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Leitura e produção de texto - 1º Bimestre

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O documento discute conceitos de língua e letramento, destacando: 1) A língua deve ser vista como um processo dialógico de interação social, e não algo estático; 2) Há diferenças entre alfabetização e letramento, sendo este último um estado de quem usa a escrita em práticas sociais; 3) É necessário repensar como ensinar gramática, priorizando o letramento e a comunicação em vez de regras rígidas.

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LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO – UNIVESP – 2014 
Aluno: Eduardo Rodolfo Assunção 
AULA 01 - Concepção de língua e implicações para a produção textual 
Concepção linguística. O que podemos entender através deste título? 
Muitos entendem como concepção linguística algo que já está pronto. Algo que tem uma 
série de regras e vocabulário, mas conhecida como língua monológica, pois não prevê relação entre 
as pessoas. 
Entende-se como concepção dialógica, a de que a língua faz viver, a sua dimensão 
constitutiva, pois no falar e interagir com outros seres, faz com que sua consciência gere algo em si, 
tanto no aprendizado pessoal como na contribuição deste aprendizado aos demais envolvidos. 
Na realidade o tempo inteiro nunca somos algo, mas sim “estamos”, assumindo vários 
papéis diferentes. Um grande Teatro real, mas com uma imensa responsabilidade. 
A língua, na forma de comunicação, é vida para quem a pratica. E como vida, tem uma série 
de transformações durante o tempo, período, região, a língua é afetada do mesmo jeito. 
O que no passado a definição para alguma palavra significava algo, com o decorrer do 
tempo seu sentido pode mudar completamente. 
Não podemos tratá-la no seu sentido literal, e sim em que contexto ela se encaixa. 
Linguagem é um processo de interação entre duas ou mais pessoas, onde o entendimento do 
contexto levará ao sucesso de sua interpretação. 
O russo Mikhail Bakhtin defendia muito a linguagem com ênfase na interação, onde dizia 
que a linguagem é um produto vivo da interação social, com uma propriedade própria, a de ser 
dialógica. 
Para um sujeito dialogar com outro, ele sempre levará em consideração a sua recepção. O 
conteúdo da linguagem só pode ser completo quando há esta troca, pois um complementará o outro, 
E na produção textual, ele deve conter uma palavra neutra, a palavra doutrem e a minha 
palavra, que na junção destes processos leva a criação de uma linguagem. O contexto é 
praticamente tudo para uma boa interpretação. 
Nas modalidades entre escrita/fala e leitura/escuta, cada uma carrega uma particularidade, 
que sem estas qualidades as coisas ficam sem sentido. 
Quanto maior nossa dedicação em leitura ou escuta, nossos opções de interpretação será 
maior, e consequentemente iremos escrever ou falar com maior qualidade. 
Além disto há as regras e normas da língua que devem ser respeitadas, porém ela nos dá 
liberdade de gerar algo novo utilizando-se de algo já existente.
LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO – UNIVESP – 2014 
Aluno: Eduardo Rodolfo Assunção 
AULA 02 - A língua da cultura brasileira 
A língua tem que fazer sentido por sua interação, na capacidade de abrir os horizontes, o seu 
poder relacionamentos onde que ensina pode também aprender. 
Segundo o IBGE, temos quase 13 milhões de analfabetos Brasil, o que já os colocam em 
condições inferiores aos demais. 
No passado ver desenhar o próprio nome já era considerado alfabetização. Mas com a 
globalização, modos políticos e demanda social o quadro teve que mudar. Hoje se tornou 
obrigatório ser usuário da escrita. Este é o conceito do letramento. 
Existem diferenças entre alfabetização e letramento. Segundo a professora Magna Soares, a 
primeira se caracteriza pela compreensão, pela ação de ensinar ou aprender a ler e a escrever. Já no 
letramento é o estado ou condição de quem não apenas sabe ler escrever, mas cultiva e exerce as 
práticas sociais que usam a escrita. 
Este conceito de letramento no Brasil confirmou o fracasso das didáticas utilizadas no país. 
Pois o que ensinava não era utilizado, e quando utilizado era feito sem nenhuma regra. Este 
conceito também serviu para identificar que diferencia leitor de escritor. 
E na convivência de alfabetização e letramento temos quatro casos: o alfabetizado letrado, 
ou não alfabetizado e pouco letrado, letrado pouco alfabetizado e alfabetizado pouco letrado. 
E nos dois últimos casos é onde se encontra o analfabeto funcional, que para o brasileiro é 
seu grande desafio, de combater este estilo. 
Em nosso país é comum um estudante concluir os seus estudos mas sem a noção de 
entendimento e compreensão de um texto. Até mesmo realizações simples de matemática o fazem 
com bastante dificuldade. O Brasil se orgulha do alto índice de matriculados nas escolas mas 
infelizmente quantidade não é qualidade, e este último adjetivo é o que tem o que ser mudado. 
Parece fácil identificar o porquê destes problemas, como a desigualdade social, dificuldades. 
Mas o problema também na escola que não tenta modificar os seus métodos já ultrapassadas 
e insistem nas mesmas práticas que não dão certo. 
E para a sonhada alfabetização plena é necessário mudanças. O incentivo à leitura deve ser 
priorizado. 
Criticar a escola é válido, pois é onde o que se esperam mudanças. E estes problemas 
envolve todos os educadores que assumiram este papel na sociedade.
LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO – UNIVESP – 2014 
Aluno: Eduardo Rodolfo Assunção 
AULA 03 - A leitura para além da decodificação 
Decodificação na área do letramento não se limita em reconhecimento de letras, mas vai 
além da leitura. Como dizia Paulo Freire, a leitura do mundo precede a leitura das palavras. 
Ter um entendimento maior no que está à nossa volta nos inspira, aumentar o nosso 
vocabulário sobre o que é o mundo. E neste ganho de informação temos um poder maior de 
escrever e interpretar. Sucessivamente com uma melhor escrita e interpretatividade haverá 
transformações. 
Logo conseguimos uma construção de sentido, alcançando uma estrutura profunda, e nesta 
extração mesmo sem regras de adequação há grande possibilidade entendimento. 
Pois uma estrutura gera várias interpretações, mesmo alguém que escreveu com propósito e leitura 
igual. 
O que não podemos confundir é que decodificação não é a construção do conhecimento, mas 
sim uma construção de sentidos e significados. 
AULA 04 - Competências de leitura 
Em primeiro lugar tem que haver o esforço de conhecer a língua, pois naturalmente a 
sugestão visual já nos dará a compreensão do código. 
Pois para uma boa leitura o leitor realiza antecipações com relacionamentos vividos já no 
passado, criando conexões com texto internamente e também com outras experiências externas. 
A conexão carregada de valor cultural também é um ótimo fator para uma boa leitura. Pois o 
papel ou competência da leitura é buscar sentidos. 
Reconhecer a língua e ler para além dela, discriminar símbolos, conhecer o código, prever e 
dialogar com os sentidos, lidar com ambiguidades, antecipar e conferir informações, articular 
informações internas do texto, relacionar informações com outros saberes, relacionar informações 
com discurso e valores do contexto social, construir significados buscar informações e encontrar 
respostas
LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO – UNIVESP – 2014 
Aluno: Eduardo Rodolfo Assunção 
AULA 05 - Língua portuguesa ou língua brasileira? 
A que se compete uso do idioma? A resposta é o letramento. 
Mas pode gerar uma polêmica sobre os que defende a nossa língua como língua portuguesa 
ou língua brasileira. 
O português que falamos no Brasil sofreu muita influência das línguas nativas e africanas. 
Bem como fluxo migratório dos italianos, espanhóis, japoneses e alemães contribuiu para o 
português diferenciado. 
E nessa diferença nosso idioma ganhou uma configuração. 
Também podemos perguntar, é possível falar de língua brasileira? O idioma é nosso? 
Para isso é necessário um entendimento entre português e brasileiros. Compreender as 
diferenças e semelhança. 
Se colocarmos português para dialogar com um brasileiro, haverá dificuldade de 
interpretação para algumas palavras. Pois existe uma diferença grande entre os dois idiomas, ou 
haja entendimento com algumas dificuldades. 
E isto gera debate de como definir esta estrutura. 
Alguns estudiosos dizem que não há necessidade de dois idiomas por suas estruturas 
parecidas. Mas pela definição cultural há muitas diferenças. 
Embora as semelhanças devido a cultura nacional, justifica-se o termo de língua de um país. 
Isto nos faz refletir na língua mas de contexto regional, língua oficial cheia de dialetos 
diferentes, que não pode ser considerado pequenos idiomas. 
O certo é que falamos a língua portuguesa de expressão brasileira.
LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO – UNIVESP – 2014 
Aluno: Eduardo Rodolfo Assunção 
AULA 06 - Gramática e vida 
É comum observar a dificuldade da gramática em nosso país. É notória o massacre que é 
feito com os alunos. Neste massacre tem se levantado vários questionamentos em relação 
pedagógica, a da gramática versos língua viva. 
Pois a gramática em si é muito dura, inflexível, enquanto a língua viva trás a vivacidade. 
Embora a gramática estabelece um padrão, é preciso entender que precisamos de uma forma 
melhor para nos entendermos, priorizando a comunicação. Uma boa literatura consegue exprimir 
esta comunicação. Nesse ponto a gramática aceita essa explicação, na eficácia de uma boa 
transmissão. 
Dentro desse contexto, é necessário repensar a maneira de estudar idiomas. A própria 
gramática se atualiza com tempo, aceitando aquilo que no passado era errado, regras que já foram 
ultrapassadas e não se aplica mais. 
O excesso da técnica é ótimo, mas ideal para quem é linguista. A língua em si própria impõe, 
já sendo uma comunicação eficiente. 
Por isso é necessário uma mudança, não ensinando a gramática como antes, mas sim 
idiomas com alguns padrões. 
É necessário o conhecimento da língua padrão, mas para este conhecimento não há 
necessidade de gramática. 
Temos que entender assim, que a gramática normativa é de obrigação do educador, mas o 
letramento e à escrita tem que ser uma prioridade, compreendendo que a língua é viva recheio de 
competências. Principalmente nosso idioma que é tão flexível, onde existem palavras tão 
verdadeiras que não estão presentes na nossa gramática. 
E esta responsabilidade é do professor, readequando o que falamos e 
escrevemos/expressamos, dando espaço para a vida falar. 
AULA 07 - As regras da nova ortografia 
Em nossa gramática, que estuda a grafia e a ortografia, foi necessário estabelecer regras, 
para conter grau de arbitrariedade. 
Mas com o passar do tempo estas regras teve um afrouxamento.. 
Recentemente, com o novo acordo ortográfico (várias tentativas ao longo do século), foram 
corrigidos algumas problemáticas na gramática. 
Tendo referências etimológicas, 
a unidade ortográfica – por lei – teve 
seu efeito editorial. 
Exemplos desta mudanças foi a exclusão do trema (em Portugal foi banido na década de 40), 
para alcançar uma padronização nas línguas e compreensão entre países. Embora há uma 
padronização, sempre haverá exceção. 
Esta mudança teve e ainda tem muita resistência no Brasil e Portugal. Os africanos mesmo 
tiveram problemas nesta adaptação. 
Por lei estas mudanças foram adotadas, mas a realidade é bem diferente. 
Não se pode desprezar as regras, mas vale sempre lembrar que a língua possuí uma língua, 
portanto ela se evolui, modifica.
LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO – UNIVESP – 2014 
Aluno: Eduardo Rodolfo Assunção 
AULA 08 - A Declaração Universal dos Direitos Linguísticos 
O papel deste é a criação de plataformas de direitos e deveres com os seguintes conceitos: 
Comunidade linguística; 
Direitos linguísticos inalienáveis (respeito das raízes); 
Direitos linguísticos complementares (direito de propagação); 
Princípio básico (preservação); 
Definição da língua (visão do mundo próprio); 
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Ensino e línguas (idiomas não só falados, mas também escrito). 
Os direitos e deveres: 
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E como professor, promover esta preservação.

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Leitura e produção de texto - 1º Bimestre

  • 1. LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO – UNIVESP – 2014 Aluno: Eduardo Rodolfo Assunção AULA 01 - Concepção de língua e implicações para a produção textual Concepção linguística. O que podemos entender através deste título? Muitos entendem como concepção linguística algo que já está pronto. Algo que tem uma série de regras e vocabulário, mas conhecida como língua monológica, pois não prevê relação entre as pessoas. Entende-se como concepção dialógica, a de que a língua faz viver, a sua dimensão constitutiva, pois no falar e interagir com outros seres, faz com que sua consciência gere algo em si, tanto no aprendizado pessoal como na contribuição deste aprendizado aos demais envolvidos. Na realidade o tempo inteiro nunca somos algo, mas sim “estamos”, assumindo vários papéis diferentes. Um grande Teatro real, mas com uma imensa responsabilidade. A língua, na forma de comunicação, é vida para quem a pratica. E como vida, tem uma série de transformações durante o tempo, período, região, a língua é afetada do mesmo jeito. O que no passado a definição para alguma palavra significava algo, com o decorrer do tempo seu sentido pode mudar completamente. Não podemos tratá-la no seu sentido literal, e sim em que contexto ela se encaixa. Linguagem é um processo de interação entre duas ou mais pessoas, onde o entendimento do contexto levará ao sucesso de sua interpretação. O russo Mikhail Bakhtin defendia muito a linguagem com ênfase na interação, onde dizia que a linguagem é um produto vivo da interação social, com uma propriedade própria, a de ser dialógica. Para um sujeito dialogar com outro, ele sempre levará em consideração a sua recepção. O conteúdo da linguagem só pode ser completo quando há esta troca, pois um complementará o outro, E na produção textual, ele deve conter uma palavra neutra, a palavra doutrem e a minha palavra, que na junção destes processos leva a criação de uma linguagem. O contexto é praticamente tudo para uma boa interpretação. Nas modalidades entre escrita/fala e leitura/escuta, cada uma carrega uma particularidade, que sem estas qualidades as coisas ficam sem sentido. Quanto maior nossa dedicação em leitura ou escuta, nossos opções de interpretação será maior, e consequentemente iremos escrever ou falar com maior qualidade. Além disto há as regras e normas da língua que devem ser respeitadas, porém ela nos dá liberdade de gerar algo novo utilizando-se de algo já existente.
  • 2. LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO – UNIVESP – 2014 Aluno: Eduardo Rodolfo Assunção AULA 02 - A língua da cultura brasileira A língua tem que fazer sentido por sua interação, na capacidade de abrir os horizontes, o seu poder relacionamentos onde que ensina pode também aprender. Segundo o IBGE, temos quase 13 milhões de analfabetos Brasil, o que já os colocam em condições inferiores aos demais. No passado ver desenhar o próprio nome já era considerado alfabetização. Mas com a globalização, modos políticos e demanda social o quadro teve que mudar. Hoje se tornou obrigatório ser usuário da escrita. Este é o conceito do letramento. Existem diferenças entre alfabetização e letramento. Segundo a professora Magna Soares, a primeira se caracteriza pela compreensão, pela ação de ensinar ou aprender a ler e a escrever. Já no letramento é o estado ou condição de quem não apenas sabe ler escrever, mas cultiva e exerce as práticas sociais que usam a escrita. Este conceito de letramento no Brasil confirmou o fracasso das didáticas utilizadas no país. Pois o que ensinava não era utilizado, e quando utilizado era feito sem nenhuma regra. Este conceito também serviu para identificar que diferencia leitor de escritor. E na convivência de alfabetização e letramento temos quatro casos: o alfabetizado letrado, ou não alfabetizado e pouco letrado, letrado pouco alfabetizado e alfabetizado pouco letrado. E nos dois últimos casos é onde se encontra o analfabeto funcional, que para o brasileiro é seu grande desafio, de combater este estilo. Em nosso país é comum um estudante concluir os seus estudos mas sem a noção de entendimento e compreensão de um texto. Até mesmo realizações simples de matemática o fazem com bastante dificuldade. O Brasil se orgulha do alto índice de matriculados nas escolas mas infelizmente quantidade não é qualidade, e este último adjetivo é o que tem o que ser mudado. Parece fácil identificar o porquê destes problemas, como a desigualdade social, dificuldades. Mas o problema também na escola que não tenta modificar os seus métodos já ultrapassadas e insistem nas mesmas práticas que não dão certo. E para a sonhada alfabetização plena é necessário mudanças. O incentivo à leitura deve ser priorizado. Criticar a escola é válido, pois é onde o que se esperam mudanças. E estes problemas envolve todos os educadores que assumiram este papel na sociedade.
  • 3. LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO – UNIVESP – 2014 Aluno: Eduardo Rodolfo Assunção AULA 03 - A leitura para além da decodificação Decodificação na área do letramento não se limita em reconhecimento de letras, mas vai além da leitura. Como dizia Paulo Freire, a leitura do mundo precede a leitura das palavras. Ter um entendimento maior no que está à nossa volta nos inspira, aumentar o nosso vocabulário sobre o que é o mundo. E neste ganho de informação temos um poder maior de escrever e interpretar. Sucessivamente com uma melhor escrita e interpretatividade haverá transformações. Logo conseguimos uma construção de sentido, alcançando uma estrutura profunda, e nesta extração mesmo sem regras de adequação há grande possibilidade entendimento. Pois uma estrutura gera várias interpretações, mesmo alguém que escreveu com propósito e leitura igual. O que não podemos confundir é que decodificação não é a construção do conhecimento, mas sim uma construção de sentidos e significados. AULA 04 - Competências de leitura Em primeiro lugar tem que haver o esforço de conhecer a língua, pois naturalmente a sugestão visual já nos dará a compreensão do código. Pois para uma boa leitura o leitor realiza antecipações com relacionamentos vividos já no passado, criando conexões com texto internamente e também com outras experiências externas. A conexão carregada de valor cultural também é um ótimo fator para uma boa leitura. Pois o papel ou competência da leitura é buscar sentidos. Reconhecer a língua e ler para além dela, discriminar símbolos, conhecer o código, prever e dialogar com os sentidos, lidar com ambiguidades, antecipar e conferir informações, articular informações internas do texto, relacionar informações com outros saberes, relacionar informações com discurso e valores do contexto social, construir significados buscar informações e encontrar respostas
  • 4. LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO – UNIVESP – 2014 Aluno: Eduardo Rodolfo Assunção AULA 05 - Língua portuguesa ou língua brasileira? A que se compete uso do idioma? A resposta é o letramento. Mas pode gerar uma polêmica sobre os que defende a nossa língua como língua portuguesa ou língua brasileira. O português que falamos no Brasil sofreu muita influência das línguas nativas e africanas. Bem como fluxo migratório dos italianos, espanhóis, japoneses e alemães contribuiu para o português diferenciado. E nessa diferença nosso idioma ganhou uma configuração. Também podemos perguntar, é possível falar de língua brasileira? O idioma é nosso? Para isso é necessário um entendimento entre português e brasileiros. Compreender as diferenças e semelhança. Se colocarmos português para dialogar com um brasileiro, haverá dificuldade de interpretação para algumas palavras. Pois existe uma diferença grande entre os dois idiomas, ou haja entendimento com algumas dificuldades. E isto gera debate de como definir esta estrutura. Alguns estudiosos dizem que não há necessidade de dois idiomas por suas estruturas parecidas. Mas pela definição cultural há muitas diferenças. Embora as semelhanças devido a cultura nacional, justifica-se o termo de língua de um país. Isto nos faz refletir na língua mas de contexto regional, língua oficial cheia de dialetos diferentes, que não pode ser considerado pequenos idiomas. O certo é que falamos a língua portuguesa de expressão brasileira.
  • 5. LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO – UNIVESP – 2014 Aluno: Eduardo Rodolfo Assunção AULA 06 - Gramática e vida É comum observar a dificuldade da gramática em nosso país. É notória o massacre que é feito com os alunos. Neste massacre tem se levantado vários questionamentos em relação pedagógica, a da gramática versos língua viva. Pois a gramática em si é muito dura, inflexível, enquanto a língua viva trás a vivacidade. Embora a gramática estabelece um padrão, é preciso entender que precisamos de uma forma melhor para nos entendermos, priorizando a comunicação. Uma boa literatura consegue exprimir esta comunicação. Nesse ponto a gramática aceita essa explicação, na eficácia de uma boa transmissão. Dentro desse contexto, é necessário repensar a maneira de estudar idiomas. A própria gramática se atualiza com tempo, aceitando aquilo que no passado era errado, regras que já foram ultrapassadas e não se aplica mais. O excesso da técnica é ótimo, mas ideal para quem é linguista. A língua em si própria impõe, já sendo uma comunicação eficiente. Por isso é necessário uma mudança, não ensinando a gramática como antes, mas sim idiomas com alguns padrões. É necessário o conhecimento da língua padrão, mas para este conhecimento não há necessidade de gramática. Temos que entender assim, que a gramática normativa é de obrigação do educador, mas o letramento e à escrita tem que ser uma prioridade, compreendendo que a língua é viva recheio de competências. Principalmente nosso idioma que é tão flexível, onde existem palavras tão verdadeiras que não estão presentes na nossa gramática. E esta responsabilidade é do professor, readequando o que falamos e escrevemos/expressamos, dando espaço para a vida falar. AULA 07 - As regras da nova ortografia Em nossa gramática, que estuda a grafia e a ortografia, foi necessário estabelecer regras, para conter grau de arbitrariedade. Mas com o passar do tempo estas regras teve um afrouxamento.. Recentemente, com o novo acordo ortográfico (várias tentativas ao longo do século), foram corrigidos algumas problemáticas na gramática. Tendo referências etimológicas, a unidade ortográfica – por lei – teve seu efeito editorial. Exemplos desta mudanças foi a exclusão do trema (em Portugal foi banido na década de 40), para alcançar uma padronização nas línguas e compreensão entre países. Embora há uma padronização, sempre haverá exceção. Esta mudança teve e ainda tem muita resistência no Brasil e Portugal. Os africanos mesmo tiveram problemas nesta adaptação. Por lei estas mudanças foram adotadas, mas a realidade é bem diferente. Não se pode desprezar as regras, mas vale sempre lembrar que a língua possuí uma língua, portanto ela se evolui, modifica.
  • 6. LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO – UNIVESP – 2014 Aluno: Eduardo Rodolfo Assunção AULA 08 - A Declaração Universal dos Direitos Linguísticos O papel deste é a criação de plataformas de direitos e deveres com os seguintes conceitos: Comunidade linguística; Direitos linguísticos inalienáveis (respeito das raízes); Direitos linguísticos complementares (direito de propagação); Princípio básico (preservação); Definição da língua (visão do mundo próprio); Aceso ao conhecimento linguístico (direito ao conhecimento); Ensino e línguas (idiomas não só falados, mas também escrito). Os direitos e deveres: Preservação na característica linguística; E como professor, promover esta preservação.
  • 7. LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO – UNIVESP – 2014 Aluno: Eduardo Rodolfo Assunção AULA 09 - Breve história da nossa língua O português é uma das línguas mais falada do mundo. São falantes estão espalhados na Europa, África e América, totalizando por volta de 280 milhões de falantes. É a 5ª língua mais falada e a 3ª dentro do Hemisfério Sul. E por conta disso cresceu o número de interessados em aprender a língua portuguesa. Devido a globalização seu ensino em alguns países é obrigatório, muito deles por razões profissionais. O português tem sua origem do latim vulgar, idioma que era falado na península Ibérica. E por diversos anos sofreu variações com o latim do povo romano. Assim como no Brasil, os romanos que estavam dentro dessa península tive contato com outras línguas como a dos celtas e dos ibéricos. Também as línguas nativas deixar um traço. Logo após sua expansão essa língua falada no noroeste da Península Ibérica foi denominada galaico-português. E assim teve a suas separações do norte galego e do sul português. Posteriormente conhecidas como línguas românicas ou neo latinas. Em 218 a.C. os romanos sofreu uma mistura de soldados, colonos e mercadores. No quinto ano d.C. sofreram uma invasão de povos germânicos, bárbaros, francos, alanos, etc. Em 470 d.C. com a queda do império romano, e escola e administração romana desapareceu, e o latim vulgar evoluiu para a galícia, o proto galaico-português. A invasão dos árabes em 711 não comprometeu a língua, tendo sua influência limitada. Em 1095 parte meridional da galícia se tornou independente como condado portugalense. Em 1139 se tornou o Reino de Portugal. Em 1147 houve a expansão em Lisboa . E no ano 1297 ouvir a reconquista dos árabes e se tornou a língua oficial do reino. Neste período apareceu várias cantigas de amor que marcaram a literatura portuguesa. Nos séculos XV e XVI a expansão do idioma ocorreu pelas navegações, sofrendo então a evolução que conhecemos. O idioma português tem a sua divisão que ocorreu a partir do século XII. Atualmente a língua inglesa está influenciando a língua atual. Existem diferenças do português brasileiro e português de Portugal. E essas diferenças são maiores se comparadas a outros países. Nisso também tem uma resposta, pois a mistura europeia, dos negros e nativos contribuíram para evolução do nosso idioma. Em meados do século XVIII o idioma predominante no Brasil era a língua geral ou a língua brasílica (mistura do dialeto tupi). O Marquês de Pombal foi quem impôs a língua portuguesa como a língua oficial, e quem garantiu a hegemonia da nossa língua foi os escravos nas suas imigrações. Também escola impediu nossa fragmentação linguística. Já nos século XIX ela se manteve sem muitas modificações. E de lá pra cá ela só vem crescendo e se firmando, sofrendo modificações para se estabilizar como uma língua muito importante. Em 2006 foi lançado o Museu da língua portuguesa, o primeiro no mundo a ser dedicado para um idioma;
  • 8. LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO – UNIVESP – 2014 Aluno: Eduardo Rodolfo Assunção AULA 10 - Etimologia É vista como uma ciência com tratamento rigoroso e sem grandes invenções. Também é inspiradora, sendo uma fonte de ideias. Ela também é muito útil na produção de um texto. Conhecer a história etimológica é uma boa forma de abordar assuntos para reflexão. É também uma curiosidade, na busca de novos conhecimentos. A literatura e filosofia andam juntas. O poder linguístico humano de dar nomes é algo muito natural, pois traz à luz o que estava escondido. Há algumas teses na linguística, a de que palavra é uma imitação da natureza e de que existem palavras escolhidas por convenção sem a necessidade de explicação. A etimologia nos dá entendimento, o interesse em conhecer. E este interesse no passado criou expectativas e curiosidades de vários estudiosos, onde surgiram as primeiras enciclopédias. A interpretação de um nome é a expansão do seu sentido, por isso a importância de entender a etimologia de cada local. Com as informações que nos é oferecido hoje como internet, devemos ter bastante cuidado na busca deste significado. Uma pesquisa séria pode ajudar muito em uma visão pedagógica. Etimologia é oportunidade que nos desperta a curiosidade que deve ser incentivada. AULA 11 - A gíria e a comunicação Muitas gírias podem ser consideradas inadequadas determinados locais, mas sem dúvida ela é muito importante, ainda mais na comunicação entre os jovens. E devido a esta diversidade essa comunicação tem interesse incomum. Tendo a sua origem por quem vivia à margem da sociedade, a bastante preconceito em relação a ela. A gíria e não pode ser proibida, e sim apenas mostrar em que ocasião usá-la. Ela é semelhante à um investimento, respeitando cada uma para determinada ocasião. A norma culta é a língua formal e a ultraformal, mas o propósito da comunicação é bastante diferente. A fala tem seus sistemas e normas, onde podemos entender que a língua é social, a norma grupal e a fala é individual, e dentro deste contexto a gíria é uma norma. Para a escrita podemos utilizar a mesma regra . Por isso que há necessidade na mudança da didática empregada atualmente, pois evoluímos de uma tal fama podemos desprezar a gíria como ferramenta importante de comunicação.
  • 9. LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO – UNIVESP – 2014 Aluno: Eduardo Rodolfo Assunção AULA 12 - Os jargões A linguística tem jargão característico, pois o próprio jargão é uma norma, é uma particularidade cada local. Os jargões foram criados para serem utilizados no trabalho, garantindo assim uma melhor compreensão e precisão. Sendo assim uma língua técnica. Com tudo isso quem detém destes conhecimentos tem que fazê-los em momentos oportunos, pois eu uso inadequado traz incompreensão. Tudo depende do que falamos, para que falamos e para quem falamos. O jargão é uma comunicação indicada para pares. Seu uso inadequado gera arrogância e falta de entendimento na comunicação, pois pode soar como um código secreto. AULA 13 - A influência de outros idiomas Em nosso país o estrangeirismo na língua é bastante evidente. Nos tempos atuais a cultura predominante é a americana, criando misturas, abrasileirando alguns termos americanos. Porém essa não é a primeira intervenção em nossa língua, pois a própria língua se transforma com essas influências. Mas atualmente a globalização popularizou o estrangeirismo. Tem gente que não concorda com este termo, e até querem proibida por lei. Nas palavras que adaptamos para a nossa língua, algumas conservam a grafia, mas outras se tornaram tão comum que já fazem parte do nosso cotidiano. Isso é natural, pois todas as línguas teve esta mudança, com o compartilhamento entre elas. Embora existem políticas de proteção, nenhuma língua é imune a este estrangeirismo, que é muito benéfica para nossa comunicação. O que é é necessário aprender é como e onde usá-las. Pois pra quê complicar se podemos facilitar? Há aqueles que enxergam o estrangeirismo em nosso país como um status em sua profissão, na intenção aumentar o seus lucros. Mas isso gera uma visão equivocada de que tudo que está no estrangeiro é melhor do que o nosso. Também não podemos pecar pelo excesso de turismo, mas sim encontrar um meio termo, não dando resistência ara alguma substituição, pois a palavra não tem fronteiras e necessitamos dela para uma melhor comunicação.
  • 10. LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO – UNIVESP – 2014 Aluno: Eduardo Rodolfo Assunção AULA 14 - A linguagem politicamente correta A língua não é compreendida apenas para se comunicar, mas de uma grande ferramenta de persuasão. E por conta disso muitos tentam controlá-la. Existe um projeto, cidadão e cidadã, que tenta garantir uma iniciativa nobre, com o termo politicamente correto. Houve uma preocupação de educação doméstica nos países desenvolvidos como Suécia, Dinamarca, Canadá, etc, Mas este termo também, que é normalmente dominado pela esquerda, manqueia algumas incompetência no Brasil. Já está comprovado, nunca se falou tanto em direito como nos tempos atuais. Após a segunda guerra mundial houve a necessidade de uma linguagem eticamente adequada. Tendo o seu início nos EUA, esta tendência se espalhou, mas infelizmente ela é utilizada para mascarar a realidade. Seu uso inadequado se tornou comum, e os americanos não detém mais este monopólio de hipocrisia. Sua utilização só tem aumentado o preconceito, respeito e falta de piedade. Pois este termo camuflar os problemas. Se os direitos são iguais a todos porque esta hipocrisia? Mas ela é uma ótima ferramenta de manipulação da opinião pública. Se houvesse bom senso não haveria necessidade de leis. Com a liberdade oprimida, a proibição da língua só empobrece ela, e impede que a sociedade se estabeleça como sociedade justa. AULA 15 - Propriedades do texto Todo o texto é uma sequência de palavras, mas nem toda sequência de palavras é um texto. Pode ser uma sequência de frases, mas também nem toda sequência de frase é um texto. Estudiosos comparam um texto como um grande tecido, onde seu trabalho de expressão é tanto horizontal como vertical. A própria semântica interliga coesão e coerência textuais. A coesão assegura ligação, o que é sintática, e a coerência a interação dos elementos, esta chamada de semântica. Ela também se conhece nos termos redundantes e de profluência. A progressão temática é a condição básica da existência de um texto, e os núcleos temáticos são palavras ou expressões que sintetizam e concentra a carga semântica do texto. Dentro deste contexto existe algumas regras : Repetição direta e indireta; Progressão; Não contradição; Relação do texto o contexto.
  • 11. LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO – UNIVESP – 2014 Aluno: Eduardo Rodolfo Assunção AULA 16 - A estrutura da língua Vamos conhecer um pouco de tópico frasal e seu desenvolvimento. Neles há um princípio de organização na sua natureza e um princípio de hierarquia. Hino se o princípio, suas estruturas, há relações horizontais (coordenação) e verticais (subordinação). Sua natureza também é expressa. A estrutura implica em sua hierarquia, e esta aplica-se na linguagem. Sua base ou estrutura é o adjunto. Também pode se explicar desta maneira sucessivamente: Fonemas; Morfemas; Palavras; Sintagmas; Orações; Períodos; Parágrafos; Textos (união hierárquica). A sílaba também tem uma estrutura que se dá pela vogal, para não ocorrer pronúncias impossíveis, estruturando assim uma palavra. As orações também tem que se combinar, pois sem principal não há subordinação. AULA 17 - A estrutura do parágrafo e do texto O tópico frasal é o mais importante do parágrafo, pois sem ele o tópico não há desenvolvimento. É necessário também de frases principais e secundários, todos dispostos de forma hierárquica, criando uma estrutura do parágrafo padronizado, onde se assemelha com a estrutura do próprio texto. O tópico primário anuncia o assunto , conhecido também como fase primária. Na fase secundária texto é um desenvolvimento em um parágrafo em um temo pré-definido. Depois segue a ordem da introdução, desenvolvimento e a conclusão do texto. Os temas também podem se dispor em tópicos e subtópicos , bem como artigos e livros. Cada parte possui uma divisão, uma organização na linguagem, horizontal e vertical, esta que é o princípio geral da linguagem em relação da mente ou natureza. AULA 18 - A estrutura do texto Sua estrutura é como uma construção, relacionando frase e parágrafo, que são os tijolos. O plano prévio é o mesmo de um plano completo de um texto. O cimento desta construção é o processo de transição, o uso das palavras ou expressões, elementos de conexão, uso de construção sintáticas paralelas. Segue logo após articulação do núcleo temático. E sem este cimento a casa fica desconexa, e pode vir a ruir.
  • 12. LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO – UNIVESP – 2014 Aluno: Eduardo Rodolfo Assunção AULA 19 - A montagem do texto Na montagem de um texto seu aspecto é superficial, mas sua estrutura é profunda. Antes de escrever é preciso planejar definição de tema, coleta de dados, organização e etc. O plano piloto para todo o texto é uma redação, pois ela permite uma releitura, uma reescrita em uma revisão. Também tem que pensar no público alvo, no estilo da linguagem, na justificação, objetivos extensão, que é a limitação do espaço. O brainstorm traz o papel dos personagens dentro de nós, enquanto a pesquisa nos lança a referências externas. O brainstorm nos desperta a criatividade, ideias e argumentos que não precisam ser descartadas de princípio. É como se fosse o garimpo. Logo após podemos selecionar, organizar descartar algumas ideias, para a preparação de um texto com uma lógica interna. E nesta lógica encaixar a ideia. O plano piloto assemelha se ao sumário, pois as ideias podem não se encaixar e após este redigir todo um trabalho. AULA 20 - Repertório e leitura A palavra repertório tem a seguinte etimologia: um inventário, uma matéria metodicamente disposta, uma coleção, um conjunto ou uma compilação. Encontrar um livro em uma biblioteca é uma tarefa de busca como se fosse ali a sua morada, sendo assim associado como um repertório. A palavra repertório é muito ouvida no universo musical, pois há uma relação íntima entre o cantor e suas canções e esse conjunto é produto de um experimento, para ensaio e para repetições e serve também pra dar identidade ao cantor em um espetáculo. A noção de inventário de experiência que constitui na prática de vida é útil para compreender o sentido que é extenso da palavra. O repertório é o resultado do esforço do autoconhecimento vivido sobre o mundo o que proporciona um leque maior de opções. Nossa experiência na família e na sociedade, nossa educação escolar, nossas leituras, nosso trabalho, nossa memória e imaginação, a matéria efetivamente vivida o lúdico e à mente inventada. Tudo isso se articula como um conjunto de informações organizada em nossa consciência que servirá de substância para o ato da escrita levando em conta ainda que ela é mesmo um produto elementar transformador do conjunto. Ao contrário do cantor eventualmente mal adaptado com seu repertório musical, essa variedade de elementos que existe nunca está em desarmonia conosco, pois somos o próprio repertório. Podemos pensar o modo de convívio das partes integrantes do repertório individual, como o sistema de relação com uma linguagem capaz de assimilar gerar conhecimentos. Por isso associa se repertório a bastante conhecimentos. Há um campo dos estudos linguísticos conhecido como linguística textual cujo objeto de interesse não é mais a palavra ou uma frase, mas o texto, já que ele e sua totalidade é uma forma específica de manifestação de uma linguagem. A linguística textual considera a linguagem como um processo de interação, portanto um texto, ainda que ele se limite apenas uma palavra oferece a oportunidade de apreensão do contexto de um ato de linguagem ou condições de uso. A linguística textual parece uma formulação bastante útil para o estudo do repertório. Este conceito prévio o conhecimento do mundo é o que dizemos de repertório e é tratado pela linguística textual, com a noção de vivência sociocultural.
  • 13. LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO – UNIVESP – 2014 Aluno: Eduardo Rodolfo Assunção Construindo o conhecimento na convivência com o mundo se mostra decisivo para o conhecimento da coerência. A capacidade de um texto gerar sentidos para o leitor conforme proposto pelo autor depende deste conhecimento do mundo por parte do leitor. Um texto informações novas para o leitor muito distante do que ele conhece culturalmente pode levar o pensamento do leitor uma incoerência no que está lendo ou esta coerência se forma com problemas. O conhecimento não é armazenado em nossa memória uma forma desorganizada. Ele é armazenado em forma de bloco, conhecidos como cognitivos. Estes modelos são estruturas de conhecimentos pré existentes que são ativadas diante aos estímulos oferecidos em um texto. Existem várias categorias de modelos cognitivos: Frames, que é o conjunto de conhecimento armazenados na memória sem que haja qualquer ordenação entre eles; Esquemas, que é um conjunto de conhecimento armazenados em sequência temporal ou rotineira; Os planos q é o conjunto de conhecimento sobre modo de agir para o alcance de determinado objetivo; Os scripts que é o conjunto de conhecimento sobre o modo de agir altamente estereotipado no contexto de determinada cultura; Superestruturas ou esquemas textuais que é o conjunto de conhecimento sobre os diversos gêneros textuais. Alguns escritores enxergo um texto como algo com várias lacunas, onde nesses espaços os leitores podem colaborar. O conhecimento de mundo preencha estas lacunas. E neste sentido conhecimento linguístico, linguística textual e conhecimento do mundo se une para o leitor construir o sentido do que ele está lendo. O conhecimento linguístico abrange vocabulário, as regras. O conhecimento textual é o conjunto de noções de um tipo de texto ou gênero. E o conhecimento do mundo é uma condição essencial para edificação de um tema. A intertextualidade é um diálogo entre textos, fazendo referências implícitas ou explícitas a outros. Isso é comum acontecer entre textos da mesma época e cultura. A intertextualidade de forma expressões, enunciados ou trechos de outros textos, ou então o estilo de determinado autor, ou determinados tipos de discurso. O conhecimento do mundo do leitor recupera uma certa informação sem uma referência explícita provocada pelo escritor. Existe também a intertextualidade gênero, onde mostra ao leitor a estrutura de determinado gênero como fábulas. Na nossa organização cognitiva, o esquema de uma busca de determinado gênero faz compreender como se comporta dentro de um contexto textual. Com o tempo leitor é capaz de conhecer determinado texto sabendo separar seu gênero, e a partir dessa experiência criar várias relações entre determinados temas. O maior entendimento do leitor em relação ao mundo expande o seu conhecimento acerca da sua leitura.
  • 14. LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO – UNIVESP – 2014 Aluno: Eduardo Rodolfo Assunção AULA 21 - Gêneros Textuais: resumo Existe um reduzido número de tipos textuais, já a quantidade de gênero enormes e seria difícil enumerá los um a um. O grande número de gêneros que ainda está em expansão, decorre de sua natureza interativa, o são construções históricas que satisfazem a certas exigências de caráter prático. Estudiosos dizem que o gênero moderniza e estabiliza a comunicação do nosso dia dia. Como são múltiplas as necessidade de comunicação, múltiplos são os gênero que atende a esta especificação. Seria impossível a comunicação sem um gênero textual. Muitos entende a comunicação como algo de interação não somente de regras e formas. Mas os gêneros não se limitam interligar as pessoas com algo prático, mas oferece a possibilidade de uma nova experiência colocando o leitor em um universo inventado, como a ficção por exemplo. Um tipo textual é uma construção teórica definida pela natureza linguística de sua composição. Os tipos textuais são: narração, descrição, exposição, argumentação e injunção. Os gêneros textuais se firmam em critérios externos, enquanto os tipos textuais em critérios internos. E o resumo é um dos gêneros textuais. Resumo é a forma de recuperação de informação que se vale na capacidade do indivíduo em identificar as ideias principais de um texto ou transcrição. O conceito de resumo, de acordo a norma técnica, é uma apresentação concisa dos pontos relevantes de um texto. João Bosco diz que é uma apresentação sintética e seletiva das ideias de um texto, ressaltando a progressão e articulação dessa ideias. A grande utilidade dos resumos está na exposição de forma abreviada de um texto, economizando tempo para quem tem interesse em ler um certo artigo. A prática da realização de resumos induz a prática da leitura na íntegra. Esse incentivo à leitura faz com que o resumo e exercício de redação sejam solicitados em faculdades e concursos públicos. Cabe também a escola propiciar estas atividades. O resumo também tem estrutura de tópicos, como assunto e objetivo do texto, articulação das ideias e a conclusão do autor do texto e o objeto do resumo. A finalidade do resumo deve ser direta e objetiva, que não pode se entender com a simplificação exagerada do conteúdo de um texto que pode pôr em risco contexto do que está sendo desenvolvido. Quem escreve um resumo não deve se preocupar em imitar o estilo do autor do texto, e sempre buscar formas não eruditas para tentar proporcionar um melhor entendimento a vários leitores. Isso também varia de acordo com o perfil do leitor a ser alcançado. Extremamente importante é que o resumo não se deve repetir parágrafos do texto inteiros. Também não deve julgar. O resumo é ideia de encontrar as ideias principais de uma forma mais simples propiciando para o leitor uma ideia do que ele encontrará dentro de um livro. Para um bom resumo é necessário conhecimento de algumas técnicas, como por exemplo ter uma ideia geral do texto a ser mencionado, não somente cortando e dividindo em blocos. Essa decomposição tem que ser realizada de forma ordenada, para preservar os pontos essenciais de um artigo. Se conseguirmos identificar as palavras-chaves de cada parágrafo, é possível a realização de um bom resumo. Pois essas palavras semânticas é que darão um sentido as ideias e palavras que serão mencionados.
  • 15. LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO – UNIVESP – 2014 Aluno: Eduardo Rodolfo Assunção AULA 22 - Gêneros Textuais: resenha Existe também outro gênero textual, que é a resenha. Mas o início desta prática é realizado com bastante insegurança, Pois dentro da resenha existem alguns gêneros. Um resenhista deve conhecer profundamente o artigo na qual está trabalhando, independente da sua diversidade. Também tem que estar preparado para fazer comparações com diferentes obras, exigindo dele então um conhecimento maior, ou seja, um número maior de informação. A resenha não é um resumo seguido de crítica, mas que exige empenho para a produção da mesma, com sequências analítica e comparativa do tema abordado. E ao contrário do resumo a resenha exige uma argumentação de quem a está fazendo, para sustentar o julgamento diante da obra. Isso é muito comum na resenha crítica. Existem roteiros para o desenvolvimento deste trabalho bem como sua melhor compreensão. A primeira parte está análise textual, onde buscaremos quem é o autor do determinado livro que estamos trabalhando, como bibliografia por exemplo. Apreciar também o vocabulário é importante para conhecer a obra e o autor, conhecer a norma se é culta ou qualquer outra existente. A avaliação dos fatos apresentados é indispensável principalmente para obras que são destinadas a história ou jornalístico. Também a autoridade dos autores citados é um item do mais importante, pois boa parte da argumentação da obra pode depender das ideias técnicas desses autores. Todavia para essa avaliação é necessário um conhecimento incomum, pois exige muito de quem realizará a resenha. Terminada a primeira análise, conheceremos análise temática, que tem a função do conhecimento da estruturação de uma obra, por exemplo para saber do que o texto se trata. E conhecendo deste assunto, é necessário entender por meio de qual perspectiva o autor tratou do assunto ou tema e quais os limites dele. Vale também conhecer que tipo de problema foi analisado e como foi o assunto do problema, pois através disso é possível entender se o autor conseguiu ou não solucionar o problema e qual a posição que o autor assume diante dos fatos. Conhecer também como o autor demonstrou seu raciocínio é importante, entendendo seus argumentos para poder formar o seu levantamento na realização de um bom trabalho. Não se pode também esquecer se há outros assuntos paralelos a ideia central do tema que o autor escolheu. E com essas informações em mãos é dado à liberdade a crítica, não de uma forma artificial, mas de algo que está no seu domínio, conseguido graças a estas estratégias mencionadas. Encontrar a originalidade do texto ouvir ou se há a revelação de novos conceitos, para poder entender até aonde ele alcançou, e se estas ideias do autor são relevantes. Será que sempre o autor contribuir com que ele apresenta? Será que sempre ele atinge seus objetivos? Diante dessas perguntas resenha tem um papel importante, pois ela demonstrará se a tese demonstrada foi eficaz, concluindo então para uma boa resenha.
  • 16. LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO – UNIVESP – 2014 Aluno: Eduardo Rodolfo Assunção AULA 23 - Argumentação (parte 1) O que é argumento? É o ato de convencer ou persuadir, pois na medida que ele for suficiente ou não é possível saber o seu poder e sua eficácia. Argumentação também tem como objetivo provocar um aumento de adesão de algo que é apresentado. Também é um conjunto de proposições que usamos pra justificar ou garantir a sustentação algo. O que é proposição? É uma sentença declarativa que admite um e somente um dos dois valores lógicos, ou seja, verdadeiro ou falso. E dentro de várias proposição, alcançamos as premissas, que consequentemente nos levará a uma conclusão satisfatória. Podemos descartar como argumentos opiniões, relatos, descrições, indagações, narrativas, expressões emotivas e explicações. E para uma boa argumentação com o uso das premissas, consideramos as premissas maiores seguidas das premissas menores para poder então gerar uma conclusão. Por isso que a argumentação tem que ser verdadeira, nunca pressupondo de que quem está ouvindo não está à par do que estamos falando. Pois todo o trabalho que realizamos pode vir a ruir e nossos argumentos não seria suficientes para o esperado convencimento. AULA 24 - Argumentação (parte 2) Dentro da argumentação como foi citado, existe o ato de convencer e persuadir, que são coisas completamente distintas. O ato de convencer tem um propósito, através do que é demonstrado, angariar um número maior de ouvintes, diante o que é apresentado. Já a persuasão é destinada a um público seleto, e com argumentos subjetivos, com a mesma intenção do ato de convencer, mas é como se não necessitasse ou fosse de sua preocupação os dados apresentados, pois são de desejo de quem expõe. Em uma publicidade por exemplo é notório o desejo de persuasão, pois eu entendo é de formar opiniões sem abrir margens para outras argumentações. AULA 25 - Problemas de redação Normalmente os problemas de redação são de superfície textual, como erros de ortografia, acentuação e pontuação. A também a falta de elementos geradores de sentido, repetições de palavras e várias contradições. Existem estudiosos que são pioneiros neste assunto, e estudam a crise em nossa linguagem. E dentro deste estudo foi levantado alguns critérios, como a coesão do texto, que é inexistente. Suas relações são discordantes e a contradição é evidente. Há também muitos clichês, que caiu no uso banal, repetitivo e excessivo. Dentre as classificações dos problemas estudados segue os problemas de grafia e acentuação gráfica, os problemas de concordância verbal e nominal, os problemas do emprego do conectivo, o desajuste de tópico, a incompletude ou truncamento dos enunciados, a impropriedade no uso das sintagmas, a circularidade ou redundância e o uso de clichês e de discurso exortativo. A impropriedade no uso de sintagma chega a atrapalhar, pois o uso de palavras desconhecidas e difícil de interpretar é comum por parte de quem escreve, pois nota se o desejo o que ele tem de impressionar, mas como não tem conhecimento desses vocábulos, só atrapalha sua
  • 17. LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO – UNIVESP – 2014 Aluno: Eduardo Rodolfo Assunção narrativa. A circularidade ou a redundância faça o que o texto não progrida, sempre fazendo volta, mostrando notário desconhecimento vocábulo do escritor. Na ansiedade de produzir um bom texto o aluno tropeça em vários obstáculos, tudo isso por conta da falta da prática de leitura ou até mesmo de regras básicas do português. O desejo de produzir no texto politicamente correto falta argumentos evolução do mundo para um bom desenvolvimento. AULA 26 - A produção textual com autoria em aulas de Ciências É muito importante o aluno escrever seus próprios textos mediante as informações e conhecimentos o que ele detém, não sendo apenas um mero reprodutor do que o professor fala. Mas isso só é possível quando é ensinado ao aluno a necessidade de escrever seu próprio texto. Isto é um grande desafio na nossa educação, planejar para os alunos de ensino fundamental a prática desse trabalho. Ciências é uma matéria rica em cultura e de dados científicos. Aparelhar o aluno desde o início de sua formação com esse assunto, o enriquece para um melhor aproveitamento de argumentação e criação de suas próprias ideias. Nisso é conhecido nossa enculturação científica dos alunos. E como introduzi-los nesta ciência? Na prática escolar entre professor e aluno, uma boa tática é mostrar para o aluno um problema e deixar por conta dele resolução do mesmo. E quando se fala em alunos menores ele não questiona o professor de como será realizado atividade, mas tenta desenvolver aquilo que a ele foi proposto. E com o problema resolvido, o professor deve interrogar o aluno perguntando-lhe como conseguiu resolver tal problema. Pois colocando na mesa o que foi realizado na parte exterior ela vai afetar o seu interior, sua intelectualidade. E a linguagem é uma das ferramentas essenciais no desenvolvimento intelectual. Após experiências o debate é extremamente válido, gerando troca de saberes e conhecimentos é uma infinidade de opções. Outra pergunta bastante importante é perguntar o porquê que ele tomou tal atitude para resolver determinado problema. Essa sim é uma pergunta que abre caminhos, construindo ligações e entendimento, fazendo o intelecto se aperfeiçoar. Agora a pergunta é para o professor: será que as aulas que planejamos criam condições para que os alunos se introduzam em um processo de enculturação científica? Os alunos terão capacidade de escrever, argumentar, raciocinar e habituar ao raciocínio científico? Este é o grande desafio, pois a responsabilidade do professor não é de apenas aplicar uma matéria, e sim fazer com que o aluno crie coisas espontaneamente, trabalhando sua criatividade na construção de teses e hipóteses. Outro fator preponderante é o início do raciocínio compensatória, onde se realiza as comparações. E ciência é isto, não o ato de apenas livre, mas também de desenvolver, e neste desenvolvimento a prática de escrita do aluno exercida. Pois o cientista que não escreve não é cientista, mas para isso tem que haver incentivo, que é de responsabilidade dos professores. E com essa bagagem transmitida aos alunos será de grande valia a sua escrita, pois no seu desenvolvimento aprendeu a lidar com problemas e com resoluções a partir de dados científicos.
  • 18. LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO – UNIVESP – 2014 Aluno: Eduardo Rodolfo Assunção AULA 27 - Diferentes formas de produção de textos em aulas de ciências O que é a ciência? A ciência é uma forma de construir conhecimento sobre o mundo natural, onde a lógica e a objetividade são bases para a construção do conhecimento. E as proposições científicas, bem como seu processo de construção, é fundamental em característica social e histórica. E a própria ciência tem uma linguagem científica, que não se caracteriza apenas na língua falada de um idioma, mas sim em uma linguagem própria. A matemática também faz parte dessa composição da ciência, e embora seja sintética, não é de fácil compreensão. E este trabalhar com a linguagem científica nos traz características próprias ao fazer ciência. Pois o aluno não aprende apenas o conceito e sim também processos científicos. Daí veio a ideia da alfabetização científica, possibilitando aos estudantes acesso aos conhecimentos da ciência, preparando o seu enchimento em situações específicas ao tema mencionado. E nada melhor do que a prática para o aluno entender uma nova cultura, entendimento este que abrirá o horizonte para novas especulações científicas de prática consciente. Neste mundo de alfabetização científica é necessário um planejamento, mostrando ao aluno a necessidade de aprender a compreensão de termos e conceitos científicos básicos, a compreensão da natureza da ciência e dos fatores que influenciam sua prática e o entendimento das relações entre a ciência, a tecnologia, a sociedade e o meio ambiente. E o quanto antes os professores aplicarem essa forma de pensar, esse novo padrão de agir, contribuirá na mudança na da formação dos nossos alunos. Existem alguns indicadores a propor uma melhor didática, como trabalho com as informações, trabalho com hipóteses, na construção de explicações e no uso do raciocínio lógico e do raciocínio proporcional. Auxiliando também alfabetização científica, o ensino por investigação é saudável na construção de um ambiente de trabalho mais elaborado. E este trabalho de ensino por investigação tem algumas características como o problema que permite a construção da hipótese, da interação, esta necessária para resolução de algum problema. Isso gera um diálogo entre vários grupos, tendo o aspecto complexo em busca do melhor resultado. A prática na sala de aula na resolução de problemas é genial. O conceito de aplicar a lição em uma lousa e pedir apenas uma reprodução não é eficaz. E neste ponto a ciência como alfabetização pode alavancar nossa educação. A construção de conhecimento traz diferentes formas de raciocinar, e dando liberdade para os alunos trabalharem a sua criatividade é um passo decisivo na mudança que é tão esperada em nosso país.
  • 19. LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO – UNIVESP – 2014 Aluno: Eduardo Rodolfo Assunção AULA 28 - Leitura, estilo pessoal e os futuros textos Palavras estudadas neste curso: Autoria. Ousadia de colocar as nossas ideias em prática. Opinião de mundo é muito importante mas a visão dele se expressa de uma melhor forma. Usar da influência uma própria identidade na construção de textos. Não ser manipulado. Biblioteca. Na tarefa de escritores esta palavra é essencial, pois a familiaridade com a leitura só traz o bem e é um hábito agradável. De acordo os atores que escolhemos, os textos que lemos, construímos uma personalidade única, onde com o informações podemos ser a diferença e não mais um. Curiosidade. Ato este que nos leva a procurar, a perguntar, a questionar, e nos torna uma pessoa interessante. Este ato de garimpar, de procurar aquilo que não é explicado é muito interessante e faz parte da nossa evolução como seres humanos. Dedicação. Totalmente diferente de ocupação, a dedicação nos envolve de tal forma a um assunto que se torna uma terapia para quem a realiza. Tudo o que é realizado com dedicação é melhor aproveitado. Se dedicar no que escrevemos, alcançaremos o maior raio, contagiando os demais com as nossas inspirações. Estilo. Como o próprio nome diz, nos traz a personalidade. É fácil identificar um autor se conhecermos o seu estilo. E se encontrarmos o nosso, dificilmente trilharemos caminhos tortuosos, pois nosso estilo é abrir a portas e nos colocou em diferentes patamares, para um caminho cheio de coragem, beleza e sucesso, mas não faltando simplicidade.