Bases científicas do treinamento

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Bases científicas do treinamento

  1. 1. BASES CIENTÍFICAS DO TREINAMENTO DE HIPERTROFIA
  2. 2. PESOS LIVRES OU MÁQUINAS ?
  3. 3. ORDEM DOS EXERCÍCIOS MULTI-ARTICULARES; BÁSICOS; COMPOSTOS;
  4. 4. QUEM USA? INICIANTES; SEDENTÁRIOS; ATLETAS DE ALTO NÍVEL; FISICULTURISTAS (?);
  5. 5. QUANDO? PARA O TREINAMENTO DA FORÇA SEMPRE UTILIZAR OS EXERCÍCIOS MULTI-ARTICULARES COMO PRIMEIRA OPÇÃO DA UNIDADE DE TREINAMENTO
  6. 6. ORDEM DOS EXERCÍCIOS UNI-ARTICULARES; ESPECÍFICOS; ISOLADOS;
  7. 7. QUEM USA? ATLETAS DE ALTO NÍVEL (COMPLEMENTO); FISICULTURISTAS (?);
  8. 8. QUANDO? OS EXERCÍCIOS UNI-ARTICULARES SÃO UTEIS PARA PREPARAR MÚSCULOS ACESSÓRIOS OU ACENTUAR O TRABALHO DO MÚSCULO PRINCIPAL.
  9. 9. COMO DETERMINAR A CARGA A SER UTILIZADA? VARIAÇÕES AO LONGO DO TEMPO (10% - 20%); VARIAÇÕES ENTRE GRUPOS MUSCULARES; VARIAÇÃO ENTRE OS GÊNEROS; ESTADO DE TREINAMENTO;
  10. 10. COMO DETERMINAR A CARGA A SER UTILIZADA? TESTE DE CARGA MÁXIMA; TESTE DE REPETIÇÃO MÁXIMA;
  11. 11. TESTE DE CARGA MÁXIMA AQUECIMENTO GENERALIZADO; ALONGAMENTO ESPECÍFICO; MÁXIMO DE 03 TENTATIVAS NO DIA; INTERVALO ENTRE AS SÉRIES DE 03’ A 05’;
  12. 12. TESTE DE CARGA MÁXIMA – SHOLIK IN MATVEYEV; 1981 INTENSIDADE % DE CARGA REPETIÇÕES MÁXIMA SUBMÁXIMAS GRANDE 1a. SUBZONA 100% 90% A 99% 80% A 89% 01 02 A 03 04 A 06 GRANDE 2a. SUBZONA MODERADA 1a. SUBZONA MODERADA 2a. SUBZONA PEQUENA 1a. SUBZONA PEQUENA 2a. SUBZONA 70% A 79% 60% A 69% 50% A 59% 40% A 49% 30% A 39% 07 A 10 11 A 15 16 A 20 21 A 30 >31
  13. 13. TESTE DE REPETIÇÃO MÁXIMA UTILIZAR EM POPULAÇÕES ESPECIAIS; NÃO REALIZAR MAIS DO QUE 15 REPETIÇÕES; NÃO EXECUTAR EM MAIS DO QUE 01 EXERCÍCIO; PODE SER REALIZADO DURANTE O TREINO;
  14. 14. TESTE DE REPETIÇÃO MÁXIMA – BAECHLE & GROVES; 2000 REPETIÇÕES FATOR 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 1,00 1,07 1,10 1,13 1,16 1,20 1,23 1,27 1,32 1,36
  15. 15. QUAIS EXERCÍCIOS ESCOLHER? FORÇA MUSCULAR; MASSA MUSCULAR; DEFINIÇÃO MUSCULAR;
  16. 16. COMO ASSEGURAR PARA QUE OS RESULTADOS SEJAM MANTIDOS A LONGO PRAZO?
  17. 17. PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO
  18. 18. TIPOS DE PERIODIZAÇÃO PERIODIZAÇÃO ONDULATÓRIA - O VOLUME E A INTENSIDADE DO TREINAMENTO AUMENTAM E DIMINUEM EM UMA BASE DIÁRIA (RHEA ET AL., 2002). PERIODIZAÇÃO LINEAR - O VOLUME E A INTENSIDADE SÃO MANIPULADOS SISTEMATICAMENTE, COMEÇANDO COM UM ALTO-VOLUME E BAIXA-INTENSIDADE E SE ALTERNAM DURANTE O MESOCICLO (FLECK & KRAEMER, 1997).
  19. 19. A COMPARISON OF LINEAR AND DAILY UNDULATING PERIODIZED STRENGTH TRAINING PROGRAMS A PESQUISA PROVOU QUE A PERIODIZAÇÃO É UM MÉTODO EFICAZ DE TREINAMENTO RESISTIDO, ENTRETANTO, OS MECANISMOS FISIOLÓGICOS ATRÁS DA EFICÁCIA DA PERIODIZAÇÃO ONDULATÓRIA E DA PERIODIZAÇÃO LINEAR E EM QUE FREQÜÊNCIA ÓTIMA ESTAS VARIÁVEIS DEVEM MUDAR NÃO SÃO BEM CONHECIDOS AINDA.
  20. 20. A COMPARISON OF LINEAR AND DAILY UNDULATING PERIODIZED STRENGTH TRAINING PROGRAMS ESPORTES QUE REQUEREM MUITOS PICOS DURANTE A TEMPORADA CORRESPONDERIAM APROPRIADAMENTE COM O PROGRAMA DE PERIODIZAÇÃO ONDULATÓRIA. ESPORTES COMO LEVANTAMENTO OLÍMPICO ONDE UM ATLETA ESTARIA SE PREPARANDO PARA EVENTOS MENOS FREQÜENTES SERIA APROPRIADO O PROGRAMA DE PERIODIZAÇÃO LINEAR.
  21. 21. ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA PERIODIZAÇÃO MICROCICLO - DE 03 A 06 DIAS; MESOCICLO - DE 04 A 12 SEMANAS; MACROCICLO – 04 A 06 MESES;
  22. 22. MACROCICLO PERÍODO PRÉ-PREPARATÓRIO; PERÍODO PREPARATÓRIO; PERÍODO DE TRANSIÇÃO;
  23. 23. PERÍODO PRÉ-PREPARATÓRIO CONDIÇÃO INICIAL E LASTRO FISIOLÓGICO; DISPONIBILIDADE DE TEMPO; PROGNÓSTICOS FUTUROS; CONDIÇÃO SÓCIO-ECONÔMICA;
  24. 24. PERÍODO PREPARATÓRIO ETAPA DE DESENVOLVIMENTO 1 ADAPTAÇÃO; CORREÇÃO DE VÍCIOS E DISMORFIAS; CRIAR HÁBITOS DISCIPLINADOS; FASE DE ADAPTAÇÃO E DE EVOLUÇÃO
  25. 25. PERÍODO PREPARATÓRIO ETAPA DE DESENVOLVIMENTO 2 FASE ESPECIAL – TRABALHAR A FORÇA E O VOLUME MUSCULAR; FASE ESPECÍFICA – TRABALHAR A QUALIDADE E A DEFINIÇÃO MUSCULAR;
  26. 26. PERÍODO DE TRANSIÇÃO FINAL DE COMPETIÇÃO, FERIADOS PROLONGADOS E FESTIVIDADES; EFEITO ESTABILIZADOR E DE MANUTENÇÃO; ATIVIDADES GENERALIZADAS; DURAÇÃO DE 02 A 04 SEMANAS;
  27. 27. MESOCICLOS PARÂMETRO PREPONDERANTE NA APLICAÇÃO DA SOBRECARGA; QUALIDADE FÍSICA VISADA;
  28. 28. MESOCICLO ADAPTAÇÃO ORGÂNICA METABÓLICA DURAÇÃO DE 04 A 06 SEMANAS; VOLUME DE SÉRIES – BAIXO (02 A 03 POR GRUPO); INTENSIDADE DE CARGA – BAIXA (30% A 60%); QUANTIDADE DE REPETIÇÕES – 25 A 15 POR SÉRIE;
  29. 29. MESOCICLO ADAPTAÇÃO ORGÂNICA METABÓLICA TIPOS DE EXERCÍCIOS – BÁSICOS; TIPO DE MONTAGEM – CIRCUIT TRAINING AGONISTAANTAGONISTA; QUANTIDADE DE EXERCÍCIOS – 06 A 12 POR SESSÃO;
  30. 30. MONTAGEM DA SESSÃO 1o. - SUPINO RETO 4o. - ROSCA DIRETA 2o. - PUXADA POSTERIOR 5o. - CADEIRA EXTENSORA 3o. - TRÍCEPS PULLEY 6o. - MESA FLEXORA
  31. 31. MESOCICLO ADAPTAÇÃO ORGÂNICA NEURAL DURAÇÃO DE 04 A 12 SEMANAS; VOLUME DE SÉRIES – MODERADO (03 A 04 POR GRUPO); INTENSIDADE DE CARGA – MODERADA (60% A 80%); QUANTIDADE DE REPETIÇÕES – 15 A 07 POR SÉRIE;
  32. 32. MESOCICLO ADAPTAÇÃO ORGÂNICA NEURAL TIPOS DE EXERCÍCIOS – BÁSICOS; TIPO DE MONTAGEM – LOCALIZADA POR ARTICULAÇÃO COMPLETA; QUANTIDADE DE EXERCÍCIOS – 02 A 03 POR GRUPO MUSCULAR; MÉTODO INTENSIFICADOR – ?
  33. 33. MONTAGEM DA SESSÃO TREINO GRUPO MUSCULAR GRUPO MUSCULAR A B PEITORAL DORSAL TRÍCEPS BÍCEPS C COXA DELTÓIDE
  34. 34. MESOCICLO DE FORÇA MÁXIMA DURAÇÃO DE 08 A 12 SEMANAS; VOLUME DE SÉRIES – MODERADO A ALTO (04 A 05 POR GRUPO); INTENSIDADE DE CARGA – ALTA (80% A 100%); QUANTIDADE DE REPETIÇÕES –07 A 01 POR SÉRIE;
  35. 35. MESOCICLO DE FORÇA MÁXIMA TIPOS DE EXERCÍCIOS – BÁSICOS; TIPO DE MONTAGEM – LOCALIZADA POR ARTICULAÇÃO COMPLETA; QUANTIDADE DE EXERCÍCIOS – 03 A 04 POR GRUPO MUSCULAR; MÉTODO INTENSIFICADOR – ?
  36. 36. MONTAGEM DA SESSÃO TREINO A B GRUPO MUSCULAR PEITORAL DORSAL C COXA TREINO D E GRUPO MUSCULAR BRAÇO DELTÓIDE
  37. 37. MESOCICLO DE MASSA MÁXIMA DURAÇÃO DE 08 A 12 SEMANAS; VOLUME DE SÉRIES – MODERADO A ALTO (04 A 05 POR GRUPO); INTENSIDADE DE CARGA – MODERADA A ALTA (70% A 80%); QUANTIDADE DE REPETIÇÕES –11 A 07 POR SÉRIE;
  38. 38. MESOCICLO DE MASSA MÁXIMA TIPOS DE EXERCÍCIOS – EQUILÍBRIO ENTRE BÁSICOS E COMPOSTOS; TIPO DE MONTAGEM – LOCALIZADA POR ARTICULAÇÃO COMPLETA; QUANTIDADE DE EXERCÍCIOS – 03 A 05 POR GRUPO MUSCULAR; MÉTODO INTENSIFICADOR – ?
  39. 39. MONTAGEM DA SESSÃO TREINO A B C GRUPO MUSCULAR PEITORAL DORSAL COXA TREINO D E GRUPO MUSCULAR BRAÇO DELTÓIDE
  40. 40. MESOCICLO DE QUALIDADE MUSCULAR DURAÇÃO DE 06 A 12 SEMANAS; VOLUME DE SÉRIES – ALTO (04 A 05 POR GRUPO); INTENSIDADE DE CARGA – MODERADA (60% A 70%); QUANTIDADE DE REPETIÇÕES –15 A 11 POR SÉRIE;
  41. 41. MESOCICLO DE QUALIDADE MUSCULAR TIPOS DE EXERCÍCIOS – 75% BÁSICOS E 25% COMPOSTOS; TIPO DE MONTAGEM – LOCALIZADA POR ARTICULAÇÃO COMPLETA; QUANTIDADE DE EXERCÍCIOS – 03 A 05 POR GRUPO MUSCULAR; MÉTODO INTENSIFICADOR – ?
  42. 42. MONTAGEM DA SESSÃO TREINO A B C GRUPO MUSCULAR GRUPO MUSCULAR PEITORAL TRÍCEPS DORSAL BÍCEPS COXA DELTÓIDE
  43. 43. MESOCICLO DE DEFINIÇÃO MUSCULAR DURAÇÃO DE 08 A 12 SEMANAS; VOLUME DE SÉRIES – ALTO A ALTÍSSIMO (05 A 06 POR GRUPO); INTENSIDADE DE CARGA – MODERADA (40% A 65%); QUANTIDADE DE REPETIÇÕES –21 A 13 POR SÉRIE;
  44. 44. MESOCICLO DE DEFINIÇÃO MUSCULAR TIPOS DE EXERCÍCIOS – 75% BÁSICOS E 25% COMPOSTOS; TIPO DE MONTAGEM – LOCALIZADA POR ARTICULAÇÃO COMPLETA; QUANTIDADE DE EXERCÍCIOS – 03 A 05 POR GRUPO MUSCULAR; MÉTODO INTENSIFICADOR – ?
  45. 45. MONTAGEM DA SESSÃO TREINO GRUPO MUSCULAR GRUPO MUSCULAR A PEITORAL DORSAL B BRAÇO DELTÓIDE C QUADRÍCEPS ISQUIOTIBIAIS
  46. 46. MESOCICLO DE TRANSIÇÃO DURAÇÃO DE 02 A 04 SEMANAS; VOLUME DE SÉRIES – BAIXO (02 A 03 POR GRUPO); INTENSIDADE DE CARGA – BAIXA (30% A 60%); QUANTIDADE DE REPETIÇÕES – 25 A 15 POR SÉRIE;
  47. 47. MESOCICLO DE TRANSIÇÃO TIPOS DE EXERCÍCIOS – ATIVIDADES GENERALIZADAS TIPO DE MONTAGEM – CIRCUIT TRAINING AGONISTAANTAGONISTA; QUANTIDADE DE EXERCÍCIOS – 06 A 12 POR SESSÃO;
  48. 48. MONTAGEM DA SESSÃO SEGUNDA E QUINTA NATAÇÃO GINÁSTICA LOCALIZADA TERÇA E SEXTA QUARTA E SÁBADO BICICLETA CORRIDA GINÁSTICA GINÁSTICA AERÓBICA LOCALIZADA
  49. 49. MÉTODOS DE TREINAMENTO METABÓLICO: No. DE REPETIÇÕES > 10; VELOCIDADE RITMADA (2020); INTERVALO DE 45” A 90”; QUEDA NO NÍVEL DO PH;
  50. 50. MÉTODOS DE TREINAMENTO TENSIONAL: No. DE REPETIÇÕES <06; VELOCIDADE LENTA (4020); INTERVALO DE 02’ A 03’; CARGAS ELEVADAS
  51. 51. MÉTODOS INTENSIFICADORES PIRÂMIDE PROGESSIVA - DELORME ORIGINAL EX: 12/50% - 12/65% - 12/80% - 12/95% PIRÂMIDE CRESCENTE - DELORME ATUALIZADO EX: 12/70% - 10/75% - 08/80% - 06/85% PIRÂMIDE DECRECENTE - OXFORD EX: 06/85% - 08/80% - 10/75% - 12/70%
  52. 52. MÉTODOS INTENSIFICADORES PROGRAMA PIRAMIDAL EX: 12/70% - 10/75% - 08/80% - 08/80% - 10/75% - 12/70% PRÉ – EXAUSTÃO EX: CADEIRA EXTENSORA – AGACHAMENTO PÓS – EXAUSTÃO EX: SUPINO RETO – CRUCIFIXO RETO
  53. 53. MÉTODOS INTENSIFICADORES BI SET OU SUPER SÉRIE SIMPLES EX: ROSCA ALTERNADA – ROSCA DIRETA TRI SET OU SUPER SÉRIE TRIPLA EX: AGACHAMENTO – LEG PRESS – EXTENSORA GIANT SET OU SUPER SÉRIE GIGANTE EX: TESTA – FRANCÊS – PULLEY - CORDA
  54. 54. MÉTODOS INTENSIFICADORES SUPER SET OU SUPER SÉRIE COMBINADA EX: AGONISTA ANTAGONISTA EXAUSTÃO OU QUEIMA - APÓS A FALHA CONCÊNTRICA, EXECUTA-SE DE 05 A 06 REPETIÇÕES PARCIAIS. ISOTENSÃO OU PICO DE CONTRAÇÃO – NO PONTO DE MAIOR AMPLITUDE, REALIZAR TENSÃO ISOMÉTRICA DE 03 A 06 SEGUNDOS.
  55. 55. MÉTODOS INTENSIFICADORES REST PAUSE – DURANTE A REALIZAÇÃO DA ULTIMA SÉRIE, REALIZAR ENTRE AS REPETIÇÕES UM INTERVALO DE 05 A 15 SEGUNDOS. REPETIÇÕES ROUBADAS – PODE SER UTILIZADO DESDE A PRIMEIRA SÉRIE OU APENA NAS ULTIMAS 03 REPETIÇÕES. REPETIÇÃO FORÇADA – APÓS A FALHA CONCÊNTRICA UM AUXILIAR AJUDA NA EXECUÇÃO DE MAIS 02 OU 04 REPETIÇÕES.
  56. 56. MÉTODOS INTENSIFICADORES DROP SET – REDUZ A CARGA EM APROXIMADAMENTE 20% A 40%, NAS ULTIMAS 03 SÉRIES OU APENAS NA ULTIMA. SÉRIE NEGATIVA – CONSISTE EM ABAIXAR MAIS PESO DO QUE SE PODE LEVANTAR (105% A 125%). REPETIÇÃO PARCIAL – REALIZAR O MOVIMENTO NO PONTO DE DESVANTAGEM MECÂNICA.
  57. 57. MÉTODOS INTENSIFICADORES REPETIÇÃO PARCIAL COM OCLUSÃO VASCULAR - APLICASE UMA CONTRAÇÃO ISOMÉTRICA DE 10 SEGUNDOS E EM SEGUIDA REALIZA-SE AS REPETIÇÕES NORMALMENTE. SET 21 – REALIZA-SE AS CONTRAÇÕES ENCURTADAS NOS PONTOS DE QUEBRA; MOVIMENTO COMPLETO E CONTRAÇÃO NOS ANGULOS PROXIMOS AO ALONGAMENTO.
  58. 58. LIMITAÇÕES NA APLICAÇÃO DOS MÉTODOS INTENSIFICADORES PROGRAMA PIRAMIDAL – SOBRECARGA NO VOLUME; EXAUSTÃO OU QUEIMA – REDUZIR A CARGA PARA CONCLUIR A SÉRIE; REPETIÇÃO PARCIAL – APLICAR O MÉTODO NO INICIO DO MOVIMENTO;
  59. 59. LIMITAÇÕES NA APLICAÇÃO DOS MÉTODOS INTENSIFICADORES – SUPER SÉRIE
  60. 60. LIMITAÇÕES NA APLICAÇÃO DOS MÉTODOS INTENSIFICADORES – REST PAUSE TÉCNICA INADEQUADA; SOBRECARGA NO SINERGISTA
  61. 61. TIPOS DE FIBRAS NOMENCLATURA TIPO I VERMELHAS TÔNICAS LENTAS SLOW TWITCH CARACTERÍSTICA RESISTÊNCIA
  62. 62. TIPOS DE FIBRAS NOMENCLATURA TIPO II BRANCAS FÁSICAS RÁPIDAS SLOW TWITCH TIPO IIA – RO TIPO IIB – RG FAST TWITCH CARACTERÍSTICA FORÇA E VELOCIDADE
  63. 63. CARACTERÍSTICAS DAS FIBRAS CARACTERÍSTICA TIPO I TIPO IIA TIPO IIB CONTRAÇÃO LENTA RÁPIDA RÁPIDA CAPAC. ANAERÓBIA BAIXA MODERADA ALTA CAPAC. OXIDATIVA ALTA MODERADA BAIXA TRIACILGLICERÓIS ALTO MODERADO BAIXO GLICOGÊNIO MODERADO MODERADO ALTO MITOCONDRIAS GRANDE MODERADA PEQUENO ENZIMAS OXIDATIVAS ALTA MODERADA BAIXA ENZIMAS GLICOLÍTICAS BAIXA MODERADA ALTA CAPILARIDADE ELEVADA MODERADA REDUZIDA
  64. 64. GRAU DE HIPERTROFIA COM DIFERENTES REPETIÇÕES REPETIÇÕES 01 A 05 06 A 12 12 A 20 > 20 DESCRIÇÃO > SP – FIBRAS IIB > SP + HS – FIBRAS IIA/IIB > HS + SP – FIBRAS IIC HS – FIBRAS TIPO I CLASSIFICAÇÃO NÍVEL 03 NÍVEL 04 NÍVEL 02 NÍVEL 01 SP = SÍNTESE PROTÉICA * HS = HIPERTROFIA SARCOPLASMÁTICA
  65. 65. VARIAÇÃO NAS FIBRAS MUSCULARES MÚSCULO SÓLEO TIBIAL ANTERIOR BÍCEPS FEMURAL DELTÓIDE GLÚTEO MÁXIMO GASTROCNÊMIO BÍCEPS BRAQUIAL QUADRÍCEPS TRÍCEPS BRAQUIAL FIBRAS LENTAS FIBRAS RÁPIDAS
  66. 66. SEGUNDO SALTIN ET AL; 1977 IN HAY & REID; 1982 O VASTO LATERAL, RETO FEMORAL, GASTROCNÊMIO, DELTÓIDE E BÍCEPS BRAQUIAL, CONTÉM APROXIMADAMENTE 50% DE FIBRAS DE CONTRAÇÃO RÁPIDA. O SÓLEO POSSUI 75% A 90% MAIS FIBRAS DE CONTRAÇÃO LENTA DO QUE OS OUTROS MÚSCULOS DA PERNA. O TRÍCEPS BRAQUIAL POSSUI MAIS DE 60% A 80% DE FIBRAS DE CONTRAÇÃO RÁPIDA DO QUE OS OUTROS MÚSCULOS DO BRAÇO".
  67. 67. TIPOS DE HIPERTROFIA SARCOPLASMÁTICA MIOFIBRILAR AGUDA CRÔNICA AUMENTO DO LÍQUIDO INTRACELULAR AUMENTO DAS MIOFIBRILAS
  68. 68. PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIO PARA A FUNÇÃO CARDIORRESPIRATÓRIA
  69. 69. PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIO PARA A FUNÇÃO CARDIORRESPIRATÓRIA FREQUÊNCIA - MÍNIMA DE DUAS SESSÕES; DURAÇÃO – 20 A 60 MINUTOS OU O EQUIVALENTE A 300 KCAL; INTENSIDADE – 50% A 85% VO²MÁX;
  70. 70. RELAÇÃO DA PORCENTAGEM DA FCMÁX, VO²MÁX E EPE % FCMÁX % VO²MÁX EPE 66 70 74 77 81 85 88 92 96 50 55 60 65 70 75 80 85 90 11 12 13 14 15 16 17 18 19
  71. 71. DIRETRIZES PARA TREINAMENTO INTERVALADO SÉRIE REPETIÇÃO INTERVALO DE RECUPERAÇÃO
  72. 72. DIRETRIZES PARA TREINAMENTO INTERVALADO SÉRIE – NÚMERO DE ESTÍMULOS REALIZADOS EM UMA UNIDADE. REPETIÇÃO – NÚMERO DE ESTÍMULOS REALIZADOS EM UMA SÉRIE.
  73. 73. DIRETRIZES PARA TREINAMENTO INTERVALADO INTERVALO RECUPERADOR/REPOUSO RECUPERAÇÃO – ANDAR LENTAMENTE. INTERVALO ATIVADOR/TRABALHO RECUPERAÇÃO – TROTAR ATÉ A FREQUENCIA ATINGIR 120 BPM OU 70% DA FCMÁX.
  74. 74. QUAL É A INTENSIDADE IDEAL DO EXERCÍCIO PARA PERDA DE PESO?
  75. 75. EFFECT OF EXERCISE INTENSITY ON 24 HOURS ENERGY EXPENDITURE AND NUTRIENT OXIDATION MELASON ET AL, 2002
  76. 76. MODERADO INTENSO 80% DE GORDURA 50% DE GORDURA 15% DE GLICOGÊNIO 40% DE GLICOGÊNIO 05% DE GLICOSE 10% DE GLICOSE
  77. 77. MODERADO – 350 KCAL INTENSO – 600 KCAL 80% DE GORDURA – 280 KCAL 50% DE GORDURA – 300 KCAL 15% DE GLICOGÊNIO – 52,50 KCAL 40% DE GLICOGÊNIO – 240 KCAL 05% DE GLICOSE – 17,50 KCAL 10% DE GLICOSE – 60 KCAL
  78. 78. INTENSIDADE UMA CRENÇA EXTREMAMENTE DIFUNDIDA ENTRE AS PESSOAS QUE SE EXERCITAM É QUE O EXERCÍCIO LEVEMODERADO OXIDA UMA MAIOR QUANTIDADE DE GORDURA EM RELAÇÃO AO EXERCÍCIO INTENSO. COM RELAÇÃO A ESTE TÓPICO, SE O DESEJADO É AUMENTAR A OXIDAÇÃO DE GORDURA, ENTÃO A PRESCRIÇÃO DA INTENSIDDE DEVE SER A QUE MAXIMIZA A OXIDAÇÃO ABSOLUTA DE GORDURA E NÃO A SUA CONTRIBUIÇÃO RELATIVA.
  79. 79. DETERMINATION OF THE EXERCISE INTENSITY THAT ELICITS MAXIMAL FAT OXIDATION ACHTEN ET AL, 2002
  80. 80. FAT MAX A NEW CONCEPT TO OPTIMIZE FAT OXIDATION DURING EXERCISE?
  81. 81. FAT MAX – 64% ( 4%) VO²MÁX OU 74% ( 3%) FCMÁX ZONA FAT MAX – 55% ( 3%) A 72% ( 4%) VO²MÁX OU 68% ( 3%) A 79% ( 3%) FCMÁX ACIMA DE 89% ( 3%) VO²MÁX (71% A 99% VO²MÁX) OU 92% ( 1%) FCMÁX (84% A 98% FCMÁX) OS VALORES FORAM DESPREZÍVEIS.
  82. 82. APPROPRIATE INTERVENTION STRATEGIES FOR WEIGHT LOSS AND PREVENTION OF WEIGHT REGAIN FOR ADULTS ESTRATÉGIAS APROPRIADAS DE INTERVENÇÃO PARA A PERDA DE PESO E A PREVENÇÃO DA RECUPERAÇÃO DE PESO PARA ADULTOS
  83. 83. AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE - 2001 CONSIDERAÇÕES SOBRE A DIETA: REDUZIR INGESTA CALÓRICA (90,7KG): 1000 – 1500 KCAL/DIA; DÉFICIT ENERGÉTICO (90,7KG): 500 – 1000 KCAL/DIA; REDUÇÃO PONDERAL: 500 – 900 GR POR SEMANA.
  84. 84. AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE - 2001 ATUALMENTE, EXISTEM POUCAS EVIDENCIAS QUE ESTRATÉGIAS MAIS RADICAIS SEJAM MAIS EFICIENTES PARA A REDUÇÃO DE PESO A LONGO PRAZO.
  85. 85. AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE - 2001 CONSIDERAÇÕES SOBRE A DIETA: DIETA COM DENSIDADE CALÓRICA MUITO BAIXA (VLCD) 800 KCAL/DIA. CURTO PRAZO: MAIOR REDUÇÃO ATÉ A 26ª SEMANA. LONGO PRAZO: RESULTADO SEMELHANTE EM RELAÇÃO A MANUTENÇÃO DA PERDA DEPOIS DE 52 ª.
  86. 86. AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE - 2001 O USO DE UMA DIETA COM DENSIDADE CALÓRICA MUITO BAIXA NÃO PODE SER RECOMENDADO PARA A PERDA DE PESO NA MAIORIA DOS INDIVÍDUOS, MAS PODE SER APROPRIADO QUANDO INDICADO POR UM MÉDICO. NATIONAL HEART, LUNG AND BLOOD INSTITUTE, 1998

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