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A Humilhação e a Restauração de Nabucodonosor                          6    E cria em meu coração    O louvor da Tua divin...
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08 humilhação e restauração de nabucodonosor

  1. 1. A Humilhação e a Restauração de Nabucodonosor 1 A HUMILHAÇÃO E A RESTAURAÇÃO DE NABUCODONOSOR I. TEXTO BÁSICO: Daniel 4 II. A PROCLAMAÇÃO DE NABUCODONOSOR A. Paz a todas as nações - v. 1 B. Reconhece os sinais e as maravilhas de Deus vv. 2, 5 III. O SONHO DE NABUCODONOSOR A. Um sonho perturba o rei - vv. 4,5. B. Os sábios falham na interpretação do sonho - vv. 6, 7. C. O sonho é contado a Daniel – vv. 8, 9. 1. Uma árvore grande e forte em crescimento - vv. 10-12 2. Um vigia e a vinda de um santo do céu - v. 15. a. Ordem de derrubar a árvore - v. 14. b. O tronco e as raízes permanecem na terra v. 15. c. Sua porção com os animais na grama v. 15. d. Seu coração de homem a ser trocado em coração de animal - v. 16. e. Durante sete tempos - v. 16. 3. A declaração do objetivo do sonho - v. 17. D. O pedido para Daniel interpretar o sonho - v. 18. IV. DANIEL INTERPRETA O SONHO DO REI A. Seu espanto e turbação ante o significado do sonho - v. 19.
  2. 2. A Humilhação e a Restauração de Nabucodonosor 2 B. A interpretação 1. A árvore é Nabucodonosor - vv. 20-22. 2. O vigia é o santo com o decreto do Altíssimo - vv. 23, 24. a. Nabucodonosor tirado dentre os homens - v. 25. b. Morada com os animais do campo - v. 25. c. Comer erva com os bois - v. 25. d. A extensão do período (1) Até se passarem sete tempos - v. 25. (2) "Até que conheças que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e os dá a quem quer" v. 25. e. O tronco ficará; o reino seguro nas mãos de Nabucodonosor - v. 26. "... O teu reino voltará para ti, depois que tiveres conhecido que o céu reina~" v. 26. V. O CONSELHO DE DANIEL A NABUCODONOSOR "Portanto, ó rei, aceita o meu conselho e põe termo, pela justiça, em teus pecados e em tuas iniqüidades, usando de misericórdia para com os pobres; e talvez se prolongue a tua tranqüilidade." v. 27. VI. O ORGULLHO DE NABUCODONOSOR E A HUMILHAÇÃO A. Orgulhoso de Babilônia - vv. 28-30. "Por algum tempo a impressão da advertência e o conselho do profetaexerceu forte influência sobre Nabucodonosor; mas o coração nãotransformado pela graça de Deus logo perde as impressões do EspíritoSanto. A condescendência própria e ambição não haviam ainda sidoerradicadas do coração do rei, e esses traços mais tarde reapareceram. Nãoobstante a instrução tão graciosamente dada, e as advertências da passadaexperiência, Nabucodonosor permitiu-se ser controlado pelo espírito deciúmes em relação aos reinos que se deviam seguir. Seu governo, que atéentão havia sido em grande medida justo e misericordioso, tornou-seopressor. Endurecendo o seu coração, ele usou os talentos que Deus lhe
  3. 3. A Humilhação e a Restauração de Nabucodonosor 3dera para a glorificação de si mesmo, exaltando-se acima do Deus que lhedera vida e poder. "Por meses, o juízo de Deus foi retardado. Mas em vez de ser levadoao arrependimento por esta tolerância, o rei acariciou o seu orgulho até queperdeu a confiança na interpretação do sonho, e riu de seus antigostemores." – PR., p. 519. "Nabucodonosor, em nossas mentes, sempre se associa com oesplendor de sua grande cidade, Babilônia. Não é esta a grande Babilôniaque eu edifiquei? e realmente ele merece tal associação; e se alguma vezum homem teve motivo de se orgulhar ao contemplar as obras de suasmãos, este homem foi Nabucodonosor ao olhar a majestosa Babilônia.Grande, ela sempre havia sido; fora reverenciada como cidade, mãe, e comofonte de estudos e leis, até pelos seus conquistadores nos dias dehumilhação. Contudo, Nabucodonosor e seu pai a haviam encontrado talqual os assírios a deixaram – fraca, humilhada e abatida, "Numa geração, ele a elevou muito acima do esplendor antigo – a umamagnificência realmente impossível de se descrever; nem mesmo,maravilhosa como foi por seus encantos, conseguiu jamais apagá-la daimaginação e mente da raça humana como a grande cidade do mundo, oemblema de tudo o que é magnificente, luxuoso e central. Os historiadoresantigos não encontram palavras para descrever a grandeza de seuspalácios, dos templos, dos jardins suspensos da grande cidade do Eufrates."– James Baike, "The Cradle of Civilization", The National GeographicMagazine, Fevereiro de 1916, p. 158. B. A Sentença divina 1. "Caiu uma voz do céu" - v. 31. 2. "Passou de ti o reino" - v. 31. 3. "Serás tirado dentre os homens, e a tua morada será com os animais do campo" v. 32. 4. "Far-te-ão comer erva como os bois" - v. 32. 5. "Passar-se-ão sete tempos sobre ti" - v. 32. 6. "Até que conheças que o Altíssimo tem domínio sobre os reinos dos homens, e os dá a quem quer" - v. 32.
  4. 4. A Humilhação e a Restauração de Nabucodonosor 4 C. O Cumprimento da sentença divina 1. Nabucodonosor perda a razão por determinado tempo - v. 35. "Num momento a razão que Deus lhe havia dado foi tirada; odiscernimento que o rei julgada perfeito, a sabedoria de que ele seorgulhava, foram removidos, e o até então poderoso governante tornou-sede momento um maníaco. Sua mão não pôde mais suster o cetro. ...Durante sete anos Nabucodonosor foi um espanto para todos os seussúditos; por sete anos foi humilhado perante todo o mundo." – PR., p. 529. 2. A época provável do juízo divino "A nobre concepção que Nabucodonosor tinha dos propósitos de Deusno tocante às nações fora perdido de vista posteriormente em suaexperiência. ... Idólatra por nascimento e educação, e cabeça de um povoidólatra, tinha ele contudo um inato senso da justiça e do direito, e Deuspodia usá-lo como instrumento na punição dos rebeldes e para ocumprimento do propósito divino. Como um dos mais formidáveis dentre asnações (Ezeq. 28:7), foi dado a Nabucodonosor, após anos de paciência einfatigável labor, conquistar Tiro; o Egito também caiu presa de seusexércitos vitoriosos; e ao acrescentar ele nação após nação ao domíniobabilônico, mais e mais cresceu a sua fama como o maior governante doséculo. "Não é de surpreender que o bem-sucedido monarca, tão ambicioso ede espírito tão exaltado, fosse tentado a desviar-se do caminho dahumildade, o único que leva à verdadeira grandeza. " – PR., pp. 514, 515. A conquista de Tiro por Nabucodonosor teve lugar no ano de 573A.C. Existem documentos comerciais a partir do final do seu trigésimoquinto ano (570 A.C.) que provam estar Tiro sob controle babilônico.Dois tabletes fragmentados do trigésimo sétimo ano de Nabucodonosor,508 A.C., falam de uma campanha contra o Egito. Sua morte deu-se emprincípios de outubro de 562 A.C.. VII. A RESTAURAÇÃO DE NABUCODONOSOR E O RECONHECIMENTO DE DEUS A. " ao fim daqueles dias" - V. 34.
  5. 5. A Humilhação e a Restauração de Nabucodonosor 5 B. "eu, Nabucodonosor, levantei os olhos ao céu, tornou-me a vir o entendimento." V. 34. C. Nabucodonosor louva E exalta o Deus do céu. - vv. 35-37. "O outrora orgulhoso rei tinha-se tornado um humilde filho de Deus; ogovernante tirânico e opressor tornara-se um rei sábio e compassivo. Aqueleque tinha desafiado o Deus do Céu e dEle blasfemado, reconhecia agora opoder do Altíssimo, e fervorosamente procurou promover o temor de Jeová ea felicidade dos seus súditos. Sob a repreensão dAquele que é Rei dos reise Senhor dos senhores, Nabucodonosor tinha afinal aprendido a lição quetodos os reis precisam aprender - de que a verdadeira grandeza consiste naverdadeira bondade. ... "O propósito de Deus de que o maior reino do mundo mostrasse o Seulouvor, estava agora cumprido. Esta proclamação pública, em queNabucodonosor reconhecia a misericórdia, bondade e autoridade de Deus,foi o último ato de sua vida registrado na história sacra." – P. e Reis, p. 521. VIII. A NATUREZA RELIGIOSA DE NABUCODONOSOR EM REALCE NOS MONUMENTOS As inscrições de Nabucodonosor indicam que ele era um homem deprofundos sentimentos religiosos. Notai o seguinte: "Ó príncipe eterno! Senhor de toda a criação! Assim como amaste ao rei Cujo nome tens exaltado, Como for do teu agrado, Faze-o endireitar a vida, Guia-o por veredas retas. Eu sou o príncipe, que te obedece, A criatura da Tua mão; Tu me fizeste. O domínio dos povos me confiaste. Na medida da Tua graça, ó Senhor, A qual concedes, Aos povos todos, Faze-me amar-Te o domínio supremo,
  6. 6. A Humilhação e a Restauração de Nabucodonosor 6 E cria em meu coração O louvor da Tua divindade, E dá-me o que for da Tua vontade, Porque engrandeceste a minha vida." Goodspeed, A History of the Babylonians and Assyrians, p. 348. IX. BIBLIOGRAFIA Barnes, Albert, Notes on the Book of Daniel, pp. 199-234. Boutflower, Charles, In and Around the Book of Daniel, pp. 65-113. Boyle, W. R. A., The Inspiration of the Book of Daniel, pp. 80-84. Clay, Albert T., Light on the Old Testament from Babel, pp. 361-370. Goodspeed, George Stephen, A History of the Babylonians and Assyrians, pp. 347-349, 360-364. Hammerton, J. A., Wonders of the Past, vol. 2, pp. 293-297, 311-316. Haskell, Stephen N., The Story of Daniel the Prophet, pp. 57-68. Herodotus, Persian Wars, Livro I, cap. 178-186. Koldewey, Robert, The Excavations at Babylon. McCurdy, James Frederick, History, Prophecy and the Monuments, Vol. III, pp. 152-159. Montgomery, James A., A Critical and Exegetical Commentary on the Book of Daniel, pp. 220-245. Pusey, E. B., Daniel the Prophet, pp. 360-369. Rawlinson, George, Egypt and Babylon, pp. 67-81. Rogers, Robert William, Cuneiform Parallels to the Old Testament, pp. 360-371. Seiss, J. A., Voices from Babylon, pp. 116-138. Smith, Uriah, Daniel and the Revelation, pp. 79-87. White, Ellen G., Profetas e Reis, pp. 514-521. Wilson, Robert Dick, Studies in the Book of Daniel, pp. 283-295. Young, E. J., The Prophecy of Daniel, pp. 97-114.

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