Licção 09 prova de auditoria versão 2012

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Licção 09 prova de auditoria versão 2012

  1. 1. Normas relacionadas com a Prova Venâncio Chirrime1 Prova de Auditoria
  2. 2. Conceito Prova Venâncio Chirrime2  Prova de Auditoria - é toda a informação usada pelo auditor para chegar às conclusões em que se baseia a opinião da auditoria, e inclui (i) a informação contida nos registos contabilísticos subjacentes às DF. (ii) informação obtida de outras fontes como seja auditorias anteriores e procedimentos de controlo de qualidade para aceitação e continuação de clientes
  3. 3. Conceito Prova Venâncio Chirrime3  Os registos contabilísticos incluem registos de assentos contabilísticos iniciais e de apoio, como seja (i) verificações e registos de transferências electrónicas de fundos, (ii) facturas, contratos, razões gerais e subsidiários, assentos de diário e outros ajustamentos às DF que não estejam reflectidos nos assentos formais de diário (iii) folhas de hora e seus cálculos que suportam imputações de custos, reconciliações e divulgações
  4. 4. Conceito Prova Venâncio Chirrime4  Outra informação que o auditor pode usar como prova de auditoria inclui (i) actas de reuniões (ii) confirmações de terceiros (iii) relatórios de análise (iv) dados comparáveis acerca de concorrentes (marcas de referência), (v) manuais de controlos interno e (vi) informação obtida pelo auditor proveniente de procedimentos de auditoria tais como indagação, observação e inspecção; e outra informação desenvolvida pelo Auditor ou disponível que permita que o auditor atinja conclusões por intermédio de raciocínio válido;
  5. 5. Normas relacionadas com Prova Venâncio Chirrime5  Norma 230 – Documentação de auditoria  Norma 500 – Prova  Norma 501 – Prova de auditoria, rubricas específicas  Norma 505 – Confirmação externa  Norma 510 – Saldos de abertura  Norma 520 – Procedimentos analíticos  Norma 530 –Amostragem
  6. 6. Normas relacionadas com Prova Venâncio Chirrime6  Norma 540 –Auditoria de estimativas contabilísticas  Norma 550 – Partes Relacionadas  Norma 560 –Acontecimentos subsequentes  Norma 570 – Continuidade  Norma 580 – Declaração da Gerência
  7. 7. Adequação e suficiência da prova Venâncio Chirrime7 MENOS APROPRIADA FACTORES MAIS APROPRIADA Exclusivamente interna Fonte Externa Independente SCI deficiente Fonte SCI satisfatório Obtenção indirecta pelo auditor Fonte Obtenção directa pelo auditor Externa inconsistente com a interna Fonte Externa consistente c/a interna Prova Oral e Dctos não originais Tipos de provas Prova escrita Dctos originais Maior grau de julgamento: estimativas Objectividade Sem julgamentos: confirmação de saldos de Clientes
  8. 8. Adequação e suficiência – Tipos de Prova Venâncio Chirrime8 Analítica Comparações – Previsionais e históricas do sector Documental Documentos gerados internamente e os externos enviados ao Auditor Confirmação Respostas escritas por terceiros confirmando certa informação Declarações escritas Relatórios de Peritos e todas as demais respostas escritas às questões colocadas pelo Auditor Matemática Conferência de Cálculos Oral Para comprovar ou conduzir outro tipo de prova Física Exames de Inspecção física Electrónica Qualquer informação produzida ou mantida por meios electrónicos que é usada pelo Auditor para formar uma opinião sobre uma asserção
  9. 9. Adequação e suficiência da Prova – Decisões a tomar Venâncio Chirrime9 Quais os procedimentos a utilizar Para que objectivos Qual é o tamanho de amostra para um dado procedimento Para obter prova suficiente Quais os itens a seleccionar da população Para obter prova adequada e Suficiente Quando realizar os procedimentos Para obter resultados adequados – contagem do caixa Relação custo/necessidade de prova
  10. 10. Asserções como Prova de Auditoria Venâncio Chirrime10  Corte - transacções e acontecimentos foram registados no período correcto.  Classificação - transacções e acontecimentos foram registados nas contas apropriadas; • Existência - activos, passivos e interesses no capital próprio existem. • Direitos e obrigações - a entidade detém ou controla os direitos aos activos e os passivos são as obrigações da entidade.
  11. 11. Asserções como Prova de Auditoria Venâncio Chirrime11  Valorização e imputação - os activos, passivos e interesses no capital próprio estão incluídos nas DF por quantias apropriadas e qualquer valorização resultante de ajustamentos estão apropriadamente registados  Rigor - a informação financeira e outra estão adequadamente divulgadas por quantias apropriadas  Ocorrência - acontecimentos, transacções e outras questões divulgados ocorreram e dizem respeito à entidade.  Integralidade - todas as divulgações que deviam ter sido incluídas nas demonstrações financeiras foram-no.  Classificação e compreensibilidade - a informação financeira está apropriadamente apresentada e descrita e as divulgações estão claramente expressas.
  12. 12. Conceito procedimento de auditoria Venâncio Chirrime12  Procedimentos de auditoria – são os métodos ou técnicas adoptados pelos Auditores para obter e avaliar a prova de auditoria.
  13. 13. Objectivos de aplicação de procedimentos de auditoria Venâncio Chirrime13  Para obter compreensão da Entidade e do seu ambiente, incluindo o CI;  Para testar a eficiência operacional dos controlos na prevenção e detecção de erros materiais ao nível das asserções;  Para apoiar uma asserção ou detectar erros materiais ao nível da asserção
  14. 14. Procedimentos para obtenção de prova Venâncio Chirrime14 Inspecção de Registos ou Documentos Consiste em examinar registos ou documentos, quer internos ou externos, em forma de papel ou electrónica. Por exemplo inspecção de registos ou documentos para prova de autorização Inspecção de ActivosTangíveis • Consiste no exame físico dos activos e proporciona prova de auditoria fiável com respeito à sua existência, mas não necessariamente acerca dos direitos e obrigações da entidade ou da valorização dos activos e é feita através da observação da contagem do inventário
  15. 15. Procedimentos para obtenção de prova Venâncio Chirrime15 Observação • Consiste em olhar para um processo ou procedimento que está a ser desempenhado por outros. Os exemplos incluem observação de contagem de inventários pelo pessoal da entidade e observação da execução de actividades de controlo. Indagação • Consiste em procurar informação de pessoas conhecedoras, quer seja na área de finanças ou não, e pode ser dentro ou fora da entidade e podem ser indagações formais escritas até às orais informais
  16. 16. Procedimentos para obtenção de prova Venâncio Chirrime16 Confirmação • É um tipo específico de indagação, em que se obtêm uma declaração de informação ou de uma condição existente directamente de uma terceira parte. Por exemplo, confirmação directa de dívidas a receber ao comunicar se com devedores. Recalculo  O recalculo consiste na verificação do rigor matemático de documentos ou de registos. por exemplo obter um ficheiro electrónico da entidade e computar no na aplicação informática de auditoria que a Empresa usa.
  17. 17. Procedimentos para obtenção de prova Venâncio Chirrime17 Reexecução  A reexecução é a execução independente de procedimentos ou controlos do auditor que foram originariamente executados como parte do controlo interno da entidade. Por exemplo, reexecutar a idade das contas a receber. Procedimentos Analíticos • É avaliação de informação financeira feita por um estudo dos relacionamentos plausíveis entre dados financeiros e não financeiros. Os procedimentos analíticos também englobam a investigação de flutuações e relacionamentos que sejam inconsistentes com outra informação relevante ou se desviem significativamente de quantias previsíveis
  18. 18. Conceito e tipo de testes de auditoria Venâncio Chirrime18  Os procedimentos podem ser classificados atendendo aos objectivos a atingir, como seja (i) Procedimentos para avaliação do Risco, (ii) Procedimentos para testes de controlo (iii)Testes Substantivos ou procedimentos substantivos  Procedimentos para avaliação de risco – são aqueles que se realizam para tomar conhecimento de (i) políticas e procedimentos contabilísticos (ii) Planos de contas e (iii)Sistema de controlo interno.
  19. 19. Conceito e tipo de testes de auditoria Venâncio Chirrime19 Teste de controlo - São realizados para obter prova sobre sistemas contabilístico e de CI com vista a:  Constatar a sua existência;  Avaliar se é adequada a sua concepção;  Avaliar o seu funcionamento eficaz ao longo do período do exame;  Confirmar procedimentos contabilísticos e as medidas de controlo interno;  Testar atributos (conclusões do tipo sim ou não ou determinar uma taxa de ocorrência) EM RESUMOVERIFICA O QUE SE FAZ
  20. 20. Conceito e tipo de testes de auditoria Venâncio Chirrime20 Testes substantivos – São realizados para obter prova sobre a detecção de distorções materialmente relevantes nas Demonstrações Financeiras, podem ser:  Testes de pormenor a transacções, aos saldos e a divulgações;  Procedimentos analíticos substantivos, que confirmam o adequado processamento contabilístico (totalidade, exactidão e validade dos dados), expressão financeira e suporte documental de saldos e operações específicas;  Análise de detalhe de transacções e de saldos e procedimentos analíticos EM RESUMOVERIFICA A INFORMAÇÃO CONTIDA NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
  21. 21. Conceito e tipo de testes de auditoria Venâncio Chirrime21 Testes de pormenor das transacções  Envolvem o exame de documentos que suportam o registo de transacções específicas em determinadas contas; Testes de pormenor dos dados  Envolve o exame da fundamentação do saldo final de uma conta; Testes de pormenor de divulgação  Envolve o exame da fundamentação e correcção da informação divulgada;
  22. 22. Procedimentos Analíticos como meio testes substantivos - Norma 520 Venâncio Chirrime22 Processos de revisão analítica. Consiste em quatro fases:  Formação de expectativa  Identificação das diferenças  Investigação da causas  Avaliação e formação de opinião .
  23. 23. Procedimentos Analíticos como meio testes substantivos - Norma 520 Venâncio Chirrime23  Expectativas – quanto mais precisas e credível, maior a probabilidade da diferença ser atribuída a um erro e uma não diferença seja prova de confirmação para o auditor.  Identificação – deve ser determinado o valor a partir do qual (nível de materialidade) se justifica passar a fase seguinte, por exemplo uma variação de 5 a 10% numa conta de custos, pode se atribuir a inflação;  Investigação – averiguar as possíveis razões que podem levar as diferenças, recorrendo às explicações de gestão  Avaliação – determinar se as provas obtidas justificam as diferenças ou se são necessários procedimentos adicionais para corroborar
  24. 24. Procedimentos Analíticos como meio de testes substantivos - Norma 520 Venâncio Chirrime24 PROCEDIMENTOS GERAIS Análise de tendências – Procedimentos de comparação de itens ao longo do tempo; Análise de rácios – Cálculo e comparação de indicadores; Testes de razoabilidade – análise das contas de balanço e suas alterações em termos de razoabilidade, atendendo às relações esperadas entre contas e considerando quer informação financeira quer não financeira Relativamente ao anterior, permite relacionar multiplas variáveis simultaneamente
  25. 25. Procedimentos Analíticos como meio testes substantivos - Norma 520 Venâncio Chirrime25 PROCEDIMENTOS GERAIS A comparação de dados pode ser efectuada entre os dados do Cliente e:  Dados da indústria;  Dados do cliente, similares e de períodos anteriores;  Estimativas calculadas pelo cliente;  Estimativas calculadas pelo auditor  Dados espectáveis de acordo com os dados não financeiros
  26. 26. Procedimentos Analíticos como meio testes substantivos - Norma 520 Venâncio Chirrime26 Procedimentos analíticos nas fases de processo de auditoria:  Ajudar o auditor na decisão de aceitar o cliente  Ajudar o auditor no planeamento, como seja natureza, oportunidade e extensão dos procedimentos de auditoria;  Utilizar como testes substantivos;  Ajudar na revisão global das DF na fase de auditoria
  27. 27. Procedimentos Analíticos como meio testes substantivos - Norma 520 Venâncio Chirrime27  Nas fases do processo de auditoria FASE DE AUDITORIA FINALIDADE PROC.ANALÍTICOS Aceitação do Cliente Saber se o Cliente corresponde ao perfil de risco pretendido Planeamento Auxiliar na determinação da natureza, oportunidade e extensão de outros procedimentos de auditoria Execução de auditoria Utilização como testes substantivos e são prova para determinadas asserções Revisão global Auxiliar na formulação da opinião final quanto ao facto das DF serem consistentes com o conhecimento da Entidade
  28. 28. Procedimentos Analíticos como meio testes substantivos - Norma 520 Venâncio Chirrime28 Vantagens de procedimentos analíticos como testes substantivos:  Permite ao auditor utilizar o conhecimento do cliente  Maior eficácia em determinados casos, por exemplo: Calcular vendas na base de dados estatísticos e cruzar o resultado com os registos na contabilidade e investigar as diferenças
  29. 29. Procedimentos Analíticos como meio testes substantivos - Norma 520 Venâncio Chirrime29 Factores a considerar para o uso de PA como testes substantivos:  Objectivo dos procedimentos analíticos e extensão da fiabilidade dos seus resultados;  Natureza de entidade e o grau de desagração da informação;  Disponibilidade de informação financeira e não financeira;  Fiabilidade da informação disponível;  Fontes de informação disponível  Conhecimentos obtidos em auditorias anteriores
  30. 30. Procedimentos Analíticos como meio testes substantivos - Norma 520 Venâncio Chirrime30 Pressupostos de adequação para uso como testes substantivos:  Grandes volumes de transacções;  Quando há dados objectivos, não são necessários procedimentos sofisticados;  Fiabilidade dos dados que servem para formular as expectativas;  Avaliar se a expectativa é suficientemente precisa para identificar uma distorção;  Determinar a quantia da diferença considerada aceitável sem investigação, Vg. Variação percentual de 10% no Volume de Vendas
  31. 31. Testes de Auditoria - Procedimentos Analíticos Norma 520 Venâncio Chirrime31 Técnicas a utilizar para corroborar resultados de PA:  Inquirir pessoas externas à Entidade – pois que são independentes relativamente,Vg.Advogados;  Inquirir pessoas independentes dentro da Entidade – pois que são independentes relativamente ao procedimento;  Exame de documentos de suporte – por exemplo contractos de montantes avultados, que justifiue aumento significativo de vendas do período
  32. 32. Testes de Auditoria - Procedimentos Analíticos Norma 520 Venâncio Chirrime32 Riscos de uso de PA como testes substantivos:  Expectativas e previsões não suficientimente precisas;  Falta de fiabilidade dos dados a usar;  Uso excessivo e inadequado, levando a relações e rácios inúteis;  Aceiar explicações não realistas ou imprecisas;  Investigar de igual forma as diferenças significativas e não significativas;  Colocar pessoal pouco experiente na análise de resultados;
  33. 33. Por fim avaliação da Prova Venâncio Chirrime33 FACTORES QUE INFLUENCIAM:  A natureza e grau de risco inerente  A natureza dos sistemas contabilísticos e de CI  A materialidade do elemento em exame  A experiência obtida em auditorias anteriores  Os resultados dos procedimentos de auditoria  Origem e credibilidade da informação
  34. 34. Questão I Venâncio Chirrime34 Quais dos seguintes procedimentos técnicos são dispensáveis na auditoria à demonstrações de Resultados: a) Conferência e cálculo de registos! b) Inspecção e cálculo! c) Confirmação e observação!. d) Revisão analítica e inspecção! e) Revisão analítica e cálculo!
  35. 35. Questão II O trabalho de auditoria numa determinada empresa, revelou existir valores duplicados na escrituração das Contas a Receber e nas Vendas, num montante substancialmente relevante. Este facto, teve como reflexo, alterações nas Receitas, Impostos e Resultados. Qual dos seguintes procedimentos, uma vez aplicados habilitaria o auditor a identificar a duplicação ocorrida: a) Revisão analítica b) Observação; c) Recalculo; d) Reexecução; e) Inspecção; f) Indignação Venâncio Chirrime35

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