CERRADO Prof a :  Cléo Miguez ©  www.bioloja.com Direitos autorais reservados. Reprodução e distribuição somente mediante ...
<ul><li>O cerrado corresponde a 1/3 da biota  brasileira.   </li></ul><ul><li>Aproximadamente   </li></ul><ul><li>1,8 ou 2...
Representado no centro do país, a sua área corre o domínio do cerrado e estende-se de um extremo ao outro do Mato Grosso d...
<ul><li>Mais de 90% da precipitação ocorrem de outubro a março, demarcando duas estações climáticas distintas:   a chuvosa...
<ul><li>Na sua maioria ricos em argila e óxidos de ferro,de cor vermelha ou vermelha amarelada. </li></ul><ul><li>Profundo...
<ul><li>Tóxico para a maioria das plantas agrícolas devido aos  altos índices de Al +3 .   </li></ul><ul><li>Teor de matér...
VEGETAÇÃO De modo geral  podemos distinguir dois estratos na vegetação dos cerrados. <ul><li>Árvores com troncos tortuosos...
<ul><li>Raízes superficiais, indo até pouco mais de 30 cm. </li></ul>B - Extrato herbáceo/arbustivo: <ul><li>Formado por e...
São responsáveis pela formação de 4, 5, 6 ou mais toneladas de palha por ha/ano. Um combustível que facilmente se inflama ...
FISIONOMIAS DO CERRADO Em termos fisionômicos o Cerrado é uma  savana tropical,  ou seja, um bioma no qual árvores e arbus...
 
<ul><li>A disponibilidade de água ou profundidade do lençol freático.  </li></ul><ul><li>A ação do homem.  </li></ul>Estas...
CAMPO LIMPO Predominância do estrato herbáceo
CAMPO SUJO Presença de pequena quantidade de arbustos, que se distribuem de forma bem espaçada por entre o estrado herbáce...
CAMPO CERRADO Vegetação campestre, com predomínio de gramíneas, pequenas árvores e arbustos bastante esparsos entre si. Po...
CERRADO SENSU STRICTO Presença de arbustos e árvores que raramente ultrapassam 6 metros de altura, recobertos por cascas e...
CERRADÃO Esta é a fisionomia de maior biodiversidade. Apresenta árvores de grande porte  com altura entre 8 e 15 metros (c...
OUTRAS FORMAÇÕES  DO DOMÍNIO CERRADO MATA   CILIAR : <ul><li>Sua ocorrência é favorecida pelas condições físicas locais, r...
Matas-de-galeria: <ul><li>A sobreposição de copas promove uma cobertura vegetal de 70 a 95%. </li></ul><ul><li>Vegetação d...
VEREDAS: <ul><li>As veredas são sempre encontradas em solos hidromórficos em locais de afloramento do lençol freático, pró...
A ÁGUA É UM FATOR LIMITANTE PARA A VEGETAÇÃO DO CERRADO?? Com uma longa estação seca, a vegetação do Cerrado,tem aspectos ...
<ul><li>Observa-se o crescimento de  Eucalyptus , mangueiras, abacateiros, cana-de-açúcar, laranjeiras, etc sem necessidad...
A   água não é  fator limitante para o estrato arbóreo-arbustivo, pois estas possuem raízes pivotantes profundas (10, 15, ...
O aspecto do estrato arbóreo não é devido à falta d’água, que por isso, apresentaria um  pseudoxeromorfismo,  mas sim devi...
A tortuosidade dos troncos e o espesso suber das árvores do cerrado  encontram explicação na ação do fogo que, repetidas v...
O FOGO O fogo é de extraordinária importância para o bioma do cerrado, seja pelos múltiplos e diversificados efeitos ecoló...
EFEITOS ECOLÓGICOS DO FOGO <ul><li>Remineralização da biomassa e   transferência de nutrientes sob forma de cinzas, favore...
Sincronização do processo de floração de várias espécies diferentes, facilitando a polinização cruzada e o conseqüente   a...
EFEITOS ECOLÓGICOS DO FOGO <ul><li>Dispersão de sementes (anemocoria), devido à eliminação da palha seca que se acumula so...
<ul><li>As flores algum tempo depois produzirão frutos e sementes que alimentarão outros animais. </li></ul>EFEITOS ECOLÓG...
EFEITOS ECOLÓGICOS DO FOGO <ul><li>Morte de espécies que compõem os ecossistemas florestais pois estas não possuem adaptaç...
MANEJO DO FOGO O manejo adequado do fogo em nossas reservas de cerrado pode constituir-se em eficiente meio para a preserv...
BIODIVERSIDADE O cerrado possui um terço da biodiversidade do nosso país, ou seja, de cada 100 espécies de seres vivos bra...
Sua flora riquíssima apresenta mais de 10.000 espécies de plantas, sendo 4.400 endêmicas dessa área.  A fauna apresenta 83...
AMEAÇAS AO CERRADO A partir da década de 1960, com a interiorização da capital e a abertura de uma nova rede rodoviária, l...
A expansão e a modernização da agropecuária no Cerrado gerou impactos econômicos positivos, com o posicionamento do Brasil...
<ul><li>A destruição e a fragmentação de habitats consistem, atualmente, na maior ameaça à integridade desse bioma. </li><...
A cada ano, estima-se que dois milhões de hectares do cerrado são desmatados, sendo que as áreas mais afetadas estão em Ma...
AMEAÇAS AO CERRADO <ul><li>Apenas 4,1% do Cerrado se encontram legalmente protegidos. </li></ul><ul><li>Poucas são as noss...
   Recentemente, uma série de ações por parte dos legisladores tem buscado amenizar os erros do passado cometidos para com...
O governo e diversos setores organizados da sociedade debatem como conservar o que restou do Cerrado, embasadas no uso ade...
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: <ul><li>http://www.bdt.fat.org.br/index </li></ul><ul><li>http://eco.ib.usp.br/cerrado/ </li><...
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    1. 1. CERRADO Prof a : Cléo Miguez © www.bioloja.com Direitos autorais reservados. Reprodução e distribuição somente mediante autorização .
    2. 2. <ul><li>O cerrado corresponde a 1/3 da biota brasileira. </li></ul><ul><li>Aproximadamente </li></ul><ul><li>1,8 ou 2,0 milhões de Km 2 se adicionarmos as áreas periféricas encravadas em outros domínios vizinhos. </li></ul>ÁREA
    3. 3. Representado no centro do país, a sua área corre o domínio do cerrado e estende-se de um extremo ao outro do Mato Grosso do Sul ao Piauí em seu eixo maior. Sul e sudeste: Floresta Atlântica Leste: vegetação de Caatinga nordestina Oeste: Floresta Amazônica Geograficamente, a região dos cerrados situa-se em um local estratégico que facilita o intercâmbio florístico e faunístico entre os domínios brasileiros.
    4. 4. <ul><li>Mais de 90% da precipitação ocorrem de outubro a março, demarcando duas estações climáticas distintas: a chuvosa e a seca. </li></ul><ul><li>Tropical sazonal de inverno seco. </li></ul><ul><li>Precipitação média anual de 1.500 mm. </li></ul>CLIMA <ul><li>Temperatura média em torno de 22 - 23ºC. </li></ul>
    5. 5. <ul><li>Na sua maioria ricos em argila e óxidos de ferro,de cor vermelha ou vermelha amarelada. </li></ul><ul><li>Profundos, porosos, permeáveis, bem drenados e intensamente lixiviados. </li></ul><ul><li>Pequena capacidade de retenção de água. </li></ul><ul><li>Teor ácido com pH que pode variar de menos de 4 a pouco mais de 5. </li></ul>SOLO
    6. 6. <ul><li>Tóxico para a maioria das plantas agrícolas devido aos altos índices de Al +3 . </li></ul><ul><li>Teor de matéria orgânica é pequeno, com lenta decomposição do húmus em função do longo período de seca. </li></ul>SOLO <ul><li>A correção do pH e a adubação podem tornar o solo fértil e produtivo, seja para a cultura de grãos ou de frutíferas. </li></ul>
    7. 7. VEGETAÇÃO De modo geral podemos distinguir dois estratos na vegetação dos cerrados. <ul><li>Árvores com troncos tortuosos, súber espesso e longas raízes subterrâneas atingindo 10, 15 ou mais metros de profundidade. </li></ul>A - Estrato lenhoso :
    8. 8. <ul><li>Raízes superficiais, indo até pouco mais de 30 cm. </li></ul>B - Extrato herbáceo/arbustivo: <ul><li>Formado por espécies perenes com órgãos subterrâneos de resistência que lhe garantem sobreviver à seca e ao fogo. </li></ul>
    9. 9. São responsáveis pela formação de 4, 5, 6 ou mais toneladas de palha por ha/ano. Um combustível que facilmente se inflama favorecendo a ocorrência e propagação das queimadas no cerrado. <ul><li>Ramos aéreos anuais que secam e morrem durante a estação seca. </li></ul>B - Extrato herbáceo/arbustivo:
    10. 10. FISIONOMIAS DO CERRADO Em termos fisionômicos o Cerrado é uma savana tropical, ou seja, um bioma no qual árvores e arbustos coexistem com uma vegetação rasteira formada principalmente por gramíneas. As árvores e arbustos distribuem-se esparsamente pela vegetação rasteira e raramente formam uma cobertura arbórea contínua, determinando desde formas campestres abertas , como os campos limpos de cerrado, até formas relativamente densas florestais como o cerradão.
    11. 12. <ul><li>A disponibilidade de água ou profundidade do lençol freático. </li></ul><ul><li>A ação do homem. </li></ul>Estas fisionomias aparecem distribuídas de acordo com: <ul><li>A quantidade de nutrientes no solo. </li></ul><ul><li>As características das queimadas de cada local (freqüência,época,intensidade). </li></ul>
    12. 13. CAMPO LIMPO Predominância do estrato herbáceo
    13. 14. CAMPO SUJO Presença de pequena quantidade de arbustos, que se distribuem de forma bem espaçada por entre o estrado herbáceo mais predominante .
    14. 15. CAMPO CERRADO Vegetação campestre, com predomínio de gramíneas, pequenas árvores e arbustos bastante esparsos entre si. Pode tratar-se de transição entre campo e demais tipo de vegetação ou às vezes resulta da degradação do cerrado.
    15. 16. CERRADO SENSU STRICTO Presença de arbustos e árvores que raramente ultrapassam 6 metros de altura, recobertos por cascas espessas com folhas coriáceas e caules tortuosos, que se distribuem por entre a vegetação rasteira (herbácea).
    16. 17. CERRADÃO Esta é a fisionomia de maior biodiversidade. Apresenta árvores de grande porte com altura entre 8 e 15 metros (cobertura arbórea entre 50 e 90%) . O estrato herbáceo, como na maioria das formações florestais, apresenta-se escasso.
    17. 18. OUTRAS FORMAÇÕES DO DOMÍNIO CERRADO MATA CILIAR : <ul><li>Sua ocorrência é favorecida pelas condições físicas locais, relacionada, em especial, à maior umidade do solo. </li></ul><ul><li>Vegetação que cresce ao longo dos cursos d'água e linhas de drenagem. </li></ul>
    18. 19. Matas-de-galeria: <ul><li>A sobreposição de copas promove uma cobertura vegetal de 70 a 95%. </li></ul><ul><li>Vegetação de grande porte (20-30 metros) que ocorre ao longo de pequenos e córregos formando &quot;galerias&quot;. </li></ul><ul><li>As espécies são perenes, sem perda de folhas durante a seca. </li></ul>
    19. 20. VEREDAS: <ul><li>As veredas são sempre encontradas em solos hidromórficos em locais de afloramento do lençol freático, próximas a nascentes ou na borda das matas de galeria, circundadas por campo limpo. </li></ul><ul><li>O buritizeiro ( Mauritia vinifera ) e certas gramíneas são as espécies principais na vereda. </li></ul>
    20. 21. A ÁGUA É UM FATOR LIMITANTE PARA A VEGETAÇÃO DO CERRADO?? Com uma longa estação seca, a vegetação do Cerrado,tem aspectos que costumam ser interpretados como adaptações a ambientes secos. ( xeromorfismo ) Árvores de pequeno a médio porte e de copa rala. Folhas endurecidas, com superfície brilhante e, não raro, recoberta por pêlos. FATOS A FAVOR: Suber espesso
    21. 22. <ul><li>Observa-se o crescimento de Eucalyptus , mangueiras, abacateiros, cana-de-açúcar, laranjeiras, etc sem necessidade de irrigação. </li></ul>FATOS CONTRA: <ul><li>Mesmo durante a seca as folhas das árvores perdem razoáveis quantidades de água por evaporação. </li></ul><ul><li>Muitas espécies arbóreas do cerrado florescem em plena estação seca. </li></ul>
    22. 23. A água não é fator limitante para o estrato arbóreo-arbustivo, pois estas possuem raízes pivotantes profundas (10, 15, 20 m) que retiram água do lençol freático. Apenas o estrato herbáceo-arbustivo, devido às suas raízes pouco profundas, sofre com a seca, cuja parte epigéia se desseca e morre, embora suas partes hipogéias se mantenham vivas, resistindo sob a terra às agruras da seca. CONCLUSÕES:
    23. 24. O aspecto do estrato arbóreo não é devido à falta d’água, que por isso, apresentaria um pseudoxeromorfismo, mas sim devido à escassez de nutrientes do solo. Diz-se, então, que a vegetação apresenta um escleromorfismo oligotrófico ou, em outras palavras, &quot;um aspecto muito duro devido à falta de nutrição&quot;. CONCLUSÕES :
    24. 25. A tortuosidade dos troncos e o espesso suber das árvores do cerrado encontram explicação na ação do fogo que, repetidas vezes, queima o meristema apical das árvores, favorecendo o brotamento das gemas laterais. CONCLUSÕES:
    25. 26. O FOGO O fogo é de extraordinária importância para o bioma do cerrado, seja pelos múltiplos e diversificados efeitos ecológicos que exerce, seja por ser ele uma excelente ferramenta para o manejo de áreas de cerrado, com objetivos conservacionistas.
    26. 27. EFEITOS ECOLÓGICOS DO FOGO <ul><li>Remineralização da biomassa e transferência de nutrientes sob forma de cinzas, favorecendo o estrato herbáceo/arbustivo </li></ul><ul><li>Rebrotamento com produção de flores, em muitos casos, em função da eliminação total das partes aéreas das plantas. </li></ul>
    27. 28. Sincronização do processo de floração de várias espécies diferentes, facilitando a polinização cruzada e o conseqüente aumento da biodiversidade. EFEITOS ECOLÓGICOS DO FOGO
    28. 29. EFEITOS ECOLÓGICOS DO FOGO <ul><li>Dispersão de sementes (anemocoria), devido à eliminação da palha seca que se acumula sobre o solo. </li></ul><ul><li>Germinação de sementes pirofíticas. </li></ul><ul><li>Os insetos polinívoros e nectarívoros beneficiam-se com a resposta floral das plantas após a passagem do fogo. </li></ul>
    29. 30. <ul><li>As flores algum tempo depois produzirão frutos e sementes que alimentarão outros animais. </li></ul>EFEITOS ECOLÓGICOS DO FOGO <ul><li>O próprio rebrotamento vegetativo é de grande importância para aqueles que se alimentam de folhas e brotos tenros. </li></ul>
    30. 31. EFEITOS ECOLÓGICOS DO FOGO <ul><li>Morte de espécies que compõem os ecossistemas florestais pois estas não possuem adaptações ao fogo. </li></ul><ul><li>Redução da densidade de árvores transformando áreas de cerradão em campos sujos e até em campos limpos com o comprometimento da biodiversidade animal e vegetal. Empobrecimento do solo. </li></ul>
    31. 32. MANEJO DO FOGO O manejo adequado do fogo em nossas reservas de cerrado pode constituir-se em eficiente meio para a preservação da flora e da fauna. Queimadas em rodízio, em parcelas pequenas e com regimes próprios, reduziriam os riscos de grandes incêndios acidentais,permitiriam às plantas completar seus ciclos biológicos, acelerariam a ciclagem dos nutrientes minerais e aumentariam a produtividade dos ecossistemas, além de suprir os animais com alimento durante os difíceis meses de seca. A mortalidade também seria reduzida, uma vez que os animais disporiam de áreas não queimadas, onde poderiam se refugiar.
    32. 33. BIODIVERSIDADE O cerrado possui um terço da biodiversidade do nosso país, ou seja, de cada 100 espécies de seres vivos brasileiros, cerca de 33 vivem por lá . É considerado o segundo maior bioma do Brasil, isto é, o segundo maior conjunto de espécies animais e vegetais que vivem em uma mesma área, atrás apenas da Amazônia.
    33. 34. Sua flora riquíssima apresenta mais de 10.000 espécies de plantas, sendo 4.400 endêmicas dessa área. A fauna apresenta 837 espécies de aves; 161 espécies de mamíferos (19 endêmicas); 150 espécies de anfíbios, (45 endêmicas); 120 espécies de répteis, (45 endêmicas). Apenas no Distrito Federal, há 90 espécies de cupins, mil espécies de borboletas e 500 espécies de abelhas e vespas.
    34. 35. AMEAÇAS AO CERRADO A partir da década de 1960, com a interiorização da capital e a abertura de uma nova rede rodoviária, largos ecossistemas deram lugar à pecuária e à agricultura extensiva, como a soja, arroz e ao trigo.
    35. 36. A expansão e a modernização da agropecuária no Cerrado gerou impactos econômicos positivos, com o posicionamento do Brasil como um dos maiores produtores internacionais de grãos e a conseqüente geração de divisas. A ocupação do Cerrado,no entanto, também aumentou as diferenças sociais e vêm provocando custos ambientais bastante elevados como a visível AMEAÇAS AO CERRADO fragmentação do ambiente natural, a perda da biodiversidade, a invasão de espécies exóticas - que destroem as nativas -, a erosão do solo, a poluição da água, a degradação da terra, o uso pesado de agroquímicos, o desequilíbrio no ciclo de carbono e as mudanças climáticas.
    36. 37. <ul><li>A destruição e a fragmentação de habitats consistem, atualmente, na maior ameaça à integridade desse bioma. </li></ul><ul><li>Cerca de 80% do Cerrado já foi modificado pelo homem. </li></ul>Somente 19,15% corresponde a áreas nas quais a vegetação original ainda está em bom estado. <ul><li>60% da área total é destinada à pecuária e 6% aos grãos, principalmente soja . </li></ul>AMEAÇAS AO CERRADO
    37. 38. A cada ano, estima-se que dois milhões de hectares do cerrado são desmatados, sendo que as áreas mais afetadas estão em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais, além do oeste da Bahia. Se a degradação continuar o cerrado poderá desaparecer até 2030. AMEAÇAS AO CERRADO
    38. 39. AMEAÇAS AO CERRADO <ul><li>Apenas 4,1% do Cerrado se encontram legalmente protegidos. </li></ul><ul><li>Poucas são as nossas unidades de conservação, com áreas bem significativas, onde o Cerrado é o bioma dominante. </li></ul><ul><li>Entre elas podemos mencionar : o Parque Nacional das Emas, o Parque Nacional Grande Sertão Veredas, o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, o Parque Nacional da Serra da Canastra, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros e o Parque Nacional de Brasília. </li></ul>
    39. 40.   Recentemente, uma série de ações por parte dos legisladores tem buscado amenizar os erros do passado cometidos para com este bioma, atitudes como a Proposta de Emenda à Constituição n° 141 de 1992, o código florestal brasileiro e uma série de decretos a nível municipal, estadual e federal, tem gerado subsídios para a implementação de ações que visem a conservação e recuperação da área do cerrado. Se considerarmos que cerca de 45% da área do Domínio do Cerrado já foram convertidos em pastagens cultivadas e lavouras diversas, é extremamente urgente que novas unidades de conservação representativas dos cerrados sejam criadas ao longo de toda a extensão deste Domínio. SOS CERRADO
    40. 41. O governo e diversos setores organizados da sociedade debatem como conservar o que restou do Cerrado, embasadas no uso adequado dos recursos priorizando iniciativas que possibilitem um modelo de desenvolvimento sustentável e justo. Projetos que visam o resgate e a manutenção da biodiversidade do Cerrado, estudam a implementação de corredores ecológicos que evitam o isolamento das áreas protegidas, garantindo o trânsito de espécies por um mosaico de unidades ambientalmente sustentáveis
    41. 42. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: <ul><li>http://www.bdt.fat.org.br/index </li></ul><ul><li>http://eco.ib.usp.br/cerrado/ </li></ul><ul><li>http://www.ibama.gov.br/ecossistemas/cerrado.htm </li></ul><ul><li>http://www.conservation.org.br/onde/cerrado/ </li></ul><ul><li>Biologia 3 – César e Sezar </li></ul>

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