A INTERPRETAÇÃO QUE OS APÓSTOLOS FIZERAM DO          CUMPRIMENTO DA PROFECIA      A aplicação que faz Pedro da profecia do...
Interpretação dos Apóstolos do Cumprimento da Profecia                 2história presente. O cumprimento está determinado ...
Interpretação dos Apóstolos do Cumprimento da Profecia                  3ser a uma qualidade no tempo, ao começo da era me...
Interpretação dos Apóstolos do Cumprimento da Profecia                4à profecia do Isaías, a qual comissionava ao Servo ...
Interpretação dos Apóstolos do Cumprimento da Profecia                  5dos que são fiéis até o fim e vencem ao mau pelo ...
Interpretação dos Apóstolos do Cumprimento da Profecia                  6      Cristo aplicou claramente o Salmo 37 em uma...
Interpretação dos Apóstolos do Cumprimento da Profecia                   7do literalismo. É a exegese cristocêntrica do Pa...
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05 interpretação dos apóstolos do cumprimento da profecia

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05 interpretação dos apóstolos do cumprimento da profecia

  1. 1. A INTERPRETAÇÃO QUE OS APÓSTOLOS FIZERAM DO CUMPRIMENTO DA PROFECIA A aplicação que faz Pedro da profecia do Joel é altamenteinstrutiva. O apóstolo aplica a promessa do Espírito de Deus profetizadapelo Joel ao derramamento pentecostal do Espírito Santo sobre os judeuscristãos reunidos em Jerusalém. Pedro cita a predição do Joel de umfuturo derramamento do Espírito (Joel 2:28) e ato seguido assinala aexperiência presente como o cumprimento "nos últimos dias",declarando: "Isto é o dito pelo profeta Joel" (At. 2:16). Um olhar maisdetalhado aos assuntos mencionados no esboço profético do Joel expõe oproblema seguinte: por que anunciou Pedro o cumprimento histórico dos"últimos dias" no dia de Pentecostes? Pedro citou Joel 2:28-32 emboraalgumas dos sinais preditos ainda não se cumpriam visivelmente,incluindo as seguintes: (1) "Toda carne" incluso no tinha recebido oderramamento milagroso do Espírito, porque só 12 apóstolos, ou nomáximo 120 crentes, tinham-no recebido (At. 1:15); (2) os sinaismilagrosos de "sangre, fogo e colunas de fumaça" parecem incluir maisque as "línguas de fogo" assentadas sobre cada um dos discípulos,sacudidos por um vento robusto; e (3) os sinais cósmicos do sol e da lua,no melhor dos casos só se cumpriram parcialmente, até se se aceita oobscurecimento do sol por três horas durante a crucificação como umdos sinais (Mat. 27:45). Isto nos leva a um princípio básico de interpretação apocalíptica namensagem apostólica: O cumprimento em Pentecostes constitui só umaescatologia parcialmente realizada. Do ponto de vista apostólico, ocumprimento dos "últimos dias" não requer um cumprimento imediatode cada detalhe. O cumprimento se enfoca na realização messiânica dapromessa de Deus na história da salvação. O derramamento do Espíritodemonstrou ser a indicação nesta terra da coroação do Jesus ressuscitadocomo o Rei-Sacerdote no céu (At. 2:33, 36). Em outras palavras, ocumprimento não requer a verificação de cada detalhe da profecia na
  2. 2. Interpretação dos Apóstolos do Cumprimento da Profecia 2história presente. O cumprimento está determinado pelo progresso dahistória da salvação no ministério de Cristo e seus apóstolos. Agora se tinha aberto um novo caminho de salvação para todoaquele que invocar o nome do Senhor Jesus (At. 2:21; ver também Rom.10:9-13; 1 Cor. 1:2). Era-a escatológica do Joel tinha sido inauguradapelo reinado do Jesus Cristo. O que podemos dizer das característicasuniversais ("toda carne") e cósmicas ("sol" e "lua") da perspectiva dofuturo que anuncia Joel? Estas assinalam à consumação e ao fim da eracristã, quando Cristo volte pela segunda vez. Estes aspectosapocalípticos não se cumpriram nos dias do Pedro. Ao aplicar Joel 2,Pedro ressaltou que o Cristo ressuscitado era a fonte do derramamentodo Espírito. Além disso assinalou que o Espírito é dado baixo a condiçãode ter fé no Jesus como o Messias: "Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós sejabatizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, erecebereis o dom do Espírito Santo. Pois para vós outros é a promessa,para vossos filhos e para todos os que ainda estão longe, isto é, paraquantos o Senhor, nosso Deus, chamar" (At. 2:38, 39). A distribuição do Espírito sobre o Israel crente em Cristo peloSenhor ressuscitado está no próprio coração da mensagem apostólica doevangelho. Isto ensina que o primeiro princípio de interpretaçãoprofética dos apóstolos está determinado por um cumprimento em Cristo(o cumprimento cristológico), e por extensão, na igreja de Cristo (ocumprimento eclesiológico). Isto nos leva a uma característica final daaplicação que Pedro fez da profecia do Joel: O derramamento do Espíritode Cristo sobre a terra iniciou os "últimos dias" (At. 2:16). O conceito de "os últimos (ou últimos) dias" é usadofreqüentemente pelos profetas do Antigo Testamento, mas no NovoTestamento recebe uma qualidade messiânica ou cristológica, porqueagora Cristo veio na plenitude do tempo (Gál. 4:4). Seu Espírito doadorde vida começou a ser derramado sobre toda carne (ver João 7:37-39). Aidéia dos "últimos dias" não se refere a uma quantidade de tempo, a não
  3. 3. Interpretação dos Apóstolos do Cumprimento da Profecia 3ser a uma qualidade no tempo, ao começo da era messiânica emcontraste com o tempo dos profetas do Israel (cf Heb. l:1, 2). A verdade apostólica da chegada dos "últimos dias" implicava quetinha chegado "a consumação dos séculos" da era do velho pacto (Heb.9:26; 1 Ped. 1:20; 1 Cor. 10:11). Este anúncio do fim da velha dispensa edo começo dos "últimos dias" messiânicos envolve um rechaço dasdivisões de tempo do apocalipticismo judeu e uma volta ao conceitoprofético que insígnia que Deus domina o tempo e a história. "Anjos, principados e autoridades", inclusive "todas as coisas",estão submetidas a Cristo (F. 1:20-22; 1 Ped. 3:22). Até às autoridadespolíticas as designa como servos de Deus para governar à humanidade(Rom. 13:4; diákonos; 13:6, leitourgós; ver também João 19:11). Comorações de petição, intercessão e agradecimento, a igreja está chamada asubmeter-se "por causa do Senhor" aos protetores políticos da lei e aordem na sociedade humana (Rom. 13:1; 1 Ped. 2:13-17; 1 Tim. 2:1-3).Esta atitude positiva para a história por parte da igreja apostólica estábem compendiada pelo R. Bauckham: "O significado da história presente foi garantido pelos escritores doNovo Testamento por meio de sua crença de que na morte e a ressurreiçãodo Jesus, Deus já tinha atuado em uma forma escatológica; a nova era tinhainvadido a velha; a nova criação estava em marcha, e o período intermédioda superposição das foi estava ocupado com a missão escatológica daigreja".1 A Unidade Orgânica dos Cumprimentos Cristológicos e Eclesiológicos O sentido de missão dos apóstolos estava enraizado na convicçãoincomovível de que Cristo os tinha designado como os líderes de umnovo o Israel para cumprir a vocação da nação judia: ser a luz dasalvação divina para todo mundo (Mat. 21:43; Luc. 12:32; 1 Ped. 2:9,10). Para sua comissão de pregar o evangelho, Paulo e Barnabé apelaram
  4. 4. Interpretação dos Apóstolos do Cumprimento da Profecia 4à profecia do Isaías, a qual comissionava ao Servo do Jeová: "Também tedava por luz das nações, para que seja minha salvação até o último daterra" (Isa. 49:6). Paulo citou esta chamada divina e sua missão aosjudeus em seu sermão na sinagoga do Pisídia da Antioquia, e o aplicoudiretamente a sua missão apostólica: "Porque assim nos mandou oSenhor" (At. 13:47; cf. 26:23). Isto significa que o cumprimento cristológico das profeciasmessiânicas se estende à igreja de Cristo e inclui o cumprimentoeclesiológico. Isto é o que podemos chamar "a hermenêutica doevangelho". A igreja cristã é essencialmente o povo do Messias, os quese reúnem em seu nome e quem o segue como o Pastor messiânico (Mat.18:30; João 10:14-16; 11:51, 52). Neste novo o Israel ficam eliminadasas antigas restrições étnicas e geográficas do Israel. Se reúne peloevangelho do Cristo crucificado e ressuscitado. Cristo já o tinhaanunciado: "E eu, se for levantado da terra, a todos atrairei para mimmesmo" (João 12:32). O livro de Atos descreve com mais detalhe a aplicação históricadesta hermenêutica do evangelho à igreja apostólica. Um exemplorevelador se encontra em Feitos 4, onde se aplica o Salmo 2 (com seucentro messiânico e sua perspectiva de juízo) à conspiração dos gentis ejudeus contra Jesus e seus apóstolos (At. 4:18, 23-30). A interpretaçãoevangélica do Salmo 2 não é uma reinterpretação que introduzaelementos estranhos ao texto. Antes bem, o evangelho de Cristo expõe osignificado intencional da profecia a respeito do Israel à luz de seucumprimento em Cristo e em sua igreja. Por conseguinte, o NovoTestamento reconhece esse cumprimento na era da igreja como umaatividade atual do Espírito, que um dia chegará a sua consumaçãouniversal (ver Apoc. 18:1). O Apocalipse de João é uma contraparte complementar dos quatroEvangelhos, porque se concentra principalmente nos gozos e a herança
  5. 5. Interpretação dos Apóstolos do Cumprimento da Profecia 5dos que são fiéis até o fim e vencem ao mau pelo sangue do Cordeiro e apalavra de seu testemunho (Apoc. 12:11). O livro do Apocalipse estácategoricamente centrado em Cristo e destinado para a igreja de todas asidades, especialmente para prepará-la para a crise do tempo do fim. Toda a escatologia do Novo Testamento está regulada pela verdadedo evangelho. Este é o princípio apostólico de interpretação profética. O Princípio de Universalização das Promessas Territoriais Feitas a Israel Os intérpretes cristãos da profecia algumas vezes estiveramconfundidos em sua aplicação das promessas territoriais feitas ao antigoo Israel. Isto é especialmente verdade com as aplicações das profeciasnão cumpridas do Daniel, Ezequiel, Joel, Zacarias e o Apocalipse. Alguns supõem que o território do Oriente Médio chegará a ser oponto focal dos cumprimentos das profecias do tempo do fim, o querequer um esforço sério para determinar o princípio básico que segue oNovo Testamento em sua aplicação das promessas territoriais feitas aoIsrael. Neste assunto, Cristo também estabeleceu a norma para nós.Proclamou o princípio da ampliação mundial das promessas territoriaislocais; fê-lo assim quando disse que a promessa do pacto com respeito àterra se cumpriria na terra feita nova. Isto pode ver-se ao observar como aplicou Jesus esta antigapromessa territorial: SALMOS 37:11, 29 Mateus 5:5 Davi Jesus"Mas os mansos herdarão a terra e "Bem-aventurados os mansos,se deleitarão na abundância de porque herdarão a terra".paz" (v.11)."Os justos herdarão a terra e nelahabitarão para sempre" (v. 29).
  6. 6. Interpretação dos Apóstolos do Cumprimento da Profecia 6 Cristo aplicou claramente o Salmo 37 em uma forma inovadora: (1)Esta "terra" seria maior do que pensou Davi; o cumprimento incluirátoda a terra em sua formosura criada de novo (ver também Isa. 11:6-9 eApoc. 21 e 22); (2) a terra renovada será a herança de todos os mansosde todas as nações que aceitem a Cristo como Salvador. Cristo não estáespiritualizando a promessa territorial feita a Israel. Pelo contrário,amplia o alcance de seu território futuro para incluir toda a terra. De igual modo, o apóstolo Paulo entendeu a promessa territorial dopacto assim como o entendeu Jesus, incluindo toda a terra: "Porque nãopela lei foi dada a Abraão ou a sua descendência a promessa de que seriaherdeiro do mundo, mas sim pela justiça da fé" (Rom. 4:13). Paulodeclara que esta promessa territorial mundial era a substância do pactoabraâmico, a qual estaria garantida só pela justiça pela fé. A sugestão deDeus a Abraão de que olhasse ao "norte e ao sul, ao oriente e aoocidente" (Gên. 13:14) na terra do Canaã não especificava limites: "Porque toda essa terra que vês, eu ta darei, a ti e à tuadescendência, para sempre. Farei a tua descendência como o pó da terra;de maneira que, se alguém puder contar o pó da terra, então se contarátambém a tua descendência" (Gên. 13:15,16). Para compreender o princípio do evangelho, deve-se contemplar aterra da Palestina como uma antecipação ou uma garantia que assegurouao Israel um território muito mais extenso, necessário para acomodar àsinumeráveis multidões da descendência de Abraão. O pacto abraâmicocontinha a promessa de uma descendência incontável e de uma terra semlimites para dita descendência. Entretanto, Paulo considera Abraão como o pai de todos os crentes,de todos os que são justificados por meio da fé em Cristo entre as naçõesdo mundo (Rom. 4:13, 16-24). Abraão "é pai de todos nós" (tão crentesjudeus como crentes gentis). O apóstolo declara: "Como diz a Escritura:Constituí-te pai de muitas nações; nosso pai diante Daquele a quemacreditou" (Rom. 4:17, BJ). Isso não está de acordo com a hermenêutica
  7. 7. Interpretação dos Apóstolos do Cumprimento da Profecia 7do literalismo. É a exegese cristocêntrica do Paulo. A "terra" chega a sero mundo; as "nações" chegam a ser quão crentes confiam no Deus doIsrael e som justificados pela fé em Cristo. Abraão chegaria a ser o paiespiritual de uma multidão de gentis por meio de Cristo. O Inadequado da Hermenêutica do Literalismo A hermenêutica do literalismo étnico e geográfico em profecia seapóia na hipótese de que a profecia não é mais que história antes dosacontecimentos. Por conseguinte, atribui às descrições proféticas aexatidão de um quadro fotográfico feito com antecipação. Esta hipótesenão deixa lugar para as coisas maiores e melhores que virão, coisas que"nem homem algum imaginou" a não ser Deus sozinho (1 Cor. 2:9,NBE; Isa. 64:4). O literalismo nega a estrutura bíblica inerente de umatipologia intensificada. Cristo veio em humilhação; contudo, foi maisque Jonas, mais que Salomão, maior que o templo (Mat. 12:40, 42, 6).Levantou a esperança judia muito por cima de quem esperava umMessias que fora idêntico com um rei, um profeta ou um sacerdote noIsrael. Como o Messias divino, elevou-se imensamente por cima dessesprotótipos antigos, tanto em sua humilde encarnação como em sua futuraglorificação. Não devia esperar uma reprodução exata dos reisteocráticos do Israel. portanto, a gente também pode ver a terraprometida (Palestina) como "um mundo em miniatura no qual Deusilustrou seu reino e sua forma de tratar com o pecado. A terra que Deusprometeu a Abraão e a sua descendência... era um tipo do mundo (Rom.4:13)".2 O alcance total do panorama profético do Israel não eranacionalista a não ser universal, com uma dimensão acrescentada queincluía tanto o céu como a terra (Isa. 65:17; 24:21-23). O princípio decisivo para a aplicação no tempo do fim da promessaterritorial feita ao Israel é a forma como Cristo e o Novo Testamentocomo um tudo aplicam esta promessa do pacto. A passagem clássica queinsígnia a ampliação universal do território restringido do Israel,
  8. 8. Interpretação dos Apóstolos do Cumprimento da Profecia 8encontra-se na conversação do Jesus com a mulher da Samaria. Quandoa mulher lhe perguntou que monte era o sagrado, se o monte Gerizim ouo monte do Sião, Cristo respondeu: "Mulher, me acredite, que a horavem quando nem neste monte nem em Jerusalém adorarão ao Pai" (João4:21). Desde que veio o Messias, ele é o "lugar" santo em quem devemreunir-se o Israel e todos os gentis (Mat. 11:28; 23:37). "Porque ondeestão dois ou três congregados em meu nome, ali estou eu em meiodeles" (Mat. 18:20). um pouco mais tarde, acrescentou: "E eu, se forlevantado da terra, a todos atrairei para mim mesmo" (João 12:32).Cristo não faz diferença entre a esperança para o futuro de um judeucristão e de um gentil cristão. Os descendentes espirituais de Abraãoentre todas as nações serão reunidos ou unidos em "um rebanho" baixo"um Pastor" (João 10:6; Mat. 8:11). O princípio implícito é claro. Cristo suprime todas as restriçõesétnicas no povo do novo pacto e, portanto, também suprime o centrogeográfico do Oriente Médio para sua igreja. Onde quer esteja Cristo, aliestá o lugar santo! Esta é uma parte essencial da hermenêutica doevangelho. O Novo Testamento substitui a santidade da presença deDeus do templo antigo (a shekinah) pela santidade do Senhor JesusCristo. A continuidade básica da esperança do Antigo Testamento e doNovo Testamento se representa na epístola aos Hebreus. Assegura aoscristãos de origem judia que, pela fé em Cristo, "aproximaste-lhes domonte do Sião, à cidade do Deus vivo, Jerusalém a celestial... àcongregação [ekklesia] dos primogênitos que estão inscritos nos céus, aDeus... ao Jesus o Mediador do novo pacto" (Heb. 12:22-24). Por meioda fé no sangue expiatório da morte de Cristo, a igreja entra agora emforma constante no templo celestial e se aproxima do trono da graça parareceber ajuda de Cristo (Heb. 4:16; 10:19-22). Esta linguagem simbólica da adoração cristã não tem o propósito deser uma adoração paralela ao lado da do Israel, mas sim é o verdadeiro
  9. 9. Interpretação dos Apóstolos do Cumprimento da Profecia 9cumprimento dos tipos do Israel. O uso contínuo de nomes hebreusexpressa a continuidade essencial da verdadeira adoração na revelaçãoprogressiva de Deus em Cristo (ver Heb. 12:1-3). As promessas do Israelagora se experimentam em Cristo como "os poderes do século vindouro"(Heb. 6:5), e serão cumpridas em uma maneira mais perfeita em suaconsumação apocalíptica: "Porque não temos aqui cidade permanente, mas sim procuramos apor vir" (Heb. 13:14). "Porque esperava [Abraão] a cidade que tem fundamentos, cujoarquiteto e construtor é Deus" (Heb. 11:10). Referências 1. R. J. Bauckham, "The Rise of Apocalyptic" [O Surgimento do Apocalíptico, Themelios [Fundamento] 3:2 (1978), p. 22. 2. Louis F. Were, The Certainty of the Third Angels Message [A Certeza da Mensagem do Terceiro Anjo] (Berrien Springs, Michigan: First Impressions, 1979), p. 86.

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