Cca0331 redacaomidiasgraficasav2

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Revisão da Av2 de CCA0331 Redação Publicitária Mídias Gráficas

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  1. 1. A pontuação não serve apenas para imitar os recursos de entonação da fala, mas para ordenar e orientar o leitor, de modo a permitir o acompanhamento do raciocínio de quem escreve.
  2. 2. Frase é uma unidade verbal com sentido completo e caracterizada por entoação. O objetivo primordial de todo texto publicitário é vender algo, para isso usa uma linguagem própria. Assim, chama a atenção, desperta interesse, estimula o desejo, cria convicção, induz à ação.
  3. 3. O ponto final tem o papel de delimitar o final de uma frase, não sendo ela exclamativa ou interrogativa direta. Mas o que se observa nos textos publicitários é o uso desse sinal para fragmentar o texto realçando características ou fatos importantes.
  4. 4. Uma das regras consideradas básicas em relação à pontuação é que não se separa sujeito de predicado, nem com vírgula, nem com ponto final. Mas na linguagem publicitária isso é comum.
  5. 5. Unimed. Comemorando mais um dia dedicado ao cooperativismo. Destaca-se primeiramente o que está sendo vendido, nesse caso, a marca Unimed. Os atributos ou ações relacionados ao nome virão em seguida.
  6. 6. Para envolver o consumidor, a publicidade não se detém a uma sintaxe própria. A pontuação ajuda a dar a leitura no ritmo correto, podendo introduzir o leitor em um suspense, uma indagação, afirmação, ou seja, conforme a pontuação que se utilize, conseguimos dar a ênfase correta à frase criada.
  7. 7. Resumindo, usa-se a pontuação para destacar elementos da frase, para dar ritmo, para aumentar a persuasão da mensagem.
  8. 8. Quanto à Flexão Verbal, cuidado para não trocar de pessoa no meio do texto, para não mudar do singular para o plural, para não mudar o tempo verbal do texto.
  9. 9. Função emotiva ou expressiva Esta função ocorre quando se destaca o emissor. A mensagem centra-se nas opiniões, sentimentos e emoções do emissor, sendo um texto completamente subjetivo e pessoal. A ideia de destaque do locutor dá-se pelo emprego da 1ª pessoa do singular, tanto das formas verbais, quanto dos pronomes.
  10. 10. Função referencial ou denotativa A mensagem é centrada no assunto. O emissor não dá a sua opinião pessoal, Falando de forma objetiva e direta. A ênfase é dada ao conteúdo, ou seja, às informações. Geralmente, usa-se a 3ª pessoa do singular.
  11. 11. Função apelativa ou conativa A mensagem é centrada no receptor e busca influenciá-lo ou chamar sua atenção. Geralmente, usa-se a 2ª pessoa (tu/você), formas verbais ou expressões no imperativo. Como essa função é a mais persuasiva de todas, é a mais frequente nos textos publicitários. Como a mensagem centra-se no interlocutor, usa-se argumentos que fazem parte do universo do mesmo.
  12. 12. Recursos Estilísticos - chamar a atenção - despertar prazer estético - facilitar a memorização - tornar a mensagem mais persuasiva - ajudar a levar o público à ação
  13. 13. Rima “Igualdade ou semelhança de sons pertencentes ao fim dos vocábulos” Evanildo Bechara Exemplos: Melhoral, é melhor e não faz mal. Philips. Dá o tom em matéria de som. Tomou Doril, a dor sumiu. Globo e você. Tudo a ver. O amor é a melhor herança, cuide da criança (jingle)
  14. 14. Paronomásia “Confrontação semântica de palavras similares do ponto de vista fônico”. Exemplos: O importante é comparar antes de comprar O Cartão Nacional Visa avisa: Automobil, o revendedor Lada do seu lado.
  15. 15. Paralelismo “Repetição próxima da mesma estrutura sintática” Exemplos: Você leva a vida. A gente leva você. (suj – v. trans dir. – obj dir) Você conhece. Você confia. (sujeito – verbo 3a singular do presente) Vale muito, custa pouco. Fale certo. Fale Fisk. Freud explica. E você explica para o guarda. (Chamada de um anúncio do Audi A3)
  16. 16. Antonímia “Palavras ou unidades lingüísticas que têm como referentes idéias opostas.” Exemplos: Madureira Shopping Rio, onde você tem mais por menos. Fotóptica é soft no atendimento e não é hard no pagamento. (também é rima) Giassi. Pequenos preços. Grandes amigos.
  17. 17. Antonímia Você também pode usar conceitos opostos. Exemplo: Platão – Amor platônico Homero – Luta homérica Para curar um amor platônico, só uma trepada homérica.
  18. 18. Aliteração Repetir fonemas (consoantes, vogais ou sílabas) numa frase ou expressão, para maior efeito sonoro e estético. Permite construir frases, slogans ou nomes marcantes. Exemplos: COCA-COLA, MICKEY MOUSE, BIG BANG PENSE FORTE, PENSE FORD. EU GOSTO DO GOSTO GOSTOSO DE HELLMANS. QUEM GOSTA DE HELLMANS SÓ PODE TER GOSTO. O GOSTO GOSTOSO DE HELLMANS. .
  19. 19. Metáfora Uma palavra assume o significado de outra. Previsão dos nossos japoneses: fim de semana sem chuviscos. (TV Toshiba) Não costure no trânsito. (Máquinas Singer)
  20. 20. Duplo sentido ou Polissemia Permite uma leitura literal e outra leitura figurada. Cigarro. Apague esta idéia. Álamo Construtora. Esta empresa tem base sólida. Angeloni. Super perto de você. Eu queria uma mulher que vivesse de renda. Valisere .
  21. 21. Trocadilho/Jogo de Palavras Lembra a paranomásia mas se vale da memória do receptor. Ou usa palavras parecidas na grafia e/ou som, porém com significados diferentes. É um recurso muito perigoso, pois tem o mesmo problema do humor nonsense: ou fica genial ou fica uma droga. Que a farsa esteja com você. (Filme Spaceballs em cima do Star Wars) Aruba. É do Caribe. (Campanha turística de Aruba destacando que o lugar é “do car...”) Antes à tarde do que nunca. (Campanha de um motel do Rio de Janeiro) .
  22. 22. Briefing - CRIAR CAMPANHA DE ANÚNCIOS DE REVISTA ENTREGA NA PRÓXIMA AULA OBJETIVO: Posicionar Florianópolis como um dos roteiros turísticos mais incríveis do Brasil. OBRIGATORIEDADE: TER TITULO, TEXTO E UM SLOGAN. Floripa está na moda. Turistas de todo o Brasil, e do mundo, descobriram a capital de SC. Belezas naturais, festas, gastronomia...Floripa pode ser o destino de jovens e idosos, famílias e solteiros, heteros e gays. A prefeitura quer uma campanha, e um slogan, que reflita essa diversidade de opções.
  23. 23. Recursos Persuasivos Criação de inimigos Para aumentar o poder de persuasão, é interessante estar em luta contra algum opositor. Exemplos: o detergente contra a sujeira; o aspirador de pó contra os ácaros; os analgésicos contra a dor de cabeça.
  24. 24. Apelo à autoridade / personalidade Utilização de citações de especialistas que dão o seu testemunho favorável, validando assim o que está sendo afirmado. Ex: dentista falando sobre escova de dentes; modelo vestindo marca de roupa ou anunciando produtos de beleza; atleta anunciando vitamina
  25. 25. A unidade O anúncio deve conter uma única proposta de venda, um tema central, desenvolvido ao longo do texto. Outras informações devem articular- se a esse tema central. (Analisar o briefing é fundamental. Não é necessário “empilhar” todas as informações no texto. Bom senso para selecionar aquilo que é realmente um diferencial e utilizar como foco central da argumentação).
  26. 26. Estrutura circular O final do texto remete ao título. Evita o questionamento e objetiva levar o leitor a conclusões definitivas.
  27. 27. Escolha lexical Utilizar o vocabulário do público- alvo aumenta a confiabilidade do que se diz, torna o texto mais próximo e por consequência mais agradável e persuasivo ao público.
  28. 28. Redação No Media Folder / Flyer / Mala-direta / Cartaz
  29. 29. Mala-direta Mala direta é uma peça gráfica criada para atingir o target (público-alvo) em sua residência ou local de trabalho. Exige a existência de um cadastro de nomes e endereços, chamado de mailing. Normalmente trata-se de uma peça com dobra, com a utilização de um título em dois tempos. O título externo chama atenção e desperta a curiosidade. O título interno completa a chamada.
  30. 30. Mala-direta O texto deve ter o máximo de informações possíveis para que o leitor não fique com dúvidas quanto ao produto ou serviço anunciado. Quanto mais personalizada a mala-direta, maior será o seu efeito. Alguns anunciantes conseguem uma personalização quase total, inclusive com o nome da pessoa no título da mensagem.
  31. 31. Folder Aproveitamos essa peça para passar o máximo de informação possível ao consumidor. Geralmente textos mais objetivos e informativos, o que não impede que sejam peças criativas.
  32. 32. Mídia Externa Criar outdoor, um busdoor, um painel de estrada ou um frontlight é um bom teste para o poder de síntese do redator. Ele deve ser lido e compreendido em “uma só olhada”. É preciso trabalhar com um mínimo de informação. O texto deve ser o mais curto possível.
  33. 33. Mídia Externa 3 dicas para criar mídia exterior: FAÇA-O GRANDE. FAÇA-O SIMPLES. FAÇA-O MEMORÁVEL.
  34. 34. Mídia Externa Como chegar nesta síntese? Limpe a idéia ao máximo, até chegar na informação central. Escreva de modo claro, curto, simples e direto.
  35. 35. Mídia Externa Relembrando. Deve ir direto ao ponto, sem rodeios. Deve ser limpo, agradável de se olhar. Captar tudo numa passada de olhos. Nada de fotos ou ilustrações complicadas.
  36. 36. Marketing Direto. Mala direta | E-mail Marketing | News Letter Marketing de Relacionamento. Redes Sociais | Clube de Fidelidade | SAC Endomarketing. Blog | Mural | E-mail | Skype | Cartaz | Circular | Newsletter Merchandising (PDV). Cartaz | Móbile | Marcador de Gôndola | Adesivo de chão | Banner
  37. 37. Publicidade para o Trade Geralmente este é o caminho de um produto: Fábrica - equipe de representantes - Lojistas – Consumidor Conclusão: existe um PÚBLICO INTERMEDIÁRIO.
  38. 38. Os apelos para os dois públicos são diferentes: Consumidor Final De modo geral, exaltar características do produto, benefícios que o produto trará ao seu dia-a-dia. Objetivo: levar (consumidor final) à ação de compra.
  39. 39. Os apelos para os dois públicos são diferentes: Lojista De modo geral, exaltar potencial de venda do produto, benefícios (lucro $) que o produto trará à sua loja. Objetivo: levar (lojista) à ação de compra.
  40. 40. Como demonstrar o “Potencial de Venda”? Qualidade do produto/Esforços publicitários/ Histórico de vendas. A comunicação com o Trade acontece, basicamente, com: Anúncios em revistas especializadas/ Broadside (folheto que apresenta o produto, fala de seu potencial de vendas e mostra em primeira mão a campanha publicitária que será lançada) Newsletter / e-mail mkt
  41. 41. Apelos Racionais e Emocionais A propaganda se utiliza de apelos RACIONAIS e EMOCIONAIS na persuasão do consumidor. O apelo racional se baseia geralmente nas caracteristicas fisicas e benefícios concretos do produto: praticidade, economia, etc.
  42. 42. Apelos Racionais e Emocionais O apelo emocional busca cativar o público-alvo com valores intangíveis, como felicidade, bem-estar, prazer. O apelo emocional busca criar um link com a pessoa, criando laços afetivos entre ele e a marca. Para isso, busca-se humanizar a mensagem. Em campanhas socioambientais, sociais, beneficentes, etc, geralmente utiliza-se apelos emocionais, para dar mais força ao discurso.
  43. 43. Redação para Produto A redação para produto cumpre alguns cuidados básicos: deve-se focar nos benefícios que ele proporciona ao consumidor. Geralmente busca-se explicar seu funcionamento ou uso, principalmente quando se trata de lançamento.
  44. 44. Redação para Produto Busca-se particularizar o produto, ou seja, o objetivo é a sua diferenciação. Às vezes, a estratégia é criar o anti-produto, ou seja, mostrar o não-uso, e toda a problemática decorrente disso. Nesses casos, o produto é apresentado como a solução.
  45. 45. Redação e Criatividade O texto publicitário utiliza Apelos Temáticos, de acordo com o segmento do produto/marca e com a estratégia criativa utilizada na campanha. Erotismo, humor, suspense, testemunhais, comparativa... (Comparativa cuidado com o CONAR)
  46. 46. Redação e Criatividade A campanha pode utilizar uma fase de TEASER, ou seja, um apelo anterior à campanha que serve para gerar expectativa. A fase de Teaser não pode ser muito longa, para não ficar chata e perder a atratividade. E quando a campanha entrar no ar, deve ter relação com o Teaser, para amarrar uma ideia na outra.
  47. 47. Redação e Criatividade Anúncios de Oportunidade aproveitam dois fatores: uma data específica (Dia dos Pais, das Crianças, das Mães, etc) e também um fato ou evento. Quando baseado em fatos deve ser criado a aprovado com agilidade, para não perder o momento certo de veiculação.

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