escolares
A atuação do pedagogo em espaços não escolares
 
Ler e escrever na escola o real o possivel e o necessario delia lerner
Ler e escrever na escola o real o possivel e o necessario delia lernerLer e escrever na escola o real o possivel e o necessario delia lerner
Ler e escrever na escola o real o possivel e o necessario delia lerner
 
CONTRERAS, José. A autonomia de professores. São Paulo: Cortez, 2002.
CONTRERAS, José. A autonomia de professores. São Paulo: Cortez, 2002. CONTRERAS, José. A autonomia de professores. São Paulo: Cortez, 2002.
CONTRERAS, José. A autonomia de professores. São Paulo: Cortez, 2002.
 
Teorias sociocríticas segundo Libâneo
Teorias sociocríticas segundo LibâneoTeorias sociocríticas segundo Libâneo
Teorias sociocríticas segundo Libâneo
 
Interdisciplinaridade
InterdisciplinaridadeInterdisciplinaridade
Interdisciplinaridade
 
Resenha
ResenhaResenha
Resenha
 
Prova como instrumento de avaliação
Prova como instrumento de avaliaçãoProva como instrumento de avaliação
Prova como instrumento de avaliação
 
Plano de ação nilda auseli
Plano de ação nilda auseliPlano de ação nilda auseli
Plano de ação nilda auseli
 
A importância da leitura
A importância da leitura A importância da leitura
A importância da leitura
 
A importância de trabalhar com projetos
A importância de trabalhar com projetosA importância de trabalhar com projetos
A importância de trabalhar com projetos
 
Tendências Pedagógicas
Tendências PedagógicasTendências Pedagógicas
Tendências Pedagógicas
 
A construção do discurso e da diversidade e as suas práticas
A construção do discurso e da diversidade e as suas práticasA construção do discurso e da diversidade e as suas práticas
A construção do discurso e da diversidade e as suas práticas
 
O CURRÍCULO ESCOLAR COMO ESPAÇO DE RECONHECIMENTO DE NOSSAS IDENTIDADES CULTU...
O CURRÍCULO ESCOLAR COMO ESPAÇO DE RECONHECIMENTO DE NOSSAS IDENTIDADES CULTU...O CURRÍCULO ESCOLAR COMO ESPAÇO DE RECONHECIMENTO DE NOSSAS IDENTIDADES CULTU...
O CURRÍCULO ESCOLAR COMO ESPAÇO DE RECONHECIMENTO DE NOSSAS IDENTIDADES CULTU...
 
Becker, fernando educaçao e construcao do conhecimento
Becker, fernando   educaçao e construcao do conhecimentoBecker, fernando   educaçao e construcao do conhecimento
Becker, fernando educaçao e construcao do conhecimento
 
Prática docente
Prática docentePrática docente
Prática docente
 
Prática educativa, pedagogia e didática
Prática educativa, pedagogia e didáticaPrática educativa, pedagogia e didática
Prática educativa, pedagogia e didática
 
Organização do trabalho pedagógico
Organização do trabalho pedagógicoOrganização do trabalho pedagógico
Organização do trabalho pedagógico
 
Sociologia da educacao (1)
Sociologia da educacao (1)Sociologia da educacao (1)
Sociologia da educacao (1)
 

Semelhante a Conhecimento em rede

Trabalho 2 d disciplina informática educativa i - 29-07-2017
 Trabalho 2 d disciplina informática educativa i - 29-07-2017 Trabalho 2 d disciplina informática educativa i - 29-07-2017
Trabalho 2 d disciplina informática educativa i - 29-07-2017Luiz Silva
 
CIBERCULTURA E AS TEORIAS PEDAGÓGICAS
CIBERCULTURA E AS TEORIAS PEDAGÓGICASCIBERCULTURA E AS TEORIAS PEDAGÓGICAS
CIBERCULTURA E AS TEORIAS PEDAGÓGICASMARCIASR09
 
Formação Continuada para Professores: abordagem teórico-prática do cotidiano ...
Formação Continuada para Professores: abordagem teórico-prática do cotidiano ...Formação Continuada para Professores: abordagem teórico-prática do cotidiano ...
Formação Continuada para Professores: abordagem teórico-prática do cotidiano ...ANATED
 
Cibercultura e a Pedagogia Moderna
Cibercultura e a Pedagogia ModernaCibercultura e a Pedagogia Moderna
Cibercultura e a Pedagogia ModernaFranck Araujo
 
Teorias pedagógicas e a cibercultura na educação
Teorias pedagógicas e a cibercultura na educaçãoTeorias pedagógicas e a cibercultura na educação
Teorias pedagógicas e a cibercultura na educaçãolemedri
 
Memorial - Ensinando e Aprendendo com as TIC
Memorial - Ensinando e Aprendendo com as TICMemorial - Ensinando e Aprendendo com as TIC
Memorial - Ensinando e Aprendendo com as TICvalma fideles
 
Corrente racional tecnológica e a cibercultura.pdf
Corrente racional tecnológica e a cibercultura.pdfCorrente racional tecnológica e a cibercultura.pdf
Corrente racional tecnológica e a cibercultura.pdfPatiginez
 
Teoria pedagógica contemporânea e cibercultura
Teoria pedagógica contemporânea e ciberculturaTeoria pedagógica contemporânea e cibercultura
Teoria pedagógica contemporânea e ciberculturaNaiane Nadia
 
O papel do Educomunicador na inserção de novas tecnologias em sala de aula
O papel do Educomunicador na inserção de novas tecnologias em sala de aulaO papel do Educomunicador na inserção de novas tecnologias em sala de aula
O papel do Educomunicador na inserção de novas tecnologias em sala de aulafaustoarpm
 
Teoria pedagógica no contexto da cibercultura
Teoria pedagógica no contexto da ciberculturaTeoria pedagógica no contexto da cibercultura
Teoria pedagógica no contexto da ciberculturaReginaldo Manrique Palma
 
Teorias pedagógicas e as ciberculturas
Teorias pedagógicas e as ciberculturasTeorias pedagógicas e as ciberculturas
Teorias pedagógicas e as ciberculturasVanessa Borges
 
ambiente virtual de aprendizagem
ambiente virtual de aprendizagemambiente virtual de aprendizagem
ambiente virtual de aprendizagemDércio Luiz Reis
 
Informatica I - Novas Tecnologias No Ensino da Matemática
Informatica I - Novas Tecnologias No Ensino da MatemáticaInformatica I - Novas Tecnologias No Ensino da Matemática
Informatica I - Novas Tecnologias No Ensino da MatemáticaMarcia Perroni
 
Fundamentos Tecnologia Educacional
Fundamentos  Tecnologia EducacionalFundamentos  Tecnologia Educacional
Fundamentos Tecnologia EducacionalSimone Torres
 
Teorias pedagógicas no contexto da cibercultura
Teorias pedagógicas no contexto da ciberculturaTeorias pedagógicas no contexto da cibercultura
Teorias pedagógicas no contexto da ciberculturaRosangela Patrocinio
 

Semelhante a Conhecimento em rede (20)

Trabalho 2 d disciplina informática educativa i - 29-07-2017
 Trabalho 2 d disciplina informática educativa i - 29-07-2017 Trabalho 2 d disciplina informática educativa i - 29-07-2017
Trabalho 2 d disciplina informática educativa i - 29-07-2017
 
CIBERCULTURA E AS TEORIAS PEDAGÓGICAS
CIBERCULTURA E AS TEORIAS PEDAGÓGICASCIBERCULTURA E AS TEORIAS PEDAGÓGICAS
CIBERCULTURA E AS TEORIAS PEDAGÓGICAS
 
Formação Continuada para Professores: abordagem teórico-prática do cotidiano ...
Formação Continuada para Professores: abordagem teórico-prática do cotidiano ...Formação Continuada para Professores: abordagem teórico-prática do cotidiano ...
Formação Continuada para Professores: abordagem teórico-prática do cotidiano ...
 
Tarefa semana ii jorge melo
Tarefa semana ii   jorge meloTarefa semana ii   jorge melo
Tarefa semana ii jorge melo
 
Cibercultura e a Pedagogia Moderna
Cibercultura e a Pedagogia ModernaCibercultura e a Pedagogia Moderna
Cibercultura e a Pedagogia Moderna
 
Teorias pedagógicas e a cibercultura na educação
Teorias pedagógicas e a cibercultura na educaçãoTeorias pedagógicas e a cibercultura na educação
Teorias pedagógicas e a cibercultura na educação
 
Memorial - Ensinando e Aprendendo com as TIC
Memorial - Ensinando e Aprendendo com as TICMemorial - Ensinando e Aprendendo com as TIC
Memorial - Ensinando e Aprendendo com as TIC
 
Artigo de tecnologia
Artigo de tecnologiaArtigo de tecnologia
Artigo de tecnologia
 
Artigo de tecnologia
Artigo de tecnologiaArtigo de tecnologia
Artigo de tecnologia
 
Corrente racional tecnológica e a cibercultura.pdf
Corrente racional tecnológica e a cibercultura.pdfCorrente racional tecnológica e a cibercultura.pdf
Corrente racional tecnológica e a cibercultura.pdf
 
Teoria pedagógica contemporânea e cibercultura
Teoria pedagógica contemporânea e ciberculturaTeoria pedagógica contemporânea e cibercultura
Teoria pedagógica contemporânea e cibercultura
 
O papel do Educomunicador na inserção de novas tecnologias em sala de aula
O papel do Educomunicador na inserção de novas tecnologias em sala de aulaO papel do Educomunicador na inserção de novas tecnologias em sala de aula
O papel do Educomunicador na inserção de novas tecnologias em sala de aula
 
Teoria pedagógica no contexto da cibercultura
Teoria pedagógica no contexto da ciberculturaTeoria pedagógica no contexto da cibercultura
Teoria pedagógica no contexto da cibercultura
 
Teorias pedagógicas e as ciberculturas
Teorias pedagógicas e as ciberculturasTeorias pedagógicas e as ciberculturas
Teorias pedagógicas e as ciberculturas
 
ambiente virtual de aprendizagem
ambiente virtual de aprendizagemambiente virtual de aprendizagem
ambiente virtual de aprendizagem
 
Informatica I - Novas Tecnologias No Ensino da Matemática
Informatica I - Novas Tecnologias No Ensino da MatemáticaInformatica I - Novas Tecnologias No Ensino da Matemática
Informatica I - Novas Tecnologias No Ensino da Matemática
 
Corrente neocognivista
Corrente neocognivistaCorrente neocognivista
Corrente neocognivista
 
Corrente neocognivista
Corrente neocognivistaCorrente neocognivista
Corrente neocognivista
 
Fundamentos Tecnologia Educacional
Fundamentos  Tecnologia EducacionalFundamentos  Tecnologia Educacional
Fundamentos Tecnologia Educacional
 
Teorias pedagógicas no contexto da cibercultura
Teorias pedagógicas no contexto da ciberculturaTeorias pedagógicas no contexto da cibercultura
Teorias pedagógicas no contexto da cibercultura
 

Último

Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029Centro Jacques Delors
 
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundogeografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundonialb
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxconcelhovdragons
 
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNASQUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNASEdinardo Aguiar
 
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdfGuia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdfEyshilaKelly1
 
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfO Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfPastor Robson Colaço
 
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxDeyvidBriel
 
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024Jeanoliveira597523
 
William J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdf
William J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdfWilliam J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdf
William J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdfAdrianaCunha84
 
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolaresALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolaresLilianPiola
 
Gerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem OrganizacionalGerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem OrganizacionalJacqueline Cerqueira
 
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdfCurrículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdfIedaGoethe
 
FCEE - Diretrizes - Autismo.pdf para imprimir
FCEE - Diretrizes - Autismo.pdf para imprimirFCEE - Diretrizes - Autismo.pdf para imprimir
FCEE - Diretrizes - Autismo.pdf para imprimirIedaGoethe
 
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasPrograma de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasCassio Meira Jr.
 
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecasMesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecasRicardo Diniz campos
 
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfBRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfHenrique Pontes
 
Bingo da potenciação e radiciação de números inteiros
Bingo da potenciação e radiciação de números inteirosBingo da potenciação e radiciação de números inteiros
Bingo da potenciação e radiciação de números inteirosAntnyoAllysson
 
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxQUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxIsabellaGomes58
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 

Último (20)

Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
 
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundogeografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
geografia 7 ano - relevo, altitude, topos do mundo
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
 
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNASQUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
 
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdfGuia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
 
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfO Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
 
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
 
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
 
William J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdf
William J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdfWilliam J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdf
William J. Bennett - O livro das virtudes para Crianças.pdf
 
Orientação Técnico-Pedagógica EMBcae Nº 001, de 16 de abril de 2024
Orientação Técnico-Pedagógica EMBcae Nº 001, de 16 de abril de 2024Orientação Técnico-Pedagógica EMBcae Nº 001, de 16 de abril de 2024
Orientação Técnico-Pedagógica EMBcae Nº 001, de 16 de abril de 2024
 
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolaresALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
 
Gerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem OrganizacionalGerenciando a Aprendizagem Organizacional
Gerenciando a Aprendizagem Organizacional
 
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdfCurrículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
 
FCEE - Diretrizes - Autismo.pdf para imprimir
FCEE - Diretrizes - Autismo.pdf para imprimirFCEE - Diretrizes - Autismo.pdf para imprimir
FCEE - Diretrizes - Autismo.pdf para imprimir
 
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades MotorasPrograma de Intervenção com Habilidades Motoras
Programa de Intervenção com Habilidades Motoras
 
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecasMesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
Mesoamérica.Astecas,inca,maias , olmecas
 
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfBRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
 
Bingo da potenciação e radiciação de números inteiros
Bingo da potenciação e radiciação de números inteirosBingo da potenciação e radiciação de números inteiros
Bingo da potenciação e radiciação de números inteiros
 
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptxQUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
QUARTA - 1EM SOCIOLOGIA - Aprender a pesquisar.pptx
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
 

Conhecimento em rede

  • 1. Conhecimento em Rede O ensino por meio das novas tecnologias pode possibilitar que o processo de aprendizagem ocorra através de redes de conhecimento?
  • 2. Conhecimento em Rede – uma corrente holística • O termo “Educação Holística” foi proposto pelo americano R. Miller (1997) para designar o trabalho de um conjunto heterogêneo de liberais, de humanistas e de românticos que tem em comum a convicção de que a personalidade global de cada criança deve ser considerada na educação. São consideradas todas as facetas da experiência humana, não só o intelecto racional e as responsabilidades de vocação e cidadania, mas também os aspectos físicos, emocionais, sociais, estéticos, intuitivos e espirituais inatos do ser humano. • O Holistic Education Network descreve a educação holística como um conjunto de visões da educação que procuram educar completamente a pessoa. Isso inclui estudos de visões interconectadas do mundo, tais como as de relações corpo/mente, de inteligência múltiplas, de análises de conceitos, de espiritualidade e de prática em sala de aula, além de estudos que abordam, a partir de visões holísticas, as pessoas, as culturas, enfim, o mundo e o cosmos.
  • 3. O que é conhecimento em rede? • Segundo o texto de José Carlos Libâneo, esse conhecimento se constrói socialmente, não no sentido de assimilação da cultura anteriormente acumulada, mas no sentido de que ele emerge nas ações cotidianas, rompendo-se com a separação entre conhecimento cientifico e conhecimento cotidiano. Há uma vinculação do conhecimento com a prática social, que se caracteriza pela multiplicidade e complexidade de relações em meio das quais se criam e se trocam conhecimentos, tecendo redes de conhecimentos entre os sujeitos em interação. O sentido figurado da palavra “rede”, no dicionário, é tudo que leva adiante de si e apanha ou arrasta quando encontra. A ideia do conhecimento em rede seria a de transmitir e absorver conhecimento, em relações múltiplas de troca de experiências, vivências e conteúdos.
  • 4. Conhecimento em Rede – Papel do Educador/ Cooperação  Por meio das redes o educador pode criar um espaço em que todos constroem juntos as competências e as aprendizagens sobre temas e conteúdos diversos.  Permitem melhorar os meios tradicionais de ensino e promovem novas oportunidades, comunicação, cooperação e a construção do conhecimento.  Em ambientes de aprendizagem, professores e estudantes deparam-se com muitas realidades diferentes, o que necessita de uma construção de conhecimento na convivência, exigindo-se construções de consciências coletivas a partir de um olhar que se pauta no reconhecimento do outro em seu legítimo outro, nos princípios de vida, solidariedade e responsabilidade. Segundo Souza (2008): “os ambientes de aprendizagem, presenciais ou à distancia, mediados pela oralidade, pela escrita, pelo debate e pela cooperação, permitem a criação de significados e sentidos.”
  • 5. As novas tecnologias e o impacto na educação Ainda segundo Libâneo, estamos vivendo um momento que podemos denominar de “pós-moderno”, em que há - Novas tecnologias da comunicação e informação, ampliação e difusão da informação, novas formas de produção, circulação e consumo da cultura, colapso da divisão entre realidade e imagem, arte e vida.  O impacto dos avanços tecnológicos tem provocado nas instituições de ensino, mudanças em seu comportamento, passando da tranquilidade de um sistema educativo social conservador e estático, para um sistema educativo dinâmico, onde as mudanças no ambiente e na tecnologia obrigam os educadores a obter conhecimentos gerais e específicos para fazer frente à nova realidade.  As instituições de ensino encontram-se sob elevada pressão em relação aos avanços tecnológicos. Assim, no atual contexto tecnológico em que o mundo se volta completamente para um sistema dominado pela tecnologia, é necessário despertar-se para um modelo educacional que acompanhe este sistema.
  • 6. Uso das tecnologias para construção do conhecimento em Rede No texto da Edméa Santos (UERJ/ProPEd), “a cibercultura e a educação em tempos de mobilidade e redes sociais: conversando com os cotidianos”, o cenário sociotécnico da cibercultura em sua fase atual marcada pela colaboração e mobilidade pontua novos desafios para a educação. Ela entende por cibercultura a cultura contemporânea estruturada pelo uso das tecnologias digitais nas esferas do ciberespaço e das cidades que, atualmente, vem se caracterizando pela convergência dos dispositivos e redes móveis, como os laptops, celulares, mídias locativas, e pela emergência dos softwares sociais que vêm estruturando redes sociais no ciberespaço e nas cidades.  A internet é muito mais que uma tecnologia, hoje está inserida em nossos cotidianos como um meio de comunicação, de interação e de organização social.  No construção do conhecimento em rede, a internet possibilita que os indivíduos interajam com conhecimentos e culturas difundidos através do mundo, seja através da pesquisa ou em tempo real, com outros indivíduos, numa relação mútua de troca de informações.
  • 7. Projeto GENTE: Aplicando o uso de Novas Tecnologias associadas ao Conhecimento em Rede A Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro inaugurou recentemente, na favela da Rocinha, o Ginásio Experimental de Novas Tecnologias Educacionais (GENTE). Visão de Educação do Projeto: • Educação Interdimensional: “É a educação que não se limita a trabalhar a racionalidade (logos) do educando, mas que se abre a outras dimensões co-constitutivas do humano, corporeidade (eros), emotividade (pathos) e espiritualizade (mytho). O termo educação interdimensional procura mostrar a superação das disciplinas (enteléquias), apontando para uma visão mais abrangente do ser humano.” Prof Antônio Carlos Gomes da Costa
  • 8. Projeto GENTE: Aplicando o uso de Novas Tecnologias associadas ao Conhecimento em Rede Visão de Educação do Projeto: • Transdisciplinaridade: “É a interação otimizada entre as diversas disciplinas, sem que estas percam suas especificidades. Isso implica uma colaboração para uma saber comum, o mais completo possível, sem que necessariamente se crie ou se refira a uma disciplina única. A consequência de uma postura metodológica transdisciplinar é a diminuição do aspecto negativo da individualidade e fechamento das disciplinas em campos estanques. É uma visão condizente com a contemporaneidade, em que a pluralidade e a diferença são a tônica dos encontros culturais”;
  • 9. Projeto GENTE: Aplicando o uso de Novas Tecnologias associadas ao Conhecimento em Rede Visão de Educação do Projeto: • Educação para Valores: “Método pedagógico que cria espaços e condições que possibilitam aos educandos vivenciar, identificar e incorporar valores positivos às suas vidas, capacitando-os para analisar situações e tomar decisões diante delas.” • Pedagogia da Presença: “Relação educador-educando baseada na abertura, reciprocidade e compromisso, onde o educador dedica ao educando: tempo, presença, experiência e exemplo.” • Taxonomia dos Objetivos Educacionais ou Taxonomia de Bloom: A ideia central da taxonomia é a de que os objetivos educacionais podem ser arranjados numa hierarquia do mais simples (lembrar) para o mais complexo (criar).
  • 10. Projeto GENTE: Aplicando o uso de Novas Tecnologias associadas ao Conhecimento em Rede É a concepção de um novo modelo de escola que se apropria integralmente de novas tecnologias educacionais, coloca o aluno no centro do processo de aprendizagem e pode ganhar escala. Os principais pilares da proposta são: Ensino personalizado, Projetos Transdisciplinares, Avaliação baseada em competências, Uso de Tecnologia Digital e um Currículo Expandido para a criação do eu e do meio com habilidades cognitivas e não cognitivas. O que é o GENTE?
  • 11. Projeto GENTE: Aplicando o uso de Novas Tecnologias associadas ao Conhecimento em Rede A proposta do GENTE é personalizar a aprendizagem estimulando a colaboração. De segunda a quinta-feira, cada aluno segue um itinerário formativo individual que contém as habilidades que ele deve desenvolver naquela semana. O itinerário está ligado à Educopédia¹, aos conteúdos selecionados como importantes para o desenvolvimento daquelas habilidades e a itens para aferir o desenvolvimento delas. Às sextas-feiras, os alunos que não conseguiram desenvolver as habilidades previstas naquela semana são direcionados para aulas de reforço. Como está funcionando? 1 – Educopédia: é uma plataforma de aulas digitais criadas pela Secretaria Municipal de Educação com o objetivo de tornar o ensino mais atraente e mobilizador para os adolescentes e instrumentalizar o professor. O programa oferece uma opção rápida e fácil de integrar tecnologia aos estudos dos alunos
  • 12. Projeto GENTE: Aplicando o uso de Novas Tecnologias associadas ao Conhecimento em Rede  O papel do professor no projeto pedagógico do GENTE não tem o mesmo significado do que o de uma escola tradicional. “O objetivo é que o professor passe a atuar de forma mais ampla comparado ao professor especialista, que tem foco em uma disciplina. O mentor acompanha apenas um time de alunos ao longo de todo o ano letivo e é responsável por auxiliar cada aluno no seu processo de aprendizagem”, explica Rafael Parente, um dos idealizadores do projeto, atualmente assessor do Movimento Todos pela Educação.  Na opinião do professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Luiz Carlos de Freitas, é preciso olhar com cautela para os novos papéis que são designados aos educadores. “Essas ideias rondam a educação desde o início do século passado com a formulação da Escola Nova. A ideia é de transformar o aluno e o professor em pesquisadores. E o papel do professor?
  • 13. • Maturana e Varela (1997) afirmam que emergir vivências do processo de conhecimento é possível, pois esse processo acontece por meio de uma construção ativa que se faz mediante a relação entre o sujeito e o mundo. Portanto, saber interagir e saber conviver no ambiente de aprendizagem são atitudes a serem assumidas entre os sujeitos para que haja construções mais ativas, suscitadas por climas favoráveis de convivência, para processos de aprendizagem emocionalmente saudáveis. • Como consequência dos princípios de inter-relação e de equilíbrio, a educação através do conhecimento em rede presta especial atenção nas relações pessoais, incentivando com isso um espírito cooperativo, e na adoção de decisões coletivas responsáveis. A educação gira em torno das relações entre os alunos, entre estes e os adultos, de modo que a relação professor-aluno tenda ser igualitária, aberta, dinâmica e não sujeita as regras autoritárias, conseguindo, com isso, um sentido de comunidade.
  • 14. Dentro desse contexto, ao professor não cabe mais o papel de detentor da verdade absoluta, mas sim de transformador do espaço da aprendizagem em um ambiente desafiador, promovendo, assim, o desenvolvimento da autonomia, da criatividade, da criticidade e da autoestima do aluno, tornando- se também coautor, coaprendiz e coparticipante de todo o processo, já que ele também está continuamente em processo de formação. O aluno deve, então, ser encarado como alguém pensante, desejante, participante ativo, crítico e responsável por seus processos, não mais considerado receptáculo de informações e conhecimentos. Tornando-se agente da construção de seu conhecimento, utilizando os recursos disponíveis para buscar, selecionar e inter-relacionar informações significativas na exploração, reflexão, representação e depuração de suas ideias.
  • 15. Referências Bibliográficas: • LÉVY, Pierre. As Tecnologias da Inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Tradução: Carlos Irineu da Costa. Rio de Janeiro: Editora 34, 1993; • HARASIM, Linda (et. al.). Redes de Aprendizagem: Um guia para ensino e aprendizagem on-line. Tradução de Ibraíma Dafonte Tavares. São Paulo: Editora SENAC, 2005; • SOUZA, Amaralina (org.). Comunidade de Trabalho e Aprendizagem em Rede. Bra sília: Universidade de Brasília, 2009; • CARDOSO, Clodoaldo Meneguello. A Canção da Inteireza – Uma visão holística da Educação. São Paulo – SP, Summus Editoral, 1995; • NOGUEIRA, Nilbo Ribeiro. Pedagogia dos projetos: uma jornada interdisciplinar rumo ao desenvolvimento das múltiplas inteligências. São Paulo: Érica, 2001; • Texto base: José Carlos Libâneo – “AS TEORIAS PEDAGÓGICAS MODERNAS RESIGINIFICADAS PELO DEBATE CONTEMPORÂNEO NA EDUCAÇÃO.”; • Projeto GENTE:  http://www.buzzs.com.br/concepcao-inovadora-de-aprendizagem-e-implementada-na- rocinha/;  http://gente.rioeduca.net/images/documentos/pressV9carta.pdf;  http://gente.rioeduca.net/images/documentos/Termo%20de%20Refer%C3%AAncia%20 GENTE.pdf;