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  1. 1. acesso aberto e dados abertos requisitos e práticas para o compromisso com a Ciência Aberta Fórum CIDTFF Construindo um compromisso com a Ciência Aberta 4 julho 2018 - Departamento de Educação e Psicologia UA Diana Silva Área de recursos eletrónicos e apoio ao utilizador Serviços de Biblioteca, Informação Documental e Museologia Universidade de Aveiro
  2. 2. ciência aberta - princípios acesso aberto e reutilização dos resultados de investigação científica - publicações e dados abertura do processo científico partilha do conhecimento entre a comunidade científica, a sociedade e as empresas abertura dos processos e métodos – registos de experiências, código de software utilização de tecnologias, ferramentas e infraestruturas digitais
  3. 3. ciência aberta – clarificar conceitos Glossário CA http://www.ciencia-aberta.pt/glossario
  4. 4. vantagens
  5. 5. para investigadores e instituições para entidades financiadoras para o público cumprem as exigências das entidades financiadoras maior retorno do investimento transparência na investigação aumentam a visibilidade e o impacto acelera a troca de ideias acesso a investigação com grande impacto na sociedade reduzem a duplicação de esforços e promovem a replicabilidade/ reproducibilidade (benefício económico) acelera a inovação maior consciência para os desafios sociais
  6. 6. recomendações FCT Comissão Europeia
  7. 7. a CE recomendou aos estados-membros desenvolvimento de políticas nacionais para disponibilizar em acesso aberto a investigação resultante de financiamento. e aos financiadores de ciência e instituições o desenvolvimento das suas próprias políticas, coordenadas a nível nacional e Europeu https://ec.europa.eu/digital-single-market/en/open-science#Article
  8. 8. MCTES – Portugal… O conhecimento é de todos e para todos A disponibilização da ciência que resulte de financiamento público é imperativa e a disponibilização aberta dos resultados da investigação realizada com recurso a financiamento público tem significativos benefícios sociais e económicos. Ministério da Ciência Tecnologia e Ensino Superior. (2016). Ciência Aberta Conhecimento para Todos: Princípios Orientadores. http://www.portugal.gov.pt/media/18506199/20160210-mctes-ciencia-aberta.pdf
  9. 9. política nacional de ciência aberta MCTES cumprimento a 100% do depósito das publicações científicas resultantes de projetos financiados pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, FCT, num repositório da rede RCAAP integração do paradigma de ciência aberta no modelo de avaliação da atividade de Investigação e Desenvolvimento pela FCT http://www.ciencia-aberta.pt/
  10. 10. relatório da comissão executiva do Grupo de Trabalho - Política Nacional de Ciência Aberta - MCTES Ver – recomendações para instituições que realizam ou suportam investigação http://docs.wixstatic.com/ugd/a8bd7c_3274046fc8ce42c78db2ec1707c0a0fd.pdf Instituições que realizam investigação Financiadore s públicos de ciência/ avaliadores Agentes políticos
  11. 11. requisitos acesso aberto
  12. 12. acesso aberto disponibilização livre na Internet de literatura de caráter académico ou científico (em particular os artigos de revistas científicas com revisão pelos pares) permitindo a qualquer utilizador ler, descarregar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou referenciar o texto integral dos documentos. via verde depósito em repositórios de Acesso Aberto via dourada publicação em revistas de Acesso Aberto
  13. 13. acesso aberto disponibilização livre na Internet de literatura de caráter académico ou científico (em particular os artigos de revistas científicas com revisão pelos pares) permitindo a qualquer utilizador ler, descarregar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou referenciar o texto integral dos documentos. via verde depósito em repositórios de Acesso Aberto via dourada publicação em revistas de Acesso Aberto
  14. 14. Política sobre Acesso Aberto FCT (2014) Todas as publicações sujeitas a arbitragem por pares ou a outros processos de revisão ou validação científica que incluam resultados de I&D financiados total ou parcialmente pela FCT devem ser depositadas num dos repositórios em acesso aberto do RCAAP logo que possível, de preferência por altura da aceitação da publicação. https://www.fct.pt/documentos/PoliticaAcessoAberto_Publicacoes.pdf
  15. 15. requisitos acesso aberto FCT assegurar o acesso aberto às publicações, mediante o depósito imediato num repositório rede RCAAP (RIA http://ria.ua.pt) após aceitação para publicação, da versão final do autor (versão pós peer review sem a formatação e a composição tipográfica da editora.) permitido embargo 12 meses – ciências socias, humanidades, artes (versão postprint) 6 meses – restantes áreas (versão postprint) 18 meses – livros, capítulos de livro 36 meses – Teses de doutoramento
  16. 16. requisitos acesso aberto FCT fase transitória FCT (estabelecida em maio de 2017) Pretende-se consciencializar a comunidade científica para as práticas do Acesso Aberto, sobretudo o depósito das suas publicações, para que se tornem um hábito tão natural como o da submissão de um artigo a uma revista Mantém-se o depósito imediato num repositório rede RCAAP (RIA http://ria.ua.pt) após aceitação para publicação, da versão final do autor (versão pós peer review sem a formatação e a composição tipográfica da editora.) Porém O período de embargo pode ser superior ao definido nas normas, caso a editora assim o exija
  17. 17. Infografia https://www.fct.pt/acessoaberto/docs/cumpriraa.pdf Tutorial https://www.fct.pt/acessoaberto/tutoriais.phtml.pt
  18. 18. requisitos de acesso aberto CE Horizonte 2020 assegurar o acesso aberto às publicações, mediante o depósito imediato num repositório rede RCAAP (RIA http://ria.ua.pt) , após aceitação para publicação, da versão final do autor (versão pós peer review sem a formatação e a composição tipográfica da editora.) incluir o project ID, selecionando da lista fornecida. Ex. Projetos H2020 - info:eurepo/grantAgreement/EC/H2020/215477 o artigo tem sempre de ser depositado num repositório, mesmo quando usada a “via dourada“ (publicação em revista de acesso aberto)
  19. 19. requisitos de acesso aberto CE Horizonte 2020 versões a depositar: versão publicada final do editor, incluindo todas as modificações do processo de revisão pelos pares (geralmente um documento PDF) caso seja uma revista AA ou versão final com revisão pelos pares aceite para publicação incluindo todas as alterações do processo de revisão pelos pares, mas ainda não formatado pelo editor (também conhecido como versão "post-print"). embargo à versão postprint 12 meses – ciências socias, humanidades 6 meses – restantes áreas
  20. 20. Model amendment to publishing agreements - open access publishing agreement - 29.2 Open access to scientific publications (h2020) adicionar aos contratos feitos com as editoras no momento de publicação de um artigo, de forma a permitir o cumprimento dos períodos de embargo definidos no H2020 esta ação aplica-se à versão postprint, não se refere à possibilidade de depositar a versão final PDF em acesso http://ec.europa.eu/research/participants/data/ref/h2020/grants_manual/amga/h2020-amga_en.pdf
  21. 21. no RCAAP http://rcaap.pt é um portal agregador dos registos e documentos digitais depositados nos vários repositórios institucionais existentes em Portugal depósito no ria http://ria.ua.pt O RIA é o Repositório Institucional da Universidade de Aveiro, um sistema de informação que armazena, preserva, divulga e dá acesso à produção intelectual da Universidade de Aveiro em formato digital, através da Web, em regime de acesso aberto. no portal Open Aire https://www.openaire.eu para publicações e dados científicos resultantes dos projetos financiados pelo 7.º Programa-quadro e pelo Horizonte 2020 da Comissão Europeia publicações agregadas
  22. 22. dados de investigação
  23. 23. observações resultantes de trabalhos de campo registos de texto, imagem, vídeo, áudio resultados de questionários simulações, experiências artefactos, fotografias tabelas
  24. 24. “ Dados de investigação incluem todos os registos produzidos, obtidos ou usados durante o processo de investigação que possam validar os resultados. São a base para qualquer resultado científico baseada em medições, observações ou pesquisas.
  25. 25. “ Dados abertos publicação online de dados de investigação recolhidos durante um projeto de investigação e disponibilizados para acesso e reutilização Dataset coleção de um conjunto de dados, tratados como uma única unidade de informação
  26. 26. Gestão de dados de investigação O que implica… ou deve implicar… criar um plano de gestão dos dados assegurar o depósito num repositório associar licenças Creative Commons (CC) providenciar informação sobre as ferramentas utilizadas
  27. 27. partilha dos dados primários e outros materiais produzidos em projetos financiados pela FCT com outros investigadores e que incluam um plano de gestão de dados com informação sobre o modo como os dados serão partilhados recomendações FCT
  28. 28. Requisitos Piloto de Dados de Investigação Abertos no programa H2020 requerido aos projetos participantes no piloto que desenvolvam um PGD e especifiquem quais os dados que serão abertos. • Dados com metadados associados, para validar os resultados apresentados em publicações científicas, logo que possível; • Outros dados, conforme especificado no plano de gestão de dados. Não se aplica a todos os dados (os investigadores definem em função do seu projeto), havendo ainda exceções criação de um plano de gestão de dados (PGD) requisitos CE H2020
  29. 29. DMP Online https://dmponline.dcc.ac.uk/ ferramenta Web para auxiliar os investigadores na criação de um PGD. Inclui um template para os projetos financiados pelo Horizonte 2020. tópicos a abordar 1. Tipos de Dados, Formatos, Normas e Métodos de Captura de Dados 2. Ética e Propriedade Intelectual 3. Acesso, partilha e reuso de dados 4. Armazenamento a Curto Prazo e Gestão de Dados 5. Depósito e Preservação a Longo Prazo 6. Recursos https://www.openaire.eu/opendatapilot-dmp http://www.dcc.ac.uk/resources/data-management- plans/guidance-examples criação de um plano de gestão de dados (PGD) requisitos CE H2020
  30. 30. Fundamental garantir o depósito dos dados num repositório de forma a garantir a integridade dos dados ao longo do tempo, assegurar a descrição e inteperoperabilidade dos mesmos (metainformação) e cumprir com os requisitos e recomendações das agências de financiamento. Zenodo https://www.zenodo.org/ repositório multidisciplinar que pode ser usado para os dados de investigação long-tail. é atribuído um identificador digital único (DOI) ao conjunto de dados (dataset) Fácil identificar financiamento do espaço europeu de investigação (H2020, WT, FCT…) OpenAIRE. Re3data https://www.re3data.org/ diretório de repositórios de dados Disseminação Assegurar o depósito num Repositório
  31. 31. LICENÇAS EUDAT licensing tool https://www.eudat.eu/open-access-and-licensing Ferramenta que permite determinar a licença apropriada para os seus dados licenças CC https://creativecommons.org/licenses/?l ang=pt DCC: como atribuir licenças aos dados http://www.dcc.ac.uk/resources/how- guides/license-research-data Gestão de dados e sua disseminação NÃO ESQUECER
  32. 32. identificadores únicos • metadados para permitir agregação por outros sistemas • a atribuição de um identificador único (persistente) que garanta a citação dos mesmos DOI- https://dx.doi.org/ A (re)utilização de dados de investigação implica sempre a citação dos mesmos. Gestão de dados e sua disseminação NÃO ESQUECER
  33. 33. O Piloto de Dados de Investigação Abertos baseia-se nos princípios FAIR: Findable, Accessible, Interoperable and Reusable. Os beneficiários devem depositar os dados num repositório de acesso aberto, de forma a que seja possível o acesso e a reprodução e disseminação dos dados, de forma aberta a qualquer utilizador. Após o início do projeto, é obrigatório a apresentação de um Plano de Gestão de Dados.
  34. 34. Questões? sbidm-referencia@ua.pt
  35. 35. obrigada! SBIDM - Serviços de Biblioteca, Informação Documental e Museologia Universidade de Aveiro

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