Celebração da palavra

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  • Jesus é o caminho a verdade e a vida....a liturgia nos coloca diante de Jesus.
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  • vou conseguir entender se vouuuuuu.....
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  • dizem que maria dormiu ja viu luz dormir,,,,,maria luz que cintila em jesus opa de jesus cristo ,,,,onde essa gente achou de excluir maria precisam mesmo de pisicologossssss....
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  • sou feliz e me acalmo com minha doce igreja catolica amo marie convido maria para dormir em minha casa ja negaram alojamento para maria ganhar jesus e hoje abrem a porta para jesus e negam maria pecadores jesus nunca dispensou maria ....
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Celebração da palavra

  1. 1. CONGREGADOS PELA PALAVRA DE DEUS EM CARAVAGIO
  2. 2. Caravaggio-Introdução <ul><li>Na celebração litúrgica, é máxima a importância da Sagrada Escritura (...). </li></ul><ul><li>Para cuidar da reforma, do progresso e da adaptação da Sagrada liturgia, é necessário que se promova o suave e o vivo afeto pela Palavra de Deus (cf SC 24). </li></ul>
  3. 3. Caravaggio-Introdução <ul><li>O Concílio Vaticano II quis favorecer o acesso do povo aos tesouros da Palavra de Deus. A restauração da leitura bíblica nas celebrações litúrgicas reflete o caráter bíblico da renovação litúrgica. </li></ul><ul><li>As comunidades aceitaram a Palavra de Deus e ela transformou-se na grande referência de vida e na fonte das celebrações litúrgicas. </li></ul>
  4. 4. Caravaggio - Introdução <ul><li>Para as comunidades cristãs, a liturgia é o lugar privilegiado para escutar e rezar a Sagrada Escritura. De fato, a Palavra de Deus se difundiu e chegou até nós devido o papel que desempenhou nas celebrações e liturgias do povo. </li></ul><ul><li>A liturgia como ação da comunidade eclesial é o espaço primordial em que a Palavra de Deus ressoa com peculiar eficácia (cf SC 33). </li></ul>
  5. 5. Caravaggio. - Introdução <ul><li>A celebração da Palavra de Deus, presidida por um diácono ou por um leigo, é um ato oficial da liturgia da Igreja, como estabelece a Constituição Conciliar sobre a liturgia. </li></ul><ul><li>É uma autêntica celebração litúrgica. </li></ul><ul><li>Sem a celebração da Palavra de Deus não teremos verdadeiras comunidades eclesiais e o povo brasileiro, em grande parte não conservaria a fé católica. </li></ul>
  6. 6. Caravaggio-Introdução <ul><li>DESAFIO: </li></ul><ul><li>Trata-se de “celebrar a Palavra de Deus”, e não tanto de nos servir dela para ilustrar ou fundamentar algum tema ou responder a uma necessidade. </li></ul><ul><li>São importantes o estudo teológico e a oração pessoal a partir da Bíblia, mas foi visando fundamentalmente sua leitura comunitária na assembléia litúrgica, que os livros da Bíblia foram inspirados por Deus. </li></ul>
  7. 7. Caravaggio - Introdução <ul><li>Portanto, distinguir claramente entre “celebrar a Palavra” e o “servir-se da Palavra” é uma tarefa urgente e um ponto de partida absolutamente necessário se se quiser entrar na dinâmica da renovação litúrgica do Vaticano II. </li></ul>
  8. 8. Somos povo convocado pela Palavra de Deus.
  9. 9. Caravaggio <ul><li>A palavra é quem constitui a reunião do Povo de Deus. </li></ul><ul><li>Assim como o povo da antiga aliança, a comunidade da nova aliança – é comunidade (povo) “con-vocada pelo Senhor”. </li></ul><ul><li>A Igreja, povo de Deus, é continuamente convocada e gerada pela Palavra de Deus. </li></ul>
  10. 10. Caravaggio <ul><li>Moisés: “reúna o povo junto a mim, para que os faça ouvir minhas palavras e aprendam a me temer enquanto viverem sobre a terra, e as ensinem a seus filhos” (Dt 4,10). </li></ul>
  11. 11. Caravaggio <ul><li>É a convocação de Deus quem constitui Israel como povo escolhido dentre os povos da terra. “O senhor se afeiçoou a vocês e os escolheu” (Dt 7,6;10,15). </li></ul><ul><li>Israel revela sua fisionomia de povo escolhido quando se reúne em assembléia, em nome do Senhor, para ouvir sua Palavra e comprometer-se em manter a fé na aliança. </li></ul><ul><li>As celebrações da Palavra são reuniões do povo de Deus escolhido e convocado. </li></ul>
  12. 12. Caravaggio <ul><li>Observemos: </li></ul><ul><ul><li>Para que haja uma assembléia litúrgica não é suficiente que um grupo de cristãos se reúna por sua própria iniciativa – assembléia litúrgica não é o mesmo que uma coletividade religiosa. </li></ul></ul><ul><ul><li>Para que haja uma assembléia litúrgica se requer uma prévia convocação e que os convidados respondam ao convite de Deus. </li></ul></ul>
  13. 13. Caravaggio <ul><li>O estar-juntos social: </li></ul><ul><li>Assembleia lembra reunião, encontro de pessoas convocadas. </li></ul><ul><li>O estar-reunido, o estar-juntos implica ter fins e objetivos comuns ... </li></ul><ul><li>Assim, cada vez que as pessoas se juntam manifestam uma identidade comum. </li></ul>
  14. 14. Caravaggio <ul><li>A reunião litúrgica é uma assembléia do povo de Deus a caminho - peregrino. </li></ul><ul><li>Pela Palavra -, Deus convoca e reúne o povo peregrino para: </li></ul><ul><ul><li>Dirigir-lhe sua palavra; </li></ul></ul><ul><ul><li>Escute sua voz; </li></ul></ul><ul><ul><li>Renove a comunhão com Ele; </li></ul></ul><ul><ul><li>Chegue mais próximo da Terra Prometida. </li></ul></ul>
  15. 15. Caravaggio <ul><li>Quem são ou quem é convocado para constituir a assembléia celebrante?? </li></ul><ul><li>“ São as pessoas – homens e mulheres, felizes por se reconhecerem convocadas por Deus ... Se reúnem na fé, em nome de Cristo, conduzidas pela ação do Espírito Santo, transformadas em sinais do Reino do Pai” (cnbb. Doc. 43, n. 76). </li></ul>
  16. 16. Caravaggio <ul><li>O povo de Deus convocado pela Palavra para o culto é o mesmo povo que trabalha, faz festa, sofre, espera e luta na história por dias melhores (cnbb. doc. 43, n. 55). </li></ul><ul><li>Sempre que nos reunimos, ecoam as palavras de São Pedro: “vocês são raça eleita, sacerdócio régio, nação santa, povo adquirido por Deus, para proclamar as obras maravilhosas daquele que chamou vocês das trevas para a sua luz maravilhosa. Agora vocês são povo de Deus ” (1Pd 2,9-10). </li></ul>
  17. 17. Caravaggio. <ul><li>O ato de se reunir é em si um sinal sacramental da presença do Senhor que prometeu estar com os seus quando se reúnem em seu nome (Mt 18,20). </li></ul><ul><li>A comunidade reunida no amor de Cristo e na força do Espírito Santo, torna-se imagem, fotografia da Igreja: povo sacerdotal convocado por Deus. </li></ul>
  18. 18. Caravaggio. Por que a celebração dominical da Palavra é tão importante para a comunidade ? Reúnam-se no dia do Senhor.
  19. 19. Caravaggio <ul><li>Desde o começo até o presente, existe ininterrupta continuidade que tem origem e fundamento nos testemunhos apostólicos. Os atos dos Apóstolos apresentam a reunião dominical como um fato habitual (At 20,7). Essa reunião acontecia “ no dia do Senhor ” (Ap 1,10). </li></ul><ul><li>Tal era a importância desta reunião que os cristãos diante do martírio afirmaram: “Nós somos cristãos, não podemos viver sem celebrar o mistério do Senhor. Não podemos viver sem essa reunião ”. </li></ul>
  20. 20. Caravaggio <ul><li>A história do domingo nasce da cruz e da ressurreição de Jesus. </li></ul><ul><li>No domingo (o 1º dia da semana), o Ressuscitado apareceu aos discípulos, ora sozinhos e ora reunidos; comeu e bebeu com eles e falou-lhes do Reino de Deus e da missão que tinha que dar continuidade (Mt 28,5-9; Lc 24,13-49; Jo 20,11-29). </li></ul><ul><li>O dia de Pentecostes, a vinda do Espírito Santo, também aconteceu no domingo (At 2,1-11). </li></ul>
  21. 21. Caravaggio. <ul><li>“ No 1º dia de cada semana, dia do Senhor – domingo, a Igreja, por tradição apostólica que tem origem no próprio dia da Ressurreição de Cristo, celebra o mistério pascal. Por isso, o domingo deve ser tido como o principal dia de festa” </li></ul>
  22. 22. Caravaggio. <ul><li>O domingo, é o dia em que a família de Deus se reúne para “escutar a Palavra” e repartir o pão consagrado, recordar a ressurreição do Senhor na esperança de sua vinda gloriosa. </li></ul><ul><li>Por isso, o Domingo é o dia: do Senhor, de Cristo, do Espírito Santo, da Igreja, das pessoas humanas, o dia dos dias (MND 23). </li></ul>
  23. 23. Caravaggio. <ul><li>Para a maioria do povo a vida está difícil. Os problemas são muitos. Mas a fé nos reanima sempre de novo. A celebração do domingo, tem sido um momento marcante para esta resistência no meio das aflições da vida e para a animação de nossa fé. </li></ul><ul><li>Nesse dia, também pela celebração da Palavra de Deus, a comunidade se mobiliza e comemora a Ressurreição de Cristo, a vitória sobre a morte – readquire novas forças. </li></ul>
  24. 24. Caravaggio. <ul><li>É por isso que nossa celebração dominical tem caráter festivo. É um encontro alegre e esperançoso, sem ocultar os problemas da vida. Domingo é Páscoa. Páscoa semanal. Faz-nos ver toda a vida vivida à luz do mistério Pascal. </li></ul>Somos crucificados e ressuscitados com Jesus Cristo.
  25. 25. Caravaggio <ul><li>A Eucaristia é a celebração primordial do Domingo. Mas não é só a missa que celebra o dia do Senhor. </li></ul><ul><li>São também celebrações do Domingo: </li></ul><ul><ul><li>As horas de convívio alegre e gratificante com os familiares e amigos; </li></ul></ul><ul><ul><li>As obras de misericórdia com os que sofrem; </li></ul></ul><ul><ul><li>A celebração e a partilha da Palavra </li></ul></ul>
  26. 26. Caravaggio <ul><li>A Igreja sempre santificou o dia do Senhor com a celebração memorial da Páscoa de Jesus, na qual estão intimamente unidas: </li></ul><ul><ul><li>A proclamação da Palavra de Deus; </li></ul></ul><ul><ul><li>A fração (partilha) do pão – eucaristia; </li></ul></ul><ul><ul><li>O serviço da caridade . </li></ul></ul>
  27. 27. Caravaggio <ul><li>A celebração dominical da Palavra é uma alternativa exemplar que possibilita às comunidades “viver segundo o domingo” (DA 252). </li></ul><ul><li>O costume característico que têm os cristãos de reunir-se (no domingo) para celebrar a ressurreição de Cristo, é também o dado que define a forma da vida renovada pelo encontro com Cristo. </li></ul>
  28. 28. Caravaggio <ul><li>Por isso, o domingo é o dia em que o cristão reencontra a forma (eucarística, litúrgica) própria de sua existência, segundo a qual é chamado a viver constantemente: “ viver segundo o domingo ” significa viver consciente da libertação trazida por Cristo e realizar a própria vida como oferta de si mesmo a Deus, para que a sua vitória se manifeste a todos os homens através de uma conduta renovada” (Sacr. Caritatis, 72) </li></ul>
  29. 29. Caravaggio <ul><li>Na ação evangelizadora e pastoral, precisamos estar atentos para não esvaziar o sentido do domingo com o excesso de comemorações que pretendemos neste dia, sem notar que não sobra espaço para celebrar o mistério pascal. </li></ul>
  30. 30. CELEBRAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS.
  31. 31. Caravaggio <ul><li>A celebração dominical da Palavra é uma verdadeira ação litúrgica. É a celebração do dia do Senhor, páscoa semanal. A cada domingo a comunidade faz memória e atualiza o mistério pascal do Senhor. </li></ul>
  32. 32. Caravaggio. <ul><li>A Palavra da Escritura proclamada na ação litúrgica de uma comunidade de fé, muito mais do que um conjunto de silabas mortas ou uma palavra do vocabulário humano, é ação que suscita encontro e nos coloca misteriosamente em contato com a viva verdade e vontade de Deus, e nela ouvimos a própria voz de Cristo (R. Cantalamessa). </li></ul>
  33. 33. A Palavra de Deus proclamada na ação litúrgica é MEMORIAL dos acontecimentos libertadores.
  34. 34. Caravaggio. <ul><li>Quanto mais profundamente se compreender a celebração litúrgica como memorial dos acontecimentos salvadores, mais profundamente também se estimará a importância da Palavra de Deus (OLM 5 ). </li></ul><ul><li>Há uma unidade dinâmica da Palavra com a celebração litúrgica. Se as leituras proclamam o mistério de Cristo como central, a celebração realiza esse mesmo mistério. Ambas lembram e perpetuam o mistério de Cristo, a seu modo. </li></ul>
  35. 35. Caravaggio. <ul><li>A PALAVRA DE DEUS É VIVA E EFICAZ </li></ul><ul><li>Recorda e prolonga na história a vontade, o plano de Deus Pai - salvar a humanidade ; </li></ul><ul><li>Atualiza para a comunidade celebrante as ações maravilhosas do Pai em favor de seu povo; </li></ul><ul><li>Fecunda a vida da comunidade de fé e se transforma em bênção copiosa para todos quantos a acolhem em seu coração; </li></ul><ul><li>Alimenta e fortalece o testemunho de uma vida em espírito e verdade. </li></ul>
  36. 36. Caravaggio. <ul><li>A pregação de Jesus faz parte dos mistérios de sua vida. É um acontecimento portador de salvação que é celebrado pela Igreja nas ações litúrgicas. </li></ul><ul><li>O Evangelho proclamado na liturgia é a própria atualização dos mistérios de Jesus que, sem a palavra, seriam acontecimentos mudos. </li></ul><ul><li>Portanto, tomar parte de uma celebração dominical da Palavra, escutar e acolher a Boa Nova de Jesus, é participar da vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo. </li></ul>
  37. 37. Caravaggio. <ul><li>A Palavra de Deus (das Escrituras) proclamada e escutada no contexto da celebração comunitária, adquire um sentido novo e mais forte do que quando é lida em outros contextos. </li></ul><ul><li>É iluminador o fato dos discípulos de Emaús: “e foi escutando a explicação das Escrituras que seu coração começou a arder, de maneira que foram capazes de reconhecer o Senhor ao partir o pão” (Lc 24,32). </li></ul>
  38. 38. Caravaggio. <ul><li>Na celebração litúrgica, sob a ação do Espírito Santo, as palavras e os fatos, não são apenas contados e lidos, são narrados, atualizados, tornados presente no hoje da comunidade. Se convertem em realidade e presença. </li></ul><ul><li>O que aconteceu “naquele tempo”, acontece “hoje”, no aqui e agora de nossa história. </li></ul>
  39. 39. Caravaggio. <ul><li>As pessoas presentes na celebração, não são ouvintes passivos da palavra, mas transformam-se em interlocutores e atores ativos. </li></ul><ul><li>A Palavra é dirigida a quem está aí presente. A comunidade passa ocupar o lugar dos personagens evocados pela Palavra. </li></ul><ul><li>Cf. Lc 19,1-10 .... “Hoje a salvação entrou nesta casa”. Cf. Mt 12, 41-42 – aqui e agora está quem é maior que Jonas e Salomão... </li></ul>
  40. 40. Caravaggio <ul><li>A liturgia da Palavra das celebrações, não é senão a atualização litúrgica de Jesus que fala. “Pois, quando se lêem as Escrituras na liturgia, é Cristo que está presente em sua Palavra (SC 7). </li></ul>Hoje se cumpriu a Escritura!
  41. 41. Caravaggio. <ul><li>Cristo é a força e a sabedoria de Deus, aquele que não conhece as Escrituras não conhece a força e a sabedoria de Deus. Aquele que ignora a Palavra de Deus, desconhece a Cristo ! </li></ul>São Jerônimo - tradutor da Bíblia.
  42. 42. Carravaggio <ul><li>Assim, mais do que exortar, ou dar lições de moral, ou sustentar discursos teológicos, a Palavra proclamada na liturgia tem uma força e eficácia que vêm da presença real, atual e atuante de Cristo e de seu Espírito na Assembléia do povo de Deus reunida. </li></ul>
  43. 43. Caravaggio. <ul><li>Alguém poderia perguntar: mas Cristo não está presente só na Eucaristia? </li></ul><ul><li>O Vaticano II afirma: “a Igreja sempre venerou a Sagrada Escritura da mesma forma como sempre venerou o próprio Corpo do Senhor, porque, de fato, principalmente na sagrada liturgia, não cessa de tomar e entregar aos fiéis o pão da vida, da mesa, tanto da palavra de Deus como do corpo de Cristo” (DV 21). </li></ul>
  44. 44. Caravaggio. <ul><li>Dessa forma, a palavra de Deus é tão venerável quanto o Corpo Eucarístico de Jesus Cristo. </li></ul><ul><li>Comungamos da mesa da Palavra, assim como comungamos da mesa da Eucaristia. </li></ul>
  45. 45. Caravaggio. <ul><li>Santo Agostinho afirma: </li></ul><ul><li>“ O verdadeiro Cristo está presente tanto na Palavra quanto na Eucaristia” (Ev.Joannis Tract. 26.12). </li></ul>
  46. 46. Caravaggio. <ul><li>Cesário de Arles, um dia perguntou à sua comunidade: “Eu lhes pergunto, irmãos, digam o que, na opinião de vocês, tem maior valor: a Palavra de Deus ou o Corpo de Cristo? </li></ul><ul><li>Se quiserem dar a verdadeira resposta, certamente deverão dizer que a Palavra de Deus não vale menos que o Corpo de Cristo (a eucaristia) (Sermon 78,2). </li></ul>
  47. 47. Caravaggio. <ul><li>Portanto, tanto o mistério da Palavra de Deus como da Eucaristia conduzem ao encontro de Jesus Cristo Redentor. </li></ul>
  48. 48. Caravaggio. <ul><li>A eficácia salvadora da Palavra de Deus, tanto na celebração quanto na vida, deve-se à ação do Espírito Santo. </li></ul><ul><li>Por meio d`Ele, a Palavra proclamada se torna realidade histórica de salvação. </li></ul>
  49. 49. Caravaggio. <ul><li>O Espírito Santo nos introduz na celebração e na experiência cristã dos tesouros da Palavra de Deus. </li></ul><ul><li>É o Espírito Santo quem atualiza, torna presente a salvação revelada pela Palavra. </li></ul><ul><li>É ainda o Espírito Santo quem nos torna participantes da salvação acontecendo hoje, aqui e agora.... </li></ul>
  50. 50. Caravaggio. <ul><li>O Espírito que abre os corações para a escuta da Palavra, suscita a oração e torna eficaz a resposta dos fiéis à Palavra; </li></ul><ul><li>Ele que reuniu a Igreja, torna os participantes da celebração em discípulos missionários (mensageiros) da Palavra; </li></ul><ul><li>É o Espírito quem fortalece e ilumina o testemunho de todos quantos acolheram e celebraram o mistério da Palavra de Deus. </li></ul>
  51. 51. Caravaggio. <ul><li>A Celebração da Palavra de Deus é uma ação comunitária - da Igreja. </li></ul><ul><li>É a comunidade que celebra. E quando a comunidade está reunida para celebrar, conta com a presença do Senhor. Ele está no meio de nós. Celebra com conosco, fala a seu povo reunido, renova e santifica, envia em missão. </li></ul>
  52. 52. Caravaggio. <ul><li>A Palavra de Deus edifica a comunidade. </li></ul><ul><li>É a Palavra quem convoca a comunidade dos fiéis, a edifica, a faz crescer, a constitui em “o novo povo da Aliança. Deus se vale das comunidades para que sua Palavra seja conhecida pelo mundo. </li></ul>
  53. 53. Caravaggio. <ul><li>“ As celebrações sagradas da Palavra de Deus, são da máxima utilidade para a vida, quer dos indivíduos quer das comunidades, no sentido de fomentar o espírito e a vida espiritual, despertar neles um amor mais intenso à Palavra de Deus, realizar celebrações mais frutuosas, quer da Eucaristia quer dos outros sacramentos” (Cerimonial dos Bispos,222). </li></ul>
  54. 54. Caravaggio. CELEBRAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS
  55. 55. Caravaggio. <ul><li>Para a celebração da Palavra de Deus, não há um rito definido, porém há uma certa lógica a se observada: </li></ul><ul><li>O Senhor convoca e reúne. o povo atende e se apresenta; </li></ul><ul><li>O Senhor fala, a assembleia responde professando sua fé, suplicando e rezando, louvando e bendizendo. Todos são abençoados e enviados em missão. </li></ul>
  56. 56. A CELEBRAÇÃO DA PALAVRA REALIZA O DIALOGO DOS PARCEIROS DA NOVA ALIANÇA. A celebração desenvolve-se num verdadeiro diálogo de Deus com o seu povo reunido.
  57. 57. Caravaggio. <ul><li>A celebração litúrgica, no seu conjunto, se estrutura como um diálogo. </li></ul><ul><li>Deus fala com seu povo reunido através da Palavra (leituras bíblicas), </li></ul><ul><li>e o povo responde por meio de orações e cânticos, louvando e agradecendo, suplicando e professando a fé. </li></ul>
  58. 58. Caravaggio. <ul><li>O esquema da celebração deve ser sempre dialogal; diálogo que tem início em Deus e que provoca respostas na assembleia; </li></ul><ul><li>Na forma de se conduzir e animar deve prevalecer o clima orante, capaz de manifestar a relação Deus – povo e Palavra – vida, sem excessivos comentários e explicações morais. </li></ul>
  59. 59. Caravaggio. <ul><li>A comunicação dialógica da liturgia acontece numa dupla dimensão: </li></ul><ul><ul><li>Comunicação verbal – palavra, canto, orações, aclamações, comentários ... </li></ul></ul><ul><ul><li>Comunicação não verbal – gestos, símbolos, objetos, espaço ... </li></ul></ul>
  60. 60. Caravaggio. <ul><li>Neste item, é importante: </li></ul><ul><ul><li>Destacar ação dos ministérios dos leitores , dos salmistas, de quem proclama o Evangelho e profere a homilia; </li></ul></ul><ul><ul><li>Valorizar a mesa da Palavra – como lugar da proclamação das leituras, do evangelho, do canto do salmo, da homilia e das preces dos fiéis; </li></ul></ul><ul><ul><li>Valorizar o Livro da Palavra (não o folheto) </li></ul></ul><ul><ul><li>Zelar pelas atitudes corporais dos ministros, o tom da voz, a postura e atitudes diante da mesa da Palavra; </li></ul></ul><ul><ul><li>Aprimorar a comunicação e qualidade da leitura; </li></ul></ul>
  61. 61. Caravaggio. <ul><li>A celebração da Palavra é uma ação simbólica. </li></ul><ul><li>A liturgia é toda ela simbólica: objetos, ações, gestos, espaço ... tudo se refere a uma outra realidade e a torna presente. A estante da Palavra com a Bíblia não é apenas um móvel para segurar o livro. Ela é a Mesa do Senhor, de onde recebemos o Pão da Palavra. </li></ul><ul><li>Na Liturgia tudo refere-se a Jesus Cristo e ao seu Reino ... pessoas e objetos e ações ... tudo vem carregado com o Espírito do Ressuscitado. </li></ul><ul><li>Se quisermos participar dessa realidade, deveremos entrar no jogo simbólico da liturgia. </li></ul>
  62. 62. Caravaggio. <ul><li>A comunidade com ritos, gestos e símbolos expressa e renova a Aliança de Deus com o seu povo e deste com Deus. </li></ul><ul><li>A assembleia é abençoada e enviada em missão para construção de comunidades vivas. </li></ul>
  63. 63. Caravaggio. <ul><li>Para que a celebração aconteça num clima de diálogo, se faz necessário integrar movimento e descanso, gestos e palavras, canto e silêncio, expressão externa e interiorização, ação dos ministros e participação da assembleia. Tudo num ritmo harmonioso, respeitando a maneira de ser da pessoa humana, levando em conta as exigências da comunicação e da cultura do povo. </li></ul>
  64. 64. Caravaggio. <ul><li>É PRECISO VALORIZAR: </li></ul><ul><ul><li>A reunião em nome do Senhor – ritos iniciais; </li></ul></ul><ul><ul><li>A proclamação e atualização da Palavra – rito da Palavra de Deus – leituras e homilia; </li></ul></ul><ul><ul><li>O momento do louvor e de ação de graças; </li></ul></ul><ul><ul><li>O envio e missão (ritos finais); </li></ul></ul><ul><li>Podem ser utilizados outros roteiros, como o da Liturgia das Horas ou do Ofício Divino das Comunidades. </li></ul>
  65. 65. Caravaggio. <ul><li>Os ritos iniciais têm por finalidade criar e fortalecer a comunhão entre os irmãos cristãos e com Cristo pela escuta da Palavra e pela oração. </li></ul><ul><li>Os diferentes elementos visam constituir a assembleia do povo da nova aliança. Um povo convocado e povo sacerdotal. </li></ul>
  66. 66. Caravaggio. <ul><li>Os ritos Iniciais se constituem dos </li></ul><ul><li>seguintes elementos: </li></ul><ul><ul><li>Chegada e acolhida; </li></ul></ul><ul><ul><li>Abertura da celebração (clima orante); </li></ul></ul><ul><ul><li>Canto de entrada (procissão); </li></ul></ul><ul><ul><li>Sinal da Cruz e Saudação; </li></ul></ul><ul><ul><li>Motivação (comentário), recordação da vida; </li></ul></ul><ul><ul><li>Ato Penitencial </li></ul></ul><ul><ul><li>Hino do Glória; </li></ul></ul><ul><ul><li>Oração do dia (Coleta); </li></ul></ul>
  67. 67. Caravaggio. <ul><li>O primeiro elemento da celebração é a reunião. É a reunião de pessoas convidadas para formar uma comunidade celebrante. </li></ul><ul><li>A reunião litúrgica manifesta e faz a Igreja crescer. </li></ul>
  68. 68. Caravaggio. <ul><li>É importante que a celebração dominical seja realizada em clima de muita amizade, acolhida, simplicidade, alegria e espontaneidade. </li></ul><ul><li>Uma calorosa acolhida faz a diferença numa celebração litúrgica . </li></ul>
  69. 69. Caravaggio. <ul><li>Elementos da Liturgia da Palavra: </li></ul><ul><ul><li>1ª Leitura – (normalmente do Antigo Testamento); </li></ul></ul><ul><ul><li>Salmo responsorial; </li></ul></ul><ul><ul><li>2ª Leitura; </li></ul></ul><ul><ul><li>Aclamação ao Evangelho; </li></ul></ul><ul><ul><li>Proclamação do Evangelho; </li></ul></ul><ul><ul><li>Homilia (partilha da Palavra); </li></ul></ul><ul><ul><li>Profissão de fé; </li></ul></ul><ul><ul><li>Oração dos fiéis. </li></ul></ul>
  70. 70. Caravaggio. <ul><li>NA LITURGIA DA PALAVRA </li></ul><ul><li>Deus fala ao seu povo, para manifestar-lhe o mistério da salvação. O próprio Cristo, por sua Palavra, está presente no meio dos fiéis. </li></ul><ul><li>Pelos cantos, o povo se apropria da Palavra de Deus e a ela adere pela profissão de fé. Alimentado por essa Palavra, reza, na oração dos fiéis, pelas necessidades de toda a Igreja e pela salvação do mundo inteiro. </li></ul>
  71. 71. Caravaggio. <ul><li>Atitudes face à Palavra proclamada: </li></ul><ul><ul><li>Escuta respeitosa e afetiva de Deus e de Jesus que falam à comunidade reunida; </li></ul></ul><ul><ul><li>Resposta sincera pela oração, pela profissão de fé e pelo compromisso de mudança de vida. </li></ul></ul><ul><ul><li>Que tem o privilegio de ouvir a Palavra de Deus não pode ficar indiferente. </li></ul></ul>
  72. 72. Caravaggio. <ul><li>A Equipe de Liturgia, mais do que se preocupar com o número de comentários, deverá ocupar-se com o “clima de escuta”, de afetiva acolhida e resposta à Palavra de Deus. </li></ul>
  73. 73. Caravaggio. <ul><li>A mesa da Palavra: sua dignidade e seu uso na Liturgia . </li></ul><ul><li>“ A dignidade da palavra de Deus requer na igreja um lugar condigno de onde possa ser anunciada e para onde se volte espontaneamente a atenção dos fiéis no momento da liturgia da Palavra” (cf OLM 32-34). </li></ul>
  74. 74. Caravaggio. <ul><li>Por que destacar a mesa da Palavra? </li></ul><ul><li>Cristo é o protagonista da ação litúrgica. É ele quem proclama a vontade, o plano de Pai. Isto significa que este espaço possui (a mesa da Palavra), tem um sentido simbólico-sacramental de fundamental importância. Ela nos recorda a presença viva do Senhor falando para o seu povo. É por isso que o “lugar deve ser condigno”. </li></ul>
  75. 75. Caravaggio. <ul><li>A palavra de Deus, por causa da sua dignidade, requer naturalmente um espaço à altura de sua importância, de onde ela é proclamada para toda a assembléia. </li></ul><ul><li>Um espaço para onde se volte espontaneamente a atenção dos fiéis no momento da liturgia da Palavra. Pois é dali que o Deus vivo está se comunicando com seu povo através da proclamação das divinas Escrituras. </li></ul>
  76. 76. Caravaggio. <ul><li>A mesa da Palavra seja disposta de tal modo em relação à forma da igreja, que os ministros e os leitores possam ser vistos e ouvidos facilmente pela assembleia. </li></ul><ul><li>Porque é um “direito” que o povo tem de ver e ouvir facilmente a voz de Deus que nos fala pela Palavra proclamada (cf. SC 14). </li></ul>
  77. 77. Caravaggio. <ul><li>A oração dos fiéis, no fundo, é a Palavra que, uma vez caída no coração da assembléia, se transforma num grito para Deus. É a Palavra transformada em súplica ao Senhor. Por isso se sugere que ela seja feita também do ambão. O mais (avisos, comentários etc.) seja feito de outro lugar. Precisamente para garantir e enfatizar a dignidade do ambão. </li></ul>
  78. 78. Caravaggio. <ul><li>O Silêncio é condição indispensável para ouvir a voz de Deus. </li></ul><ul><li>Fugir, de vez em quando, deste mundo barulhento e louco, é questão de vida, de sobrevivência física e espiritual . </li></ul><ul><li>O Senhor nos fala também pelo silêncio e nas dificuldades e tribulações da vida. </li></ul>
  79. 79. Caravaggio. <ul><li>O silêncio torna-se indispensável no final da homilia. Assim a resposta à Palavra, a ser dada pelos fiéis, na celebração e na vida, ganhará autenticidade, realizada no íntimo de cada um, pela ação do Espírito. O canto de um refrão, inspirado na Palavra, ajudará na resposta. </li></ul>
  80. 80. O momento do LOUVOR é o ponto alto da celebração dominical da Palavra de Deus .
  81. 81. Caravaggio. <ul><li>A Palavra de Deus proclamada e acolhida se torna eficaz na celebração, levando ao louvor e à oração de súplica. </li></ul><ul><li>No louvor e na súplica se manifesta a fé no verdadeiro Deus e o conhecimento de sua atuação na vida. </li></ul><ul><li>O Louvor é o sinal de que a Palavra cumpriu sua missão na liturgia. </li></ul>
  82. 82. Caravaggio <ul><li>O momento da louvação é a expressão mais forte da celebração pascal de cada semana: a Páscoa de Cristo, que fecunda a páscoa do povo, é celebrada pela comunidade reunida. </li></ul><ul><li>A vida experimentada como páscoa, grávida de salvação, é assumida pela louvação de cada domingo. </li></ul>
  83. 83. Caravaggio. <ul><li>O Rito de louvor e ação de graças. </li></ul><ul><li>1º - Coleta fraterna – as pessoas levam até junto do altar donativos enquanto se canta um hino adequado . </li></ul><ul><li>2º - Oração de ação de graças – pode consistir num salmo, num hino, num bendito ou até numa ladainha. </li></ul><ul><li>3º - Rito da Comunhão </li></ul><ul><li>- Entrada do pão consagrado (colocar sobre o altar) </li></ul><ul><li>- Pai nosso </li></ul><ul><li>- Abraço da Paz </li></ul><ul><li>- Convite à comunhão e oração pós-comunhão; </li></ul>
  84. 84. Caravaggio. <ul><li>O momento do louvor pode realizar-se por meio: </li></ul><ul><ul><li>Do canto de um salmo; </li></ul></ul><ul><ul><li>De hinos de louvor ou ação de graças; </li></ul></ul><ul><ul><li>De ladainhas conhecidas pelo povo; </li></ul></ul><ul><ul><li>De benditos populares (Eu vou cantar um bendito, um canto novo louvor); </li></ul></ul><ul><ul><li>Outras expressões orantes inspiradas na piedade popular </li></ul></ul>
  85. 85. Caravaggio <ul><li>Ritos Finais </li></ul><ul><li>Podem ser dados alguns avisos que interessam à comunidade; </li></ul><ul><li>Alguma breve homenagem; </li></ul><ul><li>Bênção e envio. </li></ul>
  86. 86. Caravaggio. <ul><li>A celebração dominical da Palavra de Deus é uma ação ministerial : </li></ul>
  87. 87. Caravaggio <ul><li>Ela supõe uma equipe de liturgia que prepare, anime e integre os diversos serviços: </li></ul><ul><ul><li>Presidência; </li></ul></ul><ul><ul><li>Acolhimento fraterno; </li></ul></ul><ul><ul><li>Animação, canto e música; </li></ul></ul><ul><ul><li>Proclamação das leituras e dos salmos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Distribuição da comunhão eucarística e outros </li></ul></ul><ul><ul><li>É presidida por um diácono ou um leigo (a) designado para tal serviço. </li></ul></ul>
  88. 88. Caravaggio. O papel principal de quem preside é manter viva a relação dialogal entre Deus e a comunidade celebrante, entre os ministérios e a comunidade, entre os vários ministérios, serviços e equipes.
  89. 89. Caravaggio. <ul><li>Na celebração da Palavra de Deus, merece destaque o ministério do Leitor(a). </li></ul><ul><li>Seu exercício exige: </li></ul><ul><ul><ul><li>Boa preparação teológica, espiritual, bíblica, litúrgica e técnica; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Boa comunicação (não basta saber ler). É preciso saber se comunicar; </li></ul></ul></ul><ul><li>O Leitor age não age em seu nome, mas de Jesus Cristo e na força do Espírito Santo. </li></ul>
  90. 90. Caravaggio. <ul><li>A diversidade de serviços na celebração é representada exteriormente pela diversidade das vestes, que são sinais que distinguem o serviço que prestam. </li></ul><ul><li>As vestes podem ser confeccionadas segundo a sensibilidade e o estilo próprio das culturas locais. Devem ser dignas e próprias para cada serviço. Ter cuidado para não clericalizar. </li></ul>
  91. 91. Caravaggio. <ul><li>As celebrações dominicais da Palavra de Deus devem ser preparadas com muita dedicação e celebradas com dignidade. </li></ul><ul><li>Tudo deve ser pensado com carinho: </li></ul><ul><ul><li>o espaço (sua organização e ornamentação); </li></ul></ul><ul><ul><li>A preparação dos ministérios e serviços: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>o presidente, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>os leitores e salmistas </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>as ações simbólicas, as orações, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>os comentários, prever os cantos e músicas ... </li></ul></ul></ul>

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