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tendo fugido da corrupção que há no mundo por causa da concupiscência (Manuscrito29, 1906).  Esta oração [a de Juan 17] é ...
Perfumadas com a fragrância de sua justiça, ascendem a Deus em cheiro suave. Aoferenda é plenamente aceitável, e o perdão ...
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Enquanto o sacerdote intercedia ante Deus, todo coração 480 devia inclinar-secontrito, para suplicar o perdão da transgres...
cruz, só ele pronunciará a sentença de recompensa castigo. O que se submeteu aquiao sofrimento e a humilhação da cruz, ter...
capaz de salvar até o sumo a todos os que vão a Deus por meio dele, já que vive parainterceder por eles (Manuscrito 92, 18...
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X. O Advogado celestial reterá para sempre a natureza humana   Cristo ascendeu aos céus com uma humanidade santificada. In...
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Comentários sobre o ministério sacerdotal de cristo no santuário celestial

  1. 1. Comentários Sobre o Ministério Sacerdotal de cristo no SantuárioCelestialPor Ellen G. WhiteI. Aplica os benefícios de um sacrifício expiatório completo Estes são nossos temas: Cristo crucificado por nossos pecados, Cristo ressuscitadodos mortos, Cristo nosso intercessor ante Deus; e estreitamente relacionada com estesassuntos se acha a obra do Espírito Santo (Evangelismo, p. 140). O grande Sacrifício tinha sido oferecido e aceitado, e o Espírito Santo que desceu nodia de Pentecostes dirigiu o atendimento dos discípulos desde o santuário terreal aocelestial, onde Jesus tinha entrado 475 com seu próprio sangue, para derramar sobreseus discípulos os benefícios de sua expiação (Primeiros escritos, pp. 259, 260). Nosso Salvador está no santuário intercedendo em favor de nós. É nosso SumoSacerdote intercessor, que faz um sacrifício expiatório por nós, ao apresentar em favorde nós a eficácia de seu sangue (Fundamentos da educação cristã, p. 370). Todos os que rompam com a escravatura e o serviço de Satanás, e estejam dispostosa permanecer sob o estandarte manchado de sangue do Príncipe Emanuel, serãoprotegidos pela intercessão de Cristo. O, nosso Mediador, sentado à destra do Pai,sempre nos tem ao alcance de sua vista, porque é tão necessário que nos protejamediante sua intercessão como que nos isente mediante seu sangue. Se nos soltassepor um só instante, Satanás estaria ali pronto para destruir-nos. Aos que adquiriu porseu sangue, protege-os mediante sua intercessão (Manuscrito 73,1893). Obrigado a Deus que quem derramou seu sangue por nós vive para rogar em nossofavor, para fazer intercessão por cada alma que o recebe. . . Sempre deveríamosrecordar a eficácia do sangue de Jesus. O sangue purificador e sustentador da vida,aceitada mediante fé vivente, é nossa esperança. Nosso apreço por seu inestimávelvalor devesse crescer, porque fala em favor nosso só quando clamamos por fé suavirtude, se temos a consciência limpa e estamos em paz com Deus. Se a representa como o sangue perdoador, inseparavelmente relacionada com aressurreição e a vida de nosso Redentor, ilustrada pela corrente ininterrupta queprocede do trono de Deus, o água do rio da vida (Filhos e filhas de Deus, p. 228). Cristo morreu para fazer um sacrifício expiatório por nossos pecados. Como nossoSumo Sacerdote intercede por nós à destra do Pai. Mediante o sacrifício de sua vidaconseguiu redenção para nós. Sua expiação é efetiva para todos os que estejamdispostos a humilhar-se, e recebem a Cristo como seu exemplo em todo. Se o Salvadornão tivesse dado sua vida em propiciação por nossos pecados, toda a família humanateria perecido; não teria tido direito ao céu. Por meio de sua intercessão nós, pela fé, oarrependimento e a conversão, podemos chegar a ser participantes da natureza divina,
  2. 2. tendo fugido da corrupção que há no mundo por causa da concupiscência (Manuscrito29, 1906). Esta oração [a de Juan 17] é uma lição a respeito da intercessão que o Salvadorlevaria a cabo dentro do véu, quando se tivesse completado seu grande sacrifício emfavor dos homens: a oferenda de si mesmo. Nosso 476. Mediador deu a seus discípulos esta ilustração de seu ministério no santuáriocelestial em favor de todos os que vingam a ele com manso e humildade, despojadosde todo egoísmo e acreditando em o poder de Cristo para salvar (Comentário bíblicoadventista, t. 5, p. 1119).II. A intercessão aplica e completa a transação efetuada na cruz A intercessão de Cristo pelo homem no santuário celestial é tão essencial para oplano da salvação como o foi sua morte na cruz. Com sua morte deu princípio àquelaobra para cuja conclusão ascendeu ao céu depois de sua ressurreição. Pela fé devemosentrar véu adentro, "onde entrou por nós como precursor Jesus" (Heb. 6: 20). Ali sereflete a luz da cruz do Calvário; e ali podemos obter um entendimento mais claro dosmistérios da redenção (O conflito dos séculos, p. 543). As palavras de Cristo na ladeira da montanha eram o anúncio de que seu sacrifícioem favor dos homens era total e completo. As condições da expiação se tinhamcumprido; tinha-se levado a cabo a obra para a qual tinha vindo a este mundo. Tinhaconseguido o reino. Se o tinha arrebatado a Satanás e agora era o herdeiro de todo.Estava em caminho para o trono de Deus, para ser honrado pelos anjos, os principadose as potestades. Tinha iniciado sua obra de mediação. Revestido de autoridadeilimitada, deu-lhe sua comissão aos discípulos: "Portanto, ide, e fazei discípulos a todasas nações, batizando-os no nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-lhes que guardem todas as coisas que vos mandei; e tenho aqui eu estou convoscotodos os dias, até o fim do mundo" (Manuscrito 138, 1897). Obrigado a Deus que quem derramou seu sangue por nós vive para rogar em nossofavor, para fazer intercessão por cada alma que o recebe. "Se confessamos nossospecados, ele é fiel e justo para perdoar nossos pecados, e limpar-nos de todamaldade". O sangue de Jesus Cristo nos limpa de todo pecado. Diz melhores coisas queo sangue de Abel, porque Cristo vive sempre para interceder por nós. Sempredevemos ter presente a eficácia do sangue de Jesus (Filhos e filhas de Deus, p. 228). Jesus está de pé ante o Pai, oferecendo continuamente um sacrifício pelos pecadosdo mundo. É o ministro do verdadeiro tabernáculo, que Deus levantou e não ohomem. As oferendas típicas do tabernáculo judeu já não possuem nenhuma virtude.Já não se precisa uma expiação diária nem anual. Mas em vista de que se estãocometendo pecados permanentemente, 477 é essencial o sacrifício expiatório doMediador celestial. Jesus, nosso grande Sumo Sacerdote, oficia por nós na presença deDeus, e oferece em favor de nós seu sangue derramado (The Youth"s Instrutor, 16 deabril de 1903). Obrigado a sua vida imaculada, sua obediência e sua morte na cruz do Calvário,Cristo intercedeu pela raça perdida. E agora, o Capitão de nossa salvação nãointercede por nós como um mero suplicante, senão como um vencedor que reclamasua vitória. Sua oferenda é uma oferenda completa, e enquanto nosso Intercessor levaa cabo a tarefa que se impôs, sustenta ante Deus o incensário que contém seuspróprios méritos imaculados e as orações, confissões e ações de graça de seu povo.
  3. 3. Perfumadas com a fragrância de sua justiça, ascendem a Deus em cheiro suave. Aoferenda é plenamente aceitável, e o perdão cobre toda transgressão. Para overdadeiro crente Cristo é certamente o ministro do santuário, que oficia por ele ali, eque fala por meio dos instrumentos assinalados por Deus (The Signs of the Times, 14de fevereiro de 1900). Nos átrios celestiais Cristo intercede por sua igreja, por aqueles em cujo favor pagouo preço da redenção com seu sangue. Nos séculos e as idades não poderão diminuir aeficácia de seu sacrifício expiatório. Nem a vida nem a morte, nem o alto nem o baixo,podem separamos do amor de Deus que é em Cristo Jesus; não porque nós estejamostão firmemente asidos dele, senão porque ele nos sustenta fortemente (Os Atos dosapóstolos, p. 456). Jesus é nosso grande Sumo Sacerdote nos céus. E daí está fazendo? Esta efetuandouma obra de intercessão e expiação em favor de seus filhos que acreditam em ele(Depoimentos para os ministros, p. 37). Acercamo-nos a Deus através de Jesus Cristo, o Mediador, a única maneira por cujomeio se consegue o perdão dos pecados. Deus não pode perdoar os pecados a costade sua justiça, sua santidade e sua verdade. Mas perdoa os pecados e o fazplenamente. Não há pecados que não queira perdoar no Senhor Jesus Cristo e pormeio dele. Esta é a única esperança do pecador, e se descansa em isto com fé sincera,pode estar seguro cai que será plena e amplamente perdoado. Há um só canal que éacessível a todos, e por meio dele se encontra ao alcance do alma penitente e contritaum perdão rico e abundante, e até para os pecados mais tenebrosos. Estas lições se as ensinaram ao povo elegido de Deus faz milhares de anos; se asrepetiu mediante símbolos e figuras para que a obra desta verdade se pudesse recalcarem cada coração: Sem derramamento de sangue não há remessa de pecados (Carta12,1892). Cristo morreu por nós, e ao receber sua perfeição, temos direito ao céu. Dá-lhes a faculdade de chegar a ser filhos de Deus a todos os que acreditam em ele. Bemcomo o vive, nós também viveremos. É nosso Advogado ante o tribunal do alto. Esta énossa única esperança (Manuscrito 29, 1906). Ao oferecer sua própria vida, Cristo se fez responsável de todo homem e todamulher da terra. Está de pé na presença de Deus e diz: "Pai, eu assumo a culpa destaalma. Morrerá se a deixo carregar com ela. Se arrepende, será perdoada. Meu sanguea limpará de todo pecado. "Eu dei minha vida pelos pecados do mundo". Se o transgressor da lei de Deus está disposto a ver em Cristo seu sacrifícioexpiatório, se acredita em o que é capaz de limpar de toda injustiça, Cristo não terámorrido em vão para ele (The Review and Herald, 27 de fevereiro de 1900). "Pelo qual devia ser em todo semelhante a seus irmãos, para vir ser misericordioso efiel sumo sacerdote no que a Deus se refere [notem-se as palavras], para expiar ospecados do povo". O pecador arrependido deve crer que Cristo é seu Salvador pessoal,É sua única esperança. Pode recorrer ao sangue de Cristo para apresentar a Deus,como próprios, os méritos do Salvador crucificado e ressuscitado. Desse modo,mediante a oferenda de si mesmo feita por Cristo, o inocente em lugar do culpado,removem-se todos os obstáculos e o amor perdoador de Deus pode fluir em ricosraudales de misericórdia em favor do homem caído (Em Cada dia com Deus, p. 36). Quando reconhecemos adiante de Deus que apreciamos os méritos de Cristo, se lheadiciona fragrância a nossas intercessões. ¡Oh, quem pode valorizar esta grandemisericórdia e este grande amor! Quando nos acercamos a Deus por meio da virtude
  4. 4. dos méritos de Cristo, somos cobertos com suas vestimentas sacerdotais. Localiza-nosmuito perto, a seu lado; rodeia-nos com seu braço humano, e ao mesmo tempo seaferra do trono do Infinito com seu braço divino. Põe seus méritos, como suaveincenso, num incensário que coloca em suas mãos, para animá-los a elevar suaspetições. Promete-lhes escutar e contestar suas súplicas (Carta 22, 1898). Hoje ele [Cristo] está fazendo expiação por nós ante o Pai. "Se algum tiver pecado,advogado temos para com o Pai, a Jesus Cristo o justo". Ao assinalar as palmas de suasmãos perfuradas pela loucura e o preconceito dos homens impíos, diz-nos: "Naspalmas das mãos te tenho esculpida" (Isa. 49: 16). O Pai se inclina em sinal de queaceita o preço pago pela humanidade, e os anjos se aproximam com reverência à cruzdo Calvário. ¡Que sacrifício é este! ¡Quem poderá penetrar em ele! Ao homem lhetomará toda a eternidade entender o plano de redenção. Se lhe revelará linha sobrelinha, um pouquinho aqui e 479 um pouquinho lá (Manuscrito 21, 1895).III. O ministério de Cristo no santuário celestial Estamos no grande dia da expiação, e a sagrada obra de Cristo em favor do povo deDeus que se está levando a cabo agora [1882] no santuário celestial, deveria sermotivo de nosso constante estudo (Testimonies, t. 5, p. 520). ¡Oh, se todos pudessem considerar a nosso precioso Salvador segundo o que é: umSalvador! Permitamos que sua mão tire o véu que oculta sua glória de nossa vista.Mostra-o num lugar elevado e santo. Que vemos? A nosso Salvador, não numambiente silencioso e inativo. Está rodeado de inteligências celestiais: querubins eserafins, e anjos por dezenas e mais dezenas de milhares. Todos estes seres celestiaistêm um propósito que está acima de todos os demais, no qual têm um profundointeresse: a igreja no meio de um mundo corrompido (Carta 89 c, 1897). O está em seu lugar santo, não num ambiente solitário e grandioso, senão rodeadode dezenas e mais dezenas de milhares de seres celestiais, que aguardam as ordens doMaestro. E ele lhes manda que vão trabalhar em favor do santo mais débil que põe suaconfiança em Deus. Provê-se o mesmo auxílio tanto para o encumbrado como para ohumilde, tanto para o rico como para o pobre (Carta 134, 1899). Não coloqueis vossa influência contra os mandamentos de Deus. Essa lei é tal comoJeová a escreveu no templo do céu. O homem pode hollar sua cópia terreal, mas ooriginal se conserva no arca de Deus no céu; e sobre a coberta dessa arca,precisamente em cima dessa lei, está o propiciatório. Jesus está ali mesmo, adiantedessa arca, para mediar pelo homem (Comentário bíblico adventista, t. 1, p. 1123). Todos devemos ter presente o tema do santuário. Não permita Deus que o cúmulode palavras que procede dos lábios humanos diminua a fé de nosso povo na verdadede que há um santuário no céu, e que uma cópia desse santuário se edificou uma veznesta terra. Deus deseja que seu povo se familiarize com esta cópia, tendo semprepresente o santuário celestial, onde Deus é todo e está em todo (Carta 233, 1904). Jesus é nosso Advogado, nosso Sumo Sacerdote, nosso Intercessor. Nossa situação ésimilar à dos israelitas no dia da expiação. Quando o Sumo Sacerdote entrava no lugarsantíssimo, representação do lugar onde nosso Sumo Sacerdote está intercedendoagora, e aspergia o sangue expiatório sobre o propiciatório, afora não se ofereciamsacrifícios expiatórios:
  5. 5. Enquanto o sacerdote intercedia ante Deus, todo coração 480 devia inclinar-secontrito, para suplicar o perdão da transgressão (The Signs of the Times, 28 de junhode 1899).IV. A segunda fase do sacerdócio implica o juízo Cumpriu uma fase de seu sacerdócio ao morrer na cruz pela raça caída. Agora estácumprindo outra fase ao defender adiante do Pai o caso do pecador arrependido ecrente, e ao apresentar ante Deus as oferendas de seu povo. Por ter tomado naturezahumana e por ter vencido nessa natureza as tentações do inimigo, e considerando quetem perfeição divina, se lhe encarregou o juízo do mundo. O caso de cada qual lhe seráapresentado para que o revise. O pronunciará a sentença, e lhe dará a cada homem oque corresponda a suas obras (Manuscrito 42, 1901).V. Perpétua intercessão O incenso, que ascendia com as orações de Israel, representava os méritos e aintercessão de Cristo, sua perfeita justiça, a qual por meio da fé é credenciada a seupovo, e é o único que pode fazer o culto dos seres humanos aceitável a Deus. Adiantedo véu do lugar santíssimo, tinha um altar de intercessão perpétua; e adiante do lugarsanto, um altar de expiação contínua. Tinha que se acercar a Deus mediante o sanguee o incenso, pois estas coisas simbolizavam ao grande Mediador, por meio de quem ospecadores podem acercar-se a Jeová, e por cuja intervenção tão só pode outorgar-semisericórdia e salvação ao alma arrependida e crente (Patriarcas e profetas, p. 366). Mediante o serviço do sacerdócio judeu se nos recorda continuamente o sacrifício ea intercessão de Cristo. Todos os que vão a Cristo hoje devem recordar que seusméritos são o incenso que se mistura com as orações dos que se arrependem de seuspecados, e recebem perdão e misericórdia e graça. Nossa necessidade da intercessãode Cristo é constante (Manuscrito 14, 1901).VI. Cristo é ao mesmo tempo Mediador e Juiz Cristo está ao tanto, por experiência pessoal, do conflito que desde a queda de Adãotem estado em permanente atividade. Quão apropriado é, então, que ele seja o Juiz. AJesus, o Filho do homem, se lhe encarregou todo o atinente ao juízo. Há um sóMediador entre Deus e o homem. Só por meio dele podemos entrar no reino dos céus.Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida. Suas sentenças são inapeláveis. Ele é a Rocha daeternidade, uma rocha fendida a propósito para que toda alma provada e tentadapossa encontrar um lugar seguro onde esconder-se (The Review and Herald, 12 demarço de 1901). "O Pai a ninguém julga, senão que todo o juízo deu ao Filho". "Também lhe deuautoridade de executar juízo, porque é o Filho do homem". Em sua adicionadahumanidade encontramos a razão da nomeação de Cristo. Deus lhe encarregou aoFilho todo o atinente ao juízo, porque sem dúvida alguma ele é Deus manifestado emcarne. Deus decidiu que o Príncipe dos sofredores na humanidade fora o Juiz de todomundo. O que desceu dos átrios celestiais para salvar ao homem da morte eterna; odesprezado e recusado pelos homens, sobre quem empilharam todo o desprezo deque são capazes os seres humanos inspirados por Satanás; o que se submeteu acomparecer adiante de um tribunal da terra, e que sofreu a ignominiosa morte de
  6. 6. cruz, só ele pronunciará a sentença de recompensa castigo. O que se submeteu aquiao sofrimento e a humilhação da cruz, terá plena compensação no conselho de Deus, eascenderá ao trono reconhecido por todo o universo celestial como Rei dos santos. Oempreendeu a obra da salvação, e manifestou ante os mundos não caídos e a famíliacelestial que também é capaz de terminar a tarefa que começou. É Cristo quem dá aos homens a graça do arrependimento; o Pai aceita seus méritosem benefício de toda alma que se decida a fazer parte da família de Deus. Nesse dia do castigo e a recompensa finais, tanto os santos como os pecadoresreconhecerão no que foi crucificado, ao Juiz de todos os viventes (The Review andHerald, 22 de novembro de 1898).VII. Maravilhosos resultados da mediação sacerdotal de Cristo A intercessão de Cristo é uma corrente de ouro firmemente unida ao trono de Deus.Converteu em oração o mérito de seu sacrifício. Jesus ora, e atinge o sucesso por meioda oração (Manuscrito 8, 1892). Como Mediador nosso, Cristo faz incessantemente. Já seja que os homens o aceitemou o recusem, faz ferventemente em favor deles. Concede-lhes vida e luz, e luta paraque seu Espírito os afaste do serviço de Satanás. E enquanto o Salvador obra, Satanástambém o faz com todo engano e injustiça, e com energia inquebrantável (The Reviewand Herald, 12 de março de 1901). El Salvador devia ser Mediador para permanecer entre o Altíssimo e seu povo. Pormeio desta provisão se abriu um caminho para que o pecador culpado achasse acessoa Deus através da mediação de alguém. O pecador não podia ir por si mesmo,carregando sua culpa e sem mais méritos do que os próprios. Só Cristo podia abrir ocaminho ao apresentar uma 482 oferenda equivalente às demandas da lei divina. Eraperfeito e incontaminado pelo pecado. Era sem mancha nem ruga (Ibíd., 17 dedezembro de 1872). Cristo é o Ministro do verdadeiro tabernáculo, o Sumo Sacerdote de todos os quecrêem que ele é seu Salvador pessoal; e ninguém mais pode ocupar o posto. O é oSumo Sacerdote da igreja, e tem uma obra que fazer que ninguém mais pode levar acabo. Por sua graça é capaz de guarda a todo homem da transgressão (The Signs of theTimes, 14 de fevereiro de 1900). A fé na expiação e a intercessão de Cristo nos manterá firmes no meio das tentaçõesque abundam na igreja militante (The Review and Herald, 9 de junho de 1896). O grande plano da redenção, como está revelado na obra final destes últimos dias,deve receber estrito exame. As cenas relacionadas com o santuário celestial devemfazer tal impressão na mente e o coração de todos, que possam impressionar a outros.Todos precisam chegar a ser mais inteligente respeito da obra da expiação que se estárealizando no santuário celestial. Quando se veja e compreenda essa grande verdade,os que a sustentam trabalharão em harmonia com Cristo para preparar um povo quesubsista no grande dia de Deus, e seus esforços terão sucesso (Jóias dos Depoimentos,t. 2, pp. 219, 220). Agora se está levando a cabo no santuário celestial a obra de intercessão sacerdotalde Cristo em nosso favor. Mas quão poucos se dão realmente conta de que nossogrande Sumo Sacerdote apresenta seu próprio sangue adiante do Pai, reclamandocomo recompensa de seu sacrifício todas as graças que implica seu pacto para opecador que o aceita como seu Salvador pessoal. Este sacrifício o faz eminentemente
  7. 7. capaz de salvar até o sumo a todos os que vão a Deus por meio dele, já que vive parainterceder por eles (Manuscrito 92, 1899). Cristo como Sumo Sacerdote por trás do véu imortaliza de tal maneira o Calvário,que ainda que vive para Deus, morre constantemente ao pecado e deste modo, sealguém peca, tem um Advogado ante o Pai. Saiu da tumba rodeado por uma nuvem deanjos, revestido de um poder e uma glória maravilhosos: os da Divindade e ahumanidade combinadas. Tomou em suas mãos o mundo sobre o qual Satanáspretendia presidir, como se fosse seu legítimo território, e mediante a obramaravilhosa de dar sua vida, restabeleceu ao favor de Deus toda a raça dos homens.Os hinos de triunfo se estenderam em ecos por todos os mundos. O anjo e o Arcanjo, oquerubim e o serafim entoaram um hino de triunfo ante esse assombrosoacontecimento (Manuscrito 50, 1900). Este é o grande dia da expiação, e nosso Advogado está de pé ante o Pai, 483suplicando como nosso intercessor. Em vez de ataviar-nos com as vestimentas dejustiça própria, deveríamos ser achados em cada dia humilhando-nos adiante de Deus,confessando nossos pecados individuais, procurando o perdão de nossas transgressõese cooperando com Cristo na obra de preparar nossas almas para que reflitam aimagem divina (Comentário bíblico adventista, t. 7, p. 945). Como nosso Mediador, Jesus era plenamente capaz de levar a cabo sua obra deredenção; mas, ¡oh, a que preço! O imaculado Filho de Deus foi condenado pelospecados nos que não tinha tomado parte, para que o pecador, por meio doarrependimento e a fé, pudesse ser justificado pela justiça de Cristo, na qual não tinhamérito pessoal. Depositaram-se sobre Cristo os pecados de todos os que viveram naterra, para dar testemunho do fato de que ninguém precisa perder no conflito comSatanás. Fez-se provisão para que todos possam jogar mão da força do que pode salvaraté o sumo aos que vão a Deus por meio dele. Cristo recebe sobre si a culpa da transgressão do homem, enquanto ele depositasobre todos os que o aceitam por fé, os que voltam a ser leais a Deus, sua própriajustiça imaculada (The Review and Herald, 23 de maio de 1899). Sustenta ante o Pai o incensário de seus próprios méritos no qual não há mancha decontaminação terreal. Ele junta no incensário as orações, o louvor e as confissões deseu povo, e com elas põe sua própria justiça imaculada. Então ascende o incensodiante Deus completa e inteiramente aceitável, perfumando com os méritos dapropiciarão de Cristo. Então se recebem bondosas respostas.... A fragrância dessajustiça ascende como uma nuvem ao redor do propiciatório (Comentário bíblicoadventista, t. 61 pp. 1077, 1078).VIII. Cristo é nosso Amigo ante o tribunal Nosso grande Sumo Sacerdote está alegando frente ao propiciatório em favor de seupovo isentado... Satanás está a nossa destra para acusar-nos, e nosso Advogado está àdestra de Deus para alegar em favor de nós. Nunca perdeu um caso que se lhe tenhasubmetido. Podemos confiar em nosso Advogado; porque apresenta seus própriosméritos em nosso favor (The Review and Herald, 15 de agosto de 1893). Cristo não se glorificou a si mesmo ao converter-se em Sumo Sacerdote. Deus odesignou sacerdote. Devia ser um exemplo para toda a família humana. Qualificou-separa ser, não só o representante da espécie, senão seu Advogado, de modo que toda
  8. 8. alma possa dizer, se assim o deseja, tenho um Amigo no tribunal. É um SumoSacerdote sensível a nossas debilidades (Manuscrito 101, 1897) 484. Jesus está oficiando na presença de Deus, oferecendo seu sangue derramado, comose tivesse sido um cordeiro [literal] sacrificado. Jesus apresenta a oblação oferecidapor cada culpa e por cada falta do pecador . . Cristo, nosso Mediador, e o Espírito Santo, constantemente estão intercedendo emfavor do homem; mas o Espírito não roga por nós como o faz Cristo, quem apresentaseu sangue derramado desde a fundação do mundo; o Espírito atua sobre nossoscorações extraindo orações e arrependimento, louvor e agradecimento (Comentáriobíblico adventista, t. 6, p. 1077). Quando Cristo ascendeu ao céu, fez como nosso Advogado. Sempre temos umAmigo no tribunal. E desde o alto Cristo envia seu representante a toda nação, tribo,língua e povo. O Espírito Santo lhe dá a unção divina a todos os que recebem a Cristo(The Christian Educador [O educador cristão], agosto de 1897, p. 22). O pagou o resgate para todo mundo. Todos se podem salvar por meio dele.Apresentará ante Deus aos que acreditam em ele como se fossem leais súbditos de seureino. Será seu Mediador bem como é seu Redentor (Manuscrito 41, 1896). Quando Cristo morreu na cruz do Calvário, abriu-se um caminho novo e viventetanto para os judeus como para os gentis. De ali em adiante o Salvador oficiaria comosacerdote e advogado no céu dos céus. De ali em adiante perdeu seu valor o sanguedos animais oferecidos, porque o Cordeiro de Deus tinha morrido pelos pecados domundo (Manuscrito sem data 127). O braço que levantou à família humana da ruína a que Satanás arrastou à espéciecom suas tentações, é o mesmo que preservou do pecado aos habitantes de outrosmundos. Cada mundo da imensidão é objeto do cuidado e sustento do Pai e o Filho; eeste cuidado é exercido constantemente em favor da humanidade caída. Cristointercede em favor do homem, e essa mesma obra mediadora conserva também oordem dos mundos invisíveis. Não são estes temas de magnitude e importânciasuficientes como para ocupar nossos pensamentos e provocar nossa gratidão eadoração a Deus? (Mensagens para os jovens, p. 252).IX. Fez-se homem para chegar a ser Mediador Jesus se fez homem para poder mediar entre o homem e Deus. Revestiu suadivindade de humanidade, associou-se à espécie humana, para que mediante seulongo braço humano pudesse aferrasse do trono da Divindade. E todo isso, para poderrestaurar no homem a atitude original que perdeu em Éden obrigado às atraentestentações de Satanás; para que o homem pudesse compreender que obedecer osrequerimentos de Deus é para seu bem presente e eterno. A desobediência não estáde acordo com a natureza que Deus lhe deu ao homem no Éden (Carta 121, 1897). A plenitude de sua humanidade, a perfeição de sua divindade constitui umfundamento sólido sobre o qual podemos chegar a reconciliarmos com Deus. Quandoainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós. Temos redenção por seu sangue: operdão dos pecados. Suas mãos atravessadas pelos pregos se estendem para o céu e aterra. Com uma se aferra dos pecadores da terra, e com a outra do trono do Infinito, eassim consegue a reconciliação em favor de nós. Cristo se encontra de pé agora comonosso Advogado adiante do Pai. É o único Mediador entre Deus e o homem. Já queleva as marcas da crucificação, defende as causas de nossas almas (Carta 35, 1894).
  9. 9. X. O Advogado celestial reterá para sempre a natureza humana Cristo ascendeu aos céus com uma humanidade santificada. Introduziu consigo àhumanidade nos átrios celestiais, e pelas idades eternas a assumirá, como Aquele queisentou a cada ser humano da cidade de Deus (The Review and Herald, 9 de março de1905). Por sua própria vontade, [o Pai] pôs em seu altar um Advogado revestido de nossanatureza. Como intercessor nosso, sua obra consiste em apresentar-nos a Deus comoseus filhos e filhas. Cristo intercede em favor dos que lhe receberam. Em virtude deseus próprios méritos, dá-lhes poder para chegar a ser membros da família real, filhosdo Rei celestial (Jóias dos depoimentos, t. 3, p. 29). Temos o privilégio de contemplar a Jesus pela fé, e vê-lo de pé entre a humanidadee o trono eterno. É nosso Advogado, que apresenta nossas orações e oferendas comosacrifícios espirituais a Deus. Jesus é a grande e imaculada propiciação, e por seusméritos Deus e o homem podem estar em comunhão. Cristo introduziu suahumanidade na eternidade. Está de pé adiante de Deus como o representante denossa espécie (The Youth"s Instrutor, 28 de outubro de 1897). Só Jesus podia dar-lhe segurança a Deus; porque era igual a ele. Só ele podia mediarentre Deus e o homem; porque possuía divindade e humanidade. Desta maneira Jesuspodia dar-lhe segurança a ambas partes quanto ao cumprimento das condiçõesprescritas. Como Filho de Deus lhe dá segurança a Deus com respeito a nós, e como aPalavra eterna, como 486 Alguém igual ao Pai, dá-nos segurança a respeito do amor deDeus por nós, os que acreditamos em a palavra que ele empenhou. Quando Deus quisdar-nos segurança a respeito de seu imutável conselho de paz, deu a seu Filhounigênito a fim de que chegasse a fazer parte da família humana, para que conservassesua natureza humana, como uma prova de que Deus cumpriria sua palavra (TheReview and Herald, 3 de abril de 1894). A reconciliação do homem com Deus só podia ser realizada mediante um mediadorque fora igual a Deus, que possuísse os atributos que o significassem e o declarassemdigno de tratar com o Deus infinito em favor do homem, e também de representar aDeus ante um mundo caído. O substituto e garantia do homem devia ter a natureza dohomem, um entronque com a família humana a quem devia representar e, comoembaixador de Deus, devia participar da natureza divina, devia ter uma união com oInfinito a fim de manifestar a Deus ante o mundo e ser um mediador entre Deus e ohomem (The Review and Herald, 22 de dezembro de 1891).

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