ANATOMIA FISIOLOGIA NASAL

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  • As fossas nasais filtram, aquecem e umidificam o ar que segue pela via aérea inferior para os pulmões. O aparelho respiratório é revestido por epitélio cilíndrico ciliado mucosecretor.
  • O paciente respirador oral fica mais predisposto a otites, sinusites, laringites e até mesmo pneumonias.
  • O ângulo naso-labial deve ter cerca de 90°, e dorso retilíneo.
  • Ainda assim, existem inúmeras formas de pirâmide nasal, o que não se relaciona necessariamente com a permeabilidade da fossa nasal (nariz grandes podem ser muito obstruídos e vice-versa).
  • Ainda assim, existem inúmeras formas de pirâmide nasal, o que não se relaciona necessariamente com a permeabilidade da fossa nasal (nariz grandes podem ser muito obstruídos e vice-versa).
  • Ainda assim, existem inúmeras formas de pirâmide nasal, o que não se relaciona necessariamente com a permeabilidade da fossa nasal (nariz grandes podem ser muito obstruídos e vice-versa).
  • A estrutura do nariz tem uma pequena porção óssea (ossos próprios da pirâmide nasal, lâmina perpendicular do etmóide e vômer), e um conjunto de várias cartilagens que dão a sustentação da ponta do nariz e permeabilidade das fossas nasais.
  • A estrutura do nariz tem uma pequena porção óssea (ossos próprios da pirâmide nasal, lâmina perpendicular do etmóide e vômer), e um conjunto de várias cartilagens que dão a sustentação da ponta do nariz e permeabilidade das fossas nasais.
  • A estrutura do nariz tem uma pequena porção óssea (ossos próprios da pirâmide nasal, lâmina perpendicular do etmóide e vômer), e um conjunto de várias cartilagens que dão a sustentação da ponta do nariz e permeabilidade das fossas nasais.
  • Ainda assim, existem inúmeras formas de pirâmide nasal, o que não se relaciona necessariamente com a permeabilidade da fossa nasal (nariz grandes podem ser muito obstruídos e vice-versa).
  • Ainda assim, existem inúmeras formas de pirâmide nasal, o que não se relaciona necessariamente com a permeabilidade da fossa nasal (nariz grandes podem ser muito obstruídos e vice-versa).
  • Ainda assim, existem inúmeras formas de pirâmide nasal, o que não se relaciona necessariamente com a permeabilidade da fossa nasal (nariz grandes podem ser muito obstruídos e vice-versa).
  • Ainda assim, existem inúmeras formas de pirâmide nasal, o que não se relaciona necessariamente com a permeabilidade da fossa nasal (nariz grandes podem ser muito obstruídos e vice-versa).
  • Ainda assim, existem inúmeras formas de pirâmide nasal, o que não se relaciona necessariamente com a permeabilidade da fossa nasal (nariz grandes podem ser muito obstruídos e vice-versa).
  • Ainda assim, existem inúmeras formas de pirâmide nasal, o que não se relaciona necessariamente com a permeabilidade da fossa nasal (nariz grandes podem ser muito obstruídos e vice-versa).
  • A vascularização das fossas nasais é dada por circulação proveniente da Artéria Carótida Externa e também da Art. Carótida Interna; o que é importante quando avaliar-se a pertinência da ligadura de carótida na epistaxe severa (é ineficaz se o sangramento for das Art. Etmoidais).
  • A região do meato médio também é chamada de complexo óstio-meatal, e recebe a drenagem do seio maxilar, células etmoidais anteriores, e seio frontal.
  • Existem 4 seios paranasais; são cavidades dentro dos ossos da face, cheias de ar, e revestidas por epitélio ciliado; quando há obstrução a ventilação dos seios surgem as sinusites.
  • O recém-nascidos tem seios maxilares e etmoidais pequenos com óstios amplos, que dificilmente obstruem mas permitem o acúmulo e passagem franca de secreções da fossa nasal para os seios. Assim as crianças em geral apresentam rinosinusites de evolução mais limitada que nos adultos, aonde o seio paranasal pode ficar bloqueado, com secreção purulenta, quase como se fosse um abcesso. Os seios paranasais vão aumentando de tamanho com o desenvolvimento da criança.
  • O epitélio cilíndrico ciliado mucosecretor que reveste a via aérea tem uma importante função protetora; a paralisia dos movimentos ciliares (causada por vírus ou fumaça) causa estase de secreções, colonização por bactérias e enfermidades diversas (sinusite, otites, laringites).
  • O movimento ciliar dentro dos seios maxilar é feito em direção ao óstio (infundíbulo) do seio na parte superior da parede medial, drenando para a região do meato médio (sob o corneto médio).
  • O meato superior é a região sob o corneto superior, aonde drenam as células etmoidais posteriores e o seio esfenoidal.
  • A fossa nasal é avaliada com o espéculo nasal (assoalho, teto, parede medial e lateral), e mais precisamente com o endoscópio nasal.
  • Aqui, para não esquecer, pois tem implicações na prática médica.
  • Aqui, para não esquecer, pois tem implicações na prática médica.
  • Como em tudo, as pessoas são muito “criativas” e descobriram outros “usos” para o nariz!
  • ANATOMIA FISIOLOGIA NASAL

    1. 1. MORFOFISIOLOGIAMORFOFISIOLOGIA NASOSSINUSALNASOSSINUSAL Diego Monteiro de Carvalho R1 Otorrinolaringologia FHAJ Manaus, 08 de março de 2012 FUNDAÇÃO HOSPITAL ADRIANO JORGEFUNDAÇÃO HOSPITAL ADRIANO JORGE RESIDÊNCIA MÉDICA EM OTORRINOLARINGOLOGIARESIDÊNCIA MÉDICA EM OTORRINOLARINGOLOGIA
    2. 2. • FILTRAR • UMIDIFICAR • AQUECER AR INSPIRADO
    3. 3. Características daCaracterísticas da pirâmide nasalpirâmide nasal Fonte: Testut, 1983.
    4. 4. FORMAS Fonte: Testut, 1983.
    5. 5. FORMAS Fonte: disponivel em www.msn.com
    6. 6. OSTEOLOGIA Fonte: Natter, 1998.
    7. 7. Anatomia do narizAnatomia do nariz ÓSSEO CARTILAGINOSO Fonte: Testut, 1983.
    8. 8. Anatomia do narizAnatomia do nariz Fonte: Anatomia de Sobotta, 2001.
    9. 9. Anatomia do narizAnatomia do nariz Fonte: Anatomia de Sobotta, 2001.
    10. 10. SEPTO NASAL Fonte: Anatomia de Sobotta, 2001.
    11. 11. SEPTO NASAL Fonte: Tratado ORL. 2011.
    12. 12. PAREDE LATERAL
    13. 13. PAREDE LATERAL Fonte: Natter, 1998.
    14. 14. PAREDE LATERAL Fonte: Natter, 1998.
    15. 15. PAREDE LATERAL Fonte: Tratado ORL. 2011.
    16. 16. VascularizaçãoVascularização Fossa NasalFossa Nasal Fonte: Natter, 1998.
    17. 17. Art. etmoidais Art. esfenopalatina Ramos da Art. Carótida INTERNA Ramo da Art. Carótida EXTERNA VascularizaçãoVascularização Fossa NasalFossa Nasal Fonte: Testut, 1983.
    18. 18. VascularizaçãoVascularização Fossa NasalFossa Nasal
    19. 19. Meato médioMeato médio ((complexo óstio-meatalcomplexo óstio-meatal )) 1. Seio frontal 2. Células etmoidais anteriores 3. Infundibulum 4. Células etmoidais médias 5. Células etmoidais posteriores 6. Corneto médio (parte) 7. Seio esfenoidal 8. Corneto inferior 9. Palato duro
    20. 20. Inervação da fossa nasalInervação da fossa nasal  N. Olfatório (I):N. Olfatório (I): OlfatoOlfato  N. Trigêmio (V):N. Trigêmio (V): Sensibilidade da face eSensibilidade da face e cavidades;cavidades; motor músculos mastigatóriosmotor músculos mastigatórios  N. Facial (VII):N. Facial (VII): gustação 2/3 ant da língua;gustação 2/3 ant da língua; motormotor músculos da face.músculos da face.
    21. 21. Inervação da fossa nasalInervação da fossa nasal V - TRIGÊMEO MAXILAR: N.Infraorbital = Pirâmide N.Nasopalatino = Septo R.Nasais =Parede lateral Fonte: Natter, 1998.
    22. 22. Inervação da fossa nasalInervação da fossa nasal TRIGÊMEO OFTALMICO: Etmoidal anterior = mucosa do septo e parede lateral; Etmoidal posterior = porção do septo e concha superior. Fonte: Natter, 1998.
    23. 23. Seios paranasaisSeios paranasais  4 seios paranasais revestidos com4 seios paranasais revestidos com epitélio cilíndrico ciliadoepitélio cilíndrico ciliado e célulase células caliciformescaliciformes – FrontalFrontal – MaxilarMaxilar – EtmóideEtmóide – EsfenóideEsfenóide
    24. 24. DesenvolvimentoDesenvolvimento dos seios paranasaisdos seios paranasais Recém-nascido 10 anos Óstios são amplos e cavidades
    25. 25. DesenvolvimentoDesenvolvimento dos seios paranasaisdos seios paranasais 15 anos Óstios são estreitos e cavidades
    26. 26. Seios paranasaisSeios paranasais
    27. 27. • ANTRO DE HIGHMORE • Terceiro mês de vida intrauterina • Crescimento rápido até 3 anos • RX: 5 mês de idade Seio maxilarSeio maxilar IRRIGAÇÃO Infraorbitárias – R.alveolares Palatinas Esfenopalatina – A.Nasal posterior lateral INERVAÇÃO MAXILAR
    28. 28. Seio maxilarSeio maxilar
    29. 29. Seio maxilarSeio maxilar
    30. 30. Quarto mês de vida intrauterina Crescimento rápido após 6 - 8 anos RX: após 1 ano Seio etmoidalSeio etmoidal INERVAÇÃO R. Maxilar do trigemio N. Esfenopalatino Rr nasociliares do n. oftálmico IRRIGAÇAO A.Etmoidais (oftálmica) A. Esfenopalatina (Maxilar)
    31. 31. Seio etmoidalSeio etmoidal
    32. 32. CÉLULAS ANTERIORES Bolhares Infundibulares Agger nasi Frontais CÉLULAS POSTERIORES Menor número Bula etmoidal Seio etmoidalSeio etmoidal 3 – 18 células Labirinto etmoidal
    33. 33. Sexto mês de idade intrauterina Após 2 anos penetra no frontal RX: a partir de 7 anos Seio FrontalSeio Frontal IRRIGAÇÃO A.Supraorbital A. Supratroclear Etmoidal anterior INERVAÇÃO N.Supraorbital N.frontal N. Supratroclear
    34. 34. Seio FrontalSeio Frontal
    35. 35. Seio EsfenoidalSeio Esfenoidal A. Etmoidal posterior A. Esfenopalatino IRRIGAÇÃO INERVAÇÃO N. Etmoidal posterior N. Esfenopalatino Quarto mês de idade intrauterina Crescimento maior a partir de 7 anos 15 anos: forma definitiva
    36. 36. Seio EsfenoidalSeio Esfenoidal Conchal Preselar Selar
    37. 37. Epitélio cilíndrico ciliadoEpitélio cilíndrico ciliado pseudoestratificado?pseudoestratificado? Normal: Enfermidade: Paralisia de movimentos ciliares com estase de secreções e colonização de bactérias Movimentos ciliares
    38. 38. FISIOLOGIAFISIOLOGIA
    39. 39. FILTRAÇÃOFILTRAÇÃO Vibrissas Função ciliar Reflexo Esternotutário Muco nasal
    40. 40. MOVIMENTO CILIARMOVIMENTO CILIAR Tapete mucoso ciliar
    41. 41. TRANSPORTE MUCOCILIATRANSPORTE MUCOCILIA
    42. 42. FLUXO DO MUCOFLUXO DO MUCO ““MUCUS HIGHWAYS”MUCUS HIGHWAYS” Seios paranasaisSeios paranasais ÓstiosÓstios Fossa NasalFossa Nasal RinofaringeRinofaringe EliminaçãoEliminação Cavidade OralCavidade Oral DeglutiçãoDeglutição
    43. 43. IMUNOLOGIAIMUNOLOGIA IgA: Inibe aderência celular de microrganismosIgA: Inibe aderência celular de microrganismos IgG: Ação adjuvante à IgAIgG: Ação adjuvante à IgA Lisozimas: Destrói peptídeos da parede celularLisozimas: Destrói peptídeos da parede celular bacterianabacteriana Lactoferrinas: Inibe crescimento bacteriano porLactoferrinas: Inibe crescimento bacteriano por depleção de ferrodepleção de ferro Interferon: Estimula os macrófagos na fagocitose viralInterferon: Estimula os macrófagos na fagocitose viral
    44. 44. Vasomotricidade Receptores colinérgicos (Ach) Receptores alfa adrenégicos (adrenalina) Aquecimento/Umidificação Vapor d’água Secreções glandulares Transudatos de vasos
    45. 45. Via Aérea
    46. 46. Movimento ciliarMovimento ciliar na fossa nasalna fossa nasal POS T. ANT.
    47. 47. •Câmara •Porção velofaríngea aberta Ressonância
    48. 48. Ciclo dosCiclo dos CornetosCornetos
    49. 49. Resistência X Ciclo NasalResistência X Ciclo Nasal Varia de 3 - 4 h podendo chegar a 6 hVaria de 3 - 4 h podendo chegar a 6 h 80 % dos indivíduos80 % dos indivíduos Necessidade de septo íntegro e Fluxo NasalNecessidade de septo íntegro e Fluxo Nasal Abolidos: Substâncias vasoativas, exercíciosAbolidos: Substâncias vasoativas, exercícios hiperventilação;hiperventilação; Persiste: oclusão nasal, respiração bucal,Persiste: oclusão nasal, respiração bucal, anestesia tópica.anestesia tópica.
    50. 50. Seios paranasaisSeios paranasais Transporte mucociliarTransporte mucociliar
    51. 51. Seios paranasaisSeios paranasais Ventilação - drenagemVentilação - drenagem FRONTAL ETMÓIDE ANTERIOR MAXILAR MEATO MÉDIO ETMÓIDE POSTERIOR ESFENÓIDE MEATO SUPERIOR
    52. 52. Parede lateralParede lateral da fossa nasal (2)da fossa nasal (2) MEATO SUPERIOR MEATO MÉDIO Etmóide posterior Esfenóide Frontal Etmóide anterior Maxilar
    53. 53. Exame dasExame das fossas nasaisfossas nasais 1- Inspeção 3- Endoscopia nasal 2- Rinoscopia anterior
    54. 54. Para não esquecer...Para não esquecer...
    55. 55. Para não esquecer...Para não esquecer... Drenagem dos seiosDrenagem dos seios paranasaisparanasais Meato médio: Seio frontal e maxilar, e etmoide anterior Meato superior: Seio esfenoidal e etmoide posterior OBSTRUÇÃO A DRENAGEM = ENFERMIDADE NASO-SINUSAL
    56. 56. Meato médioMeato médio “Complexo óstio-meatal”“Complexo óstio-meatal” Livre Obstruído com sinusite fronto- maxilar e etmoidal anterior
    57. 57. Epitélio cilíndricoEpitélio cilíndrico ciliado?ciliado? Normal: Enfermidade: Paralisia de movimentos ciliares com estase de secreções e colonização de bactérias Movimentos ciliares
    58. 58. Outras “funções” doOutras “funções” do nariznariz

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