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DEMOCRACIA Com tempo e obstáculos espaciais eliminados, um diálogo on-line genuíno é possível entre qualquer número de cid...
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FATOR OBAMA Como afirma Antonio Graeff, a campanha eleitoral de  Barack Obama  à presidência dos EUA em 2008 simbolizou o ...
OS NÚMEROS Arrecadações pela internet:  US$ 500 milhões; 6,5 milhões de doadores E-mail:  Mais de mil milhões de mensagens...
O BRASIL <ul><li>5º no ranking mundial  de usuários da internet </li></ul><ul><li>67,5 milhões  de usuários </li></ul><ul>...
A CAMPANHA DE 2010 Se nos anos anteriores os políticos brasileiros  utilizaram a internet de forma muito básica , na  camp...
A CAMPANHA DE 2010 Realiza-se aqui uma comparação aos números de seguidores no  Twitter  dos “presidenciáveis” em dois mom...
INVESTIGAÇÃO EMPÍRICA - METODOLOGIA <ul><li>Estudo de caso  predominante quantitativo, com análises em certos momentos de ...
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CONCLUSÃO <ul><li>A internet se apresenta hoje em dia como um grande palanque e fórum de debates e discussões na sociedade...
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CONCLUSÃO Espera-se, portanto, para as eleições futuras, uma evolução positiva e  uma acreditação maior dos agentes políti...
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Apresentação de dissertação de mestrado

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Slides da apresentação da dissertação "Aproximação do poder público à população por meio de novas tecnologias de comunicação", como conclusão do Mestrado em Comunicação Estratégica: Publicidade e Relações Públicas, da Universidade da Beira Interior (UBI).

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Apresentação de dissertação de mestrado

  1. 1. APROXIMAÇÃO DO PODER PÚBLICO À POPULAÇÃO POR MEIO DE NOVAS TECNOLOGIAS DE COMUNICAÇÃO DIEGO CAVALCANTE PUDO Universidade da Beira Interior Mestrado em Comunicação Estratégica: Publicidade e Relações Públicas Faculdade de Artes e Letras Departamento de Comunicação e Artes Orientador: Prof. Dr. Joaquim Mateus Paulo Serra COVILHÃ 18 DE NOVEMBRO DE 2010
  2. 2. MOTIVAÇÃO <ul><li>Vislumbre do potencial da web 2.0 no que se refere ao uso pessoal ou profissional. </li></ul><ul><li>Interesse em verificar que contribuições a internet tem gerado para o campo político na atualidade, em especial com o uso dos novos canais de comunicação nela existentes: as redes sociais . </li></ul><ul><li>Curiosidade de comparação entre o cenário político brasileiro atual e o que se passou na campanha eleitoral de Barack Obama , em 2008. </li></ul><ul><li>Poder revelar se a presença política na internet é mais que uma tendência no Brasil ou se já pode ser considerada uma realidade. </li></ul>
  3. 3. OBJETIVOS DO ESTUDO Procura-se nesta dissertação entender como pode se dar o r elacionamento mais direto entre agentes políticos e cidadãos por meio das ferramentas disponibilizadas pela internet, de forma que gere um contato mais próximo entre os lados que, historicamente, mantiveram-se praticamente segregados. Ainda que saiba das diferenças, desde culturais, sociais e políticas, busca-se aqui fazer um paralelo entre a campanha de Barack Obama de 2008 e as atuais campanhas brasileiras . Ainda, como mais um importante ponto do leque de objetivos, o trabalho visa entender como tem atuado o cidadão e o político brasileiro presentes nas redes sociais durante o período eleitoral de 2010.
  4. 4. PÚBLICO-ALVO DA PESQUISA Estudantes e profissionais da área da comunicação voltada à política ; Pesquisadores interessados nas redes sociais (ou redes digitais) Enfim, o trabalho foi desenvolvido com o intuito de ser um contributo às novas pesquisas por parte de quaisquer indivíduos que entendam a internet como fulcral para o relacionamento interpessoal ou de grupos com finalidades semelhantes. Aqui, em especial, a aproximação entre cidadão e o poder público.
  5. 5. RELEVÂNCIA DO TRABALHO A internet aparece atualmente como ponto-chave na comunicação política brasileira , dividindo espaço com a televisão (que ainda permanece como principal meio). Isso foi verificado na intensidade com que políticos fizeram questão de estar presentes nas principais redes sociais e como as organizações comunicacionais apostaram na internet nas eleições de 2010 . Já não se pode deixar a internet como algo secundário quando se trata de campanha política, que agrega, consequentemente, a comunicação.
  6. 6. O PODER DA INTERNET <ul><li>Principais pontos entendidos como essenciais no poder da internet: </li></ul><ul><li>Interatividade </li></ul><ul><li>Ativismo </li></ul><ul><li>Coletividade </li></ul><ul><li>Imediatismo </li></ul><ul><li>Praticidade de buscas </li></ul><ul><li>Estreitamento de laços </li></ul><ul><li>Liberdade autoral </li></ul><ul><li>Maior acesso ao conhecimento </li></ul><ul><li>Por fim, maior DEMOCRACIA* . </li></ul>* Tema será abordado adiante.
  7. 7. UM NOVO CENÁRIO A nova sociedade da informação obriga agora o poder público, ou agentes políticos, a uma maior preparação na forma de como lidar com os cidadãos. Isso porque aumenta-se amplamente a possibilidade de críticas e questionamentos ao Poder. É aí que vê-se uma aproximação jamais vista entre ambas as partes. A internet se torna um ambiente no qual políticos e eleitores convivem, ou seja, estão inseridos no mesmo meio . De receptor passivo, o cidadão atua agora como um elemento importante e participativo na construção do discurso político, manifestando-se em diferentes meios de forma simultânea, ocupando qualquer campo em que estejam também agentes políticos.
  8. 8. DEMOCRACIA Com tempo e obstáculos espaciais eliminados, um diálogo on-line genuíno é possível entre qualquer número de cidadãos que desejam trocar pontos de vista. Barnett, 1997. Ciberdemocracia ou Democracia digital : dois termos utilizados atualmente para designar a “liberdade” que se tem com a internet. Como pressupostos da democracia estão: transparência e participação
  9. 9. EM NÚMEROS Se a internet é uma ferramenta democratizadora , quando trata-se de números, pode-se dizer que os passos rumo a um cenário democrático mundial já estão avançados. Segundo dados da IWS (Internet World Stats), de 2009, 1,8 mil milhões de pessoas já estão conectadas à internet. Esse número significa 26,6% da população mundial . No Brasil , objeto de estudo do presente trabalho, cerca de 67,5 milhões de pessoas possuem acesso à internet, segundo dados da IWS , de 2009. O país é quinto no ranking mundial .
  10. 10. FATOR OBAMA Como afirma Antonio Graeff, a campanha eleitoral de Barack Obama à presidência dos EUA em 2008 simbolizou o início da era das novas tecnologias de comunicação como ferramenta política . (Embora há de se ressaltar não ter sido o mesmo o pioneiro) Obama foi o primeiro a conseguir de forma massiva a quebra do paradigma da modernidade, onde praticamente não havia a possibilidade de interação entre político e cidadão. Presente ( de forma ativa ) em quase todas as maiores redes sociais , o democrata conseguiu levantar fundos e reuniu centenas de milhares de colaboradores para sua campanha. Os números que aparecem a seguir são ilustrações que permitem dizer que Obama se um modelo quase que obrigatório para quem pretende alcançar um sucesso similar.
  11. 11. OS NÚMEROS Arrecadações pela internet: US$ 500 milhões; 6,5 milhões de doadores E-mail: Mais de mil milhões de mensagens enviadas; Lista de 13 milhões de endereços eletrônicos Assinatura de SMSs: 1 milhão de assinantes; De cinco a 20 mensagens por mês a cada assinante MyBarackObama.com: 2 milhões de perfis; 400 mil posts em blogs; Ajudou a organizar mais de 200 mil eventos Outras redes sociais: 15 redes; Mais de 7 milhões de simpatizantes YouTube: 1,8 mil vídeos; Mais de 100 milhões de visualizações Grupos voluntários: 35 mil grupos criados; Mil deles no dia do anúncio da candidatura
  12. 12. O BRASIL <ul><li>5º no ranking mundial de usuários da internet </li></ul><ul><li>67,5 milhões de usuários </li></ul><ul><li>Líder mundial no que se refere aos usuários que mais passam tempo online </li></ul><ul><li>6º país que mais utiliza as redes sociais </li></ul><ul><li>Com base nesse números já alcançados pelo Brasil, a política brasileira, como se poderia prever, entende a internet como sendo de interesse primário para as campanhas, assumindo um novo nicho de comunicação e um dos mais importantes. </li></ul><ul><li>No entanto, como afirmam alguns especialistas, não se pode pensar que no Brasil ter-se-á algo da proporção de Obama tão brevemente . </li></ul>
  13. 13. A CAMPANHA DE 2010 Se nos anos anteriores os políticos brasileiros utilizaram a internet de forma muito básica , na campanha eleitoral de 2010 as ferramentas virtuais já foram adotadas de forma mais séria por suas equipes. Isso também se deve à nova lei que libera o uso em larga escala. Em Abril de 2010 , mais de 400 políticos já estavam registrados no Twitter , incluindo os principais nomes à corrida presidencial. Isso já significava na época 1.125.974 seguidores. Deste número de políticos na rede, quem lidera são os deputados federais , que figuravam com 253 perfis no micro-blog.
  14. 14. A CAMPANHA DE 2010 Realiza-se aqui uma comparação aos números de seguidores no Twitter dos “presidenciáveis” em dois momentos distintos: Primeira etapa – 10 de Junho de 2010 (pré-campanha) Segunda etapa – 13 de Outubro de 2010 (final de campanha) Dilma Roussef : de 80.453 para 266.522 seguidores ( aumento de 231% ) José Serra : de 251.487 para 515.077 seguidores ( aumento de 105% ) Marina Silva : de 60.958 para 310.599 seguidores ( aumento de 410% )
  15. 15. INVESTIGAÇÃO EMPÍRICA - METODOLOGIA <ul><li>Estudo de caso predominante quantitativo, com análises em certos momentos de caráter qualitativo </li></ul><ul><li>Questionários a políticos (que disputaram as eleições de 2010) e cidadãos (aptos ao ato de votar) </li></ul><ul><li>Limitou-se a coleta de dados provenientes somente de brasileiros (políticos ou cidadãos) </li></ul><ul><li>As questões apresentaram-se em sua maioria de forma fechada, permitindo a elaboração de perfis estatísticos Aos políticos: retorno de 30 respondentes válidos (0,79% da quantidade enviada) Aos cidadãos: retorno de 76 respondentes válidos (8,9% da quantidade enviada) </li></ul><ul><li>O link da pesquisa foi enviado por redes sociais e e-mails . </li></ul>
  16. 16. INVESTIGAÇÃO EMPÍRICA - METODOLOGIA <ul><li>Ambos os inquéritos foram elaborados pelo sistema de questionários fornecido pelo EncuestaFacil.Com </li></ul><ul><li>Cada qual contou com um total de 15 questões </li></ul><ul><li>Ambos ficaram disponíveis ao público pelo mesmo período : de 8 de Agosto de 2010 a 15 de Setembro de 2010. </li></ul>
  17. 17. ANÁLISES DOS RESULTADOS <ul><li>POLÍTICOS: </li></ul><ul><li>84% Homens e 16% Mulheres </li></ul><ul><li>47% dos inquiridos está na faixa dos 41 aos 50 anos de idade </li></ul><ul><li>57% afirma ter Ensino Superior (Graduação) </li></ul><ul><li>50% afirma viver na Região Sudeste (região onde mais se verifica o acesso a internet no Brasil, com 48,1% da população ) </li></ul><ul><li>100% dos respondentes possuem perfis no Twitter </li></ul><ul><li>73% diz estar nas redes sociais com o intuito “ aproximar à população ” e “ conhecer o eleitor ” </li></ul><ul><li>Sobre a influência de Barack Obama, 73% ficam com a resposta “ sim ” e “ talvez ” </li></ul><ul><li>83% garante que o principal motivo da inserção nas redes sociais é a possibilidade de interação com a população </li></ul>
  18. 18. ANÁLISES DOS RESULTADOS <ul><li>POLÍTICOS: </li></ul><ul><li>70% revela que obteve muito retorno positivo nas redes sociais no período pré-eleitoral </li></ul><ul><li>73% afirma ter certeza de que a internet é hoje fundamental na campanha de um político </li></ul><ul><li>73% garante que estará presente nas redes sociais mesmo após período eleitoral </li></ul><ul><li>37% diz atualizar suas redes sociais várias vezes ao dia , mas sem um programa pré-definido </li></ul><ul><li>67% diz interagir com outros usuários sem que um terceiro o faça </li></ul><ul><li>53% possui uma equipe de auxílio para o uso das redes sociais </li></ul><ul><li>100% dos inquiridos acreditam que o eleitor possa se basear naquilo que acompanhar nas redes sociais dos políticos </li></ul>
  19. 19. ANÁLISES DOS RESULTADOS <ul><li>CIDADÃOS: </li></ul><ul><li>61% Mulheres e 39% Homens </li></ul><ul><li>59% dos inquiridos encontram-se na faixa dos 18 aos 24 anos de idade </li></ul><ul><li>66% possuem o grau de Nível Superior (Graduação) </li></ul><ul><li>86% vive na Região Sudeste </li></ul><ul><li>96% afirma ter acesso a internet em casa </li></ul><ul><li>89% está presente no Orkut ; 82% no Facebook e 69% no Twitter </li></ul><ul><li>48% segue ou possui políticos em suas redes sociais </li></ul><ul><li>48% acredita que a inserção política nas redes sociais seja fundamental para ambos os lados; A resposta “ talvez ” foi assinalada por 31% </li></ul><ul><li>69% vê na interação candidato – eleitor um ponto fulcral das redes sociais </li></ul>
  20. 20. <ul><li>CIDADÃOS: </li></ul><ul><li>59% dos respondentes afirmam não interagir ou pouco interagir com agentes políticos por meio das redes sociais </li></ul><ul><li>40% diz ter certeza absoluta sobre a importância do papel das redes sociais no que se refere ao campo político </li></ul><ul><li>37% acredita que alguns políticos têm tido algum sucesso nos discursos nas redes </li></ul><ul><li>75% do total dos inquiridos assinalaram as opções “ sim ” e “ talvez ” sobre a possibilidade de mudar conceitos e preconceitos com base na rotina virtual dos políticos </li></ul><ul><li>83% vê a presença política nas redes apenas como parte de uma estratégia </li></ul><ul><li>44% afirma a possibilidade de colaboração nas campanhas eleitorais, seja a nível financeiro , ou por apoio e divulgação </li></ul>ANÁLISES DOS RESULTADOS
  21. 21. CONCLUSÃO <ul><li>A internet se apresenta hoje em dia como um grande palanque e fórum de debates e discussões na sociedade. Isso já pode ser verificado também na área da política. </li></ul><ul><li>A interatividade possibilitada pela internet gera uma nova democracia, talvez fazendo dete meio o mais democrático </li></ul><ul><li>Embora o Brasil ainda passe por dificuldades no que se refere à inclusão digital, vê-se com bons olhos o futuro da internet no país, visto os registros de crescimentos expressi- vos do números de usuários nos últimos anos </li></ul><ul><li>A internet gera, portanto, uma quebra de barreiras e, consequentemente, uma evolução a nível socio-cultural, aproximando lados distintos historicamente </li></ul>
  22. 22. CONCLUSÃO <ul><li>A interatividade, descentralização, ausência de normas e liberdade quase que total são os principais atrativos que tendem a transformar a internet e suas ferramentas num meio ainda mais poderoso </li></ul><ul><li>A internet deu ao político e ao cidadão um campo amplamente maior para o exercício de direitos e liberdades civis </li></ul><ul><li>O cidadão passa, então, de ser passivo a ser ativo </li></ul><ul><li>O político tem a possibilidade de conhecer seu público, ou ter o feedback em tempo reduzido ou até em tempo real </li></ul>
  23. 23. CONCLUSÃO “ A necessidade de intercomunicação e informação mútua entre os sujeitos está ligada à avaliação e adaptação com a interatividade tecnológica. Esta deve possibilitar que a população avalie a gestão, políticas e programas e que seus resultados sejam apresentados e tenham impacto na gestão.” Macedo, 2008
  24. 24. CONCLUSÃO <ul><li>Com esse estudo, afirma-se portanto, que a internet desempenha um papel fundamental no que se refere à divulgação de dados e informações de interesse público, além de funcionar como um potencial mecanismo de indução ao voto. </li></ul><ul><li>A forma tradicional de se fazer política sofre uma alteração, visto que o ser “intocável”, como se via o político, deve agora ter um diálogo com aquele que o elegeu. </li></ul><ul><li>Comunicadores, estrategistas e políticos devem estar preparados para um novo modelo de relação para com o público. </li></ul><ul><li>A internet não restringe tempo nem espaço aos políticos; todos têm igualdade na liberdade de suas ações </li></ul>
  25. 25. CONCLUSÃO Espera-se, portanto, para as eleições futuras, uma evolução positiva e uma acreditação maior dos agentes políticos em relação aos profissionais de comunicação especializados nas novas mídias digitais, que possam preparar e inserir de forma ainda mais eficaz a política no mundo virtual, proporcionando um nível de interação ainda maior entre a população e o poder público. A campanha atual foi apenas um passo rumo a um novo jeito de se fazer política.
  26. 26. Contato [email_address]

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